O documento apresenta uma representação contra ministros do Supremo Tribunal Federal pedindo o impeachment por crime de responsabilidade. Alega que os ministros dividiram a jurisdição no julgamento do caso "mensalão" ao decidirem remeter o réu Carlos Alberto Quaglia para a justiça comum, alterando decisão anterior, o que configuraria crime de responsabilidade. Também argumenta que a decisão teve motivação política para condenar outros réus e interferir na eleição de 2012.