MODELO
VERDADE PRÁTICA
• “...Em Jesus Cristo podemos superar todas as crises, e andar
de triunfo em triunfo...”
LEITURA DIÁRIA
• Segunda - Fp 4.11
Aprendendo a se contentar com o que tem
• Terça - Fp 4.12
Aprendendo a ser bem-sucedido em todas as circunstâncias
• Quarta - Fp 4.19
Aprendendo a esperar no Deus que supre as nossas necessidades
• Quinta - Fp 1.21
Aprendendo que para o crente tudo é ganho
• Sexta - 2 Co 1.3,4
Aprendendo com o Deus de misericórdia e de toda a consolação
• Sábado - 2 Co 1.8-10
Aprendendo a confiar em Deus em tempos de crise
OBJETIVO GERAL
• Mostrar que Deus deseja nos ensinar a enfrentar as crises.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• I. Ressaltar a fidelidade de Paulo em meio às crises;
• II. Mostrar a abnegação de Paulo ante o sofrimento;
• III. Compreender como podemos vencer as crises.
ESBOÇO DA LIÇÃO
I – A FIDELIDADE DE PAULO EM MEIO ÀS CRISES
• 1.Destemor e ousadia.
• 2.Alegria em meio às crises.
• 3.Servindo a Deus em meio às crises.
II – ABNEGAÇÃO ANTE O SOFRIMENTO
• 1.A disposição de Paulo em sofrer pelos cristãos de Filipos (Fp 2.17,18).
• 2.A disposição de Epafrodito (Fp 2.25-30).
• 3.Paulo e os judaizantes (Fp 3.1-8).
III – APRENDENDO A VENCER AS CRISES
• 1.A crise da falta de firmeza espiritual (Fp 4.1).
• 2.A crise da desarmonia (Fp 4.2,3).
• 3.Vencendo as crises.
PONTO CENTRAL
Deus deseja nos ensinar a enfrentar e vencer as crises da vida.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Filipenses 4.10-20.
• 10 - Ora, muito me regozijei no Senhor por, finalmente, reviver a
vossa lembrança de mim; pois já vos tínheis lembrado, mas não
tínheis tido oportunidade.
• 11 - Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a
contentar-me com o que tenho.
• 12 - Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a
maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura
como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer
necessidade.
• 13 - Posso todas as coisas naquele que me fortalece.
• 14 - Todavia, fizestes bem em tomar parte na minha aflição.
• 15 - E bem sabeis também vós, ó filipenses que, no princípio do
evangelho, quando,
• parti da Macedônia, nenhuma igreja comunicou comigo com
respeito a dar e a receber, senão vós somente.
• 16 - Porque também, uma e outra vez, me mandastes o necessário
a Tessalônica.
• 17 - Não que procure dádivas, mas procuro o fruto que aumente a
vossa conta.
• 18 - Mas bastante tenho recebido e tenho abundância; cheio
estou, depois que recebi de Epafrodito o que da vossa parte me foi
enviado, como cheiro de suavidade e sacrifício agradável e
aprazível a Deus.
• 19 - O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as
vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus.
• 20 - Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre.
Amém!
TEXTO ÁUREO
“...Posso todas as coisas naquele que me fortalece..." (Fp 4.13)
INTRODUÇÃO
• Apesar das dificuldades Paulo pregou a Palavra de Deus,
fundou igrejas e escreveu várias cartas.
I – A FIDELIDADE DE PAULO
EM MEIO ÀS CRISES
1. Destemor e ousadia.
• As experiências de Paulo se tornaram especialmente
marcantes e paradigmáticas.
• O grande apóstolo foi aprisionado várias vezes por ser um
cristão, considerava-se um “embaixador em cadeias” e
escreveu várias de suas epístolas enquanto preso (At 16.23;
20.23; 21.33; 26.29; 28.20; Rm 16.7; 2 Co 6.5; 11.23; Ef 3.1;
4.1; 6.20; Fp 1.7,13s,17; Cl 4.3,10,18; 2 Tm 1.16; 2.9; Fm
1,9s,13,23).
