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O documento discute a evolução do conceito de felicidade ao longo da história. Na Grécia Antiga, Aristóteles via a felicidade como o bem mais elevado alcançado pelo desenvolvimento das capacidades humanas. Na Idade Média, o cristianismo transformou a felicidade em algo transcendente alcançado após a morte. Já os iluministas defendiam que cada um escolhe o que o faz feliz. Hoje, há pressão para parecer feliz nas redes sociais, embora a felicidade seja subjetiva e pessoal.
