RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS 
AULA 12 – Capítulo 6 – Flexão 
1
Flexão 
Fibras longitudinais típicas 
2 
Linha Elástica 
Superfície Neutra 
Plano Longitudinal de 
Simetria
Flexão - Viga Deformada 
A linha elástica forma um 
arco circular 
Seções planas 
Centro de Curvatura 
3 
permanecem planas 
(Bernoulli) 
Linha 
Elástica
Equação Deformação- Deslocamento 
y 
( x 
) 
( x ) 
= 
raio de curvatura 
= - 
r 
r 
e x 
Compressão 
4 
curvatura 
1 
= = 
r 
k 
Tração
Deformação e Curvatura 
r decresce, curvatura e deformação crescem 
5
Distribuição de deformação 
Compressão 
Compressão 
(ex negativa) 
Tração 
(ex positiva) 
6 
Tração 
Hipóteses relativas a tensão atuante 
1. Comportamento do Material: linearmente elástico 
2. Material é isotrópico 
3. Material segue a lei de Hooke 
4. As tensões transversais podem ser desprezadas em relação as 
tensões de flexão (longitudinais).
Distribuição de tensão 
Superfície 
Compressão 
Tração 
M Positivo 
M negativo Tração 
Compressão 
Fórmulas para distribuição de Tensão 
= = - 
x x x 
r 7 
s 
r 
s e e 
y 
y 
E 
E 
x 
= - 
Neutra 
plano (xz)
Distribuição de tensão 
x y 0 
8 
Resultantes de Tensão 
( ) 
∫ 
= 
F x σ dA 
( ) = - 
∫ 
A 
x 
A 
x 
M x yσ dA 
( ) 
∫ 
( ) ∫ 
= - = 
r 
= 
A 
A 
dA 
E 
M 
dA 
E 
F 
x y2 
r 
s Ey 
r 
x = -
Determinação da Superfície Neutra 
(ou Eixo Neutro) 
Compressão 
acima do EN 
Centróide da 
9 
( ) 
y 0 
= - = 
x y 0 
y y 
⇒ = 
 
  
 
  
 
