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Compostagem doméstica com
utilização de minhocas: aspectos
ambientais e econômicos
PALAVRAS–CHAVE
Minhocas; Vermicompostagem; Lixo orgânico doméstico; Meio ambiente.
RESUMO
Um dos grandes problemas das sociedades modernas é a grande produção de lixo. Várias
soluções são apresentadas, sendo uma delas o tratamento dos resíduos na origem onde é
produzido, ou seja, na própria residência por meio da compostagem, transformando o lixo
orgânico residencial em adubo que pode ser utilizado na residência sem agredir o meio
ambiente e diminuindo custos de tratamento pelo poder público. Em áreas urbanas, em
que os espaços são reduzidos, a vermicompostagem tem se apresentado como solução
simples, de baixo investimento, pouco trabalhosa e eficiente na transformação de resíduos
orgânicos em húmus para reutilização em jardins e hortas domésticas. Com o incentivo da
agricultura urbana e a necessidade de tratamento adequado ao lixo orgânico, a criação
de minhocas em pequenos espaços vem ganhando, a cada dia, novos adeptos. O uso de
caixas plásticas, como instalações, permite inclusive o reaproveitamento de embalagens.
Desta forma, o presente estudo objetivou quantificar o volume de lixo orgânico que pode
ser reciclado em domicílio e possíveis ganhos econômicos com produção de composta-
gem para consumo doméstico através de sistema de minhocário. Através de técnicas de
criação e desenvolvimento de minhocas em ambiente controlado e utilizando lixo domés-
tico, pode-se produzir um significativo volume de compostagem que pode ser reaprovei-
tado no próprio domicílio como adubo, bem como a reciclagem de lixo orgânico que serve
de matéria-prima evitando, assim, que seja encaminhado ao complexo processo de reco-
lhimento e destinação do lixo do sistema público de coleta residencial, o que pode gerar
dupla economia em termos ambientais e monetários.
OBJETIVO
Quantificar o volume de lixo orgânico que pode ser reciclado em domicílio e ganhos am-
bientais e econômicos com produção de compostagem para consumo doméstico atra-
vés de sistema de minhocário.
ALEXANDRE PANERAI PEREIRA
Eng. Agrônomo – CREA/RS 76513
Assetec/SecretariaMunicipaldoMeio
AmbienteeSustentabilidade(Smams).
TIAGO BERND
Eng. Agrônomo – CREA/RS 106798
Assetec/Smams.
IRINEU PEDRO FOSCHIERA
irineu.foschiera@portoalegre.rs.gov.br
Eng. Agrônomo – CREA/RS 104499
Assetec/Smams.
VLADIMIR STOLZENBERG TORRES
Biólogo – CRBio 17201-03
Assetec/Smams.
PAULO FIALHO MEIRELES
Eng. Agrônomo – CREA/PR 2035
Assetec/Smams.
ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS
12 6 a
E X P O T E C / / 2 0 1 9
INTRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO
A deposição de materiais orgânicos no solo é resultado do desperdício e acumulação
de dejetos que poderiam ser reaproveitados. A vermicompostagem, através das mi-
nhocas, é um meio de utilização de resíduos orgânicos como fertilizantes, potenciali-
zando seu valor (GARG et al., 2005).
As áreas urbanas possuem um alto índice de produção de resíduos sólidos orgânicos,
Estima-se que 50% de todos os resíduos gerados nas grandes cidades sejam orgânicos
(BRASIL. Ministério do Meio Ambiente, 2017) e potencialmente geradores de um chorume
extremamente tóxico ao meio ambiente e que, ao se infiltrar e percolar no solo, ocasiona a
contaminação dos lençóis freáticos e por consequência poluindo as fontes de água.
O lixo não tratado é um dos principais causadores de poluição ambiental e diversas
patologias à população. E reduzir os elevados índices de produção de lixo está entre
os maiores desafios deste século.
Soluções sustentáveis para o aproveitamento socioambiental do lixo doméstico ocor-
rem de forma simples e econômica através da transformação dos resíduos orgânicos
da residência em adubos de alta qualidade para uso em jardins e hortas caseiras atra-
vés da vermicompostagem (utilização de minhocas) que é processada em recipientes
fechados, adequados para residências e sem produzirem odores nem atraírem insetos
ou roedores. O manejo básico de uma composteira doméstica que promove a humifi-
cação dos resíduos orgânicos com ajuda de minhocas pode ser visto na figura 01.
