SlideShare uma empresa Scribd logo
Avaliação
Pedagógica
Digital
em Contextos
e-Learning
Unidade Curricular – Avaliação em Contextos de Elearning
Mestrado em Pedagogia do eLearning, Universidade Aberta
Ana Sofia Nogueira, Elisa Figueiredo, Fátima Almeida, Kátia Ramos
Introdução
As alterações do Ensino Superior, outrora difíceis de acompanhar, a forma de estar dos professores, dos alunos e das próprias
Instituições têm encontrado nos últimos anos soluções através da Educação a Distância que vieram permitir o acompanhamento das
mudanças e desafios da actualidade.
A última década tem assim vindo a assistir à solidificação da Educação a Distância assim como a redefinição dos papéis
convencionais em contexto pedagógico.
A educação orientada para a demanda constante de aprendizagem ao longo da vida acentua as necessidades do aluno, enquanto o
docente se torna num mediador e motivador da aprendizagem do estudante.
Este novo paradigma tem também levantado questões no que concerne à garantia de qualidade da aprendizagem, na qual a
avaliação assume um papel determinante.
2
Discussões sobre o desenho curricular e por
conseguinte as possíveis diretrizes que se devem
adoptar ao projeto de avaliação em contexto de
ambiente on-line, são cada vez mais essenciais.
Um dos maiores desafios que se colocam para as
instituições universitárias é a necessidade de alterar
radicalmente a sua forma de desenvolvimento curricular,
passando de um currículo baseado em conteúdo para
um currículo baseado em competências.
Isto implica por sua vez uma revisão dos processos
avaliativos e promoção da avaliação de
competências, ultrapassando desta maneira a mera
avaliação de conhecimentos.
3
A emergência de
uma nova avaliação
• Para McLoughlin e Luca (2001) a tecnologia
apresenta as condições necessárias para
oferecer um ambiente onde as habilidades da
vida real, como comunicação escrita e verbal,
colaboração e trabalho em equipa podem ser
avaliados.
• Estas mesmas tecnologias podem ainda mudar a
qualidade da experiência de aprendizagem, assim
como ser usadas para criar ambientes autênticos
para avaliação.
• Contudo, para que tal seja possível, as práticas
de avaliação devem ser reformuladas e
reconsideradas como parte de uma abordagem
holística do desenho curricular e da pedagogia.
• Collis e Moonen (2001) usam o termo
reengenharia pedagógica para descrever a
mudança na pedagogia online.
4
Docente Discente
5
foco na actividade
• Quando os alunos são participantes activos e contribuem activamente para gerar conhecimento, a avaliação
também se torna mais centrada no aluno e na sua aprendizagem, baseando-se no desempenho.
É um elemento nuclear das novas abordagens pedagógicas.
6
Examinar não é
avaliar, “examinar”
é apenas
“diagnosticar para
classificar”.
Para Santos e Lima (2016) avaliar a aprendizagem é (p. 78):
• Diagnosticar a qualidade das suas expressões a partir de indicadores,
[…] construídos coletivamente pelos sujeitos, que permitam aos sujeitos
avaliar e ser avaliados;
• Estabelecer processos de negociação e redimensionamento de novas
ações que promovam mais e melhores experiências de aprendizagem
no processo de construção do conhecimento;
• Promover mais e melhores expressões de aprendizagem.
7
• Apesar de não existir “a melhor abordagem, a teoria
perfeita ou a “solução final”, é necessário estabelecer-
se uma base que permita a concepção de novas
formas de avaliação, alinhadas com os objetivos de
instrução e utilizando os recursos interativos que a
tecnologia permite (American Psychological
Association, 1993).
• Para a avaliação dos processos de aprendizagem em
ambientes virtuais de aprendizagem, Santos e Lima
(2016) propõem definir “indicadores de qualidade”
que ajudem a avaliar os “produtos” dos estudantes,
que ocorrem em tempo síncrono (chats,
videoconferências) e em tempo diferenciado ou
assíncrono (fóruns de discussão, listas, blogs,
webfólio), criados coletivamente.
8
Santos e Lima (2016) concluem que ao falar em avaliação na EAD ou na
educação online significa que esta avaliação deverá ser utilizada, a nível
individual ou coletivo, como um instrumento de:
(i) Agregação
(ii) Coletivismo
(iii) Auto-avaliação
(iv) Reflexão
(iv) Caráter complementar
9
A avaliação alternativa / autêntica
• Uma “avaliação alternativa” ou “autêntica”, (avaliação integrada nos processos de aprendizagem e no desempenho da
vida real (Wiggins, 1998)), reconhece o estudante como o principal arquiteto da construção do conhecimento
autêntico e útil.
• Este tipo de avaliação avalia, por sua vez, o conhecimento do processo e do produto, apoiado por canais de comunicação
orientados para o trabalho em grupo, reflexão, pensamento de ordem superior e aprendizagem autónoma (Scardamalia &
Bereiter, 1992; Birenbaum, 1999, Reeves, 2000).
As características
da avaliação autêntica
1 0
Apoio
Aprendizagem
Construtivista
Comunicação
Interação
Social
Aluno
Colaboração
1 1
Dada a centralidade do papel do aluno nos novos modelos de
aprendizagem, destaca-se o envolvimento dos estudantes nos
próprios processos de avaliação em processos de
autoavaliação e coavaliação (peer assessment, avaliação
pelos pares).
A e-avaliação
(e-assessment)
A e-avaliação está sujeita a interpretações diversas. Romeu
Fontanillas, Romero Carbonell, & Guitert Catasús, (2016)
consideram-na como sendo qualquer processo de avaliação
em que as TIC são utilizadas para apresentar ou realizar
atividades de avaliação, armazenar respostas e avaliá-las de
diferentes perspetivas: discentes, docentes e instituições.
Romeu Fontanillas et
al. (2016) propõem o
seguinte modelo de
avaliaçãodenominado
de ‘360º do E-
assessment’
1 2
Estratégica: identifica os
elementos-chave do progresso
das aprendizagens, com base
na aquisição de competências
Integral: garante aquisição de
competências como um todo e
não como um processo
segmentado.
Holística: considera todos os
agentes internos(grupo de
