CARTOGRAFIA-linguageme representação.
1
Camila Alves de Brito¹
Objetivo: Inserir a cartografia no cotidiano do aluno no sentido de
utilização prática, leitura e interpretação, e, sobretudo no
reconhecimento desta como pressuposto para domínio do espaço.
Estrutura:
1. Breve histórico desde antiguidade demonstrando que cartografia
sempre instrumentalizou a sociedade para seu
desenvolvimento/consolidação, pois esta é uma redução e
representação do espaço submetida, portanto, ao interesse do grupo
e a sua ideologia.
2. Aspectos técnicos dos mapas, suas diferentes funções
3. Convenções cartográficas : tipos de projeção, escalas, legendas,
4. Projeções e Ideologia.
2
História da cartografia é a história de
dominação do espaço
3
Homem Nômade
Babilônia 2500 a.C
Cartografia Grega
Eratóstenes
Grandes Navegações 1ª Guerra Mundial.
4
Evolução da CARTOGRAFIA
A linguagem cartográfica apresenta três elementos
essenciais: o sistema de signos (legendas, cores
símbolos), a redução (proporção através da
escala) e a projeção (o tipo de representação
escolhida).
5
A cartografia deve assegurar que o mapa responda
às seguintes questões:
Espaciais: onde ocorre o fato, qual a forma, quais as
dimensões.
Temporal: quando ele ocorre
Temático: qual o tipo de ocorrência.
Representações cartográficas:
Globo
6
Mapa base.
Carta
Cartograma
Anamorfose.
Temático
7
8
Escala: a relação matemática entre as dimensões reais do objeto cartografado e as
medidas dos mapa a ser criado:
9
Atividade
1) 1. Correlacione o trecho de Yves Lacoste na obra “Geografia isso serve,em primeiro lugar,
para fazer a guerra” com evolução histórica da cartografia.
“Nenhuma esperança de que o mapa possa aparecer como uma ferramenta, como um instrumento
abstrato do qual é preciso conhecer o código para poder compreender pessoalmente o espaço
e nele se orientar ou admiti-lo em função de uma prática. Nem se pensar que a carta possa
aparecer como um instrumento de poder que cada qual pode utilizar se sabe interpretá-la. . A
carta deve permanecer como prerrogativa do oficial, e a autoridade que ele exerce em
operação sobre "seus homens" não se deve somente ao sistema hierárquico, mas ao fato de
que ele só é quem sabe ler a carta e pode decidir os movimentos, enquanto aqueles que ele
mantém sob suas ordens não o sabem”.
Lacoste, I.
10
Cilíndricas: consistem na projeção dos paralelos e meridianos sobre um cilindro envolvente, que é
posteriormente desenvolvido (planificado). Uma das projeções cilíndricas mais utilizadas é a de
Mercator, com uma visão do planeta centrada na Europa.
Cônicas: é a projeção do globo terrestre sobre um cone, que posteriormente é planificado. São mais
usadas para representar as latitudes médias, pois apenas as áreas próximas ao Equador aparecem
retas.
Azimutais: é a projeção da superfície terrestre sobre um plano a partir de um determinado ponto
(ponto de vista). Também chamadas planas ou zenitais, essas projeções deformam áreas distantes
desse ponto de vista central. São bastante usadas para representar as áreas polares.
11
•Projeções eqüidistantes = distâncias corretas
•Projeções conformes = igualdade dos ângulos e das formas dos continentes
•Projeções equivalentes = mostram corretamente a distância e a proporção
entre as áreas
Os três principais tipos de projeção são:
Tipos Mais Comuns de Projeções
• A maioria dos mapas é feita a partir da projeção dos
meridianos e paralelos curvos da esfera terrestre em
uma das figuras geométricas abaixo.
Projeção Cilíndrica
• Muito usado para representar planisférios, os paralelos e
meridianos são projetados sobre um cilindro, que é
depois planificado. Os paralelos e meridianos são retos e
formam ângulos retos.
