ESTÁCIO PONTA NEGRA
Histologia e Embriologia
Profª Monara Bittencourt de Amorim
CICLO REPRODUTIVO FEMININO
 Envolve um conjunto de reações químicas endócrinas que
produzem o potencial de fertilidade e nascimento.
 Engloba: Ciclo neuroendócrino
- Ciclo ovariano
- Ciclo endometrial
CICLO REPRODUTIVO FEMININO
Monara Bittencourt de Amorim
Bioquímica-Citologista Oncótica
bittencourt.monara&@gmail.com
84 9985 8153
1. CICLO NEUROENDÓCRINO
Responsável pelo comando de endocrinológico.
Exerce ação direta sobre a hipófise e indireta sobre
outras glândulas tais como adrenal, gônadas, tireóide,
mamárias, ou mesmo sobre vários tecidos orgânicos
(muscular, ósseo, vísceras).
Determina a síntese de determinados hormônios
como:
HIPOTÁLAMO
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A Hipófise está localizada na base do cérebro
em uma depressão óssea chamada de "sela
túrcica", e envolvida parcialmente pela dura-
máter, pode ser dividida em ADENOHIPÓFISE
(hipófise anterior) e NEUROHIPÓFISE (hipófise
posterior).
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HIPÓFISE
 O Hipotálamo comunica-se com a hipófise através do sistema
vascular denominado Porta-hipofisário.
 Estes vasos sanguíneos carreiam neurotransmisores de liberação –
releasing factors – sintetizados pelas células nervosas do
Hipotálamo.
 O Neurotransmissor que regula as gonadotrofinas da hipófise é
chamado de Hormônio Liberador de Gonadotrofina (GnRH).
 As células de GnRH liberam o hormônio de forma pulsátil com
duração variável, de forma inibitória ou estimulatória.
 O GnRH liga-se às células “pars distalis” da adenoipófise –
gonadotróficos hipofisários – que produzem as gonadotrofinas: FSH
e LH.
O Sistema Porta-Hipofisário
GnRH
↓
Células pars distalis
↓
Induz liberação e síntese de FSH
↓
FSH induz células da teca interna dos folículos em
desenvolvimento a produzir androgênios
↓
Os androgênios são convertidos em estrogênios pela célula da
Granulosa, que também produzem Inibina e Ativina
↓
O estrogênio regula a amplitude dos pulsos de GnRH, torna
sensíveis os gonadotrófos e inibem secreção de GnRH
↓
Estrogênio e inibina controlam a secreção de GnRH por feedback
negativo Monara Bittencourt de Amorim
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Folículo maduro secreta 5x mais estrogênio que o normal
↓
Estrogênio libera a secreção do GnRH que estava em
baixa concentração (feedback positivo)
↓
GnRH estimula as gonadotrofinas, provocando pico de LH
– ocorre a ovulação
↓
Volta do feedback negativo: baixa nível de estrogênio
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1. Desenvolvimento do oócito – Fase Folicular
2. Ovulação – Fase Ovulatória
3. Formação do Corpo Lúteo – Fase Lútea
2. CICLO OVARIANO
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Ao nascer a mulher apresenta cerca de 2 milhões de
oócitos e cerca de 400.000 folículos na fase de
puberdade.
Sobre estímulo do FSH, as células da granulosa do
folículo primário crescem e ocorre aparecimento de
cavidade com líquido folicular – antro.
2.1. Fase folicular
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O oócito situa-se excentricamente, formando o
cúmulo oóforo.
- O folículo em crescimento (Folículo de Graaf)
produz estrogênios através da teca interna.
-O FSH prepara o folículo para responder ao LH.
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O oócito situa-se excentricamente, formando o cúmulo oóforo.
O folículo em crescimento (Folículo de Graaf) produz
estrogênios através da teca interna.
O FSH prepara o folículo para responder ao LH.
2.2. Ovulação
Elevado nível de estrogênio durante período crítico de 50h,
ocorre liberação do LH (pico de LH), que permanece por 24h
e induz a ovulação.
A nivel celular a ovulação ocorre devido acúmulo de líquido
folicular e adelgaçamento da teca interna.
Ocorre Formação de área avascular – Estigma.