trabalho, turma virtual e
ciberespaço) para percecionar
o trabalho colaborativo como
um todo
Transversal: afeta todas as
atividades relacionadas
com a aprendizagem
Coerente: confere coerência
ao tratar-se de um processo
global
Dinâmica: assume o processo
de aprendizagem como
estando em constante mudança
Vantagens da e-avaliação observadas no estudo de Romeu Fontanillas et al., 2016
• Os alunos valorizam um modelo de avaliação online e contínua para a aquisição de competências;
• Os alunos revelam um elevado nível de satisfação com o facto de estarem ativamente envolvidos no processo de avaliação,
pois concluem que tal método promove uma melhor aprendizagem;
• A autoavaliação faz com que o aluno se envolva mais no seu processo de aprendizagem;
• A coavaliação permite melhorar dinâmicas de grupo (essenciais na aprendizagem colaborativa e educação em rede);
• A coavaliação é valorizada desde que sincera, mesmo sem ser positiva;
• A avaliação interativa promove uma análise crítica do próprio desempenho, detetando o que pode ser melhorado.
1 3
1 4
A cultura de Aprendizagem
• A cultura da aprendizagem é apontada como a nova abordagem de avaliação, conhecida também como
a “cultura da avaliação”, em contraste com a “cultura do teste”.
• Esta privilegia o desenvolvimento de capacidade de competências como: identificar, selecionar,
argumentar, gerir a informação, pensar criticamente e comunicar.
• Apoia-se no construtivismo social, ou seja, o estudante é visto como um participante ativo do processo de
aprendizagem, autoavaliação e reflexão, colaborando com o professor .
• Nesta dimensão, o aluno deve ser avaliado através de várias formas de avaliação, sendo que a avaliação
de competências deve contemplar situações práticas reais.
1 5
• Precisamente porque esta cultura privilegia o desenvolvimento
de capacidades e competências, torna-se necessário
proceder a uma reflexão profunda acerca dos
desenvolvimentos no campo da avaliação de competências.
• Contudo, dada a complexidade do conceito de competência,
é insuficiente avaliar apenas com um único modo de
avaliação, sendo que a avaliação de competências deve
contemplar situações práticas reais, sejam elas profissionais,
de trabalho ou de vida quotidiana.
• Embora existam diferentes interpretações, para Gijbels (2011)
o conceito de competência abrange “conhecimentos, atitudes,
destrezas sociais e aspetos motivacionais em contextos
autênticos, relacionados com o trabalho” (p.382) ;
• Já Pereira et al. (2009), definem quatro tipos principais de
metacompetências: resolução de problemas, trabalho em
equipa, metacognição e fluência na utilização das TIC.
Abordagem
edumétrica
• Já se pode constatar que os novos cenários de aprendizagem
têm contribuído para a implementação de novas estratégias de
avaliação, que contemplam por sua vez diferentes formas para
a avaliação de competências;
• A psicometria, por exemplo, é uma abordagem que tem vindo
a incorporar e redifinir conceitos de validade e de fiabilidade,
cujo objetivo é mensurar a aprendizagem e a diferença de
indivíduos; em oposição à edumetria que pretende medir a
aprendizagem e o desenvolvimento de cada aluno como
indivíduo (Brinke, 2008).
• Entre as duas, destaca-se a perspectiva edumétrica que
“reforça uma visão de avaliação para a aprendizagem em vez
da abordagem da avaliação da aprendizagem”. (Pereira et al.,
pág. 14)
1 6
Para os autores que temos vindo a citar (2015, p. 14) a abordagem edumétrica coloca a necessidade do desenho das estratégias
de avaliação a ser efetuado em simultâneo com o planeamento da instrução, de modo a assegurar:
(i) o envolvimento dos estudantes, em particular no que se refere às metas a atingir, ao empenhamento contínuo nas tarefas e à
autorregulação da sua aprendizagem;
(ii) o feedback atempado e com impacto nos processos de aprendizagem; e
(iii) a interação entre os estudantes acerca da respetiva aprendizagem.
1 7
Desafios da avaliação digital
• Na educação online, independentemente das estratégias de avaliação adotadas, a
tecnologia assume-se como o mecanismo mediador.
• Nos seus ambientes de aprendizagem, são possíveis assim diversos modos de
avaliação baseados em fóruns, blogues ou trabalho colaborativo, entre outros.
• Contudo, um dos maiores desafios reside, não na avaliação propriamente dita, mas
nas expressões usadas para referir a avaliação mediada pela tecnologia, que
parecem não ter um consenso entre a comunidade académica;
• Entre elas: avaliação eletrónica, avaliação online e avaliação digital;
• Pereira et al. consideram necessário e importante “especificar o processo de
avaliação eletrónica enquanto estratégia de avaliação” (p. 16).
1 8
1 9
• A definição do conceito de avaliação digital deverá incorporar, de acordo com os mesmos teóricos, uma dimensão
tecnológica, dirigindo-se simultaneamente para a avaliação de competências.
• Neste sentido, a “estratégia de avaliação alternativa digital” é o conceito contemplado para este desígnio e o qual se
refere a um conjunto de propostas de avaliação, como o desenho, a execução e o feedback, mediados pelas
tecnologias.
• Traduz-se numa realidade em que o estudante realiza tarefas que visam a construção pessoal.
• Quanto à definição das competências a avaliar esta está também implícita no conceito, sendo da responsabilidade do
professor a sua seleção.
O caso do Ensino Superior
2 0
Para Pereira, Tinoca, Pinto e Amante, (2015) são quatro as dimensões articuladas entre si que se devem aplicar no
desenvolvimento de estratégias de avaliação alternativa digital em ambientes virtuais no âmbito da educação superior:
Autenticidade Consistência Transparência Praticabilidade
Deriva da
necessidade de
avaliar competências
Relativa ao
currículo/processo
de ensino e
aprendizagem
Relacionada com o
aluno e com o
envolvimento
deste no processo
de ensino-
aprendizagem
Derivada das
condições e
constrangimentos
