“ jo l as rviç d vo ê
 Um rna e o e c ”
Análise crítica e conceitos
FICHA TÉCNICA
Em re a Fo d Ma S.A.
   p s : lha a nhã
Periodicidade: Diá rio
Fo a : Standard
  rm to
Se e Sã P ulo SP
  d : o a , 
Circulação: Brasil
Fundação: 19 de fevereiro e19 1
                           d  2
Fundador: Oliva C s eP d C
                 l o ta e ro unha
Proprietário: Empresa Folha da Manhã S/A
Presidente: Luís Frias
Diretor: Octávio Frias Filho
Editor: Eleonora de Lucena
Fo W b ite http w .fo .uo o .b
  lha e s :       ://w w lha l.c m r
ORGANIZAÇ E TIP DE
         ÃO    OS
    INFORMAÇÃO
 ORGANIZAÇÃO      TIPOS




C te o
 a g ria       Interna

Alfa é a
    b tic      Re re ia
                 fe nc l

               No io a
                 tic s
Lo a ç o
  c liza ã
               Cultural
MERCADO DA INFORMAÇÃO
• Ac m nto d c nc rrê ia c m o s m io d
    irra e    a o o nc    o   utro e s e
  c m aã .
   o unic ç o

• Me ste p àle
    no m o itura

• J rna lo a
   o is c is

• Mud nç no c ns od info a õ s
     a a     o um e     rm ç e

• Mud nç s e trutura e nã vinc d s a c s im nto
      a a s         is   o    ula a o re c e
  e o m ointe o e rno
   c nô ic     rno u xte
PONTO DE VISTA DA AUDI NCIA
• Te p e c s o
    m o s as

• P s uis d m rc d e 2 0 :
   eq a e e a o m 0 3


       1. Fo usg up(13g o )
            c ro       rup s
       2. C s e A eB+
           la s s
       3. Ho e em re
            m ns ulhe s
       4. Me q m isutiliza
            io ue a       m
       5. P nto e c m : b c r info a õ s ro ira e
           o     m o um us a      rm ç e tine m nte
         e umd s e m io
          m   es s e s
IMPORTÂNC DA INFORMAÇ
          IA          ÃO
• Le re d Fo d Sã P ulo
    ito s a lha e o a :
      Ho e d 18a2 a s
        m ns e   3 no :
               “ rm ç o é tud . Se vo ê nã e tá
                Info a ã     o       c    o s
      info a o vo ê nã s s nte b m Nã d
          rm d , c     o e e    e .  o á       p ra
                                                a
      c nvive c ma p s o s
       o     r o s e s a .”
• TV p r a s tura
      o s ina :

      Ho e d 2 a4 a s
        m ns e 5 0 no :
               “ vo ê nã tive info a ã , vo ê fic
               Se c o        r    rm ç o c       a
      a na o Vive o e um m o q m a
       lie d .     ms m        und ue ud          to o d .
                                                    d ia
      Exis m m s info a õ s Vo ê
          te    uita   rm ç e .    c      s m re te q
                                           e p      m ue
      e ta a na o
       s r nte d .”

  Seháp rd d inte s enojo l nã ép r a ha q ainfo a ã nã éim o nte
       e a e re s        rna o o c r ue         rm ç o o   p rta
MEIOS E MENSAGENS
• Le re d Fo d Sã P ulo
    ito s a lha e o a :
    Ho e d 2 a4 a s
      m ns e 5 0 no :
             “ c te q a e s r vá s
               Vo ê m ue c s a       rio
    ve ulo .(...) Eu g s d te vá s
      íc s            o to e r rio      c na p ra
                                         a is a
    m info a Eu a ho q
      e     rm r.        c   ue   um c m le o
                                         o p ta
    o .Ac q ojo l
     utro ho ue        rna    éo m is c m le .”
                                  a    o p to


• Le re d Fo d Sã P ulo
    ito s a lha e o a :
    Ho e d 2 a4 a s
      m ns e 4 0 no :
            “ jee tátud tã rá id , aim re s o q
             ho s      o o p o        p s ã ue
    d é q a info a ã é
     á ue       rm ç o       fra m nta a m s nã
                                g e d, a o
    é É vo êq nã te te p , à ve s d a s rve
     .    c ue o m m o s ze , e b o r
    –tem q s r a sp uc s
             ue e o o o .”
RÁDIO
• Le re d Fo d Sã P ulo
    ito s a lha e o a :


    Ho e d 2 a4 a s
      m ns e 5 0 no :
            “ a ho q
             Eu c      ue no rá io fa
                                d    lta m is
                                          a
    info a ã . C m e te e
        rm ç o o o ntre nim nto é le a gl   vo ê
                                              c
    fic r m s la o m s e s nã
       a e c nd , a le        o    c ns g m d r
                                    o e ue    a
    um info a ã c m le . Sinto ne e s a e d te
       a    rm ç o o p ta         c s id d e r
    m io a p
      a r    m litud d no ia
                    e e tíc .”
TV
• Le re d Fo d Sã P ulo
    ito s a lha e o a :


