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Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói Circulação Quinzenal 16 Mil Exemplares Impressos
Edição Online Para Um Milhão e Oitocentos Mil LeitoresDiz: A Verdade Escrita
1ª Quinzena
Nº 233
de Outubro
Ano 12
de 2019
BeatrizOliveira*BecsModel*Foto:JulioCerino
Di secaretor Responsável: Edgard Fon
Página 03
Flexibilizações
de Leis:
Um Jeitinho
Para Deliquir
Legalmente.
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Informes
Expediente
Edgard Fonseca Comunicação Ltda.
R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ.
Diretor/Editor: Edgard Fonseca
Registro Profíssional MT 29931/RJ
Distribuição, circulação e logística:
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Diagramação: Eri Alencar
Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares
Redação do Diz
R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ -
Tel: 3628-0552 |9613-8634
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DG
“Entreartes” no Espaço
Cultural dos Correios
OEspaço Cultural Correios Niterói realiza a nona edi-
ção do “Entreartes” em comemoração ao aniversário
do Espaço, com abertura no dia 10 de outubro. Expõe
as esculturas de Duda Oliveira iluminadas por Widimar
Ligeiro. Convidada pelos anfitriões, a artista e deficiente
auditiva Bia Câmara Torres faz uma participação especial
com três obras.
O prédio dos Correios é símbolo de Niterói e que carrega
uma trajetória histórica. Foi projetado em 1910, pelo ar-
quiteto italiano Antonio Vannine, mas inaugurado somente
em 1914. Em 2007, foi fechado para obras de reformas e
restauração das estruturas. Foi devolvido aos niteroienses
em 21 de março de 2014, ano de centenário da edificação
que, no passado, era conhecida como Palácio dos Cor-
reios. Alguns meses depois, foi criado o Espaço Cultural
dos Correios Niterói. A abertura do Entreartes marca o
aniversário de 105 anos do Palácio dos Correios e os cin-
co anos do Espaço Cultural dos Correios Niterói.
ACasa Lisaura Ruas, uma homenagem à grande mestra
de obras sociais de Niterói, abriu as portas na Rua
Uruguai 89, em Pendotiba, com a proposta de oferecer
atividades integradas, que envolvem saúde, bem-estar e
cultura, no Centro de Convivência, Estudo, Pesquisa e
Hospedagem para o Idoso (CCEPHI). O trabalho, que es-
timula a vida ativa de pessoas com mais de 60 anos, será
conduzido por equipe multidisciplinar, contando com pro-
fissionais especializados em gerontologia.
À frente do CCPHI está Rosangela Gomes, especialista
em educação profissional e gerontologia, e coordenadora
do Curso de Cuidadores de Idosos da Singularidade/ Insti-
tuto Vital Brazil, em Niterói.
Oferece dança, literatura, artes, e programa exercícios físi-
cos e orientação alimentar. Ainda: arteterapia, massotera-
pia, Reike e yoga, em parceria com o espaço Body & Soul.
O Centro de Convivência tem, ainda, curso de capacitação
para cuidadores de Idosos e também de extensão para pro-
fissionais da área de saúde.
Casa Lisaura Ruas para
Quem Vive Mais
AOAB Niterói, através da Comissão de Assuntos Espe-
ciais Tributários, realiza seminário com o foco na Re-
forma Tributária. Será realizado no auditório da entidade,
das 10h às 16h, do próximo dia 21.
Os expositores são Luiz Carlos Hauly; Gilson Pacheco
Bomfim, procurador da Fazenda Nacional, Luiz Claudio
Rodrigues, secretário de Fazenda do Estado do Rio de Ja-
neiro; Giovanna Victer, secretária de Fazenda de Niterói;
Marcio Tributarista; Bianca Xavier, mestre e doutora em
Direito Tributário pela FGV, e Elizabeth Guimarães, advo-
gada e gerente do setor jurídico do Sindicato de Lojistas
do Rio de Janeiro.
A OAB Niterói fica na Av. Ernani do Amaral Peixoto,
507/11º Centro. Será concedida carga horária para es-
tudantes.
Reforma Tributária em
Seminário na OAB
Economista Luiz Carlos Hauly
Duda Oliveira e Bia Câmara Torres
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Documento
Flexibilizações de Leis: Um Jeitinho para Delinqüir Legalmente
No dia 03 passado, a Câmara dos Deputados aprovou, com 263 votos
a favor e 144 contra, o texto-base do projeto de lei que relaxa as regras
partidárias e eleitorais, suaviza punições e traz de volta a propaganda par-
tidária no rádio e na TV.
A nova proposta enfraquece o controle sobre candidatos e partidos, possi-
bilitando que erros e possíveis fraudes nas prestações de contas eleitorais,
e se adie providências efetivas até o julgamento pela Justiça. A nova forma
redita as antigas veiculações de propaganda dos partidos no rádio e na TV
–pratica que tinha sido extinta pela última reforma eleitoral em razão da
criação do fundo eleitoral.
Tudo se encaminha para a burla da lei e pela facilitação da manipulação
conveniente dos recursos, sem que possam ser responsabilizados legal-
mente ou eventualmente punidos por desvios e vícios criminosos. A inten-
ção, neste aspecto e em outras leis que são periodicamente afrouxadas, é
delinqüir com disfarces de legalidade. Uma grande burla de tudo, a partir
de uma maquiagem maquiavélica.
O
utra modificação nesse projeto de
mudança eleitoral é a que passa
para um instituto com CNPJ ade-
quado a gestão da cota de 5% do fundo
partidário destinado à participação feminina
nas campanhas eleitorais.
A desculpa oficial é permitir às mulheres
gerir esse instituto e, consequentemente,
as verbas. Na verdade, a intenção é evitar
que dirigentes dos partidos, (que continua-
rão com poder) de definir o destino desses
recursos, sejam punidos por eventuais des-
vios, protegidos juridicamente pela gestão
do Instituto; mas que continuarão sob o
comando disfarçado dos dirigentes parti-
dários.
O Supremo Tribunal Federal proibiu em
2015 que empresas financiem as campa-
nhas. Daí, o Congresso criou o fundo elei-
toral, que distribuiu, em 2018, R$ 1,7
bilhão de dinheiro público aos candidatos,
somados a quase R$ 1 bilhão do fundo par-
tidário.
E nessas manobras de financiamento de
campanhas, através de novos métodos de
enganar a lei, atinge a muitos; até o então
partido do presidente (PSL), está sendo
acusado de “armações” em Pernambuco e
Minas Gerais, onde burla a distribuição dos
recursos advindos das cotas de candidatas
mulheres. Na verdade, não salva ninguém.
Como são eles mesmos que legislam, cada
vez que percebem que uma determinada
Lei, aprovada no calor da pressão popular,
está difícil de conviver com os seus rigores,
vão lentamente buscar meios de maliciosa-
mente afrouxar seus artigos, para benefícios
próprios, e geralmente, lamentavelmente
escusos.
As novas regras para aplicação e fiscaliza-
ção do Fundo Partidário, no novo projeto
de lei, permitem interpretações múltiplas.