= 
∫ 
∫ 
dA A 
dA 
E 
F 
A 
A r 
A superfície neutra 
passa através do 
centróide da seção 
transversal da viga 
indeformada. 
seção transversal 
Tração abaixo 
do EN 
Eixo Neutro da 
seção transversal 
(eixo z’) 
Superfície 
Neutra 
(plano xz)
Relação Momento Curvatura 
Compressão 
acima do EN 
Centróide da 
seção transversal 
Eixo Neutro da 
10 
Tração abaixo 
do EN 
seção transversal 
(eixo z’) 
Superfície 
Neutra 
(plano xz) 
( ) 
∫ 
∫ 
= 
= 
A 
E 
2 
z 
A 
2 
I y dA 
y dA 
ρ 
M x 
= z = 
M z 
EI κ 
EI 
ρ 
My 
z 
σ = - 
x I
Compressão 
acima do EN 
Centróide da 
seção transversal 
Tração abaixo 
do EN 
Eixo Neutro da 
seção transversal 
(eixo z’) 
Superfície 
Neutra 
(plano xz) 
Propriedades de Seções Transversais 
11 
Centróide Posição do eixo neutro 
Momento de Inércia Determinação da tensão 
normal atuante
REVISÃO SOBRE CARACTERÍSTICAS 
GEOMÉTRICAS DE SEÇÕES PLANAS 
•Centróide de uma área 
•Momento estático 
•Momento de inércia (momentos de inércia, polar e 
mmiissttoo)) 
•Teorema dos eixos paralelos 
•Variação dos Momentos de inércia com orientação 
dos eixos 
12
Centróide de uma área 
y 
Coordenadas do centróide 
= 
∫A y dA 
y 
= 
∫A z dA 
z 
13 
z C ∫ 
z 
z 
y 
dA 
y 
A dA 
∫ 
A dA 
Momento Estático (primeiro 
momento da área) 
= ∫ y dA z Q = ∫z dA y Q
Centróide de uma área 
Notas Importantes 
•Eixos centrais - Eixos que passam pelo centróide da seção 
•Dimensão do Momento Estático ⇒ [L]3 
•Sinal do Momento Estático ⇒ Positivo, Negativo ou Nulo 
14 
•O Momento Estático relativo ao eixo central é nulo 
Seções com Simetria 
C C 
Dupla 
C 
y C 
z 
Simples 
C 
Em relação a um 
ponto
Momento de Inércia da Seção 
Momento de Inércia em relação ao eixo y e z 
y = ∫ I y dA 
I z dA 
A 
2 
A 
2 
z = ∫ 
Momento de Polar de Inércia 
J ρ dA 
2 = ∫ 
A 
y 
z C 
15 
z 
y 
z dA 
y 
r 
Sabemos porém que: r2 = y2 + z2 
2 = ∫ + 
J (y z2 ) dA 
A 
Produto de Inércia (Momento de Inércia 
Misto) 
Notas : 
I yz dA 
yz ∫A = 
Dimensão - [L]4 
Iy , Iz e J sempre positivos - Iyz positivo, negativo ou nulo
Teorema dos Eixos Paralelos (Steiner) 
z0 
y0 
dA 
y0 
C 
Da figura ao lado obtém-se : y y a 1 0 = + 
O momento de inércia em relação ao eixo 
y1 é dado por: 
I = ∫ y dA = 
A 
2 
z1 1 
(a + y 2 
∫ A 
0 
) dA = 
y1 
a y1 
z1 
2 
2 
z1 = ∫ + ∫ + ∫ 
I a dA 2ay dA y dA 
A A 0 0 
a2A zero 
z0 I 
z0 
I 2 
z1 = a A + I 
A 