    Ho e d 2 a4 a s
      m ns e 5 0 no :
           “ na a info a õ s P r s r um
            Ba liza s  rm ç e . o e
    m io d m s ae te d s r ta b m
     e e a s la m e e m é             bs a
                                       á ic ”


           “ TV m nip a info a ã enã
            A     a ula     rm ç o  o
    a re a na a
     g g     d .”
INTERNET
• Le re d Fo d Sã P ulo
    ito s a lha e o a :
    Mulhe sd 2 a4 a s
         re e 5 0 no :
            “ rne é uma a lho fa s o e q
             Inte t     p re    ntá tic , m ue
    vo ê te o m o to o a na s s m o . É
      c m       und d li s ua ã s            um m io
                                                  e
    m d rnoe q vo êinte g c m o m o inte .”
     oe     m ue c      ra e o         und    iro


    Ho e d 2 a4 a s
      m ns e 5 0 no :
             “ umm io d c m a ã e q vo ênã
              é       e e o unic ç o m ue c o
    te lim . Vo ê p d p c r ta
      m    ite    c o e ro ura nto info a õ s d
                                             rm ç e o
    p s a o q nto a q
     a s d ua       s ue       a a a m d a o c r. P d
                                c b ra e c nte e o e
    fa r c m um
      la o      a      p so d o
                        e s a o utro la o d m o É um
                                       d o und .     a
    to l
      ta     c ne tivid d c mainfo a ã .”
              o c      ae o        rm ç o
INTERNET
• Le re d Fo d Sã P ulo
    ito s a lha e o a :
    Ho e d 2 a4 a s
      m ns e 5 0 no :
             “ hoq am io p rted te p q e
              Ac    ue a r a      o m o ue u
    e to na inte t éq nd e to noe c rio Te q
     s u        rne ua o s u       s ritó .    nho ue
    a o p nha om rc d , o q e tá
     cma r        e ao      ue s    a o c nd . A
                                      c nte e o
    inte t tra e s info a ã a liza ad fo aq s
        rne z s a      rm ç o tua d e rm ua e
    ins ntâ a
       ta ne .”
             “ inte t, e fic c mums ntim nto d
              Na    rne u o o        e     e  e
    q ano iaéd s a ve Vo êvêano ia
     ue    tíc    e c rtá l. c       tíc ,   m s no
                                              a,
    d sg
     ia e uinte na ac m umb me
               , d o o       o      ve jo l p ra
                                       lho rna a
    vo ês b r tud d fo a
      c ae       o e rm      m isc m le .”
                               a o p ta
             “ ling g més p sm sa ho c ns tivo
              A     ua e    im le a c a a
    fic r le ono ianate d c m uta o m
       a nd     tíc      la o o p d r, e inc m d .
                                              o oa
    Te ta b maq s o d fic r
       m mé        ue tã e a               a rind
                                            b o
    ja la p rac g r a nd vo êq r. Àsve sa ho m
      ne s a he a o e c ue              ze c     uito
    m isrá id p g r o
      a p o ea                jo l.”
                                rna
INTERNET
• Le re d Fo d Sã P ulo
    ito s a lha e o a :
    Mulhe sd 2 a4 a s
         re e 5 0 no :
            “ rne é uma a lho fa s o e q
             Inte t     p re    ntá tic , m ue
    vo ê te o m o to o a na s s m o . É
      c m       und d li s ua ã s            um m io
                                                  e
    m d rnoe q vo êinte g c m o m o inte .”
     oe     m ue c      ra e o         und    iro


    Ho e d 2 a4 a s
      m ns e 5 0 no :
             “ umm io d c m a ã e q vo ênã
              é       e e o unic ç o m ue c o
    te lim . Vo ê p d p c r ta
      m    ite    c o e ro ura nto info a õ s d
                                             rm ç e o
    p s a o q nto a q
     a s d ua       s ue       a a a m d a o c r. P d
                                c b ra e c nte e o e
    fa r c m um
      la o      a      p so d o
                        e s a o utro la o d m o É um
                                       d o und .     a
    to l
      ta     c ne tivid d c mainfo a ã .”
              o c      ae o        rm ç o
REVISTA
• Le re d Fo d Sã P ulo
    ito s a lha e o a :
    Ho e d 2 a4 a s
      m ns e 5 0 no :
             “ um le
              É   a itura que vo ê c . A
                                 c urte
    ling g m é b m m is le q
        ua e      e     a   ve ue a
    ling g m d jo l. Às ve s vo ê q r d r um
        ua e o rna        ze , c ue      a    a
    re s a a na c b ç ,
      fre c d    a ea     p ip lm nte no fim d
                           rinc a e           e
    s m na
     e a .”