O artigo 44 apresenta novas possibilidades
de utilização do fundo e cria uma categoria
escorregadia de ‘outros’, que é indefinida
e opaca. Praticamente permite que se faça
o que quiser com o fundo partidário. Os
partidos podem usar o dinheiro desse fundo
como bem entenderem. Os interesses obs-
curos se conjuminam e provocam “alian-
ças” pouco prováveis: PSDB e PT votaram
a favor, enquanto o PSOL e a maioria do
PSL votaram contra. Outro problema é a
permissão do partido utilizar o dinheiro do
fundo partidário para o pagamento de ho-
norários advocatícios para candidatos e ex-
-candidatos. A Lei Complementar nº 101,
de 4 de maio de 2000, conhecida como Lei
de Responsabilidade Fiscal (LRF) foi criada
para evitar que os entes da Federação (Es-
tados e Municípios) gastem mais do que
aquilo que arrecadam; ou, se necessário,
que tais entes recorram ao endividamento
apenas caso sigam regras rígidas e trans-
parentes.
A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece
que cada município pode gastar até 60%
da receita corrente líquida com pessoal,
caso ultrapasse essa regra há o prazo de
oito meses para se adequar. Caso permane-
ça a inadequação, o município pode sofrer
sanções como a suspensão de repasses e
transferências e não pode contratar opera-
ções de crédito.
Existe uma cultura que a letra da lei acaba
morta na falta de fiscalização e da aplica-
ção de punições pelos órgãos de controle.
Alguns Tribunais de Contas fomentaram o
descumprimento da LRF, desenhando “me-
didas criativas” de interpretação de despe-
sa de pessoal, justamente para gastar mais
com servidores.
Mas, desde sempre, os requisitos dessa Lei
foram questionados e repetidamente acusa-
dos de impedir que um executivo pudesse
governar livremente, sem ser penalizado.
Ou seja, tudo que sempre quiseram era go-
vernar “sem limites” e rédeas. Foram aos
poucos conseguindo modificações e muti-
lações com o intento de afrouxar o laço da
Lei. Já conseguiram muito e continuam com
seus deputados, sempre dispostos a mini-
mizar punições e relativizar qualquer meio
de controle. Infelizmente, o que querem
a governar ao seu modo e sem controle,
numa maníaca voracidade de gastar sem ter
a quem se explicar.
Os Tribunais de Contas já deram mostras
bastantes de como não fiscalizar e ainda ti-
rar proveito da situação, fazendo acordos
espúrios e nefastos ao bem comum. Com
desculpas “legais” vão delinqüindo num
país que sobram leis, afrouxadas, mortas,
aviltadas e “para inglês ver”. Ou seja: uma
bagunça legal, legislada por quem tem in-
teresses, com sofrimento de submissão e
desconforto de todos.
David Alcolumbre e Rodrigo Maia
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Cultura
Paulo Roberto Cecchetti
cecchettipaulo@gmail.com
Internet
DIZ pra mim... (que eu conto)
Em Prol da Saúde
N
ão é segredo pra ninguém que os
avanços tecnológicos têm ajudado
profissionais da saúde tanto em
tratamentos quanto em diagnósticos mais
precisos. De fato a conexão entre máqui-
nas e hospitais já começou. Não se vê a
inteligência artificial trabalhando, mas ela
é usada para complementar o diagnóstico
dos médicos de forma quase mágica e até
antecipar decisões. Ganhar tempo é funda-
mental.
No Hospital Albert
Einstein, em São Pau-
lo, existe um Centro de
Controle Operacional,
onde há um sistema
tecnológico movido
a inteligência artificial
que permite aos pro-
fissionais do hospital
fazer uma previsão do
que vai acontecer com
as pessoas que estão
acabando de chegar.
Quando o paciente
chega, o sistema con-
segue calcular a chance
de ser internado, ape-
nas com os dados coletados no primeiro
atendimento, como pulso e pressão. A in-
teligência artificial se baseia em um enorme
banco de dados de casos anteriores para
fornecer uma análise correta. A previsão de
acerto é de 90%. O hospital possui ainda
uma sala que é uma espécie de central de
vigilância, onde todas as atividades são mo-
nitoradas 24 horas por dia em tempo real.
No Instituto do Câncer do Ceará, em Forta-
leza, onde 70% dos pacientes são atendidos
pelo SUS, medicina e tecnologia também
andam juntas. Uma plataforma de inteli-
gência artificial, desenvolvida por uma das
maiores empresas de tecnologia do mundo,
está ajudando médicos a encontrar o me-
lhor tratamento para pacientes com câncer.
Os dados do paciente e o resultado de exa-
mes são inseridos no programa que procura
as informações mais atualizadas e relevan-
tes no mundo sobre o tipo de câncer que o
paciente tem. A máquina, ao cruzar e ana-
lisar em tempo recorde todo este material,
propõe opções de tratamento. Nenhum
médico conseguiria obter, sozinho, tantos
dados sobre uma doença.
A tecnologia tem um papel cada vez maior
na medicina. Mas até que ponto estamos
dispostos a permitir que algoritmos tomem
decisões sobre a vida? Afinal, a máquina
sabe tudo sobre a doença, mas não está ao
lado da pessoa quando ela mais precisa. A
decisão final sobre um tratamento ainda é
dos médicos, com o apoio do paciente.
Até a próxima!
- A Academia Niteroiense de Letras/ANL
informa que se encontra vaga a cadeira de
nº 14, cujo último ocupante foi o confrade
José Alfredo de Andrade. Oportunamente
será publicado edital para preenchimento
do quadro titular.
- A Câmara Municipal de Niterói (Av. Ama-
ral Peixoto, nº 625 - Centro) e a Academia
Niteroiense de Belas Artes, Letras e Ciên-
cias/ANBA convidam para o Sarau de Ar-
tes e Poesias da Primavera, de 14 a 18 de
outubro, das 10 às 16 horas.
- O escultor Albenzio Almeida vem partici-
pando de coletivas no Rio de Janeiro com
suas esculturas. Ele também irá apresentar
mini-peças no Nikitikitikeru VI, em novem-
bro. A foto é de Alexander Landau. Vale
conferir! (foto 2)
- O Teatro Municipal de Niterói (Rua Quin-
ze de Novembro, nº 35 - Centro) apresenta
o espetáculo da atriz e cantora de jazz e
blues, Taryn Szpilman, na peça "Marilyn,
Luz & Sombras", nos dias 03 e 04 de outu-
bro. Im-per-dí-vel!
- A Sala de Cultura Leila Diniz (Rua Heitor
Carrilho, nº 81 - Centro - Niterói) apre-
senta a exposição "Classicus", da cantora e
artista plástica Adiana Ninsk, no período de
04 de outubro a 07 de novembro. Visitação
de 2ª a 6ª, das 10 às 17 horas.
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Edgard Fonsecaedgardfonseca22@hotmail.com
E
stamos todos na expectativa da de-
finição do candidato da situação.
Quem será nesse grupo o candidato
do prefeito? Por justa análise, sem demérito
aos demais, o mais qualificado e bem dese-
nhado é o Comte Bittencourt. Entretanto,
muita água ainda vai rolar por debaixo des-
sa ponte.
Existe um aspecto que me chama a atenção:
tanto Rodrigo Neves, como Comte Bitten-
court, são políticos extremamente pragmá-
ticos, mas, muito diferentes na ação. Esta
característica comum, que poderia ser uma
afinidade, apresenta-se com campo de atri-
to, pelas diferenças de comportamento e
forma de vislumbrar os fatos.
Comte vencendo as eleições será uma se-
Uma Complicada
Sucessão
gurança para o Rodrigo, tanto no que diz
respeito à continuidade de obras e pro-
gramas, como contar com a sua lealdade.
Apesar disso, tem um senão: o Comte tem
vida própria, estatura e estratégia própria;
e correligionários que nem sempre são da
aceitação do grupo do Rodrigo Neves. São
posturas diferentes, lideranças diferentes,
apesar das possibilidades de convívio, uns
olhando para os outros, sem perder de vis-
ta.