Células do cúmulo oóforo se separam do interior do folículo,
formando a coroa radiada.
O Estigma rompe-se e o óvulo é liberado.
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Corpo lúteo ou corpo amarelo
↓
Produz estrogênio e progesterona
↓
Os hormônios preparam o endométrio para implantação do ovo
↓
Na grávida, o corpo lúteo aumenta e se transforma no corpo lúteo
gravídico, que permanece por 8 a 9 semanas até a placenta
assumir a Esteroidogênese
Corpo lúteo permanece por cerca de 10 dias na Não-grávida,
degenerando e transformando-se em corpo albicans.
2.3. Formação do Corpo Lúteo
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O endométrio é composto de 3 camadas (basal,
esponjosa e compacta). As duas últimas formam a camada
funcional, que se desprendem durante o catamênio.
O ciclo menstrual pode ser dividido em 4 fases:
1. Fase menstrual- primeiro dia do catamênio até 3 a 5 dias;
2. Fase proliferativa ou folicular - recuperação endometrial
pela ação estrogênica;
3. Fase secretória ou progestacional – após a ovulação até 3
dias antes do catamênio. Ocorre espessamento,
vascularização e aumento glandular, preparando o utero
para implantação do ovo.
4. Fase isquêmica ou pré-menstrual – queda dos níveis de
progesterona e alterações vasculares.
3. CICLO UTERINO (MENSTRUAL)
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Duração dos Ciclos menstruais:
Ciclo Regular
Ciclos Irregulares
3.1 Características dos Ciclos Menstruais
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 Amenorréia
 Dismenorréria
- Primária
- Secundária
 Sangramento Uterino Disfuncional (SUD)
 Síndrome Pré-menstrual
 Endometriose
 Infertilidade
3.2 Distúrbios do Ciclo Menstrual
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 Consiste na ausência da menstruação durante os anos férteis
da mulher.
 Pode ser primária (com ou sem desenvolvimento dos
caracteres sexuais secundários) ou secundária ( por 3 ciclos
ou 6 meses em mulheres que menstruaram regularmente).
 Algumas causas: ganho ou perda extrema de peso;
anomalias; estresse; anorexia ou bulimia; cistos ovarianos;
hipotireoidismo; hímen imperfurado; gravidez; tumores;
depressão; Síndrome de Cushing (aumento do cortisol),
fibrose cística (Doença autossômica recessiva caracterizada
por distúrbio da secreção de glândulas exócrinas)
Amenorréia
Dismenorréia
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Consiste na menstruação dolorosa:
1 - Primária: aumento da produção e prostaglandinas em ciclos
ovulatórios, provocando contração do útero.
2 - Secundária: patologias pélvicas, uterinas, DIU.
Sangramento Uterino Disfuncional:
 Geralmente ocorre no início ou fim dos ciclos férteis e
consiste num sangramento anormal e ciclos anovulatórios.
 Ocorre manutenção dos altos níveis de estrogênio devido à
falta de ovulação e hiperproliferação do endométrio
causando descamação irregular.
Dismenorréria
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Pode ocorrer:
- Menorragia : menstruação intensa e prolongada;
- Oligomenorréia: menstruação com intervalos
superiores a 35 dias;
- Metrorragia: sangramento intermenstrual;
- Menometrorragia: sangramento com intervalos
irregulares e fluxo intenso que persiste acima de 7
dias;
- Polimenorréias: menstruações muito frequentes.
Monara Bittencourt de Amorim
Bioquímica-Citologista Oncótica
bittencourt.monara&@gmail.com
84 9985 8153
Obrigada pela atenção e ESTUDEM!!!
Monara Bittencourt
 Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica.Controle dos cânceres do colo do útero e da mama /
Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. –
Brasília : Ministério da Saúde, 2006.xx p. : il. –(Cadernos de Atenção
Básica; n. 13) (Série A. Normas e Manuais Técnicos)
 MONTENEGRO,Carlos Antônio Barbosa; REZENDE, Jorge de
Rezende Filho. Obstetrícia Fundamental. 11ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008.
 RICCI, Susan Scott. Enfermagem Materno-neonatal e Saúde da
Mulher. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
REFERÊNCIAS:
Monara Bittencourt de Amorim
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Ciclo menstrual 2013

  • 1.
