Proposta para elaboração dos projetos 7º PPO Arquidiocese de Campinas
 
O processo de planejamento pastoral participativo TOMADA DE DECISÃO PARTILHADA
Etapas do processo de planejamento pastoral participativo: Passos da Metodologia
A. Pés no chão   Significa ter uma visão objetiva e analítica da realidade, o que significa conhecer as raízes mais profundas dos fatos, fazer uma análise das causas dos problemas. Evidencia carências da realidade
B. Olhos no horizonte   É  uma iluminação da realidade à luz da fé. É a explicitação do “dever ser”, do “ideal, da utopia” o quer alcançar à luz da fé. Implica na escuta dos desígnios de Deus a respeito das contradições da situação presente, em relação ao seu plano.
C.Diagnóstico pastoral O diagnóstico mostra as necessidades de evangelização  Consiste no confronto entre a realidade que temos e o que queremos ter em vista de uma tomada de posição como cristãos diante da própria realidade.
Tem como finalidade definir e classificar as principais necessidades e problemas que afetam a ação pastoral para estabelecer as ações necessárias. Como a realidade não é a mesma em cada realidade local, mas há situações que perpassam todas delas, o diagnóstico pastoral também é diferenciado.
D. Mãos na massa   Trata-se agir sobre a realidade, desencadeando um processo de transformação  consequente com as nossas aspirações. Uma vez decididas as urgências ou prioridades pastorais, o processo de planejamento se encaminha para o estabelecimento dos objetivos, dos critérios da ação e para a realização do inventários de recursos.
1. Objetivo O Objetivo é a expressão do que se quer alcançar.  Todo Objetivo deve responder a duas perguntas: O que se quer? Para que se quer?
O objetivo  nunca se inventa, nasce da realidade.  É a chave para se ter uma pastoral de conjunto.
No planejamento pastoral utiliza-se um  objetivo geral   – farol que a todo o momento ilumina e orienta e vários objetivos específicos.
Objetivo Geral: “ Evangelizar a Partir do Encontro com Jesus Cristo, Como discípulos missionários, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres,  promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade participando da construção de uma sociedade justa e solidária, para que todos tenham vida em abundância   (Jo 10,10)”. (DGAE 2008 -2010).
Objetivos específicos   são os caminhos concretos que ajudam a alcançar o objetivo geral. Precisam ser claros, compreensíveis, realizáveis, oportunos e avaliáveis. Podem ser a curto, médio e longo prazo.
IGREJA QUE ACOLHE Intensificar a espiritualidade bíblico-litúrgica Dar atenção às famílias nas diferentes situações em que se apresentam, destacando-se a realidade dos casais em segunda união Rever, organizar e assumir as diretrizes para a preparação dos Sacramentos.
IGREJA QUE SE RENOVA Acolher e motivar a nucleação de novos grupos que garantam a inserção da Igreja em tantos ambientes desafiadores na realidade urbana. Valorizar a presença das mulheres nos diferentes carismas e serviços.  Rever o itinerário catequético como forma de dar suporte a este processo assumindo a iniciação à vida cristã como princípio norteador para a catequese.
IGREJA DO SERVIÇO SOLIDÁRIO Firmar parcerias com a sociedade civil que criem oportunidade de atendimento às situações de exclusão Articular um trabalho com outras denominações religiosas que prestam serviço pastoral nos hospitais Promover ações articuladas para evitar a destruição da natureza tanto no meio urbano quanto rural.
2. Critérios de Ação   Por onde se vai começar  Estratégias  = modos, maneiras formas de ação. Ações concretas que ajudam a concretizar tal objetivo específico.
Inventário de recursos É feito a partir de um levantamento do que se dispõe ou do que se poderá dispor em termos de recursos humanos, físicos, financeiros, institucionais, etc. É preciso tomar consciência do que se tem para depois ver o que falta.
a)  Recursos humanos b)  Recursos físicos c)   Recursos econômicos d)   Recursos institucionais
e)  Programação É o momento de concretização dos objetivos específicos que levarão à realização do objetivo geral. A programação se constitui de um conjunto orgânico de atividades ou projetos, elaborados a partir de um objetivo específico para um período determinado. Cada programa é concretizado através de ações.
A programação nasce da resposta às necessidades locais, cada comunidade e cada nível eclesial terá a sua própria programação, o que não impede a realização de ações conjuntas. Cuidar para não repetir ou duplicar atividades sem necessidade ou para não desperdiçar recursos
Cada grupo de trabalho, organismo ou setor de pastoral, se reúne e estuda seu plano de trabalho para realizar a partir de seu objetivo específico. Os diversos grupos de trabalho se reúnem e colocam em comum os diferentes planos de trabalho para saber o que os outros propõem que seja feito, para pedir ajuda ou oferecer ajuda.
