Estudo de Preformulação
Definição Estudo das propriedades físico-químicas dos mais diversos fármacos novos ou utilizados na terapia Influência na resposta: Físico-mecânica Dissolução Biodisponibilidade Consequentemente – Eficácia de uma formulação
Estudo multidisciplinar Vários níveis Molécula Partícula Bulk (* maior ênfase – rotina das indústrias)
Estudos preliminares - molécula Lipofilicidade Log de P Pró-fármacos Base para avaliação da permeabilidade  (I, II, III e IV FDA)
Base para avaliação da permeabilidade  (I, II, III e IV FDA) I – alta solubilidade e alta permeabilidade II – Baixa solubilidade e alta permeabilidade III - alta solubilidade e baixa permeabilidade IV -Baixa solubilidade e baixa permeabilidade
Estudos preliminares - molécula Lipofilicidade Eritromicina Propil estolato sal de ác. Láurico 4 x mais absorvida, não solúvel em água , não hidrolisada
Estudos preliminares - molécula Log P = Coef de partição  (realizado em octanol/água Claritomicina X Eritromicina sulfato pH acima de 6.8  Claritromicina - Log P – 5x maior Estabilidade em meio ácido 10 x maior “in vivo” Balanço estabilidade/ lipofilicidade, decorrente da sua ionização, garante maior absorção
Estudos preliminares - molécula Ionização: Influência a lipofilicidade, solubilidade e até mesmo aspectos formulativos Eritromicina + peróxido de Benzoíla formulada com carbopol.  Precipitação e aglomeração com carbopol Incompatibilidade de cargas.  Recomenda-se uso de quitosano
Estudos preliminares - molécula Dissolução X Lipofilicidade Solubilidade intrínseca Ionização do Fármacos Solubilização micelar Formação de sais Inclusos e complexos
Solubilidade boa solubilidade em meio aquoso  Solubilidade intrínseca auxiliar na escolha de um meio discriminador teste de dissolução de suas formulações derivadas substância - solubilidade menor ou igual a 1.0 mg/mL na escala de pH de 1 a 7 problema potencial de biodisponibilidade
Aparato para o teste de avaliação de solubilidade intrínseca
Dissolução X Lipofilicidade Vantagens Produtos mais puros Solúveis (em geral) Biodisponibilidade e seu controle Desvantagens  Cristalinidade Hidratação Estabilidade
Objetivos de boa formulação farmacêutica Robustez Estabilidade Produtividade Dissolução Biodisponibilidade
Parâmetros a serem avaliados Garantir uma robustez e validação Caracterização da matéria-prima Cristalinidade e polimorfismo Higroscopia Densidade real/aparente Fluxo e características dos pós (geometria/diâmetro) Solubilidade e dissolução Estabilidade
Preformulação – Avaliação da partícula   Cristalino X Amorfo Cristais – menor solubilidade  Maior estabilidade Geometria e granulometria mais uniforme Boa compactabilidade; Densidade real maior Maior tapped e bulk density Sofrem transições polimórficas (excipientes)
Cristalino X Amorfo RESTRIÇÕES: Polimorfismos e formação de clatratos ou solvatos; Solvatos - solventes estequiométricos Clatratos- aleatório-não reprodutível Maior número de moléculas de solvente menor solubilidade Interconversão durante o processamento
Cristalinidade e polimorfismo Definição Propriedades de substâncias orgânicas cristalizarem com diferentes formas Energia de rede cristalina - determina diferentes estabilidades do cristal  Consequência - Diferentes solubilidades, higroscopia e estabilidade. A estruturas fundamental do cristal  determinar diferentes habitos .
Preformulação – Avaliação da partícula Polimorfismo Monotropos – uma forma cristalina Enantiotropos – mais de uma forma cristalina
Preformulação – Avaliação da partícula Relação direta com o processo de fabricação Fusão do polímorfo metaestável/precipitação na forma mais estável Secagem – Dissolução parcial do metastável e precipitação (Relativo a umidade – no processo de granulação e revestimento) Polimorfo metaestável – (armazenagem a seco, baixa temperaturas e em cristais grosseiros)
Polimorfismo - Estavudina 3 polimorfos I, II e III – diferentes PF. 171.6, 168.9 e 141.9 o C; Polimorfo III hidratado (3:1 de água). I – cristais em forma de bastão; II – agulhas curtas ou bastão; III – Irregular; consequência na moagem.