    ESTÁCIO PONTA NEGRA Histologiae Embriologia Profª Monara Bittencourt de Amorim CICLO REPRODUTIVO FEMININO
  • 2.
     Envolve umconjunto de reações químicas endócrinas que produzem o potencial de fertilidade e nascimento.  Engloba: Ciclo neuroendócrino - Ciclo ovariano - Ciclo endometrial CICLO REPRODUTIVO FEMININO Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 3.
  • 4.
    Responsável pelo comandode endocrinológico. Exerce ação direta sobre a hipófise e indireta sobre outras glândulas tais como adrenal, gônadas, tireóide, mamárias, ou mesmo sobre vários tecidos orgânicos (muscular, ósseo, vísceras). Determina a síntese de determinados hormônios como: HIPOTÁLAMO Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 5.
    Monara Bittencourt deAmorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 6.
    A Hipófise estálocalizada na base do cérebro em uma depressão óssea chamada de "sela túrcica", e envolvida parcialmente pela dura- máter, pode ser dividida em ADENOHIPÓFISE (hipófise anterior) e NEUROHIPÓFISE (hipófise posterior). Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 7.
    Monara Bittencourt deAmorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153 HIPÓFISE
  • 8.
     O Hipotálamocomunica-se com a hipófise através do sistema vascular denominado Porta-hipofisário.  Estes vasos sanguíneos carreiam neurotransmisores de liberação – releasing factors – sintetizados pelas células nervosas do Hipotálamo.  O Neurotransmissor que regula as gonadotrofinas da hipófise é chamado de Hormônio Liberador de Gonadotrofina (GnRH).  As células de GnRH liberam o hormônio de forma pulsátil com duração variável, de forma inibitória ou estimulatória.  O GnRH liga-se às células “pars distalis” da adenoipófise – gonadotróficos hipofisários – que produzem as gonadotrofinas: FSH e LH. O Sistema Porta-Hipofisário
  • 9.
    GnRH ↓ Células pars distalis ↓ Induzliberação e síntese de FSH ↓ FSH induz células da teca interna dos folículos em desenvolvimento a produzir androgênios ↓ Os androgênios são convertidos em estrogênios pela célula da Granulosa, que também produzem Inibina e Ativina ↓ O estrogênio regula a amplitude dos pulsos de GnRH, torna sensíveis os gonadotrófos e inibem secreção de GnRH ↓ Estrogênio e inibina controlam a secreção de GnRH por feedback negativo Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 10.
    Folículo maduro secreta5x mais estrogênio que o normal ↓ Estrogênio libera a secreção do GnRH que estava em baixa concentração (feedback positivo) ↓ GnRH estimula as gonadotrofinas, provocando pico de LH – ocorre a ovulação ↓ Volta do feedback negativo: baixa nível de estrogênio Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 11.
    1. Desenvolvimento dooócito – Fase Folicular 2. Ovulação – Fase Ovulatória 3. Formação do Corpo Lúteo – Fase Lútea 2. CICLO OVARIANO Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 12.
    Ao nascer amulher apresenta cerca de 2 milhões de oócitos e cerca de 400.000 folículos na fase de puberdade. Sobre estímulo do FSH, as células da granulosa do folículo primário crescem e ocorre aparecimento de cavidade com líquido folicular – antro. 2.1. Fase folicular Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 13.
    Monara Bittencourt deAmorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 14.
    O oócito situa-seexcentricamente, formando o cúmulo oóforo. - O folículo em crescimento (Folículo de Graaf) produz estrogênios através da teca interna. -O FSH prepara o folículo para responder ao LH. Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 15.
    Monara Bittencourt deAmorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153 O oócito situa-se excentricamente, formando o cúmulo oóforo. O folículo em crescimento (Folículo de Graaf) produz estrogênios através da teca interna. O FSH prepara o folículo para responder ao LH.
  • 16.
    2.2. Ovulação Elevado nívelde estrogênio durante período crítico de 50h, ocorre liberação do LH (pico de LH), que permanece por 24h e induz a ovulação. A nivel celular a ovulação ocorre devido acúmulo de líquido folicular e adelgaçamento da teca interna. Ocorre Formação de área avascular – Estigma. Células do cúmulo oóforo se separam do interior do folículo, formando a coroa radiada. O Estigma rompe-se e o óvulo é liberado. Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 17.