Figura 1 – Manejo básico de uma composteira doméstica com ajuda de minhocas
Fonte: <https://http2.mlstatic.com/composteira–domestica–p–completa–D_NQ_NP_665185–MLB28204421844_092018–F.webp>
ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS
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O húmus de minhoca oferece mais vantagens quando comparado a adubos e rege-
neradores de solo, devido as suas propriedades naturais, e a Eisenia foetida (Savigny,
1826) (Haplotaxida: Lumbricidae) (fotografia 01) se constitui na espécie mais recomen-
dada para a produção deste composto. Para Hernández (1991) e Garg et al. (2005), as
principais razões para se eleger a minhoca vermelha-da-califórnia são: fecundidade,
longevidade, consistência corporal, vivacidade de cor, adaptação ao cativeiro e pouca
mobilidade. Quanto à fecundidade, possuem a capacidade de se acasalar a cada sete
dias, enquanto as minhocas silvestres o fazem a cada 45 dias, além de apresentarem
uma média de eclosão menor. Apresentam longevidade de até 16 anos, enquanto as
silvestres têm apenas quatro anos de vida. Apesar disto, Morselli et al. (1996), conside-
ra que a espécie tem sido a mais procurada e utilizada na vermicompostagem, não por
ser das mais prolíferas, mas por se adaptar aos mais diferentes resíduos.
Seu sistema digestório estabelece a assimilação de macronutrientes, como o fósforo e
o potássio, e de micronutrientes, transformando os compostos nitrogenados orgânicos
em nitratos, além disso, possuem glândulas calcíferas que concentram o cálcio em seu
organismo e produz um vermicomposto com um teor médio de 13% de matéria orgânica
(KIEHL, 1985), dessa maneira, podemos classificá-las como ácido-tolerantes, pois otimi-
zam o pH do solo mantendo-o entre 6,5 a 7,5 (PEREIRA, 2004), o composto resultante
dessa ação é responsável pela produção do húmus, que oferece benefícios significa-
tivos à planta devido a suas características nutricionais e físico-químicas (GARG et al.,
2005). Em relação à reprodução, por dia, a minhoca vermelha-da-califórnia consome o
equivalente ao seu peso em matéria orgânica e produz um casulo a cada 2 a 3 dias, con-
tendo em seu interior entre 3 e 4 novas minhocas (SCHIEDECK et al., 2014).
O tamanho dos recipientes utilizados no processo de vermicompostagem doméstica
dependem do volume do resíduo produzido ou disponível na residência. Para a pro-
dução média de um quilo de lixo orgânico doméstico diário é recomendado o uso de
caixas nas medidas de 60 cm x 45 cm de base e 60 cm de altura, conforme descrito
no diagrama da figura 02.
Fotografia 1 – Exemplares de Eisenia foetida (Savigny, 1826) (Haplotaxida: Lumbricidae)
Fonte: https://estagiositiodosherdeiros.blogspot.com/2013/01/10-dicas-de-como-fazer-humus-de-minhocas.html
ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS
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Cálculos da Embrapa mostram que em uma residência com três pessoas adultas, são
jogados no lixo, anualmente, cerca de 550 kg de resíduos orgânicos domésticos úmi-
dos como cascas de frutas e verduras, borra de café, erva mate e outros (ANJOS,
2015). Porém, esses resíduos podem ser transformados em húmus de minhocas e uti-
lizados como adubo orgânico nas hortas e jardins, na própria residência. Quando jo-
gados a céu aberto esses resíduos orgânicos causam degradação do solo, da água e
focos de doenças. E quando depositados em aterros, além do alto custo da coleta,
transporte e tratamento, esses resíduos diminuem a vida útil dos aterros.
A compostagem é o processo biológico de decomposição e de reciclagem da matéria
orgânica, propiciando um destino útil para os resíduos orgânicos, evitando sua acumu-
lação em aterros e potencialmente melhorar a estrutura dos solos (GODOY, s/d).
A compostagem doméstica é uma alternativa de tratamento dos resíduos orgânicos
descartados nas residências e se dá por processo biológico de transformação de re-
síduos orgânicos em substâncias húmicas (SOUZA et al., 2001). Isto significa que, a
partir da mistura de restos de alimentos, frutos, folhas e outros produtos de descarte
residencial pode-se obter um adubo orgânico homogêneo pronto para ser utilizado
em hortas e jardins residenciais.
