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Trabalho Interdisciplinar  de Libras Grupo Vitória: DANIELE CRUZ DA SILVA FIGUEIREDO  PAULA SCHOEMER JARDIM DANIELLE CHRISTINE LEITE  LILIANE DE ANDRADE LEVY  MARCIA DE FREITAS MIGUEL  PAULA CHRISTINA FERNANDES MOREIRA
Pontos do Projeto Político Pedagógico relevantes para a inclusão:   No Projeto Político Pedagógico há um ponto que fala da inclusão, pois se trata de uma escola pública da rede estadual que em sua padronização existe esse aspecto, porém, na prática escolar, não existe nenhum indicativo ou orientação especial para as atividades do dia a dia.
VISITA TÉCNICA - ENTREVISTA   PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO Nome:  Vânia. Tempo de atuação profissional:  25 anos. Escola em que atua:  Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho – IEPIC. Formação Profissional:  Professora de Língua Estrangeira – Inglês. Há quanto tempo atua com alunos portadores de deficiência auditiva? Aproximadamente 5 anos. Qual a sua formação para atuar com esse público? Não tive formação específica. De quem recebe orientação quanto ao trabalho com o aluno surdo?  De ninguém. Conta com apoio de um tradutor e interprete em sala de aula? Sim, constantemente. Observa evolução igualitária no desenvolvimento do aluno surdo em sala de aula?  Sinceramente, não. Como é a relação/comunicação deste aluno com os demais ouvintes? Um pouco distante. Recebem ajuda dos colegas, que brincam, às vezes com sua condição, mas, de fato, a participação é diferente em função do abismo que existe na comunicação entre eles. Na sua opinião, o que   poderia ser realizado para facilitar a aprendizagem do aluno surdo? Intérprete sempre em sala de aula, treinamento dos professores para lidar com esse universo, material visual motivador para o ensino, etc.
VISITA TÉCNICA - ENTREVISTA   FAMILIA Obs. Não entrevistamos o responsável e sim o próprio aluno com auxílio da intérprete Gisele, por se tratar de um aluno adulto, do 1º ano do ensino médio Nome : Gabriela. Nível de Escolaridade : 1º ano EM. Profissão : estudante. Como e quando descobriu que seu filho(a) era surdo? Nasci assim. Qual foi a reação da família e amigos? De preocupação, de como seria a criação, mas logo procuraram apoio na APADA. Seu filho(a) recebe atendimento especializado e faz uso de prótese auditiva? Atendimento sim, prótese não. Como se comunicam com seu filho(a)? Alguns sinais e leitura labial. Encontrou dificuldades para efetuar a matricula escolar? Quais?   Não houve dificuldade na matrícula. Percebe evolução no desempenho escolar do seu filho? Qual? Sim, mas na associação o aprendizado foi maior. O apoio do pessoal especializado ajudou muito na alfabetização. Percebe motivação em seu filho para as atividades escolares? Não tenho muita motivação.  Tem algum comentário que queira fazer: Tenho 20 anos. Hoje em dia me comunico, me viro. Houve muitos avanços, mais do que antigamente. Principalmente tecnológicos, programas de computador, sites, etc. Essa parte é bastante interessante. Gosto muito. Aprendo demais com essas novas tecnologias. Sou curiosa.
Observações sobre a estudante: Essa aluna é casada, tem um filho de 3 anos sem deficiência auditiva e estuda há 6 anos na escola. Estuda pela manhã e tem boas notas nas matérias. Só falta bastante, aliás característica comum a quase todos os deficientes auditivos dessa turma, que tem 4. Segundo a professora  ela é interessada e mais inteligente que muitos alunos “normais”, principalmente em matemática, física e língua estrangeira, que segundo eles é bem parecida com a forma que foram alfabetizados.
Parecer do Grupo:  Neste caso, como na maioria, a professora não tem formação específica, mas tem boa vontade, conta com a ajuda de um intérprete, que segundo ela é fundamental. Ela não recebe nenhuma orientação em relação ao planejamento e ao trabalho que é realizado com esses alunos deficientes auditivos, o que é uma pena porque, com material específico, os deficientes auditivos poderiam ter melhor desempenho aproveitamento dos conteúdos. Uma sala bem estruturada, motivadora, facilitaria a comunicação, o entendimento e o desenvolvimento dos deficientes auditivos. O relacionamento entre os alunos ditos como “normais” e os deficientes é preocupante desde o momento em que não se faz nada para o entrosamento entre eles. Percebemos a importância de ter sempre um intérprete perto, mas o ideal seria se todos os que se relacionam com deficientes auditivos participassem de uma oficina de Libras, mesmo que fosse para aprenderem o básico, para que esses alunos possam entender e sejam entendidos. Acreditamos no poder do  e da inclusão. “ Inclusão é sair das escolas dos diferentes e promover a escola das diferenças"  (Mantoan)
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  • 1. Trabalho Interdisciplinar de Libras Grupo Vitória: DANIELE CRUZ DA SILVA FIGUEIREDO PAULA SCHOEMER JARDIM DANIELLE CHRISTINE LEITE LILIANE DE ANDRADE LEVY MARCIA DE FREITAS MIGUEL PAULA CHRISTINA FERNANDES MOREIRA
  • 2. Pontos do Projeto Político Pedagógico relevantes para a inclusão: No Projeto Político Pedagógico há um ponto que fala da inclusão, pois se trata de uma escola pública da rede estadual que em sua padronização existe esse aspecto, porém, na prática escolar, não existe nenhum indicativo ou orientação especial para as atividades do dia a dia.