Cada grupo de trabalho volta a se reunir separadamente, para reestruturar sua própria programação e a modifica, se necessário.
A redação de um programa obedece aos seguintes passos:
uma meta ( o que se quer alcançar),   responsáveis e participantes  (por quem e para quem);  passos  (como),   recursos  (com que);   data  (quando)  e  lugar  (onde)
 
Cronograma Nessa etapa do processo em que os objetivos já estão claros para todos, trata-se então de pensar como alcançá-los, por onde começar, o que fazer primeiro e o que fazer depois.  Elaborados os diferentes programas e projetos, é necessário distribuí-los bem no tempo, elaborando-se o calendário pastoral. .
A distribuição das atividades no tempo tem como objetivo evitar choques de atividades simultâneas, sobrecarga em certos períodos e interferências em datas especiais.
Um plano, por melhor que seja, se não for prevista sua execução, corre o risco de ficar no papel.
O processo de planejamento não termina com a programação. É preciso pensar na sua execução; concretamente nos mecanismos que darão suporte à ação e nas formas de avaliação,
A organização diz respeito à provisão dos meios para a execução do plano: a distribuição dos trabalhos entre os organismos, grupos e pessoas; definição dos mecanismos de coordenação, com seus primeiros responsáveis e suas respectivas funções.
Responsabilizam-se pessoas e põem-se um movimento esforços, recursos e estruturas em vista da aplicação do Plano.
A organização contempla ainda a avaliação, tão importante quanto a ação.
O objetivo da avaliação é buscar a eficácia da ação. Seguimento consiste em acompanhar a execução das atividades programadas, zelando antes e durante, para que tudo certo, conforme previsão ou desejado. Revisão final: que se faz depois que a atividade foi realizada, ou quando todo o plano foi aplicado e tem a finalidade de medir seus resultados.
O que realmente se deve fazer é dito pelo evangelho, em seu processo de encarnação numa realidade concreta, levado a  cabo por uma comunidade consciente de sua missão.
QUE NOSOS PASSOS SE TORNEM MEMÓRIA DO AMOR FIEL QUE MARIA GEROU, REINO DE DEUS  ATUANDO NA HISTÓRIA.

7º PPO – Encontro sobre a Elaboração dos Projetos

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    Proposta para elaboraçãodos projetos 7º PPO Arquidiocese de Campinas
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    O processo deplanejamento pastoral participativo TOMADA DE DECISÃO PARTILHADA
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    Etapas do processode planejamento pastoral participativo: Passos da Metodologia
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    A. Pés nochão Significa ter uma visão objetiva e analítica da realidade, o que significa conhecer as raízes mais profundas dos fatos, fazer uma análise das causas dos problemas. Evidencia carências da realidade
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    B. Olhos nohorizonte É uma iluminação da realidade à luz da fé. É a explicitação do “dever ser”, do “ideal, da utopia” o quer alcançar à luz da fé. Implica na escuta dos desígnios de Deus a respeito das contradições da situação presente, em relação ao seu plano.
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    C.Diagnóstico pastoral Odiagnóstico mostra as necessidades de evangelização Consiste no confronto entre a realidade que temos e o que queremos ter em vista de uma tomada de posição como cristãos diante da própria realidade.
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    Tem como finalidadedefinir e classificar as principais necessidades e problemas que afetam a ação pastoral para estabelecer as ações necessárias. Como a realidade não é a mesma em cada realidade local, mas há situações que perpassam todas delas, o diagnóstico pastoral também é diferenciado.
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    D. Mãos namassa Trata-se agir sobre a realidade, desencadeando um processo de transformação consequente com as nossas aspirações. Uma vez decididas as urgências ou prioridades pastorais, o processo de planejamento se encaminha para o estabelecimento dos objetivos, dos critérios da ação e para a realização do inventários de recursos.
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    1. Objetivo OObjetivo é a expressão do que se quer alcançar. Todo Objetivo deve responder a duas perguntas: O que se quer? Para que se quer?
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    O objetivo nunca se inventa, nasce da realidade. É a chave para se ter uma pastoral de conjunto.
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    No planejamento pastoralutiliza-se um objetivo geral – farol que a todo o momento ilumina e orienta e vários objetivos específicos.
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    Objetivo Geral: “Evangelizar a Partir do Encontro com Jesus Cristo, Como discípulos missionários, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade participando da construção de uma sociedade justa e solidária, para que todos tenham vida em abundância (Jo 10,10)”. (DGAE 2008 -2010).
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    Objetivos específicos são os caminhos concretos que ajudam a alcançar o objetivo geral. Precisam ser claros, compreensíveis, realizáveis, oportunos e avaliáveis. Podem ser a curto, médio e longo prazo.