“O momento de inércia, relativo a um eixo arbitrário, é igual ao momento de 
inércia relativo ao eixo central, paralelo ao primeiro, mais o produto da área 
da seção pelo quadrado da distância entre os eixos” 16
Teorema dos Eixos Paralelos para o Produto de 
Inércia 
Da figura ao lado obtém-se : 
I = ∫ y z dA = 
z z a 1 0 = + 
O produto de inércia em relação aos eixos 
y1 e z1 é dado por: 
∫ (b + y )(a + z ) dA = 
A 0 0 
y0 
dA 
C 
b 
z1 
y0 
z0 
a 
y y b 1 0 = + 
z0 
y1 
A 1 1 
y 
Z 
1 
1 
I ab dA b z dA a y dA y z dA 
y1z1 A A 0 A 0 A 0 0 = ∫ + ∫ + ∫ + ∫ 
abA zero y0z0 I 
y1z1 y0z0 I = abA+ I 
y1 
z1 
zero 
“O produto de inércia, relativo a um par de eixos arbitrários, é igual ao 
produto de inércia relativo aos eixos centrais, paralelos aos primeiros, mais o 
produto da área da seção pelas distâncias entre os eixos” 17
Momento de Inércia de Seções Simples 
Retângulo 
y0 
dy 
dA = b.dy 
h 2 
z0 ∫ ∫+ 
I y dA b y dy 
h 2 
2 
A 
2 
- 
= = 
18 
C 
h z0 
b 
y 
bh 
12 
bz 
3 
I 
3 
h 2 
h 2 
3 
+ 
z0 = = 
- 
De forma equivalente, tem-se: 
hb 
12 
I 
3 
y0 =
Produto de Inércia de um Retângulo 
Retângulo 
y0 
dA = dy.dz 
/ 2 
/ 2 
/ 2 2 
/ 2 
2 2 
y z I yzdA yz dz dy 
h 2 
b 2 
b 2 
A 
0 0 
b 
b 
h 
h 
h 
y z 
+ 
- 
+ 
- 
+ 
- 
+ 
- 
= ∫ = ∫ ∫ = 
dy 
dz 
19 
h z0 
b 
= 0 y0z0 I 
O produto de inércia de um retângulo em 
relação ao seu eixo central é igual a zero. 
C 
y 
z
Momento de Inércia de Seções Simples 
Círculo 
dA = 2πr dρ 
O momento polar de inércia é dado por : 
2 r πr 
4 3 
πD 
4 = ∫ = ∫ = = 
J ρ dA 2π ρ dρ 
z 
y0 
r 
dr 
r 
20 
32 
2 
0 
A 
Sabe-se que 
E que para o círculo 
z0 
D 
y0 z0 J = I + I 
y0 z0 I = I 
πD 
64 
J 
2 
2I J I I 
4 
z0 z0 y0 =  = = =
Momento de Inércia de Seções Simples 
Anel 
O momento polar de inércia é dado por : 
y0 J = ∫ ρ dA = 2π ∫ ρ dρ 
= 
π(r r ) π(D D ) 
J 
4 
i 
4 
e 
4 
i 
4 
r 
r 
3 
A 
2 
e 
e 
i 
= 
- 
- 
= 
E que para o anel 
=  = = = e - i π D D 
= e - 
i 21 
2 32 
z0 
De 
re 
ri 
Di ( ) ( ) 
64 
π r r 
4 
J 
2 
2I J I I 
4 4 4 4 
z0 z0 y0 
y0 z0 I = I
h 
2h/3 
Momento de Inércia de Seções Simples 
Triângulo 
by 
y D 
by 
=  = ⇒ = 
1 1 1 dy 
1 
h 
dA 
h 
D 
b 
h 
O momento de inércia em relação ao eixo y1 é 
dado por : 
bh 
z1 1 4 
Utilizando o teorema dos eixos paralelos temos: 
z = ∫ = ∫ y dy 
= 
b 
h 
I y dA 
3 
h 3 
2 
z1 
D 
y1 
dy1 
bh 
12 
bh 
z1 z0 0 1 = + ×  = - × 
bh 
bh 
2h 
bh 
 
