Conselho Nacional do Café – CNC
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Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
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CLIPPING – 27/01/2016
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CNC prevê retomada da rentabilidade a partir desta safra
Diário do Comércio
27/01/2016
Em relação à primeira estimativa para a safra 2016/17 de café no Brasil,
divulgado na semana pela Companhia Nacional de Abastecimento
(Conab), apontando que o País produzirá entre 49,13 milhões e 51,94
milhões de sacas de 60 kg, o Conselho Nacional do Café (CNC) disse que
os números estão dentro da realidade observada no campo. Em nota, a
entidade ressaltou que as previsões da Conab estão bastante próximas à
expectativa inicial da entidade.
O conselho aponta uma colheita entre 47 milhões a 50 milhões de sacas
de café, volume esse também condizente com o levantamento de 49,74
milhões de sacas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“A perspectiva de uma safra nos volumes prognosticados se embasa no
fato de 2016 ser um ano de ciclo de alta dentro da bienalidade da
cafeicultura brasileira e na melhora do clima desde o final do ano passado,
que permitiu a fixação das floradas e o desenvolvimento regular dos chumbinhos”, avaliou o
presidente-executivo do CNC, Silas Brasileiro (foto: Ruy Baron/Valor).
Mesmo assim o CNC alertou que a safra somente se desenvolverá até esse tamanho caso as
condições climáticas permaneçam dentro dos níveis médios normais. “Além disso, salientamos
que, mesmo com uma produção maior neste ano, o volume dos estoques brasileiros de
passagem deverá atingir ou ficar muito próximo a seus menores níveis históricos, haja vista
que tivemos duas safras reduzidas em 2014 e 2015, devido à estiagem, e volumes recordes de
exportação, superando 36 milhões de sacas, além da manutenção do consumo interno entre
20 e 21 milhões de sacas”.
Renda – De acordo com Brasileiro, se as expectativas se confirmarem neste ano, poderá
começar observado na cafeicultura o início da recuperação da renda para o produtor. Para ele,
para que as estimativas se confirmem, serão precisas mais safras futuras com bons volumes e,
principalmente, custos de produção e preços favoráveis, os quais harmonizem com a realidade
das lavouras.
“O CNC entende isso como necessário porque o cafeicultor vive situação delicada no que diz
respeito à alta dos insumos e defensivos, em função da valorização do dólar ante o real. Além
disso, há os altos custos com mão de obra e seus encargos trabalhistas e sociais”, ressaltou.
Estoques de passagem no mínimo criam cenário favorável para cafeicultores
Canal Rural
27/01/2016
Victória Matsumoto
Em contrapartida à expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de alcançar
a segunda maior safra de café da história, o último relatório do Conselho Nacional do Café
(CNC) alerta que os estoques brasileiros de passagem deverão atingir, ou ficarão muito
próximos, dos menores níveis históricos em 2016. Com isso, os preços devem responder à
altura, beneficiando cafeicultores brasileiros, que conseguirão refazer seus caixas.
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Segundo informações do CNC, o baixo estoque de passagem se deve às safras reduzidas em
2014 e 2015, em consequência da combinação de estiagem, volumes recordes de exportação
– que superaram 36 milhões de sacas, e da manutenção do consumo interno, entre 20 e 21
milhões de sacas.
O analista de mercado Marcus Magalhães sinaliza que 2016 será interessante para o café,
particularmente pelo cenário conjuntural que o rodeia: demandas crescentes, estoques baixos,
imprevisibilidade climática e safra sucessora que, além de ter sido afetada por problemas
climáticos, estará muito próxima das demandas. “(Esses fatores) indicam um viés interessante
para o negócio do café no curto, médio e longo prazos”, afirmou Magalhães ao programa
Mercado & Cia.
A prova, como coloca o analista, é que apesar do “tsunami” que varre o mercado financeiro
global este ano, o “ativo café foi o que menos caiu, mais se sustentou e o que mais tem
possibilidade de ganhos em 2016”, explica.
Somando essas circunstâncias ao crescimento do consumo na Europa e nos Estados Unidos,
Magalhães acredita que o cafeicultor conseguirá refazer o caixa e obter mais lucratividade. “Eu
acho que o produtor brasileiro tem que fazer o dever de casa da mesma maneira que fez nos
últimos dois anos: mercado subiu, vem ao mercado, vende alguma coisa, põe o dinheiro no
bolso”.
Para ele, foi esse método de trabalho que fez com que o Brasil alcançasse, nos últimos dois
anos, volumes recordes de sacas de café. “Se embarcou a safra, embarcou o estoque, injetou
dinheiro na economia... Realmente o produtor conseguiu fazer média de preço para cima”,
finaliza o analista.