institucionais que
afetam as
atividades
2 1
Autenticidade
Composta por quatro critérios:
Similitude – relação entre a estratégia de avaliação e o contexto da vida
real de modo a preparar os estudantes para uma situação profissional
real;
Complexidade - planificação e execução do projeto (à semelhança de
uma situação real) que permitirá situar a importância do trabalho a
desenvolver e relacioná-lo com os desafios exigidos para a sua resolução;
Significância - Estabelece a relação entre a importância e significado do
trabalho académico (por parte do docente) em justaposição ao valor
acordado pelos estudantes acerca das tarefas de avaliação digital;
Adequação - incide-se nas condições para realização das tarefas
colaborativas de avaliação digital, desde a gestão do processo até à
finalização.
2 2
Consistência
Também ela composta por quatro critérios:
Multiplicidade de indicadores - uso de métodos de avaliação digital com contextos,
momentos e avaliadores variados;
Alinhamento instrução-avaliação - onde existem cenários de avaliação digital
representativos das situações de aprendizagem e onde se pretende auferir a opinião
dos estudantes sobre a avaliação ;
Relevância dos critérios - destacando os critérios para a avaliação de competências
individuais e coletivas;
Alinhamento de competências - coerência entre as competências e o desenho de
avaliação.
2 3
Transparência
Desdobrando-se em quatro critérios:
Visibilidade - apresentação e partilha do processo de aprendizagem;
Democratização - respeitante à participação de estudantes na definição
dos critérios de avaliação;
Envolvimento - disponibilidade dos estudantes na participação das metas
de aprendizagem e tarefas propostas;
Impacto – representa os efeitos que a estratégia de avaliação digital tem
nos processos de aprendizagem e no desenho do programa educacional
(Baartman et al., 2007) .
2 4
Praticabilidade
A última dimensão compõe-se por três critérios:
Custos – onde é enfatizada a noção de tempo e de formação em termos
financeiros (quer para docentes quer discentes);
Eficiência - relação custo-benefício que as insituições assumem no
desenho das estratégias de avaliação;
Sustentabilidade – relativo à possibilidade de implementar e sustentar o
desenho de avaliação idealizada.
Conclusão
O que se pode concluir através de toda a revisão da
literatura utilizada para esta trabalho é que o
envolvimento dos estudantes no processo de avaliação
e a reconfiguração do papel do professor são
determinantes para o desenvolvimento do novo
paradigma educacional que acentua as necessidades do
aluno.
Assim, atendendo aos novos modelos de aprendizagem,
o envolvimento dos estudantes nos próprios processos
de avaliação assume-se como uma forma de promoção
de aprendizagens efetivas.
Por outro lado, a participação dos alunos na avaliação
pode ser um meio de eliminar as dificuldades
encontradas ao interpretar as avaliações realizadas
pelos professores.
É necessária também uma abordagem holística, onde o
desenvolvimento de estratégias de avaliação
acompanhe o desenho instrucional.
2 5
2 6
McLoughlin, C. & Luca, J. (2001). "Quality in Online Delivery: What
does it mean for assessment in E-Learning Environments?“
0 1 Pereira, A., Oliveira, I., Tinoca, L., Pinto, M. C. & Amarante, L.
(2015) – Desafios da Avaliação Digital no Ensino Superior.
Universidade Aberta – LE@D
0 2 Romeu Fontanillas, T., Romero Carbonell, M., & Guitert Catasús, M.
(2016). E-assessment process: giving a voice to online learners.
International Journal of Educational Technology in Higher
Education, 13(1), 20.
0 3
Santos, E. & Lima, G. A. (2016) - Avaliação da Aprendizagem em
Educação Online: co-criação de fundamentos, práticas e
dispositivos. In: Amante, L. & Oliveira, I. (Coord.)
Avaliação das Aprendizagens: Perspetivas, contextos e práticas.
0 4
Bibliografia
Scardamalia, M. & Bereiter, C. (1992). An architecture for
collaborative knowledge building. In E.D. Corte, M.C. Linn, H.
Mandl, & L. Verschaffel (Eds.), Computer-based learning
environments and problem solving (pp. 41-66). Berlin: Springer-
Verlag.
Birenbaum, M. (1999). Reflective active learning in a graduate
course on assessment. Higher Education, Research and
Development, 18 (2), 201-219.
Gijbels, D. (2011). Assessment of vocational competence in
higher education: Reflections and prospects. Assessment &
Evaluation in Higher Education, 36(4), 381–383.
Brinke, D. (2008). Assessment of prior learning. Maastricht: the
Netherlands: Datawyse.
Baartman, L.K.J., Bastiaens, T.J., Kirschner, P.A. & Vleuten, C.
(2007). Evaluating assessment quality in competence-based
education: A qualitative comparison of two frameworks.
Educational Research Review, 2, 114-129
0 5
0 6
0 7
0 8
0 9
2 7
1. "Laptop, Pencil, Office, Developer, Table" by UzbekIL is
licensed under CC BY 4.0
6. "Device, Mobile, Laptop, Computer, Ui, Phone,
It" by artsvector is licensed under CC BY 4.0
2. "Man Businessman Style Geometric Flat Basic
Line" by GraphicMama-team is licensed under CC BY 4.0
3. "E-learning Certificate" by LeanForward lf is licensed
under CC BY 4.0
Índice de Figuras
4. "User Avatars" by User Insights is licensed under CC BY 3.0
5. "Kameleon Free Pack - Rounded" by Webalys is licensed
under CC BY 3.0
12. "Promote, Speaker, Megaphone, Hold" by Joe The Goat
Farmer is licensed under CC BY 4.0
7. “E-learning Tablet” by LeanForward lf is licensed under CC BY
4.0
13. "Laptop Computer Portable Pc Technology
Desktop" by Sara_Torda is licensed under CC BY 4.0
11. "Working on a MacBook" by Viktor Hanacek is licensed
under CC BY 4.0
10. "presentation gui e learning course lms" by Sandra Schön is
licensed under CC BY 4.0
8. "Cloud Computing Cloud Device Data Media
Digital" by JuralMin is licensed under CC BY 4.0
2.1. "Icon Bulb Light Idea" by IconCraftsman_com is licensed
under CC BY 4.0
9. “E-learning Tablet” by LeanForward lf is licensed under CC BY
4.0

