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Janela Única Logística
XI Congresso APLOP
Maputo, 28 fevereiro 2019
Programa do XXI
Governo Constitucional
Simplex do Mar
Implementar a Janela Única Logística (JUL), como uma extensão do
sistema da Janela Única Portuária (JUP), atualmente em funcionamento
em todos os portos nacionais, alargando-o a todos os meios de transporte
terrestres, camião e comboio, em todos os portos portugueses e na ligação
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Janela
Única
Logística
Ministério responsável: Ministério do Mar
Descrição: Implementar a Janela Única Logística (JUL) que, como
evolução e extensão natural da Janela Única Portuária (JUP),
alargará a gestão dos fluxos de informação de toda a cadeia logística,
simplificando e desmaterializando procedimentos, a todos os meios
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transporte de mercadorias de e para os portos de mar nacionais,
tendo por referência o modelo implementado no porto de Sines.
Medida Plurianual incluída no Programa Simplex+2017
Resolução do Conselho
de Ministros nº 175/2017
(24 Novembro)
Aprova a estratégia para o aumento da competitividade a Rede
de Portos Comerciais do Continente – Horizonte 2026
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Janela Única Logística
Porquê a JUL?
a batalha competitiva entre
portos será cada vez mais
disputada em terra ”
Notteboom
Acesso ao hinterland e serviços de valor
acrescentando (nomeadamente serviços
digitais)
é o terreno onde os portos conseguem criar
vantagens competitivas sobre os
concorrentes.”
Notteboom & Rodrigue
“
“
Porquê a JUL?
• JUP considerada boa prática Europeia.
No entanto a tecnologia de base tem cerca de 10 anos
• Concretizar uma estratégia de transformação digital alinhada
com as últimas tendências de evolução do negócio portuário
• Suportar processos de colaboração e interoperabilidade ao
nível das redes logísticas, alcançando o hinterland e foreland
dos portos
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mecanismos de troca de informação entre os portos nacionais
Transformação Digital
Sistema Logístico-Portuário
Colocar os portos nacionais na liderança do
estado-da-arte dos processos de digitalização
portuária
Visão
Excelência – Promover excelência na performance
dos serviços portuários. Aprofundar e melhorar os
serviços electrónicos que geram valor para as
operações marítimo-portuárias
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logísticas. Cobrir hinterland e foreland. Promover
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partir da digitalização.
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digital dos portos
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aceleradora da inovação do negócio
multimodal
Procurando explorar conceitos de última
geração como:
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Ecossistema JUL
JUL, ecossistema digital para o desenvolvimento do negócio e agregação de valor nas redes
logístico portuárias
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autoridades B2A
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Todos os actores da rede, incluindo as autoridades, partilham informação em tempo real e alinham os
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no hinterland
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transfronteiriços (Portugal / Espanha)
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Cada Administração portuária contará com o apoio da respetiva
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marítimo da IMO
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 Spreadsheet files (para upload de dados)
 Novo regulamento de substituição da
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Acompanhamento dos fóruns de desenvolvimento
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Envolvimento de Stakeholders:
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tecnológicos constituído por 6 empresas e focado:
• No desenvolvimento do Modelo de Referência
Nacional (MRN2).
• Na implementação dos trabalhos de cariz
tecnológico da JUL
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centro de competências em Portugal para as
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Fases de desenvolvimento
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WP1
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e Gestão Projeto
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Fase
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Fase
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WP2
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e criação MRN2
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Testes, Formação
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e Gestão Projecto
2018 2019 2020 2021 2022
T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2
WP2 Definição
e criação do MRN2
WP3 Implementação
Sitema JUL
WP4 Testes, Formação
e Pilotos
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Utilizadores, GoLive JUL
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M1 Piloto APRAM M2 Piloto APS / CN M3 Piloto APDL M4 Restantes Portos (Sistema JUL)
M1 M2 M3 M4
Ecrãs orientados ás ações
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friendly.
