INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOS E ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS




                      CAPÍTULO 1

                                         INTRODUÇÃO:
A EXPERIMENTAÇÃO CIENTÍFICA E A ESTATÍSTICA
             A ENGENHARIA E A ESTATÍSTICA
INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOS E ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS



DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO
                 PRODUÇÃO DE NOVOS
Estudo cujo objetivo                                 ESTATÍSTICA
é decidir se um    CONHECIMENTOS
novo método que
está sendo proposto de
Uma nova “mistura
é melhor produzida na
drogas” é do que                                   Como tomar
métodos
expectativa de serjá
                   mais                             decisões?
utilizados de que a
eficiente
aquela hoje existente
para o tratamento de
                  E
pacientes portadores de XPERIMENTAÇÃO
aids.
aids.
                                              VARIABILIDADE
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DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO
                       ESTATÍSTICA

             COMO OBTER “DADOS”?




            COMO ANALISAR “DADOS”?
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PESQUISA CIENTIFICA:
                  1     • PROBLEMA
                  2     • HIPÓTESE(S)
                  3     • INFORMAÇÕES: DADOS
                  4     • TOMADA DE DECISÕES
                  5     • NOVAS TEORIAS
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                       OBSERVAÇÕES
     AMOSTRAGEM                             ANÁLISE DESCRITIVA

    PLANEJAMENTO DE                          E   EXPLORATÓRIA DE

     EXPERIMENTOS                                   DADOS




F
  CIRCULARIDADE DO MÉTODO CIENTÍFICO:
  P     :
  ROBLEMA
ORMULAÇÃO DE
                            V                      ERIFICAÇÃO DAS

 HIPÓTESES                                           HIPÓTESES
                                                    FORMULADAS


                                                 INFERÊNCIA
                    DESENVOLVIMENTO              ESTATÍSTICA
                    DE NOVAS TEORIAS
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PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE PLANEJADA:


                   PESQUISADOR




                    ESTATÍSTICO
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PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE PLANEJADA: ETAPAS

1. Enunciado do problema com formulação de hipóteses.

2. Escolha dos fatores (variáveis independentes) que devem
    ser incluídas no estudo.

3. Escolha da unidade experimental e da unidade de
observação.

4. Escolha das variáveis que serão medidas na unidade de
observação.
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PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE PLANEJADA: ETAPAS
5.Determinação das regras e procedimentos pelos quais os
diferentes tratamentos (combinação de níveis de fatores) são
atribuídos às unidades experimentais (ou vice-versa).
6. Análise   estatística dos resultados.

7.Relatório final contendo conclusões com medidas de
precisão das estimativas, interpretação dos resultados com
possível referência a outras pesquisas similares e uma
avaliação dos itens 1 a 6 (desta pesquisa) com sugestões para
possíveis alterações em pesquisas futuras.
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       PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO



        A crescente automação de processos de lavagem de roupas, louças e
superfícies em geral vêm exigindo produtos detergentes não só mais eficazes na
remoção de sujeira, mas principalmente com baixo poder espumante, devido a
altas velocidades de agitação usadas nas lavagens. Uma das formas de controlar
a espuma produzida pelos detergentes é introduzir na formulação agentes
tensoativos não iônicos, como álcoois graxos, EO/PO (isto é, álcoois etoxilados,
propoxilados).
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      PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO


        Várias outras propriedades importantes, como ponto de turvação,
tensão superficial, altura dinâmica da espuma, detergência, ponto de fulgor e
temperatura de degradação térmica, também costumam ser acompanhadas
durante a preparação de uma mistura detergente.
        O pesquisador decidiu verificar como o ponto de turvação varia com as
unidades de óxido de eteno (EO) e óxido de propeno (PO) dos álcoois graxos,
usando um fatorial 22 com um ensaio em triplicata no ponto central.
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 PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO




Controlar a espuma produzida pelos detergentes




      Óxido de eteno (EO) e Óxido Propoeno (PO):
                      EO = 4, 5, 6 unidades
                      PO = 4, 5, 6 unidades
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  PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO




Ensaios combinando as diferentes combinações dos fatores




Ponto de Turvação, oC
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  PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO




Aleatorização da seqüencia dos ensaios combinando os diferentes
níveis dos fatores.
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PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO
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     PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO




1.     EO e PO influenciam o ponto de turvação conjuntamente?
       Como?
2.     Caso contrário, EO e PO influenciam isoladamente no ponto
       de turvação?