Polimorfismo - Estavudina Dissolução Forma I: menos solúvel Forma II: Se converte na forma III em solução Forma III : mais solúvel em isopropanol
Polimorfismo - Estavudina I II I 80 ºC por 24h à vácuo III II I 60 ºC por 24h à vácuo III II I 50 ºC por 4 semanas Forma III 90,6mg/ml/ cm2/seg Forma II 106,8mg/ml/ cm2/seg Forma I 88,8mg/ml/ cm2/seg Condições
Polimorfismo - Estavudina Determinação de polimorfismo Microscopia eletrônica de Varredura (SEM) Difração de raios-X (XRD) Análise Térmica
Polimorfismo - naproxeno
Preformulação – Avaliação da partícula Geometria da partícula Influência direta no fluxo Partículas esferóides – melhor fluxo; Mistura X segregação Cristais X amorfos Divisão do material Processo de fabricação
Preformulação – Avaliação da partícula Lactose anidra: Agregados de cristais muito pequenos na forma de agulhas Hidrato: Cristais médios cúbicos; FastFlo ou similares: Agregados arredondados coesos de pequenos cristais
Preformulação – Avaliação da partícula Distribuição de tamanho Influencia todos os fenômenos de mistura Consequentemente a segregação Influencia ainda uniformidade do processo de enchimento Volumétrico (Sólidos orais )
Preformulação – Avaliação da partícula Distribuição de tamanho: uso de moinhos de martelo alimentação sufocada x livre
Distribuição de tamanho Peneiras classificadoras uso na rotina de trabalho Para pós grosseiros (850-425μm) Medianos (425-250μm): 100g de pó por 20min Pós finos (125-180μm): 25g de pó por 30 min
Distribuição de tamanho Microscopia + análise de imagem: método absoluto (uso de software) Correlação distribuição granulométrica e Biodisponibilidade Outras técnicas: Difração de Raios-X  Análise Térmica
Densidade real Indica a porosidade do material Noção da eficiência de mistura É o menor volume que pode ocupar uma determinada massa de pó: Tamanho dos punções Determinação com uso de picnômetro em não solvente.
Densidade aparente Dependente da técnica: Preparação do granulado Do fármaco Liofilização Cristalização,  precipitação
Tapped density e bulk densidade
Propriedades do Bulk Propriedades que necessitam de grandes quantidades de material para sua medida. Derivam-se das propriedades das partículas
Propriedades do Bulk Área superficial (volume e geometria da partícula) Influencia todos fenômenos físico-químicos correlatos Compressibilidade x compactabilidade Fluxo Higroscopia Solubilidade e dissolução Estabilidade
Compressibilidade x compactabilidade relacionam-se diretamente ao desempenho do material sob compressão compressibilidade - habilidade de um pó de diminuir no volume sob a pressão  compactabilidade - habilidade de um pó de ser comprimido gerando uma formulação com dureza e friabilidade adequada
FLUXO DA MISTURA DE PÓS   Carga elétrica Densidade Umidade absorvida Geometria e tamanho da partícula Equipamento Sotax para medida de fluxo de pós
Compressibilidade X fluxo excelente 12% Lactose Fastflo muito ruim 49% Talco aceitável 19% Lactose. H2O excelente 15% Emcompress fluxo compressibilidade material
Higroscopia Em excesso – adesão aos punções Aumenta o limite elástico; acima de 3,0% Resistência a consolidação  0,5 – 3,0% Efeito de lubrificação Incrementar processo de consolidação .