– Esse tipo de projeção:
Apresenta os paralelos retos e horizontais e os meridianos retos e verticais;
Acarreta um crescimento (deformação) exagerado das regiões de elevadas
latitudes; E o mais utilizado para a representação total da Terra (mapas-múndi).
Nesta projeção os meridianos e os paralelos são linhas
retas que se cortam em ângulos retos. Nela as regiões
polares aparecem muito exageradas. Os mapas-múndi são
feitos em projeções cilíndricas.
Projeção Cônica
• A projeção cônica resulta da projeção do globo terrestre
sobre um cone, que posteriormente é planificado.
– Esse tipo de projeção:
• Apresenta paralelos circulares e meridianos radiais, isto
é, retas que se originam de um único ponto;
• E usado principalmente para a representação de países
ou regiões de latitudes intermediárias, embora possa
ser utilizado para outras latitudes.
Nesta projeção os meridianos convergem para os pólos e
os paralelos são arcos situados a igual distância uns dos
outros. São utilizados para mapas de países de latitudes
médias.
Projeção Azimutal
• A projeção azimutal resulta da projeção da superfície
terrestre sobre um plano a partir de um determinado
ponto (ponto de vista). De acordo com Erwin Raisz
(famoso cartógrafo americano), as projeções
azimutais são de três tipos: polar, equatorial e oblíqua.
– Esse tipo de projeção:
• Elas são utilizadas para confeccionar mapas especiais,
principalmente os náuticos e aeronáuticos.
A distorção no mapa aumenta conforme se distancia do ponto de
tangência. Considerando que distorção é mínima perto do ponto de
tangência, as projeções azimutais são apropriadas para representar
áreas que têm extensões aproximadamente iguais nas direções
norte sul ou leste-oeste.
Projeções Paralelos e
Meridianos
Utilidade
Cilíndrica
Paralelos e Meridianos retos, e
deformação nas regiões de altas latitudes
(pólos).
MELHOR PARA
VISUALIZAR REGIÕES
PERTO DO EQUADOR
Cônica
Meridianos retos e convergentes, os
paralelos são círculos concêntricos.
MELHOR PARA
VISUALIZAR REGIÕES DE
LATITUDES MÉDIAS.
Azimutal
Meridianos retos e divergentes, os
paralelos são círculos concêntricos.
Distorções aumentam a partir do centro.
PREFERIDOS PARA
REPRESENTAR REGIÕES
POLARES E MAPAS
ESTRATÉGICOS,
QUANDO SE QUER DAR
DESTAQUE A UM PONTO
CENTRAL.
Classificação das Projeções
• Equidistantes – mantém as distâncias lineares (a
partir de um centro), mas apresentam distorções
nas áreas e nas formas. Ex: Projeção Azimutal
• Equivalentes – apresentam formas distorcidas,
mas as áreas mantém o mesmo valor da área real
(as formas ficam prejudicadas). Ex: Projeção de Peters
• Conformes – procuram manter os ângulos,
conservando assim as formas terrestres (mas
apresentam distorções nas áreas). Ex: Projeção de
Mercator
Projeção de Mercator
• Idealizada no século XVI, a projeção cilíndrica de Mercator
tornou-se a preferida dos navegantes por ser a única em que as
direções podiam ser traçadas em linha reta sobre o mapa.
Nessa projeção, os paralelos e os
meridianos são linhas retas que se
cruzam formando ângulos retos.
Pertence ao tipo chamado conforme,
porque não deforma os ângulos. Em
compensação, as áreas extensas ou
situadas em latitudes elevadas
aparecem nos mapas com dimensões
exageradamente ampliadas
Projeção de Peters
• O professor alemão Arno Peters elaborou uma das mais recentes
(dec.70) e inovadoras projeções cartográficas. Trata-se de uma
projeção cilíndrica equivalente, ou seja, preserva as dimensões
relativas dos países e continentes.
• distorce as formas,
principalmente nas
pequenas latitudes,
alongando os países e
continentes no sentido
norte-sul.
Mercator x Peters
Diferentes Visões do “Mundo”
• São os mapas-múndi mais usados.
