A Defensoria Pública moveu ação contra o Município de Porto Velho e seu prefeito alegando que o decreto municipal que permite a abertura de comércios não essenciais contraria os decretos estadual e federal de isolamento social para conter a pandemia. O juiz analisou o pedido de liminar para suspender os efeitos do decreto municipal, reconhecendo os interesses conflitantes em jogo, mas afirmando que decidirá com base na Constituição e nas leis, e não na opinião pública.