Pode parecer ameaçador ter um sucessor
tão independente e com brilho próprio.
Muitas luzes podem ofuscar a lateralidade
ou quem vem no sentido contrário.
Vamos esperar... Mas, vislumbro surpresas
nos próximos passos.
N
ão é uma questão de conceituar
ou de interpelação ideológica. Os
fatos falam por si só. Estas ONGs
que se apresentam com defensoras do meio
ambiente, e costumam fazer estardalhaços
por qualquer motivo que fira a sua “agenda
convenientemente para esquerda, gritaram
“em defesa da Amazônia”, com graves
acusações ao governo Federal, especial-
mente ao Ministério do Meio Ambiente. A
queimadas, que neste ano foram numerica-
mente inferiores em outros anos anteriores
de coloração petista, receberam atenção
belicosa e protestos de todas as formas.
Foi um “carnaval internacional”.
Agora, apareceram as manchas de óleo e
petróleo bruto no litoral do Nordeste brasi-
leiro, com danos proporcionais muito supe-
riores às queimadas, e não se ouve um pro-
testo. Uma fala contrária, um alento. Nada!
E vamos perguntar a razão deste sepulcral
“Ativistas Ecológicos”
silêncio. É simples. O petróleo é comprova-
damente venezuelano. Se o derramamento
foi intencional, ou se foi acidente, a questão
é outra. Trata-se de crime culposo ou dolo-
so. Em qualquer situação é crime. O dano,
de extensão ainda não avaliada, está aí. O
tamanho do prejuízo, eu é enorme, já se
sabe, mas de que tamanho ainda é precoce
afirmar. Agora... Porque não gritam? Não
vão defender o meio ambiente, não vão
convocar outros “países interessados”?
A questão é clara: tratando-se de um aliado
político, alinhado ideologicamente, como é
a Venezuela, todos, absolutamente todos
os “ativistas”, se calam, e mais, defendem
e tentam encobrir o crime. Fica patente que
todos estes protestos não passam de mano-
bras interesseiras, com vistas à desestabili-
zação política, numa tentativa desesperada
de retomada do poder, onde o “faturamen-
to” corre fácil e criminosamente.
J
oão Vieira, presidente da CDL, esteve
presente no IV Fórum Nacional do Co-
mércio, onde se propõe a diminuição da
carga tributária e aumento de contratações
de comerciários. Foi realizado o Café da
Manhã, no dia 8, com o tema: “Antecipe
seu sucesso! Planeje 2020!”, com Paola
Baroncini. Também, em outro encontro, na
Região Oceânica, com o tema “Moderniza-
ção das lojas”, Nathalia Ouro falou sobre o
poder do mundo digital.
Nesses encontros, a CDL recebeu Renato
Barandier, secretário municipal de Urbanis-
Uma CDL Proativa
mo e Mobilidade, que apresentou o projeto
da prefeitura para revitalização da Orla de
Icaraí e de Gragoatá, da Concha Acústica e
da Marques de Paraná. Ainda esta sema-
na, o secretário de Trânsito coronel Paulo
Afonso visitou a CDL. Ele se reuniu com os
diretores da CDL, que apontaram pontos
de atenção do trânsito da cidade, incluindo
criar estacionamentos alternativos nos finais
de semana para incrementar mais vendas.
A CDL, na gestão de Luiz Vieira encarrega-
-se ao máximo em criar espaços para os lo-
jistas e traz informações importantes para
minimizar as dificuldades atuais.
A
ssisti uma entrevista do
Gilmar Mendes e fiquei
impactado ao ver escan-
caradamente a sua intenção de
inverter os fatos. Naquela prá-
tica sórdida de por nos outros
todos os defeitos do mundo, ele
apresentou um Sergio Moro in-
verso. Moro é o vilão e um cri-
minoso indecoroso.
E o pior: é o teatro com texto
podre, fazendo parecer que ele
e outros, são as vítimas; e o Sergio Moro, Deltan Martinazzo Dallagnol e outros procura-
dores são “comparsas do Sindicato do Crime da Lava-jato. Onde iremos parar?”.
Discurso Invertido
Comte Bittencourt e Rodrigo Neves
Secretário de TrânsitoPaulo Afonso e Luiz Viera presidente da CDL
Gilmar Mendes
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Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com
Fernando de Farias Mello
Onde Tem Corrupção... Tem
Fernando Mello, Advogado
www.fariasmelloberanger.com.br
e-mail: fmelloadv@gmail.com
O
combate à corrupção está sen-
do abalado. Os três poderes
estão conectados para se li-
vrarem das penas. A operação Lava-jato
tem realmente incomodado muita gente.
Ouvi dizer que tem político na cidade
que acorda cedinho e liga a TV no RJ/
TV que começa às 6h para saber se
haverá lava-jato. E já mantém um kit-
-prisão prontinho, com roupas, escova
de dentes e barbeador. Também deixam
separado um casaco com capuz para se
esconder das câmeras.
Mas, por que essa luta contra a hones-
tidade no Brasil? Porque tanta matéria
em jornais e na televisão contra o pacote
anticrime? Só porque é do Moro? Será?
Por que muitos brasileiros gostam de
corruptos? Será porque seremos, de
certa forma, corruptos e gostamos da-
quela graninha a mais, por fora?
Já li várias e várias teorias sobre o nosso
comportamento, assim... Meio “bandi-
do do Congresso”. Muitos dizem que
o Congresso Nacional é a imagem em
semelhança do povo. É reflexo do voto
popular.
Isso tudo pode até ter um fundo de ver-
dade. Mas, afirmar que o brasileiro gosta
de ser roubado porque gosta de roubar,
se dar bem, viver na malandragem é
quase uma constatação, dizem.
Há dezenas de anos eu passava de ôni-
bus na Praia de Icaraí voltando da facul-
dade. Fazia sol. Era uma 3ª feira, verão
e a praia estava movimentada. O passa-
geiro do meu lado disse: “queria ganhar
uma grana pra ficar igual aquele cara ali,
jogando frescobol numa
3ª feira”. Que desejo
preguiçoso desse cara,
pensei.
Depois dessa passagem
na minha juventude, vejo
que são poucos os bra-
sileiros que se importam
com o próximo de uma
maneira natural.
Nós estamos muito mal
acostumados a respei-
tar as leis e sermos mais
educados e respeitar o
direito do próximo.
Numa boa: queremos
mesmo é “se dar bem”.
O tal oba-oba. Para isso,
muitos brasileiros vestem
a camisa que interessa no
momento.
Por exemplo, nas eleições
usava camiseta com Fidel
Castro estampada com o
tal charuto para ir a encontros com Ha-
ddad. Se fosse para encontrar o pessoal
do Bolsonaro, iria com a camiseta dele
mesmo.
Por que esse comportamento? Vai que
consegue ganhar um pequeno cargo lá na
frente? Interesse. “Din-din”, sem saber de
onde vem?
Pois é... O brasileiro é uma colcha de re-
talhos de interesses.
Mas, quem é contra a Lava-jato gosta dos
inimigos das leis. Numa boa, quem é con-
tra é porque tem algum interesse que os
bandidos continuem.
Nesse aspecto, sempre me pergunto so-
bre o comportamento do STF, que hoje
está numa briga entre a opinião pública e
o seu lado político: por que Aécio Neves
ainda está solto? Como Renan Calheiros
ainda está solto? Como Jader Barbalho
ainda está solto? Romero Jucá e o “Ca-
pitão Cueca”! Vou gastar meus dedos no
teclado listando os bandidos públicos sol-
tos. Mas o Renan foi reeleito, diga-se.