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Avaliação formativa
Avaliação formativaAvaliação formativa
Suporte à Avaliação Formativa no Ambiente de Educação à Distância TelEduc
Suporte à Avaliação Formativa no Ambiente de Educação à Distância TelEducSuporte à Avaliação Formativa no Ambiente de Educação à Distância TelEduc
Suporte à Avaliação Formativa no Ambiente de Educação à Distância TelEduc
TelEduc
 
Avaliação do desempenho docente
Avaliação do desempenho docenteAvaliação do desempenho docente
Avaliação do desempenho docente
viviprof
 
Avaliação como promoção da aprendizagem
Avaliação como promoção da aprendizagemAvaliação como promoção da aprendizagem
Avaliação como promoção da aprendizagem
Maria Casanova
 
Avaliar Para Promover
Avaliar Para PromoverAvaliar Para Promover
Avaliar Para Promover
Meri RochaLeite
 
Avaliar para promover as setas do caminho jussara hoffman
Avaliar para promover as setas do caminho jussara hoffmanAvaliar para promover as setas do caminho jussara hoffman
Avaliar para promover as setas do caminho jussara hoffman
Valquiria1003
 
Avaliação docente
Avaliação docenteAvaliação docente
Avaliação docente
lislieribeiro
 
A avaliação da aprendizagem como um princípio no desenvolvimento da autoria.1
A avaliação da aprendizagem como um princípio no desenvolvimento da autoria.1A avaliação da aprendizagem como um princípio no desenvolvimento da autoria.1
A avaliação da aprendizagem como um princípio no desenvolvimento da autoria.1
Franciele Taveira
 
Avaliar para promover
Avaliar para promoverAvaliar para promover
Avaliar para promover
Celi Jandy Moraes Gomes
 
Texto vasconcelos
Texto vasconcelosTexto vasconcelos
Texto vasconcelos
gracykf
 
EM BUSCA DE ALGUMAS ALTERNATIVAS PARA A AVALIAÇÃO
EM BUSCA DE ALGUMAS ALTERNATIVAS PARA A AVALIAÇÃOEM BUSCA DE ALGUMAS ALTERNATIVAS PARA A AVALIAÇÃO
EM BUSCA DE ALGUMAS ALTERNATIVAS PARA A AVALIAÇÃO
pedagogiaempauta2014
 
AvaliaçãO Formativa Alternativa
AvaliaçãO Formativa AlternativaAvaliaçãO Formativa Alternativa
AvaliaçãO Formativa Alternativa
sofiamalheiro
 
Avaliacao
AvaliacaoAvaliacao
Avaliacao
Tel Ma
 
Avaliacao no design_instrucional_e_qualidade_da_ed
Avaliacao no design_instrucional_e_qualidade_da_edAvaliacao no design_instrucional_e_qualidade_da_ed
Avaliacao no design_instrucional_e_qualidade_da_ed
Ana Paula Costa de Oliveira
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Semana 4 txt_2
Semana 4 txt_2Semana 4 txt_2
Semana 4 txt_2
Marcelo Gomes
 
Texto alvarez
Texto alvarezTexto alvarez
Texto alvarez
claudia murta
 
Avaliao formativa-ou-avaliao-mediadora-1
Avaliao formativa-ou-avaliao-mediadora-1Avaliao formativa-ou-avaliao-mediadora-1
Avaliao formativa-ou-avaliao-mediadora-1
Dilma Franchi
 
A avaliação da aprendizagem como principio da autoria
A avaliação da aprendizagem como principio da autoriaA avaliação da aprendizagem como principio da autoria
A avaliação da aprendizagem como principio da autoria
claudiakarinalara
 
Act3(2)
Act3(2)Act3(2)
Act3(2)
Maria Leal
 

Mais procurados (20)

Avaliação formativa
Avaliação formativaAvaliação formativa
Avaliação formativa
 
Suporte à Avaliação Formativa no Ambiente de Educação à Distância TelEduc
Suporte à Avaliação Formativa no Ambiente de Educação à Distância TelEducSuporte à Avaliação Formativa no Ambiente de Educação à Distância TelEduc
Suporte à Avaliação Formativa no Ambiente de Educação à Distância TelEduc
 
Avaliação do desempenho docente
Avaliação do desempenho docenteAvaliação do desempenho docente
Avaliação do desempenho docente
 
Avaliação como promoção da aprendizagem
Avaliação como promoção da aprendizagemAvaliação como promoção da aprendizagem
Avaliação como promoção da aprendizagem
 
Avaliar Para Promover
Avaliar Para PromoverAvaliar Para Promover
Avaliar Para Promover
 
Avaliar para promover as setas do caminho jussara hoffman
Avaliar para promover as setas do caminho jussara hoffmanAvaliar para promover as setas do caminho jussara hoffman
Avaliar para promover as setas do caminho jussara hoffman
 
Avaliação docente
Avaliação docenteAvaliação docente
Avaliação docente
 
A avaliação da aprendizagem como um princípio no desenvolvimento da autoria.1
A avaliação da aprendizagem como um princípio no desenvolvimento da autoria.1A avaliação da aprendizagem como um princípio no desenvolvimento da autoria.1
A avaliação da aprendizagem como um princípio no desenvolvimento da autoria.1
 
Avaliar para promover
Avaliar para promoverAvaliar para promover
Avaliar para promover
 
Texto vasconcelos
Texto vasconcelosTexto vasconcelos
Texto vasconcelos
 
EM BUSCA DE ALGUMAS ALTERNATIVAS PARA A AVALIAÇÃO
EM BUSCA DE ALGUMAS ALTERNATIVAS PARA A AVALIAÇÃOEM BUSCA DE ALGUMAS ALTERNATIVAS PARA A AVALIAÇÃO
EM BUSCA DE ALGUMAS ALTERNATIVAS PARA A AVALIAÇÃO
 
AvaliaçãO Formativa Alternativa
AvaliaçãO Formativa AlternativaAvaliaçãO Formativa Alternativa
AvaliaçãO Formativa Alternativa
 
Avaliacao
AvaliacaoAvaliacao
Avaliacao
 
Avaliacao no design_instrucional_e_qualidade_da_ed
Avaliacao no design_instrucional_e_qualidade_da_edAvaliacao no design_instrucional_e_qualidade_da_ed
Avaliacao no design_instrucional_e_qualidade_da_ed
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Avaliação
 
Semana 4 txt_2
Semana 4 txt_2Semana 4 txt_2
Semana 4 txt_2
 
Texto alvarez
Texto alvarezTexto alvarez
Texto alvarez
 
Avaliao formativa-ou-avaliao-mediadora-1
Avaliao formativa-ou-avaliao-mediadora-1Avaliao formativa-ou-avaliao-mediadora-1
Avaliao formativa-ou-avaliao-mediadora-1
 
A avaliação da aprendizagem como principio da autoria
A avaliação da aprendizagem como principio da autoriaA avaliação da aprendizagem como principio da autoria
A avaliação da aprendizagem como principio da autoria
 