Desta forma, o presente estudo objetivou quantificar o volume de lixo orgânico que
pode ser reciclado em domicílio e possíveis ganhos ambientais e econômicos com pro-
dução de compostagem para consumo doméstico através de sistema de minhocário.
A figura 03 mostra o processo que começa com a deposição de uma primeira camada
de lixo orgânico na caixa superior, que deve ser imediatamente coberta por outra de
materiais vegetais secos (folhas, palha, e mesmo papel picado, folhas de jornal rasga-
das dentre outros).
Figura 2 – Diagrama do conjunto de recipientes conforme volume de lixo disponível
Fonte: modificado de <https://http2.mlstatic.com/composteira–domestica–minhocario–15–litros–preto–D_NQ_NP_709611–MLB20
609976665_022016–O.webp>
ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS
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Essa rotina de introduzir resíduos orgânicos e cobri-los com material orgânico seco
vai se repetindo até encher a caixa superior. A caixa intermediária está praticamente
vazia, e na inferior já se acumula o líquido liberado pela decomposição dos restos or-
gânicos. Quando a caixa superior estiver lotada, será o momento de trocá-la com a do
meio, até então vazia.
RESULTADOS
Utilizando-se uma caixa que comporta em média 1 kg diário de resíduos orgânicos
residenciais foi possível retirar após 60 dias 20 kg de húmus, o que significa que
em um ano um total de 365 kg de lixo doméstico evitou de passar pelo processo
de coleta pública pelo município, propiciando um incalculável ganho em relação ao
meio ambiente e uma economia para o ente público pela não necessidade de fazer o
recolhimento desse volume. Por outro lado, houve também uma produção anual de
120 kg de húmus que pode ser aproveitado para enriquecimento do solo em jardins e
hortas domésticas. Considerando o preço médio de húmus de minhoca no mercado
de R$ 2,00/kg, significa que, além dos ganhos ambientais, houve um ganho econô-
mico de R$ 240,00 no ano com o aproveitamento de um adubo extremamente rico
em nutrientes para o solo. Além disso, estimando-se o preço médio da coleta de lixo
urbano em R$ 234,19 à tonelada (QUINTELA, 2014 – atualizado em valores de 2019),
o município economiza ao ano o equivalente a R$ 85,48 em razão da não necessida-
de de recolhimento desse volume de lixo.
Figura 2 – Etapas do processo de produção de húmus
Tabela 1 – Valores obtidos com vermicompostagem
Fonte: site http://agriculturaurbana.org.br/boas_praticas/compostagem/modelos_composteiros.htm#fechado
Fonte: dados dos autores
Produção diária
lixo orgânico
utilizado (kg)
Quantidade anual
de lixo orgânico
utilizado (kg/ano)
Quantidade de
humus produzido
(kg/ano)
Preço médio
por kg de hu-
mus (P. Alegre/
2019, em R$)
Ganho econômico
com a produção de
humus/ano (R$)
Economia do
município pela
não necessidade
de recolhimento
(R$/Ano)
0,50 kg 182,50 kg 60,00 kg R$ 2,00 R$ 120,00 R$ 38,33
1,00 kg 365,00 kg 120,00 kg R$ 2,00 R$ 240,00 R$ 76,65
2,00 kg 730,00 kg 240,00 kg R$ 2,00 R$ 480,00 R$ 153,30
ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS
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Outro importante aspecto está na produção de chorume (fotografia 2). O chorume
é benéfico às plantas por ser rico em nutrientes e hormônios, além de protegê-las
contra doenças. Os resíduos de cozinha dão origem ao chorume por serem compos-
tos em sua maioria por cascas de frutas e verduras que têm, em média, umidade de
80 %, dispensando umedecimento do substrato. O chorume pode ser utilizado dire-
tamente no solo, em fruteiras e canteiros de hortas, diluído em água a 20% (5 L do
preparo = 1 L de chorume + 4 L de água). Para pulverização foliar, o chorume é coado
e diluído em água a 10% (5 L do preparo = 0,5 L de chorume + 4,5 L de água). Pode
ser aplicado semanalmente ou quinzenalmente.
