SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 31
Baixar para ler offline
DESENVOLVIMENTO DE
MINA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS
VIAS DE ACESSO
I N T R O D U Ç Ã O
S E L E Ç Ã O E T I P O S D E A C E S S O S
C O N S T R U Ç Ã O D E A C E S S O S
N O R M A S
• As vias de acesso em minas a céu aberto geralmente são simples estradas
principais, construídas para possibilitar a lavra dos diversos bancos que dividem
verticalmente a jazida em blocos de extração.
• A mineração a céu aberto requer, no mínimo, uma via ou mais, dependendo da
configuração do corpo, para lavrar o depósito até a profundidade do pit final.
• Em alguns tipos de lavra especiais como petróleo, gases combustíveis, água
mineral e sais solúveis, as vias de acesso são simplesmente furos de sonda,
executados até atingir a jazida e possibilitar a extração das substâncias minerais,
sem o acesso de pessoal.
• As vias de acesso são um dos fatores mais importantes no planejamento da
Cava. Deve ser incluída na fase inicial do processo de planejamento, visto
que elas podem afetar significativamente o talude geral.
• De um modo geral o ângulo de talude geral pode ser definido anteriormente à
inclusão das estradas, no caso de um design preliminar da cava.
• Entretanto, a introdução das estradas numa etapa posterior pode significar
uma grande remoção de estéril não planejada ou a perda de alguma parte da
jazida computada.
Conceitos importantes
• Ângulo de Talude - Por princípio, um ângulo de talude deve ser tal
que permita a continuidade das operações que se realizam em seu
nível ou em níveis inferiores e superiores. Ou, em outras palavras, um
talude deve permanecer estável enquanto durarem as operações de
lavra e após seu fechamento.
• Berma - A berma é feita para a divisão do talude geral, quebrando
sua continuidade, com dimensões e posicionamento em níveis
adequados, também servindo de acesso aos diferentes níveis.
Conceitos importantes
• Praça - A praça da mina é a maior área de manobras dos
equipamentos ou a área de cota inferior e que dá acesso a
todas as frentes da mina. Em uma mesma mina pode haver
mais de uma praça, localizadas em cotas diferentes.
• Bancada - Porção da rocha formada por duas bermas
consecutivas, tendo um ângulo de talude próprio e onde é
possível realizar o desmonte da rocha.
Para a seleção do layout da estrada deverão ser considerados:
 Topografia local;
 Tamanho da jazida;
 Condições do capeamento;
 Escala de produção;
 Valor do material lavrado;
 Tamanho do Pit e distância média de transporte;
 Áreas com potencial de instabilidade de taludes.
Sistema de avanço-recuo ou zigue-zague: a estrada de acesso se
desenvolve por entre as bancadas, muitas das vezes conectando-se
a elas, com declividade compatível com o tipo de transporte. Nesse
caso o objetivo é alcançar o fundo da cava.
No sistema de acesso por zigue-zague com praças de manobra, os vários
trechos em rampa são unificados por plataformas, de nível ou de pequena
declividade, que possibilitam uma melhor condução de veículos ao mudarem
de direção (giro, ré e outras manobras).
Se a extensão permitir, o acesso poderá ser feito por uma via
continua, sem curvas e sem patamares.
O Sistema de zigue-zague tem uma vantagem que é a
movimentação em pequenas áreas. Por outro lado a desvantagem
está na baixa velocidade de transporte.
Sistema de via helicoidal contínua: Utilizado para jazidas minerais de grande
extensão horizontal, em cavas profundas, este sistema se constitui numa via
contínua, em hélice, apresentando estradas planas e outras em declividade. O
acesso é executado na medida em que vão sendo extraídas as fatias horizontais
compreendidas no núcleo da hélice.
.
Planos inclinados a céu aberto: Aplicável a jazidas de pequena área horizontal,
com fortes declividades e transporte por correias transportadoras ou caçambas.
São possíveis declividades até 70º ou 80º, permitindo atingir o fundo da cava em
reduzida extensão. O minério é carregado em caminhões e despejado em chutes
que alimentam as correias ou caçambas e estas, por sua vez, basculam em chutes
fora da cava, que alimentarão trens ou caminhões.
Sistema de suspensão por cabos: Aplicável a cavas profundas e de
pequena área horizontal, atualmente de limitada utilização. Tal sistema
foi muito utilizado nas minas de diamantes de Kimberley.
Os cabos de suspensão se estendem sobre a cava de pequena área,
suspensos por uma ou várias torres especiais..
Uma das formas mais usuais deste método se dá pelo auxilio de duas
torres, sendo uma móvel e a outra fixa. O acesso de equipamentos e de
trabalhadores é feito por rampas, ligando os diversos bancos ou
desenvolvidas lateralmente, nas paredes contínuas. O minério é
carregado em caçambas içáveis e despejado em chutes superficiais,
para posterior transporte.
•
Boas estradas de rodagem são um dos mais importantes requerimentos na
prática de minas a céu aberto, e seu lay-out constitui uma importante tarefa.
Uma estrada deve ser projetada num local que permita a remoção de material
ao longo de uma curta e rápida rota no pit.
Os principais objetivos do projeto de estradas para minas a céu aberto são:
