Este artigo utiliza a perspectiva fenomenológica existencial para desconstruir a abordagem proibicionista ao uso de drogas. A condição humana de ser mortal e livre gera sentimentos como angústia e culpa, criando uma "vulnerabilidade existencial" que torna o homem suscetível ao uso de drogas. Qualquer abordagem que vise erradicar o uso de drogas está fadada ao fracasso, dado esta condição humana imutável. A abordagem de redução de danos é apresentada como uma alternativa mais compatível com