  = - 
 = + ×  = + 
z2 z0 2 × =  
2 
h 
3 
bh 
36 
I I a A I 
3 2 3 
z 
2 
 
 
22 
h/3 C 
b 
0 1 
1 
A 
z0 
z2 
I I a A I I a2 A 
z z 
2 
36 
2 
3 
4 
I 
3 2 3 
z0 = × 
Variação do Momento de Inércia ao girar Eixos 
y 
dA z 
y 
E 
a C 
F 
Momento de Inércia em relação ao eixo y e z 
y = ∫ I y dA 
I z dA 
A 
2 
A 
2 
z = ∫ 
Momento de Inércia em relação ao eixo y1 e z1 
y1 A 1 
∫ y I z2 dA 
y = I y2 dA 
z = ∫ 
1 
B 
23 
a A 
z 
O 
z z1 A Relação entre os eixos coordenados 
OC OE EC OE AF 1 z = = + = + 
OA cosα AB senα 1 z = + 
z y 
BC BF AE 1 y = = - 
AB cosα OA senα 1 y = - 
y z 
y y cosa z sena 1 = - z z cosa ysena 1 = +
Variação do Momento de Inércia ao girar Eixos 
Relação entre os eixos coordenados 
y y cosa z sena 1 z z cosa ysena = - 1 = + 
Momento de Inércia em relação ao eixo y1 
y1 1 = ∫ = ∫ + 
I z 2 
dA (z cosα ysen α)2 dA 
A A 
y1 = ∫ + ∫ + ∫ 
2 2 
2 2 
I cos α z dA 2senαcosα yz dA sen α y dA 
A 
A A 
24 
Iy Iyz Iz 
y1 = y + 2 
+ 
I I cos α I z 
sen α 2I yz 
cosαsenα 2 
Utilizando-se as seguintes relações trigonométricas, obtém-se: 
cos 2 = + 2 1 - cos2α 
α = = 
y z y z 
1 cos2α 
y1 + 
I yz 
cos2α I sen2α 
I I 
2 
I I 
2 
- 
+ 
+ 
= 
; 2cosαsenα sen2α 
2 
; sen α 
2
Variação do Momento de Inércia ao girar Eixos 
Relação entre os eixos coordenados 
y y cosa z sena 1 = - 
Momento de Inércia em relação ao eixo z1 
z1 1 = ∫ = ∫ - 
I y 2 
dA (y cosα zsen α)2 dA 
A A 
I cos2α y2 dA 2senαcosα yz dA sen2α z2 dA 
= ∫ - ∫ + ∫ 
25 
2 2 
2 2 
cos α y sen α z A 
A A 
z1 Iz Iyz Iy 
z1 = z + 2 
- 
I I cos α I y 
sen α 2I yz 
cosαsenα 2 
Utilizando-se as seguintes relações trigonométricas, obtém-se: 
cos 2 = + 2 1 - cos2α 
α = = 
y z z y 
1 cos2α 
z1 - 
I yz 
cos2α I sen2α 
I I 
2 
I I 
2 
- 
+ 
+ 
= 
; 2cosαsenα sen2α 
2 
; sen α 
2
Variação do Produto de Inércia ao girar Eixos 
Relação entre os eixos coordenados 
y y cosa z sena 1 z z cosa ysena = - 1 = + 
(y z )(z y )dA 
A 
Produto de Inércia 
I y z dA cosa sena cosa sena 
y1z1 A 1 1 = ∫ = ∫ - + 
I senαcosα z dA (cos α sen α) yz dA senαcosα y dA 
y1z1 = - ∫ + - ∫ + ∫ 
A 
2 
2 2 2 
A A 
Iy Iyz Iz 
26 
I (I I )(cosαsen ) I (cos2α sen2α) 
y1z1 z y yz = - a + - 
Utilizando-se as seguintes relações trigonométricas, obtém-se: 
cos α 2 = + 2 = - = 
- 
z y 
1 cos2α 
1 cos2α 
y1z1 + 
I yz 
sen2α I cos2α 
I I 
2 
= 
; 2cosαsenα sen2α 
2 
; sen α 
2
Resumo das Principais Relações 
y z y z 
y1 + 
I yz 
cos2α I sen2α (*) 
I I 
2 
I I 
2 
- 
+ 
+ 
= 
y z y z 
z1 - 
I yz 
cos2α I sen2α (**) 
I I 
2 
I I 
2 
- 
- 
+ 
= 
- 
27 
y z 
y1z1 + 
I yz 
sen2α I cos2α (***) 
I I 
2 
= - 
O momento polar de inércia é dado por : 
y1 z1 J = I + I 
Somando-se (*) com (**), tem-se : 
1 1 = + = + 
y z y z J I I I I
y z y z 
z1 - 
I yz 
cos2α I sen2α (*) 
I I 
2 
I I 
2 
- 
- 
+ 
= 
Momentos Principais de Inércia 
Eixos principais de inércia são aqueles para os quais os momentos 
de inércia Iy1 e Iz1 assumem valores máximos e mínimos 
Derivando-se a expressão acima em relação a a e igualando-se a zero 
28 
 
 - 
= 
z1 y z - =   
sen2α 2I cos2α 0 
I I 
2 
2 
dI 
dα 
yz 
 
  
 
 
  
I 
yz 
 - 
  
= 
I I 
2 
2 
y z 
p tg a 
I 
Iyz 
Iyz 
2a’ 
p 
(Iy- Iz)/2 
2a” 
p
 
 
 
     
 
 
  