             “ nd e te ino d le a re ta m
              Qua o u rm      e r   vis , e
    sinto info a o P ip lm nte e
              rm d . rinc a e   m       re ç o à
                                          la ã
    m té p ip l, p re eq e
      a ria rinc a a c ue u a re i m is
                                  p nd a .”
JORNAL
• Le re d Fo d Sã P ulo
    ito s a lha e o a :
    Ho e d 18a2 a s
      m ns e   3 no :
             “ c p d le a no ia q q e na ho
              Vo ê o e r    tíc ue uis r     ra
    q q e Te um d rs a e d a s
     ue uis r. m a ive id d e s unto .   s      Ensina
    vo ê a p ns r, a te um vis o m is
      c       e a      r   a    ã   a      c a d
                                            rític a
    s c d d .”
     o ie a e


    Ho e d 2 a4 a s
      m ns e 5 0 no :
            “ c lê jo l a s m na inte , c g no
             Vo ê    rna e a         ira he a
    Do ing , vo ê o a ue c lha a o d
       m o c lha q le a m ç e                 p p l. Eu
                                               ae
    vo d r um vo e um e p ire id . Nã a ho na a
      u a     a lta     a sa c a           o c       d
    d rtid le jo l a s
     ive o r rna o         Do ing s
                             m o .”
CONCLUSÃO


O jo l te c d ve m no le re , s nã m a a m ne c m a
    rna rá a a z e s ito s e o ud r       a ira o o
no iaére ig a no fo a , ta a , p p l, tip lo ia a re c nta o
  tíc   d id ,     rm to m nho a e       o g , c s e nd
m isa tivo (c m im g ns g fic s ilus ç e , e .) q fa ilite a
 a tra s o o a e , rá o ,           tra õ s tc ue c m
a s ila ã d no ia e s nã g nha um c rá r m is d s o íd ,
 s im ç o a tíc , e o a r          a te a e c ntra o
SEM p rd r aIDENTIDADE eaC
     e e                  REDIBILIDADE.
CONCEITOS E TENDÊNCIAS
C nc rrê ia ino ç e te no g a
 o o nc , va õ s c ló ic s
 em a a no há ito d le
    ud nç s s b s e itura
Re ç od p lic ç oae s sd s fio
  a ã a ub a ã      se ea s
Mo ç od sle re
  tiva ã o ito s
MOTIVAÇÃO DOS LEITORES
Em5a s a e d 8 % d stítulo no Bra il
        no     um nto e ,3 o      s     s
Que ad 5
     d e ,7% no núm rod e m la s
                      e e xe p re
J rna d MAIOR c ula ã X J rna LOC
 o is e            irc ç o o is      AIS
EXP   ANSÃO x LOC  ALISMO
P ré , “ ua m no o jo l, m no ac b rturalo a 
 o m q nto e r           rna e r o e       c l”
   d il d c te r
    ifíc e us a
No ia d p ísem o c m ra a e a ê ia
   tíc s o a       und : o p d s m g nc s
No ialo a d p nd s
   tíc    c l: is e io a
Info a ã s d s a p lic e a e
     rm ç o e e tina o úb o nc ixe ntreno iae
                                          tíc
   d s jod s b r  c veefe ha ura
    ee e a e         ha     c d
MOTIVAÇÃO DO
              ANUNCIANTE
Fa m nto
  tura e :
               75 - ANUNCIANTES
                 %



              5 % - PUBLICIDADE
               0                   2 %-
                                    5
                   CLASSIFICADOS
C nc rrê ia
 o o nc :
        RÁDIOS eREVISTAS e p c liza a
                           s e ia d s
                TV eINTERNET
          zapping      muito o que melhorar
CUSTO - BENEFÍCIO
“ o háre ç o d tae
 Nã        la ã ire ntrec ula ã e
                         irc ç o
  re b a e Umjo l nã s to m is
    nta ilid d .   rna o e rna a
  re ve q nd a e s c ula ã . O
    ntá l ua o um nta ua irc ç o
  o o to p d a o c r.”
   p s o e c nte e
A FOLHA to o ad c ã e tra g ad
              m u e is o s té ic e
  c te r d trib ã no Bra il eno inte r d
   us a is uiç o        s           rio e
  Sã P ulo a e a d s g ra p juízo
    o a , p s r is o e r re
VALORES      VALORES
INTANGÍVEI   TANGÍVEIS
S
 Ex: P s io re e us ã , p je ã na io l,
       re tíg , p rc s o ro ç o c na
  c d ilid d (q lid d se g ra
   re ib a e ua a e m e l)
 “ a o tanaq lid d im lic um c rtare
   A ps        ua a e p a a e          núnc e
                                           ia m
  o te am xim re b a eno c
   b r     á a nta ilid d     urto p zo ¹
                                    ra ”


        “ Entretanto é precisamente o investimento
        em qualidade [...] o que lhes proporciona
        prestígio e constitui sua principal barreira
        de entrada de possíveis concorrentes”


                               1 Alfo o Sá he
                                     ns nc z-Ta e ro
                                               b rne
 Ideal jornalístico versus Ideal financeiro

 Id a jo lís o inve tim ntoe c b rtura , e
    e l rna tic :   s e      m oe      s m
  c rre p nd nte nom oto o e g nd sm té s= a
   o so e s         und d , m ra e a ria    lto
  c to
   us

