1) O "eu" tem uma percepção direta e imediata da Natureza, sentindo-a de forma confusa e perturbadora.
2) O "eu" sente-se em um estado de espírito confuso, querendo perceber o que sente pela Natureza sem saber explicar.
3) As perguntas da segunda estrofe questionam quem deu ao "eu" o desejo de querer perceber e compreender o que sente.