O Papel dos CFM no Desenvolvimento dos Portos MoçambicanosEng. Rosário MualeiaPresidente do Conselho de Administração dos Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique - CFM
2SUMÁRIOIntrodução;Localização Estratégica dos Portos Moçambicanos;Desenvolvimento dos Portos: Desafios e Perspectivas;Contribuição do CFM para o Desenvolvimento dos Portos;  A Estratégia de Concessionamento dos Portos Moçambicanos;Investimentos em Curso;Considerações Finais.
3Moçambique
4Sistema Ferro-Portuário da África AustralKENYAKENYACONGOKIGOMAKINBUCONGOKIGOMAKINBUHEBOPOINTE NOIREHEBOPOINTE NOIREBRAZAVILLEBRAZAVILLEMOMBASAMOMBASAKINSHASAKINSHASATABORATABORADRCDRCTANZANIATANZANIADAR-ES-SALAAMDAR-ES-SALAAMKABALOKABALOCACUACOCACUACOKAMINAKAMINALUANDALUANDAMALANGEMALANGETENKECHOZDTENKECHOZDDILOLOoMtwaraDILOLOoMtwaraMALAWIPORTO AMBOIMMALAWIPORTO AMBOIMGABELAGABELAMOCAMBIQUEMOCAMBIQUEZAMBIALICHINGAZAMBIALICHINGALOBITOLOBITOLUENALUENAHUAMBOHUAMBOKAPIRI MPOSHIKAPIRI MPOSHIMCHINJIMCHINJICUAMBAMENONGUELUBANGOCUAMBAMENONGUELUBANGONACALANACALANAMIBENAMIBELUSAKALUSAKAKALADAE.LAGOSKALADAE.LAGOSANGOLATETELUMBOANGOLATETELUMBOBLANTYREBLANTYREMOCUBAMOCUBAoD.AnaoD.AnaHARAREHARAREQUELIMANEQUELIMANEINHAMITANGAINHAMITANGAZIMBABWEZIMBABWEMARROMEUTSUMEBMARROMEUTSUMEBVICTORIA FALLSVICTORIA FALLSMUTAREMUTARENAMIBIANAMIBIABULAWAYOBULAWAYOBEIRABEIRAPLUMTREEPLUMTREECHICUALACUALAoCHICUALACUALAoBOTSWANABOTSWANAWALVIS BAYWALVIS BAYBEITBRIDGEBEITBRIDGEGOBABISGOBABISWINDHOEKWINDHOEKGABORONEGABORONEJOHANNESBURGJOHANNESBURGMAFEKINGMAFEKINGMAPUTOMAPUTOLÜDERITZLÜDERITZSWAZILANDSWAZILANDKIMBERLEYKIMBERLEYRICHARDS BAYRICHARDS BAYLESOTHOLESOTHOÁFRICA DO SULÁFRICA DO SULDURBANDURBANSALDANHASALDANHAEAST LONDONEAST LONDONCAPE TOWNCAPE TOWNPORT ELIZABETHPORT ELIZABETH
IntroduçãoO CFM e uma entidade colectiva de direito público, que detém a capacidade de exploração no domínio da indústria de transporte ferro-portuário em Moçambique;Neste âmbito, o CFM promove o desenvolvimento, expansão  e modernização dos portos e vias férreas nacionais, quer através de investimentos directos quer por via de concessões.5
6Desafios para o Desenvolvimento dos Portos em Moçambique (1)Moçambique: País de trânsito;Em termos de modelo de transporte, Moçambique é essencialmente um país de trânsito;
Tráfego nacional e em transito estão em franco crescimento;
Economias de escala determinam portos de manuseamento;
Cargas a granel gravitarão à volta dos portos que podem receber grandes navios e cujas distâncias, por terra, aos pólos de exploração induzam o melhor custo – eficiência;
Os portos de Maputo, Beira e Nacalaassumiram e continuarão  a assumir o papel de portos de transito nos próximos anos.7Desafios para o Desenvolvimento dos Portos em Moçambique(2)Vocação dos modos de transporte na canalização dos tráfegos para os portos:Ferroviário: espinha dorsal, grandes volumes de carga a granel ou contentorizada com origem e/ou destino aos principais entrepostos de distribuição de carga;
Rodoviário: alimentação da rede ferroviária, pequenos volumes, cargas porta a porta, principal rede de penetração em regiões remotas dos distritos;8Perspectivas para o Desenvolvimento dos Portos em MoçambiqueDragagem dos canais de acesso aos  Porto da Beira e Maputo;Estabelecimento de mecanismos de financiamento das operações de dragagem e de manutenção das ajudas à navegação;Integrar os sistemas de transporte por forma a tornar a  ferrovia o principal sistema para o transporte de cargas de grande tonelagem para os portos.