    Corpo lúteo oucorpo amarelo ↓ Produz estrogênio e progesterona ↓ Os hormônios preparam o endométrio para implantação do ovo ↓ Na grávida, o corpo lúteo aumenta e se transforma no corpo lúteo gravídico, que permanece por 8 a 9 semanas até a placenta assumir a Esteroidogênese Corpo lúteo permanece por cerca de 10 dias na Não-grávida, degenerando e transformando-se em corpo albicans. 2.3. Formação do Corpo Lúteo Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 18.
    Monara Bittencourt deAmorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 19.
    O endométrio écomposto de 3 camadas (basal, esponjosa e compacta). As duas últimas formam a camada funcional, que se desprendem durante o catamênio. O ciclo menstrual pode ser dividido em 4 fases: 1. Fase menstrual- primeiro dia do catamênio até 3 a 5 dias; 2. Fase proliferativa ou folicular - recuperação endometrial pela ação estrogênica; 3. Fase secretória ou progestacional – após a ovulação até 3 dias antes do catamênio. Ocorre espessamento, vascularização e aumento glandular, preparando o utero para implantação do ovo. 4. Fase isquêmica ou pré-menstrual – queda dos níveis de progesterona e alterações vasculares. 3. CICLO UTERINO (MENSTRUAL)
  • 20.
    Monara Bittencourt deAmorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 21.
    Monara Bittencourt deAmorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 23.
    Duração dos Ciclosmenstruais: Ciclo Regular Ciclos Irregulares 3.1 Características dos Ciclos Menstruais Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 24.
     Amenorréia  Dismenorréria -Primária - Secundária  Sangramento Uterino Disfuncional (SUD)  Síndrome Pré-menstrual  Endometriose  Infertilidade 3.2 Distúrbios do Ciclo Menstrual Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 25.
     Consiste naausência da menstruação durante os anos férteis da mulher.  Pode ser primária (com ou sem desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários) ou secundária ( por 3 ciclos ou 6 meses em mulheres que menstruaram regularmente).  Algumas causas: ganho ou perda extrema de peso; anomalias; estresse; anorexia ou bulimia; cistos ovarianos; hipotireoidismo; hímen imperfurado; gravidez; tumores; depressão; Síndrome de Cushing (aumento do cortisol), fibrose cística (Doença autossômica recessiva caracterizada por distúrbio da secreção de glândulas exócrinas) Amenorréia
  • 26.
    Dismenorréia Monara Bittencourt deAmorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 27.
    Consiste na menstruaçãodolorosa: 1 - Primária: aumento da produção e prostaglandinas em ciclos ovulatórios, provocando contração do útero. 2 - Secundária: patologias pélvicas, uterinas, DIU. Sangramento Uterino Disfuncional:  Geralmente ocorre no início ou fim dos ciclos férteis e consiste num sangramento anormal e ciclos anovulatórios.  Ocorre manutenção dos altos níveis de estrogênio devido à falta de ovulação e hiperproliferação do endométrio causando descamação irregular. Dismenorréria Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 28.
    Pode ocorrer: - Menorragia: menstruação intensa e prolongada; - Oligomenorréia: menstruação com intervalos superiores a 35 dias; - Metrorragia: sangramento intermenstrual; - Menometrorragia: sangramento com intervalos irregulares e fluxo intenso que persiste acima de 7 dias; - Polimenorréias: menstruações muito frequentes. Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153
  • 29.
    Obrigada pela atençãoe ESTUDEM!!! Monara Bittencourt
  • 30.
     Brasil. Secretariade Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.Controle dos cânceres do colo do útero e da mama / Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2006.xx p. : il. –(Cadernos de Atenção Básica; n. 13) (Série A. Normas e Manuais Técnicos)  MONTENEGRO,Carlos Antônio Barbosa; REZENDE, Jorge de Rezende Filho. Obstetrícia Fundamental. 11ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.  RICCI, Susan Scott. Enfermagem Materno-neonatal e Saúde da Mulher. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. REFERÊNCIAS: Monara Bittencourt de Amorim Bioquímica-Citologista Oncótica bittencourt.monara&@gmail.com 84 9985 8153