Como monitorar e controlar a broca-do-café com eficiência
CaféPoint
27/01/2016
Por Júlio César de Souza / Paulo Rebelles Reis / Rogério Antônio Silva, da Acarpa –
Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio
O controle da broca-do-cafeeiro tem sido
um grande desafio aos cafeicultores desde
2013. O monitoramento e acompanhamento
dos cafezais é um exercício contínuo e de
extrema importância. Em parceria com Prof.
Júlio César de Souza, um dos principais
pesquisadores sobre o tema, publicaremos
informações de orientação aos cafeicultores.
Introdução
A broca-do-café, Hypothenemus hampei (Ferrari, 1867) (Coleoptera: Scolytidae), é considerada
a segunda praga mais importante na cultura do cafeeiro. Ocorre em todas as regiões
produtoras de café do Brasil. No entanto, em razão do uso de maiores espaçamentos adotados
na moderna cafeicultura brasileira a partir da constatação da ferrugem em 1970, o controle da
broca, via mecanização, tornou-se fácil, rápido, seguro, eficiente e econômico. Além disso,
maiores espaçamentos contribuíram para reduzir a infestação, por pro-porcionar maior
arejamento nas lavouras. Contudo, atenção especial deve ser dada a plantios adensados, onde
as infestações da referida praga podem ser maiores, além de dificultar o controle químico.
Assim, em todos os sistemas de plantio, em especial nos adensados, o controle cultural deve
ser realizado, por meio da colheita bem feita.
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Monitoramento e controle
O controle químico da broca com o inseticida deve ser realizado em nível de talhões, como
resultado do seu monitoramento. Assim, o cafeicultor só aplicará inseticida nos talhões onde a
infestação da broca atingir 3% a 5% ou mais de frutos broqueados. Desse modo, o
monitoramento da broca disciplina o uso de inseticida por talhões, evitando a sua aplicação em
toda a lavoura sem necessidade.
Para que o cafeicultor possa realizar racionalmente o controle da broca a cada ano, é
apresentada uma planilha a ser utilizada no seu monitoramento. No campo, deverá ser usada e
preenchida uma planilha para cada talhão homogêneo de cafeeiro.
Para o preenchimento da planilha, no monitoramento da broca, devem-se escolher
aleatoriamente 30 plantas no talhão. Em cada planta escolhida, visualizar 60 frutos em seis
pontos, ou seja, dez frutos por ponto, sem os coletar. Os dez frutos devem ser observados em
diversos ramos e rosetas. Assim, os pontos 1, 2 e 3 serão respectivamente saia, meio e topo
de um lado da planta, e o 4, 5 e 6, respectivos a saia, meio e topo, do outro lado da planta. Nos
dez frutos observados por ponto, serão contados os broqueados, cujo total será anotado na
planilha, correspondente a cada ponto observado. Proceder da mesma maneira nas outras 29
plantas.
Preenchida a planilha no campo, somam-se separadamente todos os frutos broqueados de
cada ponto (1, 2, 3, 4, 5 e 6), anotando o resultado no subtotal nas colunas. A seguir, somam-
se todos os subtotais de frutos broqueados das colunas, este resultado será o total de frutos
broqueados (TFB) nas 30 plantas escolhidas e observadas. O valor encontrado, anotado na
planilha, ao ser dividido por 18 (fator fixo), dará diretamente a porcentagem de infestação no
talhão. Se o valor encontrado for igual ou superior a 3% e 5% de frutos broqueados, deve-se
realizar a pulverização no talhão.
Informações complementares
A) ao utilizar uma planilha em cada talhão, serão observados 1.800 frutos (6 pontos de dez
frutos = 60 x 30 plantas = 1.800 frutos);
B) o monitoramento deve-se iniciar na “época de trânsito” da broca, que ocorre de novembro a
janeiro, ou seja, três meses após a primeira grande florada;
C) no monitoramento são observados frutos chumbos e chumbões, totalmente aquosos (86%
de umi¬dade) da primeira grande florada. A broca apenas os perfurará, sem colocar ovos. Os
ovos só serão colocados 53 dias após, com as sementes já tendo uma certa consistência,
alimento ideal para as larvas do inseto;
D) o monitoramento deve ser realizado mensalmente até março;
E) em lavouras irrigadas, as infestações da broca são maiores;
F) em geral, o controle químico, em termos de média, é realizado em 30% da lavoura. Em
lavouras irrigadas, esse índice pode ser maior;
G) a broca não ocorre em nível de controle em lavouras novas, dispensando, nesse caso, o
monitora¬mento;
H) em lavouras em renque (fechadas nas linhas), para facilitar o caminhamento na realização
do moni¬toramento, podem-se considerar três pontos na planta de um lado e três pontos na
planta do outro lado, na mesma rua;
I) em lavouras com plantas de menor porte, o número de pontos observados pode ser reduzido
para quatro (metade inferior e metade superior da planta, nos dois lados), ou dois pontos (de
um lado e de outro da planta). No caso de ser reduzido para quatro pontos, dividir o TFB por 12
e no caso de ser reduzido para somente dois pontos na planta, um de cada lado, dividir o TFB
por seis;
J) fazer muitas cópias da planilha para tê-las à disposição, quando no monitoramento;
L) Em caso de dúvida na realização do uso da planilha para o monitoramento da broca, buscar
orientação e assistência técnica.