9Contribuição do CFM para o Desenvolvimento dos Portos em MoçambiquePortos e Caminhos de FerroO CFM tem investido na modernização e reabilitação das infra-estruturas Portuárias;
O CFM Promove o desenvolvimento e expansão da rede ferroviária, na perspectiva de espinha dorsal das infra-estruturas de transporte, em função do desenvolvimento económico do País;
O CFM promove a excelência, produtividade e eficiência dos serviços portuários;
O CFM incentiva a criação de portos secos intermodais em locais estratégicos do ponto de vista de produção, distribuição e logística, no país e na região; Estimular a captação do tráfego internacional por via da modernização das infra-estruturas portuárias, maior eficiência, fiabilidade e melhoria da gestão;Promover  o aumento  da capacidade de armazenamento, manuseamento e outros serviços acessórios à navegação internacional, nos portos nacionais.
10A Estratégia de Concessionamento dos Portos MoçambicanosEm meados dos anos 90 o Governo de Moçambique e o CFM embarcaram num complexo programa de reestruturação;Numa primeira fase a opção foi de privatizar apenas a gestao de terminais específicos;  Sob este prisma o CFM actuaria como proprietário das infra-estruturas e manteria as operacoes ferroviarias e restantes terminais portuários;Uma segunda opção foi o concessionamento completo das infra-estruturas ferroviarias e portuarias a consorcios com a seguinte estrutura accionista:CFM: 49%;
Investidor Privado: 51%;1010

III Encontro de Portos da CPLP – Rosário Mualeia – CFM (Moçambique)

  • 1.
    O Papel dosCFM no Desenvolvimento dos Portos MoçambicanosEng. Rosário MualeiaPresidente do Conselho de Administração dos Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique - CFM
  • 2.
    2SUMÁRIOIntrodução;Localização Estratégica dosPortos Moçambicanos;Desenvolvimento dos Portos: Desafios e Perspectivas;Contribuição do CFM para o Desenvolvimento dos Portos; A Estratégia de Concessionamento dos Portos Moçambicanos;Investimentos em Curso;Considerações Finais.
  • 3.
  • 4.
    4Sistema Ferro-Portuário daÁfrica AustralKENYAKENYACONGOKIGOMAKINBUCONGOKIGOMAKINBUHEBOPOINTE NOIREHEBOPOINTE NOIREBRAZAVILLEBRAZAVILLEMOMBASAMOMBASAKINSHASAKINSHASATABORATABORADRCDRCTANZANIATANZANIADAR-ES-SALAAMDAR-ES-SALAAMKABALOKABALOCACUACOCACUACOKAMINAKAMINALUANDALUANDAMALANGEMALANGETENKECHOZDTENKECHOZDDILOLOoMtwaraDILOLOoMtwaraMALAWIPORTO AMBOIMMALAWIPORTO AMBOIMGABELAGABELAMOCAMBIQUEMOCAMBIQUEZAMBIALICHINGAZAMBIALICHINGALOBITOLOBITOLUENALUENAHUAMBOHUAMBOKAPIRI MPOSHIKAPIRI MPOSHIMCHINJIMCHINJICUAMBAMENONGUELUBANGOCUAMBAMENONGUELUBANGONACALANACALANAMIBENAMIBELUSAKALUSAKAKALADAE.LAGOSKALADAE.LAGOSANGOLATETELUMBOANGOLATETELUMBOBLANTYREBLANTYREMOCUBAMOCUBAoD.AnaoD.AnaHARAREHARAREQUELIMANEQUELIMANEINHAMITANGAINHAMITANGAZIMBABWEZIMBABWEMARROMEUTSUMEBMARROMEUTSUMEBVICTORIA FALLSVICTORIA FALLSMUTAREMUTARENAMIBIANAMIBIABULAWAYOBULAWAYOBEIRABEIRAPLUMTREEPLUMTREECHICUALACUALAoCHICUALACUALAoBOTSWANABOTSWANAWALVIS BAYWALVIS BAYBEITBRIDGEBEITBRIDGEGOBABISGOBABISWINDHOEKWINDHOEKGABORONEGABORONEJOHANNESBURGJOHANNESBURGMAFEKINGMAFEKINGMAPUTOMAPUTOLÜDERITZLÜDERITZSWAZILANDSWAZILANDKIMBERLEYKIMBERLEYRICHARDS BAYRICHARDS BAYLESOTHOLESOTHOÁFRICA DO SULÁFRICA DO SULDURBANDURBANSALDANHASALDANHAEAST LONDONEAST LONDONCAPE TOWNCAPE TOWNPORT ELIZABETHPORT ELIZABETH
  • 5.