 3.    Podemos encontrar uma combinação ÓTIMA de valores de
       EO e PO que MAXIMIZEM o Ponto de Turvação;
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PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO
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PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO
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MÉTODO CIENTÍFICO: O CASO DAS ENGENHARIAS
INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOS E ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS



MÉTODO CIENTÍFICO: O CASO DAS ENGENHARIAS


 Os métodos que veremos independem da natureza do
 problema a que são aplicados. Servem para estudar
 reações   químicas,     sistemas     biológicos,    processos
 mecânicos (entre muitos outros), e também podem varrer
 todas as possíveis escalas de interesse, desde uma única
 reação em bancada até um processo industrial operando
 em larga escala.
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MÉTODO CIENTÍFICO: O CASO DAS ENGENHARIAS


 O denominador comum são os princípios estatísticos
 envolvidos, que são sempre os mesmos. É claro que isso
 não significa menosprezar o conhecimento técnico que o
 especialista já detém sobre o sistema em estudo.
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MÉTODO CIENTÍFICO: O CASO DAS ENGENHARIAS


 As ferramentas estatísticas, embora valiosas, são apenas
 um complemento a esse conhecimento. O ideal é que as
 duas coisas - conhecimento básico do problema e a
 estatística - andem juntas.
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MÉTODO CIENTÍFICO: O CASO DAS ENGENHARIAS


                      Conhecimento            Métodos
                        Técnico              Estatísticos




                                      BOM
                                     SENSO
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UM PROBLEMA BÁSICO: COLETA DE DADOS
O processo de coleta de dados tem inicio com a definição clara do
problema de interesse e conseqüentemente da população (ou
região experimental) para a qual deve ser tomada a decisão.

Procedimentos básicos de coleta de dados que podem ser
utilizados não apenas na Engenharia, mas em qualquer outra área
de conhecimento.
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  UM PROBLEMA BÁSICO: COLETA DE DADOS
                                                      Em um estudo retrospectivo os
   1. ESTUDOS RETROSPECTIVOS;                         dados são obtidos a partir de
                                                      uma coleta de informações
   2. ESTUDOS OBSERVACIONAIS;                         históricas   relacionadas    ao
                                                      problema investigado.
   3. EXPERIMENTOS PLANEJADOS;
Em um estudo observacional, dados são obtidos a
                         Nos experimentos planejados, variações deliberadas ou
partir da observação de elementos da população ou
                            propositais são introduzidas de forma ser possível avaliar as
registros do processo em estudo, sem, no entanto sistema ou processo a fim de se
                           variáveis controláveis do
qualquer intervenção ou perturbação das condições
                           identificar aquelas responsáveis por mudanças nas medidas
existentes                   de interesse de acordo com a hipótese em estudo
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ANÁLISE ESTATÍSTICA: CONSTRUÇÃO MODELOS

  1.   Imaginemos que um            2.   Um químico é encarregado
       astrônomo         queira          de   projetar   uma    fabrica
       calcular à hora em que            piloto    baseada       numa
       vai ocorrer o próximo             determinada reação recém-
       eclipse da Lua.                   desenvolvida em bancada.



       Modelo Mecanicista                     Modelo Empírico
INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOS E ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS



OBSERVAÇÕES FINAIS:
“A essência de um bom planejamento consiste em projetar um
experimento de forma que ele seja capaz de fornecer exatamente o
tipo de informação que procuramos. Para isso precisamos saber, em
primeiro lugar, o que é mesmo que estamos procurando. Mais uma
vez, parece obvio, mas não e bem assim. Podemos mesmo dizer que
um bom experimentador é, antes de tudo, uma pessoa que sabe o que
quer. Dependendo do que ele queira, algumas técnicas serão mais
vantajosas, enquanto outras serão simplesmente inócuas”.
INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOS E ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS



OBSERVAÇÕES FINAIS:
 AO SE DEPARAR COM A NECESSIDADE DE REALIZAR UM
 EXPERIMENTO, REFLITA!


