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matéria domina o Espírito; mas domatéria domina o Espírito; mas do
momento em que o Espírito encarnadomomento em que o Espírito encarnado
chegou a dominar a matéria e anular oschegou a dominar a matéria e anular os
efeitos de sua reação sobre o moral, aefeitos de sua reação sobre o moral, a
reencarnação não tem mais nenhumareencarnação não tem mais nenhuma
utilidade nem razão de ser.utilidade nem razão de ser.
Publicado na Revista Espírita - Jornal de Estudos Psiclógicos -Publicado na Revista Espírita - Jornal de Estudos Psiclógicos -
7º ano - Nº 1 - Janeiro de 18647º ano - Nº 1 - Janeiro de 1864
A vida do Espírito, considerada doA vida do Espírito, considerada do
ponto de vista do progresso,ponto de vista do progresso,
apresenta três períodosapresenta três períodos
principais, a saber:principais, a saber:
1º- O período material onde a1º- O período material onde a
influência da matéria domina a doinfluência da matéria domina a do
Espírito; é o estado dos homensEspírito; é o estado dos homens
dados às paixões brutais e carnais,dados às paixões brutais e carnais,
à sensualidade; cujas aspiraçõesà sensualidade; cujas aspirações
são exclusivamente terrestres, quesão exclusivamente terrestres, que
são apegados aos bens temporais,são apegados aos bens temporais,
ou refratários às idéiasou refratários às idéias
espiritualistas.espiritualistas.
2º - O período de equilíbrio; aquele em2º - O período de equilíbrio; aquele em
que as influências da matéria e doque as influências da matéria e do
Espírito se exercem simultaneamente;Espírito se exercem simultaneamente;
onde o homem, embora submetido àsonde o homem, embora submetido às
necessidades materiais, pressente enecessidades materiais, pressente e
compreende o estado espiritual; ondecompreende o estado espiritual; onde
ele trabalha para sair do estadoele trabalha para sair do estado
corpóreo.corpóreo.
Nesses dois períodos o Espírito está submetidoNesses dois períodos o Espírito está submetido
à reencarnação, que se cumpre nos mundosà reencarnação, que se cumpre nos mundos
inferiores e medianosinferiores e medianos
3º - O período espiritual3º - O período espiritual
aquele em que o Espírito,aquele em que o Espírito,
tendo dominadotendo dominado
completamente a matéria,completamente a matéria,
não tem mais necessidade danão tem mais necessidade da
encarnação nem do trabalhoencarnação nem do trabalho
material, seu trabalho é todomaterial, seu trabalho é todo
espiritual; é o estado dosespiritual; é o estado dos
Espíritos nos mundosEspíritos nos mundos
superiores.superiores.
A facilidade com a qual certasA facilidade com a qual certas
pessoas aceitam as idéiaspessoas aceitam as idéias
espíritas, das quais parecem ter aespíritas, das quais parecem ter a
intuição, indica que pertencem aointuição, indica que pertencem ao
segundo período; mas entre estassegundo período; mas entre estas
e as outras há uma multidão dee as outras há uma multidão de
graus que o Espírito atravessagraus que o Espírito atravessa
tanto mais rapidamente quantotanto mais rapidamente quanto
mais próximo estiver do períodomais próximo estiver do período
espiritual;espiritual;
EVOLUÇÃO E FINALIDADE DA ALMAEVOLUÇÃO E FINALIDADE DA ALMA
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espírito sente-se arrastado por uma forçaespírito sente-se arrastado por uma força
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um momento de angústia terrível, muito piorum momento de angústia terrível, muito pior
que a morte. Poís nessa logo se sentiráque a morte. Poís nessa logo se sentirá
liberto.liberto.
A VOLTA DE LAURA – Nosso Lar – A. Luiz
 Não só minha mãe se preparava para regressar aos círculos terrenos.
Também a senhora Laura encontrava-se em vésperas do grande
cometimento.
Avisado por alguns companheiros, aderi à demonstração de simpatia e
apreço que diversos funcionários, particularmente do Auxílio e da
Regeneração, iam prestar à nobre matrona, por motivo de sua volta às
experiências humanas.
Realizou-se a homenagem afetuosa na noite em que o Departamento de
Contas lhe entregou a notificação do tempo global de serviço na colônia.
Não é possível traduzir, em letras comuns,
a significação espiritual da festa íntima.
Povoava-se a encantadora residência de melodias e luzes.
As flores pareciam mais belas.