CONCLUSÕES
O grande ganho com a utilização de compostagem doméstica se dá no âmbito am-
biental. Conforme demonstrado na tabela 1, uma residência que produza e reapro-
veite um quilograma de resíduos orgânicos por dia, em um ano, deixará de depositar
365 quilos em aterros sanitários, contribuindo para a redução das poluições do solo,
ar e água. Além disso, o poder público deixa de gastar com a coleta e todo o sistema
de tratamento desse volume de resíduos visto que não mais necessitam passar pelo
processo de coleta.
Utilizando as referências obtidas, pode-se estimar que, se em uma cidade houver
mil domicílios utilizando o sistema de vermicompostagem, 365 toneladas de lixo or-
gânico serão reaproveitados no domicílio, rendendo ao município uma economia de
R$ 85.480,00 anuais, valores extremamente significativos.
Fotografia 2 – Chorume do minhocário
Nota: lado A: chorume 100%; lado B: diluído a 10% para uso
Fonte: acervo dos autores
ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS
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A compostagem doméstica, além de evitar a poluição e gerar renda, permite que a
matéria orgânica volte a ser usada de forma útil retornando ao ambiente. Para que
ocorra a compostagem de forma adequada é necessário que as pessoas realizem a
coleta seletiva do lixo, fazendo a utilização da parcela orgânica dos resíduos na ver-
micompostagem doméstica e encaminhando os resíduos sólidos para recicladores.
A utilização da minhocultura como alternativa para o crescente aumento de resíduos se
torna viável, uma vez que a ação da minhoca traz benefícios significativos para o solo e
consequentemente para a planta, tanto pela ação natural (aeração, e modificação do
pH, por exemplo), quanto pela produção do fertilizante mais completo, o húmus.
Para isso, a escolha do substrato é crucial, uma vez que este interfere no desenvolvi-
mento das minhocas, afetando seus aspectos reprodutivos.
REFERÊNCIAS
ANJOS, J. L. dos. Manejo de Minhocários Domésticos. Aracaju: Empresa Brasileira de Pesquisa Agrope-
cuária - Embrapa Tabuleiros Costeiros, 16p. 2015 (Documentos, nº 203).
BRASIL - Ministério do Meio Ambiente. Gestão de Resíduos Orgânicos. 2017. Disponível on line in: ht-
tps://www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/gest%C3%A3o-de-res%C3%ADduos
-org%C3%A2nicos.html. Acesso em 01 Out. 2019.
GARG, V. K.; YADAV, Y. K.; SHEORAN, A.; CHAND, S.; KAUSHIK, P. Livestock excreta management
through vermicomposting using an epigeic earthworm Eisenia foetida. Environment Systems  Deci-
sions, v. 26, n. 4, p. 269–276. 2006.
GODOY, J. C. Compostagem. S/d. Disponível on line em: https://www.mma.gov.br/estruturas/secex_
consumo_arquivos/compostagem.pdf.Acesso em 27 Set. 2019.
HERNÁNDEZ, R. R. La lombricultura y sus fundamentos. Madrid: SAPT, 1991.
KIEHL, E. J. Fertilizantes orgânicos. Piracicaba: Agronômica Ceres, 1985.
MORSELLI, T. B. A, CRUZ, C. E. L, POCAI, D. Efeitos de Diferentes Resíduos no Comportamento de
Eisenia foetida em Estação Quente: II - Acasalamento. In: Congresso Gaúcho de Minhocultura. Ciência
Rural, Bagé, RS. v.2, n.1, p. 50-53. 1996.
PEREIRA, D. J. D. Lombricompostagem. Jaboticabal, SP. IAAS-ESAC, 2004.
QUINTELA, L. S. Avaliação do processo de vermicompostagem doméstica para tratamento da parce-
la orgânica dos resíduos sólidos domiciliares. Trabalho de Conclusão de Curso, Engenharia Ambiental,
UFRGS. Porto Alegre, 2014.
SCHIEDECK, G.; SCHWENGBER, J. E.; SCHIAVON, G. de A.; GONÇALVES, M. de M. Minhocultura produ-
ção de húmus. Brasília: Embrapa, 2014.
SOUZA, F. A. de; AQUINO, A. M. de; RICCI, M. dos S. F.; FEIDEN, A. Compostagem. Seropédica, RJ, Em-
presa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa Agrobiologia, 2001.11p. (Boletim Técnico, nº 50).
