TH2-Catarina Varão
GESTÃO DE
CLIENTES & MARKETING PESSOAL
FORMAÇÃO EQUIPA MANEZINHO
Olá !
Catarina Varão
Hotel Curator: charm hotel seeker for
profession, hospitality consultant for living
Açoriana de Gema
Mãe da Ema
PTO da TH2
Professora, apaixonada por
Hospitalidade
Agenda
1. Cozinha Criativa, 10 h
2. Marketing Pessoal e Gestão de Clientes, 3 h
3. Comunicação em F&B, 3 h
4. Food Cost, 3 h
5. Novas Tendências em F&B, 3 h
Catarina Varão, TH2
Atendimento de Excelência
Per
fi
l do Consumidor
Agenda da Sessão 1
• Introdução ao Curso
• Conteúdo
O que pretendemos
Objectivos Gerais
•Estrutura e agenda da acção de formação
•Enquadramento do tema Atendimento e Relação com o Cliente
no universo da atitude individual, com Marketing Pessoal
•A importância de acompanhar Novas Tendências no F&B e a sua
Comunicação
O que vamos conseguir
Objectivos especí
fi
cos
•Aspectos essenciais do Atendimento de Excelência: customer
service & experience
•Marketing Pessoal e Cultura de Empresa
•Práticas de Food Cost
!
ser capaz de desempenhar qualquer tarefa:
fl
exibilidade, humildade, capacidade teatral,
pro
fi
ssionalismo, gosto pelo servir
!
“o teu escritório são os teus sapatos”
Qualidade
• coerência= segurança = con
fi
ança = aquisição = rentabilidade
• qualidade percebida = rentabilidade
Rentabilidade
consumidor
1.60’s: “Posso ter um, por favor?”
2.70’s: “Você tem direito a ter um para si!!”
3.80’s: “Quero! Mas se não gostar, devolvo...”
4.90’s: “Quero, mas quem escolhe as opções sou Eu”
5.XXI: “Quero um, à minha medida, personalizado, AQUI,AGORA,
JÁ! E SÓ DIGO UMAVEZ!!”
já me falharam tantas
vezes as palavras
1. Quer também Comprar Isto? Obrigada
por Comprar! Conseguimos Ajudar em
Tudo o que Precisava?
2. Dar a Conhecer Primeiro. Detalhes:
lembrar aniversário esposa. Vamos
Procurar para Si e já voltamos ao
Contacto. Como Correu o Seu Dia?
Customer Service vs
Customer Experience
Que negócios usamos com
regularidade?
• Fast
• Cheap
• Quality
• Luxury
(status)
• User Friendly
• Customer
Service
• classe executiva/ turística
• és mais feliz agora?
• quanto mais sabemos, mais infelizes somos...
• clientes mais sabem, mais exigem
_a ignorância produz felicidade
• Custos & Dados na
Restauração:
• Bife da vazia; 9€/kg; 180gr
em prato, custo do bife 3€,
prato de 22 cm de diametro
pode ser vendido a 10€, 20€,
35€---> guarnição?
ambiente? serviço?
qualidade confecção?
tantas vezes fui mal
atendida
Praticar da Pior Forma
1
2
3
Uso de frases-tipo, mecanização no
atendimento
Reagir, gerir con
fl
itos.
Desmotivação de pessoal ou não-
orientação à satisfação
Conceitos inseparáveis da
Qualidade
!
Con
fi
ança
!
Franqueza
!
Amadurecimento pro
fi
ssional e
pessoal
!
Compromisso
!
Responsabilidade
“Qualidade signi
fi
ca ir ao encontro das
expectativas do cliente de modo a
satisfazer as suas necessidades”
também já fui
surpreendentemente
bem atendida
1. Parár de falar. Predispor-se a
ouvir
2. Manter o contacto visual com
o interlocutor
3. Activar sentimentos de
aproximação
4. Dar feedback gestual e mímico
5. Não expressar, inicialmente,
acordo ou desacordo
6. Respeitar os silêncios do
interlocutor
7. Empatizar- sentir o
enquadramento da mensagem
no universo pessoal e
subjectivo do outro
8. Fazer perguntas e/ou
reformulações
9. Responder ou argumentar.
Neste momento, é a sua vez
de ser ouvido
_escuta activa
•Visuais
•Auditivos
•Sensitivos
_per
fi
l
•Coisa mais poderosa que se pode
duplicar: respiração
•Levar uma pessoa a outro estado:
repeti-la, apanhá-la, lentamente puxá-
la, mantendo a congruência,
in
fl
uenciamo-la sim, mas há instinto de
protecção
•Acompanhamento na imitação?
•O que podemos duplicar?
•postura
•tom de voz/velocidade
•termos utilizados (não corrigir)
•gestos especí
fi
cos
•respiração
•credibilidade e congruência!
_técnica do espelho
duplicar, replicar...
Escuta activa Formular perguntas Rea
fi
rmar
Prestar atenção à mensagem
veiculada por alguém, ao mesmo
tempo aos sentimentos, emoções. As
expressões faciais e atitude corporal
devem demonstrar entendimento e
interesse.
Obter informações do interlocutor e
chegar às suas intenções profundas.
Devem evitar-se perguntas enganosas
e negativas.
Resultado da escuta activa, com
repetição dos pontos essenciais das
palavras do interlocutor. Deverá ser
fi
el, concisa, inteligente, simples e
positiva.
_instrumentos básicos da
comunicação
_3 C’s da comunicação
Clareza Concisão Cortesia
Apresentar de início o tema da
mensagem
Palavras simples
Diversi
fi
car vocabulário (evitar
repetições)
Ilustrações frequentes (comparações,
exemplos)
Síntese
Número justo de palavras
Brevidade elimina o aborrecimento e
reduz margem de incompreensão
Sintetizar
Eliminar frases vagas e redundantes
Comportamento indispensável na vida
social
Delicadeza na exposição de ideias
Evitar ferir susceptibilidades
Voz modulada e harmoniosa
Respiração exercitada
Aquilo que eu escuto, eu esqueço
Aquilo que eu vejo, eu lembro
Aquilo que eu faço,
eu aprendo
CONFÚCIO
!