Nossas leis são fraquinhas contra os ban-
didos. Mas, com um Congresso cheio de
réus, como votar por leis mais duras?
Como pode um deputado Réu ser a fa-
vor do Pacote Anti-Crime? Ele vai “votar
contra si mesmo”?
Como limpar o Brasil desse comporta-
mento? Não sei. Não há um bom exemplo
de corrupto preso além do ex-presidente
Lula, que tem todo o direito de se dizer
inocente. Mas, como Lula chegou a um
patrimônio de R$ 78 milhões? E isso que
se sabe... E lá fora? Como? Como?
Quase toda a imprensa acha normal o
Congresso negociar a PEC da Previdên-
cia, exigindo mais dinheiro da venda Pré-
-sal, que pode chegar a R$ 106 bilhões.
É a venda do voto.
É o toma-lá-dá-cá vergonhoso, mas co-
mum para a maioria dos brasileiros.
Faz parte do nosso dia-a-dia e, talvez, já
tenha se instalado dentro do nosso DNA.
Já perdoamos quem mente em juízo ou
rouba pouquinho. Reparou?
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Conexões erialencar.arte@gmail.com
E! Games
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Expo BGS 2019
C
omeçou na última quarta-feira, dia
09, a 12ª Edição da Brasil Game
Show (BGS), o maior evento de
games da América Latina e terceiro maior
evento de games do mundo. Neste ano, a
BGS será realizada na Expo Center Norte,
na Zona Norte de São Paulo (SP), até o
domingo, dia 13.
Com expectativa de receber mais de 300
mil visitantes, a feira dará ao público a
chance de testar jogos inéditos, participar
de campeonatos de desenvolvimento de jo-
gos e concursos de cosplay.
Além das gigantes dos games, o evento
também traz encontro com desenvolve-
dores conhecidos em todo o mundo. Um
dos convidados será Hidetaka Miyazaki,
desenvolvedor de Sekiro e Dark Souls.
A feira contará ainda com a presença de
John Romero, criador de clássicos como
Doom, que introduziu os jogos de tiro em
primeira pessoa no mercado. Retornam à
feira Charles Martinet, dublador de Mario
Bros, e Yoshinori Ono, produtor de Street
Fighter. Também estará presente o trio de
Grand Theft Auto (GTA) Ned Luke, Solo e
Steven Ogg.
Gay Stern, presidente da Stern Pinball,
é outro dos confirmados no Brasil Game
Show. A empresa é a única que produz
máquinas de pinball (o antigo fliperama)
atualmente.
A Brasil Game Show foi realizada pela pri-
meira vez em 2009 como Rio Game Show,
no Rio de Janeiro (RJ). Em onze edições, o
evento já recebeu mais de 1,8 milhão de
pessoas. A pedidos das empresas patroci-
nadoras, porém, a Brasil Game Show não
revela os lucros ou montante movimenta-
do.
O Brasil Game Show terá mais de 400
expositores de vários ramos como tecno-
logia, telecomunicações, varejistas e ali-
mentação. Além das gigantes dos games,
também marcam presença empresas como
Panini, Saga, Twitch e Crunchyroll Games.
Uma das novidades mais aguardadas pelo
público é a chance de testar Death Stran-
ding, o novo game de Hideo Kojima, res-
ponsável pela clássica série Metal Gear
Solid. Com lançamento previsto para 8 de
novembro, Death Stranding é o primeiro
game de Kojima desde sua saída litigiosa da
Konami, em 2015.
Um ponto alto da BGS é a competição de
cosplays. Nesta edição, são mais de dois
mil cosplayers registrados para represen-
tar diversos ícones da cultura pop, como
personagens de jogos, filmes e animações.
Além de conhecer desenvolvedores famo-
sos, quem quer viver de games tem uma
grande oportunidade de crescimento pro-
fissional na feira. O BGS Jam começa às
15h do dia 9 e vai até às 15h do dia 11.
A equipe vencedora será anunciada pela
organização às 18h do dia 13, no encerra-
mento do evento.
Cartão Postal de Niterói
É a tal historia... Você sai
e chega a Niterói pelas
barcas, na maioria das ve-
zes. 90% dos turistas que
vêm à cidade chegam pe-
las barcas e quando pisam
na Praça Araribóia se de-
param com um Centro de
Informações Turísticas. A
bem da verdade eu nunca
vi aquele “Centro” funcio-
nando. Mas, independen-
te do funcionamento, está
lá, todo cheio de “espe-
lhados”. A construção é
até bonita, apesar de não ser usada. Certamente um dia vai funcionar...
Mas, o problema maior, é que por ser coberto, tem uma espécie de telhado em balanço
que serve apenas de abrigo para pessoas sem moradia, que se deitam com seus “perten-
ces”, exatamente na frente do tal Centro de Informações. A visão de pobreza e desalento
é terrível. É deprimente para uma primeira impressão (e olha, é a que fica!).
A secretaria de “Bem Estar Social”, que é a secretaria Municipal de Assistência Social e
Direitos Humanos - SASDH. não está tomando conta das populações de rua e ainda por
cima está contribuindo para uma imagem negativa da cidade; e atrapalhando a Neltur. Será
que é assunto de desavença entre a secretaria contra a Neltur? A verdade é que quem
perde é a cidade. Esta situação é muito feia!
Grosseria Explícita
Fui estacionar meu carro na Rua Otavio Carneiro, quase na esquina da Praia. Havia um
caminhão parado com de motor ligado, ocupando a vaga existente. Sinalizei para o mo-
torista e ele por gestos respondeu sugerindo que iria sair logo. Não foi tão breve, pois,
aguardei mais de cinco minutos. Assim que ele deu a partida e me preparei para dar ré
e estacionar, sem nenhuma cerimônia, uma mulher, desconsiderando a minha luz de ré
e movimento, enfiou seu carro na vaga. Estacionou sem nenhuma civilidade. Minha filha
desceu do carro e foi falar com ela, dizendo-lhe que estávamos a mais de cinco minutos
esperando pela vaga, e sem dúvida o direito de estacionar era nosso. A mulher sem pes-
tanejar esticou o braço para a guarda do estacionamento que já retirava o ticket e passava
o troco. Questionei a guarda, pois, ela mesma tinha pedido para aguardar vaga mais à
frente, enquanto esperávamos. Disse-lhe: vc sabe que estávamos aqui esperando a vaga,
portanto, tire o ticket para nós e não para ela. A guarda de forma ríspida respondeu: não
estou aqui para isso! Estou aqui para tirar o ticket para quem pagar primeiro. Não sou eu
quem decide de quem é a vaga!
A minha filha percebendo o baixo nível, tanto da motorista, quanto da guarda do estacio-
namento, e que a insistência somente levaria situação ainda mais desagradável, resolveu
desistir da vaga e da peleja. Afinal, se a prefeitura que deveria ordenar estas vagas, não o
faz, não seríamos nós que iríamos enfrentar uma pessoa totalmente despreparada para a
função, para o convívio social, além da grosseria e agressividade.
Fica o registro. Esquina de Rua Otavio Carneiro com Praia de Icaraí, dia 04 de outubro,
às 17h30min.
Olô Prefeitura! O que faz uma mulher dessas num serviço de utilidade pública? O contri-
buinte pede providências!
Niterói
11/10 a 25/10/19
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Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Aniversariantes da Edição
Estela Prestes Luana Abreu Gabriel Cantarino O’Dwyer Ciléa da Matta João Vitor Proetti Aidar Elizabeth Monteiro
Casamento de Phabricio Petraglia e Fernanda Araujo
Realizou-se do dia 28 de setembro, na Maison Cascade.
