Categorias de Análise  Leitor  Contemplativo Idade Pré-industrial/ Renascimento ---- séc. XIX; Biblioteca em Universidades; O silêncio na leitura, leitura interior, palavra ‘sem pronúncia’; Texto impresso --- uma leitura solitária, imóvel, separado do ‘mundo externo’; Energia mental, produção silenciosa, percepção, visão, memória, julgamento, reconhecimento, conhecimento, experiência e prática; Processo generativo que reflete a tentativa disciplinada do leitor construir um ou mais sentidos dentro das regras da linguagem – Processo complexo que envolve construção de sentidos. Uma leitura de contemplação; Objetos e signos duráveis, imóveis, localizáveis, manuseáveis ---- livros, pinturas, gravuras, mapas, partituras; Um leitor meditativo, em que a visão é o sentido primordial, junto à imaginação.
Leitor  Movente Pós Revolução Industrial, aparece junto ao centro urbano; Cidade, ambiente urbano; Crescimento dos centros urbanos, ‘instalação’ do capitalismo. Tudo se torna mercadoria, vivência ‘over’ passado, nascimento da publicidade – Reprodutibilidade Técnica, abundância de imagens e mensagens visuais, efemeridade; Jornais, fotografia, vitrines, cinema; Aceleração perceptiva, ritmo da atenção, instável; Leitura é fragmentada, veloz, intensa, efêmera, híbrida; Leitura de palavras, imagens, sinais, movimentos; Um leitor de fragmentos que esquece o que lê, pois não pode dar conta de todos os estímulos que logo são substituídos. A cidade é povoada de signos. “Leitor de direções, traços, cores, leitor de luzes que se acendem e se apagam; leitor cujo o organismo mudou de marcha; sincronizando-se à aceleração do mundo” (p. 30).
Leitor  Imersivo Era digital ---- séc. XXI; Infovias, tela, redes ---- Espaço Virtual; Grande avanço tecnológico; Ciberespaço, espaço virtual; Pensamento lógico --- percepção de um fluxo híbrido de signos: ainda em estudo; Leitura multilinear, multissequencial, conectada entre nós e nexos, ligando diferentes linguagens, Leitor que navega por signos que sempre estarão disponíveis; Leitor livre, em que sua subjetividade mescla com a hipersubjetividade, navega no ciberespaço conectando-se em uma rede, em um roteiro hiper e multi

Categoria de análise

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    Categorias de Análise Leitor Contemplativo Idade Pré-industrial/ Renascimento ---- séc. XIX; Biblioteca em Universidades; O silêncio na leitura, leitura interior, palavra ‘sem pronúncia’; Texto impresso --- uma leitura solitária, imóvel, separado do ‘mundo externo’; Energia mental, produção silenciosa, percepção, visão, memória, julgamento, reconhecimento, conhecimento, experiência e prática; Processo generativo que reflete a tentativa disciplinada do leitor construir um ou mais sentidos dentro das regras da linguagem – Processo complexo que envolve construção de sentidos. Uma leitura de contemplação; Objetos e signos duráveis, imóveis, localizáveis, manuseáveis ---- livros, pinturas, gravuras, mapas, partituras; Um leitor meditativo, em que a visão é o sentido primordial, junto à imaginação.
  • 2.
    Leitor MoventePós Revolução Industrial, aparece junto ao centro urbano; Cidade, ambiente urbano; Crescimento dos centros urbanos, ‘instalação’ do capitalismo. Tudo se torna mercadoria, vivência ‘over’ passado, nascimento da publicidade – Reprodutibilidade Técnica, abundância de imagens e mensagens visuais, efemeridade; Jornais, fotografia, vitrines, cinema; Aceleração perceptiva, ritmo da atenção, instável; Leitura é fragmentada, veloz, intensa, efêmera, híbrida; Leitura de palavras, imagens, sinais, movimentos; Um leitor de fragmentos que esquece o que lê, pois não pode dar conta de todos os estímulos que logo são substituídos. A cidade é povoada de signos. “Leitor de direções, traços, cores, leitor de luzes que se acendem e se apagam; leitor cujo o organismo mudou de marcha; sincronizando-se à aceleração do mundo” (p. 30).
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    Leitor ImersivoEra digital ---- séc. XXI; Infovias, tela, redes ---- Espaço Virtual; Grande avanço tecnológico; Ciberespaço, espaço virtual; Pensamento lógico --- percepção de um fluxo híbrido de signos: ainda em estudo; Leitura multilinear, multissequencial, conectada entre nós e nexos, ligando diferentes linguagens, Leitor que navega por signos que sempre estarão disponíveis; Leitor livre, em que sua subjetividade mescla com a hipersubjetividade, navega no ciberespaço conectando-se em uma rede, em um roteiro hiper e multi