• A Epístola aos Hebreus, depois de mencionar “algemas e
prisões” como um dos sofrimentos dos servos de Deus, pede
aos leitores que se lembrem dos encarcerados, possivelmente
irmãos em Cristo (Hb 11.36; 13.2).
• Durante os três primeiros séculos, nos quais o cristianismo
não gozou de status legal no Império Romano, o
encarceramento e outras restrições foram experiências
dolorosas e freqüentes na vida de muitos cristãos.
2. Alegria em meio às crises.
• A grande maioria dos teólogos acredita que Paulo escreveu a
Epístola aos Filipenses durante uma de suas prisões, talvez em
Roma ou Éfeso.
• Segundo Francis Davidson “Houve duas razões principais que
induziram o apóstolo a escrever aos filipenses.
• A primeira, para hipotercar-lhes sua gratidão pelo fato de
eles, simpatizando com seu apostolado e partilhando de suas
aflições, lembrarem-se de enviar-lhe algumas dádivas por
intermédio de Epafrodito, um de seus membros (Fil. 4:10-18).
• A segunda, para corrigir algumas pequenas desordens
existentes no seio da igreja”
3. Servindo a Deus em meio às crises.
• Em Filipenses 4.11-14 Paulo ressalta ser livre da opressão da
necessidade. Sua alegria não se deve a ter suas necessidades
satisfeitas, mas ao fato de que a preocupação dos filipenses
está fundamentada no Senhor.
• Paulo experimentou tanto a necessidade quanto a
abundância. (A palavra usada para ‘necessidade’ aqui, é a
mesma para a humilhação de Cristo no capítulo 2.8 de
Filipenses; mas, devido a este contexto, provavelmente se
refere à privação econômica). Ele então emprega dois
conjuntos de verbos contrastantes para mostrar os extremos
através dos quais experimentou contentamento: quando
estava bem alimentado, quando teve fome, quando viveu
períodos de abundância e quando padeceu necessidades.
Aprendi a contentar-me
• “O segredo do contentamento, da satisfação, é conhecermos
que Deus nos concede, em cada circunstância, tudo quanto
necessitamos para uma vida vitoriosa em Cristo.
• Nossa capacidade de viver vitoriosamente acima das
situações instáveis da vida provém do poder de Cristo que flui
em nós e através de nós.
• Isso não ocorre de modo natural; precisamos aprender na
dependência de Cristo.”
CONSOLO NAS AFLIÇÕES
• "Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a
contentar-me com o que tenho" (Filipenses 4:11)
Contentamento.
• É uma coisa concebível, ou é nada mais do que um belo ideal,
um mero sonho de um poeta?
• É atingível na terra ou é restrita aos habitantes do céu?
• Se é possível aqui e agora, pode ser mantido, ou são alguns
breves momentos ou horas de contentamento o máximo que
podemos esperar nesta vida?
• Perguntas como estas encontram resposta, uma resposta,
pelo menos, nas palavras do apóstolo Paulo:
• “...Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a
contentar-me com o que tenho..." (Filipenses 4:11).
II – ABNEGAÇÃO ANTE O
SOFRIMENTO
1. A disposição de Paulo em sofrer
pelos cristãos de Filipos (Fp 2.17,18).
• Há muitos significados que poderíamos tomar emprestado
para conceituar o termo “obediência”. Como, por exemplo,
“sujeitar-se a vontade de”, “estar sob autoridade de” e “estar
sujeito”. Há de se destacar, porém, que o apóstolo Paulo
quando fala de obediência, refere-se à virtude uma disposição
firme para praticar o bem de uma pessoa que abraçou a fé
mediante o Evangelho de Cristo.
• Aqui, obedecê-lo é encarnar os valores do Reino de Deus
numa perspectiva de se espalhar o bem no mundo. Para
Paulo, a melhor forma de fazer isso é semeando o Evangelho,
a mais bela das notícias para a humanidade. Paulo estimula os
filipenses a celebrarem juntamente com ele esta tão grande
salvação (Hb 2.3).
2.A disposição de Epafrodito
(Fp 2.25-30).
• Paulo tem Epafrodito em alta conta. Chama-o de “meu
irmão”, do mesmo modo que chama Timóteo de “filho”, isto
é, alguém com quem tem profunda intimidade e identidade.
