Câncer de Tireoide
INTRODUÇÃO Tumor maligno encontrado nas células da tireoide, glândula em forma de borboleta localizada na base do pescoço, que, em geral, possui evolução lenta.
 Quando detectado precocemente, há grande probabilidade de cura.
 As chances de sucesso no tratamento aumentam quando o tumor é diagnosticado na forma carcinoma papilífero, tipo mais comum da doença.INTRODUÇÃO Existem ainda outras três classificações para os nódulos malignos da tireóide:Carcinoma folicularMedularAnaplástico
INTRODUÇÃO Por meio do processo conhecido como metástase, os carcinomas folicular e medular, em suas formas mais agressivas, podem atingir órgãos como fígado e pulmão.
 Já o carcinoma anaplástico é raro e ocorre com mais freqüência entre os idosos.
 De maneira geral, a incidência do câncer de tireoide é maior em mulheres.CAUSAS Nem todo caroço é cancerígeno: em apenas 10% dos nódulos o diagnóstico é maligno.
 O câncer de tireóide ocorre quando alterações genéticas permitem que as células cresçam e se multipliquem rapidamente.
 O acúmulo anormal dessas células causa o tumor, que pode invadir tecidos vizinhos e se espalhar por outros órgãos.
 As mutações genéticas são mais comuns em pacientes que tenham casos da doença na família.CAUSAS Além disso, a faixa etária também é um fator de risco.
 Os indivíduos com maior risco de apresentarem câncer de tireóide são do sexo masculino, com idade inferior a 30 e superior a 60 anos.
 O uso de radioterapia para tratamento de outras enfermidades também é considerado fator de risco para o desenvolvimento dos nódulos.SINTOMAS Em sua fase inicial, o câncer de tireóide não costuma provocar sintomas. Contudo, com o desenvolvimento da doença, um nódulo no pescoço, acompanhado de alterações na voz, dificuldade de deglutição e dor de garganta, poderá ser sentido.
 Como os gânglios linfáticos da região também tendem a inchar, é comum o paciente confundir o tumor com virose.
 Outro sintoma freqüente é o desequilíbrio na produção dos hormônios tireoidianos, tanto em excesso (hipertireoidismo), quanto em escassez (hipotireoidismo).DIAGNÓSTICO Na maioria dos casos, a doença é detectada por meio de exames de rotina ou da percepção, por parte do paciente, da existência do caroço sob a pele do pescoço.

Câncer de tireoide

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    INTRODUÇÃO Tumor malignoencontrado nas células da tireoide, glândula em forma de borboleta localizada na base do pescoço, que, em geral, possui evolução lenta.
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    Quando detectadoprecocemente, há grande probabilidade de cura.
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    As chancesde sucesso no tratamento aumentam quando o tumor é diagnosticado na forma carcinoma papilífero, tipo mais comum da doença.INTRODUÇÃO Existem ainda outras três classificações para os nódulos malignos da tireóide:Carcinoma folicularMedularAnaplástico
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    INTRODUÇÃO Por meiodo processo conhecido como metástase, os carcinomas folicular e medular, em suas formas mais agressivas, podem atingir órgãos como fígado e pulmão.
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    Já ocarcinoma anaplástico é raro e ocorre com mais freqüência entre os idosos.
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    De maneirageral, a incidência do câncer de tireoide é maior em mulheres.CAUSAS Nem todo caroço é cancerígeno: em apenas 10% dos nódulos o diagnóstico é maligno.
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    O câncerde tireóide ocorre quando alterações genéticas permitem que as células cresçam e se multipliquem rapidamente.
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    O acúmuloanormal dessas células causa o tumor, que pode invadir tecidos vizinhos e se espalhar por outros órgãos.
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    As mutaçõesgenéticas são mais comuns em pacientes que tenham casos da doença na família.CAUSAS Além disso, a faixa etária também é um fator de risco.
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    Os indivíduoscom maior risco de apresentarem câncer de tireóide são do sexo masculino, com idade inferior a 30 e superior a 60 anos.
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    O usode radioterapia para tratamento de outras enfermidades também é considerado fator de risco para o desenvolvimento dos nódulos.SINTOMAS Em sua fase inicial, o câncer de tireóide não costuma provocar sintomas. Contudo, com o desenvolvimento da doença, um nódulo no pescoço, acompanhado de alterações na voz, dificuldade de deglutição e dor de garganta, poderá ser sentido.
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    Como osgânglios linfáticos da região também tendem a inchar, é comum o paciente confundir o tumor com virose.
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    Outro sintomafreqüente é o desequilíbrio na produção dos hormônios tireoidianos, tanto em excesso (hipertireoidismo), quanto em escassez (hipotireoidismo).DIAGNÓSTICO Na maioria dos casos, a doença é detectada por meio de exames de rotina ou da percepção, por parte do paciente, da existência do caroço sob a pele do pescoço.