ANTINEOPLÁSICOS E 
NUTRIÇÃO PARENTERAL 
Noções Básicas de 
Farmacoterapêutica e 
Manipulação 
Ana Beatriz Larangeira Ribeiro 
Jean Carlos Brandão Storck 
Juliana Soares de Faria Neto
 ANTINEOPLASICOS: CONCEITOS, 
HISTORICOS, FISIOLOGIA DO CANCER, 
MECANISMOS DE ACAO, DIVISÃO 
TUMORAL, DIVISAO DOS AGENTES, 
VIAS DE ADMINISTRACAO, ADMINIST. 
DE QT, COMPLICAÇÕES, CATETERES, 
TOXICIDADES, PRINCIPAIS DROGAS, 
NOVAS DROGAS, ANALISE DE 
PRESCRICAO, BIOSSEGURANÇA, 
PREPARO DAS DROGAS (LOCAL, 
DESCARTE, CONTAMINAÇÃO), 
CAPELA, RDC 220/04, MERCADO, 
PESQUISAS, SOCIEDADE
 NUTRIÇÃO PARENTERAL: CONCEITOS, 
HISTORICOS, COMPOSIÇÃO, VIA DE 
ADMINISTRACAO, INDICAÇÕES, C. 
IND., COMPLICAÇÕES, NPT, NPP, EMN, 
CATETERES, ANALISE DE PRESCRIÇAO, 
INCOMPATIBILIDADE E 
ESTABILIDADE, BIOSSEGURANÇA, 
PREPARO DAS DROGAS (LOCAL, 
CUIDADOS, ASSEPSIA, ANTISEPSIA, 
MONITORAMENTO MICRO, DESCARTE 
ETC), SALA LIMPA, CAPELA, RDC 
272/98, MERCADO, SOCIEDADE
Câncer: Conceitos 
 Tumor e neoplasia 
 Câncer, Carcinogênese e Tumorigênese 
 “Imortalidade” e alta multiplicação
“...é uma massa crescente de 
células anormais derivadas de 
uma única célula normal do 
organismo...” (PAGE,1999)
Quimioterápicos: Conceitos 
 Terapia antineoplásica; 
 Abordagem: localizado 
ou sistêmico; 
 Objetivo: paliativo ou 
curativo; 
 Tempo: Adjuvante ou 
neoadjuvante. 
Célula cancerígena em movimento
Histórico 
 Surgimento da doença 
 1ª comprovação: 8000 anos a/C 
 1ª descrição: 1600 anos a/C (Egito); 600 
anos a/C (Índia)
Histórico 
 Hipócrates: 
deu o nome 
que originou a 
palavra
Histórico 
 Galeno: 
referência por 
mais de 1000 
anos
Histórico 
 Michelangelo: 
“a arte imita a 
vida” 
“La noche”
Histórico 
 Século XVIII: O tumor poderia ser curado 
com cirurgia 
 Hormônios influenciam a doença 
 Câncer escrotal em limpadores de chaminé
Histórico 
 Século XIX: os perigos do tabaco 
Tumor de laringe
Histórico 
 Século XIX: surgem a anestesia, a 
mastectomia e o raio-X
Histórico 
 Século XX: avanços e descoberta da 
radioterapia, quimioterapia e cirurgia
Histórico 
 Mostardas sulfuradas: 
meados da I Guerra; 
 II Guerra: Era da 
Moderna Quimioterapia 
do Câncer
Fisiologia do câncer
Fisiologia do câncer 
 Pré-disposição versus gatilho 
 Oncogenes: DNA cancerígeno
Fisiologia do câncer
Fisiologia do câncer 
 Mutação: proto-oncogene ® oncogene
Fisiologia do câncer 
 Proteínas anormais 
 Taxas alteradas 
 Supressão da apoptose 
 Angiogênese 
acentuada
Fisiologia do câncer 
 Divisão acelerada
Fisiologia do câncer 
TAMANHO DO TUMOR TEMPO DE DUPLICAÇÃO FRAÇÃO DE 
CRESCIMENTO 
2 mg 12 hs 100 % 
25 mg 0,7 dia 61 % 
250 mg 1,2 dia 40 % 
750 mg 1,3 dia 25 % 
1300 mg 2,7 dias 19 % 
5000 mg 7,5 dias 7 %
Causas 
 Fatores genéticos 
 Hábitos 
 Ambientais 
 Vírus oncogenes . 