Numerosas famílias foram saudar a companheira, prestes a regressar.
Os visitantes, na maioria, cumprimentavam-na, carinhosos,
ausentando-se, sem maiores delongas;
no entanto, os amigos mais íntimos lá
permaneceram até alta noite Tive,
assim, ocasião de ouvir observações curiosas e sábias.
A senhora Laura me pareceu mais circunspecta, mais grave.
Notava-se-lhe o esforço para acompanhar a corrente de otimismo
geral. Repleta a sala de estar, a genitora de Lísias explicava ao
representante do Departamento: Creio não me demorar mais que
dois dias. Terminaram as aplicações do
O interlocutor tomou expressão de sincera fraternidade e acrescentou,
estimulando-a: Espero, entretanto, que se encontre animada para a luta.
É uma glória seguir para o mundo, nas suas condições.
Milhares e milhares de horas de serviço a seu favor,
perante a comunidade de mais de um milhão de
companheiros. Além disso, os filhinhos constituirão
seu belo estímulo à retaguarda.
Tudo isso me reconforta - exclamou a dona da casa,
sem disfarçar a preocupação íntima -, mas devemos
compreender que a reencarnação é sempre uma tentativa
de magna importância. Reconheço que
meu esposo me precedeu no enorme esforço, e
que os filhos amados serão meus amigos de todo instante; contudo...
Ora essa! não se deixe levar por conjeturas - atalhou o Ministro Genésio
-, precisamos confiar na Proteção Divina e em nós mesmos.
O manancial da Providência é inesgotável.
É preciso quebrar os óculos escuros que nos
apresentam a paisagem física como exílio amarguroso.
Não pense em possibilidades de fracasso;
mentalize, sim, as probabilidades de êxito.
Além do mais, é justo confiar alguma coisa em nós outros, seus amigos,
que não estaremos tão longe, no tocante à “distância vibratória”.
Pense na alegria de auxiliar antigas afeições,
pondere na glória imensa de ser útil.
Sorriu a senhora Laura, parecendo mais encorajada, e asseverou:
Basta recordar que o nosso Sol é o mesmo que alimenta os homens;
no entanto, meu caro Ministro,
tenho receio daquele olvido temporário em que nos
precipitamos.
Sinto-me qual enferma que se curou de numerosas feridas...
Em verdade, as úlceras não mais me apoquentam, mas conservo
as cicatrizes. Bastaria um leve arranhão, para voltar a enfermidade.
O Ministro esboçou o gesto de quem compreendia
o sentido da alegação e revidou:
Não ignoro o que representam as sombras do campo inferior,
mas é indispensável coragem, e caminhar para diante.
Ajudá-la-emos a trabalhar muito mais no bem dos outros,
que na satisfação de si mesma. O grande perigo,
ainda e sempre, é a demora nas
tentações complexas do egoísmo.
Aqui - tornou a interlocutora sensatamente -, contamos com as vibrações
espirituais da maioria dos habitantes educados, quase todos,
nas luzes do Evangelho Redentor; e ainda que velhas fraquezas
subam á tona de nossos pensamentos, encontramos defesa natural no
próprio ambiente. Na Terra, porém, nossa boa intenção
é como se fora bruxuleante luz num mar imenso
de forças agressivas.
Não diga isso - atalhou o generoso Ministro -,
não dê tamanha importância às influências das zonas
inferiores. Seria armar o inimigo para que nos
torturasse. O campo das idéias é
igualmente campo de luta.
Toda luz que acendermos, de fato, na Terra, lá ficará para sempre,
Estou convencida, agora, de que sua visita é providencial.
Precisava levantar energias. Faltava-me essa exortação.
É verdade: nossa zona mental é campo de batalha
incessante.
É preciso aniquilar o mal e a treva dentro de nós mesmos,
surpreendê-los no reduto a que se recolhem,
sem lhes dar a importância que exigem.
Sim, agora compreendo.
Genésio sorriu satisfeito e acrescentou:
Dentro do nosso mundo individual, cada idéia é como se fora uma
entidade à parte... É necessário pensar nisso.
Nutrindo os elementos do bem, progredirão eles para
nossa felicidade, constituirão nossos exércitos de defesa; todavia,
alimentar quaisquer elementos do mal é construir base segura para os
nossos inimigos verdugos.
A essa altura, o funcionário das Contas observou:
E não podemos esquecer que Laura volta à Terra
com extraordinários créditos espirituais.