Atividades na CDL
Fernanda e Phabricio Petraglia Phabricio Pertraglia e Fernanda Araújo
Manoel Alves, Joaquim Ferreira Dias, Juliano Gentile. Luiz Vieira e Paulo Afonso Nathalia Ouro e João Vieira
Debora Rafael

Diz2 Jornal 233

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    Niterói 11/10 a 25/10/19 www.dizjornal.com ZonaSul, Oceânica e Centro de Niterói Circulação Quinzenal 16 Mil Exemplares Impressos Edição Online Para Um Milhão e Oitocentos Mil LeitoresDiz: A Verdade Escrita 1ª Quinzena Nº 233 de Outubro Ano 12 de 2019 BeatrizOliveira*BecsModel*Foto:JulioCerino Di secaretor Responsável: Edgard Fon Página 03 Flexibilizações de Leis: Um Jeitinho Para Deliquir Legalmente.
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    Niterói 11/10 a 25/10/19 www.dizjornal.com 2 Informes Expediente EdgardFonseca Comunicação Ltda. R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ. Diretor/Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição, circulação e logística: Ernesto Guadelupe Diagramação: Eri Alencar Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634 CEP 24.020-270 dizjornal@hotmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Distribuidora Guadalupe 30 Anos de bons serviços Jornais Alternativos - Revistas - Folhetos - En- cartes Demonstração de Placas Sinalizadoras Entrega de Encomendas e Entregas Seletivas Niterói - Rio de Janeiro - São Gonçalo - Itaboraí - Teresópolis - Petrópolis - Maricá - Macaé eguada@ar.microlink.com.br guada@ar.microlink.com.br 21-98111-0289 96474-3808| 96467-3995 97407-9707 DG “Entreartes” no Espaço Cultural dos Correios OEspaço Cultural Correios Niterói realiza a nona edi- ção do “Entreartes” em comemoração ao aniversário do Espaço, com abertura no dia 10 de outubro. Expõe as esculturas de Duda Oliveira iluminadas por Widimar Ligeiro. Convidada pelos anfitriões, a artista e deficiente auditiva Bia Câmara Torres faz uma participação especial com três obras. O prédio dos Correios é símbolo de Niterói e que carrega uma trajetória histórica. Foi projetado em 1910, pelo ar- quiteto italiano Antonio Vannine, mas inaugurado somente em 1914. Em 2007, foi fechado para obras de reformas e restauração das estruturas. Foi devolvido aos niteroienses em 21 de março de 2014, ano de centenário da edificação que, no passado, era conhecida como Palácio dos Cor- reios. Alguns meses depois, foi criado o Espaço Cultural dos Correios Niterói. A abertura do Entreartes marca o aniversário de 105 anos do Palácio dos Correios e os cin- co anos do Espaço Cultural dos Correios Niterói. ACasa Lisaura Ruas, uma homenagem à grande mestra de obras sociais de Niterói, abriu as portas na Rua Uruguai 89, em Pendotiba, com a proposta de oferecer atividades integradas, que envolvem saúde, bem-estar e cultura, no Centro de Convivência, Estudo, Pesquisa e Hospedagem para o Idoso (CCEPHI). O trabalho, que es- timula a vida ativa de pessoas com mais de 60 anos, será conduzido por equipe multidisciplinar, contando com pro- fissionais especializados em gerontologia. À frente do CCPHI está Rosangela Gomes, especialista em educação profissional e gerontologia, e coordenadora do Curso de Cuidadores de Idosos da Singularidade/ Insti- tuto Vital Brazil, em Niterói. Oferece dança, literatura, artes, e programa exercícios físi- cos e orientação alimentar. Ainda: arteterapia, massotera- pia, Reike e yoga, em parceria com o espaço Body & Soul. O Centro de Convivência tem, ainda, curso de capacitação para cuidadores de Idosos e também de extensão para pro- fissionais da área de saúde. Casa Lisaura Ruas para Quem Vive Mais AOAB Niterói, através da Comissão de Assuntos Espe- ciais Tributários, realiza seminário com o foco na Re- forma Tributária. Será realizado no auditório da entidade, das 10h às 16h, do próximo dia 21. Os expositores são Luiz Carlos Hauly; Gilson Pacheco Bomfim, procurador da Fazenda Nacional, Luiz Claudio Rodrigues, secretário de Fazenda do Estado do Rio de Ja- neiro; Giovanna Victer, secretária de Fazenda de Niterói; Marcio Tributarista; Bianca Xavier, mestre e doutora em Direito Tributário pela FGV, e Elizabeth Guimarães, advo- gada e gerente do setor jurídico do Sindicato de Lojistas do Rio de Janeiro. A OAB Niterói fica na Av. Ernani do Amaral Peixoto, 507/11º Centro. Será concedida carga horária para es- tudantes. Reforma Tributária em Seminário na OAB Economista Luiz Carlos Hauly Duda Oliveira e Bia Câmara Torres
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    Niterói 11/10 a 25/10/19 www.dizjornal.com 3 Documento Flexibilizaçõesde Leis: Um Jeitinho para Delinqüir Legalmente No dia 03 passado, a Câmara dos Deputados aprovou, com 263 votos a favor e 144 contra, o texto-base do projeto de lei que relaxa as regras partidárias e eleitorais, suaviza punições e traz de volta a propaganda par- tidária no rádio e na TV. A nova proposta enfraquece o controle sobre candidatos e partidos, possi- bilitando que erros e possíveis fraudes nas prestações de contas eleitorais, e se adie providências efetivas até o julgamento pela Justiça. A nova forma redita as antigas veiculações de propaganda dos partidos no rádio e na TV –pratica que tinha sido extinta pela última reforma eleitoral em razão da criação do fundo eleitoral. Tudo se encaminha para a burla da lei e pela facilitação da manipulação conveniente dos recursos, sem que possam ser responsabilizados legal- mente ou eventualmente punidos por desvios e vícios criminosos. A inten- ção, neste aspecto e em outras leis que são periodicamente afrouxadas, é delinqüir com disfarces de legalidade. Uma grande burla de tudo, a partir de uma maquiagem maquiavélica. O utra modificação nesse projeto de mudança eleitoral é a que passa para um instituto com CNPJ ade- quado a gestão da cota de 5% do fundo partidário destinado à participação feminina nas campanhas eleitorais. A desculpa oficial é permitir às mulheres gerir esse instituto e, consequentemente, as verbas. Na verdade, a intenção é evitar que dirigentes dos partidos, (que continua- rão com poder) de definir o destino desses recursos, sejam punidos por eventuais des- vios, protegidos juridicamente pela gestão do Instituto; mas que continuarão sob o comando disfarçado dos dirigentes parti- dários. O Supremo Tribunal Federal proibiu em 2015 que empresas financiem as campa- nhas. Daí, o Congresso criou o fundo elei- toral, que distribuiu, em 2018, R$ 1,7 bilhão de dinheiro público aos candidatos, somados a quase R$ 1 bilhão do fundo par- tidário. E nessas manobras de financiamento de campanhas, através de novos métodos de enganar a lei, atinge a muitos; até o então partido do presidente (PSL), está sendo acusado de “armações” em Pernambuco e Minas