 Outros 
Vírus inserindo material genético em uma célula
Divisão tumoral 
Células pequenas 
fígado 
Pâncreas 
Vias biliares 
reto 
anus 
cólon 
I. delgado 
estômago 
esôfago 
Células não-pequenas 
Pulmão 
Gastrointestinal
Cabeça e pescoço 
Genital 
ovário 
cérvice 
endométrio 
mama 
pênis 
Trofoblástica 
gestacional 
vulva 
Cérebro 
Encéfalo 
próstata 
testículo 
bexiga 
rim
Leucemias 
Mielomas 
Doença de 
Hodgkin 
Linfoma 
não-Hodgkin 
Hematológico
Outros tumores 
Melanoma Osteossarcoma Partes moles 
Mesotelioma Carcinoma Endócrinos 
Tímico 
Carcinoma 
desconhecido
Mecanismos de ação dos QT’s 
 Alquilação ou quelação de ácidos nucleicos; 
 Mimetização de metabólitos da biossíntese 
de ácidos nucleicos; 
 Reação com DNA; 
 Complexação com a Tubulina; 
 Ação hormonal
Mecanismos de ação 
Alquilação de ácido nucleico Via de ação de antimetabólitos
Divisão dos agentes 
Alquilantes 
Mostardas 
nitrogenadas 
Nitrosuréias 
Ciclofosfamida 
Clorambucila 
Carmustina 
Fotemustina 
Sulfonados 
Triazenos 
Bussulfano 
Dacarbazina
Divisão dos agentes 
Análogos do 
Ácido Fólico 
Antimetabólitos A. Pirimidinas 
Metotrexato 
Gencitabina 
Fluorouracil 
A. Purinas Fludarabina
Divisão dos agentes 
Compostos de 
Platina 
Carboplatina 
Cisplatina 
Antibióticos 
Bleomicina 
Doxorrubicina 
Dactinomicina
Divisão dos agentes 
Alcalóides 
da vinca 
Produtos vegetais Podofilotoxinas 
Vimblastina 
Vincristina 
Etoposido 
Taxanos 
Paclitaxel 
Docetaxel
Combinação de quimioterápicos 
 Eliminação por porcentagem 
 Ciclos repetidos 
10% 
QT 
tumor
Combinação de quimioterápicos 
 Combate a resistência 
 Uso de doses mais baixas 
 Associar fármacos com eficácia própria 
 Associar fármacos com ações diferentes 
 Efeito sinérgico ou aditivo
Administração de quimioterápicos 
 Intramuscular 
 Subcutânea 
 Endovenosa 
 Intraperitoneal 
 Intravesical
Administração de quimioterápicos 
 Oral 
 Intratecal 
 Intrapleural 
 Intra-arterial 
 Topicamente
Administração de quimioterápicos 
 Volume: tipo de droga 
 Tipo de droga: toxicidade, farmacocinética 
 Tempo: vai depender do tipo de QT 
 Fotossensibilidade 
 Vesicantes e irritantes: cuidados na 
administração
Administração de QT: oral 
 Boa absorção 
 não-irritantes ao TGI 
 Manusear em CFLV, 
paramentado
Administração de QT: EV 
 Cuidados especiais 
 Mais propensa a acidentes 
 “Push” 
 Infusão contínua .
Administração de QT: EV
Complicações 
 Atenção especial aos 
vesicantes e irritantes; 
 Dor; 
 Flebite; 
 Urticária; 
 Eritema e 
hiperpigmentação
Complicações 
 Vasoespasmo; 
 necrose tecidual 
secundária; 
 Choque
Complicações 
Necrose tecidual
Catéteres 
 Acesso venoso: QT, soros, antibióticos, 
sangue, coleta de sangue 
 Dificuldade de punção: fragilidade, 
desnutrição, esclerose 
 Indicações: fragilidade, tempo prolongado
Catéteres de curta permanência 
 QT vesicantes sob 
infusão > que 1 Hr 
 Infusão contínua 
 Membros livres de 
“scalps” 
 Manutenção de 
estabilidade nos 
níveis séricos de QT
Catéteres de curta permanência 
 Cuidados: infusão contínua, heparinização, 
troca de curativo, condições cutâneas, 
integridade do catéter 
 Intracath® .
Catéteres de longa permanência 
 Via segura para longas infusões 
 Via para sangue, antibióticos, soro, 
nutrição parenteral 
 Eliminar traumas
Catéteres de longa permanência 
 Port-a-cath®: venoso, arterial, peritoneal, 
espinhal
Catéteres de longa permanência 
 Totalmente implantado: dispensa cuidados 
caseiros e heparinização frequente, < 
infecções, não limitam atividades 
 Parcialmente implantado: mais durável, 
infusão de grandes volumes, dispensa 
punção percutânea
Toxicidade 
 Hematológica 
 Gastrointestinal 
 Cardiotoxicidade 
 Hepatotoxidade 
 Toxicidade pulmonar 
 Neurotoxicidade
Toxicidade 
 Disfunção reprodutiva 
 Nefrotoxicidade 
 Toxicidade dermatológica 
 Alterações metabólicas 
 Reações alérgicas e anafilaxia
Nova geração de drogas 
 Anticorpos monoclonais: 
preserva a célula sadia 
 Indutores de Apoptose: 
ativam o relógio 
biológico
Nova geração de drogas 
 Inibidores de Fatores de 
Crescimento: inibe o 
processo de multiplicação 
 Inibidores de 
Angiogênese: bloqueio da 
formação de vasos Anticorpo atacando célula 
cancerígena
Trastuzumab (HerceptinÒ) 
 Anticorpo monoclonal 
 Atinge o HER2
Trastuzumab (HerceptinÒ) 
 Câncer de mama metastático 
 Sobrevida de 13 meses 
 Resposta tumoral > 15% 
Mais dados
Erlotinib (TacervaÒ) 
 Inibidores de Fatores de Crescimento 
 Atinge o HER1 
 Câncer de pulmão e de pâncreas 
 Evolução??????? 
 Melhora???? 
 Outros dados??????
Etapas da quimioterapia 
 Análise de prescrição e dispensação; 
 Preparo ou diluição; 
 Controle da qualidade; 
 Conservação e transporte.
Análise de prescrição 
 Conferência do esquema: drogas, doses, 
duração, ciclos 
 Conferência da superfície corporal 
 Conversão das doses 
 Estabelecimento dos veículos 
 Conferência de tempo / forma de 
administração
Análise de prescrição 
 Conferência de medicamentos adjuvantes 
 Conferência de incompatibilidades 
 Dispensação
Maria José Pereira 
48 anos - 60 kg - 1,70 m 
Tumor de mama 
nº ciclos: 6 
Protocolo: FAC 
(ciclofosfamida 500 mg/m2 EV D1; 
doxorrubicina 50 mg/m2 EV D1; 
fluorouracil 500 mg/m2 EV D1 e D8 - a cada 
21 dias).
Checar esquema 
Superfície corporal????? 
