A ARTE
DO CUBISMO
“As Banhistas Grandes”
       1906, Paul Cézanne.
Essa obra faz parte dos últimos nus
de Cézanne, com suas formas duras,
 geométricas, foram precursores
 do Cubismo. Considerado artista
        Pós-Impressionista.
  Rejeitado pela Escola e Salão de
Belas Artes, chegou a expor com os
     Impressionistas que não o
          consideraram.
Só foi valorizado pela geração mais
          nova de artistas.
“Casas e Árvores”, 1908.
        Georges Braque
      (França: 1882-1963).

Antes de dedicar-se à arte, seguiu a
  profissão de seu pai: pintor de
             parede.
 Apenas temporariamente Fovista,
veio a fazer seus melhores trabalhos
  como fundador, juntamente com
        Picasso, do Cubismo.
   Palavras de Georges Braque:
  “É um erro imitar o que se quer
              criar”.
Cubismo
O estilo recebeu esse nome a partir do
pouco caso que o pintor Henri Matisse
  fez ao ver uma paisagem do pintor
 Georges Braque como nada além de
             “cubinhos”.
    Embora os verdadeiros cubistas
quebrassem os objetos que não eram
 propriamente cubos, o nome pegou.
“Les Demoiselles d’Avignon”
 “As Senhoritas de Avignon”
       1907, Pablo Picasso.
   Nesta pintura de transição, às
   vésperas do Cubismo, Picasso
 explodiu as idéias tradicionais de
beleza, perspectiva, anatomia e cor.
 Ele substituiu o estilo baseado na
aparência, que havia reinado desde
 a Renascença por uma estrutura
 intelectual que só existia em sua
 mente – a mais importante virada
    no desenvolvimento da arte
              moderna.
“Mulher sentada diante da
          janela”,
     1937, Pablo Picasso.
      Cubismo Analítico


Pablo Picasso quebrou as formas
  para recombiná-las de novas
            maneiras.
Assim é o Cubismo que se divide
em Cubismo Sintético e Cubismo
           Analítico.
“Guernica”, 1937, Pablo Picasso. Painel de 3,49 x 7,76m.
              Considerado a mais forte denúncia dos horrores da guerra.
  Aparece claramente a brutalidade do extermínio da população de Guernica (cidade
espanhola bombardeada pelos fascistas) e a luta do povo contra a ditadura. O cavalo no
      centro representa a força; a luz simboliza a bomba como fonte de agonia.

Ensino Médio- A arte do cubismo

  • 1.
  • 2.
    “As Banhistas Grandes” 1906, Paul Cézanne. Essa obra faz parte dos últimos nus de Cézanne, com suas formas duras, geométricas, foram precursores do Cubismo. Considerado artista Pós-Impressionista. Rejeitado pela Escola e Salão de Belas Artes, chegou a expor com os Impressionistas que não o consideraram. Só foi valorizado pela geração mais nova de artistas.
  • 3.
    “Casas e Árvores”,1908. Georges Braque (França: 1882-1963). Antes de dedicar-se à arte, seguiu a profissão de seu pai: pintor de parede. Apenas temporariamente Fovista, veio a fazer seus melhores trabalhos como fundador, juntamente com Picasso, do Cubismo. Palavras de Georges Braque: “É um erro imitar o que se quer criar”.
  • 4.
    Cubismo O estilo recebeuesse nome a partir do pouco caso que o pintor Henri Matisse fez ao ver uma paisagem do pintor Georges Braque como nada além de “cubinhos”. Embora os verdadeiros cubistas quebrassem os objetos que não eram propriamente cubos, o nome pegou.
  • 5.
    “Les Demoiselles d’Avignon” “As Senhoritas de Avignon” 1907, Pablo Picasso. Nesta pintura de transição, às vésperas do Cubismo, Picasso explodiu as idéias tradicionais de beleza, perspectiva, anatomia e cor. Ele substituiu o estilo baseado na aparência, que havia reinado desde a Renascença por uma estrutura intelectual que só existia em sua mente – a mais importante virada no desenvolvimento da arte moderna.
  • 6.
    “Mulher sentada dianteda janela”, 1937, Pablo Picasso. Cubismo Analítico Pablo Picasso quebrou as formas para recombiná-las de novas maneiras. Assim é o Cubismo que se divide em Cubismo Sintético e Cubismo Analítico.
  • 7.
    “Guernica”, 1937, PabloPicasso. Painel de 3,49 x 7,76m. Considerado a mais forte denúncia dos horrores da guerra. Aparece claramente a brutalidade do extermínio da população de Guernica (cidade espanhola bombardeada pelos fascistas) e a luta do povo contra a ditadura. O cavalo no centro representa a força; a luz simboliza a bomba como fonte de agonia.