• Ambos feitos a partir de projeções cilíndricas.
MERCATOR (1569) PETERS (1973)
Projeção de Mercator
• É uma cilíndrica conforme.
• Excelente para a navegação.
• Perfeita nos ângulos e formas.
• Distorcido nas áreas, com as terras próximas ao Pólos
(elevadas latitudes) desproporcionalmente maiores.
• Coloca a Europa no centro do mapa
( Eurocentrismo ).
Projeção de Peters
• Cilíndrica equivalente.
• Mantém a proporção nas áreas continentais
• Distorcido nos ângulos e formas
• África no centro
• Propostas de Peters:
1. Valorização do mundo subdesenvolvido, mostrando sua área
real.
2. Ressaltar a idéia que por trás de cada mapa, sempre existe um
conteúdo Político-Ideológico.
Anamorfoses
• São mapas esquemáticos, sem escala
cartográfica.
• São representações em que as áreas sofrem
deformações matematicamente calculadas,
tornando-se diretamente proporcionais a um
determinado critério que se está considerando.
Países:
Investimentos em Pesquisa em 2000
PIB das UF em 1990
Potencial de Biodiversidade
BRASIL
PERU
COLÔMBIA
BOLIVIA CONGO
INDONÉSIA
30
Obrigada!
camila.brito2@yahoo.com.br
31
Bibliografia
• CRUZ, O. Esquema de uma interpretação geomorfológica baseada em fotografia aérea para curso
secundário. Orientação, São Paulo, n. 2, p. 7-10, set. 1966.
• DE BIASI, M. Construção de mapas em relevo: utilização de recursos audiovisuais na didática da
Geografia. Orientação, São Paulo, n. 2, p. 30-32, set. 1966.
• SALES, J. J. G., SILVA, R. M. O ensino de cartografia temática como um instrumento perceptivo no
ensino de Geografia. X Encontro de Iniciação Científica. Paraíba.
• SILVA JR., P. A arte de criar mapas. Conhecimento Prático Geografia, São Paulo, n. 23, p. 49-54,
2009.
• ALMEIDA, R. Cartografia Escolar. São Paulo: Editora Contexto, 2004.
• _________. O Espaço Geográfico: ensino e representação. São Paulo: Editora Contexto, 2002.
32

Cartografia.

  • 1.
  • 2.
    Objetivo: Inserir acartografia no cotidiano do aluno no sentido de utilização prática, leitura e interpretação, e, sobretudo no reconhecimento desta como pressuposto para domínio do espaço. Estrutura: 1. Breve histórico desde antiguidade demonstrando que cartografia sempre instrumentalizou a sociedade para seu desenvolvimento/consolidação, pois esta é uma redução e representação do espaço submetida, portanto, ao interesse do grupo e a sua ideologia. 2. Aspectos técnicos dos mapas, suas diferentes funções 3. Convenções cartográficas : tipos de projeção, escalas, legendas, 4. Projeções e Ideologia. 2
  • 3.
    História da cartografiaé a história de dominação do espaço 3 Homem Nômade Babilônia 2500 a.C Cartografia Grega Eratóstenes Grandes Navegações 1ª Guerra Mundial.
  • 4.
  • 5.
    A linguagem cartográficaapresenta três elementos essenciais: o sistema de signos (legendas, cores símbolos), a redução (proporção através da escala) e a projeção (o tipo de representação escolhida). 5 A cartografia deve assegurar que o mapa responda às seguintes questões: Espaciais: onde ocorre o fato, qual a forma, quais as dimensões. Temporal: quando ele ocorre Temático: qual o tipo de ocorrência.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
    Escala: a relaçãomatemática entre as dimensões reais do objeto cartografado e as medidas dos mapa a ser criado: 9
  • 10.