Converter doses 
Determinar veículos e diluentes 
Checar tempo de infusão/administração 
Checar medicamentos adjuvantes (pré-QT) 
Checar incompatibilidades 
Dispensação
Preparo das drogas 
 Formas orais 
 Extemporâneas 
 Concentradas 
 Diluídas
Preparo das drogas 
 Centralizado em área própria 
 Câmara de fluxo laminar vertical classe II 
 Ambiente calmo, 
sem fluxo de ar, 
pessoal autorizado
grelha 
paramentação 
anteparo
Preparo das drogas 
 Paramentação 
adequada: macacão, 
máscara, gorro, 
luva, óculos; 
 Troca de luvas cada 
30’; 
 Papel absorvente
Preparo das drogas 
 Máscara tripla, com 
filtro ou escudo 
facial; 
 Roupa esterilizada; 
 Luvas grossas e não 
entalcadas
Máscara Tripla
Preparo das drogas 
 Não beber, comer ou fumar; 
 Evitar movimentos bruscos; 
 Refrigerador no local; 
 Sala climatizada; 
 Luminosidade adequada
Preparo das drogas 
 Limpeza diária com álcool 70% (mínimo) 
 Semanalmente detergente alcalino e água 
 Tempo de espera para início do fluxo e 
descontaminação 
 Mínimo de material
Preparo das drogas 
 Higienização 
das mãos: 
irgasan, 
clorexidine, 
álcool
Preparo das drogas 
 Gaze umedecida com álcool na abertura de 
ampolas 
 Diluir ou injetar pelas paredes do frasco 
 Atenção as diferenças de pressão 
 Optar por conexões luerlock
Controle da qualidade 
 Visual: partículas, fragmentos etc. 
 Volume 
 Componentes 
 Etiquetas individuais
Descarte das drogas 
 Atenção com agulhas e 
seringas; 
 Descartar restos de 
quimioterápicos dentro 
de frascos; 
 Atenção a soros, gaze, 
algodão etc
Descarte das drogas 
Tóxico 
Biológico Radioativo
Incompatibilidades 
 Carmustina: incompatível 
com PVC; 
 Cladribina: incompatível 
com dextrose; 
 Clodronato: só infundir 
em dextrose ou salina; 
 Epirrubicina: não expor a 
luz
Acidentes com QT 
 Descarte de vestimentas 
 Lavagem da pele ou olhos 
 Atendimento médico 
 Superfícies contaminadas 
 Spill kit
Câmara de Fluxo Laminar Vertical 
 Massa contínua de ar ultrafiltrado 
 Filtro Absoluto Hepa 
 Classe II - tipo B: trabalhos de risco 
 Unidades pequenas
Câmara de Fluxo Laminar Vertical 
Filtro Hepa aberto
Câmara de Fluxo Laminar Vertical 
 Luz UV 
 Validação 
contínua 
 Monitoramento 
rotineiro 
 Cuidados na 
quebra do fluxo
RDC 220/04 
 Regulamenta tecnicamente o 
funcionamento dos Serviços de Terapia 
Antineoplásica; 
 Responsabiliza o Farmacêutico da 
manipulação de antineoplásicos
Pesquisas e atualidade 
 Complexidade da doença 
 20 anos: “cura” 
 Ultimas décadas: cura de vários canceres 
 Até 2015: “cura” p/ mama, próstata, cólon 
 Até 2015: ¯ 25% na freqüência e ¯ 50% na 
mortalidade 
 Lentidão para outros tipos
Pesquisas e atualidade 
 O câncer a nível molecular; 
 Projeto Genoma; 
 Seleção de ataque a células malignas; 
 Conscientização da população
Especialização 
 Conhecimentos diversificados; 
 SOBRAFO; 
 www.sobrafo.com.br
Nutrição Parenteral: Conceitos 
 Nutrientes 
 Endovenosa 
 Desnutrição 
 Incapacidade de via oral
“...aquela administrada por via intravenosa, 
central ou periférica, sendo uma solução ou 
emulsão composta obrigatoriamente de 
aminoácidos, carboidratos, vitaminas e 
minerais, com ou sem administração diária de 
lipídios...” 
(portaria 135)
“Solução ou emulsão, composta basicamente 
de carboidratos, aminoácidos, lipídeos, 
vitaminas e minerais, estéril e apirogênica, 
acondicionada em recipiente de vidro ou 
plástico, destinada a administração 
intravenosa em pacientes desnutridos ou não.” 
(portaria 272)
Nutrição Parenteral: Conceitos 
 Regime domiciliar ou hospitalar 
 Síntese ou manutenção de tecidos 
 Adulto e pediátrico
Nutrição Parenteral: Conceitos 
 Complicações diversas: 
 contaminações microbianas 
 instabilidade extrema 
 incompatibilidades diversas 
 alto custo 
 difícil controle
Histórico
Composição 
 Sistema 2 em 1: 
 Glicose, aminoácidos, micro nutrientes 
 Sistema 3 em 1: 
 Glicose, aminoácidos, micro nutrientes, 
lipídeos 
fotos
Composição 
 Água 
 Macronutrientes 
 Micronutrientes
Composição 
 Água: maior necessidade 
 Adultos: peso e diurese 
 Pediátricos: prematuridade e idade pós-natal 
 Repõe o peso 
Foto Agua p injeção
Composição 
 Aminoácidos: fonte de nitrogênio 
 Adultos (10%) 
 Pediátricos (10%) 
 Insuficiência hepática 
 Insuficiência renal
Composição 
 AA essenciais: 
fenilalanina, leucina, 
isoleucina, lisina, 
metionina, treonina, 
triptofano, valina
Composição 
 Lipídios: reserva, 
integridade celular 
 10, 20 e 30% TCM/TCL 
 10, 20 e 30% TCL 
 Agente emulsificante 
(fosfolípide)
Composição 
 Carboidrato: fonte energética 
 Glicose: 4 calorias/grama 
 Glicose hipertônica 50% 
 Glicose hipertônica 70% 
Figura glicose
Composição 
 Vitaminas 
 A, D, E, C, B1, B2, B3, B5, B6, B7, B12 
 Vitaminas para adultos e crianças 
Figura vitamina
Composição 
 Eletrólitos 
 Sódio: cloreto, acetato 