Eficiência das operações mineiras;
Segurança.
Em geral, existem algumas considerações a serem tomadas na construção de
uma estrada:
Grade ou inclinação: é melhor determinado através de gráficos de desempenho
dos caminhões com respeito a velocidade e freagem.
Dv
Dh
Dv
Dh
X100 =% inclinação
Como regra geral, o melhor grade está na faixa de 8 a 10%, que é a taxa
máxima normalmente permitida. Em condições climáticas severas (neve,
chuvas) a tendência é pela redução da inclinação
Largura da estrada: é determinada pelo pelo tipo de transporte
selecionado. A regra geral é projetar estradas que tenham laguras
compativeis com as unidades de transporte.
Estradas em Pit em geral são construidas em linha única e única
direção de tráfego, ou duas linhas e duas direções de tráfego,
visando uma baixa densidade de tráfego e ou devido a problemas
de espaço.
.
Nº de linhas Largura máx. do veículo
1 2x
2 3.5x
3 5x
4 6.5x
Outros detalhes como: características do material transportado, canaletas,
bueiros, valetas, super elevação, etc. , devem seguir os padrões normais de
construção de estradas.
De fato, a estrada precisa ser posicionada baseada na condição de que o
minério representa o lucro da operação e o estéril um ítem de custo.
Através de métodos de tentativas de erros ou computacionais, é possível
determinar a posição ótima de locação da estrada no contato estéril/minério.
Existe um limite ótimo ou relação estéril/minério, que pode ser considerada
tolerável para o posicionamento da estrada.
.
Locação da estrada: É talvez a tarefa mais difícil. Existem dois aspectos a serem
considerados.
- Tempo no qual a estrada será locada. Idealmente, deve ser locada tão logo
quanto possível, de modo a evitar construções temporárias. A estrada final irá,
certamente, delimitar o limite do banco em cada horizonte, com o progresso da
lavra até atingir a profundidade final do pit.
- Posição desta relativa ao contato estéril/minério. A largura da estrada
normalmente excede a largura da berma final e consequentemente se a estrada é
para ser posicionada de tal forma que nenhuma porção do minério seja
abandonado, então uma remoção adicional de estéril é necessário.
Outros fatores a serem considerados na construção de estradas em minas a
céu aberto:
Custo mínimo para transporte de minério e estéril para fora da cava, ao
longo da vida útil da mina;
Mínimo de tráfego, máxima segurança e rápido acesso para as
operações mineiras;
Restrições à áreas de instabilidade de taludes;
Vida útil longa da estrada. Isto implica na redução dos custos de
construção, operação e demanda de material para construção
Os demais fatores incluem a localização do corpo de minério, usina de
tratamento, pátio de estocagem, depósito de estéril etc.
Na prática é adotado um número mínimo de estradas para reduzir custos
de rodagem, execução e manutenção. É comum ter um ou dois sistemas
de rampas principais, das quais cada banco é acessado para lavra.
É recomendável, sempre que possível, que dois acesso sejam projetados
para alguma área da mina, de modo a evitar paradas de produção, quando
um acesso e interrompido.
NR 22 – segurança e saúde ocupacional na mineração
NRM – Norma Reguladora de Mineração
NRM 13 – Circulação e Transporte de Pessoas e Materiais.
A capacidade e a velocidade máxima de operação dos
equipamentos de transporte devem figurar em placa afixada
em local visível.
Toda mina deve possuir plano de trânsito estabelecendo regras de
preferência de movimentação e distâncias mínimas entre máquinas,
equipamentos e veículos compatíveis com a segurança e
velocidades permitidas, de acordo com as condições das pistas de
rolamento.
NRM 13 – CIRCULAÇÃO E TRANSPORTE DE PESSOAS E
MATERIAIS.
Nas laterais das bancadas ou estradas onde houver riscos de
quedas de veículos, devem ser construídas leiras com altura mínima
correspondente à metade do diâmetro do maior pneu de veículo que
por elas trafegue, sinalizadas para tráfego diurno e noturno, e
mantidas sempre em condições de uso.
NRM 13 – CIRCULAÇÃO E TRANSPORTE DE PESSOAS E
MATERIAIS.
As vias de circulação e acesso das minas devem ser sinalizadas de
modo adequado para a segurança operacional e dos trabalhadores.
NRM 12 – SINALIZAÇÃO DE ÁREAS DE TRABALHO E CIRCULAÇÃO.
As vias de circulação e acesso das minas devem ser sinalizadas
de modo adequado para a segurança operacional e dos
trabalhadores.
NRM 12 – SINALIZAÇÃO DE ÁREAS DE TRABALHO E CIRCULAÇÃO.
A utilização dos produtos de alta visibilidade para
sinalização de minas é de extrema importância
pois proporciona visibilidade não somente das
rotas de tráfegos, mas também dos próprios
caminhões e demais veículos que transitam pela
mineradora.
A sinalização no vestuário dos trabalhadores
proporciona também a visibilidade necessária
contra atropelamentos e demais acidentes que
todos estão sujeitos ao trabalhar em ambientes
com baixas condições de visibilidade.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Perfilagem de poços_de_petróleo
Perfilagem de poços_de_petróleoPerfilagem de poços_de_petróleo
Perfilagem de poços_de_petróleo
Edson Verissimo
 