Ainda hoje, o Gabinete da Governadoria forneceu uma nota ao Ministério
do Auxílio, recomendando aos cooperadores técnicos da Reencarnação o
máximo cuidado no trato com os ascendentes biológicos que vão entrar
em função para constituir o novo organismo de nossa irmã.
Ah! é verdade - disse ela -, pedi essa providência para que não me
encontre demasiadamente sujeita à lei da hereditariedade.
Tenho tido grande preocupação, relativamente ao
sangue.
Não se preocupe, portanto, minha amiga -
exclamou o Ministro Genésio, sorridente -, terá ao seu lado
inúmeros irmãos e companheiros a colaborarem no seu
bem-estar.
Graças a Deus! - disse a senhora Laura, confortada -
faltava-me ouvi-lo, faltava-me ouvi-lo...
Lísias e as irmãs, às quais se unia agora a simpática e generosa Teresa,
manifestaram alegria sincera.
Minha mãe precisava esquecer as preocupações -
comentou o abnegado enfermeiro do Auxílio -;
afinal de contas, não ficaremos aqui a dormir.
Têm razão - aduziu a dona da casa -;
cultivarei a esperança, confiarei no Senhor e em todos vocês.
Em seguida, os comentários voltaram ao plano da confiança e do
otimismo. Ninguém comentou a volta à Terra,
senão como bendita oportunidade de recapitular
e aprender, para o bem.
Ao despedir-me, alta noite, a senhora Laura disse-me em tom maternal:
Amanhã à noite, André, espero igualmente por você.
Faremos pequena reunião íntima.
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LIMITES DA REENCARNAÇÃO

  • 1. I - LIMITES DA REENCARNAÇÃO.I - LIMITES DA REENCARNAÇÃO. A reencarnação é necessária enquanto aA reencarnação é necessária enquanto a matéria domina o Espírito; mas domatéria domina o Espírito; mas do momento em que o Espírito encarnadomomento em que o Espírito encarnado chegou a dominar a matéria e anular oschegou a dominar a matéria e anular os efeitos de sua reação sobre o moral, aefeitos de sua reação sobre o moral, a reencarnação não tem mais nenhumareencarnação não tem mais nenhuma utilidade nem razão de ser.utilidade nem razão de ser. Publicado na Revista Espírita - Jornal de Estudos Psiclógicos -Publicado na Revista Espírita - Jornal de Estudos Psiclógicos - 7º ano - Nº 1 - Janeiro de 18647º ano - Nº 1 - Janeiro de 1864
  • 2. A vida do Espírito, considerada doA vida do Espírito, considerada do ponto de vista do progresso,ponto de vista do progresso, apresenta três períodosapresenta três períodos principais, a saber:principais, a saber: 1º- O período material onde a1º- O período material onde a influência da matéria domina a doinfluência da matéria domina a do Espírito; é o estado dos homensEspírito; é o estado dos homens dados às paixões brutais e carnais,dados às paixões brutais e carnais, à sensualidade; cujas aspiraçõesà sensualidade; cujas aspirações são exclusivamente terrestres, quesão exclusivamente terrestres, que são apegados aos bens temporais,são apegados aos bens temporais, ou refratários às idéiasou refratários às idéias espiritualistas.espiritualistas.
  • 3. 2º - O período de equilíbrio; aquele em2º - O período de equilíbrio; aquele em que as influências da matéria e doque as influências da matéria e do Espírito se exercem simultaneamente;Espírito se exercem simultaneamente; onde o homem, embora submetido àsonde o homem, embora submetido às necessidades materiais, pressente enecessidades materiais, pressente e compreende o estado espiritual; ondecompreende o estado espiritual; onde ele trabalha para sair do estadoele trabalha para sair do estado corpóreo.corpóreo. Nesses dois períodos o Espírito está submetidoNesses dois períodos o Espírito está submetido à reencarnação, que se cumpre nos mundosà reencarnação, que se cumpre nos mundos inferiores e medianosinferiores e medianos
  • 4. 3º - O período espiritual3º - O período espiritual aquele em que o Espírito,aquele em que o Espírito, tendo dominadotendo dominado completamente a matéria,completamente a matéria, não tem mais necessidade danão tem mais necessidade da encarnação nem do trabalhoencarnação nem do trabalho material, seu trabalho é todomaterial, seu trabalho é todo espiritual; é o estado dosespiritual; é o estado dos Espíritos nos mundosEspíritos nos mundos superiores.superiores.