 Potássio: cloreto, acetato, fosfato 
 Cálcio: cloreto, acetato, gluconato 
 Fósforo: fosfato ácido de potássio 
 Magnésio: sulfato. cloreto 
Figura eletrolito
Composição 
 Oligoelementos 
 Ferro 
 Zinco 
 Cobre 
 Cromo 
 Manganês 
 Iodo 
Figura oligoelemento
Apresentação 
 Soluções concentradas 
 Emulsões 
 Extemporâneos 
Figura emulsao
Vias de administração 
 Endovenosa 
 Periférica ou 
central 
 Catéter
Incompatibilidades e 
estabilidade: vitaminas 
 Vitaminas fotossensíveis: 
 perda ou diminuição de atividade 
 alteração de cor 
 oxidação e hidrólise 
Foto bolsa
Incompatibilidades e 
estabilidade: fósforo e cálcio 
 Formação de precipitados 
 Sais insolúveis 
 Reação fosfato + cálcio 
Cristais de fosfato 
de cálcio 
Embolia 
pulmonar
Incompatibilidades e 
estabilidade: fósforo e cálcio 
 Fatores 
 Teor de Ca e P 
 pH > 7: íons mais dissociados 
Foto bolsa
Incompatibilidades e 
estabilidade: fósforo e cálcio 
 Fatores indiretos: 
 Teor de Mg: < 12 mEq/L 
 Presença de AA: diminui a precipitação 
 Diluição: diminui a precipitação 
 Temperatura: favorece a precipitação 
Foto bolsa
Incompatibilidades e 
estabilidade: fósforo e cálcio 
 Prevenção: 
 Adição de Cisteína 4% 
 Uso do Fósforo orgânico 
Foto bolsa
Incompatibilidades e 
estabilidade: lipídeos 
 Separação de fases 
 Lipídeos versus Cálcio e Magnésio 
 Instabilidade da emulsão 
Foto bolsa
Incompatibilidades e estabilidade 
 Validade: 24 a 48 hs (RDC 272)
Etapas da nutrição parenteral 
 Análise de prescrição 
 Assepsia e anti-sepsia 
 Preparo da NP 
 Controle da qualidade 
 Conservação e transporte
Assepsia e anti-sepsia 
 Vulnerabilidade microbiana 
 Esterilidade dos insumos farmacêuticos 
 Assepsia pessoal 
 Higienização do ambiente
Assepsia e anti-sepsia: paramentação 
 Paramentação adequada: luvas, macacão, 
botas, gorro, máscara, óculos 
 Materiais apropriados 
 Esterilizáveis
Assepsia e anti-sepsia: degermação 
 Degermação das mãos e antebraços 
 Degermante adequado: clorexidine, álcool 70%
Assepsia e anti-sepsia: degermação 
 Garantia do 
método
Assepsia e anti-sepsia: higienização 
 Higienização do ambiente 
 Higienização dos equipamentos 
 Higienização dos insumos farmacêuticos: 
seringas, agulhas, bolsas, equipos, frascos, 
ampolas etc 
Figurassssssss
Assepsia e anti-sepsia: higienização 
 Higienizante adequado: cloro, formol, sais 
metálicos, álcool, etc 
 Garantia do método 
Figurassssssss
Preparo da NP: Manipulação 
 Técnica utilizada: automática versus 
manual
Preparo da NP: Manipulação 
 Ligar a CFLH 
 Conectar equipos, agulhas, bolsas e 
seringas 
 Automix em bom funcionamento 
 Alcoolizar todo o material 
Figurassssssss
Preparo da NP: Manipulação 
 Troca de luvas freqüentemente 
 Evitar tocar nas partes estéreis 
 Cuidado com agulhas 
 Agilidade 
 Atenção 
Figurassssssss
Preparo da NP: Manipulação 
 Contaminação cruzada: 
 materiais exclusivos; 
 evitar aerossóis; 
 fluxo de materiais; 
 campo estéril; 
 fluxo de ar livre
Preparo da NP: Manipulação 
 Contaminação microbiológica: 
 integridade da CFLH; 
 tempo de exposição; 
 cumprimento da assepsia e 
anti-sepsia
Controle da Qualidade da NP 
 Certificação de fornecedores 
 Padronização de insumos 
 Monitoramento dos processos: 
 Temperatura; 
 Umidade; 
 Assepsia e anti-sepsia; 
 Microbiológico: pessoas, ambiente 
Figura placas 
maos
Controle da Qualidade da NP 
 Rotulagem e verificação da NP: 
 Cruzar dados com a prescrição; 
 Observar: partículas, precipitação, 
separação, coloração, danos à bolsa; 
 Verificar volume. 
Foto ecram
Controle da Qualidade da NP 
 Análise microbiana da NP: 
 Alto custo; 
 Ensaio imediato; 
 Resposta demorada; 
 Teste de esterilidade. 
Foto BA
Conservação e transporte da NP 
 Condições devem ser assépticas 
 Faixa de temperatura: 2 e 20ºC 
 Processo deve ser validado e monitorado 
Foto refrigerador
Sala limpa 
 Salas classificadas: 
 100: câmara de fluxo laminar 
 10.000: sala que envolve a câmara 
 100.000: salas de higienização, vestiário, 
outras 
Fotos sala limpa
Sala Limpa 
 Dotadas de purificação de ar: 
 Sistema de filtros; 
 Fluxo contínuo; 
 Estrutura farmacêutica 
 Higienização cautelosa 
Fotos dos filtros e grelhas
Sala Limpa 
 Ambientes controlados fisicamente e 
monitorados microbiologicamente 
 Validados e certificados 
 Resultado: salas altamente assépticas 
 Câmara de Fluxo Laminar Horizontal
CFLH 
 Massa contínua de ar ultrafiltrado 
 Filtro Absoluto Hepa
Câmara de Fluxo Laminar Vertical 
 Luz UV 
 Validação 
contínua 
 Monitoramento 
rotineiro 
 Cuidados na 
quebra do fluxo 
Trocar 
foto
RDC 272/98 
 Estabelece os requisitos mínimos para a 
Terapia de Nutrição Parenteral 
 Coloca o Farmacêutico como o responsável 
pelo preparo da NP
Especialização 
 Exigencia de conhecimentos diversos 
 SBNPE 
 www.sbnpe.com.br
Referências bibliográficas

Nutrição parenteral

  • 1.