Higroscopia Fármacos problemáticos Atenolol Extratos secos vegetais Ácido ascórbico Ranitidina
Solubilidade Determinar possíveis interações entre a droga e o solvente liberação, biodisponibilidade e absorção temperatura,  pH, velocidade de dissolução, pKa H2O; NaCl 0,9%; 0,01M HCl; 0,1M HCl e 0,1M NaOH
Dissolução Determinar potenciais problemas de  biodisponibilidade de uma formulação Estrutura química Cristalinidade habito Tamanho da partícula Área superficial
Dissolução processo - um soluto sólido de razoáveis características de solubilidade  entra em solução O teste de dissolução  in vitro  deve simular a condição sink  in vivo grande volume de meio de dissolução  Soluto não atinja mais do que 10-15   - solubilidade máxima
Estabilidade Kraft >  poliéster > Alumíno  PVC  >  PVDC > ACLAR > Alu-Alu PET > PE > Vidro -  estratégia de mercado Estudo de casos – sólidos orais: Ranitidina (HCl).................................33,5 Kg Celulose microcristalina......................14,0 Kg Lactose...............................................10,0 Kg PVP K30.............................................2,0 Kg Aerosil.................................................0,4 Kg Estearato de magnésio.......................0,3 Kg Explosol..............................................2,0Kg Secagem em leito 40 o  C – granular com isopropanol ou etanol Comprimidos de 150 mg –20 000 comp. Revestir com metocel 1,20 Kg e PEG 6000 0,04 Kg em isopropanol  Alternativas ?  amarela; degrada e  amolece.
Estabilidade Metil dopa: granular com etanol/agua 70:30 e manitol na fase interna. Adicionar metabissulfito e EDTA .2Na (0,5% cada) na água do líquido de Granulação PVP K25 3,0%. Ou 2,5% (com com a metiformina) Cuidados adicionais com a dissolução. Íntima dependência com a matéria-prima. Uso de silicatos e tensoativos. Orfenadrina;cafeina; dipirona – prémix 5,0% ou mistura em leito; Os dois primeiros formam mistura eutética; granular em separado. Cafeina e paracetamol; granular em separado. Sulfato Ferroso; Vitamina C ; Efervescentes de AAS ; escurece e amolece. Quelato - magnésio do material de embalagem. Tipo de polieteileno e alumínio. Papel no filme de alumínio

Introducción a la Preformulacion

  • 1.
  • 2.
    Definição Estudo daspropriedades físico-químicas dos mais diversos fármacos novos ou utilizados na terapia Influência na resposta: Físico-mecânica Dissolução Biodisponibilidade Consequentemente – Eficácia de uma formulação
  • 3.
    Estudo multidisciplinar Váriosníveis Molécula Partícula Bulk (* maior ênfase – rotina das indústrias)
  • 4.
    Estudos preliminares -molécula Lipofilicidade Log de P Pró-fármacos Base para avaliação da permeabilidade (I, II, III e IV FDA)
  • 5.
    Base para avaliaçãoda permeabilidade (I, II, III e IV FDA) I – alta solubilidade e alta permeabilidade II – Baixa solubilidade e alta permeabilidade III - alta solubilidade e baixa permeabilidade IV -Baixa solubilidade e baixa permeabilidade
  • 6.
    Estudos preliminares -molécula Lipofilicidade Eritromicina Propil estolato sal de ác. Láurico 4 x mais absorvida, não solúvel em água , não hidrolisada
  • 7.
    Estudos preliminares -molécula Log P = Coef de partição (realizado em octanol/água Claritomicina X Eritromicina sulfato pH acima de 6.8 Claritromicina - Log P – 5x maior Estabilidade em meio ácido 10 x maior “in vivo” Balanço estabilidade/ lipofilicidade, decorrente da sua ionização, garante maior absorção
  • 8.
    Estudos preliminares -molécula Ionização: Influência a lipofilicidade, solubilidade e até mesmo aspectos formulativos Eritromicina + peróxido de Benzoíla formulada com carbopol. Precipitação e aglomeração com carbopol Incompatibilidade de cargas. Recomenda-se uso de quitosano
  • 9.
    Estudos preliminares -molécula Dissolução X Lipofilicidade Solubilidade intrínseca Ionização do Fármacos Solubilização micelar Formação de sais Inclusos e complexos
  • 10.
    Solubilidade boa solubilidadeem meio aquoso Solubilidade intrínseca auxiliar na escolha de um meio discriminador teste de dissolução de suas formulações derivadas substância - solubilidade menor ou igual a 1.0 mg/mL na escala de pH de 1 a 7 problema potencial de biodisponibilidade
  • 11.
    Aparato para oteste de avaliação de solubilidade intrínseca
  • 12.
    Dissolução X LipofilicidadeVantagens Produtos mais puros Solúveis (em geral) Biodisponibilidade e seu controle Desvantagens Cristalinidade Hidratação Estabilidade
  • 13.
