Sessão 4: Apresentação 2
Formação:   Gestão de Conflitos Familiares




                 Formador: Dércio Martins    1
   ÍNDICE:

    1.   Estratégias de Prevenção de Conflitos;
    2.   Comunicação na Família;
    3.   Dinâmica Familiar;
    4.   Estratégias para lidar com a Crise.




                        Formador: Dércio Martins   2
Formador: Dércio Martins   3
   A comunicação efectiva é um elemento básico das relações
    interpessoais satisfatórias:

A falta de comunicação e • Relações familiares disfuncionais
   de clareza , leva a:
   O que não significa que os membros de uma família tenham que
    estar em permanente acordo. O desacordo surge
    inevitavelmente na família e não é necessariamente conflituoso.
                           •Criar um espírito de pertença e ao mesmo
                            tempo facilitar a individuação dos seus
                            membros;
    Funções da família:    •Cada indivíduo que pertence à família pode
                            manifestar a sua opinião, trocar informações
                            sem temer opiniões contrárias.



                          Formador: Dércio Martins                         4
   Os conflitos na família por si só, não são negativos.




   O que                                          familiar é:

                  embora a maioria das famílias
      detenha competência para lidar com as situações
      conflituosas que vão surgindo.


                        Formador: Dércio Martins                 5
Nas etapas de desenvolvimento familiar e vivências do dia a dia, as famílias
passam por situações de maior tensão, que podem implicar alterações dos
papéis, regras, expectativas e comportamentos dos diferentes membros da
família.




A família consegue ultrapassar:
-se estiver atenta;                        Quando se verificam situações de
-se utilizar estratégias que               ruptura     ou    de    escalada de
                                           conflitos, pode ser necessária a
melhorem o seu relacionamento e
                                           intervenção de técnicos que ajudem
permitam uma melhor satisfação e           a família a ultrapassar a crise.
adaptação dos seus membros.

                             Formador: Dércio Martins                            6
Formador: Dércio Martins   7
   Funciona de modo a promover:
     A melhoria das habilitações de comunicação;
     A comunicação clara e directa;
     A escuta activa;
     A comunicação que não ataque a personalidade
      dos membros da família;
     A comunicação assertiva (ver apresentação 3 da sessão 4, sobre a assertividade)
     A clarificação dos pontos de tensão;
     A clarificação de contradições entre desejos;
     A clarificação de expectativas e de realidades
      concretas.
                                 Formador: Dércio Martins                               8
Formador: Dércio Martins   9
   Funciona de modo a:
     Clarificar os estatutos dos membros;
     Clarificar e definir funções e papéis.


   Deve :
                      na adaptação a novas funções e papéis, quando
        necessário;
                          é a base do poder no centro da família, pelo que
        há menos possibilidade de ocorrência de conflitos (ex: violência);
                                        quer em situação de crise, ou no
        quotidiano: família alargada, amigos, vizinhos, grupos
        comunitários. O isolamento social é reconhecido como factor de
        vulnerabilidade nas famílias e nos indivíduos que vivem fechados
        sobre si mesmo, sem contactos com a família alargada e mal
        integrados no meio onde vivem.

                              Formador: Dércio Martins                       10
Formador: Dércio Martins   11
   Aceitar a situação e os outros;                Reforçar/aumentar a tolerância
   Adquirir conhecimento útil;                     mútua;
   Mudar a forma de ver/definir a                 Demonstrar abertura,
    situação (reformular a situação);               disponibilidade e honestidade;
   Expressar sentimentos e afecto;                Escutar/prestar atenção aos
   Evitar ou analisar sentimentos                  outros ;
    negativos e expressões                         Ser sensível à comunicação não
    incapacitantes de emoção;                       verbal (expressão facial, postura…);
   Estar sensível às necessidades                 Procurar ajuda (e apoio de outros);
    emocionais dos outros;                         Cumprir com as expectativas nas
   Reforçar/aumentar a coesão                      organizações;
    (intimidade familiar);                         Estar envolvido em actividades
   Reforçar/aumentar capacidade de                 espirituais;
    adaptação;                                     Desenvolver a autonomia,
   Desenvolver a confiança                         independência e auto-suficiência;
    progressiva;                                   Manter-se activo através de
   Reforçar/aumentar a cooperação;                 actividades de distracção.