Act3(2)
Act3(2)Act3(2)
Act3(2)
 

Semelhante a Avaliação pedagógica digital em contextos de e learning

Em busca de algumas alternativas
Em busca de algumas alternativasEm busca de algumas alternativas
Em busca de algumas alternativas
gleikaca
 
Teresa_Steban_22-10-2014_2.ppt
Teresa_Steban_22-10-2014_2.pptTeresa_Steban_22-10-2014_2.ppt
Teresa_Steban_22-10-2014_2.ppt
JOAOMAZZUTTI
 
Acl sintese grupo_1
Acl sintese grupo_1Acl sintese grupo_1
Acl sintese grupo_1
Externato Secundário do Soito
 
Trabalho em grupo avaliação
Trabalho em grupo   avaliaçãoTrabalho em grupo   avaliação
Trabalho em grupo avaliação
Renata Duarte
 
Repensando a avaliação
Repensando a avaliaçãoRepensando a avaliação
Repensando a avaliação
Edson Mamprin
 
Uma releitura dos indicadores da qualidade na educação no contexto de na esco...
Uma releitura dos indicadores da qualidade na educação no contexto de na esco...Uma releitura dos indicadores da qualidade na educação no contexto de na esco...
Uma releitura dos indicadores da qualidade na educação no contexto de na esco...
aninhaw2
 
Seminário discussao coordenada (1)
Seminário   discussao coordenada (1)Seminário   discussao coordenada (1)
Seminário discussao coordenada (1)
jamilemile
 
Avaliação escolar e democratização: o direito de errar
Avaliação escolar e democratização: o direito de errarAvaliação escolar e democratização: o direito de errar
Avaliação escolar e democratização: o direito de errar
Gilson Trajano
 
Discussao 2
Discussao 2Discussao 2
Discussao 2
EdileideSantosAlves
 
Construção de um dispositivo de autoavaliaçao docente dm iris ribeiro_2015
Construção de um dispositivo de autoavaliaçao docente dm  iris ribeiro_2015Construção de um dispositivo de autoavaliaçao docente dm  iris ribeiro_2015
Construção de um dispositivo de autoavaliaçao docente dm iris ribeiro_2015
CARLO Mantinni
 
Avaliacao formativa
Avaliacao formativaAvaliacao formativa
Avaliacao formativa
Marcelo Brito
 
Avaliação pedagógica Digital em Contextos de Elearning
Avaliação pedagógica Digital em Contextos de ElearningAvaliação pedagógica Digital em Contextos de Elearning
Avaliação pedagógica Digital em Contextos de Elearning
Elizabeth Batista
 
AVALIAÇÃO FORMATIVA artigo.docx
AVALIAÇÃO FORMATIVA artigo.docxAVALIAÇÃO FORMATIVA artigo.docx
AVALIAÇÃO FORMATIVA artigo.docx
MirianCes
 
Slides avaliação 1
Slides avaliação 1Slides avaliação 1
Slides avaliação 1
Miqueli Picinin
 
Slides avaliação 1
Slides avaliação 1Slides avaliação 1
Slides avaliação 1
Miqueli Picinin
 
Avaliação do Desempenho Docente
Avaliação do Desempenho DocenteAvaliação do Desempenho Docente
Avaliação do Desempenho Docente
viviprof
 
Artigo avaliacao das-aprendizagens_-_concecoes_e_praticas
Artigo  avaliacao das-aprendizagens_-_concecoes_e_praticasArtigo  avaliacao das-aprendizagens_-_concecoes_e_praticas
Artigo avaliacao das-aprendizagens_-_concecoes_e_praticas
AdelaideAssuncaoFahe
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
guest18311b1
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
guest18311b1
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
celesteoliveira
 

Semelhante a Avaliação pedagógica digital em contextos de e learning (20)

Em busca de algumas alternativas
Em busca de algumas alternativasEm busca de algumas alternativas
Em busca de algumas alternativas
 
Teresa_Steban_22-10-2014_2.ppt
Teresa_Steban_22-10-2014_2.pptTeresa_Steban_22-10-2014_2.ppt
Teresa_Steban_22-10-2014_2.ppt
 
Acl sintese grupo_1
Acl sintese grupo_1Acl sintese grupo_1
Acl sintese grupo_1
 
Trabalho em grupo avaliação
Trabalho em grupo   avaliaçãoTrabalho em grupo   avaliação
Trabalho em grupo avaliação
 
Repensando a avaliação
Repensando a avaliaçãoRepensando a avaliação
Repensando a avaliação
 
Uma releitura dos indicadores da qualidade na educação no contexto de na esco...
Uma releitura dos indicadores da qualidade na educação no contexto de na esco...Uma releitura dos indicadores da qualidade na educação no contexto de na esco...
Uma releitura dos indicadores da qualidade na educação no contexto de na esco...
 
Seminário discussao coordenada (1)
Seminário   discussao coordenada (1)Seminário   discussao coordenada (1)
Seminário discussao coordenada (1)
 
Avaliação escolar e democratização: o direito de errar
Avaliação escolar e democratização: o direito de errarAvaliação escolar e democratização: o direito de errar
Avaliação escolar e democratização: o direito de errar
 
Discussao 2
Discussao 2Discussao 2
Discussao 2
 
Construção de um dispositivo de autoavaliaçao docente dm iris ribeiro_2015
Construção de um dispositivo de autoavaliaçao docente dm  iris ribeiro_2015Construção de um dispositivo de autoavaliaçao docente dm  iris ribeiro_2015
Construção de um dispositivo de autoavaliaçao docente dm iris ribeiro_2015
 
Avaliacao formativa
Avaliacao formativaAvaliacao formativa
Avaliacao formativa
 
Avaliação pedagógica Digital em Contextos de Elearning
Avaliação pedagógica Digital em Contextos de ElearningAvaliação pedagógica Digital em Contextos de Elearning
Avaliação pedagógica Digital em Contextos de Elearning
 
AVALIAÇÃO FORMATIVA artigo.docx
AVALIAÇÃO FORMATIVA artigo.docxAVALIAÇÃO FORMATIVA artigo.docx
AVALIAÇÃO FORMATIVA artigo.docx
 