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Compostagem Doméstica com minhocas

  • 1. Compostagem doméstica com utilização de minhocas: aspectos ambientais e econômicos PALAVRAS–CHAVE Minhocas; Vermicompostagem; Lixo orgânico doméstico; Meio ambiente. RESUMO Um dos grandes problemas das sociedades modernas é a grande produção de lixo. Várias soluções são apresentadas, sendo uma delas o tratamento dos resíduos na origem onde é produzido, ou seja, na própria residência por meio da compostagem, transformando o lixo orgânico residencial em adubo que pode ser utilizado na residência sem agredir o meio ambiente e diminuindo custos de tratamento pelo poder público. Em áreas urbanas, em que os espaços são reduzidos, a vermicompostagem tem se apresentado como solução simples, de baixo investimento, pouco trabalhosa e eficiente na transformação de resíduos orgânicos em húmus para reutilização em jardins e hortas domésticas. Com o incentivo da agricultura urbana e a necessidade de tratamento adequado ao lixo orgânico, a criação de minhocas em pequenos espaços vem ganhando, a cada dia, novos adeptos. O uso de caixas plásticas, como instalações, permite inclusive o reaproveitamento de embalagens. Desta forma, o presente estudo objetivou quantificar o volume de lixo orgânico que pode ser reciclado em domicílio e possíveis ganhos econômicos com produção de composta- gem para consumo doméstico através de sistema de minhocário. Através de técnicas de criação e desenvolvimento de minhocas em ambiente controlado e utilizando lixo domés- tico, pode-se produzir um significativo volume de compostagem que pode ser reaprovei- tado no próprio domicílio como adubo, bem como a reciclagem de lixo orgânico que serve de matéria-prima evitando, assim, que seja encaminhado ao complexo processo de reco- lhimento e destinação do lixo do sistema público de coleta residencial, o que pode gerar dupla economia em termos ambientais e monetários. OBJETIVO Quantificar o volume de lixo orgânico que pode ser reciclado em domicílio e ganhos am- bientais e econômicos com produção de compostagem para consumo doméstico atra- vés de sistema de minhocário. ALEXANDRE PANERAI PEREIRA Eng. Agrônomo – CREA/RS 76513 Assetec/SecretariaMunicipaldoMeio AmbienteeSustentabilidade(Smams). TIAGO BERND Eng. Agrônomo – CREA/RS 106798 Assetec/Smams. IRINEU PEDRO FOSCHIERA irineu.foschiera@portoalegre.rs.gov.br Eng. Agrônomo – CREA/RS 104499 Assetec/Smams. VLADIMIR STOLZENBERG TORRES Biólogo – CRBio 17201-03 Assetec/Smams. PAULO FIALHO MEIRELES Eng. Agrônomo – CREA/PR 2035 Assetec/Smams. ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS 12 6 a E X P O T E C / / 2 0 1 9
  • 2. INTRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO A deposição de materiais orgânicos no solo é resultado do desperdício e acumulação de dejetos que poderiam ser reaproveitados. A vermicompostagem, através das mi- nhocas, é um meio de utilização de resíduos orgânicos como fertilizantes, potenciali- zando seu valor (GARG et al., 2005). As áreas urbanas possuem um alto índice de produção de resíduos sólidos orgânicos, Estima-se que 50% de todos os resíduos gerados nas grandes cidades sejam orgânicos (BRASIL. Ministério do Meio Ambiente, 2017) e potencialmente geradores de um chorume extremamente tóxico ao meio ambiente e que, ao se infiltrar e percolar no solo, ocasiona a contaminação dos lençóis freáticos e por consequência poluindo as fontes de água. O lixo não tratado é um dos principais causadores de poluição ambiental e diversas patologias à população. E reduzir os elevados índices de produção de lixo está entre os maiores desafios deste século. Soluções sustentáveis para o aproveitamento socioambiental do lixo doméstico ocor- rem de forma simples e econômica através da transformação dos resíduos orgânicos da residência em adubos de alta qualidade para uso em jardins e hortas caseiras atra- vés da vermicompostagem (utilização de minhocas) que é processada em recipientes fechados, adequados para residências e sem produzirem odores nem atraírem insetos ou roedores. O manejo básico de uma composteira doméstica que promove a humifi- cação dos resíduos orgânicos com ajuda de minhocas pode ser visto na figura 01. Figura 1 – Manejo básico de uma composteira doméstica com ajuda de minhocas Fonte: <https://http2.mlstatic.com/composteira–domestica–p–completa–D_NQ_NP_665185–MLB28204421844_092018–F.webp> ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS 13 6 a E X P O T E C / / 2 0 1 9