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contentorização de modo
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Janela Única Logística dos portos portugueses

  • 1. Janela Única Logística XI Congresso APLOP Maputo, 28 fevereiro 2019
  • 2. Programa do XXI Governo Constitucional Simplex do Mar Implementar a Janela Única Logística (JUL), como uma extensão do sistema da Janela Única Portuária (JUP), atualmente em funcionamento em todos os portos nacionais, alargando-o a todos os meios de transporte terrestres, camião e comboio, em todos os portos portugueses e na ligação aos portos secos.
  • 3. Janela Única Logística Ministério responsável: Ministério do Mar Descrição: Implementar a Janela Única Logística (JUL) que, como evolução e extensão natural da Janela Única Portuária (JUP), alargará a gestão dos fluxos de informação de toda a cadeia logística, simplificando e desmaterializando procedimentos, a todos os meios de transporte terrestres e na ligação aos portos secos nacionais e espanhóis até Madrid. Pretende-se assegurar a fluidez da informação referente ao transporte de mercadorias de e para os portos de mar nacionais, tendo por referência o modelo implementado no porto de Sines. Medida Plurianual incluída no Programa Simplex+2017
  • 4. Resolução do Conselho de Ministros nº 175/2017 (24 Novembro) Aprova a estratégia para o aumento da competitividade a Rede de Portos Comerciais do Continente – Horizonte 2026 Projecto JUL + Conceito Legal de Porto Seco Despacho n.º 2061/2017 Criação de um grupo de trabalho com a missão de implementar a Janela Única Logística
  • 6. a batalha competitiva entre portos será cada vez mais disputada em terra ” Notteboom Acesso ao hinterland e serviços de valor acrescentando (nomeadamente serviços digitais) é o terreno onde os portos conseguem criar vantagens competitivas sobre os concorrentes.” Notteboom & Rodrigue “ “
  • 7. Porquê a JUL? • JUP considerada boa prática Europeia. No entanto a tecnologia de base tem cerca de 10 anos • Concretizar uma estratégia de transformação digital alinhada com as últimas tendências de evolução do negócio portuário • Suportar processos de colaboração e interoperabilidade ao nível das redes logísticas, alcançando o hinterland e foreland dos portos • Necessidade de harmonizar processos, tecnologia e mecanismos de troca de informação entre os portos nacionais
  • 8. Transformação Digital Sistema Logístico-Portuário Colocar os portos nacionais na liderança do estado-da-arte dos processos de digitalização portuária Visão
  • 9. Excelência – Promover excelência na performance dos serviços portuários. Aprofundar e melhorar os serviços electrónicos que geram valor para as operações marítimo-portuárias Expansão – Expandir a lógica de atuação às redes logísticas. Cobrir hinterland e foreland. Promover redes de alta performance com processos sincronizados entre todos os actores. Exploração – Explorar novos focos de valor a partir da digitalização. Visão
  • 10. Evolução da plataforma digital dos portos Transformação da plataforma digital dos portos nacionais numa plataforma aceleradora da inovação do negócio multimodal Procurando explorar conceitos de última geração como: • Plataformas e ecossistemas colaborativos de carga • Conceitos Smart Ports • Conceitos Extended Gateways • Redes sincromodais • Conceitos “Physical Internet” Fonte: IDC
  • 11. Ecossistema JUL JUL, ecossistema digital para o desenvolvimento do negócio e agregação de valor nas redes logístico portuárias Modelo de referência nacional – MRN2 Camada relacionamento autoridades B2A Framework de interoperabilidade simples / baixo custo Camada negócio B2B
  • 12. Rede sincromodal JUL Todos os actores da rede, incluindo as autoridades, partilham informação em tempo real e alinham os seus processos para garantir o maior nível de sincronização entre planeamento e gestão da execução dos serviços multimodais.
