Aristides Luis Madureira [email_address]
 
Documento de Aparecida Sínodo da Palavra Campanha da Fraternidade 2009 - 2010 e 2011 Fraternidade e segurança pública Fraternidade Economia e Vida Fraternidade e Vida no planeta
É o setor que mais cresce POR QUÊ? Quais os desafios desse setor? Quais as implicações para a Igreja? Por incrível que possa parecer, grandes autores da administração buscam desenvolver seus modelos de planejamento estratégico tendo por fonte inspiradora a  Igreja enquanto organização . Afinal, ela é a multinacional sem fins lucrativos mais bem sucedida do planeta.   E J esus , seu fundador, como  modelo de gestor 1º Setor – Estado 2º Setor – Privado (mercado) 3º Setor – Não governamental, não é de mercado e sem fins lucrativos
Administração Participativa A Administração Participativa é uma das idéias mais antigas da administração. Ela nasceu na Grécia com a invenção da democracia. Continua a ser uma idéia moderna, que integra as práticas mais avançadas e é considerada um dos novos paradigmas da administração.
MODELOS DE ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA Modelo diretivo : o gestor designa a participação de cada funcionário nas decisões.    Problemas do modelo diretivo: Ineficiência global do sistema; Fragilidade da empresa; Insatisfação e desmotivação dos trabalhadores; Autoritarismo. Obs.: As organizações que utilizam o modelo diretivo são denominadas mecanicistas.
Modelo participativo : todas as pessoas expressam suas opiniões de forma livre, onde cada um é responsável por seu desempenho e comportamento. Obs.: As organizações que seguem o modelo participativo são chamadas de orgânicas. MODELO DIRETIVO MODELO PARTICIPATIVO AUTORIDADE HIERARQUIA OBEDIÊNCIA AUTOGESTÃO DISCIPLINA AUTONOMIA
 
Desafios administrativos Uma organização sem fins lucrativos requer quatro coisas para  funcionar : Um plano – Marketing –  Pessoas  – Dinheiro Peter Drucker  1º Grupo -  Funcionários 2º Grupo -  Voluntários ( agentes pastorais e outros ) 3º Grupo – Fiéis ( Todo Batizado )
Da compreensão por parte de todos da  visão , dos  princípios  e dos  valores  do fundador ou idealizador da organização. O sucesso da Atividade Fim depende: Atividade Fim Evangelização Anúncio Implantação do Reino
Desafios de motivação Quando as pessoas não se sentem parte da atividade Fim Quando há uma concentração  nos esforços dos afazeres paroquiais na atividade meio Falta de uma visão ampla sobre a Instituição Não se sentem membros efetivos dos afazeres da Instituição Quando há dúvidas sobre os métodos administrativos adotados A falta de transparência na administração ...
A maior ameaça da Igreja hoje  (Doc. Aparecida 13)  É a mediocridade, é o fazer de conta, é a hipocrisia, o comodismo, é um cristianismo de fachada, só de aparência. É a repetição de fórmulas, é reduzir a nossa fé a algumas normas, proibições ou devoções fragmentadas, participação ocasional.
O maior desafio da Igreja hoje   (Doc. Ap. 14)  É não ter medo  (Mt 28,5).  É acreditar na vitória de Cristo ressuscitado que nos estimula à conversão e a manter viva a esperança que não engana.  É, sobretudo mostrar a capacidade  para promover e formar discípulos e missionários que respondam à vocação recebida e comuniquem por toda parte, transbordando de gratidão e alegria, o dom do encontro com Jesus Cristo. Não temos outro tesouro a não ser este. Não temos outra felicidade nem outra prioridade senão a de sermos instrumentos do Espírito de Deus na Igreja, para que Cristo seja encontrado, seguido, amado, adorado, anunciado e comunicado a todos, não obstante todas as dificuldades e resistências. Este é o melhor serviço - o seu serviço! - que a Igreja deve oferecer às pessoas e nações".
 
Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim. Perguntar-lhe-ão os justos: - Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos? Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar? Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.
Desenvolver  uma espiritualidade solidária. Dar a conhecer as ações evangelizadoras da paróquia. Envolver  as pastorais, movimentos e outros organismos na conscientização do dízimo. Possibilitar experiências de misericórdia de modo individual e coletivo. Aumentar o número de dizimistas e a arrecadação mensal. Auxiliar as equipes com ideias e atividades de evangelização. Promover um ano de trabalhos da pastoral que dispense falar diretamente sobre a questão dinheiro. Despertar o sentido de pertença dos fiéis para com a comunidade. Animar os dizimistas inadimplentes ao retorno da devolução. Manter a perseverança dos dizimistas. Animar as celebrações mensais do dízimo. Melhorar  o relacionamento entre as pastorais e os  movimentos com a pastoral do  dízimo. Despertar os agentes de pastorais à fidelidade da devolução do dízimo na paróquia. Auxiliar aos sacerdotes com elementos práticos para o desenvolvimento das homilias; principalmente àqueles que apresentam dificuldades em abordar o tema dízimo e ofertas em público. Promover ações sociais em benefício de instituições ligadas à paróquia. Valorizar e promover o trabalho voluntário na paróquia. Melhorar a estima e o orgulho (positivo) de ser católico nos batizados. Traz à realidade social os alienados e indiferentes. Propicia a comunhão fraterna da família cristã.
a) Obras de Misericórdia corporais 1-Dar de comer a quem tem fome; 2-Dar de beber a quem tem sede; 3-vestir os nus; 4-visitar os doentes; 5-visitar os presos; 6-acolher os peregrinos; 7-enterrar os mortos. b)Obras de Misericórdia Espirituais 1-dar bom conselho; 2-corrigir os que erram; 3-ensinar os ignorantes; 4-suportar com paciência as fraquezas do próximo; 5-consolar os aflitos; 6-perdoar os que nos ofenderam; 7-rezar pelos vivos e pelos mortos.
Material: Cartazes Mensagens Cartilha
I Etapa Reunir equipe Listar Pastorais e movimentos paroquiais Agendar segundo realidade as mensagens a cada mês II Etapa Pastoral do Dízimo entra em contato com coordenadores Listar atividades de cada organismo Elaborar e desenvolver as atividades para cada mês Instituir um final de semana para a PD III Etapa Celebração de abertura Celebração de encerramento É fundamental a participação do sacerdote ao longo do processo
Editora A partilha 0800 9402255 www.editoraapartilha.com.br [email_address]