Valores e Ética
!
Work Environment/Ambiente de Trabalho
!
Fama da Empresa
!
Comunicação
Cultura de Empresa
!
Errar, tentar, aprender, com humildade
!
Somos um trabalho inacabado e divertir-
nos na aprendizagem
!
Atitude determina tudo
Pro
fi
ssionalismo
Espaço para ser incompetente
Desigualdade e
Discriminação: bloqueadores
de aprendizagem
Gestão
de Clientes, de Pessoas
!
Terra de gente séria, tacanha, muitas vezes
sem visão nem ambição
!
Falta de acontecimento
!
Brincar não é ser Amador
!
Patrões porreiros, mas quem somos a
fi
nal?
Enquadramento
Insularidade
Catarina Varão, TH2
Marketing Pessoal
Os Recursos Humanos: Acolhimento & Optimismo
5 sentidos no
Marketing Sensorial
• Olfacto
• Tacto
• Paladar
• Audição
• Visão
-Nos primeiros 90 segundos deverá haver logo
contacto visual: sorrir e olhar nos olhos
-sorriso: acto condicionado por memória
condicionada
-olhar para baixo pode ser sinal de mentira. Um
sorriso verdadeiro mexe com a parte superior
do rosto e com 3 da parte inferior
-forma menos dispendiosa e fácil de
estabelecer uma relação com os outros é olhar
nos olhos e sorrir
-sorriso assinala disponibilidade, felicidade e
confiança
técnicas
sorrir, olhar nos olhos
-A sensação de chegada deverá conter uma invasão
de familiaridade, como se estivesse a tocar uma
música conhecida. Deverá ser acolhedora, sincera e
confortável considerando que o cliente teve que
percorrer muitos quilómetros para ali chegar
-O cenário deverá ser de “chegada ao destino”, sem
mais peripécias e o início de um novo estado de
espírito: “
fl
ow”, de calma e usufruto de cada
momento.
Chegada
1º contacto
Cumprimento e Saudação à chegada
apropriados
“Bem-vindo! Como correu a sua
viagem?”
“Olá! Que bom recebê-lo no nosso
restaurante outra vez!”
Cumprimento e Saudação à chegada
inapropriados
“O seu pedido?”
“Faça favor!”
“Tenha a bondade”
saudações & dizeres
Cumprimento e Saudação à partida apropriados
“Muito obrigado por nos ter visitado! Foi bom
tê-lo por cá!”
“Esperamos vê-lo em breve. Bom regresso”
Cumprimento e Saudação à partida
inapropriados
“Adeus.”
saudações & dizeres
-A linguagem utilizada pelos colaboradores da unidade de alojamento deverá
ser de ajuda e colaboração. Uma postura positiva e compreensiva, mas
simultaneamente concisa e precisa. Convencional e convidativa, mas não
informal nem intrometida.
_tom de voz
“Este é o Gin que mais se vende.
Desfrute!”
“Esta mesa é a melhor do nosso
espaço e reservamo-la especialmente
para si.”
técnicas
product empowerment
!
Postura Corporal
Cultura de Empresa
Liderança
RECEPTIVIDADE
LINGUAGEM CORPORAL
• sorriso caloroso
• braços descruzados
• pernas descruzadas
• inclinado para a frente
• corpo relaxado
• contacto directo dos olhos
(pupilas dilatadas)
• palmas das mãos abertas
• mão no peito (árabes)
DEFENSIVA
LINGUAGEM CORPORAL
• pouco contacto com olhos
• cantos dos lábios para baixo
• corpo rígido
• mãos cerradas
• palma das mãos por detrás do pescoço
• sobrancelha cerrada
• lábios cerrados
• cabeça abaixada
• aperto de mão fraco
• coçar lóbulos orelhas, pescoço ou
cabeça
DOMINANTE
LINGUAGEM CORPORAL
• pés na mesa
• elevação física sobre outra
pessoa
• aperto de mão
excessivamente forte
• voz estridente, alta
• recostar-se na cadeira com
ambas as mãos apoiando a
cabeça
• falso-desencontraído, poder
AGRESSIVIDADE
LINGUAGEM CORPORAL
• sobrancelha vincada
• longos silêncios
• ausência de expressão facial
de concordância
• olhar vago ou contacto visual
sustentado com pupilas
contraídas (o “encarar”)
• movimentar-se para o
território da outra pessoa
• dedo indicador apontado
ABORRECIMENTO OU INDIFERENÇA
LINGUAGEM CORPORAL
• olhar
fi
xo inexpressivo
(confundível com agressivo)
• não piscar os olhos
• rabiscos
• inexpressão facial
• olha desconcentrado,
preocupado com telemóvel,
o que se passa lá fora, etc
• desligado, desinteressado
FRUSTRAÇÃO
LINGUAGEM CORPORAL
• correr dedos pelos
cabelos
• chutar o chão com
objectos imaginários
• suspiros curtos
• torcer as mãos
• andar, deambular
BOA-VONTADE
LINGUAGEM CORPORAL
• mãos no meio das pernas/
nos joelhos
• expressão facial viva
• proximidade
• sentar à beira da cadeira
• acenar em concordância
• queixo para trás ou frente,
seguindo a conversa
(normalmente de lado)
NERVOSISMO, INCERTEZA
LINGUAGEM CORPORAL
• aperto de mão froco
• pigarrear constante
• mão cobre a boca enquanto fala
• risada nervosa
• olhar de esguelha
• suspirar (forma de retoma de ar)
• agitação
• roer as unhas ou morder/puxar
cutículas
• morder o lábio
Equipas Felizes &
Motivação
Catarina Varão, TH2
Marketing Pessoal
O Patinho Feio era na realidade um Cisne
Tolerância como cultura da empresa
-Paciência e Tolerância pois
aprender é errar
-Aguentar a própria
Incompetência, sem tabus nem
egos feridos, como Adultos
-Queremos aprender mas nem
sempre estamos dispostos a que
nos Ensinem
-Incompetente ou Inadaptado?