Aula 08 auxiliar de mineração (métodos de lavra) ll
Aula 08 auxiliar de mineração (métodos de lavra) llAula 08 auxiliar de mineração (métodos de lavra) ll
Aula 08 auxiliar de mineração (métodos de lavra) ll
Homero Alves de Lima
 
55131990 desmonte-de-rochas-com-explosivos
55131990 desmonte-de-rochas-com-explosivos55131990 desmonte-de-rochas-com-explosivos
55131990 desmonte-de-rochas-com-explosivos
Antonio Rodrigues Filho
 
Aula 07 auxiliar de mineração (métodos de lavra) l
Aula 07 auxiliar de mineração (métodos de  lavra) lAula 07 auxiliar de mineração (métodos de  lavra) l
Aula 07 auxiliar de mineração (métodos de lavra) l
Homero Alves de Lima
 
Lista de exercícios perfuração resolução
Lista de exercícios perfuração   resoluçãoLista de exercícios perfuração   resolução
Lista de exercícios perfuração resolução
Pedro Monteiro
 
Mecânica das Rochas
Mecânica das RochasMecânica das Rochas
Mecânica das Rochas
Thiago Meira
 
Aula 10 auxiliar de mineração (beneficiamento de minérios) l
Aula 10 auxiliar de mineração (beneficiamento de minérios) lAula 10 auxiliar de mineração (beneficiamento de minérios) l
Aula 10 auxiliar de mineração (beneficiamento de minérios) l
Homero Alves de Lima
 

Mais procurados (20)

Perfilagem de poços_de_petróleo
Perfilagem de poços_de_petróleoPerfilagem de poços_de_petróleo
Perfilagem de poços_de_petróleo
 
Aula 08 auxiliar de mineração (métodos de lavra) ll
Aula 08 auxiliar de mineração (métodos de lavra) llAula 08 auxiliar de mineração (métodos de lavra) ll
Aula 08 auxiliar de mineração (métodos de lavra) ll
 
55131990 desmonte-de-rochas-com-explosivos
55131990 desmonte-de-rochas-com-explosivos55131990 desmonte-de-rochas-com-explosivos
55131990 desmonte-de-rochas-com-explosivos
 
Aula 07 auxiliar de mineração (métodos de lavra) l
Aula 07 auxiliar de mineração (métodos de  lavra) lAula 07 auxiliar de mineração (métodos de  lavra) l
Aula 07 auxiliar de mineração (métodos de lavra) l
 
desmonte mecanico de calcario
desmonte mecanico de calcariodesmonte mecanico de calcario
desmonte mecanico de calcario
 
Lista de exercícios perfuração resolução
Lista de exercícios perfuração   resoluçãoLista de exercícios perfuração   resolução
Lista de exercícios perfuração resolução
 
Mecânica das Rochas
Mecânica das RochasMecânica das Rochas
Mecânica das Rochas
 
Hidrologia escoamento superficial
Hidrologia   escoamento superficialHidrologia   escoamento superficial
Hidrologia escoamento superficial
 
Equipamentos de uma sonda de perfuração
Equipamentos de uma sonda de perfuraçãoEquipamentos de uma sonda de perfuração
Equipamentos de uma sonda de perfuração
 
Perfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e Gás
Perfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e GásPerfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e Gás
Perfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e Gás
 
subnível-sublevel
subnível-sublevelsubnível-sublevel
subnível-sublevel
 
Aula 05 - Tipo de lavras, tratamento de minério.pdf
Aula 05 - Tipo de lavras, tratamento de minério.pdfAula 05 - Tipo de lavras, tratamento de minério.pdf
Aula 05 - Tipo de lavras, tratamento de minério.pdf
 
Pesquisa Mineral
Pesquisa MineralPesquisa Mineral
Pesquisa Mineral
 
Escarificadores
EscarificadoresEscarificadores
Escarificadores
 
Reservatórios aula 4
Reservatórios   aula 4Reservatórios   aula 4
Reservatórios aula 4
 
Testes de pressão em poços de petróleo
Testes de pressão em poços de petróleo Testes de pressão em poços de petróleo
Testes de pressão em poços de petróleo
 
Aula 10 auxiliar de mineração (beneficiamento de minérios) l
Aula 10 auxiliar de mineração (beneficiamento de minérios) lAula 10 auxiliar de mineração (beneficiamento de minérios) l
Aula 10 auxiliar de mineração (beneficiamento de minérios) l
 
GEOLOGIA DO TIMOR 2
GEOLOGIA DO TIMOR 2GEOLOGIA DO TIMOR 2
GEOLOGIA DO TIMOR 2
 
Análise Estrutural - Geologia Estrutural
Análise Estrutural - Geologia EstruturalAnálise Estrutural - Geologia Estrutural
Análise Estrutural - Geologia Estrutural
 
Curso de Mineração
Curso de MineraçãoCurso de Mineração
Curso de Mineração
 

Destaque

Proposta movimentação e transporte de materiais e pessoas - enviada ao cpn ...
Proposta   movimentação e transporte de materiais e pessoas - enviada ao cpn ...Proposta   movimentação e transporte de materiais e pessoas - enviada ao cpn ...
Proposta movimentação e transporte de materiais e pessoas - enviada ao cpn ...
Jupira Silva
 
Aula 09 auxiliar de mineração (métodos de lavra) lll
Aula 09 auxiliar de mineração (métodos de lavra) lllAula 09 auxiliar de mineração (métodos de lavra) lll
Aula 09 auxiliar de mineração (métodos de lavra) lll
Homero Alves de Lima
 
Introdução aos materiais
Introdução aos materiaisIntrodução aos materiais
Introdução aos materiais
PublicaTUDO
 
Benchmarking - Minas Kimberlites by DLS Strategies - 2015
Benchmarking - Minas Kimberlites by DLS Strategies - 2015Benchmarking - Minas Kimberlites by DLS Strategies - 2015
Benchmarking - Minas Kimberlites by DLS Strategies - 2015
Stephanie De Lima
 
Pré-sal: folheto
Pré-sal: folhetoPré-sal: folheto
Pré-sal: folheto
FatoseDados
 
15 aula torres de perfuração e equipamentos
15 aula torres de perfuração e equipamentos15 aula torres de perfuração e equipamentos
15 aula torres de perfuração e equipamentos
Homero Alves de Lima
 

Destaque (20)

minas
minasminas
minas
 
Minas e Jazidas
Minas e JazidasMinas e Jazidas
Minas e Jazidas
 
Proposta movimentação e transporte de materiais e pessoas - enviada ao cpn ...
Proposta   movimentação e transporte de materiais e pessoas - enviada ao cpn ...Proposta   movimentação e transporte de materiais e pessoas - enviada ao cpn ...
Proposta movimentação e transporte de materiais e pessoas - enviada ao cpn ...
 
Aula 09 auxiliar de mineração (métodos de lavra) lll
Aula 09 auxiliar de mineração (métodos de lavra) lllAula 09 auxiliar de mineração (métodos de lavra) lll
Aula 09 auxiliar de mineração (métodos de lavra) lll
 
TREINAMENTO DE SEGURANÇA DO TRABALHO MINERAÇÃO NR-22- LAVRA GARIMPEIRA.
TREINAMENTO DE SEGURANÇA DO TRABALHO MINERAÇÃO  NR-22- LAVRA GARIMPEIRA.TREINAMENTO DE SEGURANÇA DO TRABALHO MINERAÇÃO  NR-22- LAVRA GARIMPEIRA.
TREINAMENTO DE SEGURANÇA DO TRABALHO MINERAÇÃO NR-22- LAVRA GARIMPEIRA.
 