Gerais, onde burla a distribuição dos recursos advindos das cotas de candidatas mulheres. Na verdade, não salva ninguém. Como são eles mesmos que legislam, cada vez que percebem que uma determinada Lei, aprovada no calor da pressão popular, está difícil de conviver com os seus rigores, vão lentamente buscar meios de maliciosa- mente afrouxar seus artigos, para benefícios próprios, e geralmente, lamentavelmente escusos. As novas regras para aplicação e fiscaliza- ção do Fundo Partidário, no novo projeto de lei, permitem interpretações múltiplas. O artigo 44 apresenta novas possibilidades de utilização do fundo e cria uma categoria escorregadia de ‘outros’, que é indefinida e opaca. Praticamente permite que se faça o que quiser com o fundo partidário. Os partidos podem usar o dinheiro desse fundo como bem entenderem. Os interesses obs- curos se conjuminam e provocam “alian- ças” pouco prováveis: PSDB e PT votaram a favor, enquanto o PSOL e a maioria do PSL votaram contra. Outro problema é a permissão do partido utilizar o dinheiro do fundo partidário para o pagamento de ho- norários advocatícios para candidatos e ex- -candidatos. A Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) foi criada para evitar que os entes da Federação (Es- tados e Municípios) gastem mais do que aquilo que arrecadam; ou, se necessário, que tais entes recorram ao endividamento apenas caso sigam regras rígidas e trans- parentes. A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece que cada município pode gastar até 60% da receita corrente líquida com pessoal, caso ultrapasse essa regra há o prazo de oito meses para se adequar. Caso permane- ça a inadequação, o município pode sofrer sanções como a suspensão de repasses e transferências e não pode contratar opera- ções de crédito. Existe uma cultura que a letra da lei acaba morta na falta de fiscalização e da aplica- ção de punições pelos órgãos de controle. Alguns Tribunais de Contas fomentaram o descumprimento da LRF, desenhando “me- didas criativas” de interpretação de despe- sa de pessoal, justamente para gastar mais com servidores. Mas, desde sempre, os requisitos dessa Lei foram questionados e repetidamente acusa- dos de impedir que um executivo pudesse governar livremente, sem ser penalizado. Ou seja, tudo que sempre quiseram era go- vernar “sem limites” e rédeas. Foram aos poucos conseguindo modificações e muti- lações com o intento de afrouxar o laço da Lei. Já conseguiram muito e continuam com seus deputados, sempre dispostos a mini- mizar punições e relativizar qualquer meio de controle. Infelizmente, o que querem a governar ao seu modo e sem controle, numa maníaca voracidade de gastar sem ter a quem se explicar. Os Tribunais de Contas já deram mostras bastantes de como não fiscalizar e ainda ti- rar proveito da situação, fazendo acordos espúrios e nefastos ao bem comum. Com desculpas “legais” vão delinqüindo num país que sobram leis, afrouxadas, mortas, aviltadas e “para inglês ver”. Ou seja: uma bagunça legal, legislada por quem tem in- teresses, com sofrimento de submissão e desconforto de todos. David Alcolumbre e Rodrigo Maia
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    Niterói 11/10 a 25/10/19 www.dizjornal.com 4 Cultura PauloRoberto Cecchetti cecchettipaulo@gmail.com Internet DIZ pra mim... (que eu conto) Em Prol da Saúde N ão é segredo pra ninguém que os avanços tecnológicos têm ajudado profissionais da saúde tanto em tratamentos quanto em diagnósticos mais precisos. De fato a conexão entre máqui- nas e hospitais já começou. Não se vê a inteligência artificial trabalhando, mas ela é usada para complementar o diagnóstico dos médicos de forma quase mágica e até antecipar decisões. Ganhar tempo é funda- mental. No Hospital Albert Einstein, em São Pau- lo, existe um Centro de Controle Operacional, onde há um sistema tecnológico movido a inteligência artificial que permite aos pro- fissionais do hospital fazer uma previsão do que vai acontecer com as pessoas que estão acabando de chegar. Quando o paciente chega, o sistema con- segue calcular a chance de ser internado, ape- nas com os dados coletados no primeiro atendimento, como pulso e pressão. A in- teligência artificial se baseia em um enorme banco de dados de casos anteriores para fornecer uma análise correta. A previsão de acerto é de 90%. O hospital possui ainda uma sala que é uma espécie de central de vigilância, onde todas as atividades são mo- nitoradas 24 horas por dia em tempo real. No Instituto do Câncer do Ceará, em Forta- leza, onde 70% dos pacientes são atendidos pelo SUS, medicina e tecnologia também andam juntas. Uma plataforma de inteli- gência artificial, desenvolvida por uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, está ajudando médicos a encontrar o me- lhor tratamento para pacientes com câncer. Os dados do paciente e o resultado de exa- mes são inseridos no programa que procura as informações mais atualizadas e relevan- tes no mundo sobre o tipo de câncer que o paciente tem. A máquina, ao cruzar e ana- lisar em tempo recorde todo este material, propõe opções de tratamento. Nenhum médico conseguiria obter, sozinho, tantos dados sobre uma doença. A tecnologia tem um papel cada vez maior na medicina. Mas até que ponto estamos dispostos a permitir que algoritmos tomem decisões sobre a vida? Afinal, a máquina sabe tudo sobre a doença, mas não está ao lado da pessoa quando ela mais precisa. A decisão final sobre um tratamento ainda é dos médicos, com o apoio do paciente. Até a próxima! - A Academia Niteroiense de Letras/ANL informa que se encontra vaga a cadeira de nº 14, cujo último ocupante foi o confrade José Alfredo de Andrade. Oportunamente será publicado edital para preenchimento do quadro titular. - A Câmara Municipal de Niterói (Av. Ama- ral Peixoto, nº 625 - Centro) e a Academia Niteroiense de Belas Artes, Letras e Ciên- cias/ANBA convidam para o Sarau de Ar- tes e Poesias da Primavera, de 14 a 18 de outubro, das 10 às 16 horas. - O escultor Albenzio Almeida vem partici- pando de coletivas no Rio de Janeiro com suas esculturas. Ele também irá apresentar mini-peças no Nikitikitikeru VI, em novem- bro. A foto é de Alexander Landau. Vale conferir! (foto 2) - O Teatro Municipal de Niterói (Rua Quin- ze de Novembro, nº 35 - Centro) apresenta o espetáculo da atriz e cantora de jazz e blues, Taryn Szpilman, na peça "Marilyn, Luz & Sombras", nos dias 03 e 04 de outu- bro. Im-per-dí-vel! - A Sala de Cultura Leila Diniz (Rua Heitor Carrilho, nº 81 - Centro - Niterói) apre- senta a exposição "Classicus", da cantora e artista plástica Adiana Ninsk, no período de 04 de outubro a 07 de novembro. Visitação de 2ª a 6ª, das 10 às 17 horas.