  • 13. Rede JUL no hinterland Processos harmonizados portos nacionais e cadeias multimodais Suporte a corredores sincromodais transfronteiriços (Portugal / Espanha) Relacionamento ágil e desmaterializado com as autoridades Cobertura processos de última milha Com recurso a aplicações simples e de baixo custo (incluindo aplicações móveis) Plataforma multimodal Porto Corredor multimodal
  • 14. Capacitar corredores digitais e suportar a colaboração entre:  Operações do Terminal  Trasnsporte Multimodal transport (ferrovia/rodovia)  Portos Secos no hinterland Integração da JUL com Portos Secos (1/2)
  • 15. Corredores baseados no conceito legal de “Porto Seco, criado em Portugal, aproveitando as oportunidades oferecidas pelo no código aduaneiro comunitário. Simplificação dos procedimentos que envolvem as autoridades nestes corredores. Integração da JUL com Portos Secos (2/2)
  • 16. Rede JUL foreland Consolidar eventos de tracking do foreland em informação para suportar a experiência global dos utilizadores da JUL Articulação com PCS’s noutros países e plataformas agregadoras (marketplaces carga, etc)
  • 17. Benefícios Sistema logístico-portuário mais competitivo Optimizar e sincronizar fluxos multimodais Suportar operações mais ágeis, inteligentes e fiáveis Harmonização de processos Maior transparência
  • 19. 2 Anos Fim de 2018 1º Piloto Prazo
  • 21. Comunidades portuárias Forum de Simplificação de procedimentos Cada Administração portuária contará com o apoio da respetiva comunidade portuária. O respetivo Forum de simplificação de procedimentos será também um importante instrumento de trabalho no terreno
  • 22.  Comité de Facilitação do transporte marítimo da IMO  e-Manifest Pilot Project  European Maritime Single Window  Spreadsheet files (para upload de dados)  Novo regulamento de substituição da diretiva 65/2010 (em fase de aprovação na Comissão)  Nova diretiva da gestão de resíduos (em fase de aprovação na Comissão) Acompanhamento dos fóruns de desenvolvimento internacionais
  • 25. Partes envolvidas Parceiros tecnológicos O projeto conta com um cluster de parceiros tecnológicos constituído por 6 empresas e focado: • No desenvolvimento do Modelo de Referência Nacional (MRN2). • Na implementação dos trabalhos de cariz tecnológico da JUL • No estabelecimento e desenvolvimento de um centro de competências em Portugal para as tecnologias de informação no sector marítimo portuário e logístico
  • 26. Fases de desenvolvimento Fase Organização WP1 Organização e Gestão Projeto 1 Fase Teste Pilotos4 Fase Conceção2 Fase Construção3 Fase Transição5 Fase Garantia6 WP2 Definição e criação MRN2 WP4 Testes, Formação Formadores e Pilotos WP5 Formação Utilizadores Finais e Entrada PRD Sistema JUL WP3 Implementação Sistema JUL WP6 Garantia Sistema JUL
  • 27. Calendarização WP1 Organização e Gestão Projecto 2018 2019 2020 2021 2022 T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2 WP2 Definição e criação do MRN2 WP3 Implementação Sitema JUL WP4 Testes, Formação e Pilotos WP5 Formação Utilizadores, GoLive JUL WP6 Garantia M1 Piloto APRAM M2 Piloto APS / CN M3 Piloto APDL M4 Restantes Portos (Sistema JUL) M1 M2 M3 M4
  • 28. Ecrãs orientados ás ações do utilizador e não aos processos de negócios. Todos os ecrãs serão responsivos e user- friendly. A aplicação Web será complementada com apps orientadas às entidades que operam no sistema. Transformação da infraestrutura de IT virada para a partilha da infraestrutura (cloud) acompanhando a transformação digital através da virtualização e contentorização de modo a atingir objetivos como: a) infraestrutura como um serviço (rapidez, segurança) b) abraçar a inovação, sem descurar a segurança Arquitetura orientada a micro serviços no lugar da monolítica vem permitir: a) maior escalabilidade, b) utilização de diferentes tecnologias c) maior resiliência d) maior rapidez na disponibilização de novas funcionalidades e) manutenção mais eficiente Serão implementados mecanismos automáticos para a partilha de informação entre todas as entidades envolvidas de modo: a) agilizar o processo de preenchimento de formulários b) evitar duplicação de trabalho por parte do utilizador. Para isso usada tecnologias e mecanismos para garantir a atualização de informação em tempo real ORIENTAÇÕES TÉCNICAS
  • 29. Protótipos INTERFACE USER-FRIENDLY EXPERIÊNCIA DE UTILIZAÇÃO ÚNICA E MELHORADA FUNCIONALIDADES DEDICADAS
  • 30. Gestão de Acessos e Utilizadores  Autenticação partilhada  Utilizador único para todo o sistema JUL  Maior Autonomia na gestão de utilizadores  Capacidade de gestão de dados pessoais e recuperação de senhas  Mecanismos de autenticação mais seguros
  • 31.