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Figura 1- Modelo de
planilha para
monitoramento da broca
do café em campo
NOTA: Na planilha,
após preenchê-la no
campo, totalizar os
frutos broqueados na
linha dos subtotais.
TFB - Total de frutos
broqueados, é o
somatório dos subtotais
de todas as colunas.
Para calcular a
porcentagem de frutos
broqueados no talhão
basta dividir o TFB por
18. O resultado é direto:
Porcentagem de
infestação = TFB/18
* Texto originalmente
publicado na Circular
Técnica nº67, set/2009,
da Embrapa – Empresa
de Pesquisa
Agropecuária de Minas
Gerais. Adaptação
Acarpa, jan/16
Embalagem tradicional de café de sacarias de juta vem sendo substituída por big bags
Embrapa Café
27/01/2016
Flávia Bessa e Lucas Tadeu Ferreira
As tradicionais sacarias feitas à base de juta, que comportam 60 kg de
café, utilizadas no transporte, armazenamento e exportação do produto
pelo nosso País, estão sendo substituídas paulatinamente por big bags
de polipropileno com capacidade de 1 tonelada e, também, por
contêineres revestidos internamente com polietileno, cuja capacidade é
de até 21,6 toneladas. Esse é um dos destaques do Relatório
Internacional de Tendências do Café (Vol.4 nº 11, de Jan/16), do Bureau
de Inteligência Competitiva do Café, da Universidade Federal de Lavras
– UFLA, uma das dez instituições fundadoras do Consórcio Pesquisa
Café coordenado pela Embrapa Café.
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Segundo o Relatório, a previsão é que mais da metade das exportações brasileiras de 2016
serão feitas nessas duas modalidades de embalagem do café. Com os big bags e o embarque
a granel em contêineres, há uma redução expressiva no custo da logística de exportação e de
mão de obra, além de permitirem rapidez no carregamento e descarregamento dos grãos com
a preservação da qualidade do café.
Cápsulas – Outro destaque do Bureau, que já foi divulgado no seu Relatório de dezembro de
2015, é que as cápsulas estão em fase de ascensão e são cada vez mais consumidas pelos
brasileiros, o que tem levado empresas a instalarem fábricas desse produto no País. De 2013 a
2014, esse Relatório de dezembro destaca que o volume de vendas de café em cápsulas no
País cresceu 52,4%. Atualmente são mais de 70 empresas atuantes nesse segmento com seus
próprios produtos, frente a oito companhias que atuavam até 2014.
Com relação ainda ao consumo crescente de cápsulas de café verificado no Brasil, o Relatório
aponta que pequenas e médias empresas têm percebido nos jovens um público-alvo de grande
consumidor, devido ao aumento de renda e melhor nível de escolaridade. Além disso, a relação
entre as marcas e esses consumidores é facilitada por meio das mídias sociais, e-commerce e
outras tecnologias, que também têm contribuído para o aumento das vendas. Dessa forma, o
sucesso na comercialização de cápsulas no Brasil promete crescimento ainda maior nos
próximos anos, com redução de custos e praticidade em todo o processo de venda e consumo.
Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria do Café – ABIC mencionados no
Relatório do Bureau, espera-se que as receitas desse segmento no País aumentem de R$ 1
bilhão, em 2014, para R$ 3 bilhões, até 2019. Acresce-se a essa informação que o valor
agregado nas vendas atrai as torrefadoras e pequenas empresas, pois a receita obtida com as
cápsulas atinge um valor em média até 30 vezes maior que os ganhos com o torrado e moído
no varejo.