 Id a fina e : s p id d d m té s re uç od
    el     nc iro im lic a e e a ria , d ã e
  c rre p nd nte = re uç od g s s
   o so e s          d ã e a to

 O d to d Fo p p eume uilíb noid a d
      ire r a lha ro õ     q  rio   el o
  jo lis oenoid a d a m tra o d jo l
    rna m       e l o d inis d r o rna
 “ [...] é preciso separar o joio do trigo. Em toda a
  nossa cultura jornalística, da qual a gente proveio, na
  qual a gente ainda está imerso, sempre havia uma
  margem de desperdício. E sempre foi também uma
  cultura jornalística onde havia [...] uma enorme
  preocupação com tradições do próprio veículo, com
  uma visão mais conceitual do jornalismo [...]”
                      Ota Fria Filho Dire r d Re a ã d Fo d S. P ulo
                         vio  s     ,    to e d ç o a lha e     a
 Ge lm nteaim o nc d d m isq lid d d jo l e
    ra e       p rtâ ia a a a ua a e o rna
  m no are uç o d g s sva d a o oc mom d lo
   e s d ã e a to ria e c rd o         oe
  d gs o
   e e tã
 “ investimentos em qualidade têm os seguintes
  Os
 retornos: favorecem incrementos de consumo,
 permitem aumentar o preço; erguem barreiras de
 entrada contra possíveis competidores.”
                                 Sá he
                                   nc z-Ta e ro
                                          b rne


 Qua a e inta íve ta - c m c d ilid d ep c ã
       lid d s ng is l o o re ib a e re is o
  - e einve tim nto e q lid d m sg rare rno
     xig      s e    m ua a e a e      to
  fina e
      nc iro
A RESPOSTA DOS JORNAIS
Que anale
    d     itura
Otá Fria Filho a re itaq :
   vio    s     c d     ue
J ve e tã a a ure e o m ista e–a unsd le s
 o ns s o m d c nd a rd         lg   e se
  to rã le re d jo is s q m ista ia e . E
    rna o ito s e rna , ó ue a rd m nte
  nã s rã m io .
     o e o a ria

Inte t = re s im ntod há ito d le
    rne    s urg e   o b      a itura

J rna c ntinua op rd nd “ a s d te ” m a a
 o is o       rã e e o m s a e xto  ud nç
  d há ito d le
   e b      e ituras b p p l
                    o re a e
ACIRRAMENTO DA CONCORR NCIA
Exp ns o d Inte t, TVsp r a s tura jo lis ono
   a ã a       rne     o s ina , rna m
 rá io re tas m na
   d , vis e a l.

J rna d inuirã d ta a . “ uito c raao e ç o
 o is im      o e m nho  m       a    p ra ã
  m c nic d fa r jo l”
    e â a e ze rna

J rna d vea a o r “ q a o c u o m  fo a na
 o l e b nd na o ue c nte e nte ”     cr
  c nte liza ã , a lis , o iniã , c a
   o xtua ç o ná e p o rític .
ACIRRAMENTO DA CONCORR NCIA
INOVAÇ TEC
      ÃO  NOL”GICA
Te tivad s rg e
  nta     e ine ia ntree iç e im re s seo
                        d õ s p sa       n-line–na
 Fo d c -s is o m snã p re eviá l.
    lha is ute e s , a o a c         ve

Fe m nta d W b inte tivid d ehie rq ç od
  rra e s a e         ra  ae     ra uiza ã a
 no iap r p rted sle re  nã éus d naFo ,
    tíc o a     o ito s     o   ao      lha
 ne a .
    g tivo

Im o nc d tra a d jo lis a o a r e
  p rtâ ia o b lho o rna ta o rg niza
 hie rq r ano ia  p fe m nte o e “ tura
    ra uiza    tíc .   re re a r rd m na l”
 entree is o ere e to
       m sr     c p r.
INTERNET
        Em2 0 e m3 ,4m e d us rio d re eno
           0 5 ra 3   ilhõ s e uá s a d
Bra il. 5 % b c va no ia einfo a õ s
   s 7,6 us a m tic s         rm ç e .


Trê b ne io p ip is
   s e fíc s rinc a :

 Tro ac mo re e to s Aum ntod info a õ sa
      c o s c p re .         e  e  rm ç e
re p itod sre e to s(fe d a k).
  se     o c p re e b c

 Fo a q fa ilitaains rç od a
    rm to ue c       e ã e núnc s
                                io
p lic rio ed a õ sd m rke . Hip rlink.
 ub itá s e ç e e a ting       e

 Ba od d d sp rm ne . Me ó d no ia
    nc e a o e a nte     m ria a tíc .
Mud nç no p rfil d jo lis : “ rna tad m c ”
   a a     e      o rna ta jo lis e o hila

       Deind ua taep ta o ta p ram m ro d um e uip .
            ivid lis ro g nis , a e b e a q e