 
 - 
yz 
I I 
 - 
   
= 
 
+   
  
= 
I I 
y z 
2 
yz 
2 
y z 
2 
cos2α' 
I 
2 
I 
sen2 ' 
Para ' 
a 
a 
Momentos Principais de Inércia 
Supondo-se (Iy-Iz) e Iyz positivos 
I 
Iyz 
Iyz 
2a” 
2a’ 
29 
    
 
+   
 - 
  
2 
yz 
2 
I I 
y z I 
2 
I I 
I I 
( ) y z y z 
cos2 I 2 (*) 
z1 a a - sen a 
I yz 
2 
2 
- 
- 
+ 
= 
 - 
I I 
I I 
 
( ) 2 
yz 
2 
y z y z 
1 +   
y I 
2 
2 
I ' 
 
  
 
- 
+ 
a = 
p 
(Iy- Iz)/2 
p
Momentos Principais de Inércia 
Supondo-se (Iy-Iz) e Iyz positivos 
 
     
 
 
 
  
yz 
 
- I 
 - 
I I 
 - 
- 
  
+   
  
= 
I I 
y z 
2 
yz 
2 
y z 
2 
I 
2 
sen2 " 
Para " 
a 
a 
I 
Iyz 
Iyz 
2a ” p 
2a’ 
30 
     
 
 
+   
 - 
  
= 
2 
yz 
2 
I I 
y z I 
2 
cos2a " 
I I 
I I 
( ) y z y z 
cos2 I 2 (*) 
z1 a a - sen a 
I yz 
2 
2 
- 
- 
+ 
= 
( ) 2 
yz 
2 
 - 
I I 
I I 
y z y z 
 
" I +   
z1 I 
2 
2 
 
  
 
+ 
+ 
a = 
p 
(Iy- Iz)/2
Momentos Principais de Inércia 
Notas Importantes 
•Para  a’ e  a” o produto de inércia Iy1z 1 é zero 
•O produto de inércia em relação a qualquer eixo de simetria é zero 
•Qualquer eixo de simetria representa um eixo principal de inércia 
•Os momentos principais de inércia e suas respectivas orientações 
podem ser determinadas de forma conveniente através de um processo 
gráfico conhecido por Círculo de Mohr 
31
Círculo de Mohr para Momentos de Inércia 
y z y z 
z1 a - sen a 
I yz 
cos2 I 2 (**) 
I I 
2 
I I 
2 
- 
= - 
+ 
- 
- 
y z 
y1z1 = - sen 
a + a 
I yz 
2 I cos 2 (***) 
I I 
2 
Elevando-se ambas equações ao quadrado e somando-as : 
a r 
32 
2 
yz 
2 
 - 
= +   
 
I I 
2 y z 
y z 
2 
 + 
I I 
y z 
 
z I 
2 
I 
2 
I 
1 1 1 +   
 
  
 
 
  