  • 3. O húmus de minhoca oferece mais vantagens quando comparado a adubos e rege- neradores de solo, devido as suas propriedades naturais, e a Eisenia foetida (Savigny, 1826) (Haplotaxida: Lumbricidae) (fotografia 01) se constitui na espécie mais recomen- dada para a produção deste composto. Para Hernández (1991) e Garg et al. (2005), as principais razões para se eleger a minhoca vermelha-da-califórnia são: fecundidade, longevidade, consistência corporal, vivacidade de cor, adaptação ao cativeiro e pouca mobilidade. Quanto à fecundidade, possuem a capacidade de se acasalar a cada sete dias, enquanto as minhocas silvestres o fazem a cada 45 dias, além de apresentarem uma média de eclosão menor. Apresentam longevidade de até 16 anos, enquanto as silvestres têm apenas quatro anos de vida. Apesar disto, Morselli et al. (1996), conside- ra que a espécie tem sido a mais procurada e utilizada na vermicompostagem, não por ser das mais prolíferas, mas por se adaptar aos mais diferentes resíduos. Seu sistema digestório estabelece a assimilação de macronutrientes, como o fósforo e o potássio, e de micronutrientes, transformando os compostos nitrogenados orgânicos em nitratos, além disso, possuem glândulas calcíferas que concentram o cálcio em seu organismo e produz um vermicomposto com um teor médio de 13% de matéria orgânica (KIEHL, 1985), dessa maneira, podemos classificá-las como ácido-tolerantes, pois otimi- zam o pH do solo mantendo-o entre 6,5 a 7,5 (PEREIRA, 2004), o composto resultante dessa ação é responsável pela produção do húmus, que oferece benefícios significa- tivos à planta devido a suas características nutricionais e físico-químicas (GARG et al., 2005). Em relação à reprodução, por dia, a minhoca vermelha-da-califórnia consome o equivalente ao seu peso em matéria orgânica e produz um casulo a cada 2 a 3 dias, con- tendo em seu interior entre 3 e 4 novas minhocas (SCHIEDECK et al., 2014). O tamanho dos recipientes utilizados no processo de vermicompostagem doméstica dependem do volume do resíduo produzido ou disponível na residência. Para a pro- dução média de um quilo de lixo orgânico doméstico diário é recomendado o uso de caixas nas medidas de 60 cm x 45 cm de base e 60 cm de altura, conforme descrito no diagrama da figura 02. Fotografia 1 – Exemplares de Eisenia foetida (Savigny, 1826) (Haplotaxida: Lumbricidae) Fonte: https://estagiositiodosherdeiros.blogspot.com/2013/01/10-dicas-de-como-fazer-humus-de-minhocas.html ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS 14 6 a E X P O T E C / / 2 0 1 9
  • 4. Cálculos da Embrapa mostram que em uma residência com três pessoas adultas, são jogados no lixo, anualmente, cerca de 550 kg de resíduos orgânicos domésticos úmi- dos como cascas de frutas e verduras, borra de café, erva mate e outros (ANJOS, 2015). Porém, esses resíduos podem ser transformados em húmus de minhocas e uti- lizados como adubo orgânico nas hortas e jardins, na própria residência. Quando jo- gados a céu aberto esses resíduos orgânicos causam degradação do solo, da água e focos de doenças. E quando depositados em aterros, além do alto custo da coleta, transporte e tratamento, esses resíduos diminuem a vida útil dos aterros. A compostagem é o processo biológico de decomposição e de reciclagem da matéria orgânica, propiciando um destino útil para os resíduos orgânicos, evitando sua acumu- lação em aterros e potencialmente melhorar a estrutura dos solos (GODOY, s/d). A compostagem doméstica é uma alternativa de