Também o chama de “cooperador”, tradução de um termo
grego que significa “aquele que trabalha lado a lado”. E de
“companheiro de lutas”, um termo militar que significa
“aquele que combate lado a lado.”
• E ainda, pelo fato de ter arriscado sua vida para suprir-lhe as
necessidades, Paulo exorta a igreja de Filipos a recebê-lo com
alegria e honra. Nestes tempos em que os pastores se
queixam tanto de solidão no ministério, é reconfortante ler
sobre a beleza desse relacionamento entre Paulo e
Epafrodito.
3. Paulo e os judaizantes (Fp 3.1-8).
• A maior provação de Paulo era a tristeza que sentia e
experimentava por causa dos que distorciam o evangelho de
Cristo. Seu amor a Cristo, à igreja e à verdade redentora, era
tão forte que o levou a opor-se energicamente àqueles que
pervertiam a doutrina pura, e a descrevê-los como "cães" e
"maus obreiros" (ver 1.17; Gl 1.9; cf. Mt 23).
• O termo grego "circuncisão", como é empregado por Paulo
aqui, significa "mutiladores do corpo" e refere-se ao rito da
circuncisão segundo o ensino dos falsos mestres judaizantes,
afirmando que o sinal da circuncisão conforme o AT era
necessário à salvação. Paulo declara que a verdadeira
circuncisão é uma obra do Espírito no coração da pessoa, pela
qual o pecado e o mal são cortados (v. 3; Rm 2.25-29; Cl 2.11).
III – APRENDENDO A
VENCER AS CRISES
1. A crise da falta de firmeza
espiritual (Fp 4.1).
• O verbo aprovar (gr. dokimazein) significa “pôr sob teste” (1Ts
5.21) e depois “aceitar quando testado”, ou “aprovar”.
• Como termo comercial, era usado para denotar o teste de
moedas.
• As que eram “aprovadas”, eram dinheiro genuíno, não-
falsificado.
• A idéia de “teste” era, evidentemente, algo muito familiar, e
favorito, para Paulo (veja-se Rm 12.2; 1Co 3.13; 11.28; 2Co
8.22; 13.5; Gl 6.4; 1Ts 2.4).
• A idéia é que os leitores de Paulo possam ter a habilidade de
discernir, e depois praticar, em suas vidas coletivas, como
crentes, os assuntos realmente importantes do viver
comunitário.
2. A crise da desarmonia (Fp 4.2,3).
• Paulo sabia da importância para a Comunidade de Filipos o
trabalho delas, mas contendas entre elas podia colocar tudo a
perder.
• A solução encontrada por Paulo foi chamar a atenção das
duas e pedir também a outras pessoas que as auxiliassem
nessa empreitada pela paz, pois ali, na igreja de Filipos, não
havia lugar para disputas e fofocas.
• Paulo não se detém nos detalhes da questão e nem menciona
o motivo da discórdia, mas é o que menos importa quando
temos diante de nós um objetivo maior, sermos instrumentos
usado por Deus.
• Paulo tinha um objetivo claro: tornar conhecido a pessoas de
Jesus Cristo, os evangelizadores eram instrumentos na mão de
Deus.
3. Vencendo as crises.
• “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”.
• Com certeza este é um dos textos mais conhecidos e citados
das Escrituras Sagradas.
• Todavia, na maioria das vezes é mencionado de forma
equivocada, fora do seu contexto.
• Paulo escreveu à igreja de Filipos quando se encontrava preso
em Roma.
• Ele queria agradecer os irmãos filipenses pela oferta generosa
que eles haviam enviado.
• O apóstolo dos gentios estava atravessando um momento
difícil, todavia, ele conforta os irmãos mostrando que durante
seu ministério aprendeu tanto a ter fartura como a padecer
necessidades.
CONCLUSÃO
• O contentamento de Paulo diante das crises era resultado da
sua comunhão com Deus.
• Ele aprendera com o Senhor a se contentar em toda e
qualquer circunstância.
• Que possamos seguir o exemplo de Paulo e aprender com o
Senhor a ter paz e contentamento mesmo enfrentando uma
crise.
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E.b.d adultos 4ºtrimestre 2016 lição 13

  • 1.
  • 2.