  O que eu gostaria de ficar sabendo quando o
  experimento tiver terminado?

  Se você não sabe para onde está indo, vai terminar
  chegando a outro lugar!

Ipaee capitulo 1_slides

  • 1.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO: A EXPERIMENTAÇÃO CIENTÍFICA E A ESTATÍSTICA A ENGENHARIA E A ESTATÍSTICA
  • 2.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO PRODUÇÃO DE NOVOS Estudo cujo objetivo ESTATÍSTICA é decidir se um CONHECIMENTOS novo método que está sendo proposto de Uma nova “mistura é melhor produzida na drogas” é do que Como tomar métodos expectativa de serjá mais decisões? utilizados de que a eficiente aquela hoje existente para o tratamento de E pacientes portadores de XPERIMENTAÇÃO aids. aids. VARIABILIDADE
  • 3.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO ESTATÍSTICA COMO OBTER “DADOS”? COMO ANALISAR “DADOS”?
  • 4.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTIFICA: 1 • PROBLEMA 2 • HIPÓTESE(S) 3 • INFORMAÇÕES: DADOS 4 • TOMADA DE DECISÕES 5 • NOVAS TEORIAS
  • 5.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS OBSERVAÇÕES AMOSTRAGEM ANÁLISE DESCRITIVA PLANEJAMENTO DE E EXPLORATÓRIA DE EXPERIMENTOS DADOS F CIRCULARIDADE DO MÉTODO CIENTÍFICO: P : ROBLEMA ORMULAÇÃO DE V ERIFICAÇÃO DAS HIPÓTESES HIPÓTESES FORMULADAS INFERÊNCIA DESENVOLVIMENTO ESTATÍSTICA DE NOVAS TEORIAS
  • 6.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE PLANEJADA: PESQUISADOR ESTATÍSTICO
  • 7.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE PLANEJADA: ETAPAS 1. Enunciado do problema com formulação de hipóteses. 2. Escolha dos fatores (variáveis independentes) que devem ser incluídas no estudo. 3. Escolha da unidade experimental e da unidade de observação. 4. Escolha das variáveis que serão medidas na unidade de observação.
  • 8.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE PLANEJADA: ETAPAS 5.Determinação das regras e procedimentos pelos quais os diferentes tratamentos (combinação de níveis de fatores) são atribuídos às unidades experimentais (ou vice-versa). 6. Análise estatística dos resultados. 7.Relatório final contendo conclusões com medidas de precisão das estimativas, interpretação dos resultados com possível referência a outras pesquisas similares e uma avaliação dos itens 1 a 6 (desta pesquisa) com sugestões para possíveis alterações em pesquisas futuras.
  • 9.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO A crescente automação de processos de lavagem de roupas, louças e superfícies em geral vêm exigindo produtos detergentes não só mais eficazes na remoção de sujeira, mas principalmente com baixo poder espumante, devido a altas velocidades de agitação usadas nas lavagens. Uma das formas de controlar a espuma produzida pelos detergentes é introduzir na formulação agentes tensoativos não iônicos, como álcoois graxos, EO/PO (isto é, álcoois etoxilados, propoxilados).
  • 10.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO Várias outras propriedades importantes, como ponto de turvação, tensão superficial, altura dinâmica da espuma, detergência, ponto de fulgor e temperatura de degradação térmica, também costumam ser acompanhadas durante a preparação de uma mistura detergente. O pesquisador decidiu verificar como o ponto de turvação varia com as unidades de óxido de eteno (EO) e óxido de propeno (PO) dos álcoois graxos, usando um fatorial 22 com um ensaio em triplicata no ponto central.
  • 11.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO Controlar a espuma produzida pelos detergentes Óxido de eteno (EO) e Óxido Propoeno (PO): EO = 4, 5, 6 unidades PO = 4, 5, 6 unidades
  • 12.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO Ensaios combinando as diferentes combinações dos fatores Ponto de Turvação, oC
  • 13.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO Aleatorização da seqüencia dos ensaios combinando os diferentes níveis dos fatores.
  • 14.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO
  • 15.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO 1. EO e PO influenciam o ponto de turvação conjuntamente? Como? 2. Caso contrário, EO e PO influenciam isoladamente no ponto de turvação? 3. Podemos encontrar uma combinação ÓTIMA de valores de EO e PO que MAXIMIZEM o Ponto de Turvação;