tratamento dos resíduos orgânicos descartados nas residências e se dá por processo biológico de transformação de re- síduos orgânicos em substâncias húmicas (SOUZA et al., 2001). Isto significa que, a partir da mistura de restos de alimentos, frutos, folhas e outros produtos de descarte residencial pode-se obter um adubo orgânico homogêneo pronto para ser utilizado em hortas e jardins residenciais. Desta forma, o presente estudo objetivou quantificar o volume de lixo orgânico que pode ser reciclado em domicílio e possíveis ganhos ambientais e econômicos com pro- dução de compostagem para consumo doméstico através de sistema de minhocário. A figura 03 mostra o processo que começa com a deposição de uma primeira camada de lixo orgânico na caixa superior, que deve ser imediatamente coberta por outra de materiais vegetais secos (folhas, palha, e mesmo papel picado, folhas de jornal rasga- das dentre outros). Figura 2 – Diagrama do conjunto de recipientes conforme volume de lixo disponível Fonte: modificado de <https://http2.mlstatic.com/composteira–domestica–minhocario–15–litros–preto–D_NQ_NP_709611–MLB20 609976665_022016–O.webp> ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS 15 6 a E X P O T E C / / 2 0 1 9
  • 5. Essa rotina de introduzir resíduos orgânicos e cobri-los com material orgânico seco vai se repetindo até encher a caixa superior. A caixa intermediária está praticamente vazia, e na inferior já se acumula o líquido liberado pela decomposição dos restos or- gânicos. Quando a caixa superior estiver lotada, será o momento de trocá-la com a do meio, até então vazia. RESULTADOS Utilizando-se uma caixa que comporta em média 1 kg diário de resíduos orgânicos residenciais foi possível retirar após 60 dias 20 kg de húmus, o que significa que em um ano um total de 365 kg de lixo doméstico evitou de passar pelo processo de coleta pública pelo município, propiciando um incalculável ganho em relação ao meio ambiente e uma economia para o ente público pela não necessidade de fazer o recolhimento desse volume. Por outro lado, houve também uma produção anual de 120 kg de húmus que pode ser aproveitado para enriquecimento do solo em jardins e hortas domésticas. Considerando o preço médio de húmus de minhoca no mercado de R$ 2,00/kg, significa que, além dos ganhos ambientais, houve um ganho econô- mico de R$ 240,00 no ano com o aproveitamento de um adubo extremamente rico em nutrientes para o solo. Além disso, estimando-se o preço médio da coleta de lixo urbano em R$ 234,19 à tonelada (QUINTELA, 2014 – atualizado em valores de 2019), o município economiza ao ano o equivalente a R$ 85,48 em razão da não necessida- de de recolhimento desse volume de lixo. Figura 2 – Etapas do processo de produção de húmus Tabela 1 – Valores obtidos com vermicompostagem Fonte: site http://agriculturaurbana.org.br/boas_praticas/compostagem/modelos_composteiros.htm#fechado Fonte: dados dos autores Produção diária lixo orgânico utilizado (kg) Quantidade anual de lixo orgânico utilizado (kg/ano) Quantidade de humus produzido (kg/ano) Preço médio por kg de hu- mus (P. Alegre/ 2019, em R$) Ganho econômico com a produção de humus/ano (R$) Economia do município pela não necessidade de recolhimento (R$/Ano) 0,50 kg 182,50 kg 60,00 kg R$ 2,00 R$ 120,00 R$ 38,33 1,00 kg 365,00 kg 120,00 kg R$ 2,00 R$ 240,00 R$ 76,65 2,00 kg 730,00 kg 240,00 kg R$ 2,00 R$ 480,00 R$ 153,30 ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS 16 6 a E X P O T E C / / 2 0 1 9