-Atitude de Humildade
-Saber procurar Conselhos (da
equipa, do patrão, de terceiros,
de pro
fi
ssionais, etc)
-Há muitos que ignoram que
não sabem e outros que
pensam que sabem, não
sabendo
Competente
para sermos competentes, temos que
saber com que é que estamos a Competir
-Concorrentes, estamos a
competir com eles?
-O nosso principal desa
fi
o é
combater a fácil tentação do
“dizer mal”, do queixume… do
tempo, da estação, da ilha
-Encorajar o Orgulho
-Gestão de Clientes de acordo
com o per
fi
l e estado de espírito
deles, do seu contexto
-Música
-Cozinha
-Comunicação
1. Levar a sério a nossa
carreira
2. Liderar a acção
3. Excelência nas áreas chave
das vendas
4. Identi
fi
car factores limitativos
para o sucesso das vendas
5. Trabalhar todo o tempo que
trabalhamos
_atendimento
NERVOSISMO
• escola(1ª humilhação pública)
• crianças (limites)
• TV, Rádio (ausência de silêncio- obrigação)
• físico
• psicológico
the man who tried his best and failed is
superior to the man who never tried
Bud Wilkinson
POSITIVARMO-NOS,
SERMOS BONS
• Competir, ser bom
• Bem-estar? Lidar com dor!
• Virtuosidade organizacional: bem-estar colectivo
• Pessoas optimistas têm sistema imunitário mais
forte
POSITIVARMO-NOS,
SERMOS BONS
• Boost na produtividade com iniciativas de positividade
• Ode ao trabalho
• Pancadas positivas: em que sou bom, em que preciso
melhorar.
• Mudar de ritmo se necessário e ter
fl
exibilidade de
pensamento. Imprevistos surgem
• Life Ability: 40% actividades intencionais; 10%
circunstâncias; 50% valor de referência
PROMOVER O BEM-ESTAR
• pertencer a um clube/
associação
• formação e aprendizagens
novas
• viajar, sair da caixa, olhar atento
• voluntariado
• vida saudável e exercício físico
• ajudar e ser útil aos amigos,
outros
• autorizar-se a ter tempo para
nós
• saber apreciar os detalhes da
vida
• abrandar, desacelerar, parár
para apreciar, contemplar,
sentir
• ter um plano/foco
PROMOVER O BEM-ESTAR
• a procura de
problemas faz com
que só problemas se
encontrem
_sucesso nas
vendas
1.Dar-nos com as
pessoas certas
2.Saúde Física
1.Visualização Positiva
2.Mega Credibilidade
_sucesso nas
vendas
• a vida pessoal de cada um: que
fi
lmes, que séries, que
comidas, que hobbies, que livros e músicas, que motivação
• que medos e preocupações
• que ambições
• que sentido de dever e responsabilidade
Super exigente
(eu? e tu)
perguntas?
obrigada :)
_catarina varão
_catarina.varao@th2.com.pt
TH2-Catarina Varão
COMUNICAÇÃO EM
F&B: ONLINE & REDES SOCIAIS
FORMAÇÃO EQUIPA MANEZINHO
Comunicação em
Food & Beverage
Catarina Varão, TH2
Redes Sociais, Apresentação
1. fonte de signi
fi
cado
2. cariz utilitário, simbólico
3. experiência é marca
4. experiência demarca sentimentos e
sensações individuais
experimentadas
5. consumo como construtor de
identidade ideal ou real
Marca
1. logotipo
2.website
3.onde estou referido?
4.como estou referido?
5.como me vendo?
6.tempo de resposta de contacto
_o que pareço?
_que expectativas
deixo?
•
fi
delização, publicidade, rp,
promoções e lembrança da
existência da marca
• posicionamento e canais de
distribuição
• qualidade percebida = rentabilidade
• coerência= segurança = con
fi
ança
= aquisição = rentabilidade
• ex: franshise, co-branding
(alianças), cadeias, clubes de
qualidade (associação)
Rentabilidade
- somos multi-canal
- multi-tarefa
- personalização ao extremo
- tempo deixar de ser uma realidade
colectiva, mas sim individual (o meu
tempo!)
- o que vem depois do zapping? isto!
selectividade extrema da informação,
num mar sem
fi
m (cookies, RGPD, login
com contas de redes sociais, carrinhos
de compra abandonados, etc)
Fim da massi
fi
cação
ADPROSUMER
advertiser + producer + consumer
_purchase funnel (funil de compra)
Conteúdo de
Interesse- só
este ganha
direito a ser
visto e vendido.
Como um click,
um problem-
solver ou um
quebra-gelo nas
conversas. É o
único caminho
para conseguir
visibilidade nos
motores de
busca.