O Bureau estrutura suas análises em quatro grandes itens no Relatório: Produção, Indústria,
Cafeterias e Insights. Em relação especificamente à produção, destaca e analisa o estado da
arte dos principais países produtores da América Central, América do Sul, África e Ásia. E
quanto à indústria, além de apontar que as monodoses e as cápsulas estão em fase de
expressivo crescimento no Brasil, destaca também as grandes empresas que atuam nos outros
continentes e suas principais estratégias de promoção e marketing. Estudos similares são
feitos com as principais cafeterias e multinacionais que atuam no mundo cafeeiro nessas
regiões. E os insights fazem um breve resumo/sumário dessas análises destacando os
principais pontos desse Relatório que valem a pena serem conferidos.
Relatório Internacional de Tendências do Café – Faz parte do projeto "Criação e Difusão de
Inteligência Competitiva para Cafeicultura Brasileira", executado no âmbito do Consórcio
Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, com financiamento do Fundo de Defesa da
Economia Cafeeira – Funcafé, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa.
Tem como objetivo monitorar, analisar e difundir informações e indicadores relevantes para a
competitividade da cafeicultura brasileira, bem como propor soluções estratégicas para os
problemas enfrentados pelo setor.
Ufla abre inscrições para XI Ciclo de Palestras em Cafeicultura
CaféPoint
27/01/2016
Com temas como Denominações de Origem e Cenário do Café na América
Latina, a Universidade Federal de Lavras (Ufla) recebe o XI Ciclo de Palestras
em Cafeicultura. Esta edição trará para o debate nomes como o
superintendente da Fundação Café do Cerrado (Fundaccer), Juliano Tarabal, e
o pesquisador da Empresa de Pesquisa e Agropecuária de Minas Gerais
(Epamig), Gladyston Rodrigues Carvalho.
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Preparado pelo Núcleo de Estudos em Cafeicultura (Necaf), o evento terá, ainda, o assessor
técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Fernando Rati, falando
sobre as principais perspectivas no mercado brasileiro de cafés, além do o consultor e
engenheiro agrônomo da Empresa Rehagro, Luiz Paulo Vilela, com a palestra “Cronograma
Agrícola Cafeeiro”.
O Ciclo ocorre nos dias 2 e 3 de março e as inscrições podem ser realizadas na Cantina
Central ou na sede do Necaf, localizada na Agência de Inovação do Café (InovaCafé) no
Campus Universitário e tem custo de R$ 15 para os dois dias de evento. “Dada a importância
da cafeicultura no país, esse evento reúne especialistas para discutir os principais avanços
obtidos e as perspectivas para o mercado da cafeicultura no mundo. Nosso principal objetivo é
utilizar o Ciclo como instrumento de difusão de informações para estudantes que futuramente
irão ingressar no mercado de trabalho”, explicou o coordenador geral do Necaf, Renato Bottrel.
Serviço
XI Ciclo de Palestras em Cafeicultura
Onde: Universidade Federal de Lavras – Ufla
Quando: 2 e 3 de março
Vietnã: exportação de café deve crescer 8% em janeiro
Agência Estado
27/01/2016
As exportações de café pelo Vietnã devem crescer 8% em janeiro, na comparação com igual
período do ano passado, para 149 mil toneladas (2,48 milhões de sacas de 60 kg), projetou
nesta quarta-feira o Ministério de Agricultura e Desenvolvimento Rural do país. Caso se
confirme, o volume ficará abaixo das 152,497 mil toneladas (2,54 milhões de sacas)
embarcadas em dezembro. Já o Escritório de Estatísticas vietnamita espera vendas 155 mil
toneladas (2,58 milhões de sacas) para este mês (+12,7%).
No ano passado, o Vietnã embarcou ao exterior 1,34 milhão de toneladas (22,3 milhões de
sacas) de café, queda de 20,6% ante 2014. Estados Unidos e Alemanha foram os principais
compradores, de acordo com o ministério. O país asiático é o segundo maior produtor mundial
da commodity, atrás apenas do Brasil.
Os dados consolidados sobre as exportações de café em janeiro serão divulgados ainda nesta
semana pelas autoridades do Vietnã. Fonte: Dow Jones Newswires.
Camarões: produção de café arábica cai 37% na safra 2014/15
Agência Estado
27/01/2016
A produção de café arábica em Camarões caiu 37% na safra 2014/15, encerrada em setembro,
para 2,02 mil toneladas (33,7 mil sacas de 60 kg), informou nesta quarta-feira o Conselho Inter-
profissional de Cacau e Café do país (CCIB, na sigla em inglês). De acordo com a entidade, o
clima seco foi o principal responsável pelo resultado.