  • 32.
  • 33. Desafio Convite aos portos da APLOP a associarem-se ao projeto na construção do MRN 2.0: especificação de interoperabilidade Convite a participarem depois nos desenvolvimentos tecnológicos de integração com o foreland

Notas do Editor

  1. O programa do XXI governo constitucional definiu como prioritária a implementação da Janela Única Logística (a JUL), integrada no Simplex Mar. A JUL será uma evolução da já existente Janela Única Portuária, alargando o seu âmbito a todos os meios de transporte terrestres, portos secos e clientes finais.
  2. O projecto JUL foi integrado como medida plurianual do Programa Simplex+2017.
  3. A implementação da JUL é um projeto integrado na resolução do conselho de ministros nº 175/2017, de 24 de Novembro, que aprova a estratégia para o Aumento da Competitividade da Rede de Portos Comerciais do Continente – Horizonte 2026. Enquadra-se com a JUL o projeto de Implementação e do Conceito Legal de Porto Seco. O coordenação e desenvolvimento do projeto da JUL decorre de acordo com o previsto no despacho nº 2061/2017, de Sua Exa a Ministra do Mar.
  4. Porquê a JUL? JUP considerada boa prática Europeia, no entanto, no entanto a tecnologia de base tem cerca de 10 anos Concretizar uma estratégia de transformação digital alinhada com as últimas tendências de evolução do negócio portuário Suportar processos de colaboração e interoperabilidade ao nível das redes logísticas, alcançando o hinterland e foreland dos portos Necessidade de harmonizar processos, tecnologia e mecanismos de troca de informação entre os portos nacionais
  5. O desenvolvimento da JUL surge num momento de transformação da realidade competitiva dos portos. Para apresentar propostas de valor diferenciadas, a actividade portuária depende agora cada vez mais da digitalização e da adopção novas formas de colaboração e integração nas redes logísticas.  
  6. E porquê desenvolver a JUL? A Janela Unica Portuária foi diversas vezes referenciada como exemplo de boas práticas na União Europeia. No entanto, a sua tecnologia de base tem cerca de 10 anos. Com a evolução e transformação do negócio, os portos nacionais necessitam também de definir uma nova estratégia de transformação digital. Essa estratégia assentará na valorização do ativo “informação” e na harmonização e eficiência dos processos logístico-portuários. Para isso a JUL irá integrar operações portuárias com o hinterland e o foreland. E neste contexto disponbilizar novos e inovadores serviços. Valorizando a partilha das capacidades e competências disponíveis nos portos.
  7. A visão para JUL assenta em dois desafios fundamentais: Concretizar a transformação digital do sistema logístico e portuário nacional Colocar de novo os portos nacionais na liderança do estado-da-arte dos processos de digitalização portuária
  8. Para isso será necessário actuar em três áreas: Excelência - Promover excelência na performance dos serviços portuários Expansão - Expandir cobertura às redes logísticas. E abrir as ligações digitais ao hinterland e foreland Exploração – explorar novos focos de valor a partir de digitalização. Por exemplo em áreas como a physical internet
  9. A JUL vai assim afirmar-se assim como uma plataforma aceleradora da inovação no negócio multimodal, explorando conceitos de última geração em domínios como o blockchain, redes sincromodais e o conceito smart.