1. PLANEAMENTO
2. ALCANCE
altura em que cliente está
a explorar terreno
3. ACÇÃO
altura em que o cliente
está em fase de decisão
4. CONVERSÃO
altura em que o cliente
efectiva a compra
5. COMPROMISSO
altura em que o cliente
opina, repete e/ou
recomenda
Avaliação de Resultados
através de:
- fãs, seguidores
- visitas
- inbound links
- tempo no site
- share/comments/likes
- liderança acção
- pedidos
- revenue
- referências/opinião
- repetição consumo
Email Marketing
O conteúdo online
deve conter pedaços
de conteúdo
comestível, apetitoso,
“snackable”
criar conteúdo
1
2
3
personalizar, incluindo o nome (grupos) e
cumprimento amistoso, sincero
partilhar história e ganhar empatia. Algo com
que eles se identi
fi
quem e revejam
dar-lhes algo de valor, útil, importante pré-
preparado, give-away, documento, lista…
- Era do ver e ser
visto
- Era da
reportagem
- Partilha de
conhecimento, vida
pessoal, esperando
reconhecimento
- Tudo passa muito
rápido
- É um desa
fi
o
conseguir
acompanhar as
novas tendências
criar conteúdo
- Atmosferas online
- Experiências virtuais
- Histórias memoráveis
- Imagem é imagem. Não precisa ser
traduzido
- Os melhores websites não se
limitam a publicar bons vídeos e
fotos. Eles combinam essas imagens
e vídeos com informações bem
descritas, e interessantes, criando
histórias
- As histórias são melhor lembradas
e partilhadas, permitindo à audiência
experienciar o que quer que seja que
se esteja a vender
Visual Storytelling
• instagram stories
• swipe up
• business partner
• gifs animados
• fazer perguntas
• mention
• reels
• localização
• expor produtos em imagens nos stories como nos catálogos
• stories têm maior popularidade que feed
Instagram Creative
criar conteúdo
- é importante variar o tipo de
conteúdo publicado
- testar durante um mês
- avaliar os resultados
- adoptar e melhorar os que
tiveram melhores resultados
- é obrigatório seguir os
insights mensalmente
Monitorizar
Wix Orders/Restaurant TooGood To Go
FOTOR iMotion iMovie
Phoster 53 Paper
Ferramentas
- http://www.fbrankpt.com: estuda a popularidade
- http://www.agorapulse.com: estuda a concorrência
- http://www.socialmention.com: ou mention.net: estuda as referências
DON’T
POST &
GHOST
Instagram
Puramente mobile (developer tools), contrariamente
às outras redes que têm opção desktop e mobile (tal
como o foursquare)
Home page apresenta os
posts de quem seguimos
Fotografamos ou
subimos imagem e
“instagramamos”
No momento da
publicação, podemos
fazê-lo em simultâneo
com twitter, fbook, flickr
Só há comentários e
follow, há shares (msg ou
repost com app)
Com a ausência de
shares, os hashtags- um
mundo novo muito além
dos keywords, da
segmentação e
posicionamento
Badges: possibilidade de
integração da actividade
do Instagram em sites,
blogs, etc
Agendamento viaTake-
Off ou Latergrame ou
Plann
Highlights
Tipos de conta (verified)
Glossário:
@ referência a alguém
# categorização ou denominação
Geração dos 40 segundos e 140
caracteres
vídeos, vídeos
Video & verticalidade, catalisador
da performance
Fraco Justo Bom Muito Bom Excepcional
Fraco
Justo
Bom
Muito Bom
Video
Live
Foto
horizontal
Multi-fotos
Video horizontal
Video
quadrado
Foto
vertical
Video
vertical
Foto
quadrada
Mix Foto
e Video
Plano Acção/Comunicação
Data Frequência Depat Segmento Mercado Acção Responsável Deadline Status Status Orçamento
Resultados
imediatos
Resultados M
e LP
Food Cost &
Operations
Iara Ferreira, TH2
Procedimentos, Custos e Considerações
Olá !
Iara Ferreira
Consultora e Formadora TH2 e hotéis
Unique Stays nas áreas de Restauração e
Cozinha
Chefe de Cozinha Cabanas da
Viscondessa
Nortenha
Formadora de Yoga para Crianças,
apaixonada por eventos e momentos
gastronómicos especiais
Circuitos de Cozinha
1
2
3
De
fi
nição de Zonas
Marcha em Frente
Fluxos
De
fi
nição de
Zonas
1.Zona de receção de
matéria prima;
2.Zona de armazenamento;
3.Zona de pré-preparação;
4.Zona de confecção;
5.Zona de lavagem;
6.Zona de distribuição;
7.Dispensa do dia;
8. Balneários;
9. Refeitório
1
Marcha em
Frente
Fluxo em que a matéria-prima deve seguir da zona suja para a
zona limpa, de maneira a que os alimentos prontos a servir não
sejam contaminados.
2
Fluxos
Existem 3 tipos de
fl
uxos:
- Fluxos de género alimentício;
- Fluxos do lixo;
- Fluxos dos funcionários.
3
Diferentes matérias-primas, possuem diferentes características
pelo que devem ter processos de armazenamento diferentes.
Armazenamento
CARNE
Devem ser
armazenados entre
-15oC a 7oC ; Deve
apresentar cor
vermelha ou rosa;
Características
organoléticas.
PESCADO
Devem ser
armazenados entre
-15oC a 4oC; Devem
olhos translúcidos;
Características
organioléticas.
Diferentes matérias-primas, possuem diferentes características pelo que devem ter processos de
armazenamento diferentes.
Armazenamento
HORTOFRUTÍCOLAS
Devem ser armazenados entre1oC a 5oC ou 10oC a 16oC; Textura
fi
rme;
Sem descoloração.
Food Cost
1
2
3
Fichas Técnicas
Ferramentas de uma Ficha Técnica
Teste do Cortador
Food Cost
Fichas Técnicas
Existem três tipos:
•Operacional;
•Gestão;
•Geral.
1
Food Cost
Ferramentas de uma Ficha Técnica
•Custo total;
Valor de Custo por Dose;
•Factor Multiplicador;
•Margem de Contribuição;
•Ratio Unitário;
•IVA;
•Preço de Venda Líquida;
•PVP;
•Factor de Conversão;
•Cálculo de Desperdícios
2
Food Cost
Teste do Cortador
Objetivo de analisar a diferença do preço do custo líquido,
entre comprar peças de carne inteiras ou divididas.
3
Noções de Higiene
Iara Ferreira, TH2
Normas HACCP
Noções de Higiene
Normas HACCP
•Fardamento;
•Higiene pessoal;
•Higienização
das mãos;
•Higienização
das instalações
e equipamentos.
Noções de Higiene
Normas HACCP
Noções de Higiene
Normas HACCP
Novas Tendências de F&B
Catarina Varão, TH2
Confecção, Apresentação e Consumo
1.momento alto da estadia
2.somos todos diferentes: há
respeito pelo convidado (regra
Xenia nº 3)?
3.natural da natureza
4.marketing sensorial (musica?
som das máquinas, vista?
demasiado sol? jornal?)
expectativa barista
1.Associado ao autêntico e ao
expectativa tábua
1.Cocktails
2.Show, Detalhe, Confeccção:
Experiência
3.Flores,Aromas: Mkg Sensorial
4.Proveniência, storytelling
expectativa bebidas
perguntas?
obrigada :)
_catarina varão
_catarina.varao@th2.com.pt
TH2-Catarina Varão
GESTÃO DE
HOTÉIS COM CARÁCTER
MINI MBA TH2
TH2- Turismo & Hotelaria, Lda
Av. Álvaro Pais, 12 D
1600-007 Lisboa | [t] (+351) 210 994 958
training@th2.com.pt | www.th2.com.pt
#atelierth2 | facebook: atelier.th2

Formação TH2

  • 1.