Darcy
DarcyDarcy
Darcy
 
Escavações, fundações e desmonte de rochas
Escavações, fundações e desmonte de rochasEscavações, fundações e desmonte de rochas
Escavações, fundações e desmonte de rochas
 
Introdução aos materiais
Introdução aos materiaisIntrodução aos materiais
Introdução aos materiais
 
Benchmarking - Minas Kimberlites by DLS Strategies - 2015
Benchmarking - Minas Kimberlites by DLS Strategies - 2015Benchmarking - Minas Kimberlites by DLS Strategies - 2015
Benchmarking - Minas Kimberlites by DLS Strategies - 2015
 
HuMINE Resources - APRESENTAÇÃO CORPORATIVA
HuMINE Resources  - APRESENTAÇÃO CORPORATIVAHuMINE Resources  - APRESENTAÇÃO CORPORATIVA
HuMINE Resources - APRESENTAÇÃO CORPORATIVA
 
APRESENTAÇÃO EXPLOBARROS - SOLUÇÕES EM PERFURAÇÃO E DESMONTE DE ROCHA
APRESENTAÇÃO EXPLOBARROS - SOLUÇÕES EM PERFURAÇÃO E DESMONTE DE ROCHAAPRESENTAÇÃO EXPLOBARROS - SOLUÇÕES EM PERFURAÇÃO E DESMONTE DE ROCHA
APRESENTAÇÃO EXPLOBARROS - SOLUÇÕES EM PERFURAÇÃO E DESMONTE DE ROCHA
 
Perfuratriz
PerfuratrizPerfuratriz
Perfuratriz
 
Trabalho concentração gravitica
Trabalho concentração graviticaTrabalho concentração gravitica
Trabalho concentração gravitica
 
Exploração de minerais e de materiais de construção e ornamentais: Contaminaç...
Exploração de minerais e de materiais de construção e ornamentais: Contaminaç...Exploração de minerais e de materiais de construção e ornamentais: Contaminaç...
Exploração de minerais e de materiais de construção e ornamentais: Contaminaç...
 
Pré-sal: folheto
Pré-sal: folhetoPré-sal: folheto
Pré-sal: folheto
 
Maual Técnico mineraçãoApostila tminerac3a7c3a3o
Maual Técnico mineraçãoApostila tminerac3a7c3a3oMaual Técnico mineraçãoApostila tminerac3a7c3a3o
Maual Técnico mineraçãoApostila tminerac3a7c3a3o
 
Petróleo pps
Petróleo ppsPetróleo pps
Petróleo pps
 
02 aula cadeia de fornecimento
02 aula cadeia de fornecimento02 aula cadeia de fornecimento
02 aula cadeia de fornecimento
 
15 aula torres de perfuração e equipamentos
15 aula torres de perfuração e equipamentos15 aula torres de perfuração e equipamentos
15 aula torres de perfuração e equipamentos
 
Delcídio do Amaral - 2010 Assembléia Legislativa - Campo Grande - Divisão dos...
Delcídio do Amaral - 2010 Assembléia Legislativa - Campo Grande - Divisão dos...Delcídio do Amaral - 2010 Assembléia Legislativa - Campo Grande - Divisão dos...
Delcídio do Amaral - 2010 Assembléia Legislativa - Campo Grande - Divisão dos...
 

Semelhante a Desenvolvimento de Mina

Curso direcional jb
Curso direcional jbCurso direcional jb
Curso direcional jb
Sydney Dias
 
Curso direcional jb
Curso direcional jbCurso direcional jb
Curso direcional jb
tecpetrogas
 
Presentación angola diap auto
Presentación angola diap autoPresentación angola diap auto
Presentación angola diap auto
Cas1962
 
Lastro, Sub-leito e AMV - Trilhos
Lastro, Sub-leito e AMV - TrilhosLastro, Sub-leito e AMV - Trilhos
Lastro, Sub-leito e AMV - Trilhos
Taline Martins
 

Semelhante a Desenvolvimento de Mina (20)

Aula_01_O_tracado_de_uma_estrada.ppt
Aula_01_O_tracado_de_uma_estrada.pptAula_01_O_tracado_de_uma_estrada.ppt
Aula_01_O_tracado_de_uma_estrada.ppt
 
Aula de Abertura de Pista
Aula de Abertura de PistaAula de Abertura de Pista
Aula de Abertura de Pista
 
Tb13
Tb13Tb13
Tb13
 
Abertura de poço
Abertura de poçoAbertura de poço
Abertura de poço
 
Implantacao de estradas
Implantacao de estradasImplantacao de estradas
Implantacao de estradas
 
carregamentransp.ppt
carregamentransp.pptcarregamentransp.ppt
carregamentransp.ppt
 