  • 5. A facilidade com a qual certasA facilidade com a qual certas pessoas aceitam as idéiaspessoas aceitam as idéias espíritas, das quais parecem ter aespíritas, das quais parecem ter a intuição, indica que pertencem aointuição, indica que pertencem ao segundo período; mas entre estassegundo período; mas entre estas e as outras há uma multidão dee as outras há uma multidão de graus que o Espírito atravessagraus que o Espírito atravessa tanto mais rapidamente quantotanto mais rapidamente quanto mais próximo estiver do períodomais próximo estiver do período espiritual;espiritual;
  • 6. EVOLUÇÃO E FINALIDADE DA ALMAEVOLUÇÃO E FINALIDADE DA ALMA 1) Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos ?1) Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos ? A finalidade da alma é chegar a perfeição.A finalidade da alma é chegar a perfeição. A alma contém, no estado virtual, todos osA alma contém, no estado virtual, todos os germens dos seus desenvolvimentosgermens dos seus desenvolvimentos futuros. É destinada a conhecer, adquirir efuturos. É destinada a conhecer, adquirir e possuir tudo.possuir tudo.
  • 7. 3)Poderia a alma, numa única vida,3)Poderia a alma, numa única vida, desenvolver o seu entendimento, esclarecerdesenvolver o seu entendimento, esclarecer a razão, fortificar a consciência, assimilara razão, fortificar a consciência, assimilar todos os elementos da sabedoria, datodos os elementos da sabedoria, da santidade, do gênio?santidade, do gênio? Para realizar os seus fins, tem de percorrerPara realizar os seus fins, tem de percorrer , no tempo e no espaço, um campo sem, no tempo e no espaço, um campo sem limites. É passando por inúmeraslimites. É passando por inúmeras transformações, no fim de milhares detransformações, no fim de milhares de séculos, que o mineral grosseiro seséculos, que o mineral grosseiro se converte em diamante puro.converte em diamante puro.
  • 8. 6) Existe limite de reencarnação? – Não.6) Existe limite de reencarnação? – Não. A reencarnação é a única forma racionalA reencarnação é a única forma racional porque se pode admitir a reparação dasporque se pode admitir a reparação das faltas cometidas, e a evolução gradual dosfaltas cometidas, e a evolução gradual dos seres. ( A natureza não dá saltos).seres. ( A natureza não dá saltos). Ao renascer na condição humana, trazAo renascer na condição humana, traz consigo a herança boa ou má, do seuconsigo a herança boa ou má, do seu passado.passado. De cada vez que renasce, terá o Espírito deDe cada vez que renasce, terá o Espírito de ajeitar, de apropriar o novo invólucroajeitar, de apropriar o novo invólucro material que vai lhe servir de morada.material que vai lhe servir de morada.
  • 10. Todo espírito pode escolher as provas eTodo espírito pode escolher as provas e definir seu programa de reencarne?definir seu programa de reencarne? O espírito adiantado cuja liberdadeO espírito adiantado cuja liberdade aumenta na razão direta da suaaumenta na razão direta da sua elevação, escolhe o meio onde querelevação, escolhe o meio onde quer renascer, ao passo que o espírito inferiorrenascer, ao passo que o espírito inferior é impelido por uma força misteriosas aé impelido por uma força misteriosas a que obedece instintivamente; mas todosque obedece instintivamente; mas todos são protegidos, aconselhados,são protegidos, aconselhados, amparados na passagem da vida doamparados na passagem da vida do espaço para a existência Terrestre.espaço para a existência Terrestre.
  • 11. Se nascemos várias vezes, porque nãoSe nascemos várias vezes, porque não lembramos das existências passadas?lembramos das existências passadas? A causa fisiológica deste esquecimento, é oA causa fisiológica deste esquecimento, é o próprio renascimento, o revestimento de umpróprio renascimento, o revestimento de um novo organismo, o material sobrepõe onovo organismo, o material sobrepõe o fluídico, fazendo as vezes de um apagador.fluídico, fazendo as vezes de um apagador. O contrário, se lembrássemos das recordaçõesO contrário, se lembrássemos das recordações acarretaríamos a persistência das idéiasacarretaríamos a persistência das idéias errônea. O conhecimento de uma passado deerrônea. O conhecimento de uma passado de erros seria um fardo pesado.erros seria um fardo pesado. Cada vez que o espírito toma posse de umCada vez que o espírito toma posse de um corpo novo, de um cérebro virgem de imagens,corpo novo, de um cérebro virgem de imagens, acha-se na impossibilidade de exprimir asacha-se na impossibilidade de exprimir as recordações acumuladas. Esse esquecimento érecordações acumuladas. Esse esquecimento é aparente. A memória pode despertar comaparente. A memória pode despertar com algumas percepções.algumas percepções.