    TH2-Catarina Varão GESTÃO DE CLIENTES& MARKETING PESSOAL FORMAÇÃO EQUIPA MANEZINHO
  • 2.
    Olá ! Catarina Varão HotelCurator: charm hotel seeker for profession, hospitality consultant for living Açoriana de Gema Mãe da Ema PTO da TH2 Professora, apaixonada por Hospitalidade
  • 3.
    Agenda 1. Cozinha Criativa,10 h 2. Marketing Pessoal e Gestão de Clientes, 3 h 3. Comunicação em F&B, 3 h 4. Food Cost, 3 h 5. Novas Tendências em F&B, 3 h
  • 4.
    Catarina Varão, TH2 Atendimentode Excelência Per fi l do Consumidor
  • 5.
    Agenda da Sessão1 • Introdução ao Curso • Conteúdo
  • 6.
    O que pretendemos ObjectivosGerais •Estrutura e agenda da acção de formação •Enquadramento do tema Atendimento e Relação com o Cliente no universo da atitude individual, com Marketing Pessoal •A importância de acompanhar Novas Tendências no F&B e a sua Comunicação
  • 7.
    O que vamosconseguir Objectivos especí fi cos •Aspectos essenciais do Atendimento de Excelência: customer service & experience •Marketing Pessoal e Cultura de Empresa •Práticas de Food Cost
  • 8.
    ! ser capaz dedesempenhar qualquer tarefa: fl exibilidade, humildade, capacidade teatral, pro fi ssionalismo, gosto pelo servir ! “o teu escritório são os teus sapatos” Qualidade
  • 9.
    • coerência= segurança= con fi ança = aquisição = rentabilidade • qualidade percebida = rentabilidade Rentabilidade
  • 10.
    consumidor 1.60’s: “Posso terum, por favor?” 2.70’s: “Você tem direito a ter um para si!!” 3.80’s: “Quero! Mas se não gostar, devolvo...” 4.90’s: “Quero, mas quem escolhe as opções sou Eu” 5.XXI: “Quero um, à minha medida, personalizado, AQUI,AGORA, JÁ! E SÓ DIGO UMAVEZ!!”
  • 11.
    já me falharamtantas vezes as palavras
  • 12.
    1. Quer tambémComprar Isto? Obrigada por Comprar! Conseguimos Ajudar em Tudo o que Precisava? 2. Dar a Conhecer Primeiro. Detalhes: lembrar aniversário esposa. Vamos Procurar para Si e já voltamos ao Contacto. Como Correu o Seu Dia? Customer Service vs Customer Experience
  • 13.
    Que negócios usamoscom regularidade? • Fast • Cheap • Quality • Luxury (status) • User Friendly • Customer Service
  • 14.
    • classe executiva/turística • és mais feliz agora? • quanto mais sabemos, mais infelizes somos... • clientes mais sabem, mais exigem _a ignorância produz felicidade
  • 15.
    • Custos &Dados na Restauração: • Bife da vazia; 9€/kg; 180gr em prato, custo do bife 3€, prato de 22 cm de diametro pode ser vendido a 10€, 20€, 35€---> guarnição? ambiente? serviço? qualidade confecção?
  • 16.
    tantas vezes fuimal atendida
  • 17.
    Praticar da PiorForma 1 2 3 Uso de frases-tipo, mecanização no atendimento Reagir, gerir con fl itos. Desmotivação de pessoal ou não- orientação à satisfação
  • 18.
    Conceitos inseparáveis da Qualidade ! Con fi ança ! Franqueza ! Amadurecimentopro fi ssional e pessoal ! Compromisso ! Responsabilidade “Qualidade signi fi ca ir ao encontro das expectativas do cliente de modo a satisfazer as suas necessidades”
  • 19.
  • 20.
    1. Parár defalar. Predispor-se a ouvir 2. Manter o contacto visual com o interlocutor 3. Activar sentimentos de aproximação 4. Dar feedback gestual e mímico 5. Não expressar, inicialmente, acordo ou desacordo 6. Respeitar os silêncios do interlocutor 7. Empatizar- sentir o enquadramento da mensagem no universo pessoal e subjectivo do outro 8. Fazer perguntas e/ou reformulações 9. Responder ou argumentar. Neste momento, é a sua vez de ser ouvido _escuta activa
  • 21.
  • 22.
    •Coisa mais poderosaque se pode duplicar: respiração •Levar uma pessoa a outro estado: repeti-la, apanhá-la, lentamente puxá- la, mantendo a congruência, in fl uenciamo-la sim, mas há instinto de protecção •Acompanhamento na imitação? •O que podemos duplicar? •postura •tom de voz/velocidade •termos utilizados (não corrigir) •gestos especí fi cos •respiração •credibilidade e congruência! _técnica do espelho duplicar, replicar...
  • 23.
    Escuta activa Formularperguntas Rea fi rmar Prestar atenção à mensagem veiculada por alguém, ao mesmo tempo aos sentimentos, emoções. As expressões faciais e atitude corporal devem demonstrar entendimento e interesse. Obter informações do interlocutor e chegar às suas intenções profundas. Devem evitar-se perguntas enganosas e negativas. Resultado da escuta activa, com repetição dos pontos essenciais das palavras do interlocutor. Deverá ser fi el, concisa, inteligente, simples e positiva. _instrumentos básicos da comunicação
  • 24.
    _3 C’s dacomunicação Clareza Concisão Cortesia Apresentar de início o tema da mensagem Palavras simples Diversi fi car vocabulário (evitar repetições) Ilustrações frequentes (comparações, exemplos) Síntese Número justo de palavras Brevidade elimina o aborrecimento e reduz margem de incompreensão Sintetizar Eliminar frases vagas e redundantes Comportamento indispensável na vida social Delicadeza na exposição de ideias Evitar ferir susceptibilidades Voz modulada e harmoniosa Respiração exercitada
  • 25.