Catálogo MP Terraplenagem, Eng. e Construções
Catálogo MP Terraplenagem, Eng. e ConstruçõesCatálogo MP Terraplenagem, Eng. e Construções
Catálogo MP Terraplenagem, Eng. e Construções
 
Capitulo 14
Capitulo 14Capitulo 14
Capitulo 14
 
Aula - Urbanismo.pptx
Aula - Urbanismo.pptxAula - Urbanismo.pptx
Aula - Urbanismo.pptx
 
Microdrenagem.pdf
Microdrenagem.pdfMicrodrenagem.pdf
Microdrenagem.pdf
 
1º resumo túneis e obras subterrâneas
1º  resumo túneis e obras subterrâneas1º  resumo túneis e obras subterrâneas
1º resumo túneis e obras subterrâneas
 
2º resumo estradas
2º resumo estradas2º resumo estradas
2º resumo estradas
 
Curso direcional jb
Curso direcional jbCurso direcional jb
Curso direcional jb
 
Curso direcional jb
Curso direcional jbCurso direcional jb
Curso direcional jb
 
Projeto preliminar de exploração1
Projeto preliminar de exploração1Projeto preliminar de exploração1
Projeto preliminar de exploração1
 
Aula de Abertura de Vala
Aula de Abertura de ValaAula de Abertura de Vala
Aula de Abertura de Vala
 
Obras subterraneas
Obras subterraneasObras subterraneas
Obras subterraneas
 
Presentación angola diap auto
Presentación angola diap autoPresentación angola diap auto
Presentación angola diap auto
 
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS - drenagem 1.pptx
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS - drenagem 1.pptxSISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS - drenagem 1.pptx
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS - drenagem 1.pptx
 
Lastro, Sub-leito e AMV - Trilhos
Lastro, Sub-leito e AMV - TrilhosLastro, Sub-leito e AMV - Trilhos
Lastro, Sub-leito e AMV - Trilhos
 

Último

NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptx
NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptxNR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptx
NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptx
MarceloLeoSanttana
 
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptx
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptxSEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptx
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptx
avaseg
 

Último (9)

ST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsx
ST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsxST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsx
ST 2024 Apresentação Comercial - VF.ppsx
 
treinamento de moldagem por injeção plástica
treinamento de moldagem por injeção plásticatreinamento de moldagem por injeção plástica
treinamento de moldagem por injeção plástica
 
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdf
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdfpdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdf
pdfcoffee.com_cod1122-treinamento-de-paleteira-eletrica-pdf-free (1).pdf
 
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdf
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdfAteliê de costura trabalho final apresentação.pdf
Ateliê de costura trabalho final apresentação.pdf
 
NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptx
NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptxNR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptx
NR10-Treinamento-Basico-Parte-2-Jul-21.pptx
 
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptx
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptxSEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptx
SEG NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE O TRABALHO NA INDUSTRIA DA COSTRUÇÃO CIVIL.pptx
 
Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptx
Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptxProposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptx
Proposta de dimensionamento. PROJETO DO CURSO 2023.pptx
 
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slides
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slidesAula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slides
Aula Estruturas de concreto I - apresentaçaõ em slides
 
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdf
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdfIntegração_de__Segurança do Trabalho.pdf
Integração_de__Segurança do Trabalho.pdf
 