    ANTINEOPLÁSICOS E NUTRIÇÃOPARENTERAL Noções Básicas de Farmacoterapêutica e Manipulação Ana Beatriz Larangeira Ribeiro Jean Carlos Brandão Storck Juliana Soares de Faria Neto
  • 2.
     ANTINEOPLASICOS: CONCEITOS, HISTORICOS, FISIOLOGIA DO CANCER, MECANISMOS DE ACAO, DIVISÃO TUMORAL, DIVISAO DOS AGENTES, VIAS DE ADMINISTRACAO, ADMINIST. DE QT, COMPLICAÇÕES, CATETERES, TOXICIDADES, PRINCIPAIS DROGAS, NOVAS DROGAS, ANALISE DE PRESCRICAO, BIOSSEGURANÇA, PREPARO DAS DROGAS (LOCAL, DESCARTE, CONTAMINAÇÃO), CAPELA, RDC 220/04, MERCADO, PESQUISAS, SOCIEDADE
  • 3.
     NUTRIÇÃO PARENTERAL:CONCEITOS, HISTORICOS, COMPOSIÇÃO, VIA DE ADMINISTRACAO, INDICAÇÕES, C. IND., COMPLICAÇÕES, NPT, NPP, EMN, CATETERES, ANALISE DE PRESCRIÇAO, INCOMPATIBILIDADE E ESTABILIDADE, BIOSSEGURANÇA, PREPARO DAS DROGAS (LOCAL, CUIDADOS, ASSEPSIA, ANTISEPSIA, MONITORAMENTO MICRO, DESCARTE ETC), SALA LIMPA, CAPELA, RDC 272/98, MERCADO, SOCIEDADE
  • 4.
    Câncer: Conceitos Tumor e neoplasia  Câncer, Carcinogênese e Tumorigênese  “Imortalidade” e alta multiplicação
  • 5.
    “...é uma massacrescente de células anormais derivadas de uma única célula normal do organismo...” (PAGE,1999)
  • 6.
    Quimioterápicos: Conceitos Terapia antineoplásica;  Abordagem: localizado ou sistêmico;  Objetivo: paliativo ou curativo;  Tempo: Adjuvante ou neoadjuvante. Célula cancerígena em movimento
  • 7.
    Histórico  Surgimentoda doença  1ª comprovação: 8000 anos a/C  1ª descrição: 1600 anos a/C (Egito); 600 anos a/C (Índia)
  • 8.
    Histórico  Hipócrates: deu o nome que originou a palavra
  • 9.
    Histórico  Galeno: referência por mais de 1000 anos
  • 10.
    Histórico  Michelangelo: “a arte imita a vida” “La noche”
  • 11.
    Histórico  SéculoXVIII: O tumor poderia ser curado com cirurgia  Hormônios influenciam a doença  Câncer escrotal em limpadores de chaminé
  • 12.
    Histórico  SéculoXIX: os perigos do tabaco Tumor de laringe
  • 13.
    Histórico  SéculoXIX: surgem a anestesia, a mastectomia e o raio-X
  • 14.
    Histórico  SéculoXX: avanços e descoberta da radioterapia, quimioterapia e cirurgia
  • 15.
    Histórico  Mostardassulfuradas: meados da I Guerra;  II Guerra: Era da Moderna Quimioterapia do Câncer
  • 16.
  • 17.
    Fisiologia do câncer  Pré-disposição versus gatilho  Oncogenes: DNA cancerígeno
  • 18.
  • 19.
    Fisiologia do câncer  Mutação: proto-oncogene ® oncogene
  • 20.
    Fisiologia do câncer  Proteínas anormais  Taxas alteradas  Supressão da apoptose  Angiogênese acentuada
  • 21.
    Fisiologia do câncer  Divisão acelerada
  • 22.
    Fisiologia do câncer TAMANHO DO TUMOR TEMPO DE DUPLICAÇÃO FRAÇÃO DE CRESCIMENTO 2 mg 12 hs 100 % 25 mg 0,7 dia 61 % 250 mg 1,2 dia 40 % 750 mg 1,3 dia 25 % 1300 mg 2,7 dias 19 % 5000 mg 7,5 dias 7 %
  • 23.
    Causas  Fatoresgenéticos  Hábitos  Ambientais  Vírus oncogenes .  Outros Vírus inserindo material genético em uma célula
  • 25.
    Divisão tumoral Célulaspequenas fígado Pâncreas Vias biliares reto anus cólon I. delgado estômago esôfago Células não-pequenas Pulmão Gastrointestinal
  • 26.
    Cabeça e pescoço Genital ovário cérvice endométrio mama pênis Trofoblástica gestacional vulva Cérebro Encéfalo próstata testículo bexiga rim
  • 27.
    Leucemias Mielomas Doençade Hodgkin Linfoma não-Hodgkin Hematológico
  • 28.
    Outros tumores MelanomaOsteossarcoma Partes moles Mesotelioma Carcinoma Endócrinos Tímico Carcinoma desconhecido
  • 29.
    Mecanismos de açãodos QT’s  Alquilação ou quelação de ácidos nucleicos;  Mimetização de metabólitos da biossíntese de ácidos nucleicos;  Reação com DNA;  Complexação com a Tubulina;  Ação hormonal
  • 30.