    Aquilo que euescuto, eu esqueço Aquilo que eu vejo, eu lembro Aquilo que eu faço, eu aprendo CONFÚCIO
  • 26.
    ! Valores e Ética ! WorkEnvironment/Ambiente de Trabalho ! Fama da Empresa ! Comunicação Cultura de Empresa
  • 27.
    ! Errar, tentar, aprender,com humildade ! Somos um trabalho inacabado e divertir- nos na aprendizagem ! Atitude determina tudo Pro fi ssionalismo Espaço para ser incompetente
  • 28.
    Desigualdade e Discriminação: bloqueadores deaprendizagem Gestão de Clientes, de Pessoas
  • 29.
    ! Terra de genteséria, tacanha, muitas vezes sem visão nem ambição ! Falta de acontecimento ! Brincar não é ser Amador ! Patrões porreiros, mas quem somos a fi nal? Enquadramento Insularidade
  • 30.
    Catarina Varão, TH2 MarketingPessoal Os Recursos Humanos: Acolhimento & Optimismo
  • 31.
    5 sentidos no MarketingSensorial • Olfacto • Tacto • Paladar • Audição • Visão
  • 32.
    -Nos primeiros 90segundos deverá haver logo contacto visual: sorrir e olhar nos olhos -sorriso: acto condicionado por memória condicionada -olhar para baixo pode ser sinal de mentira. Um sorriso verdadeiro mexe com a parte superior do rosto e com 3 da parte inferior -forma menos dispendiosa e fácil de estabelecer uma relação com os outros é olhar nos olhos e sorrir -sorriso assinala disponibilidade, felicidade e confiança técnicas sorrir, olhar nos olhos
  • 33.
    -A sensação dechegada deverá conter uma invasão de familiaridade, como se estivesse a tocar uma música conhecida. Deverá ser acolhedora, sincera e confortável considerando que o cliente teve que percorrer muitos quilómetros para ali chegar -O cenário deverá ser de “chegada ao destino”, sem mais peripécias e o início de um novo estado de espírito: “ fl ow”, de calma e usufruto de cada momento. Chegada 1º contacto
  • 34.
    Cumprimento e Saudaçãoà chegada apropriados “Bem-vindo! Como correu a sua viagem?” “Olá! Que bom recebê-lo no nosso restaurante outra vez!” Cumprimento e Saudação à chegada inapropriados “O seu pedido?” “Faça favor!” “Tenha a bondade” saudações & dizeres
  • 35.
    Cumprimento e Saudaçãoà partida apropriados “Muito obrigado por nos ter visitado! Foi bom tê-lo por cá!” “Esperamos vê-lo em breve. Bom regresso” Cumprimento e Saudação à partida inapropriados “Adeus.” saudações & dizeres
  • 36.
    -A linguagem utilizadapelos colaboradores da unidade de alojamento deverá ser de ajuda e colaboração. Uma postura positiva e compreensiva, mas simultaneamente concisa e precisa. Convencional e convidativa, mas não informal nem intrometida. _tom de voz
  • 37.
    “Este é oGin que mais se vende. Desfrute!” “Esta mesa é a melhor do nosso espaço e reservamo-la especialmente para si.” técnicas product empowerment
  • 38.
  • 39.
    RECEPTIVIDADE LINGUAGEM CORPORAL • sorrisocaloroso • braços descruzados • pernas descruzadas • inclinado para a frente • corpo relaxado • contacto directo dos olhos (pupilas dilatadas) • palmas das mãos abertas • mão no peito (árabes)
  • 40.
    DEFENSIVA LINGUAGEM CORPORAL • poucocontacto com olhos • cantos dos lábios para baixo • corpo rígido • mãos cerradas • palma das mãos por detrás do pescoço • sobrancelha cerrada • lábios cerrados • cabeça abaixada • aperto de mão fraco • coçar lóbulos orelhas, pescoço ou cabeça
  • 41.
    DOMINANTE LINGUAGEM CORPORAL • pésna mesa • elevação física sobre outra pessoa • aperto de mão excessivamente forte • voz estridente, alta • recostar-se na cadeira com ambas as mãos apoiando a cabeça • falso-desencontraído, poder
  • 42.
    AGRESSIVIDADE LINGUAGEM CORPORAL • sobrancelhavincada • longos silêncios • ausência de expressão facial de concordância • olhar vago ou contacto visual sustentado com pupilas contraídas (o “encarar”) • movimentar-se para o território da outra pessoa • dedo indicador apontado
  • 43.
    ABORRECIMENTO OU INDIFERENÇA LINGUAGEMCORPORAL • olhar fi xo inexpressivo (confundível com agressivo) • não piscar os olhos • rabiscos • inexpressão facial • olha desconcentrado, preocupado com telemóvel, o que se passa lá fora, etc • desligado, desinteressado
  • 44.
    FRUSTRAÇÃO LINGUAGEM CORPORAL • correrdedos pelos cabelos • chutar o chão com objectos imaginários • suspiros curtos • torcer as mãos • andar, deambular
  • 45.
    BOA-VONTADE LINGUAGEM CORPORAL • mãosno meio das pernas/ nos joelhos • expressão facial viva • proximidade • sentar à beira da cadeira • acenar em concordância • queixo para trás ou frente, seguindo a conversa (normalmente de lado)
  • 46.
    NERVOSISMO, INCERTEZA LINGUAGEM CORPORAL •aperto de mão froco • pigarrear constante • mão cobre a boca enquanto fala • risada nervosa • olhar de esguelha • suspirar (forma de retoma de ar) • agitação • roer as unhas ou morder/puxar cutículas • morder o lábio
  • 47.
    Equipas Felizes & Motivação CatarinaVarão, TH2 Marketing Pessoal
  • 48.