Slides avaliação 1
Slides avaliação 1Slides avaliação 1
Slides avaliação 1
 
Slides avaliação 1
Slides avaliação 1Slides avaliação 1
Slides avaliação 1
 
Avaliação do Desempenho Docente
Avaliação do Desempenho DocenteAvaliação do Desempenho Docente
Avaliação do Desempenho Docente
 
Artigo avaliacao das-aprendizagens_-_concecoes_e_praticas
Artigo  avaliacao das-aprendizagens_-_concecoes_e_praticasArtigo  avaliacao das-aprendizagens_-_concecoes_e_praticas
Artigo avaliacao das-aprendizagens_-_concecoes_e_praticas
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
 

Último

Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologiaPedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Nertan Dias
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
MarcoAurlioResende
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
AdrianoMontagna1
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
WELTONROBERTOFREITAS
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
Manuais Formação
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdfCD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
Manuais Formação
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdfNorma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Pastor Robson Colaço
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdfMAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
GracinhaSantos6
 
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdfRazonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Demetrio Ccesa Rayme
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Militao Ricardo
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 

Último (20)

Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologiaPedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdfCD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
 
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdfNorma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdfMAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
 
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdfRazonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 

Avaliação pedagógica digital em contextos de e learning

  • 1. Avaliação Pedagógica Digital em Contextos e-Learning Unidade Curricular – Avaliação em Contextos de Elearning Mestrado em Pedagogia do eLearning, Universidade Aberta Ana Sofia Nogueira, Elisa Figueiredo, Fátima Almeida, Kátia Ramos
  • 2. Introdução As alterações do Ensino Superior, outrora difíceis de acompanhar, a forma de estar dos professores, dos alunos e das próprias Instituições têm encontrado nos últimos anos soluções através da Educação a Distância que vieram permitir o acompanhamento das mudanças e desafios da actualidade. A última década tem assim vindo a assistir à solidificação da Educação a Distância assim como a redefinição dos papéis convencionais em contexto pedagógico. A educação orientada para a demanda constante de aprendizagem ao longo da vida acentua as necessidades do aluno, enquanto o docente se torna num mediador e motivador da aprendizagem do estudante. Este novo paradigma tem também levantado questões no que concerne à garantia de qualidade da aprendizagem, na qual a avaliação assume um papel determinante. 2
  • 3. Discussões sobre o desenho curricular e por conseguinte as possíveis diretrizes que se devem adoptar ao projeto de avaliação em contexto de ambiente on-line, são cada vez mais essenciais. Um dos maiores desafios que se colocam para as instituições universitárias é a necessidade de alterar radicalmente a sua forma de desenvolvimento curricular, passando de um currículo baseado em conteúdo para um currículo baseado em competências. Isto implica por sua vez uma revisão dos processos avaliativos e promoção da avaliação de competências, ultrapassando desta maneira a mera avaliação de conhecimentos. 3
  • 4. A emergência de uma nova avaliação • Para McLoughlin e Luca (2001) a tecnologia apresenta as condições necessárias para oferecer um ambiente onde as habilidades da vida real, como comunicação escrita e verbal, colaboração e trabalho em equipa podem ser avaliados. • Estas mesmas tecnologias podem ainda mudar a qualidade da experiência de aprendizagem, assim como ser usadas para criar ambientes autênticos para avaliação. • Contudo, para que tal seja possível, as práticas de avaliação devem ser reformuladas e reconsideradas como parte de uma abordagem holística do desenho curricular e da pedagogia. • Collis e Moonen (2001) usam o termo reengenharia pedagógica para descrever a mudança na pedagogia online. 4
  • 5. Docente Discente 5 foco na actividade • Quando os alunos são participantes activos e contribuem activamente para gerar conhecimento, a avaliação também se torna mais centrada no aluno e na sua aprendizagem, baseando-se no desempenho. É um elemento nuclear das novas abordagens pedagógicas.
  • 6. 6 Examinar não é avaliar, “examinar” é apenas “diagnosticar para classificar”. Para Santos e Lima (2016) avaliar a aprendizagem é (p. 78): • Diagnosticar a qualidade das suas expressões a partir de indicadores, […] construídos coletivamente pelos sujeitos, que permitam aos sujeitos avaliar e ser avaliados; • Estabelecer processos de negociação e redimensionamento de novas ações que promovam mais e melhores experiências de aprendizagem no processo de construção do conhecimento; • Promover mais e melhores expressões de aprendizagem.
  • 7. 7 • Apesar de não existir “a melhor abordagem, a teoria perfeita ou a “solução final”, é necessário estabelecer- se uma base que permita a concepção de novas formas de avaliação, alinhadas com os objetivos de instrução e utilizando os recursos interativos que a tecnologia permite (American Psychological Association, 1993). • Para a avaliação dos processos de aprendizagem em ambientes virtuais de aprendizagem, Santos e Lima (2016) propõem definir “indicadores de qualidade” que ajudem a avaliar os “produtos” dos estudantes, que ocorrem em tempo síncrono (chats, videoconferências) e em tempo diferenciado ou assíncrono (fóruns de discussão, listas, blogs, webfólio), criados coletivamente.
  • 8. 8 Santos e Lima (2016) concluem que ao falar em avaliação na EAD ou na educação online significa que esta avaliação deverá ser utilizada, a nível individual ou coletivo, como um instrumento de: (i) Agregação (ii) Coletivismo (iii) Auto-avaliação (iv) Reflexão (iv) Caráter complementar
