O documento discute os princípios da igualdade e eqüidade na alocação de recursos públicos em saúde. A igualdade fundamenta estratégias de universalização, enquanto a eqüidade apoia a focalização. A adoção dessas estratégias tem implicações diretas nos custos, desigualdades e administração, e indiretas no processo político. Devido a externalidades, tanto a focalização quanto a universalização podem beneficiar a população como um todo ou grupos específicos.