    Atividade 1) 1. Correlacioneo trecho de Yves Lacoste na obra “Geografia isso serve,em primeiro lugar, para fazer a guerra” com evolução histórica da cartografia. “Nenhuma esperança de que o mapa possa aparecer como uma ferramenta, como um instrumento abstrato do qual é preciso conhecer o código para poder compreender pessoalmente o espaço e nele se orientar ou admiti-lo em função de uma prática. Nem se pensar que a carta possa aparecer como um instrumento de poder que cada qual pode utilizar se sabe interpretá-la. . A carta deve permanecer como prerrogativa do oficial, e a autoridade que ele exerce em operação sobre "seus homens" não se deve somente ao sistema hierárquico, mas ao fato de que ele só é quem sabe ler a carta e pode decidir os movimentos, enquanto aqueles que ele mantém sob suas ordens não o sabem”. Lacoste, I. 10
  • 11.
    Cilíndricas: consistem naprojeção dos paralelos e meridianos sobre um cilindro envolvente, que é posteriormente desenvolvido (planificado). Uma das projeções cilíndricas mais utilizadas é a de Mercator, com uma visão do planeta centrada na Europa. Cônicas: é a projeção do globo terrestre sobre um cone, que posteriormente é planificado. São mais usadas para representar as latitudes médias, pois apenas as áreas próximas ao Equador aparecem retas. Azimutais: é a projeção da superfície terrestre sobre um plano a partir de um determinado ponto (ponto de vista). Também chamadas planas ou zenitais, essas projeções deformam áreas distantes desse ponto de vista central. São bastante usadas para representar as áreas polares. 11 •Projeções eqüidistantes = distâncias corretas •Projeções conformes = igualdade dos ângulos e das formas dos continentes •Projeções equivalentes = mostram corretamente a distância e a proporção entre as áreas Os três principais tipos de projeção são:
  • 12.
    Tipos Mais Comunsde Projeções • A maioria dos mapas é feita a partir da projeção dos meridianos e paralelos curvos da esfera terrestre em uma das figuras geométricas abaixo.
  • 13.
    Projeção Cilíndrica • Muitousado para representar planisférios, os paralelos e meridianos são projetados sobre um cilindro, que é depois planificado. Os paralelos e meridianos são retos e formam ângulos retos. – Esse tipo de projeção: Apresenta os paralelos retos e horizontais e os meridianos retos e verticais; Acarreta um crescimento (deformação) exagerado das regiões de elevadas latitudes; E o mais utilizado para a representação total da Terra (mapas-múndi).
  • 14.
    Nesta projeção osmeridianos e os paralelos são linhas retas que se cortam em ângulos retos. Nela as regiões polares aparecem muito exageradas. Os mapas-múndi são feitos em projeções cilíndricas.
  • 15.
    Projeção Cônica • Aprojeção cônica resulta da projeção do globo terrestre sobre um cone, que posteriormente é planificado. – Esse tipo de projeção: • Apresenta paralelos circulares e meridianos radiais, isto é, retas que se originam de um único ponto; • E usado principalmente para a representação de países ou regiões de latitudes intermediárias, embora possa ser utilizado para outras latitudes.
  • 16.
    Nesta projeção osmeridianos convergem para os pólos e os paralelos são arcos situados a igual distância uns dos outros. São utilizados para mapas de países de latitudes médias.
  • 17.
    Projeção Azimutal • Aprojeção azimutal resulta da projeção da superfície terrestre sobre um plano a partir de um determinado ponto (ponto de vista). De acordo com Erwin Raisz (famoso cartógrafo americano), as projeções azimutais são de três tipos: polar, equatorial e oblíqua. – Esse tipo de projeção: • Elas são utilizadas para confeccionar mapas especiais, principalmente os náuticos e aeronáuticos.
  • 18.
    A distorção nomapa aumenta conforme se distancia do ponto de tangência. Considerando que distorção é mínima perto do ponto de tangência, as projeções azimutais são apropriadas para representar áreas que têm extensões aproximadamente iguais nas direções norte sul ou leste-oeste.
  • 19.