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    Niterói 11/10 a 25/10/19 www.dizjornal.com 5 EdgardFonsecaedgardfonseca22@hotmail.com E stamos todos na expectativa da de- finição do candidato da situação. Quem será nesse grupo o candidato do prefeito? Por justa análise, sem demérito aos demais, o mais qualificado e bem dese- nhado é o Comte Bittencourt. Entretanto, muita água ainda vai rolar por debaixo des- sa ponte. Existe um aspecto que me chama a atenção: tanto Rodrigo Neves, como Comte Bitten- court, são políticos extremamente pragmá- ticos, mas, muito diferentes na ação. Esta característica comum, que poderia ser uma afinidade, apresenta-se com campo de atri- to, pelas diferenças de comportamento e forma de vislumbrar os fatos. Comte vencendo as eleições será uma se- Uma Complicada Sucessão gurança para o Rodrigo, tanto no que diz respeito à continuidade de obras e pro- gramas, como contar com a sua lealdade. Apesar disso, tem um senão: o Comte tem vida própria, estatura e estratégia própria; e correligionários que nem sempre são da aceitação do grupo do Rodrigo Neves. São posturas diferentes, lideranças diferentes, apesar das possibilidades de convívio, uns olhando para os outros, sem perder de vis- ta. Pode parecer ameaçador ter um sucessor tão independente e com brilho próprio. Muitas luzes podem ofuscar a lateralidade ou quem vem no sentido contrário. Vamos esperar... Mas, vislumbro surpresas nos próximos passos. N ão é uma questão de conceituar ou de interpelação ideológica. Os fatos falam por si só. Estas ONGs que se apresentam com defensoras do meio ambiente, e costumam fazer estardalhaços por qualquer motivo que fira a sua “agenda convenientemente para esquerda, gritaram “em defesa da Amazônia”, com graves acusações ao governo Federal, especial- mente ao Ministério do Meio Ambiente. A queimadas, que neste ano foram numerica- mente inferiores em outros anos anteriores de coloração petista, receberam atenção belicosa e protestos de todas as formas. Foi um “carnaval internacional”. Agora, apareceram as manchas de óleo e petróleo bruto no litoral do Nordeste brasi- leiro, com danos proporcionais muito supe- riores às queimadas, e não se ouve um pro- testo. Uma fala contrária, um alento. Nada! E vamos perguntar a razão deste sepulcral “Ativistas Ecológicos” silêncio. É simples. O petróleo é comprova- damente venezuelano. Se o derramamento foi intencional, ou se foi acidente, a questão é outra. Trata-se de crime culposo ou dolo- so. Em qualquer situação é crime. O dano, de extensão ainda não avaliada, está aí. O tamanho do prejuízo, eu é enorme, já se sabe, mas de que tamanho ainda é precoce afirmar. Agora... Porque não gritam? Não vão defender o meio ambiente, não vão convocar outros “países interessados”? A questão é clara: tratando-se de um aliado político, alinhado ideologicamente, como é a Venezuela, todos, absolutamente todos os “ativistas”, se calam, e mais, defendem e tentam encobrir o crime. Fica patente que todos estes protestos não passam de mano- bras interesseiras, com vistas à desestabili- zação política, numa tentativa desesperada de retomada do poder, onde o “faturamen- to” corre fácil e criminosamente. J oão Vieira, presidente da CDL, esteve presente no IV Fórum Nacional do Co- mércio, onde se propõe a diminuição da carga tributária e aumento de contratações de comerciários. Foi realizado o Café da Manhã, no dia 8, com o tema: “Antecipe seu sucesso! Planeje 2020!”, com Paola Baroncini. Também, em outro encontro, na Região Oceânica, com o tema “Moderniza- ção das lojas”, Nathalia Ouro falou sobre o poder do mundo digital. Nesses encontros, a CDL recebeu Renato Barandier, secretário municipal de Urbanis- Uma CDL Proativa mo e Mobilidade, que apresentou o projeto da prefeitura para revitalização da Orla de Icaraí e de Gragoatá, da Concha Acústica e da Marques de Paraná. Ainda esta sema- na, o secretário de Trânsito coronel Paulo Afonso visitou a CDL. Ele se reuniu com os diretores da CDL, que apontaram pontos de atenção do trânsito da cidade, incluindo criar estacionamentos alternativos nos finais de semana para incrementar mais vendas. A CDL, na gestão de Luiz Vieira encarrega- -se ao máximo em criar espaços para os lo- jistas e traz informações importantes para minimizar as dificuldades atuais. A ssisti uma entrevista do Gilmar Mendes e fiquei impactado ao ver escan- caradamente a sua intenção de inverter os fatos. Naquela prá- tica sórdida de por nos outros todos os defeitos do mundo, ele apresentou um Sergio Moro in- verso. Moro é o vilão e um cri- minoso indecoroso. E o pior: é o teatro com texto podre, fazendo parecer que ele e outros, são as vítimas; e o Sergio Moro, Deltan Martinazzo Dallagnol e outros procura- dores são “comparsas do Sindicato do Crime da Lava-jato. Onde iremos parar?”. Discurso Invertido Comte Bittencourt e Rodrigo Neves Secretário de TrânsitoPaulo Afonso e Luiz Viera presidente da CDL Gilmar Mendes
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    Niterói 11/10 a 25/10/19 www.dizjornal.com 6 FernandoMello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello Onde Tem Corrupção... Tem Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com O combate à corrupção está sen- do abalado. Os três poderes estão conectados para se li- vrarem das penas. A operação Lava-jato tem realmente incomodado muita gente. Ouvi dizer que tem político na cidade que acorda cedinho e liga a TV no RJ/ TV que começa às 6h para saber se haverá lava-jato. E já mantém um kit- -prisão prontinho, com roupas, escova de dentes e barbeador. Também deixam separado um casaco com capuz para se esconder das câmeras. Mas, por que essa luta contra a hones- tidade no Brasil? Porque tanta matéria em jornais e na televisão contra o pacote anticrime? Só porque é do Moro? Será? Por que muitos brasileiros gostam de corruptos? Será porque seremos, de certa forma, corruptos e gostamos da- quela graninha a mais, por fora? Já li várias e várias teorias sobre o nosso comportamento, assim... Meio “bandi- do do Congresso”. Muitos dizem que o Congresso Nacional é a imagem em semelhança do povo. É reflexo do voto popular. Isso tudo pode até ter um fundo de ver- dade. Mas, afirmar que o brasileiro gosta de ser roubado porque gosta de roubar, se dar bem, viver na malandragem é quase uma constatação, dizem. Há dezenas de anos eu passava de ôni- bus na Praia de Icaraí voltando da facul- dade. Fazia sol. Era uma 3ª feira, verão e a praia estava movimentada. O passa- geiro do meu lado disse: “queria ganhar uma grana pra ficar igual aquele cara ali, jogando frescobol numa 3ª feira”. Que desejo preguiçoso desse cara, pensei. Depois dessa passagem na minha juventude, vejo que são poucos os bra- sileiros que se importam com o próximo de uma maneira natural. Nós estamos muito mal acostumados a respei- tar as leis e sermos mais educados e respeitar o direito do próximo. Numa boa: queremos mesmo é “se dar bem”. O tal oba-oba. Para isso, muitos brasileiros vestem a camisa que interessa no momento. Por exemplo, nas eleições usava camiseta com Fidel Castro estampada com o tal charuto para ir a encontros com Ha- ddad. Se fosse para encontrar o pessoal do Bolsonaro, iria com a camiseta dele mesmo. Por que esse comportamento? Vai que consegue ganhar um pequeno cargo lá na frente? Interesse. “Din-din”, sem saber de onde vem? Pois é... O brasileiro é uma colcha de re- talhos de interesses. Mas, quem é contra a Lava-jato gosta dos inimigos das leis. Numa boa, quem é con- tra é porque tem algum interesse que os bandidos continuem. Nesse aspecto, sempre me pergunto so- bre o comportamento do STF, que hoje está numa briga entre a opinião pública e o seu lado político: por que Aécio Neves ainda está solto? Como Renan Calheiros ainda está solto? Como Jader Barbalho ainda está solto? Romero Jucá e o “Ca- pitão Cueca”! Vou gastar meus dedos no teclado listando os bandidos públicos sol- tos. Mas o Renan foi reeleito, diga-se. Nossas leis são fraquinhas contra os ban- didos. Mas, com um Congresso cheio de réus, como votar por leis mais duras? Como pode um deputado Réu ser a fa- vor do Pacote Anti-Crime? Ele vai “votar contra si mesmo”? Como limpar o Brasil desse comporta- mento? Não sei. Não há um bom exemplo de corrupto preso além do ex-presidente Lula, que tem todo o direito de se dizer inocente. Mas, como Lula chegou a um patrimônio de R$ 78 milhões? E isso que se sabe... E lá fora? Como? Como? Quase toda a imprensa acha normal o Congresso negociar a PEC da Previdên- cia, exigindo mais dinheiro da venda Pré- -sal, que pode chegar a R$ 106 bilhões. É a venda do voto. É o toma-lá-dá-cá vergonhoso, mas co- mum para a maioria dos brasileiros. Faz parte do nosso dia-a-dia e, talvez, já tenha se instalado dentro do nosso DNA. Já perdoamos quem mente em juízo ou rouba pouquinho. Reparou?