  • 9. 9 A avaliação alternativa / autêntica • Uma “avaliação alternativa” ou “autêntica”, (avaliação integrada nos processos de aprendizagem e no desempenho da vida real (Wiggins, 1998)), reconhece o estudante como o principal arquiteto da construção do conhecimento autêntico e útil. • Este tipo de avaliação avalia, por sua vez, o conhecimento do processo e do produto, apoiado por canais de comunicação orientados para o trabalho em grupo, reflexão, pensamento de ordem superior e aprendizagem autónoma (Scardamalia & Bereiter, 1992; Birenbaum, 1999, Reeves, 2000).
  • 10. As características da avaliação autêntica 1 0 Apoio Aprendizagem Construtivista Comunicação Interação Social Aluno Colaboração
  • 11. 1 1 Dada a centralidade do papel do aluno nos novos modelos de aprendizagem, destaca-se o envolvimento dos estudantes nos próprios processos de avaliação em processos de autoavaliação e coavaliação (peer assessment, avaliação pelos pares). A e-avaliação (e-assessment) A e-avaliação está sujeita a interpretações diversas. Romeu Fontanillas, Romero Carbonell, & Guitert Catasús, (2016) consideram-na como sendo qualquer processo de avaliação em que as TIC são utilizadas para apresentar ou realizar atividades de avaliação, armazenar respostas e avaliá-las de diferentes perspetivas: discentes, docentes e instituições.
  • 12. Romeu Fontanillas et al. (2016) propõem o seguinte modelo de avaliaçãodenominado de ‘360º do E- assessment’ 1 2 Estratégica: identifica os elementos-chave do progresso das aprendizagens, com base na aquisição de competências Integral: garante aquisição de competências como um todo e não como um processo segmentado. Holística: considera todos os agentes internos(grupo de trabalho, turma virtual e ciberespaço) para percecionar o trabalho colaborativo como um todo Transversal: afeta todas as atividades relacionadas com a aprendizagem Coerente: confere coerência ao tratar-se de um processo global Dinâmica: assume o processo de aprendizagem como estando em constante mudança
  • 13. Vantagens da e-avaliação observadas no estudo de Romeu Fontanillas et al., 2016 • Os alunos valorizam um modelo de avaliação online e contínua para a aquisição de competências; • Os alunos revelam um elevado nível de satisfação com o facto de estarem ativamente envolvidos no processo de avaliação, pois concluem que tal método promove uma melhor aprendizagem; • A autoavaliação faz com que o aluno se envolva mais no seu processo de aprendizagem; • A coavaliação permite melhorar dinâmicas de grupo (essenciais na aprendizagem colaborativa e educação em rede); • A coavaliação é valorizada desde que sincera, mesmo sem ser positiva; • A avaliação interativa promove uma análise crítica do próprio desempenho, detetando o que pode ser melhorado. 1 3
  • 14. 1 4 A cultura de Aprendizagem • A cultura da aprendizagem é apontada como a nova abordagem de avaliação, conhecida também como a “cultura da avaliação”, em contraste com a “cultura do teste”. • Esta privilegia o desenvolvimento de capacidade de competências como: identificar, selecionar, argumentar, gerir a informação, pensar criticamente e comunicar. • Apoia-se no construtivismo social, ou seja, o estudante é visto como um participante ativo do processo de aprendizagem, autoavaliação e reflexão, colaborando com o professor . • Nesta dimensão, o aluno deve ser avaliado através de várias formas de avaliação, sendo que a avaliação de competências deve contemplar situações práticas reais.
  • 15. 1 5 • Precisamente porque esta cultura privilegia o desenvolvimento de capacidades e competências, torna-se necessário proceder a uma reflexão profunda acerca dos desenvolvimentos no campo da avaliação de competências. • Contudo, dada a complexidade do conceito de competência, é insuficiente avaliar apenas com um único modo de avaliação, sendo que a avaliação de competências deve contemplar situações práticas reais, sejam elas profissionais, de trabalho ou de vida quotidiana. • Embora existam diferentes interpretações, para Gijbels (2011) o conceito de competência abrange “conhecimentos, atitudes, destrezas sociais e aspetos motivacionais em contextos autênticos, relacionados com o trabalho” (p.382) ; • Já Pereira et al. (2009), definem quatro tipos principais de metacompetências: resolução de problemas, trabalho em equipa, metacognição e fluência na utilização das TIC.
  • 16. Abordagem edumétrica • Já se pode constatar que os novos cenários de aprendizagem têm contribuído para a implementação de novas estratégias de avaliação, que contemplam por sua vez diferentes formas para a avaliação de competências; • A psicometria, por exemplo, é uma abordagem que tem vindo a incorporar e redifinir conceitos de validade e de fiabilidade, cujo objetivo é mensurar a aprendizagem e a diferença de indivíduos; em oposição à edumetria que pretende medir a aprendizagem e o desenvolvimento de cada aluno como indivíduo (Brinke, 2008). • Entre as duas, destaca-se a perspectiva edumétrica que “reforça uma visão de avaliação para a aprendizagem em vez da abordagem da avaliação da aprendizagem”. (Pereira et al., pág. 14) 1 6
  • 17. Para os autores que temos vindo a citar (2015, p. 14) a abordagem edumétrica coloca a necessidade do desenho das estratégias de avaliação a ser efetuado em simultâneo com o planeamento da instrução, de modo a assegurar: (i) o envolvimento dos estudantes, em particular no que se refere às metas a atingir, ao empenhamento contínuo nas tarefas e à autorregulação da sua aprendizagem; (ii) o feedback atempado e com impacto nos processos de aprendizagem; e (iii) a interação entre os estudantes acerca da respetiva aprendizagem. 1 7
  • 18. Desafios da avaliação digital • Na educação online, independentemente das estratégias de avaliação adotadas, a tecnologia assume-se como o mecanismo mediador. • Nos seus ambientes de aprendizagem, são possíveis assim diversos modos de avaliação baseados em fóruns, blogues ou trabalho colaborativo, entre outros. • Contudo, um dos maiores desafios reside, não na avaliação propriamente dita, mas nas expressões usadas para referir a avaliação mediada pela tecnologia, que parecem não ter um consenso entre a comunidade académica; • Entre elas: avaliação eletrónica, avaliação online e avaliação digital; • Pereira et al. consideram necessário e importante “especificar o processo de avaliação eletrónica enquanto estratégia de avaliação” (p. 16). 1 8
  • 19. 1 9 • A definição do conceito de avaliação digital deverá incorporar, de acordo com os mesmos teóricos, uma dimensão tecnológica, dirigindo-se simultaneamente para a avaliação de competências. • Neste sentido, a “estratégia de avaliação alternativa digital” é o conceito contemplado para este desígnio e o qual se refere a um conjunto de propostas de avaliação, como o desenho, a execução e o feedback, mediados pelas tecnologias. • Traduz-se numa realidade em que o estudante realiza tarefas que visam a construção pessoal. • Quanto à definição das competências a avaliar esta está também implícita no conceito, sendo da responsabilidade do professor a sua seleção.
