Slides sobre o manuseio do arco em c.

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Apresentação feita com o intuito de auxiliar os profissionais que operam o Arco em C pelos hospitais do Brasil.

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Slides sobre o manuseio do arco em c.

  1. 1. TR RUAN MACEDO CRTR 01361T 19 REGIÃO
  2. 2. O que é um Arco Cirúrgico? É um aparelho com emissão de radiações ionizantes. Capacitado para radiografia e fluroscopia. Composto por arcos montados sobre rodas, tubo de RX ,colimador,unidade de comando,intensificador de imagens e sistema de monitores com suporte móvel.
  3. 3. Equipamentos de Proteção Individual- EPI`s
  4. 4. Composição de um “Arco em C”Arco sobre rodas Braço do Arco “C” Monitores A e B A B Superior Inferior Pedais Escopia Ferramenta habilitada
  5. 5. BOTÃO DISPARADOR TRAVAS
  6. 6. Imagem Pulsada Grava a Imagem
  7. 7. 220 volts
  8. 8. Sobe e desce a “torre” Desliga o Sistema
  9. 9. Ferramentas do “ Arco C” Escopia: Imagens em tempo real, não salva as imagens automaticamente, técnica automática.
  10. 10. Ferramentas do “Arco C” Escopia pulsada: Controle sobre frames por segundo, quanto mais frames, maior a qualidade da imagem, mas em contra partida, quanto mais se usa o MA (miliamperagem), maior é o grau de aquecimento do arco “c”. Frames: 0,5 até 16 frames por segundo.
  11. 11. Ferramentas do “Arco C” Radiografia digital: Após a localização realizada, com a escopia, da estrutura a ser radiografada, utiliza se esta técnica da radiografia digital para aquisição de uma imagem de maior qualidade. A imagem é salva automaticamente.
  12. 12. Ferramentas do “Arco C” Subtração óssea: Técnica utilizada para subtrair, eliminar, toda estrutura com alta índice de densidade. Após alguns segundos será adquirida novas imagens no mesmo local da subtração, normalmente visualiza se a injeção do mc.
  13. 13. Ferramentas do “Arco C” Road map: «mapa de estradas», técnica utilizada como uma rota para a condução de cateteres e fios guias. Habilita se esta função e em seguida é injetado o mc, as próximas imagens estarão sobrepostas a imagem anterior, desta forma o cirurgião pode conduzir seu cateter com mais precisão.
  14. 14. Ferramentas do “Arco C” Rotação horário e anti horário das imagens;
  15. 15. Ferramentas do “Arco C” Técnica manual de kv e mas; Cadastro de pacientes
  16. 16. Início do Arco Cirúrgico Escolhe-se o protocolo do procedimento; •GERAL •ORTOPEDIA •CARDÍACO •VASCULAR •NEUROLÓGICO È realizado a proteção estéril do intensificador de imagem ou do tudo de rx; Solicita se a orientação do médico quanto ao posicionamento desejado do arco “c”;
  17. 17. Procedimentos em que podemos ser chamados para manusear o “Arco C” Diagnóstico: Colangiografia intra operatória; Colangiografia Pancreatografica Retrógrada Endoscópica(CPRE); Angiocardiografia; Hepatografia;  Arteriografia de MMSS e MMII; Arteriografia Cerebral; Venografia;
  18. 18. Paciente geralmenta estará em AP (podendo ficar em Obliqua Posterior). O Arco em C entra pela lateral e obliqua-se entre 5 e 10 .Há casos em que fazemos em perpendicular,depende do pedido do cirurgião.
  19. 19. Colangiografia
  20. 20. Paciente estará em Obliqua ou muitas das vezes em quase um perfil. Como se fosse um perfil de torax.O Arco em C entrará lateralmente em Perpendicular ou com uma leve inclinação entre 5 a 10°.
  21. 21. Radiografia das cavidades cardíacas com recursos à injeção de um MC. O Arco cirúrgico entrará em AP na altura do processo xifóide (cerca de 3 cm acima)
  22. 22. MEMBROS SUPERIORES MEMBROS INFERIORES
  23. 23. Procedimentos em que podemos ser chamados para manusear o “Arco C” Tratamento: Cirurgias ortopédicas em geral; Angioplastia de MMII e MMSS; Angioplastia cerebrais; Artrodese de coluna vertebral; Uretolitotripsia; Marca passo
  24. 24. Fratura de Colo de Femur (sub/trans trocantérica) Arco Cirúrgico entra em AP na altura da articulção coxo- femural. Parafusos não podem ficar dentro da articulação.
  25. 25. Haste Intramedular de perna/femur Imagens em AP e P
  26. 26. Diferença entre Haste e Placa
  27. 27. Fraturas diversas Imagens em AP e P
  28. 28. Fratura de Quadril Realiza-se AP de quadril. Out Let. In let
  29. 29. Fraturas de Joelhos/Platô tibial
  30. 30. Artrodese  Uma artrodese é uma cirurgia que fixa vértebras com uso de parafusos e hastes de metal, mantendo-as alinhadas e estáveis. Arco em perfil absoluto Arco em perfil Invertido
  31. 31. Implante ou retirada de Cateter duplo J Duplo J Cirurgia a laser para cálculos renais Posição do pacien- te na mesa.
  32. 32. Conclusão Através desta apresentação podemos observar a grande importância do arco cirúrgico no diagnóstico por imagem e também no auxilio no tratamento de diversas patologias, de pequena complexidade até alta complexidade. O profissional habilitado para uso deste equipamento é o técnico ou tecnólogo em radiologia, e a capacitação trás o entendimento necessário para bem desempenhar esta função! TR Ruan Macedo Ferreira CRTR 01361T 19° REGIÃO EMAIL: ruanmacedoferreira@gmail.com
  33. 33.  Ao GRUPO MAXXIPLAN,pelo investimento e confiança em seus colaboradores;  TnR Rogério Cavalcante(Supervisor das Aplicações radiológicas)pela proposta e confiança no meu trabalho;  TnR Walmir Dezencourt,que me apresentou a esse aparelho;  TR Daniel Mestrinho,pelas imagens cedidas e dicas importantes no manuseio do “Arco Cirúrgico”;  TR Hélvio Mendonça,pelas imagens cedidas;  TR Ezequias Sena,pelos esclarecimentos;  E a todos os outros colegas de trabalho.

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