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    Niterói 11/10 a 25/10/19 www.dizjornal.com 7 Conexõeserialencar.arte@gmail.com E! Games dizjornal@hotmail.com Expo BGS 2019 C omeçou na última quarta-feira, dia 09, a 12ª Edição da Brasil Game Show (BGS), o maior evento de games da América Latina e terceiro maior evento de games do mundo. Neste ano, a BGS será realizada na Expo Center Norte, na Zona Norte de São Paulo (SP), até o domingo, dia 13. Com expectativa de receber mais de 300 mil visitantes, a feira dará ao público a chance de testar jogos inéditos, participar de campeonatos de desenvolvimento de jo- gos e concursos de cosplay. Além das gigantes dos games, o evento também traz encontro com desenvolve- dores conhecidos em todo o mundo. Um dos convidados será Hidetaka Miyazaki, desenvolvedor de Sekiro e Dark Souls. A feira contará ainda com a presença de John Romero, criador de clássicos como Doom, que introduziu os jogos de tiro em primeira pessoa no mercado. Retornam à feira Charles Martinet, dublador de Mario Bros, e Yoshinori Ono, produtor de Street Fighter. Também estará presente o trio de Grand Theft Auto (GTA) Ned Luke, Solo e Steven Ogg. Gay Stern, presidente da Stern Pinball, é outro dos confirmados no Brasil Game Show. A empresa é a única que produz máquinas de pinball (o antigo fliperama) atualmente. A Brasil Game Show foi realizada pela pri- meira vez em 2009 como Rio Game Show, no Rio de Janeiro (RJ). Em onze edições, o evento já recebeu mais de 1,8 milhão de pessoas. A pedidos das empresas patroci- nadoras, porém, a Brasil Game Show não revela os lucros ou montante movimenta- do. O Brasil Game Show terá mais de 400 expositores de vários ramos como tecno- logia, telecomunicações, varejistas e ali- mentação. Além das gigantes dos games, também marcam presença empresas como Panini, Saga, Twitch e Crunchyroll Games. Uma das novidades mais aguardadas pelo público é a chance de testar Death Stran- ding, o novo game de Hideo Kojima, res- ponsável pela clássica série Metal Gear Solid. Com lançamento previsto para 8 de novembro, Death Stranding é o primeiro game de Kojima desde sua saída litigiosa da Konami, em 2015. Um ponto alto da BGS é a competição de cosplays. Nesta edição, são mais de dois mil cosplayers registrados para represen- tar diversos ícones da cultura pop, como personagens de jogos, filmes e animações. Além de conhecer desenvolvedores famo- sos, quem quer viver de games tem uma grande oportunidade de crescimento pro- fissional na feira. O BGS Jam começa às 15h do dia 9 e vai até às 15h do dia 11. A equipe vencedora será anunciada pela organização às 18h do dia 13, no encerra- mento do evento. Cartão Postal de Niterói É a tal historia... Você sai e chega a Niterói pelas barcas, na maioria das ve- zes. 90% dos turistas que vêm à cidade chegam pe- las barcas e quando pisam na Praça Araribóia se de- param com um Centro de Informações Turísticas. A bem da verdade eu nunca vi aquele “Centro” funcio- nando. Mas, independen- te do funcionamento, está lá, todo cheio de “espe- lhados”. A construção é até bonita, apesar de não ser usada. Certamente um dia vai funcionar... Mas, o problema maior, é que por ser coberto, tem uma espécie de telhado em balanço que serve apenas de abrigo para pessoas sem moradia, que se deitam com seus “perten- ces”, exatamente na frente do tal Centro de Informações. A visão de pobreza e desalento é terrível. É deprimente para uma primeira impressão (e olha, é a que fica!). A secretaria de “Bem Estar Social”, que é a secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos - SASDH. não está tomando conta das populações de rua e ainda por cima está contribuindo para uma imagem negativa da cidade; e atrapalhando a Neltur. Será que é assunto de desavença entre a secretaria contra a Neltur? A verdade é que quem perde é a cidade. Esta situação é muito feia! Grosseria Explícita Fui estacionar meu carro na Rua Otavio Carneiro, quase na esquina da Praia. Havia um caminhão parado com de motor ligado, ocupando a vaga existente. Sinalizei para o mo- torista e ele por gestos respondeu sugerindo que iria sair logo. Não foi tão breve, pois, aguardei mais de cinco minutos. Assim que ele deu a partida e me preparei para dar ré e estacionar, sem nenhuma cerimônia, uma mulher, desconsiderando a minha luz de ré e movimento, enfiou seu carro na vaga. Estacionou sem nenhuma civilidade. Minha filha desceu do carro e foi falar com ela, dizendo-lhe que estávamos a mais de cinco minutos esperando pela vaga, e sem dúvida o direito de estacionar era nosso. A mulher sem pes- tanejar esticou o braço para a guarda do estacionamento que já retirava o ticket e passava o troco. Questionei a guarda, pois, ela mesma tinha pedido para aguardar vaga mais à frente, enquanto esperávamos. Disse-lhe: vc sabe que estávamos aqui esperando a vaga, portanto, tire o ticket para nós e não para ela. A guarda de forma ríspida respondeu: não estou aqui para isso! Estou aqui para tirar o ticket para quem pagar primeiro. Não sou eu quem decide de quem é a vaga! A minha filha percebendo o baixo nível, tanto da motorista, quanto da guarda do estacio- namento, e que a insistência somente levaria situação ainda mais desagradável, resolveu desistir da vaga e da peleja. Afinal, se a prefeitura que deveria ordenar estas vagas, não o faz, não seríamos nós que iríamos enfrentar uma pessoa totalmente despreparada para a função, para o convívio social, além da grosseria e agressividade. Fica o registro. Esquina de Rua Otavio Carneiro com Praia de Icaraí, dia 04 de outubro, às 17h30min. Olô Prefeitura! O que faz uma mulher dessas num serviço de utilidade pública? O contri- buinte pede providências!
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    Niterói 11/10 a 25/10/19 www.dizjornal.com RendaFina 8 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Aniversariantes da Edição Estela Prestes Luana Abreu Gabriel Cantarino O’Dwyer Ciléa da Matta João Vitor Proetti Aidar Elizabeth Monteiro Casamento de Phabricio Petraglia e Fernanda Araujo Realizou-se do dia 28 de setembro, na Maison Cascade. Atividades na CDL Fernanda e Phabricio Petraglia Phabricio Pertraglia e Fernanda Araújo Manoel Alves, Joaquim Ferreira Dias, Juliano Gentile. Luiz Vieira e Paulo Afonso Nathalia Ouro e João Vieira Debora Rafael