  • 3. VISITA TÉCNICA - ENTREVISTA PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO Nome: Vânia. Tempo de atuação profissional: 25 anos. Escola em que atua: Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho – IEPIC. Formação Profissional: Professora de Língua Estrangeira – Inglês. Há quanto tempo atua com alunos portadores de deficiência auditiva? Aproximadamente 5 anos. Qual a sua formação para atuar com esse público? Não tive formação específica. De quem recebe orientação quanto ao trabalho com o aluno surdo? De ninguém. Conta com apoio de um tradutor e interprete em sala de aula? Sim, constantemente. Observa evolução igualitária no desenvolvimento do aluno surdo em sala de aula? Sinceramente, não. Como é a relação/comunicação deste aluno com os demais ouvintes? Um pouco distante. Recebem ajuda dos colegas, que brincam, às vezes com sua condição, mas, de fato, a participação é diferente em função do abismo que existe na comunicação entre eles. Na sua opinião, o que poderia ser realizado para facilitar a aprendizagem do aluno surdo? Intérprete sempre em sala de aula, treinamento dos professores para lidar com esse universo, material visual motivador para o ensino, etc.
  • 4. VISITA TÉCNICA - ENTREVISTA FAMILIA Obs. Não entrevistamos o responsável e sim o próprio aluno com auxílio da intérprete Gisele, por se tratar de um aluno adulto, do 1º ano do ensino médio Nome : Gabriela. Nível de Escolaridade : 1º ano EM. Profissão : estudante. Como e quando descobriu que seu filho(a) era surdo? Nasci assim. Qual foi a reação da família e amigos? De preocupação, de como seria a criação, mas logo procuraram apoio na APADA. Seu filho(a) recebe atendimento especializado e faz uso de prótese auditiva? Atendimento sim, prótese não. Como se comunicam com seu filho(a)? Alguns sinais e leitura labial. Encontrou dificuldades para efetuar a matricula escolar? Quais? Não houve dificuldade na matrícula. Percebe evolução no desempenho escolar do seu filho? Qual? Sim, mas na associação o aprendizado foi maior. O apoio do pessoal especializado ajudou muito na alfabetização. Percebe motivação em seu filho para as atividades escolares? Não tenho muita motivação. Tem algum comentário que queira fazer: Tenho 20 anos. Hoje em dia me comunico, me viro. Houve muitos avanços, mais do que antigamente. Principalmente tecnológicos, programas de computador, sites, etc. Essa parte é bastante interessante. Gosto muito. Aprendo demais com essas novas tecnologias. Sou curiosa.
  • 5. Observações sobre a estudante: Essa aluna é casada, tem um filho de 3 anos sem deficiência auditiva e estuda há 6 anos na escola. Estuda pela manhã e tem boas notas nas matérias. Só falta bastante, aliás característica comum a quase todos os deficientes auditivos dessa turma, que tem 4. Segundo a professora ela é interessada e mais inteligente que muitos alunos “normais”, principalmente em matemática, física e língua estrangeira, que segundo eles é bem parecida com a forma que foram alfabetizados.
  • 6. Parecer do Grupo: Neste caso, como na maioria, a professora não tem formação específica, mas tem boa vontade, conta com a ajuda de um intérprete, que segundo ela é fundamental. Ela não recebe nenhuma orientação em relação ao planejamento e ao trabalho que é realizado com esses alunos deficientes auditivos, o que é uma pena porque, com material específico, os deficientes auditivos poderiam ter melhor desempenho aproveitamento dos conteúdos. Uma sala bem estruturada, motivadora, facilitaria a comunicação, o entendimento e o desenvolvimento dos deficientes auditivos. O relacionamento entre os alunos ditos como “normais” e os deficientes é preocupante desde o momento em que não se faz nada para o entrosamento entre eles. Percebemos a importância de ter sempre um intérprete perto, mas o ideal seria se todos os que se relacionam com deficientes auditivos participassem de uma oficina de Libras, mesmo que fosse para aprenderem o básico, para que esses alunos possam entender e sejam entendidos. Acreditamos no poder do e da inclusão. “ Inclusão é sair das escolas dos diferentes e promover a escola das diferenças" (Mantoan)