    O Patinho Feioera na realidade um Cisne Tolerância como cultura da empresa -Paciência e Tolerância pois aprender é errar -Aguentar a própria Incompetência, sem tabus nem egos feridos, como Adultos -Queremos aprender mas nem sempre estamos dispostos a que nos Ensinem -Incompetente ou Inadaptado? -Atitude de Humildade -Saber procurar Conselhos (da equipa, do patrão, de terceiros, de pro fi ssionais, etc) -Há muitos que ignoram que não sabem e outros que pensam que sabem, não sabendo
  • 49.
    Competente para sermos competentes,temos que saber com que é que estamos a Competir -Concorrentes, estamos a competir com eles? -O nosso principal desa fi o é combater a fácil tentação do “dizer mal”, do queixume… do tempo, da estação, da ilha -Encorajar o Orgulho -Gestão de Clientes de acordo com o per fi l e estado de espírito deles, do seu contexto -Música -Cozinha -Comunicação
  • 50.
    1. Levar asério a nossa carreira 2. Liderar a acção 3. Excelência nas áreas chave das vendas 4. Identi fi car factores limitativos para o sucesso das vendas 5. Trabalhar todo o tempo que trabalhamos _atendimento
  • 51.
    NERVOSISMO • escola(1ª humilhaçãopública) • crianças (limites) • TV, Rádio (ausência de silêncio- obrigação) • físico • psicológico
  • 52.
    the man whotried his best and failed is superior to the man who never tried Bud Wilkinson
  • 53.
    POSITIVARMO-NOS, SERMOS BONS • Competir,ser bom • Bem-estar? Lidar com dor! • Virtuosidade organizacional: bem-estar colectivo • Pessoas optimistas têm sistema imunitário mais forte
  • 54.
    POSITIVARMO-NOS, SERMOS BONS • Boostna produtividade com iniciativas de positividade • Ode ao trabalho • Pancadas positivas: em que sou bom, em que preciso melhorar. • Mudar de ritmo se necessário e ter fl exibilidade de pensamento. Imprevistos surgem • Life Ability: 40% actividades intencionais; 10% circunstâncias; 50% valor de referência
  • 55.
    PROMOVER O BEM-ESTAR •pertencer a um clube/ associação • formação e aprendizagens novas • viajar, sair da caixa, olhar atento • voluntariado • vida saudável e exercício físico • ajudar e ser útil aos amigos, outros • autorizar-se a ter tempo para nós • saber apreciar os detalhes da vida • abrandar, desacelerar, parár para apreciar, contemplar, sentir • ter um plano/foco
  • 56.
    PROMOVER O BEM-ESTAR •a procura de problemas faz com que só problemas se encontrem
  • 57.
    _sucesso nas vendas 1.Dar-nos comas pessoas certas 2.Saúde Física
  • 58.
  • 59.
    • a vidapessoal de cada um: que fi lmes, que séries, que comidas, que hobbies, que livros e músicas, que motivação • que medos e preocupações • que ambições • que sentido de dever e responsabilidade Super exigente (eu? e tu)
  • 60.
  • 61.
  • 62.
  • 63.
    TH2-Catarina Varão COMUNICAÇÃO EM F&B:ONLINE & REDES SOCIAIS FORMAÇÃO EQUIPA MANEZINHO
  • 64.
    Comunicação em Food &Beverage Catarina Varão, TH2 Redes Sociais, Apresentação
  • 65.
    1. fonte designi fi cado 2. cariz utilitário, simbólico 3. experiência é marca 4. experiência demarca sentimentos e sensações individuais experimentadas 5. consumo como construtor de identidade ideal ou real Marca
  • 66.
    1. logotipo 2.website 3.onde estoureferido? 4.como estou referido? 5.como me vendo? 6.tempo de resposta de contacto _o que pareço? _que expectativas deixo?
  • 67.
    • fi delização, publicidade, rp, promoçõese lembrança da existência da marca • posicionamento e canais de distribuição • qualidade percebida = rentabilidade • coerência= segurança = con fi ança = aquisição = rentabilidade • ex: franshise, co-branding (alianças), cadeias, clubes de qualidade (associação) Rentabilidade
  • 68.
    - somos multi-canal -multi-tarefa - personalização ao extremo - tempo deixar de ser uma realidade colectiva, mas sim individual (o meu tempo!) - o que vem depois do zapping? isto! selectividade extrema da informação, num mar sem fi m (cookies, RGPD, login com contas de redes sociais, carrinhos de compra abandonados, etc) Fim da massi fi cação
  • 69.
  • 70.
    _purchase funnel (funilde compra) Conteúdo de Interesse- só este ganha direito a ser visto e vendido. Como um click, um problem- solver ou um quebra-gelo nas conversas. É o único caminho para conseguir visibilidade nos motores de busca. 1. PLANEAMENTO 2. ALCANCE altura em que cliente está a explorar terreno 3. ACÇÃO altura em que o cliente está em fase de decisão 4. CONVERSÃO altura em que o cliente efectiva a compra 5. COMPROMISSO altura em que o cliente opina, repete e/ou recomenda Avaliação de Resultados através de: - fãs, seguidores - visitas - inbound links - tempo no site - share/comments/likes - liderança acção - pedidos - revenue - referências/opinião - repetição consumo
  • 71.
  • 72.
    O conteúdo online deveconter pedaços de conteúdo comestível, apetitoso, “snackable”
  • 73.
    criar conteúdo 1 2 3 personalizar, incluindoo nome (grupos) e cumprimento amistoso, sincero partilhar história e ganhar empatia. Algo com que eles se identi fi quem e revejam dar-lhes algo de valor, útil, importante pré- preparado, give-away, documento, lista…
  • 74.
    - Era dover e ser visto - Era da reportagem - Partilha de conhecimento, vida pessoal, esperando reconhecimento - Tudo passa muito rápido - É um desa fi o conseguir acompanhar as novas tendências criar conteúdo
  • 75.
    - Atmosferas online -Experiências virtuais - Histórias memoráveis - Imagem é imagem. Não precisa ser traduzido - Os melhores websites não se limitam a publicar bons vídeos e fotos. Eles combinam essas imagens e vídeos com informações bem descritas, e interessantes, criando histórias - As histórias são melhor lembradas e partilhadas, permitindo à audiência experienciar o que quer que seja que se esteja a vender Visual Storytelling
  • 76.
