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O ANTIGO REGIME PORTUGUÊS NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XVIII A acção de Sebastião José de Carvalho e Melo  (Marquês de Pombal)
D. JOSÉ I - 1750 - 1777  José Francisco António Inácio Norberto Agostinho de Bragança ( D. José I de Portugal) nasceu a 6 de Julho de 1714 e morreu a 24 de Fevereiro de 1777 .  Graças às inúmeras reformas levadas a cabo durante o seu reinado pelo Marques de Pombal, recebeu o cognome de “ O Reformador.” (Pode servir de tema para um trabalho de investigação) Escola Básica 2,3 Alto do Moinho - 8º Ano  Prof. Cidália Luís
Marquês de Pombal Sebastião José de carvalho e Melo, futuro conde de Oeiras e Marquês de Pombal, entrou para o primeiro governo de D. José I como secretário de Estado. O terramoto de 1755 e o modo como enfrentou a situação fizeram-no revelar grandes capacidades de dirigente e de governante. D. José I nomeou-o primeiro-ministro a partir dessa data.  (Pode servir de tema para um trabalho de investigação)
FALÊNCIA DAS PRIMEIRAS MEDIDAS MERCANTILISTAS Artº 1.º - Sua Majestade El-rei de Portugal, tanto em seu próprio nome como de seus sucessores, venho de admitir para sempre, daqui em diante, no Reino de Portugal, os panos de lã e mais fábricas de lanifícios de Inglaterra, como era costume até ao tempo que foram proibidas estas leis[…]. Artº 2º -  É estipulado que sua sagrda e real majestade britânica, em seu nome e no dos  seus sucessores, será obrigada para sempre, daqui em diante, a admitir na Grã-Bretanha os vinhos de produto de Portugal […]. Tratado de Methween O Ouro brasileiro O  Tratado de Methween e a descoberta do ouro brasileiro contribuíram para o fim das primeiras medidas mercantilistas em Portugal
O MERCANTILISMO POMBALINO Balança comercial portuguesa A diminuição das remessas de  ouro do Brasil,  o desequilíbrio da balança comercial, favorável aos ingleses, e o domínio económico destes em Portugal e nas colónias, obrigou Portugal a recorrer  (de novo) às doutrinas mercantilistas.
FOMENTO COMERCIAL  A fim de desenvolver o comércio, Marquês de Pombal tomou as seguintes medidas: ►  Combateu o contrabando; ►  Proibiu os pequeno mercadores independentes de comercializarem com o Brasil; ►  Criou várias companhias comerciais  Oriente  ♦  Companhia para o comércio com o Oriente  Brasil ♦  Comp. de Grão-Pará e Maranhão ♦  Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba África ♦  Companhia para o comércio dos Ajuás e Macuas (Moçambique). Portugal ♦  Companhia Geral dos vinhos do Alto Douro ♦  Companhia  Geral das Reais Pescas do Reino do Algarve
FOMENTO MANUFACTUREIRO Fomento da Industria:  Reorganizou a Real Fábrica das sedas; Fundou e renovou fábricas de vidros, louças, cutelarias e fundição, entre outras, através da concessão de subsídios; Reorganizou as fábricas reais de lanifícios; Fundou a primeira fábrica de refinação de açúcar.
O URBANISMO POMBALINO O TERRAMOTO DE 1755 No dia 1 de Novembro de 1755, a cidade de Lisboa sofreu um forte terramoto seguido de um maremoto (tsunami) e de um incêndio, que destruíram grande parte da cidade. Consequências: - Mais de 100.000 mortos - Destruição de mais de  15.000 casas  - Poucos conventos e  igrejas ficaram em pé. Terramoto de 1755
A CIDADE COMO IMAGEM DO PODER: O URBANISMO POMBALINO Medidas tomadas pelo Marquês de Pombal: - Enterrar os mortos e socorrer os feridos  - Ordenou que todos os palácios e igrejas fossem vigiados, para que estes não fossem saqueados - Planificou a reconstrução da cidade Proíbe a construção de qualquer edifício na área atingida Encarrega os arquitectos Manuel da Maia, Carlos Mardel e Eugénio dos Santos de elaborarem um novo plano urbanístico. O novo urbanismo:  Avenidas largas alternando com ruas mais estreitas Construção de passeios Distribuição de ofícios por ruas Instalação de uma rede de esgotos Construção de casas com a mesma altura e fachadas iguais Construção com novas técnicas de forma a serem mais resistentes aos sismos Construção da praça do comércio
O URBANISMO POMBALINO A Baixa Pombalina
O URBANISMO POMBALINO A Baixa Pombalina – Rua Augusta
O URBANISMO POMBALINO A Baixa Pombalina – Praça da Figueira
O URBANISMO POMBALINO A  gaiola pombalina , uma estrutura simétrica interior de madeira projectada a distribuir a força do terramoto, e paredes mais altas que o telhado para prevenir a progressão do fogo. Gaiola Pombalina Novas Técnicas de Construção  Gaiola Pombalina
Este ppt foi baseado no Manual “Viva a História 8  da Porto Editora , em imagens recolhidas na Web e ainda no trabalho da prof Cidália Luís da Escola Básica 2,3  Alto do Moinho Rui Nobre /2009/2010)

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F3 - Marquês de Pombal