 
- 
ou 
( ) 2 
I - a + I 2 y z 
= r 
2 
z1 1 1 
Equação do Círculo 
( )2 ( )2 2 x - a + y - b = r 
b 
x 
y 
a 
r 
Iy1 
Iy1z1
Exemplo 
10 mm 
Determinação do centróide de áreas 
compostas - Procedimento 
•Estabelecer um sistema de eixos y, z 
•Decompor em áreas simples 
•Determinar centróide das áreas simples 
•Calcular centróide da seção composta 
33 
50 mm 
100 mm 
10 mm
Exemplo 
A1 
10 mm 
y 
y1 
∫ +∫ 
= 
y dA y dA 
y dA 
z1 ∫ 
∫ +∫ 
=∫ 
A2 
2 
A1 
1 
A2 
2 
A1 
1 
dA dA 
dA 
y 
37,14mm 
= 
× × + × × 
100 10 50 40 10 5 
y = 
× + × 
100 10 40 10 
10 mm 
50 mm 
y1 
∫ +∫ 
= 
z dA z dA 
∫ + ∫ 
z dA 
∫ 
= × × + × × 
100 10 5 40 10 30 
z = 
× + × 
34 A2 
100 mm 
z 
z1 
y2 
z2 
y2 
z2 
12,14mm 
100 10 40 10 
= ∫ 
A2 
2 
A1 
1 
A2 
2 
A1 
1 
dA dA 
dA 
z
Exemplo (cont.) 
y1 y0 
10 mm 
z =12,14 mm 
Momento de Inércia em relação ao eixo y0 
2 
2 
0 1 2 = + + + 
1 y 2 
2 
y y 1 I I a A I a A 
Momento de Inércia em relação ao eixo z0 
I = I + b2A + I + b2A 
Produto de Inércia em relação aos eixos y0 z0 
35 
y2 
50 mm 
100 mm 
10 mm 
z1 
a1 
b1 
z0 
y =37,14 mm 
z2 
a2 b2 
2 
2 
1 z 2 
2 
z 1 b A b A 
0 1 2 z 
0 0 
0 0 1 1 2 2 = + + + y z y z y z 
1 1 1 2 2 2 I I a b A I a b A
Momento de Inércia em relação ao eixo z0 
40 103 (50 37,14)2(100 10) 
10 1003 
z0 I = × + - × + × + - × 
1415238,1mm4 
z0 I = 
(37,14 5)2(40 10) 
12 
12 
Exemplo (cont.) 
Momento de Inércia em relação ao eixo y0 
10 mm 
y1 
y0 
36 
10 403 (12,14 5)2(100 10) 
100 103 
y0 I = × + - × + × + - × 
240238,1mm4 
y0 I = 
(30 12,14)2(40 10) 
12 
12 
Produto de Inércia em relação aos eixos y0 z0 
y0z0 I = - - - × × + - - × × 
321428,6mm4 
y0z0 I = - 
(50 37,14)(12,14 5) 10 100 (37,14 5)(12,14 30) 40 10 
50 mm 
100 mm 
10 mm 
z1 
a1 
b1 
z0 
z =12,14 mm 
y =37,14 mm 
y2 
z2 
b2 a2
Exemplo (cont.) 
Círculo de Mohr 
Centro do Círculo a= (Iy0+Iz0)/2=(2,40+14,2)/2x105=8,3x105 mm4 
Ponto de Controle A - coordenadas (14.15x105,-3.21x105) 
Iyz(x105) 
37 
x10 ) 
r = (14.15-8.3)2 +(3.2)2 x105 =6.7x105 
I(x105) 
r 
Imáx= a + r = (8.3+6.7)x105=15 x105mm4 
A=(14.2,-3.2) 
a
Exemplo (cont.) - Variação do Momento de 
Inércia com orientação dos eixos 
VARIAÇÃO DO MOMENTO DE INÉRCIA E PRODUTO DE INÉRCIA COM A ORIENTAÇÃO DOS EIXOS 
2000000 
1500000 
1000000 
MOMENTO DE INÉRCIA (mm4) 
I'y 
I'z 
I'yz 
38 
500000 
0 
-500000 
-1000000 
0 30 60 90 120 150 180 210 240 270 300 330 360 
ÂNGULO (GRAUS)
7,0E+05 
6,0E+05 
5,0E+05 
4,0E+05 
3,0E+05 
2,0E+05 
1,0E+05 
0,0E+00 
0,0E+0 
-1,0E+05 
-2,0E+05 
-3,0E+05 
-4,0E+05 
-5,0E+05 
-6,0E+05 
-7,0E+05 
0 
1,0E+0 
5 
2,0E+0 
5 
3,0E+0 
5 
4,0E+0 
5 
5,0E+0 
5 
6,0E+0 
5 
7,0E+0 
5 
8,0E+0 
5 
9,0E+0 
5 
1,0E+0 
6 
1,1E+0 
6 
1,2E+0 
6 
1,3E+0 
6 
1,4E+0 
6 
1,5E+0 
6 
1,6E+0 
6 
1,7E+0 
6 
1,8E+0 
6 
1,9E+0 
6 
2,0E+0 
6 
2,1E+0 
6 
2000000 
1500000 
I'y 
I'yz 
1000000 
500000 
0 
-500000 
0 30 60 90 120 150 180 210 240 270 300 330 360 
-1000000 39 
ÂNGULO (GRAUS)