    • instagram stories •swipe up • business partner • gifs animados • fazer perguntas • mention • reels • localização • expor produtos em imagens nos stories como nos catálogos • stories têm maior popularidade que feed Instagram Creative criar conteúdo
  • 77.
    - é importantevariar o tipo de conteúdo publicado - testar durante um mês - avaliar os resultados - adoptar e melhorar os que tiveram melhores resultados - é obrigatório seguir os insights mensalmente Monitorizar
  • 78.
  • 79.
  • 80.
    Ferramentas - http://www.fbrankpt.com: estudaa popularidade - http://www.agorapulse.com: estuda a concorrência - http://www.socialmention.com: ou mention.net: estuda as referências
  • 81.
  • 82.
    Instagram Puramente mobile (developertools), contrariamente às outras redes que têm opção desktop e mobile (tal como o foursquare) Home page apresenta os posts de quem seguimos Fotografamos ou subimos imagem e “instagramamos” No momento da publicação, podemos fazê-lo em simultâneo com twitter, fbook, flickr Só há comentários e follow, há shares (msg ou repost com app) Com a ausência de shares, os hashtags- um mundo novo muito além dos keywords, da segmentação e posicionamento Badges: possibilidade de integração da actividade do Instagram em sites, blogs, etc Agendamento viaTake- Off ou Latergrame ou Plann Highlights Tipos de conta (verified)
  • 85.
    Glossário: @ referência aalguém # categorização ou denominação Geração dos 40 segundos e 140 caracteres
  • 87.
  • 88.
    Video & verticalidade,catalisador da performance Fraco Justo Bom Muito Bom Excepcional Fraco Justo Bom Muito Bom Video Live Foto horizontal Multi-fotos Video horizontal Video quadrado Foto vertical Video vertical Foto quadrada Mix Foto e Video
  • 89.
    Plano Acção/Comunicação Data FrequênciaDepat Segmento Mercado Acção Responsável Deadline Status Status Orçamento Resultados imediatos Resultados M e LP
  • 90.
    Food Cost & Operations IaraFerreira, TH2 Procedimentos, Custos e Considerações
  • 91.
    Olá ! Iara Ferreira Consultorae Formadora TH2 e hotéis Unique Stays nas áreas de Restauração e Cozinha Chefe de Cozinha Cabanas da Viscondessa Nortenha Formadora de Yoga para Crianças, apaixonada por eventos e momentos gastronómicos especiais
  • 92.
    Circuitos de Cozinha 1 2 3 De fi niçãode Zonas Marcha em Frente Fluxos
  • 93.
    De fi nição de Zonas 1.Zona dereceção de matéria prima; 2.Zona de armazenamento; 3.Zona de pré-preparação; 4.Zona de confecção; 5.Zona de lavagem; 6.Zona de distribuição; 7.Dispensa do dia; 8. Balneários; 9. Refeitório 1
  • 94.
    Marcha em Frente Fluxo emque a matéria-prima deve seguir da zona suja para a zona limpa, de maneira a que os alimentos prontos a servir não sejam contaminados. 2
  • 95.
    Fluxos Existem 3 tiposde fl uxos: - Fluxos de género alimentício; - Fluxos do lixo; - Fluxos dos funcionários. 3
  • 96.
    Diferentes matérias-primas, possuemdiferentes características pelo que devem ter processos de armazenamento diferentes. Armazenamento CARNE Devem ser armazenados entre -15oC a 7oC ; Deve apresentar cor vermelha ou rosa; Características organoléticas. PESCADO Devem ser armazenados entre -15oC a 4oC; Devem olhos translúcidos; Características organioléticas.
  • 97.
    Diferentes matérias-primas, possuemdiferentes características pelo que devem ter processos de armazenamento diferentes. Armazenamento HORTOFRUTÍCOLAS Devem ser armazenados entre1oC a 5oC ou 10oC a 16oC; Textura fi rme; Sem descoloração.
  • 98.
    Food Cost 1 2 3 Fichas Técnicas Ferramentasde uma Ficha Técnica Teste do Cortador
  • 99.
    Food Cost Fichas Técnicas Existemtrês tipos: •Operacional; •Gestão; •Geral. 1
  • 100.
    Food Cost Ferramentas deuma Ficha Técnica •Custo total; Valor de Custo por Dose; •Factor Multiplicador; •Margem de Contribuição; •Ratio Unitário; •IVA; •Preço de Venda Líquida; •PVP; •Factor de Conversão; •Cálculo de Desperdícios 2
  • 101.
    Food Cost Teste doCortador Objetivo de analisar a diferença do preço do custo líquido, entre comprar peças de carne inteiras ou divididas. 3
  • 102.
    Noções de Higiene IaraFerreira, TH2 Normas HACCP
  • 103.
    Noções de Higiene NormasHACCP •Fardamento; •Higiene pessoal; •Higienização das mãos; •Higienização das instalações e equipamentos.
  • 104.
  • 105.
  • 106.
    Novas Tendências deF&B Catarina Varão, TH2 Confecção, Apresentação e Consumo
  • 107.
    1.momento alto daestadia 2.somos todos diferentes: há respeito pelo convidado (regra Xenia nº 3)? 3.natural da natureza 4.marketing sensorial (musica? som das máquinas, vista? demasiado sol? jornal?) expectativa barista
  • 108.
    1.Associado ao autênticoe ao expectativa tábua
  • 109.
    1.Cocktails 2.Show, Detalhe, Confeccção: Experiência 3.Flores,Aromas:Mkg Sensorial 4.Proveniência, storytelling expectativa bebidas
  • 111.
  • 112.
  • 113.
  • 114.
    TH2-Catarina Varão GESTÃO DE HOTÉISCOM CARÁCTER MINI MBA TH2 TH2- Turismo & Hotelaria, Lda Av. Álvaro Pais, 12 D 1600-007 Lisboa | [t] (+351) 210 994 958 training@th2.com.pt | www.th2.com.pt #atelierth2 | facebook: atelier.th2