    Objetivos de boaformulação farmacêutica Robustez Estabilidade Produtividade Dissolução Biodisponibilidade
  • 14.
    Parâmetros a seremavaliados Garantir uma robustez e validação Caracterização da matéria-prima Cristalinidade e polimorfismo Higroscopia Densidade real/aparente Fluxo e características dos pós (geometria/diâmetro) Solubilidade e dissolução Estabilidade
  • 15.
    Preformulação – Avaliaçãoda partícula Cristalino X Amorfo Cristais – menor solubilidade Maior estabilidade Geometria e granulometria mais uniforme Boa compactabilidade; Densidade real maior Maior tapped e bulk density Sofrem transições polimórficas (excipientes)
  • 16.
    Cristalino X AmorfoRESTRIÇÕES: Polimorfismos e formação de clatratos ou solvatos; Solvatos - solventes estequiométricos Clatratos- aleatório-não reprodutível Maior número de moléculas de solvente menor solubilidade Interconversão durante o processamento
  • 17.
    Cristalinidade e polimorfismoDefinição Propriedades de substâncias orgânicas cristalizarem com diferentes formas Energia de rede cristalina - determina diferentes estabilidades do cristal Consequência - Diferentes solubilidades, higroscopia e estabilidade. A estruturas fundamental do cristal determinar diferentes habitos .
  • 18.
    Preformulação – Avaliaçãoda partícula Polimorfismo Monotropos – uma forma cristalina Enantiotropos – mais de uma forma cristalina
  • 19.
    Preformulação – Avaliaçãoda partícula Relação direta com o processo de fabricação Fusão do polímorfo metaestável/precipitação na forma mais estável Secagem – Dissolução parcial do metastável e precipitação (Relativo a umidade – no processo de granulação e revestimento) Polimorfo metaestável – (armazenagem a seco, baixa temperaturas e em cristais grosseiros)
  • 20.
    Polimorfismo - Estavudina3 polimorfos I, II e III – diferentes PF. 171.6, 168.9 e 141.9 o C; Polimorfo III hidratado (3:1 de água). I – cristais em forma de bastão; II – agulhas curtas ou bastão; III – Irregular; consequência na moagem.
  • 21.
    Polimorfismo - EstavudinaDissolução Forma I: menos solúvel Forma II: Se converte na forma III em solução Forma III : mais solúvel em isopropanol
  • 22.
    Polimorfismo - EstavudinaI II I 80 ºC por 24h à vácuo III II I 60 ºC por 24h à vácuo III II I 50 ºC por 4 semanas Forma III 90,6mg/ml/ cm2/seg Forma II 106,8mg/ml/ cm2/seg Forma I 88,8mg/ml/ cm2/seg Condições
  • 23.
    Polimorfismo - EstavudinaDeterminação de polimorfismo Microscopia eletrônica de Varredura (SEM) Difração de raios-X (XRD) Análise Térmica
  • 24.
  • 25.
    Preformulação – Avaliaçãoda partícula Geometria da partícula Influência direta no fluxo Partículas esferóides – melhor fluxo; Mistura X segregação Cristais X amorfos Divisão do material Processo de fabricação
  • 26.
    Preformulação – Avaliaçãoda partícula Lactose anidra: Agregados de cristais muito pequenos na forma de agulhas Hidrato: Cristais médios cúbicos; FastFlo ou similares: Agregados arredondados coesos de pequenos cristais
  • 27.
    Preformulação – Avaliaçãoda partícula Distribuição de tamanho Influencia todos os fenômenos de mistura Consequentemente a segregação Influencia ainda uniformidade do processo de enchimento Volumétrico (Sólidos orais )
  • 28.
    Preformulação – Avaliaçãoda partícula Distribuição de tamanho: uso de moinhos de martelo alimentação sufocada x livre
  • 29.
    Distribuição de tamanhoPeneiras classificadoras uso na rotina de trabalho Para pós grosseiros (850-425μm) Medianos (425-250μm): 100g de pó por 20min Pós finos (125-180μm): 25g de pó por 30 min
  • 30.
    Distribuição de tamanhoMicroscopia + análise de imagem: método absoluto (uso de software) Correlação distribuição granulométrica e Biodisponibilidade Outras técnicas: Difração de Raios-X Análise Térmica
  • 31.