Dizimo e as_obras_de_misericordia

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    Aristides Luis Madureira[email_address]
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    Documento de AparecidaSínodo da Palavra Campanha da Fraternidade 2009 - 2010 e 2011 Fraternidade e segurança pública Fraternidade Economia e Vida Fraternidade e Vida no planeta
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    É o setorque mais cresce POR QUÊ? Quais os desafios desse setor? Quais as implicações para a Igreja? Por incrível que possa parecer, grandes autores da administração buscam desenvolver seus modelos de planejamento estratégico tendo por fonte inspiradora a Igreja enquanto organização . Afinal, ela é a multinacional sem fins lucrativos mais bem sucedida do planeta. E J esus , seu fundador, como modelo de gestor 1º Setor – Estado 2º Setor – Privado (mercado) 3º Setor – Não governamental, não é de mercado e sem fins lucrativos
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    Administração Participativa AAdministração Participativa é uma das idéias mais antigas da administração. Ela nasceu na Grécia com a invenção da democracia. Continua a ser uma idéia moderna, que integra as práticas mais avançadas e é considerada um dos novos paradigmas da administração.
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    MODELOS DE ADMINISTRAÇÃOPARTICIPATIVA Modelo diretivo : o gestor designa a participação de cada funcionário nas decisões.  Problemas do modelo diretivo: Ineficiência global do sistema; Fragilidade da empresa; Insatisfação e desmotivação dos trabalhadores; Autoritarismo. Obs.: As organizações que utilizam o modelo diretivo são denominadas mecanicistas.
  • 7.
    Modelo participativo :todas as pessoas expressam suas opiniões de forma livre, onde cada um é responsável por seu desempenho e comportamento. Obs.: As organizações que seguem o modelo participativo são chamadas de orgânicas. MODELO DIRETIVO MODELO PARTICIPATIVO AUTORIDADE HIERARQUIA OBEDIÊNCIA AUTOGESTÃO DISCIPLINA AUTONOMIA
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    Desafios administrativos Umaorganização sem fins lucrativos requer quatro coisas para funcionar : Um plano – Marketing – Pessoas – Dinheiro Peter Drucker 1º Grupo - Funcionários 2º Grupo - Voluntários ( agentes pastorais e outros ) 3º Grupo – Fiéis ( Todo Batizado )
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    Da compreensão porparte de todos da visão , dos princípios e dos valores do fundador ou idealizador da organização. O sucesso da Atividade Fim depende: Atividade Fim Evangelização Anúncio Implantação do Reino
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    Desafios de motivaçãoQuando as pessoas não se sentem parte da atividade Fim Quando há uma concentração nos esforços dos afazeres paroquiais na atividade meio Falta de uma visão ampla sobre a Instituição Não se sentem membros efetivos dos afazeres da Instituição Quando há dúvidas sobre os métodos administrativos adotados A falta de transparência na administração ...
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    A maior ameaçada Igreja hoje (Doc. Aparecida 13) É a mediocridade, é o fazer de conta, é a hipocrisia, o comodismo, é um cristianismo de fachada, só de aparência. É a repetição de fórmulas, é reduzir a nossa fé a algumas normas, proibições ou devoções fragmentadas, participação ocasional.
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    O maior desafioda Igreja hoje (Doc. Ap. 14) É não ter medo (Mt 28,5). É acreditar na vitória de Cristo ressuscitado que nos estimula à conversão e a manter viva a esperança que não engana.  É, sobretudo mostrar a capacidade  para promover e formar discípulos e missionários que respondam à vocação recebida e comuniquem por toda parte, transbordando de gratidão e alegria, o dom do encontro com Jesus Cristo. Não temos outro tesouro a não ser este. Não temos outra felicidade nem outra prioridade senão a de sermos instrumentos do Espírito de Deus na Igreja, para que Cristo seja encontrado, seguido, amado, adorado, anunciado e comunicado a todos, não obstante todas as dificuldades e resistências. Este é o melhor serviço - o seu serviço! - que a Igreja deve oferecer às pessoas e nações".
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    Vinde, benditos demeu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim. Perguntar-lhe-ão os justos: - Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos? Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar? Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.
  • 16.
    Desenvolver umaespiritualidade solidária. Dar a conhecer as ações evangelizadoras da paróquia. Envolver as pastorais, movimentos e outros organismos na conscientização do dízimo. Possibilitar experiências de misericórdia de modo individual e coletivo. Aumentar o número de dizimistas e a arrecadação mensal. Auxiliar as equipes com ideias e atividades de evangelização. Promover um ano de trabalhos da pastoral que dispense falar diretamente sobre a questão dinheiro. Despertar o sentido de pertença dos fiéis para com a comunidade. Animar os dizimistas inadimplentes ao retorno da devolução. Manter a perseverança dos dizimistas. Animar as celebrações mensais do dízimo. Melhorar o relacionamento entre as pastorais e os movimentos com a pastoral do dízimo. Despertar os agentes de pastorais à fidelidade da devolução do dízimo na paróquia. Auxiliar aos sacerdotes com elementos práticos para o desenvolvimento das homilias; principalmente àqueles que apresentam dificuldades em abordar o tema dízimo e ofertas em público. Promover ações sociais em benefício de instituições ligadas à paróquia. Valorizar e promover o trabalho voluntário na paróquia. Melhorar a estima e o orgulho (positivo) de ser católico nos batizados. Traz à realidade social os alienados e indiferentes. Propicia a comunhão fraterna da família cristã.
  • 17.
    a) Obras deMisericórdia corporais 1-Dar de comer a quem tem fome; 2-Dar de beber a quem tem sede; 3-vestir os nus; 4-visitar os doentes; 5-visitar os presos; 6-acolher os peregrinos; 7-enterrar os mortos. b)Obras de Misericórdia Espirituais 1-dar bom conselho; 2-corrigir os que erram; 3-ensinar os ignorantes; 4-suportar com paciência as fraquezas do próximo; 5-consolar os aflitos; 6-perdoar os que nos ofenderam; 7-rezar pelos vivos e pelos mortos.
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    I Etapa Reunirequipe Listar Pastorais e movimentos paroquiais Agendar segundo realidade as mensagens a cada mês II Etapa Pastoral do Dízimo entra em contato com coordenadores Listar atividades de cada organismo Elaborar e desenvolver as atividades para cada mês Instituir um final de semana para a PD III Etapa Celebração de abertura Celebração de encerramento É fundamental a participação do sacerdote ao longo do processo
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    Editora A partilha0800 9402255 www.editoraapartilha.com.br [email_address]