Mud nç no p rfil d le r
   a a     e      o ito

       Des p sre e to p rare e to m s r.
          im le c p r, a    c p r-e is o




O jo l d vea rir e p ç p rao le r e re s r-s , d vefa r c m
    rna e b s a o a            ito xp s a e e        ze o
q e tec la o c mac m o iç o d no ia inte nhaq nd
 ue s o b re o        o p s ã a tic ,        rve     ua o
a ha ne e s rio m s nd as vis o d m o
 c r c s á , o tra o ua ã e und .
Ind uoc m c d r ed s m d r d c nte o W b2 .
   ivíd o o ria o is e ina o e o úd . e .0



  Do s sp s o isa sb g
    s ite e s a o lo s

  Do s te a p racontent management a swiki
    s is m s a                      o

  Dastickiness a syndication
                o




       “ Enquanto os verbos característicos da web 1.0 são disponibilizar, buscar,
       ter acesso e ler, na web 2.0, as novas palavras de ordem são expor-se, trocar,
       colaborar em atividades de interação que encontram suas bases em principio
       de confiança e compartilhamento.”
Jo isjáe ua ra o no no sm ld sd jo l o
  rna   nq d d s s vo o e o rna n-line

Blo s p s na no ia , víd o , o iniõ sd e p c lis s vo ç e , p s uis s
   g , o ts s tíc s     e s p e e s e ia ta , ta õ s e q a




http w .e a .c m lo a
    ://w w lp is o /g b l/




                                                        http w .nytim s o /
                                                            ://w w   e .c m


                      http w .c rrie .it/
                          ://w w o re
Folha
http w .fo .uo o .b
    ://w w lha l.c m r/