  • 12. O Processo do reencarne é longo.O Processo do reencarne é longo. O reencarne se faz através daO reencarne se faz através da união do perispírito e à matéria.união do perispírito e à matéria. Mas primeiro o perispírito passaMas primeiro o perispírito passa pelo processo de restringimentopelo processo de restringimento para moldar-se à matéria do futuropara moldar-se à matéria do futuro bebê, essa ligação leva um tempobebê, essa ligação leva um tempo até se completar . Esse processo éaté se completar . Esse processo é magnético.magnético. O espírito é colocado emO espírito é colocado em contato com aqueles que serãocontato com aqueles que serão seus pais na terra, para uma vezseus pais na terra, para uma vez mais confirmar o compromisso demais confirmar o compromisso de reencarne.reencarne.
  • 13. O perispírito torna-se um molde fluídico,O perispírito torna-se um molde fluídico, elástico, que calça sua forma sobre aelástico, que calça sua forma sobre a matéria. As qualidades ou defeitos do moldematéria. As qualidades ou defeitos do molde reaparecem no corpo físico. O espírito ficareaparecem no corpo físico. O espírito fica perturbado, suas faculdades vão-se velandoperturbado, suas faculdades vão-se velando uma após a outra, a memória desaparece, auma após a outra, a memória desaparece, a consciência fica adormecida, e o espíritoconsciência fica adormecida, e o espírito como que é sepultado em opressiva crisálida.como que é sepultado em opressiva crisálida. Quando chega a ocasião de reencarnar oQuando chega a ocasião de reencarnar o espírito sente-se arrastado por uma forçaespírito sente-se arrastado por uma força irresistível, para o meio que lhe convêm; éirresistível, para o meio que lhe convêm; é um momento de angústia terrível, muito piorum momento de angústia terrível, muito pior que a morte. Poís nessa logo se sentiráque a morte. Poís nessa logo se sentirá liberto.liberto.
  • 14. A VOLTA DE LAURA – Nosso Lar – A. Luiz  Não só minha mãe se preparava para regressar aos círculos terrenos. Também a senhora Laura encontrava-se em vésperas do grande cometimento. Avisado por alguns companheiros, aderi à demonstração de simpatia e apreço que diversos funcionários, particularmente do Auxílio e da Regeneração, iam prestar à nobre matrona, por motivo de sua volta às experiências humanas. Realizou-se a homenagem afetuosa na noite em que o Departamento de Contas lhe entregou a notificação do tempo global de serviço na colônia. Não é possível traduzir, em letras comuns, a significação espiritual da festa íntima. Povoava-se a encantadora residência de melodias e luzes. As flores pareciam mais belas. Numerosas famílias foram saudar a companheira, prestes a regressar. Os visitantes, na maioria, cumprimentavam-na, carinhosos, ausentando-se, sem maiores delongas; no entanto, os amigos mais íntimos lá permaneceram até alta noite Tive, assim, ocasião de ouvir observações curiosas e sábias. A senhora Laura me pareceu mais circunspecta, mais grave. Notava-se-lhe o esforço para acompanhar a corrente de otimismo geral. Repleta a sala de estar, a genitora de Lísias explicava ao representante do Departamento: Creio não me demorar mais que dois dias. Terminaram as aplicações do
  • 15. O interlocutor tomou expressão de sincera fraternidade e acrescentou, estimulando-a: Espero, entretanto, que se encontre animada para a luta. É uma glória seguir para o mundo, nas suas condições. Milhares e milhares de horas de serviço a seu favor, perante a comunidade de mais de um milhão de companheiros. Além disso, os filhinhos constituirão seu belo estímulo à retaguarda. Tudo isso me reconforta - exclamou a dona da casa, sem disfarçar a preocupação íntima -, mas devemos compreender que a reencarnação é sempre uma tentativa de magna importância. Reconheço que meu esposo me precedeu no enorme esforço, e que os filhos amados serão meus amigos de todo instante; contudo... Ora essa! não se deixe levar por conjeturas - atalhou o Ministro Genésio -, precisamos confiar na Proteção Divina e em nós mesmos. O manancial da Providência é inesgotável. É preciso quebrar os óculos escuros que nos apresentam a paisagem física como exílio amarguroso. Não pense em possibilidades de fracasso; mentalize, sim, as probabilidades de êxito. Além do mais, é justo confiar alguma coisa em nós outros, seus amigos, que não estaremos tão longe, no tocante à “distância vibratória”. Pense na alegria de auxiliar antigas afeições, pondere na glória imensa de ser útil. Sorriu a senhora Laura, parecendo mais encorajada, e asseverou:
  • 16. Basta recordar que o nosso Sol é o mesmo que alimenta os homens; no entanto, meu caro Ministro, tenho receio daquele olvido temporário em que nos precipitamos. Sinto-me qual enferma que se curou de numerosas feridas... Em verdade, as úlceras não mais me apoquentam, mas conservo as cicatrizes. Bastaria um leve arranhão, para voltar a enfermidade. O Ministro esboçou o gesto de quem compreendia o sentido da alegação e revidou: Não ignoro o que representam as sombras do campo inferior, mas é indispensável coragem, e caminhar para diante. Ajudá-la-emos a trabalhar muito mais no bem dos outros, que na satisfação de si mesma. O grande perigo, ainda e sempre, é a demora nas tentações complexas do egoísmo. Aqui - tornou a interlocutora sensatamente -, contamos com as vibrações espirituais da maioria dos habitantes educados, quase todos, nas luzes do Evangelho Redentor; e ainda que velhas fraquezas subam á tona de nossos pensamentos, encontramos defesa natural no próprio ambiente. Na Terra, porém, nossa boa intenção é como se fora bruxuleante luz num mar imenso de forças agressivas. Não diga isso - atalhou o generoso Ministro -, não dê tamanha importância às influências das zonas inferiores. Seria armar o inimigo para que nos torturasse. O campo das idéias é igualmente campo de luta. Toda luz que acendermos, de fato, na Terra, lá ficará para sempre,
  • 17. Estou convencida, agora, de que sua visita é providencial. Precisava levantar energias. Faltava-me essa exortação. É verdade: nossa zona mental é campo de batalha incessante. É preciso aniquilar o mal e a treva dentro de nós mesmos, surpreendê-los no reduto a que se recolhem, sem lhes dar a importância que exigem. Sim, agora compreendo. Genésio sorriu satisfeito e acrescentou: Dentro do nosso mundo individual, cada idéia é como se fora uma entidade à parte... É necessário pensar nisso. Nutrindo os elementos do bem, progredirão eles para nossa felicidade, constituirão nossos exércitos de defesa; todavia, alimentar quaisquer elementos do mal é construir base segura para os nossos inimigos verdugos. A essa altura, o funcionário das Contas observou: E não podemos esquecer que Laura volta à Terra com extraordinários créditos espirituais. Ainda hoje, o Gabinete da Governadoria forneceu uma nota ao Ministério do Auxílio, recomendando aos cooperadores técnicos da Reencarnação o máximo cuidado no trato com os ascendentes biológicos que vão entrar em função para constituir o novo organismo de nossa irmã. Ah! é verdade - disse ela -, pedi essa providência para que não me encontre demasiadamente sujeita à lei da hereditariedade. Tenho tido grande preocupação, relativamente ao sangue.
  • 18. Não se preocupe, portanto, minha amiga - exclamou o Ministro Genésio, sorridente -, terá ao seu lado inúmeros irmãos e companheiros a colaborarem no seu bem-estar. Graças a Deus! - disse a senhora Laura, confortada - faltava-me ouvi-lo, faltava-me ouvi-lo... Lísias e as irmãs, às quais se unia agora a simpática e generosa Teresa, manifestaram alegria sincera. Minha mãe precisava esquecer as preocupações - comentou o abnegado enfermeiro do Auxílio -; afinal de contas, não ficaremos aqui a dormir. Têm razão - aduziu a dona da casa -; cultivarei a esperança, confiarei no Senhor e em todos vocês. Em seguida, os comentários voltaram ao plano da confiança e do otimismo. Ninguém comentou a volta à Terra, senão como bendita oportunidade de recapitular e aprender, para o bem. Ao despedir-me, alta noite, a senhora Laura disse-me em tom maternal: Amanhã à noite, André, espero igualmente por você. Faremos pequena reunião íntima. O Ministério da Comunicação prometeu-nos a visita de meu esposo. Embora se encontre nos laços físicos, Ricardo será trazido até aqui, com o auxílio fraternal de companheiros nossos. Além disso, amanhã estarei a despedir-me. Não