  • 1. O ANTIGO REGIME PORTUGUÊS NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XVIII A acção de Sebastião José de Carvalho e Melo (Marquês de Pombal)
  • 2. D. JOSÉ I - 1750 - 1777 José Francisco António Inácio Norberto Agostinho de Bragança ( D. José I de Portugal) nasceu a 6 de Julho de 1714 e morreu a 24 de Fevereiro de 1777 . Graças às inúmeras reformas levadas a cabo durante o seu reinado pelo Marques de Pombal, recebeu o cognome de “ O Reformador.” (Pode servir de tema para um trabalho de investigação) Escola Básica 2,3 Alto do Moinho - 8º Ano Prof. Cidália Luís
  • 3. Marquês de Pombal Sebastião José de carvalho e Melo, futuro conde de Oeiras e Marquês de Pombal, entrou para o primeiro governo de D. José I como secretário de Estado. O terramoto de 1755 e o modo como enfrentou a situação fizeram-no revelar grandes capacidades de dirigente e de governante. D. José I nomeou-o primeiro-ministro a partir dessa data. (Pode servir de tema para um trabalho de investigação)
  • 4. FALÊNCIA DAS PRIMEIRAS MEDIDAS MERCANTILISTAS Artº 1.º - Sua Majestade El-rei de Portugal, tanto em seu próprio nome como de seus sucessores, venho de admitir para sempre, daqui em diante, no Reino de Portugal, os panos de lã e mais fábricas de lanifícios de Inglaterra, como era costume até ao tempo que foram proibidas estas leis[…]. Artº 2º - É estipulado que sua sagrda e real majestade britânica, em seu nome e no dos seus sucessores, será obrigada para sempre, daqui em diante, a admitir na Grã-Bretanha os vinhos de produto de Portugal […]. Tratado de Methween O Ouro brasileiro O Tratado de Methween e a descoberta do ouro brasileiro contribuíram para o fim das primeiras medidas mercantilistas em Portugal
  • 5. O MERCANTILISMO POMBALINO Balança comercial portuguesa A diminuição das remessas de ouro do Brasil, o desequilíbrio da balança comercial, favorável aos ingleses, e o domínio económico destes em Portugal e nas colónias, obrigou Portugal a recorrer (de novo) às doutrinas mercantilistas.
  • 6. FOMENTO COMERCIAL A fim de desenvolver o comércio, Marquês de Pombal tomou as seguintes medidas: ► Combateu o contrabando; ► Proibiu os pequeno mercadores independentes de comercializarem com o Brasil; ► Criou várias companhias comerciais Oriente ♦ Companhia para o comércio com o Oriente Brasil ♦ Comp. de Grão-Pará e Maranhão ♦ Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba África ♦ Companhia para o comércio dos Ajuás e Macuas (Moçambique). Portugal ♦ Companhia Geral dos vinhos do Alto Douro ♦ Companhia Geral das Reais Pescas do Reino do Algarve
  • 7. FOMENTO MANUFACTUREIRO Fomento da Industria: Reorganizou a Real Fábrica das sedas; Fundou e renovou fábricas de vidros, louças, cutelarias e fundição, entre outras, através da concessão de subsídios; Reorganizou as fábricas reais de lanifícios; Fundou a primeira fábrica de refinação de açúcar.
  • 8. O URBANISMO POMBALINO O TERRAMOTO DE 1755 No dia 1 de Novembro de 1755, a cidade de Lisboa sofreu um forte terramoto seguido de um maremoto (tsunami) e de um incêndio, que destruíram grande parte da cidade. Consequências: - Mais de 100.000 mortos - Destruição de mais de 15.000 casas - Poucos conventos e igrejas ficaram em pé. Terramoto de 1755
  • 9. A CIDADE COMO IMAGEM DO PODER: O URBANISMO POMBALINO Medidas tomadas pelo Marquês de Pombal: - Enterrar os mortos e socorrer os feridos - Ordenou que todos os palácios e igrejas fossem vigiados, para que estes não fossem saqueados - Planificou a reconstrução da cidade Proíbe a construção de qualquer edifício na área atingida Encarrega os arquitectos Manuel da Maia, Carlos Mardel e Eugénio dos Santos de elaborarem um novo plano urbanístico. O novo urbanismo: Avenidas largas alternando com ruas mais estreitas Construção de passeios Distribuição de ofícios por ruas Instalação de uma rede de esgotos Construção de casas com a mesma altura e fachadas iguais Construção com novas técnicas de forma a serem mais resistentes aos sismos Construção da praça do comércio
  • 10. O URBANISMO POMBALINO A Baixa Pombalina
  • 11. O URBANISMO POMBALINO A Baixa Pombalina – Rua Augusta
  • 12. O URBANISMO POMBALINO A Baixa Pombalina – Praça da Figueira
  • 13. O URBANISMO POMBALINO A gaiola pombalina , uma estrutura simétrica interior de madeira projectada a distribuir a força do terramoto, e paredes mais altas que o telhado para prevenir a progressão do fogo. Gaiola Pombalina Novas Técnicas de Construção Gaiola Pombalina
  • 14. Este ppt foi baseado no Manual “Viva a História 8 da Porto Editora , em imagens recolhidas na Web e ainda no trabalho da prof Cidália Luís da Escola Básica 2,3 Alto do Moinho Rui Nobre /2009/2010)