O documento discute como instituições hierárquicas como escolas, igrejas, partidos e estados atuam como artifícios para proteger as pessoas da experiência da política e da interação social, perpetuando um velho mundo desconectado. Destaca a emergência de novas formas de democracia, que promovem uma prática política mais próxima das comunidades e da vida cotidiana, em oposição às organizações partidárias que privatizam a política. A proposta central é que a verdadeira democracia deve ser baseada na liberdade de associação e na construção de redes de interação política, em vez de se restringir a estruturas hierárquicas que limitam a participação popular.