  10. A plataforma traduz-se também num ecossistema digital para o desenvolvimento do negócio e criação de valor nas redes logísticas e portuárias. Estarão envolvidos atores ao longo da cadeia de transporte, considerando o hinterland, atividades nos portos e as ligações ao Foreland.
  11. Com a JUL, os actores das redes logísticas e as autoridades irão partilhar informação em tempo real e alinhar os seus processos para garantir o maior nível de sincronização das operações.
  12. No hinterland dos portos nacionais a JUL irá definir processos harmonizados e optimizados. Será suportado o desenvolvimento de corredores sincromodais transfronteiriços, envolvendo Portugal e Espanha. Serão ainda desenvolvidos novos formatos ágeis e desmaterializados de relacionamento com as autoridades. E, finalmente, os processos de última milha passarão também a ser cobertos através de aplicações simples e de baixo custo.
  13. Na ligação ao foreland dos portos nacionais, a JUL inicia uma nova fase de recolha de eventos de tracking globais para conferir aos seus utilizadores uma experiência com visibilidade total porta-a-porta Esta realidade será suportada pela colaboração com sistemas portuários noutros países. E também com grandes plataformas e marketplaces de carga.
  14. As capacidades oferecidas pela JUL vão promover um sistema logístico-portuário muito mais competitivo. Que irá promover operações logísticas optimizadas, sincronizadas e muito mais ágeis. Com processos harmonizados entre todos os portos nacionais. E Maior transparência.
  15. Para a concretização do projecto está previsto um investimento de 5.1 milhões de Euros. Comparticipado a 85% pelo Fundo de coesão do programa Compete 2020.
  16. O prazo de execução é de 2 anos, com o primeiro piloto no fim de 2018.
  17. O projecto vai ter como beneficiários diretos todos os portos nacionais com a instalação da JUL e a Direcção Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos para os requisitos de cariz nacional.
  18. Em cada porto a Administração portuária contará com o apoio da respetiva comunidade portuária Em cada porto o respetivo Forum de simplificação de procedimentos será também um importante instrumento de trabalho no terreno
  19. Sem prejuizo de outras entidades públicas poderem ser envolvidas, as autoridades responsaveis pelo despacho de navios e mercadorias participarão neste projeto de implementação e desenvolverão todos os mecanismos de interoperabilidade de sistemas, utilizando a JUL como balcão único para os clientes.
  20. O projeto da Janela Única Logística é um projeto inclusivo. Nos termos do Despacho n.º 2061/2017, de S. Exa a Ministra do Mar, foram convidavas a participar no projeto Associações ou Organizações relacionadas com as cadeias logísticas e a restante atividade económica com elas relacionadas. Na resposta a este desafio vários stakeholders já se associaram ao projeto, mas outras entidades que demonstrarem interesse podem ainda solicitar para acompanhar o projeto.
  21. Após concurso público internacional, o projecto foi adjudicado a um cluster de parceiros tecnológicos nacionais constituído por: Nome empresa ordenado (Andrade Dias; Egapi; Indra Sistemas Portugal; Marlo; MitMyNid; Xperienz) Este cluster estará focado: No desenvolvimento do Modelo de Referência Nacional (MRN2). Na implementação dos trabalhos de cariz tecnológico da JUL No estabelecimento de um centro de competências em Portugal para as tecnologias de informação no sector marítimo portuário e logístico
  22. O projecto JUL vai desenvolver-se em 6 fases: Organização Conceção Construção Testes de pilotos Transição Garantia
  23. O prazo de execução é de 2 anos Vários pilotos serão colocados em funcionamento: O primeiro, com os Portos da Madeira, em Dezembro de 2018 O piloto do Porto de Sines, será concluído em Março de 2019 O piloto da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, será concluído em Junho 2019.