  • 16.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO
  • 17.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS PESQUISA CIENTÍFICA ESTATISTICAMENTE : EXEMPLO
  • 18.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS MÉTODO CIENTÍFICO: O CASO DAS ENGENHARIAS
  • 19.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS MÉTODO CIENTÍFICO: O CASO DAS ENGENHARIAS Os métodos que veremos independem da natureza do problema a que são aplicados. Servem para estudar reações químicas, sistemas biológicos, processos mecânicos (entre muitos outros), e também podem varrer todas as possíveis escalas de interesse, desde uma única reação em bancada até um processo industrial operando em larga escala.
  • 20.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS MÉTODO CIENTÍFICO: O CASO DAS ENGENHARIAS O denominador comum são os princípios estatísticos envolvidos, que são sempre os mesmos. É claro que isso não significa menosprezar o conhecimento técnico que o especialista já detém sobre o sistema em estudo.
  • 21.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS MÉTODO CIENTÍFICO: O CASO DAS ENGENHARIAS As ferramentas estatísticas, embora valiosas, são apenas um complemento a esse conhecimento. O ideal é que as duas coisas - conhecimento básico do problema e a estatística - andem juntas.
  • 22.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS MÉTODO CIENTÍFICO: O CASO DAS ENGENHARIAS Conhecimento Métodos Técnico Estatísticos BOM SENSO
  • 23.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS UM PROBLEMA BÁSICO: COLETA DE DADOS O processo de coleta de dados tem inicio com a definição clara do problema de interesse e conseqüentemente da população (ou região experimental) para a qual deve ser tomada a decisão. Procedimentos básicos de coleta de dados que podem ser utilizados não apenas na Engenharia, mas em qualquer outra área de conhecimento.
  • 24.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS UM PROBLEMA BÁSICO: COLETA DE DADOS Em um estudo retrospectivo os 1. ESTUDOS RETROSPECTIVOS; dados são obtidos a partir de uma coleta de informações 2. ESTUDOS OBSERVACIONAIS; históricas relacionadas ao problema investigado. 3. EXPERIMENTOS PLANEJADOS; Em um estudo observacional, dados são obtidos a Nos experimentos planejados, variações deliberadas ou partir da observação de elementos da população ou propositais são introduzidas de forma ser possível avaliar as registros do processo em estudo, sem, no entanto sistema ou processo a fim de se variáveis controláveis do qualquer intervenção ou perturbação das condições identificar aquelas responsáveis por mudanças nas medidas existentes de interesse de acordo com a hipótese em estudo
  • 25.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS ANÁLISE ESTATÍSTICA: CONSTRUÇÃO MODELOS 1. Imaginemos que um 2. Um químico é encarregado astrônomo queira de projetar uma fabrica calcular à hora em que piloto baseada numa vai ocorrer o próximo determinada reação recém- eclipse da Lua. desenvolvida em bancada. Modelo Mecanicista Modelo Empírico
  • 26.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS OBSERVAÇÕES FINAIS: “A essência de um bom planejamento consiste em projetar um experimento de forma que ele seja capaz de fornecer exatamente o tipo de informação que procuramos. Para isso precisamos saber, em primeiro lugar, o que é mesmo que estamos procurando. Mais uma vez, parece obvio, mas não e bem assim. Podemos mesmo dizer que um bom experimentador é, antes de tudo, uma pessoa que sabe o que quer. Dependendo do que ele queira, algumas técnicas serão mais vantajosas, enquanto outras serão simplesmente inócuas”.
  • 27.
    INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTOSE ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXPERIMENTOS OBSERVAÇÕES FINAIS: AO SE DEPARAR COM A NECESSIDADE DE REALIZAR UM EXPERIMENTO, REFLITA! O que eu gostaria de ficar sabendo quando o experimento tiver terminado? Se você não sabe para onde está indo, vai terminar chegando a outro lugar!