“ p e jo l e te p re l e líng p rtug s ”
O rim iro rna m m o a m      ua o ue a


Novos concorrentes na web - Gestores da informação no mesmo veículo

http ng h.a ze ra t/
    ://e lis lja e .ne

http w .b c o
    ://w w b .c .uk/

http w .c o /
    ://w w nn.c m

No Bra il:
      s

http lo o w .g b .c m
    ://g b ne s lo o o /

http w .b c o
    ://w w b .c .uk/p rtug s /
                     o ue e

Folha de SP

  • 1.
    “ jo las rviç d vo ê Um rna e o e c ” Análise crítica e conceitos
  • 2.
    FICHA TÉCNICA Em rea Fo d Ma S.A. p s : lha a nhã Periodicidade: Diá rio Fo a : Standard rm to Se e Sã P ulo SP d : o a ,  Circulação: Brasil Fundação: 19 de fevereiro e19 1 d  2 Fundador: Oliva C s eP d C l o ta e ro unha Proprietário: Empresa Folha da Manhã S/A Presidente: Luís Frias Diretor: Octávio Frias Filho Editor: Eleonora de Lucena Fo W b ite http w .fo .uo o .b lha e s : ://w w lha l.c m r
  • 3.
    ORGANIZAÇ E TIPDE ÃO OS INFORMAÇÃO ORGANIZAÇÃO TIPOS C te o a g ria Interna Alfa é a b tic Re re ia fe nc l No io a tic s Lo a ç o c liza ã Cultural
  • 4.
    MERCADO DA INFORMAÇÃO •Ac m nto d c nc rrê ia c m o s m io d irra e a o o nc o utro e s e c m aã . o unic ç o • Me ste p àle no m o itura • J rna lo a o is c is • Mud nç no c ns od info a õ s a a o um e rm ç e • Mud nç s e trutura e nã vinc d s a c s im nto a a s is o ula a o re c e e o m ointe o e rno c nô ic rno u xte
  • 5.
    PONTO DE VISTADA AUDI NCIA • Te p e c s o m o s as • P s uis d m rc d e 2 0 : eq a e e a o m 0 3 1. Fo usg up(13g o ) c ro rup s 2. C s e A eB+ la s s 3. Ho e em re m ns ulhe s 4. Me q m isutiliza io ue a m 5. P nto e c m : b c r info a õ s ro ira e o m o um us a rm ç e tine m nte e umd s e m io m es s e s
  • 6.
    IMPORTÂNC DA INFORMAÇ IA ÃO • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 18a2 a s m ns e 3 no : “ rm ç o é tud . Se vo ê nã e tá Info a ã o c o s info a o vo ê nã s s nte b m Nã d rm d , c o e e e . o á p ra a c nvive c ma p s o s o r o s e s a .” • TV p r a s tura o s ina : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ vo ê nã tive info a ã , vo ê fic Se c o r rm ç o c a a na o Vive o e um m o q m a lie d . ms m und ue ud to o d . d ia Exis m m s info a õ s Vo ê te uita rm ç e . c s m re te q e p m ue e ta a na o s r nte d .” Seháp rd d inte s enojo l nã ép r a ha q ainfo a ã nã éim o nte e a e re s rna o o c r ue rm ç o o p rta
  • 7.
    MEIOS E MENSAGENS •Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ c te q a e s r vá s Vo ê m ue c s a rio ve ulo .(...) Eu g s d te vá s íc s o to e r rio c na p ra a is a m info a Eu a ho q e rm r. c ue um c m le o o p ta o .Ac q ojo l utro ho ue rna éo m is c m le .” a o p to • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 4 0 no : “ jee tátud tã rá id , aim re s o q ho s o o p o p s ã ue d é q a info a ã é á ue rm ç o fra m nta a m s nã g e d, a o é É vo êq nã te te p , à ve s d a s rve . c ue o m m o s ze , e b o r –tem q s r a sp uc s ue e o o o .”
  • 8.
    RÁDIO • Le red Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ a ho q Eu c ue no rá io fa d lta m is a info a ã . C m e te e rm ç o o o ntre nim nto é le a gl vo ê c fic r m s la o m s e s nã a e c nd , a le o c ns g m d r o e ue a um info a ã c m le . Sinto ne e s a e d te a rm ç o o p ta c s id d e r m io a p a r m litud d no ia e e tíc .”
  • 9.
    TV • Le red Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ na a info a õ s P r s r um Ba liza s rm ç e . o e m io d m s ae te d s r ta b m e e a s la m e e m é bs a á ic ” “ TV m nip a info a ã enã A a ula rm ç o o a re a na a g g d .”
  • 10.
    INTERNET • Le red Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Mulhe sd 2 a4 a s re e 5 0 no : “ rne é uma a lho fa s o e q Inte t p re ntá tic , m ue vo ê te o m o to o a na s s m o . É c m und d li s ua ã s um m io e m d rnoe q vo êinte g c m o m o inte .” oe m ue c ra e o und iro Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ umm io d c m a ã e q vo ênã é e e o unic ç o m ue c o te lim . Vo ê p d p c r ta m ite c o e ro ura nto info a õ s d rm ç e o p s a o q nto a q a s d ua s ue a a a m d a o c r. P d c b ra e c nte e o e fa r c m um la o a p so d o e s a o utro la o d m o É um d o und . a to l ta c ne tivid d c mainfo a ã .” o c ae o rm ç o
  • 11.
    INTERNET • Le red Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ hoq am io p rted te p q e Ac ue a r a o m o ue u e to na inte t éq nd e to noe c rio Te q s u rne ua o s u s ritó . nho ue a o p nha om rc d , o q e tá cma r e ao ue s a o c nd . A c nte e o inte t tra e s info a ã a liza ad fo aq s rne z s a rm ç o tua d e rm ua e ins ntâ a ta ne .” “ inte t, e fic c mums ntim nto d Na rne u o o e e e q ano iaéd s a ve Vo êvêano ia ue tíc e c rtá l. c tíc , m s no a, d sg ia e uinte na ac m umb me , d o o o ve jo l p ra lho rna a vo ês b r tud d fo a c ae o e rm m isc m le .” a o p ta “ ling g més p sm sa ho c ns tivo A ua e im le a c a a fic r le ono ianate d c m uta o m a nd tíc la o o p d r, e inc m d . o oa Te ta b maq s o d fic r m mé ue tã e a a rind b o ja la p rac g r a nd vo êq r. Àsve sa ho m ne s a he a o e c ue ze c uito m isrá id p g r o a p o ea jo l.” rna