Desenvolvimento de Mina

  • 2. VIAS DE ACESSO I N T R O D U Ç Ã O S E L E Ç Ã O E T I P O S D E A C E S S O S C O N S T R U Ç Ã O D E A C E S S O S N O R M A S
  • 3. • As vias de acesso em minas a céu aberto geralmente são simples estradas principais, construídas para possibilitar a lavra dos diversos bancos que dividem verticalmente a jazida em blocos de extração. • A mineração a céu aberto requer, no mínimo, uma via ou mais, dependendo da configuração do corpo, para lavrar o depósito até a profundidade do pit final. • Em alguns tipos de lavra especiais como petróleo, gases combustíveis, água mineral e sais solúveis, as vias de acesso são simplesmente furos de sonda, executados até atingir a jazida e possibilitar a extração das substâncias minerais, sem o acesso de pessoal.
  • 4. • As vias de acesso são um dos fatores mais importantes no planejamento da Cava. Deve ser incluída na fase inicial do processo de planejamento, visto que elas podem afetar significativamente o talude geral. • De um modo geral o ângulo de talude geral pode ser definido anteriormente à inclusão das estradas, no caso de um design preliminar da cava. • Entretanto, a introdução das estradas numa etapa posterior pode significar uma grande remoção de estéril não planejada ou a perda de alguma parte da jazida computada.
  • 5. Conceitos importantes • Ângulo de Talude - Por princípio, um ângulo de talude deve ser tal que permita a continuidade das operações que se realizam em seu nível ou em níveis inferiores e superiores. Ou, em outras palavras, um talude deve permanecer estável enquanto durarem as operações de lavra e após seu fechamento. • Berma - A berma é feita para a divisão do talude geral, quebrando sua continuidade, com dimensões e posicionamento em níveis adequados, também servindo de acesso aos diferentes níveis.
  • 6. Conceitos importantes • Praça - A praça da mina é a maior área de manobras dos equipamentos ou a área de cota inferior e que dá acesso a todas as frentes da mina. Em uma mesma mina pode haver mais de uma praça, localizadas em cotas diferentes. • Bancada - Porção da rocha formada por duas bermas consecutivas, tendo um ângulo de talude próprio e onde é possível realizar o desmonte da rocha.
  • 7.
  • 8. Para a seleção do layout da estrada deverão ser considerados:  Topografia local;  Tamanho da jazida;  Condições do capeamento;  Escala de produção;  Valor do material lavrado;  Tamanho do Pit e distância média de transporte;  Áreas com potencial de instabilidade de taludes.
  • 9. Sistema de avanço-recuo ou zigue-zague: a estrada de acesso se desenvolve por entre as bancadas, muitas das vezes conectando-se a elas, com declividade compatível com o tipo de transporte. Nesse caso o objetivo é alcançar o fundo da cava.
  • 10.
  • 11. No sistema de acesso por zigue-zague com praças de manobra, os vários trechos em rampa são unificados por plataformas, de nível ou de pequena declividade, que possibilitam uma melhor condução de veículos ao mudarem de direção (giro, ré e outras manobras).
  • 12. Se a extensão permitir, o acesso poderá ser feito por uma via continua, sem curvas e sem patamares. O Sistema de zigue-zague tem uma vantagem que é a movimentação em pequenas áreas. Por outro lado a desvantagem está na baixa velocidade de transporte.
  • 13. Sistema de via helicoidal contínua: Utilizado para jazidas minerais de grande extensão horizontal, em cavas profundas, este sistema se constitui numa via contínua, em hélice, apresentando estradas planas e outras em declividade. O acesso é executado na medida em que vão sendo extraídas as fatias horizontais compreendidas no núcleo da hélice. .
  • 14.
  • 15. Planos inclinados a céu aberto: Aplicável a jazidas de pequena área horizontal, com fortes declividades e transporte por correias transportadoras ou caçambas. São possíveis declividades até 70º ou 80º, permitindo atingir o fundo da cava em reduzida extensão. O minério é carregado em caminhões e despejado em chutes que alimentam as correias ou caçambas e estas, por sua vez, basculam em chutes fora da cava, que alimentarão trens ou caminhões.
  • 16. Sistema de suspensão por cabos: Aplicável a cavas profundas e de pequena área horizontal, atualmente de limitada utilização. Tal sistema foi muito utilizado nas minas de diamantes de Kimberley. Os cabos de suspensão se estendem sobre a cava de pequena área, suspensos por uma ou várias torres especiais.. Uma das formas mais usuais deste método se dá pelo auxilio de duas torres, sendo uma móvel e a outra fixa. O acesso de equipamentos e de trabalhadores é feito por rampas, ligando os diversos bancos ou desenvolvidas lateralmente, nas paredes contínuas. O minério é carregado em caçambas içáveis e despejado em chutes superficiais, para posterior transporte.
  • 17.
  • 18. • Boas estradas de rodagem são um dos mais importantes requerimentos na prática de minas a céu aberto, e seu lay-out constitui uma importante tarefa. Uma estrada deve ser projetada num local que permita a remoção de material ao longo de uma curta e rápida rota no pit. Os principais objetivos do projeto de estradas para minas a céu aberto são: Eficiência das operações mineiras; Segurança.
