I) O documento trata de uma ação civil pública movida por um sindicato de escolas particulares contra o Estado de Santa Catarina questionando portarias que proíbem atividades presenciais de ensino devido à pandemia;
II) O juiz rejeita preliminar de falta de interesse processual do sindicato e também nega pedido de tutela provisória, afirmando que as medidas sanitárias do Estado visam proteger direito à saúde e há competência concorrente para tanto.