O documento discute como o marketing político e eleitoral usam instrumentos de comunicação política, como publicidade, propaganda, relações públicas e jornalismo, para formar a opinião pública de maneira persuasiva. O autor argumenta que essas estratégias poderiam ser usadas de forma mais efetiva no Brasil se envolvessem mais informações sobre partidos, propostas e governos, em vez de se concentrarem apenas em propaganda personalizada durante as eleições.