    IntroduçãoO CFM euma entidade colectiva de direito público, que detém a capacidade de exploração no domínio da indústria de transporte ferro-portuário em Moçambique;Neste âmbito, o CFM promove o desenvolvimento, expansão e modernização dos portos e vias férreas nacionais, quer através de investimentos directos quer por via de concessões.5
  • 6.
    6Desafios para oDesenvolvimento dos Portos em Moçambique (1)Moçambique: País de trânsito;Em termos de modelo de transporte, Moçambique é essencialmente um país de trânsito;
  • 7.
    Tráfego nacional eem transito estão em franco crescimento;
  • 8.
    Economias de escaladeterminam portos de manuseamento;
  • 9.
    Cargas a granelgravitarão à volta dos portos que podem receber grandes navios e cujas distâncias, por terra, aos pólos de exploração induzam o melhor custo – eficiência;
  • 10.
    Os portos deMaputo, Beira e Nacalaassumiram e continuarão a assumir o papel de portos de transito nos próximos anos.7Desafios para o Desenvolvimento dos Portos em Moçambique(2)Vocação dos modos de transporte na canalização dos tráfegos para os portos:Ferroviário: espinha dorsal, grandes volumes de carga a granel ou contentorizada com origem e/ou destino aos principais entrepostos de distribuição de carga;
  • 11.
    Rodoviário: alimentação darede ferroviária, pequenos volumes, cargas porta a porta, principal rede de penetração em regiões remotas dos distritos;8Perspectivas para o Desenvolvimento dos Portos em MoçambiqueDragagem dos canais de acesso aos Porto da Beira e Maputo;Estabelecimento de mecanismos de financiamento das operações de dragagem e de manutenção das ajudas à navegação;Integrar os sistemas de transporte por forma a tornar a ferrovia o principal sistema para o transporte de cargas de grande tonelagem para os portos.
  • 12.
    9Contribuição do CFMpara o Desenvolvimento dos Portos em MoçambiquePortos e Caminhos de FerroO CFM tem investido na modernização e reabilitação das infra-estruturas Portuárias;
  • 13.
    O CFM Promoveo desenvolvimento e expansão da rede ferroviária, na perspectiva de espinha dorsal das infra-estruturas de transporte, em função do desenvolvimento económico do País;
  • 14.
    O CFM promovea excelência, produtividade e eficiência dos serviços portuários;
  • 15.
    O CFM incentivaa criação de portos secos intermodais em locais estratégicos do ponto de vista de produção, distribuição e logística, no país e na região; Estimular a captação do tráfego internacional por via da modernização das infra-estruturas portuárias, maior eficiência, fiabilidade e melhoria da gestão;Promover o aumento da capacidade de armazenamento, manuseamento e outros serviços acessórios à navegação internacional, nos portos nacionais.
  • 16.
    10A Estratégia deConcessionamento dos Portos MoçambicanosEm meados dos anos 90 o Governo de Moçambique e o CFM embarcaram num complexo programa de reestruturação;Numa primeira fase a opção foi de privatizar apenas a gestao de terminais específicos; Sob este prisma o CFM actuaria como proprietário das infra-estruturas e manteria as operacoes ferroviarias e restantes terminais portuários;Uma segunda opção foi o concessionamento completo das infra-estruturas ferroviarias e portuarias a consorcios com a seguinte estrutura accionista:CFM: 49%;
  • 17.