  • 12.
    INTERNET • Le red Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Mulhe sd 2 a4 a s re e 5 0 no : “ rne é uma a lho fa s o e q Inte t p re ntá tic , m ue vo ê te o m o to o a na s s m o . É c m und d li s ua ã s um m io e m d rnoe q vo êinte g c m o m o inte .” oe m ue c ra e o und iro Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ umm io d c m a ã e q vo ênã é e e o unic ç o m ue c o te lim . Vo ê p d p c r ta m ite c o e ro ura nto info a õ s d rm ç e o p s a o q nto a q a s d ua s ue a a a m d a o c r. P d c b ra e c nte e o e fa r c m um la o a p so d o e s a o utro la o d m o É um d o und . a to l ta c ne tivid d c mainfo a ã .” o c ae o rm ç o
  • 13.
    REVISTA • Le red Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ um le É a itura que vo ê c . A c urte ling g m é b m m is le q ua e e a ve ue a ling g m d jo l. Às ve s vo ê q r d r um ua e o rna ze , c ue a a re s a a na c b ç , fre c d a ea p ip lm nte no fim d rinc a e e s m na e a .” “ nd e te ino d le a re ta m Qua o u rm e r vis , e sinto info a o P ip lm nte e rm d . rinc a e m re ç o à la ã m té p ip l, p re eq e a ria rinc a a c ue u a re i m is p nd a .”
  • 14.
    JORNAL • Le red Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 18a2 a s m ns e 3 no : “ c p d le a no ia q q e na ho Vo ê o e r tíc ue uis r ra q q e Te um d rs a e d a s ue uis r. m a ive id d e s unto . s Ensina vo ê a p ns r, a te um vis o m is c e a r a ã a c a d rític a s c d d .” o ie a e Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ c lê jo l a s m na inte , c g no Vo ê rna e a ira he a Do ing , vo ê o a ue c lha a o d m o c lha q le a m ç e p p l. Eu ae vo d r um vo e um e p ire id . Nã a ho na a u a a lta a sa c a o c d d rtid le jo l a s ive o r rna o Do ing s m o .”
  • 15.
    CONCLUSÃO O jo lte c d ve m no le re , s nã m a a m ne c m a rna rá a a z e s ito s e o ud r a ira o o no iaére ig a no fo a , ta a , p p l, tip lo ia a re c nta o tíc d id , rm to m nho a e o g , c s e nd m isa tivo (c m im g ns g fic s ilus ç e , e .) q fa ilite a a tra s o o a e , rá o , tra õ s tc ue c m a s ila ã d no ia e s nã g nha um c rá r m is d s o íd , s im ç o a tíc , e o a r a te a e c ntra o SEM p rd r aIDENTIDADE eaC e e REDIBILIDADE.
  • 16.
    CONCEITOS E TENDÊNCIAS Cnc rrê ia ino ç e te no g a o o nc , va õ s c ló ic s em a a no há ito d le ud nç s s b s e itura Re ç od p lic ç oae s sd s fio a ã a ub a ã se ea s Mo ç od sle re tiva ã o ito s
  • 17.
    MOTIVAÇÃO DOS LEITORES Em5as a e d 8 % d stítulo no Bra il no um nto e ,3 o s s Que ad 5 d e ,7% no núm rod e m la s e e xe p re J rna d MAIOR c ula ã X J rna LOC o is e irc ç o o is AIS EXP ANSÃO x LOC ALISMO P ré , “ ua m no o jo l, m no ac b rturalo a  o m q nto e r rna e r o e c l” d il d c te r ifíc e us a No ia d p ísem o c m ra a e a ê ia tíc s o a und : o p d s m g nc s No ialo a d p nd s tíc c l: is e io a Info a ã s d s a p lic e a e rm ç o e e tina o úb o nc ixe ntreno iae tíc d s jod s b r  c veefe ha ura ee e a e ha c d
  • 18.
    MOTIVAÇÃO DO ANUNCIANTE Fa m nto tura e : 75 - ANUNCIANTES % 5 % - PUBLICIDADE 0 2 %- 5 CLASSIFICADOS C nc rrê ia o o nc : RÁDIOS eREVISTAS e p c liza a s e ia d s TV eINTERNET zapping muito o que melhorar
  • 19.
    CUSTO - BENEFÍCIO “o háre ç o d tae Nã la ã ire ntrec ula ã e irc ç o re b a e Umjo l nã s to m is nta ilid d . rna o e rna a re ve q nd a e s c ula ã . O ntá l ua o um nta ua irc ç o o o to p d a o c r.” p s o e c nte e A FOLHA to o ad c ã e tra g ad m u e is o s té ic e c te r d trib ã no Bra il eno inte r d us a is uiç o s rio e Sã P ulo a e a d s g ra p juízo o a , p s r is o e r re
  • 20.
    VALORES VALORES INTANGÍVEI TANGÍVEIS S
  • 21.
     Ex: Ps io re e us ã , p je ã na io l, re tíg , p rc s o ro ç o c na c d ilid d (q lid d se g ra re ib a e ua a e m e l)  “ a o tanaq lid d im lic um c rtare A ps ua a e p a a e núnc e ia m o te am xim re b a eno c b r á a nta ilid d urto p zo ¹ ra ” “ Entretanto é precisamente o investimento em qualidade [...] o que lhes proporciona prestígio e constitui sua principal barreira de entrada de possíveis concorrentes” 1 Alfo o Sá he ns nc z-Ta e ro b rne
  • 22.
     Ideal jornalísticoversus Ideal financeiro  Id a jo lís o inve tim ntoe c b rtura , e e l rna tic : s e m oe s m c rre p nd nte nom oto o e g nd sm té s= a o so e s und d , m ra e a ria lto c to us  Id a fina e : s p id d d m té s re uç od el nc iro im lic a e e a ria , d ã e c rre p nd nte = re uç od g s s o so e s d ã e a to  O d to d Fo p p eume uilíb noid a d ire r a lha ro õ q rio el o jo lis oenoid a d a m tra o d jo l rna m e l o d inis d r o rna
  • 23.