  • 19. Em geral, existem algumas considerações a serem tomadas na construção de uma estrada: Grade ou inclinação: é melhor determinado através de gráficos de desempenho dos caminhões com respeito a velocidade e freagem. Dv Dh Dv Dh X100 =% inclinação Como regra geral, o melhor grade está na faixa de 8 a 10%, que é a taxa máxima normalmente permitida. Em condições climáticas severas (neve, chuvas) a tendência é pela redução da inclinação
  • 20. Largura da estrada: é determinada pelo pelo tipo de transporte selecionado. A regra geral é projetar estradas que tenham laguras compativeis com as unidades de transporte. Estradas em Pit em geral são construidas em linha única e única direção de tráfego, ou duas linhas e duas direções de tráfego, visando uma baixa densidade de tráfego e ou devido a problemas de espaço. . Nº de linhas Largura máx. do veículo 1 2x 2 3.5x 3 5x 4 6.5x
  • 21. Outros detalhes como: características do material transportado, canaletas, bueiros, valetas, super elevação, etc. , devem seguir os padrões normais de construção de estradas. De fato, a estrada precisa ser posicionada baseada na condição de que o minério representa o lucro da operação e o estéril um ítem de custo. Através de métodos de tentativas de erros ou computacionais, é possível determinar a posição ótima de locação da estrada no contato estéril/minério. Existe um limite ótimo ou relação estéril/minério, que pode ser considerada tolerável para o posicionamento da estrada. .
  • 22. Locação da estrada: É talvez a tarefa mais difícil. Existem dois aspectos a serem considerados. - Tempo no qual a estrada será locada. Idealmente, deve ser locada tão logo quanto possível, de modo a evitar construções temporárias. A estrada final irá, certamente, delimitar o limite do banco em cada horizonte, com o progresso da lavra até atingir a profundidade final do pit. - Posição desta relativa ao contato estéril/minério. A largura da estrada normalmente excede a largura da berma final e consequentemente se a estrada é para ser posicionada de tal forma que nenhuma porção do minério seja abandonado, então uma remoção adicional de estéril é necessário.
  • 23. Outros fatores a serem considerados na construção de estradas em minas a céu aberto: Custo mínimo para transporte de minério e estéril para fora da cava, ao longo da vida útil da mina; Mínimo de tráfego, máxima segurança e rápido acesso para as operações mineiras; Restrições à áreas de instabilidade de taludes; Vida útil longa da estrada. Isto implica na redução dos custos de construção, operação e demanda de material para construção Os demais fatores incluem a localização do corpo de minério, usina de tratamento, pátio de estocagem, depósito de estéril etc.
  • 24. Na prática é adotado um número mínimo de estradas para reduzir custos de rodagem, execução e manutenção. É comum ter um ou dois sistemas de rampas principais, das quais cada banco é acessado para lavra. É recomendável, sempre que possível, que dois acesso sejam projetados para alguma área da mina, de modo a evitar paradas de produção, quando um acesso e interrompido.
  • 25. NR 22 – segurança e saúde ocupacional na mineração NRM – Norma Reguladora de Mineração NRM 13 – Circulação e Transporte de Pessoas e Materiais.
  • 26. A capacidade e a velocidade máxima de operação dos equipamentos de transporte devem figurar em placa afixada em local visível.
  • 27. Toda mina deve possuir plano de trânsito estabelecendo regras de preferência de movimentação e distâncias mínimas entre máquinas, equipamentos e veículos compatíveis com a segurança e velocidades permitidas, de acordo com as condições das pistas de rolamento. NRM 13 – CIRCULAÇÃO E TRANSPORTE DE PESSOAS E MATERIAIS.
  • 28. Nas laterais das bancadas ou estradas onde houver riscos de quedas de veículos, devem ser construídas leiras com altura mínima correspondente à metade do diâmetro do maior pneu de veículo que por elas trafegue, sinalizadas para tráfego diurno e noturno, e mantidas sempre em condições de uso. NRM 13 – CIRCULAÇÃO E TRANSPORTE DE PESSOAS E MATERIAIS.
  • 29. As vias de circulação e acesso das minas devem ser sinalizadas de modo adequado para a segurança operacional e dos trabalhadores. NRM 12 – SINALIZAÇÃO DE ÁREAS DE TRABALHO E CIRCULAÇÃO.
  • 30. As vias de circulação e acesso das minas devem ser sinalizadas de modo adequado para a segurança operacional e dos trabalhadores. NRM 12 – SINALIZAÇÃO DE ÁREAS DE TRABALHO E CIRCULAÇÃO.
  • 31. A utilização dos produtos de alta visibilidade para sinalização de minas é de extrema importância pois proporciona visibilidade não somente das rotas de tráfegos, mas também dos próprios caminhões e demais veículos que transitam pela mineradora. A sinalização no vestuário dos trabalhadores proporciona também a visibilidade necessária contra atropelamentos e demais acidentes que todos estão sujeitos ao trabalhar em ambientes com baixas condições de visibilidade.