    Mecanismos de ação Alquilação de ácido nucleico Via de ação de antimetabólitos
  • 31.
    Divisão dos agentes Alquilantes Mostardas nitrogenadas Nitrosuréias Ciclofosfamida Clorambucila Carmustina Fotemustina Sulfonados Triazenos Bussulfano Dacarbazina
  • 32.
    Divisão dos agentes Análogos do Ácido Fólico Antimetabólitos A. Pirimidinas Metotrexato Gencitabina Fluorouracil A. Purinas Fludarabina
  • 33.
    Divisão dos agentes Compostos de Platina Carboplatina Cisplatina Antibióticos Bleomicina Doxorrubicina Dactinomicina
  • 34.
    Divisão dos agentes Alcalóides da vinca Produtos vegetais Podofilotoxinas Vimblastina Vincristina Etoposido Taxanos Paclitaxel Docetaxel
  • 35.
    Combinação de quimioterápicos  Eliminação por porcentagem  Ciclos repetidos 10% QT tumor
  • 36.
    Combinação de quimioterápicos  Combate a resistência  Uso de doses mais baixas  Associar fármacos com eficácia própria  Associar fármacos com ações diferentes  Efeito sinérgico ou aditivo
  • 37.
    Administração de quimioterápicos  Intramuscular  Subcutânea  Endovenosa  Intraperitoneal  Intravesical
  • 38.
    Administração de quimioterápicos  Oral  Intratecal  Intrapleural  Intra-arterial  Topicamente
  • 39.
    Administração de quimioterápicos  Volume: tipo de droga  Tipo de droga: toxicidade, farmacocinética  Tempo: vai depender do tipo de QT  Fotossensibilidade  Vesicantes e irritantes: cuidados na administração
  • 40.
    Administração de QT:oral  Boa absorção  não-irritantes ao TGI  Manusear em CFLV, paramentado
  • 41.
    Administração de QT:EV  Cuidados especiais  Mais propensa a acidentes  “Push”  Infusão contínua .
  • 42.
  • 43.
    Complicações  Atençãoespecial aos vesicantes e irritantes;  Dor;  Flebite;  Urticária;  Eritema e hiperpigmentação
  • 44.
    Complicações  Vasoespasmo;  necrose tecidual secundária;  Choque
  • 45.
  • 46.
    Catéteres  Acessovenoso: QT, soros, antibióticos, sangue, coleta de sangue  Dificuldade de punção: fragilidade, desnutrição, esclerose  Indicações: fragilidade, tempo prolongado
  • 47.
    Catéteres de curtapermanência  QT vesicantes sob infusão > que 1 Hr  Infusão contínua  Membros livres de “scalps”  Manutenção de estabilidade nos níveis séricos de QT
  • 48.
    Catéteres de curtapermanência  Cuidados: infusão contínua, heparinização, troca de curativo, condições cutâneas, integridade do catéter  Intracath® .
  • 49.
    Catéteres de longapermanência  Via segura para longas infusões  Via para sangue, antibióticos, soro, nutrição parenteral  Eliminar traumas
  • 50.
    Catéteres de longapermanência  Port-a-cath®: venoso, arterial, peritoneal, espinhal
  • 51.
    Catéteres de longapermanência  Totalmente implantado: dispensa cuidados caseiros e heparinização frequente, < infecções, não limitam atividades  Parcialmente implantado: mais durável, infusão de grandes volumes, dispensa punção percutânea
  • 52.
    Toxicidade  Hematológica  Gastrointestinal  Cardiotoxicidade  Hepatotoxidade  Toxicidade pulmonar  Neurotoxicidade
  • 53.
    Toxicidade  Disfunçãoreprodutiva  Nefrotoxicidade  Toxicidade dermatológica  Alterações metabólicas  Reações alérgicas e anafilaxia
  • 54.
    Nova geração dedrogas  Anticorpos monoclonais: preserva a célula sadia  Indutores de Apoptose: ativam o relógio biológico
  • 55.
    Nova geração dedrogas  Inibidores de Fatores de Crescimento: inibe o processo de multiplicação  Inibidores de Angiogênese: bloqueio da formação de vasos Anticorpo atacando célula cancerígena
  • 56.
    Trastuzumab (HerceptinÒ) Anticorpo monoclonal  Atinge o HER2
  • 57.
    Trastuzumab (HerceptinÒ) Câncer de mama metastático  Sobrevida de 13 meses  Resposta tumoral > 15% Mais dados
  • 58.
    Erlotinib (TacervaÒ) Inibidores de Fatores de Crescimento  Atinge o HER1  Câncer de pulmão e de pâncreas  Evolução???????  Melhora????  Outros dados??????
  • 59.
    Etapas da quimioterapia  Análise de prescrição e dispensação;  Preparo ou diluição;  Controle da qualidade;  Conservação e transporte.
  • 60.
    Análise de prescrição  Conferência do esquema: drogas, doses, duração, ciclos  Conferência da superfície corporal  Conversão das doses  Estabelecimento dos veículos  Conferência de tempo / forma de administração
  • 61.
    Análise de prescrição  Conferência de medicamentos adjuvantes  Conferência de incompatibilidades  Dispensação
  • 62.
    Maria José Pereira 48 anos - 60 kg - 1,70 m Tumor de mama nº ciclos: 6 Protocolo: FAC (ciclofosfamida 500 mg/m2 EV D1; doxorrubicina 50 mg/m2 EV D1; fluorouracil 500 mg/m2 EV D1 e D8 - a cada 21 dias).
  • 63.
    Checar esquema Superfíciecorporal????? Converter doses Determinar veículos e diluentes Checar tempo de infusão/administração Checar medicamentos adjuvantes (pré-QT) Checar incompatibilidades Dispensação
  • 65.
    Preparo das drogas  Formas orais  Extemporâneas  Concentradas  Diluídas
  • 66.