"O clima foi nosso maior desafio, do contrário teríamos produzidos mais arábica", destacou o
ministro de Comércio camaronês, Luc Magloire Mbarga Atangana. A falta de sementes e de
recursos também prejudicou o cultivo dos cafezais. Na avaliação do ministro, a temporada
neste ano tende a ser melhor do que a anterior.
A queda na produção do arábica ocorre num momento em que o governo do país tenta
aumentar a safra da variedade. Por lá, o preço doméstico permanece estável, em torno de US$
2,50 por quilo. Fonte: Dow Jones Newswires.

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 27/01/2016 Acesse: www.cncafe.com.br CNC prevê retomada da rentabilidade a partir desta safra Diário do Comércio 27/01/2016 Em relação à primeira estimativa para a safra 2016/17 de café no Brasil, divulgado na semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apontando que o País produzirá entre 49,13 milhões e 51,94 milhões de sacas de 60 kg, o Conselho Nacional do Café (CNC) disse que os números estão dentro da realidade observada no campo. Em nota, a entidade ressaltou que as previsões da Conab estão bastante próximas à expectativa inicial da entidade. O conselho aponta uma colheita entre 47 milhões a 50 milhões de sacas de café, volume esse também condizente com o levantamento de 49,74 milhões de sacas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “A perspectiva de uma safra nos volumes prognosticados se embasa no fato de 2016 ser um ano de ciclo de alta dentro da bienalidade da cafeicultura brasileira e na melhora do clima desde o final do ano passado, que permitiu a fixação das floradas e o desenvolvimento regular dos chumbinhos”, avaliou o presidente-executivo do CNC, Silas Brasileiro (foto: Ruy Baron/Valor). Mesmo assim o CNC alertou que a safra somente se desenvolverá até esse tamanho caso as condições climáticas permaneçam dentro dos níveis médios normais. “Além disso, salientamos que, mesmo com uma produção maior neste ano, o volume dos estoques brasileiros de passagem deverá atingir ou ficar muito próximo a seus menores níveis históricos, haja vista que tivemos duas safras reduzidas em 2014 e 2015, devido à estiagem, e volumes recordes de exportação, superando 36 milhões de sacas, além da manutenção do consumo interno entre 20 e 21 milhões de sacas”. Renda – De acordo com Brasileiro, se as expectativas se confirmarem neste ano, poderá começar observado na cafeicultura o início da recuperação da renda para o produtor. Para ele, para que as estimativas se confirmem, serão precisas mais safras futuras com bons volumes e, principalmente, custos de produção e preços favoráveis, os quais harmonizem com a realidade das lavouras. “O CNC entende isso como necessário porque o cafeicultor vive situação delicada no que diz respeito à alta dos insumos e defensivos, em função da valorização do dólar ante o real. Além disso, há os altos custos com mão de obra e seus encargos trabalhistas e sociais”, ressaltou. Estoques de passagem no mínimo criam cenário favorável para cafeicultores Canal Rural 27/01/2016 Victória Matsumoto Em contrapartida à expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de alcançar a segunda maior safra de café da história, o último relatório do Conselho Nacional do Café (CNC) alerta que os estoques brasileiros de passagem deverão atingir, ou ficarão muito próximos, dos menores níveis históricos em 2016. Com isso, os preços devem responder à altura, beneficiando cafeicultores brasileiros, que conseguirão refazer seus caixas.