    Projeções Paralelos e Meridianos Utilidade Cilíndrica Paralelose Meridianos retos, e deformação nas regiões de altas latitudes (pólos). MELHOR PARA VISUALIZAR REGIÕES PERTO DO EQUADOR Cônica Meridianos retos e convergentes, os paralelos são círculos concêntricos. MELHOR PARA VISUALIZAR REGIÕES DE LATITUDES MÉDIAS. Azimutal Meridianos retos e divergentes, os paralelos são círculos concêntricos. Distorções aumentam a partir do centro. PREFERIDOS PARA REPRESENTAR REGIÕES POLARES E MAPAS ESTRATÉGICOS, QUANDO SE QUER DAR DESTAQUE A UM PONTO CENTRAL.
  • 20.
    Classificação das Projeções •Equidistantes – mantém as distâncias lineares (a partir de um centro), mas apresentam distorções nas áreas e nas formas. Ex: Projeção Azimutal • Equivalentes – apresentam formas distorcidas, mas as áreas mantém o mesmo valor da área real (as formas ficam prejudicadas). Ex: Projeção de Peters • Conformes – procuram manter os ângulos, conservando assim as formas terrestres (mas apresentam distorções nas áreas). Ex: Projeção de Mercator
  • 21.
    Projeção de Mercator •Idealizada no século XVI, a projeção cilíndrica de Mercator tornou-se a preferida dos navegantes por ser a única em que as direções podiam ser traçadas em linha reta sobre o mapa. Nessa projeção, os paralelos e os meridianos são linhas retas que se cruzam formando ângulos retos. Pertence ao tipo chamado conforme, porque não deforma os ângulos. Em compensação, as áreas extensas ou situadas em latitudes elevadas aparecem nos mapas com dimensões exageradamente ampliadas
  • 22.
    Projeção de Peters •O professor alemão Arno Peters elaborou uma das mais recentes (dec.70) e inovadoras projeções cartográficas. Trata-se de uma projeção cilíndrica equivalente, ou seja, preserva as dimensões relativas dos países e continentes. • distorce as formas, principalmente nas pequenas latitudes, alongando os países e continentes no sentido norte-sul.
  • 23.
    Mercator x Peters DiferentesVisões do “Mundo” • São os mapas-múndi mais usados. • Ambos feitos a partir de projeções cilíndricas. MERCATOR (1569) PETERS (1973)
  • 24.
    Projeção de Mercator •É uma cilíndrica conforme. • Excelente para a navegação. • Perfeita nos ângulos e formas. • Distorcido nas áreas, com as terras próximas ao Pólos (elevadas latitudes) desproporcionalmente maiores. • Coloca a Europa no centro do mapa ( Eurocentrismo ).
  • 25.
    Projeção de Peters •Cilíndrica equivalente. • Mantém a proporção nas áreas continentais • Distorcido nos ângulos e formas • África no centro • Propostas de Peters: 1. Valorização do mundo subdesenvolvido, mostrando sua área real. 2. Ressaltar a idéia que por trás de cada mapa, sempre existe um conteúdo Político-Ideológico.
  • 26.
    Anamorfoses • São mapasesquemáticos, sem escala cartográfica. • São representações em que as áreas sofrem deformações matematicamente calculadas, tornando-se diretamente proporcionais a um determinado critério que se está considerando.
  • 27.
  • 28.
    PIB das UFem 1990
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
    Bibliografia • CRUZ, O.Esquema de uma interpretação geomorfológica baseada em fotografia aérea para curso secundário. Orientação, São Paulo, n. 2, p. 7-10, set. 1966. • DE BIASI, M. Construção de mapas em relevo: utilização de recursos audiovisuais na didática da Geografia. Orientação, São Paulo, n. 2, p. 30-32, set. 1966. • SALES, J. J. G., SILVA, R. M. O ensino de cartografia temática como um instrumento perceptivo no ensino de Geografia. X Encontro de Iniciação Científica. Paraíba. • SILVA JR., P. A arte de criar mapas. Conhecimento Prático Geografia, São Paulo, n. 23, p. 49-54, 2009. • ALMEIDA, R. Cartografia Escolar. São Paulo: Editora Contexto, 2004. • _________. O Espaço Geográfico: ensino e representação. São Paulo: Editora Contexto, 2002. 32