    VERDADE PRÁTICA • “...EmJesus Cristo podemos superar todas as crises, e andar de triunfo em triunfo...”
  • 3.
    LEITURA DIÁRIA • Segunda- Fp 4.11 Aprendendo a se contentar com o que tem • Terça - Fp 4.12 Aprendendo a ser bem-sucedido em todas as circunstâncias • Quarta - Fp 4.19 Aprendendo a esperar no Deus que supre as nossas necessidades • Quinta - Fp 1.21 Aprendendo que para o crente tudo é ganho • Sexta - 2 Co 1.3,4 Aprendendo com o Deus de misericórdia e de toda a consolação • Sábado - 2 Co 1.8-10 Aprendendo a confiar em Deus em tempos de crise
  • 4.
    OBJETIVO GERAL • Mostrarque Deus deseja nos ensinar a enfrentar as crises.
  • 5.
    OBJETIVOS ESPECÍFICOS • I.Ressaltar a fidelidade de Paulo em meio às crises; • II. Mostrar a abnegação de Paulo ante o sofrimento; • III. Compreender como podemos vencer as crises.
  • 6.
    ESBOÇO DA LIÇÃO I– A FIDELIDADE DE PAULO EM MEIO ÀS CRISES • 1.Destemor e ousadia. • 2.Alegria em meio às crises. • 3.Servindo a Deus em meio às crises. II – ABNEGAÇÃO ANTE O SOFRIMENTO • 1.A disposição de Paulo em sofrer pelos cristãos de Filipos (Fp 2.17,18). • 2.A disposição de Epafrodito (Fp 2.25-30). • 3.Paulo e os judaizantes (Fp 3.1-8). III – APRENDENDO A VENCER AS CRISES • 1.A crise da falta de firmeza espiritual (Fp 4.1). • 2.A crise da desarmonia (Fp 4.2,3). • 3.Vencendo as crises.
  • 7.
    PONTO CENTRAL Deus desejanos ensinar a enfrentar e vencer as crises da vida.
  • 8.
    LEITURA BÍBLICA EMCLASSE Filipenses 4.10-20. • 10 - Ora, muito me regozijei no Senhor por, finalmente, reviver a vossa lembrança de mim; pois já vos tínheis lembrado, mas não tínheis tido oportunidade. • 11 - Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. • 12 - Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. • 13 - Posso todas as coisas naquele que me fortalece. • 14 - Todavia, fizestes bem em tomar parte na minha aflição.
  • 9.
    • 15 -E bem sabeis também vós, ó filipenses que, no princípio do evangelho, quando, • parti da Macedônia, nenhuma igreja comunicou comigo com respeito a dar e a receber, senão vós somente. • 16 - Porque também, uma e outra vez, me mandastes o necessário a Tessalônica. • 17 - Não que procure dádivas, mas procuro o fruto que aumente a vossa conta. • 18 - Mas bastante tenho recebido e tenho abundância; cheio estou, depois que recebi de Epafrodito o que da vossa parte me foi enviado, como cheiro de suavidade e sacrifício agradável e aprazível a Deus. • 19 - O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus. • 20 - Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre. Amém!
  • 10.
    TEXTO ÁUREO “...Posso todasas coisas naquele que me fortalece..." (Fp 4.13)
  • 11.
    INTRODUÇÃO • Apesar dasdificuldades Paulo pregou a Palavra de Deus, fundou igrejas e escreveu várias cartas.
  • 12.
    I – AFIDELIDADE DE PAULO EM MEIO ÀS CRISES
  • 13.
    1. Destemor eousadia.
  • 14.
    • As experiênciasde Paulo se tornaram especialmente marcantes e paradigmáticas. • O grande apóstolo foi aprisionado várias vezes por ser um cristão, considerava-se um “embaixador em cadeias” e escreveu várias de suas epístolas enquanto preso (At 16.23; 20.23; 21.33; 26.29; 28.20; Rm 16.7; 2 Co 6.5; 11.23; Ef 3.1; 4.1; 6.20; Fp 1.7,13s,17; Cl 4.3,10,18; 2 Tm 1.16; 2.9; Fm 1,9s,13,23). • A Epístola aos Hebreus, depois de mencionar “algemas e prisões” como um dos sofrimentos dos servos de Deus, pede aos leitores que se lembrem dos encarcerados, possivelmente irmãos em Cristo (Hb 11.36; 13.2). • Durante os três primeiros séculos, nos quais o cristianismo não gozou de status legal no Império Romano, o encarceramento e outras restrições foram experiências dolorosas e freqüentes na vida de muitos cristãos.