Resistência dos Materiais II

  • 1.
    RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS AULA 12 – Capítulo 6 – Flexão 1
  • 2.
    Flexão Fibras longitudinaistípicas 2 Linha Elástica Superfície Neutra Plano Longitudinal de Simetria
  • 3.
    Flexão - VigaDeformada A linha elástica forma um arco circular Seções planas Centro de Curvatura 3 permanecem planas (Bernoulli) Linha Elástica
  • 4.
    Equação Deformação- Deslocamento y ( x ) ( x ) = raio de curvatura = - r r e x Compressão 4 curvatura 1 = = r k Tração
  • 5.
    Deformação e Curvatura r decresce, curvatura e deformação crescem 5
  • 6.
    Distribuição de deformação Compressão Compressão (ex negativa) Tração (ex positiva) 6 Tração Hipóteses relativas a tensão atuante 1. Comportamento do Material: linearmente elástico 2. Material é isotrópico 3. Material segue a lei de Hooke 4. As tensões transversais podem ser desprezadas em relação as tensões de flexão (longitudinais).
  • 7.
    Distribuição de tensão Superfície Compressão Tração M Positivo M negativo Tração Compressão Fórmulas para distribuição de Tensão = = - x x x r 7 s r s e e y y E E x = - Neutra plano (xz)
  • 8.
    Distribuição de tensão x y 0 8 Resultantes de Tensão ( ) ∫ = F x σ dA ( ) = - ∫ A x A x M x yσ dA ( ) ∫ ( ) ∫ = - = r = A A dA E M dA E F x y2 r s Ey r x = -
  • 9.
    Determinação da SuperfícieNeutra (ou Eixo Neutro) Compressão acima do EN Centróide da 9 ( ) y 0 = - = x y 0 y y ⇒ =        = ∫ ∫ dA A dA E F A A r A superfície neutra passa através do centróide da seção transversal da viga indeformada. seção transversal Tração abaixo do EN Eixo Neutro da seção transversal (eixo z’) Superfície Neutra (plano xz)
  • 10.
    Relação Momento Curvatura Compressão acima do EN Centróide da seção transversal Eixo Neutro da 10 Tração abaixo do EN seção transversal (eixo z’) Superfície Neutra (plano xz) ( ) ∫ ∫ = = A E 2 z A 2 I y dA y dA ρ M x = z = M z EI κ EI ρ My z σ = - x I
  • 11.
    Compressão acima doEN Centróide da seção transversal Tração abaixo do EN Eixo Neutro da seção transversal (eixo z’) Superfície Neutra (plano xz) Propriedades de Seções Transversais 11 Centróide Posição do eixo neutro Momento de Inércia Determinação da tensão normal atuante
  • 12.
    REVISÃO SOBRE CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS DE SEÇÕES PLANAS •Centróide de uma área •Momento estático •Momento de inércia (momentos de inércia, polar e mmiissttoo)) •Teorema dos eixos paralelos •Variação dos Momentos de inércia com orientação dos eixos 12
  • 13.
    Centróide de umaárea y Coordenadas do centróide = ∫A y dA y = ∫A z dA z 13 z C ∫ z z y dA y A dA ∫ A dA Momento Estático (primeiro momento da área) = ∫ y dA z Q = ∫z dA y Q
  • 14.