  • 2.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Segundo informações do CNC, o baixo estoque de passagem se deve às safras reduzidas em 2014 e 2015, em consequência da combinação de estiagem, volumes recordes de exportação – que superaram 36 milhões de sacas, e da manutenção do consumo interno, entre 20 e 21 milhões de sacas. O analista de mercado Marcus Magalhães sinaliza que 2016 será interessante para o café, particularmente pelo cenário conjuntural que o rodeia: demandas crescentes, estoques baixos, imprevisibilidade climática e safra sucessora que, além de ter sido afetada por problemas climáticos, estará muito próxima das demandas. “(Esses fatores) indicam um viés interessante para o negócio do café no curto, médio e longo prazos”, afirmou Magalhães ao programa Mercado & Cia. A prova, como coloca o analista, é que apesar do “tsunami” que varre o mercado financeiro global este ano, o “ativo café foi o que menos caiu, mais se sustentou e o que mais tem possibilidade de ganhos em 2016”, explica. Somando essas circunstâncias ao crescimento do consumo na Europa e nos Estados Unidos, Magalhães acredita que o cafeicultor conseguirá refazer o caixa e obter mais lucratividade. “Eu acho que o produtor brasileiro tem que fazer o dever de casa da mesma maneira que fez nos últimos dois anos: mercado subiu, vem ao mercado, vende alguma coisa, põe o dinheiro no bolso”. Para ele, foi esse método de trabalho que fez com que o Brasil alcançasse, nos últimos dois anos, volumes recordes de sacas de café. “Se embarcou a safra, embarcou o estoque, injetou dinheiro na economia... Realmente o produtor conseguiu fazer média de preço para cima”, finaliza o analista. Como monitorar e controlar a broca-do-café com eficiência CaféPoint 27/01/2016 Por Júlio César de Souza / Paulo Rebelles Reis / Rogério Antônio Silva, da Acarpa – Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio O controle da broca-do-cafeeiro tem sido um grande desafio aos cafeicultores desde 2013. O monitoramento e acompanhamento dos cafezais é um exercício contínuo e de extrema importância. Em parceria com Prof. Júlio César de Souza, um dos principais pesquisadores sobre o tema, publicaremos informações de orientação aos cafeicultores. Introdução A broca-do-café, Hypothenemus hampei (Ferrari, 1867) (Coleoptera: Scolytidae), é considerada a segunda praga mais importante na cultura do cafeeiro. Ocorre em todas as regiões produtoras de café do Brasil. No entanto, em razão do uso de maiores espaçamentos adotados na moderna cafeicultura brasileira a partir da constatação da ferrugem em 1970, o controle da broca, via mecanização, tornou-se fácil, rápido, seguro, eficiente e econômico. Além disso, maiores espaçamentos contribuíram para reduzir a infestação, por pro-porcionar maior arejamento nas lavouras. Contudo, atenção especial deve ser dada a plantios adensados, onde as infestações da referida praga podem ser maiores, além de dificultar o controle químico. Assim, em todos os sistemas de plantio, em especial nos adensados, o controle cultural deve ser realizado, por meio da colheita bem feita.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Monitoramento e controle O controle químico da broca com o inseticida deve ser realizado em nível de talhões, como resultado do seu monitoramento. Assim, o cafeicultor só aplicará inseticida nos talhões onde a infestação da broca atingir 3% a 5% ou mais de frutos broqueados. Desse modo, o monitoramento da broca disciplina o uso de inseticida por talhões, evitando a sua aplicação em toda a lavoura sem necessidade. Para que o cafeicultor possa realizar racionalmente o controle da broca a cada ano, é apresentada uma planilha a ser utilizada no seu monitoramento. No campo, deverá ser usada e preenchida uma planilha para cada talhão homogêneo de cafeeiro. Para o preenchimento da planilha, no monitoramento da broca, devem-se escolher aleatoriamente 30 plantas no talhão. Em cada planta escolhida, visualizar 60 frutos em seis pontos, ou seja, dez frutos por ponto, sem os coletar. Os dez frutos devem ser observados em diversos ramos e rosetas. Assim, os pontos 1, 2 e 3 serão respectivamente saia, meio e topo de um lado da planta, e o 4, 5 e 6, respectivos a saia, meio e topo, do outro lado da planta. Nos dez frutos observados por ponto, serão contados os broqueados, cujo total será anotado na planilha, correspondente a cada ponto observado. Proceder da mesma maneira nas outras 29 plantas. Preenchida a planilha no campo, somam-se separadamente todos os frutos broqueados de cada ponto (1, 2, 3, 4, 5 e 6), anotando o resultado no subtotal nas colunas. A seguir, somam- se todos os subtotais de frutos broqueados das colunas, este resultado será o total de frutos broqueados (TFB) nas 30 plantas escolhidas e observadas. O valor encontrado, anotado na planilha, ao ser dividido por 18 (fator fixo), dará diretamente a porcentagem de infestação no talhão. Se o valor encontrado for igual ou superior a 3% e 5% de frutos broqueados, deve-se realizar a pulverização no talhão. Informações complementares A) ao