  • 15.
    2. Alegria emmeio às crises.
  • 16.
    • A grandemaioria dos teólogos acredita que Paulo escreveu a Epístola aos Filipenses durante uma de suas prisões, talvez em Roma ou Éfeso. • Segundo Francis Davidson “Houve duas razões principais que induziram o apóstolo a escrever aos filipenses. • A primeira, para hipotercar-lhes sua gratidão pelo fato de eles, simpatizando com seu apostolado e partilhando de suas aflições, lembrarem-se de enviar-lhe algumas dádivas por intermédio de Epafrodito, um de seus membros (Fil. 4:10-18). • A segunda, para corrigir algumas pequenas desordens existentes no seio da igreja”
  • 17.
    3. Servindo aDeus em meio às crises.
  • 18.
    • Em Filipenses4.11-14 Paulo ressalta ser livre da opressão da necessidade. Sua alegria não se deve a ter suas necessidades satisfeitas, mas ao fato de que a preocupação dos filipenses está fundamentada no Senhor. • Paulo experimentou tanto a necessidade quanto a abundância. (A palavra usada para ‘necessidade’ aqui, é a mesma para a humilhação de Cristo no capítulo 2.8 de Filipenses; mas, devido a este contexto, provavelmente se refere à privação econômica). Ele então emprega dois conjuntos de verbos contrastantes para mostrar os extremos através dos quais experimentou contentamento: quando estava bem alimentado, quando teve fome, quando viveu períodos de abundância e quando padeceu necessidades.
  • 20.
    Aprendi a contentar-me •“O segredo do contentamento, da satisfação, é conhecermos que Deus nos concede, em cada circunstância, tudo quanto necessitamos para uma vida vitoriosa em Cristo. • Nossa capacidade de viver vitoriosamente acima das situações instáveis da vida provém do poder de Cristo que flui em nós e através de nós. • Isso não ocorre de modo natural; precisamos aprender na dependência de Cristo.”
  • 21.
    CONSOLO NAS AFLIÇÕES •"Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho" (Filipenses 4:11)
  • 22.
    Contentamento. • É umacoisa concebível, ou é nada mais do que um belo ideal, um mero sonho de um poeta? • É atingível na terra ou é restrita aos habitantes do céu? • Se é possível aqui e agora, pode ser mantido, ou são alguns breves momentos ou horas de contentamento o máximo que podemos esperar nesta vida? • Perguntas como estas encontram resposta, uma resposta, pelo menos, nas palavras do apóstolo Paulo: • “...Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho..." (Filipenses 4:11).
  • 23.
    II – ABNEGAÇÃOANTE O SOFRIMENTO
  • 24.
    1. A disposiçãode Paulo em sofrer pelos cristãos de Filipos (Fp 2.17,18).
  • 25.
    • Há muitossignificados que poderíamos tomar emprestado para conceituar o termo “obediência”. Como, por exemplo, “sujeitar-se a vontade de”, “estar sob autoridade de” e “estar sujeito”. Há de se destacar, porém, que o apóstolo Paulo quando fala de obediência, refere-se à virtude uma disposição firme para praticar o bem de uma pessoa que abraçou a fé mediante o Evangelho de Cristo. • Aqui, obedecê-lo é encarnar os valores do Reino de Deus numa perspectiva de se espalhar o bem no mundo. Para Paulo, a melhor forma de fazer isso é semeando o Evangelho, a mais bela das notícias para a humanidade. Paulo estimula os filipenses a celebrarem juntamente com ele esta tão grande salvação (Hb 2.3).
  • 26.
    2.A disposição deEpafrodito (Fp 2.25-30).
  • 27.