  • 6. Outro importante aspecto está na produção de chorume (fotografia 2). O chorume é benéfico às plantas por ser rico em nutrientes e hormônios, além de protegê-las contra doenças. Os resíduos de cozinha dão origem ao chorume por serem compos- tos em sua maioria por cascas de frutas e verduras que têm, em média, umidade de 80 %, dispensando umedecimento do substrato. O chorume pode ser utilizado dire- tamente no solo, em fruteiras e canteiros de hortas, diluído em água a 20% (5 L do preparo = 1 L de chorume + 4 L de água). Para pulverização foliar, o chorume é coado e diluído em água a 10% (5 L do preparo = 0,5 L de chorume + 4,5 L de água). Pode ser aplicado semanalmente ou quinzenalmente. CONCLUSÕES O grande ganho com a utilização de compostagem doméstica se dá no âmbito am- biental. Conforme demonstrado na tabela 1, uma residência que produza e reapro- veite um quilograma de resíduos orgânicos por dia, em um ano, deixará de depositar 365 quilos em aterros sanitários, contribuindo para a redução das poluições do solo, ar e água. Além disso, o poder público deixa de gastar com a coleta e todo o sistema de tratamento desse volume de resíduos visto que não mais necessitam passar pelo processo de coleta. Utilizando as referências obtidas, pode-se estimar que, se em uma cidade houver mil domicílios utilizando o sistema de vermicompostagem, 365 toneladas de lixo or- gânico serão reaproveitados no domicílio, rendendo ao município uma economia de R$ 85.480,00 anuais, valores extremamente significativos. Fotografia 2 – Chorume do minhocário Nota: lado A: chorume 100%; lado B: diluído a 10% para uso Fonte: acervo dos autores ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS 17 6 a E X P O T E C / / 2 0 1 9
  • 7. A compostagem doméstica, além de evitar a poluição e gerar renda, permite que a matéria orgânica volte a ser usada de forma útil retornando ao ambiente. Para que ocorra a compostagem de forma adequada é necessário que as pessoas realizem a coleta seletiva do lixo, fazendo a utilização da parcela orgânica dos resíduos na ver- micompostagem doméstica e encaminhando os resíduos sólidos para recicladores. A utilização da minhocultura como alternativa para o crescente aumento de resíduos se torna viável, uma vez que a ação da minhoca traz benefícios significativos para o solo e consequentemente para a planta, tanto pela ação natural (aeração, e modificação do pH, por exemplo), quanto pela produção do fertilizante mais completo, o húmus. Para isso, a escolha do substrato é crucial, uma vez que este interfere no desenvolvi- mento das minhocas, afetando seus aspectos reprodutivos. REFERÊNCIAS ANJOS, J. L. dos. Manejo de Minhocários Domésticos. Aracaju: Empresa Brasileira de Pesquisa Agrope- cuária - Embrapa Tabuleiros Costeiros, 16p. 2015 (Documentos, nº 203). BRASIL - Ministério do Meio Ambiente. Gestão de Resíduos Orgânicos. 2017. Disponível on line in: ht- tps://www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/gest%C3%A3o-de-res%C3%ADduos -org%C3%A2nicos.html. Acesso em 01 Out. 2019. GARG, V. K.; YADAV, Y. K.; SHEORAN, A.; CHAND, S.; KAUSHIK, P. Livestock excreta management through vermicomposting using an epigeic earthworm Eisenia foetida. Environment Systems Deci- sions, v. 26, n. 4, p. 269–276. 2006. GODOY, J. C. Compostagem. S/d. Disponível on line em: https://www.mma.gov.br/estruturas/secex_ consumo_arquivos/compostagem.pdf.Acesso em 27 Set. 2019. HERNÁNDEZ, R. R. La lombricultura y sus fundamentos. Madrid: SAPT, 1991. KIEHL, E. J. Fertilizantes orgânicos. Piracicaba: Agronômica Ceres, 1985. MORSELLI, T. B. A, CRUZ, C. E. L, POCAI, D. Efeitos de Diferentes Resíduos no Comportamento de Eisenia foetida em Estação Quente: II - Acasalamento. In: Congresso Gaúcho de Minhocultura. Ciência Rural, Bagé, RS. v.2, n.1, p. 50-53. 1996. PEREIRA, D. J. D. Lombricompostagem. Jaboticabal, SP. IAAS-ESAC, 2004. QUINTELA, L. S. Avaliação do processo de vermicompostagem doméstica para tratamento da parce- la orgânica dos resíduos sólidos domiciliares. Trabalho de Conclusão de Curso, Engenharia Ambiental, UFRGS. Porto Alegre, 2014. SCHIEDECK, G.; SCHWENGBER, J. E.; SCHIAVON, G. de A.; GONÇALVES, M. de M. Minhocultura produ- ção de húmus. Brasília: Embrapa, 2014. SOUZA, F. A. de; AQUINO, A. M. de; RICCI, M. dos S. F.; FEIDEN, A. Compostagem. Seropédica, RJ, Em- presa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa Agrobiologia, 2001.11p. (Boletim Técnico, nº 50). ARTIGOS TÉCNICOS E/OU CIENTÍFICOS 18 6 a E X P O T E C / / 2 0 1 9