  • 20. O caso do Ensino Superior 2 0 Para Pereira, Tinoca, Pinto e Amante, (2015) são quatro as dimensões articuladas entre si que se devem aplicar no desenvolvimento de estratégias de avaliação alternativa digital em ambientes virtuais no âmbito da educação superior: Autenticidade Consistência Transparência Praticabilidade Deriva da necessidade de avaliar competências Relativa ao currículo/processo de ensino e aprendizagem Relacionada com o aluno e com o envolvimento deste no processo de ensino- aprendizagem Derivada das condições e constrangimentos institucionais que afetam as atividades
  • 21. 2 1 Autenticidade Composta por quatro critérios: Similitude – relação entre a estratégia de avaliação e o contexto da vida real de modo a preparar os estudantes para uma situação profissional real; Complexidade - planificação e execução do projeto (à semelhança de uma situação real) que permitirá situar a importância do trabalho a desenvolver e relacioná-lo com os desafios exigidos para a sua resolução; Significância - Estabelece a relação entre a importância e significado do trabalho académico (por parte do docente) em justaposição ao valor acordado pelos estudantes acerca das tarefas de avaliação digital; Adequação - incide-se nas condições para realização das tarefas colaborativas de avaliação digital, desde a gestão do processo até à finalização.
  • 22. 2 2 Consistência Também ela composta por quatro critérios: Multiplicidade de indicadores - uso de métodos de avaliação digital com contextos, momentos e avaliadores variados; Alinhamento instrução-avaliação - onde existem cenários de avaliação digital representativos das situações de aprendizagem e onde se pretende auferir a opinião dos estudantes sobre a avaliação ; Relevância dos critérios - destacando os critérios para a avaliação de competências individuais e coletivas; Alinhamento de competências - coerência entre as competências e o desenho de avaliação.
  • 23. 2 3 Transparência Desdobrando-se em quatro critérios: Visibilidade - apresentação e partilha do processo de aprendizagem; Democratização - respeitante à participação de estudantes na definição dos critérios de avaliação; Envolvimento - disponibilidade dos estudantes na participação das metas de aprendizagem e tarefas propostas; Impacto – representa os efeitos que a estratégia de avaliação digital tem nos processos de aprendizagem e no desenho do programa educacional (Baartman et al., 2007) .
  • 24. 2 4 Praticabilidade A última dimensão compõe-se por três critérios: Custos – onde é enfatizada a noção de tempo e de formação em termos financeiros (quer para docentes quer discentes); Eficiência - relação custo-benefício que as insituições assumem no desenho das estratégias de avaliação; Sustentabilidade – relativo à possibilidade de implementar e sustentar o desenho de avaliação idealizada.
  • 25. Conclusão O que se pode concluir através de toda a revisão da literatura utilizada para esta trabalho é que o envolvimento dos estudantes no processo de avaliação e a reconfiguração do papel do professor são determinantes para o desenvolvimento do novo paradigma educacional que acentua as necessidades do aluno. Assim, atendendo aos novos modelos de aprendizagem, o envolvimento dos estudantes nos próprios processos de avaliação assume-se como uma forma de promoção de aprendizagens efetivas. Por outro lado, a participação dos alunos na avaliação pode ser um meio de eliminar as dificuldades encontradas ao interpretar as avaliações realizadas pelos professores. É necessária também uma abordagem holística, onde o desenvolvimento de estratégias de avaliação acompanhe o desenho instrucional. 2 5
  • 26. 2 6 McLoughlin, C. & Luca, J. (2001). "Quality in Online Delivery: What does it mean for assessment in E-Learning Environments?“ 0 1 Pereira, A., Oliveira, I., Tinoca, L., Pinto, M. C. & Amarante, L. (2015) – Desafios da Avaliação Digital no Ensino Superior. Universidade Aberta – LE@D 0 2 Romeu Fontanillas, T., Romero Carbonell, M., & Guitert Catasús, M. (2016). E-assessment process: giving a voice to online learners. International Journal of Educational Technology in Higher Education, 13(1), 20. 0 3 Santos, E. & Lima, G. A. (2016) - Avaliação da Aprendizagem em Educação Online: co-criação de fundamentos, práticas e dispositivos. In: Amante, L. & Oliveira, I. (Coord.) Avaliação das Aprendizagens: Perspetivas, contextos e práticas. 0 4 Bibliografia Scardamalia, M. & Bereiter, C. (1992). An architecture for collaborative knowledge building. In E.D. Corte, M.C. Linn, H. Mandl, & L. Verschaffel (Eds.), Computer-based learning environments and problem solving (pp. 41-66). Berlin: Springer- Verlag. Birenbaum, M. (1999). Reflective active learning in a graduate course on assessment. Higher Education, Research and Development, 18 (2), 201-219. Gijbels, D. (2011). Assessment of vocational competence in higher education: Reflections and prospects. Assessment & Evaluation in Higher Education, 36(4), 381–383. Brinke, D. (2008). Assessment of prior learning. Maastricht: the Netherlands: Datawyse. Baartman, L.K.J., Bastiaens, T.J., Kirschner, P.A. & Vleuten, C. (2007). Evaluating assessment quality in competence-based education: A qualitative comparison of two frameworks. Educational Research Review, 2, 114-129 0 5 0 6 0 7 0 8 0 9
  • 27. 2 7 1. "Laptop, Pencil, Office, Developer, Table" by UzbekIL is licensed under CC BY 4.0 6. "Device, Mobile, Laptop, Computer, Ui, Phone, It" by artsvector is licensed under CC BY 4.0 2. "Man Businessman Style Geometric Flat Basic Line" by GraphicMama-team is licensed under CC BY 4.0 3. "E-learning Certificate" by LeanForward lf is licensed under CC BY 4.0 Índice de Figuras 4. "User Avatars" by User Insights is licensed under CC BY 3.0 5. "Kameleon Free Pack - Rounded" by Webalys is licensed under CC BY 3.0 12. "Promote, Speaker, Megaphone, Hold" by Joe The Goat Farmer is licensed under CC BY 4.0 7. “E-learning Tablet” by LeanForward lf is licensed under CC BY 4.0 13. "Laptop Computer Portable Pc Technology Desktop" by Sara_Torda is licensed under CC BY 4.0 11. "Working on a MacBook" by Viktor Hanacek is licensed under CC BY 4.0 10. "presentation gui e learning course lms" by Sandra Schön is licensed under CC BY 4.0 8. "Cloud Computing Cloud Device Data Media Digital" by JuralMin is licensed under CC BY 4.0 2.1. "Icon Bulb Light Idea" by IconCraftsman_com is licensed under CC BY 4.0 9. “E-learning Tablet” by LeanForward lf is licensed under CC BY 4.0