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    IGREJA QUE ACOLHEIntensificar a espiritualidade bíblico-litúrgica Dar atenção às famílias nas diferentes situações em que se apresentam, destacando-se a realidade dos casais em segunda união Rever, organizar e assumir as diretrizes para a preparação dos Sacramentos.
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    IGREJA QUE SERENOVA Acolher e motivar a nucleação de novos grupos que garantam a inserção da Igreja em tantos ambientes desafiadores na realidade urbana. Valorizar a presença das mulheres nos diferentes carismas e serviços. Rever o itinerário catequético como forma de dar suporte a este processo assumindo a iniciação à vida cristã como princípio norteador para a catequese.
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    IGREJA DO SERVIÇOSOLIDÁRIO Firmar parcerias com a sociedade civil que criem oportunidade de atendimento às situações de exclusão Articular um trabalho com outras denominações religiosas que prestam serviço pastoral nos hospitais Promover ações articuladas para evitar a destruição da natureza tanto no meio urbano quanto rural.
  • 18.
    2. Critérios deAção Por onde se vai começar Estratégias = modos, maneiras formas de ação. Ações concretas que ajudam a concretizar tal objetivo específico.
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    Inventário de recursosÉ feito a partir de um levantamento do que se dispõe ou do que se poderá dispor em termos de recursos humanos, físicos, financeiros, institucionais, etc. É preciso tomar consciência do que se tem para depois ver o que falta.
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    a) Recursoshumanos b) Recursos físicos c) Recursos econômicos d) Recursos institucionais
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    e) ProgramaçãoÉ o momento de concretização dos objetivos específicos que levarão à realização do objetivo geral. A programação se constitui de um conjunto orgânico de atividades ou projetos, elaborados a partir de um objetivo específico para um período determinado. Cada programa é concretizado através de ações.
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    A programação nasceda resposta às necessidades locais, cada comunidade e cada nível eclesial terá a sua própria programação, o que não impede a realização de ações conjuntas. Cuidar para não repetir ou duplicar atividades sem necessidade ou para não desperdiçar recursos
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    Cada grupo detrabalho, organismo ou setor de pastoral, se reúne e estuda seu plano de trabalho para realizar a partir de seu objetivo específico. Os diversos grupos de trabalho se reúnem e colocam em comum os diferentes planos de trabalho para saber o que os outros propõem que seja feito, para pedir ajuda ou oferecer ajuda.
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    Cada grupo detrabalho volta a se reunir separadamente, para reestruturar sua própria programação e a modifica, se necessário.
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    A redação deum programa obedece aos seguintes passos:
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    uma meta (o que se quer alcançar), responsáveis e participantes (por quem e para quem); passos (como), recursos (com que); data (quando) e lugar (onde)
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    Cronograma Nessa etapado processo em que os objetivos já estão claros para todos, trata-se então de pensar como alcançá-los, por onde começar, o que fazer primeiro e o que fazer depois. Elaborados os diferentes programas e projetos, é necessário distribuí-los bem no tempo, elaborando-se o calendário pastoral. .
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    A distribuição dasatividades no tempo tem como objetivo evitar choques de atividades simultâneas, sobrecarga em certos períodos e interferências em datas especiais.
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    Um plano, pormelhor que seja, se não for prevista sua execução, corre o risco de ficar no papel.
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    O processo deplanejamento não termina com a programação. É preciso pensar na sua execução; concretamente nos mecanismos que darão suporte à ação e nas formas de avaliação,
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    A organização dizrespeito à provisão dos meios para a execução do plano: a distribuição dos trabalhos entre os organismos, grupos e pessoas; definição dos mecanismos de coordenação, com seus primeiros responsáveis e suas respectivas funções.
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    Responsabilizam-se pessoas epõem-se um movimento esforços, recursos e estruturas em vista da aplicação do Plano.
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    A organização contemplaainda a avaliação, tão importante quanto a ação.
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    O objetivo daavaliação é buscar a eficácia da ação. Seguimento consiste em acompanhar a execução das atividades programadas, zelando antes e durante, para que tudo certo, conforme previsão ou desejado. Revisão final: que se faz depois que a atividade foi realizada, ou quando todo o plano foi aplicado e tem a finalidade de medir seus resultados.
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    O que realmentese deve fazer é dito pelo evangelho, em seu processo de encarnação numa realidade concreta, levado a cabo por uma comunidade consciente de sua missão.
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    QUE NOSOS PASSOSSE TORNEM MEMÓRIA DO AMOR FIEL QUE MARIA GEROU, REINO DE DEUS ATUANDO NA HISTÓRIA.