    Preparo das drogas  Centralizado em área própria  Câmara de fluxo laminar vertical classe II  Ambiente calmo, sem fluxo de ar, pessoal autorizado
  • 67.
  • 68.
    Preparo das drogas  Paramentação adequada: macacão, máscara, gorro, luva, óculos;  Troca de luvas cada 30’;  Papel absorvente
  • 69.
    Preparo das drogas  Máscara tripla, com filtro ou escudo facial;  Roupa esterilizada;  Luvas grossas e não entalcadas
  • 70.
  • 71.
    Preparo das drogas  Não beber, comer ou fumar;  Evitar movimentos bruscos;  Refrigerador no local;  Sala climatizada;  Luminosidade adequada
  • 72.
    Preparo das drogas  Limpeza diária com álcool 70% (mínimo)  Semanalmente detergente alcalino e água  Tempo de espera para início do fluxo e descontaminação  Mínimo de material
  • 73.
    Preparo das drogas  Higienização das mãos: irgasan, clorexidine, álcool
  • 74.
    Preparo das drogas  Gaze umedecida com álcool na abertura de ampolas  Diluir ou injetar pelas paredes do frasco  Atenção as diferenças de pressão  Optar por conexões luerlock
  • 75.
    Controle da qualidade  Visual: partículas, fragmentos etc.  Volume  Componentes  Etiquetas individuais
  • 76.
    Descarte das drogas  Atenção com agulhas e seringas;  Descartar restos de quimioterápicos dentro de frascos;  Atenção a soros, gaze, algodão etc
  • 77.
    Descarte das drogas Tóxico Biológico Radioativo
  • 78.
    Incompatibilidades  Carmustina:incompatível com PVC;  Cladribina: incompatível com dextrose;  Clodronato: só infundir em dextrose ou salina;  Epirrubicina: não expor a luz
  • 79.
    Acidentes com QT  Descarte de vestimentas  Lavagem da pele ou olhos  Atendimento médico  Superfícies contaminadas  Spill kit
  • 80.
    Câmara de FluxoLaminar Vertical  Massa contínua de ar ultrafiltrado  Filtro Absoluto Hepa  Classe II - tipo B: trabalhos de risco  Unidades pequenas
  • 81.
    Câmara de FluxoLaminar Vertical Filtro Hepa aberto
  • 82.
    Câmara de FluxoLaminar Vertical  Luz UV  Validação contínua  Monitoramento rotineiro  Cuidados na quebra do fluxo
  • 83.
    RDC 220/04 Regulamenta tecnicamente o funcionamento dos Serviços de Terapia Antineoplásica;  Responsabiliza o Farmacêutico da manipulação de antineoplásicos
  • 84.
    Pesquisas e atualidade  Complexidade da doença  20 anos: “cura”  Ultimas décadas: cura de vários canceres  Até 2015: “cura” p/ mama, próstata, cólon  Até 2015: ¯ 25% na freqüência e ¯ 50% na mortalidade  Lentidão para outros tipos
  • 85.
    Pesquisas e atualidade  O câncer a nível molecular;  Projeto Genoma;  Seleção de ataque a células malignas;  Conscientização da população
  • 87.
    Especialização  Conhecimentosdiversificados;  SOBRAFO;  www.sobrafo.com.br
  • 88.
    Nutrição Parenteral: Conceitos  Nutrientes  Endovenosa  Desnutrição  Incapacidade de via oral
  • 89.
    “...aquela administrada porvia intravenosa, central ou periférica, sendo uma solução ou emulsão composta obrigatoriamente de aminoácidos, carboidratos, vitaminas e minerais, com ou sem administração diária de lipídios...” (portaria 135)
  • 90.
    “Solução ou emulsão,composta basicamente de carboidratos, aminoácidos, lipídeos, vitaminas e minerais, estéril e apirogênica, acondicionada em recipiente de vidro ou plástico, destinada a administração intravenosa em pacientes desnutridos ou não.” (portaria 272)
  • 91.
    Nutrição Parenteral: Conceitos  Regime domiciliar ou hospitalar  Síntese ou manutenção de tecidos  Adulto e pediátrico
  • 92.
    Nutrição Parenteral: Conceitos  Complicações diversas:  contaminações microbianas  instabilidade extrema  incompatibilidades diversas  alto custo  difícil controle
  • 93.
  • 94.
    Composição  Sistema2 em 1:  Glicose, aminoácidos, micro nutrientes  Sistema 3 em 1:  Glicose, aminoácidos, micro nutrientes, lipídeos fotos
  • 95.
    Composição  Água  Macronutrientes  Micronutrientes
  • 96.
    Composição  Água:maior necessidade  Adultos: peso e diurese  Pediátricos: prematuridade e idade pós-natal  Repõe o peso Foto Agua p injeção
  • 97.
    Composição  Aminoácidos:fonte de nitrogênio  Adultos (10%)  Pediátricos (10%)  Insuficiência hepática  Insuficiência renal
  • 98.
    Composição  AAessenciais: fenilalanina, leucina, isoleucina, lisina, metionina, treonina, triptofano, valina
  • 99.
    Composição  Lipídios:reserva, integridade celular  10, 20 e 30% TCM/TCL  10, 20 e 30% TCL  Agente emulsificante (fosfolípide)
  • 100.
    Composição  Carboidrato:fonte energética  Glicose: 4 calorias/grama  Glicose hipertônica 50%  Glicose hipertônica 70% Figura glicose
  • 101.
    Composição  Vitaminas  A, D, E, C, B1, B2, B3, B5, B6, B7, B12  Vitaminas para adultos e crianças Figura vitamina
  • 102.
    Composição  Eletrólitos  Sódio: cloreto, acetato  Potássio: cloreto, acetato, fosfato  Cálcio: cloreto, acetato, gluconato  Fósforo: fosfato ácido de potássio  Magnésio: sulfato. cloreto Figura eletrolito
  • 103.
