O documento aborda o ciberativismo e sua relação com a liberdade de expressão e a pressão social, explorando a influência das redes sociais nas mobilizações sociais contemporâneas. Discute a transposição de fenômenos entre os ambientes virtual e real, destacando movimentos históricos como o zapatista e a primavera árabe. Conclui que as mobilizações ganham força e velocidade através das redes conectadas, mas com desafios em termos de comprometimento nas manifestações presenciais.