                               Formador: Dércio Martins                                    12
   Instituto de Emprego e Formação Profissional (n.d.). Manual do
    Formador de Gestão de Conflitos Familiares. Retirado de
    http://portal.iefp.pt/xeobd/attachfileu.jsp?look_parentBoui=19
    543289&att_display=n&att_download=y




                          Formador: Dércio Martins                   13
Sessão 4: Apresentação 2
Formação:   Gestão de Conflitos Familiares




                 Formador: Dércio Martins    14

conflitos familiares

  • 1.
    Sessão 4: Apresentação2 Formação: Gestão de Conflitos Familiares Formador: Dércio Martins 1
  • 2.
    ÍNDICE: 1. Estratégias de Prevenção de Conflitos; 2. Comunicação na Família; 3. Dinâmica Familiar; 4. Estratégias para lidar com a Crise. Formador: Dércio Martins 2
  • 3.
  • 4.
    A comunicação efectiva é um elemento básico das relações interpessoais satisfatórias: A falta de comunicação e • Relações familiares disfuncionais de clareza , leva a:  O que não significa que os membros de uma família tenham que estar em permanente acordo. O desacordo surge inevitavelmente na família e não é necessariamente conflituoso. •Criar um espírito de pertença e ao mesmo tempo facilitar a individuação dos seus membros; Funções da família: •Cada indivíduo que pertence à família pode manifestar a sua opinião, trocar informações sem temer opiniões contrárias. Formador: Dércio Martins 4
  • 5.
    Os conflitos na família por si só, não são negativos.  O que familiar é:  embora a maioria das famílias detenha competência para lidar com as situações conflituosas que vão surgindo. Formador: Dércio Martins 5
  • 6.
    Nas etapas dedesenvolvimento familiar e vivências do dia a dia, as famílias passam por situações de maior tensão, que podem implicar alterações dos papéis, regras, expectativas e comportamentos dos diferentes membros da família. A família consegue ultrapassar: -se estiver atenta; Quando se verificam situações de -se utilizar estratégias que ruptura ou de escalada de conflitos, pode ser necessária a melhorem o seu relacionamento e intervenção de técnicos que ajudem permitam uma melhor satisfação e a família a ultrapassar a crise. adaptação dos seus membros. Formador: Dércio Martins 6
  • 7.
  • 8.
    Funciona de modo a promover:  A melhoria das habilitações de comunicação;  A comunicação clara e directa;  A escuta activa;  A comunicação que não ataque a personalidade dos membros da família;  A comunicação assertiva (ver apresentação 3 da sessão 4, sobre a assertividade)  A clarificação dos pontos de tensão;  A clarificação de contradições entre desejos;  A clarificação de expectativas e de realidades concretas. Formador: Dércio Martins 8
  • 9.
  • 10.
    Funciona de modo a:  Clarificar os estatutos dos membros;  Clarificar e definir funções e papéis.  Deve : na adaptação a novas funções e papéis, quando necessário; é a base do poder no centro da família, pelo que há menos possibilidade de ocorrência de conflitos (ex: violência); quer em situação de crise, ou no quotidiano: família alargada, amigos, vizinhos, grupos comunitários. O isolamento social é reconhecido como factor de vulnerabilidade nas famílias e nos indivíduos que vivem fechados sobre si mesmo, sem contactos com a família alargada e mal integrados no meio onde vivem. Formador: Dércio Martins 10
  • 11.
  • 12.
    Aceitar a situação e os outros;  Reforçar/aumentar a tolerância  Adquirir conhecimento útil; mútua;  Mudar a forma de ver/definir a  Demonstrar abertura, situação (reformular a situação); disponibilidade e honestidade;  Expressar sentimentos e afecto;  Escutar/prestar atenção aos  Evitar ou analisar sentimentos outros ; negativos e expressões  Ser sensível à comunicação não incapacitantes de emoção; verbal (expressão facial, postura…);  Estar sensível às necessidades  Procurar ajuda (e apoio de outros); emocionais dos outros;  Cumprir com as expectativas nas  Reforçar/aumentar a coesão organizações; (intimidade familiar);  Estar envolvido em actividades  Reforçar/aumentar capacidade de espirituais; adaptação;  Desenvolver a autonomia,  Desenvolver a confiança independência e auto-suficiência; progressiva;  Manter-se activo através de  Reforçar/aumentar a cooperação; actividades de distracção. Formador: Dércio Martins 12
  • 13.
    Instituto de Emprego e Formação Profissional (n.d.). Manual do Formador de Gestão de Conflitos Familiares. Retirado de http://portal.iefp.pt/xeobd/attachfileu.jsp?look_parentBoui=19 543289&att_display=n&att_download=y Formador: Dércio Martins 13
  • 14.
    Sessão 4: Apresentação2 Formação: Gestão de Conflitos Familiares Formador: Dércio Martins 14