    Composição  Oligoelementos  Ferro  Zinco  Cobre  Cromo  Manganês  Iodo Figura oligoelemento
  • 104.
    Apresentação  Soluçõesconcentradas  Emulsões  Extemporâneos Figura emulsao
  • 105.
    Vias de administração  Endovenosa  Periférica ou central  Catéter
  • 106.
    Incompatibilidades e estabilidade:vitaminas  Vitaminas fotossensíveis:  perda ou diminuição de atividade  alteração de cor  oxidação e hidrólise Foto bolsa
  • 107.
    Incompatibilidades e estabilidade:fósforo e cálcio  Formação de precipitados  Sais insolúveis  Reação fosfato + cálcio Cristais de fosfato de cálcio Embolia pulmonar
  • 108.
    Incompatibilidades e estabilidade:fósforo e cálcio  Fatores  Teor de Ca e P  pH > 7: íons mais dissociados Foto bolsa
  • 109.
    Incompatibilidades e estabilidade:fósforo e cálcio  Fatores indiretos:  Teor de Mg: < 12 mEq/L  Presença de AA: diminui a precipitação  Diluição: diminui a precipitação  Temperatura: favorece a precipitação Foto bolsa
  • 110.
    Incompatibilidades e estabilidade:fósforo e cálcio  Prevenção:  Adição de Cisteína 4%  Uso do Fósforo orgânico Foto bolsa
  • 111.
    Incompatibilidades e estabilidade:lipídeos  Separação de fases  Lipídeos versus Cálcio e Magnésio  Instabilidade da emulsão Foto bolsa
  • 112.
    Incompatibilidades e estabilidade  Validade: 24 a 48 hs (RDC 272)
  • 113.
    Etapas da nutriçãoparenteral  Análise de prescrição  Assepsia e anti-sepsia  Preparo da NP  Controle da qualidade  Conservação e transporte
  • 114.
    Assepsia e anti-sepsia  Vulnerabilidade microbiana  Esterilidade dos insumos farmacêuticos  Assepsia pessoal  Higienização do ambiente
  • 115.
    Assepsia e anti-sepsia:paramentação  Paramentação adequada: luvas, macacão, botas, gorro, máscara, óculos  Materiais apropriados  Esterilizáveis
  • 116.
    Assepsia e anti-sepsia:degermação  Degermação das mãos e antebraços  Degermante adequado: clorexidine, álcool 70%
  • 117.
    Assepsia e anti-sepsia:degermação  Garantia do método
  • 118.
    Assepsia e anti-sepsia:higienização  Higienização do ambiente  Higienização dos equipamentos  Higienização dos insumos farmacêuticos: seringas, agulhas, bolsas, equipos, frascos, ampolas etc Figurassssssss
  • 119.
    Assepsia e anti-sepsia:higienização  Higienizante adequado: cloro, formol, sais metálicos, álcool, etc  Garantia do método Figurassssssss
  • 120.
    Preparo da NP:Manipulação  Técnica utilizada: automática versus manual
  • 124.
    Preparo da NP:Manipulação  Ligar a CFLH  Conectar equipos, agulhas, bolsas e seringas  Automix em bom funcionamento  Alcoolizar todo o material Figurassssssss
  • 125.
    Preparo da NP:Manipulação  Troca de luvas freqüentemente  Evitar tocar nas partes estéreis  Cuidado com agulhas  Agilidade  Atenção Figurassssssss
  • 126.
    Preparo da NP:Manipulação  Contaminação cruzada:  materiais exclusivos;  evitar aerossóis;  fluxo de materiais;  campo estéril;  fluxo de ar livre
  • 127.
    Preparo da NP:Manipulação  Contaminação microbiológica:  integridade da CFLH;  tempo de exposição;  cumprimento da assepsia e anti-sepsia
  • 128.
    Controle da Qualidadeda NP  Certificação de fornecedores  Padronização de insumos  Monitoramento dos processos:  Temperatura;  Umidade;  Assepsia e anti-sepsia;  Microbiológico: pessoas, ambiente Figura placas maos
  • 129.
    Controle da Qualidadeda NP  Rotulagem e verificação da NP:  Cruzar dados com a prescrição;  Observar: partículas, precipitação, separação, coloração, danos à bolsa;  Verificar volume. Foto ecram
  • 130.
    Controle da Qualidadeda NP  Análise microbiana da NP:  Alto custo;  Ensaio imediato;  Resposta demorada;  Teste de esterilidade. Foto BA
  • 131.
    Conservação e transporteda NP  Condições devem ser assépticas  Faixa de temperatura: 2 e 20ºC  Processo deve ser validado e monitorado Foto refrigerador
  • 132.
    Sala limpa Salas classificadas:  100: câmara de fluxo laminar  10.000: sala que envolve a câmara  100.000: salas de higienização, vestiário, outras Fotos sala limpa
  • 133.
    Sala Limpa Dotadas de purificação de ar:  Sistema de filtros;  Fluxo contínuo;  Estrutura farmacêutica  Higienização cautelosa Fotos dos filtros e grelhas
  • 134.
    Sala Limpa Ambientes controlados fisicamente e monitorados microbiologicamente  Validados e certificados  Resultado: salas altamente assépticas  Câmara de Fluxo Laminar Horizontal
  • 135.
    CFLH  Massacontínua de ar ultrafiltrado  Filtro Absoluto Hepa
  • 136.
    Câmara de FluxoLaminar Vertical  Luz UV  Validação contínua  Monitoramento rotineiro  Cuidados na quebra do fluxo Trocar foto
  • 137.
    RDC 272/98 Estabelece os requisitos mínimos para a Terapia de Nutrição Parenteral  Coloca o Farmacêutico como o responsável pelo preparo da NP
  • 138.
    Especialização  Exigenciade conhecimentos diversos  SBNPE  www.sbnpe.com.br
  • 139.