    Densidade real Indicaa porosidade do material Noção da eficiência de mistura É o menor volume que pode ocupar uma determinada massa de pó: Tamanho dos punções Determinação com uso de picnômetro em não solvente.
  • 32.
    Densidade aparente Dependenteda técnica: Preparação do granulado Do fármaco Liofilização Cristalização, precipitação
  • 33.
    Tapped density ebulk densidade
  • 34.
    Propriedades do BulkPropriedades que necessitam de grandes quantidades de material para sua medida. Derivam-se das propriedades das partículas
  • 35.
    Propriedades do BulkÁrea superficial (volume e geometria da partícula) Influencia todos fenômenos físico-químicos correlatos Compressibilidade x compactabilidade Fluxo Higroscopia Solubilidade e dissolução Estabilidade
  • 36.
    Compressibilidade x compactabilidaderelacionam-se diretamente ao desempenho do material sob compressão compressibilidade - habilidade de um pó de diminuir no volume sob a pressão compactabilidade - habilidade de um pó de ser comprimido gerando uma formulação com dureza e friabilidade adequada
  • 37.
    FLUXO DA MISTURADE PÓS Carga elétrica Densidade Umidade absorvida Geometria e tamanho da partícula Equipamento Sotax para medida de fluxo de pós
  • 38.
    Compressibilidade X fluxoexcelente 12% Lactose Fastflo muito ruim 49% Talco aceitável 19% Lactose. H2O excelente 15% Emcompress fluxo compressibilidade material
  • 39.
    Higroscopia Em excesso– adesão aos punções Aumenta o limite elástico; acima de 3,0% Resistência a consolidação 0,5 – 3,0% Efeito de lubrificação Incrementar processo de consolidação .
  • 40.
    Higroscopia Fármacos problemáticosAtenolol Extratos secos vegetais Ácido ascórbico Ranitidina
  • 41.
    Solubilidade Determinar possíveisinterações entre a droga e o solvente liberação, biodisponibilidade e absorção temperatura, pH, velocidade de dissolução, pKa H2O; NaCl 0,9%; 0,01M HCl; 0,1M HCl e 0,1M NaOH
  • 42.
    Dissolução Determinar potenciaisproblemas de biodisponibilidade de uma formulação Estrutura química Cristalinidade habito Tamanho da partícula Área superficial
  • 43.
    Dissolução processo -um soluto sólido de razoáveis características de solubilidade entra em solução O teste de dissolução in vitro deve simular a condição sink in vivo grande volume de meio de dissolução Soluto não atinja mais do que 10-15  - solubilidade máxima
  • 44.
    Estabilidade Kraft > poliéster > Alumíno PVC > PVDC > ACLAR > Alu-Alu PET > PE > Vidro - estratégia de mercado Estudo de casos – sólidos orais: Ranitidina (HCl).................................33,5 Kg Celulose microcristalina......................14,0 Kg Lactose...............................................10,0 Kg PVP K30.............................................2,0 Kg Aerosil.................................................0,4 Kg Estearato de magnésio.......................0,3 Kg Explosol..............................................2,0Kg Secagem em leito 40 o C – granular com isopropanol ou etanol Comprimidos de 150 mg –20 000 comp. Revestir com metocel 1,20 Kg e PEG 6000 0,04 Kg em isopropanol Alternativas ? amarela; degrada e amolece.
  • 45.
    Estabilidade Metil dopa:granular com etanol/agua 70:30 e manitol na fase interna. Adicionar metabissulfito e EDTA .2Na (0,5% cada) na água do líquido de Granulação PVP K25 3,0%. Ou 2,5% (com com a metiformina) Cuidados adicionais com a dissolução. Íntima dependência com a matéria-prima. Uso de silicatos e tensoativos. Orfenadrina;cafeina; dipirona – prémix 5,0% ou mistura em leito; Os dois primeiros formam mistura eutética; granular em separado. Cafeina e paracetamol; granular em separado. Sulfato Ferroso; Vitamina C ; Efervescentes de AAS ; escurece e amolece. Quelato - magnésio do material de embalagem. Tipo de polieteileno e alumínio. Papel no filme de alumínio