utilizar uma planilha em cada talhão, serão observados 1.800 frutos (6 pontos de dez frutos = 60 x 30 plantas = 1.800 frutos); B) o monitoramento deve-se iniciar na “época de trânsito” da broca, que ocorre de novembro a janeiro, ou seja, três meses após a primeira grande florada; C) no monitoramento são observados frutos chumbos e chumbões, totalmente aquosos (86% de umi¬dade) da primeira grande florada. A broca apenas os perfurará, sem colocar ovos. Os ovos só serão colocados 53 dias após, com as sementes já tendo uma certa consistência, alimento ideal para as larvas do inseto; D) o monitoramento deve ser realizado mensalmente até março; E) em lavouras irrigadas, as infestações da broca são maiores; F) em geral, o controle químico, em termos de média, é realizado em 30% da lavoura. Em lavouras irrigadas, esse índice pode ser maior; G) a broca não ocorre em nível de controle em lavouras novas, dispensando, nesse caso, o monitora¬mento; H) em lavouras em renque (fechadas nas linhas), para facilitar o caminhamento na realização do moni¬toramento, podem-se considerar três pontos na planta de um lado e três pontos na planta do outro lado, na mesma rua; I) em lavouras com plantas de menor porte, o número de pontos observados pode ser reduzido para quatro (metade inferior e metade superior da planta, nos dois lados), ou dois pontos (de um lado e de outro da planta). No caso de ser reduzido para quatro pontos, dividir o TFB por 12 e no caso de ser reduzido para somente dois pontos na planta, um de cada lado, dividir o TFB por seis; J) fazer muitas cópias da planilha para tê-las à disposição, quando no monitoramento; L) Em caso de dúvida na realização do uso da planilha para o monitoramento da broca, buscar orientação e assistência técnica.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Figura 1- Modelo de planilha para monitoramento da broca do café em campo NOTA: Na planilha, após preenchê-la no campo, totalizar os frutos broqueados na linha dos subtotais. TFB - Total de frutos broqueados, é o somatório dos subtotais de todas as colunas. Para calcular a porcentagem de frutos broqueados no talhão basta dividir o TFB por 18. O resultado é direto: Porcentagem de infestação = TFB/18 * Texto originalmente publicado na Circular Técnica nº67, set/2009, da Embrapa – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais. Adaptação Acarpa, jan/16 Embalagem tradicional de café de sacarias de juta vem sendo substituída por big bags Embrapa Café 27/01/2016 Flávia Bessa e Lucas Tadeu Ferreira As tradicionais sacarias feitas à base de juta, que comportam 60 kg de café, utilizadas no transporte, armazenamento e exportação do produto pelo nosso País, estão sendo substituídas paulatinamente por big bags de polipropileno com capacidade de 1 tonelada e, também, por contêineres revestidos internamente com polietileno, cuja capacidade é de até 21,6 toneladas. Esse é um dos destaques do Relatório Internacional de Tendências do Café (Vol.4 nº 11, de Jan/16), do Bureau de Inteligência Competitiva do Café, da Universidade Federal de Lavras – UFLA, uma das dez instituições fundadoras do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Segundo o Relatório, a previsão é que mais da metade das exportações brasileiras de 2016 serão feitas nessas duas modalidades de embalagem do café. Com os big bags e o embarque a granel em contêineres, há uma redução expressiva no custo da logística de exportação e de mão de obra, além de permitirem rapidez no carregamento e descarregamento dos grãos com a preservação da qualidade do café. Cápsulas – Outro destaque do Bureau, que já foi divulgado no seu Relatório de dezembro de 2015, é que as cápsulas estão em fase de ascensão e são cada vez mais consumidas pelos brasileiros, o que tem levado empresas a instalarem fábricas desse produto no País. De 2013 a 2014, esse Relatório de dezembro destaca que o volume de vendas de café em cápsulas no País cresceu 52,4%. Atualmente são mais de 70 empresas atuantes nesse segmento com seus próprios produtos, frente a oito companhias que atuavam até 2014. Com relação ainda ao consumo crescente de cápsulas de café verificado no Brasil, o Relatório aponta que pequenas e médias empresas têm percebido nos jovens um público-alvo de grande consumidor, devido ao aumento de renda e melhor nível de escolaridade. Além disso, a relação entre as marcas e esses consumidores é facilitada por meio das mídias sociais, e-commerce e outras tecnologias, que também têm contribuído para o aumento das vendas. Dessa forma, o sucesso na comercialização de cápsulas no Brasil promete crescimento ainda maior nos próximos anos, com redução de custos e praticidade em todo o processo de venda e consumo. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria do Café – ABIC mencionados no Relatório do Bureau, espera-se que as receitas desse segmento no País aumentem de R$ 1 bilhão, em 2014, para R$ 3 bilhões, até 2019. Acresce-se a essa informação que o valor agregado nas vendas atrai as torrefadoras e pequenas empresas, pois a receita obtida com as cápsulas atinge um valor em média até 30 vezes maior que os ganhos com o torrado e moído no varejo. O Bureau estrutura suas análises em quatro grandes itens no Relatório: Produção, Indústria, Cafeterias e Insights. Em relação especificamente à produção, destaca e analisa o estado da arte dos principais países produtores da América Central, América do Sul, África e Ásia. E quanto à indústria, além de apontar que as monodoses e as cápsulas estão em fase de expressivo crescimento no Brasil, destaca também as grandes empresas que atuam nos outros continentes e suas principais estratégias de promoção e marketing. Estudos similares são feitos com as principais cafeterias e multinacionais que atuam no mundo cafeeiro nessas regiões. E os insights fazem um breve resumo/sumário dessas análises destacando os principais pontos desse Relatório que valem a pena serem conferidos. Relatório Internacional de Tendências do Café – Faz parte do projeto "Criação e Difusão de Inteligência Competitiva para Cafeicultura Brasileira", executado no âmbito do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, com financiamento do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – Funcafé, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa. Tem como objetivo monitorar, analisar e difundir informações e indicadores relevantes para a competitividade da cafeicultura brasileira, bem como propor soluções estratégicas para os problemas enfrentados pelo setor. Ufla abre inscrições para XI Ciclo de Palestras em Cafeicultura CaféPoint 27/01/2016 Com temas como Denominações de Origem e Cenário do Café na América Latina, a Universidade Federal de Lavras (Ufla) recebe o XI Ciclo de Palestras em Cafeicultura. Esta edição trará para o debate nomes como o superintendente da Fundação Café do Cerrado (Fundaccer), Juliano Tarabal, e o pesquisador da Empresa de Pesquisa e Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Gladyston Rodrigues Carvalho.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Preparado pelo Núcleo de Estudos em Cafeicultura (Necaf), o evento terá, ainda, o assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Fernando Rati, falando sobre as principais perspectivas no mercado brasileiro de cafés, além do o consultor e engenheiro agrônomo da Empresa Rehagro, Luiz Paulo Vilela, com a palestra “Cronograma Agrícola Cafeeiro”. O Ciclo ocorre nos dias 2 e 3 de março e as inscrições podem ser realizadas na Cantina Central ou na sede do Necaf, localizada na Agência de Inovação do Café (InovaCafé) no Campus Universitário e tem custo de R$ 15 para os dois dias de evento. “Dada a importância da cafeicultura no país, esse evento reúne especialistas para discutir os principais avanços obtidos e as perspectivas para o mercado da cafeicultura no mundo. Nosso principal objetivo é utilizar o Ciclo como instrumento de difusão de informações para estudantes que futuramente irão ingressar no mercado de trabalho”, explicou o coordenador geral do Necaf, Renato Bottrel. Serviço XI Ciclo de Palestras em Cafeicultura Onde: Universidade Federal de Lavras – Ufla Quando: 2 e 3 de março Vietnã: exportação de café deve crescer 8% em janeiro Agência Estado 27/01/2016 As exportações de café pelo Vietnã devem crescer 8% em janeiro, na comparação com igual período do ano passado, para 149 mil toneladas (2,48 milhões de sacas de 60 kg), projetou nesta quarta-feira o Ministério de Agricultura e Desenvolvimento Rural do país. Caso se confirme, o volume ficará abaixo das 152,497 mil toneladas (2,54 milhões de sacas) embarcadas em dezembro. Já o Escritório de Estatísticas vietnamita espera vendas 155 mil toneladas (2,58 milhões de sacas) para este mês (+12,7%). No ano passado, o Vietnã embarcou ao exterior 1,34 milhão de toneladas (22,3 milhões de sacas) de café, queda de 20,6% ante 2014. Estados Unidos e Alemanha foram os principais compradores, de acordo com o ministério. O país asiático é o segundo maior produtor mundial da commodity, atrás apenas do Brasil. Os dados consolidados sobre as exportações de café em janeiro serão divulgados ainda nesta semana pelas autoridades do Vietnã. Fonte: Dow Jones Newswires. Camarões: produção de café arábica cai 37% na safra 2014/15 Agência Estado 27/01/2016 A produção de café arábica em Camarões caiu 37% na safra 2014/15, encerrada em setembro, para 2,02 mil toneladas (33,7 mil sacas de 60 kg), informou nesta quarta-feira o Conselho Inter- profissional de Cacau e Café do país (CCIB, na sigla em inglês). De acordo com a entidade, o clima seco foi o principal responsável pelo resultado. "O clima foi nosso maior desafio, do contrário teríamos produzidos mais arábica", destacou o ministro de Comércio camaronês, Luc Magloire Mbarga Atangana. A falta de sementes e de recursos também prejudicou o cultivo dos cafezais. Na avaliação do ministro, a temporada neste ano tende a ser melhor do que a anterior. A queda na produção do arábica ocorre num momento em que o governo do país tenta aumentar a safra da variedade. Por lá, o preço doméstico permanece estável, em torno de US$ 2,50 por quilo. Fonte: Dow Jones Newswires.