     “ [...]é preciso separar o joio do trigo. Em toda a nossa cultura jornalística, da qual a gente proveio, na qual a gente ainda está imerso, sempre havia uma margem de desperdício. E sempre foi também uma cultura jornalística onde havia [...] uma enorme preocupação com tradições do próprio veículo, com uma visão mais conceitual do jornalismo [...]” Ota Fria Filho Dire r d Re a ã d Fo d S. P ulo vio s , to e d ç o a lha e a
  • 24.
     Ge lmnteaim o nc d d m isq lid d d jo l e ra e p rtâ ia a a a ua a e o rna m no are uç o d g s sva d a o oc mom d lo e s d ã e a to ria e c rd o oe d gs o e e tã
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     “ investimentosem qualidade têm os seguintes Os retornos: favorecem incrementos de consumo, permitem aumentar o preço; erguem barreiras de entrada contra possíveis competidores.” Sá he nc z-Ta e ro b rne  Qua a e inta íve ta - c m c d ilid d ep c ã lid d s ng is l o o re ib a e re is o - e einve tim nto e q lid d m sg rare rno xig s e m ua a e a e to fina e nc iro
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    A RESPOSTA DOSJORNAIS Que anale d itura Otá Fria Filho a re itaq : vio s c d ue J ve e tã a a ure e o m ista e–a unsd le s o ns s o m d c nd a rd lg e se to rã le re d jo is s q m ista ia e . E rna o ito s e rna , ó ue a rd m nte nã s rã m io . o e o a ria Inte t = re s im ntod há ito d le rne s urg e o b a itura J rna c ntinua op rd nd “ a s d te ” m a a o is o rã e e o m s a e xto  ud nç d há ito d le e b e ituras b p p l o re a e
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    ACIRRAMENTO DA CONCORR NCIA Expns o d Inte t, TVsp r a s tura jo lis ono a ã a rne o s ina , rna m rá io re tas m na d , vis e a l. J rna d inuirã d ta a . “ uito c raao e ç o o is im o e m nho m a p ra ã m c nic d fa r jo l” e â a e ze rna J rna d vea a o r “ q a o c u o m  fo a na o l e b nd na o ue c nte e nte ” cr c nte liza ã , a lis , o iniã , c a o xtua ç o ná e p o rític .
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    INOVAÇ TEC ÃO NOL”GICA Te tivad s rg e nta e ine ia ntree iç e im re s seo d õ s p sa n-line–na Fo d c -s is o m snã p re eviá l. lha is ute e s , a o a c ve Fe m nta d W b inte tivid d ehie rq ç od rra e s a e ra ae ra uiza ã a no iap r p rted sle re  nã éus d naFo , tíc o a o ito s o ao lha ne a . g tivo Im o nc d tra a d jo lis a o a r e p rtâ ia o b lho o rna ta o rg niza hie rq r ano ia  p fe m nte o e “ tura ra uiza tíc . re re a r rd m na l” entree is o ere e to m sr c p r.
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    INTERNET Em2 0 e m3 ,4m e d us rio d re eno 0 5 ra 3 ilhõ s e uá s a d Bra il. 5 % b c va no ia einfo a õ s s 7,6 us a m tic s rm ç e . Trê b ne io p ip is s e fíc s rinc a :  Tro ac mo re e to s Aum ntod info a õ sa c o s c p re . e e rm ç e re p itod sre e to s(fe d a k). se o c p re e b c  Fo a q fa ilitaains rç od a rm to ue c e ã e núnc s io p lic rio ed a õ sd m rke . Hip rlink. ub itá s e ç e e a ting e  Ba od d d sp rm ne . Me ó d no ia nc e a o e a nte m ria a tíc .
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    Mud nç nop rfil d jo lis : “ rna tad m c ” a a e o rna ta jo lis e o hila Deind ua taep ta o ta p ram m ro d um e uip . ivid lis ro g nis , a e b e a q e Mud nç no p rfil d le r a a e o ito Des p sre e to p rare e to m s r. im le c p r, a c p r-e is o O jo l d vea rir e p ç p rao le r e re s r-s , d vefa r c m rna e b s a o a ito xp s a e e ze o q e tec la o c mac m o iç o d no ia inte nhaq nd ue s o b re o o p s ã a tic , rve ua o a ha ne e s rio m s nd as vis o d m o c r c s á , o tra o ua ã e und .
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    Ind uoc mc d r ed s m d r d c nte o W b2 . ivíd o o ria o is e ina o e o úd . e .0 Do s sp s o isa sb g s ite e s a o lo s Do s te a p racontent management a swiki s is m s a o Dastickiness a syndication o “ Enquanto os verbos característicos da web 1.0 são disponibilizar, buscar, ter acesso e ler, na web 2.0, as novas palavras de ordem são expor-se, trocar, colaborar em atividades de interação que encontram suas bases em principio de confiança e compartilhamento.”
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    Jo isjáe uara o no no sm ld sd jo l o rna nq d d s s vo o e o rna n-line Blo s p s na no ia , víd o , o iniõ sd e p c lis s vo ç e , p s uis s g , o ts s tíc s e s p e e s e ia ta , ta õ s e q a http w .e a .c m lo a ://w w lp is o /g b l/ http w .nytim s o / ://w w e .c m http w .c rrie .it/ ://w w o re
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    Folha http w .fo.uo o .b ://w w lha l.c m r/ “ p e jo l e te p re l e líng p rtug s ” O rim iro rna m m o a m ua o ue a Novos concorrentes na web - Gestores da informação no mesmo veículo http ng h.a ze ra t/ ://e lis lja e .ne http w .b c o ://w w b .c .uk/ http w .c o / ://w w nn.c m No Bra il: s http lo o w .g b .c m ://g b ne s lo o o / http w .b c o ://w w b .c .uk/p rtug s / o ue e