    • Paulo temEpafrodito em alta conta. Chama-o de “meu irmão”, do mesmo modo que chama Timóteo de “filho”, isto é, alguém com quem tem profunda intimidade e identidade. Também o chama de “cooperador”, tradução de um termo grego que significa “aquele que trabalha lado a lado”. E de “companheiro de lutas”, um termo militar que significa “aquele que combate lado a lado.” • E ainda, pelo fato de ter arriscado sua vida para suprir-lhe as necessidades, Paulo exorta a igreja de Filipos a recebê-lo com alegria e honra. Nestes tempos em que os pastores se queixam tanto de solidão no ministério, é reconfortante ler sobre a beleza desse relacionamento entre Paulo e Epafrodito.
  • 28.
    3. Paulo eos judaizantes (Fp 3.1-8).
  • 29.
    • A maiorprovação de Paulo era a tristeza que sentia e experimentava por causa dos que distorciam o evangelho de Cristo. Seu amor a Cristo, à igreja e à verdade redentora, era tão forte que o levou a opor-se energicamente àqueles que pervertiam a doutrina pura, e a descrevê-los como "cães" e "maus obreiros" (ver 1.17; Gl 1.9; cf. Mt 23). • O termo grego "circuncisão", como é empregado por Paulo aqui, significa "mutiladores do corpo" e refere-se ao rito da circuncisão segundo o ensino dos falsos mestres judaizantes, afirmando que o sinal da circuncisão conforme o AT era necessário à salvação. Paulo declara que a verdadeira circuncisão é uma obra do Espírito no coração da pessoa, pela qual o pecado e o mal são cortados (v. 3; Rm 2.25-29; Cl 2.11).
  • 30.
    III – APRENDENDOA VENCER AS CRISES
  • 31.
    1. A criseda falta de firmeza espiritual (Fp 4.1).
  • 32.
    • O verboaprovar (gr. dokimazein) significa “pôr sob teste” (1Ts 5.21) e depois “aceitar quando testado”, ou “aprovar”. • Como termo comercial, era usado para denotar o teste de moedas. • As que eram “aprovadas”, eram dinheiro genuíno, não- falsificado. • A idéia de “teste” era, evidentemente, algo muito familiar, e favorito, para Paulo (veja-se Rm 12.2; 1Co 3.13; 11.28; 2Co 8.22; 13.5; Gl 6.4; 1Ts 2.4). • A idéia é que os leitores de Paulo possam ter a habilidade de discernir, e depois praticar, em suas vidas coletivas, como crentes, os assuntos realmente importantes do viver comunitário.
  • 33.
    2. A criseda desarmonia (Fp 4.2,3).
  • 34.
    • Paulo sabiada importância para a Comunidade de Filipos o trabalho delas, mas contendas entre elas podia colocar tudo a perder. • A solução encontrada por Paulo foi chamar a atenção das duas e pedir também a outras pessoas que as auxiliassem nessa empreitada pela paz, pois ali, na igreja de Filipos, não havia lugar para disputas e fofocas. • Paulo não se detém nos detalhes da questão e nem menciona o motivo da discórdia, mas é o que menos importa quando temos diante de nós um objetivo maior, sermos instrumentos usado por Deus. • Paulo tinha um objetivo claro: tornar conhecido a pessoas de Jesus Cristo, os evangelizadores eram instrumentos na mão de Deus.
  • 35.
  • 36.
    • “Posso todasas coisas naquele que me fortalece”. • Com certeza este é um dos textos mais conhecidos e citados das Escrituras Sagradas. • Todavia, na maioria das vezes é mencionado de forma equivocada, fora do seu contexto. • Paulo escreveu à igreja de Filipos quando se encontrava preso em Roma. • Ele queria agradecer os irmãos filipenses pela oferta generosa que eles haviam enviado. • O apóstolo dos gentios estava atravessando um momento difícil, todavia, ele conforta os irmãos mostrando que durante seu ministério aprendeu tanto a ter fartura como a padecer necessidades.
  • 37.
    CONCLUSÃO • O contentamentode Paulo diante das crises era resultado da sua comunhão com Deus. • Ele aprendera com o Senhor a se contentar em toda e qualquer circunstância. • Que possamos seguir o exemplo de Paulo e aprender com o Senhor a ter paz e contentamento mesmo enfrentando uma crise.
  • 38.