    Centróide de umaárea Notas Importantes •Eixos centrais - Eixos que passam pelo centróide da seção •Dimensão do Momento Estático ⇒ [L]3 •Sinal do Momento Estático ⇒ Positivo, Negativo ou Nulo 14 •O Momento Estático relativo ao eixo central é nulo Seções com Simetria C C Dupla C y C z Simples C Em relação a um ponto
  • 15.
    Momento de Inérciada Seção Momento de Inércia em relação ao eixo y e z y = ∫ I y dA I z dA A 2 A 2 z = ∫ Momento de Polar de Inércia J ρ dA 2 = ∫ A y z C 15 z y z dA y r Sabemos porém que: r2 = y2 + z2 2 = ∫ + J (y z2 ) dA A Produto de Inércia (Momento de Inércia Misto) Notas : I yz dA yz ∫A = Dimensão - [L]4 Iy , Iz e J sempre positivos - Iyz positivo, negativo ou nulo
  • 16.
    Teorema dos EixosParalelos (Steiner) z0 y0 dA y0 C Da figura ao lado obtém-se : y y a 1 0 = + O momento de inércia em relação ao eixo y1 é dado por: I = ∫ y dA = A 2 z1 1 (a + y 2 ∫ A 0 ) dA = y1 a y1 z1 2 2 z1 = ∫ + ∫ + ∫ I a dA 2ay dA y dA A A 0 0 a2A zero z0 I z0 I 2 z1 = a A + I A “O momento de inércia, relativo a um eixo arbitrário, é igual ao momento de inércia relativo ao eixo central, paralelo ao primeiro, mais o produto da área da seção pelo quadrado da distância entre os eixos” 16
  • 17.
    Teorema dos EixosParalelos para o Produto de Inércia Da figura ao lado obtém-se : I = ∫ y z dA = z z a 1 0 = + O produto de inércia em relação aos eixos y1 e z1 é dado por: ∫ (b + y )(a + z ) dA = A 0 0 y0 dA C b z1 y0 z0 a y y b 1 0 = + z0 y1 A 1 1 y Z 1 1 I ab dA b z dA a y dA y z dA y1z1 A A 0 A 0 A 0 0 = ∫ + ∫ + ∫ + ∫ abA zero y0z0 I y1z1 y0z0 I = abA+ I y1 z1 zero “O produto de inércia, relativo a um par de eixos arbitrários, é igual ao produto de inércia relativo aos eixos centrais, paralelos aos primeiros, mais o produto da área da seção pelas distâncias entre os eixos” 17
  • 18.
    Momento de Inérciade Seções Simples Retângulo y0 dy dA = b.dy h 2 z0 ∫ ∫+ I y dA b y dy h 2 2 A 2 - = = 18 C h z0 b y bh 12 bz 3 I 3 h 2 h 2 3 + z0 = = - De forma equivalente, tem-se: hb 12 I 3 y0 =
  • 19.
    Produto de Inérciade um Retângulo Retângulo y0 dA = dy.dz / 2 / 2 / 2 2 / 2 2 2 y z I yzdA yz dz dy h 2 b 2 b 2 A 0 0 b b h h h y z + - + - + - + - = ∫ = ∫ ∫ = dy dz 19 h z0 b = 0 y0z0 I O produto de inércia de um retângulo em relação ao seu eixo central é igual a zero. C y z
  • 20.
    Momento de Inérciade Seções Simples Círculo dA = 2πr dρ O momento polar de inércia é dado por : 2 r πr 4 3 πD 4 = ∫ = ∫ = = J ρ dA 2π ρ dρ z y0 r dr r 20 32 2 0 A Sabe-se que E que para o círculo z0 D y0 z0 J = I + I y0 z0 I = I πD 64 J 2 2I J I I 4 z0 z0 y0 = = = =
  • 21.
    Momento de Inérciade Seções Simples Anel O momento polar de inércia é dado por : y0 J = ∫ ρ dA = 2π ∫ ρ dρ = π(r r ) π(D D ) J 4 i 4 e 4 i 4 r r 3 A 2 e e i = - - = E que para o anel = = = = e - i π D D = e - i 21 2 32 z0 De re ri Di ( ) ( ) 64 π r r 4 J 2 2I J I I 4 4 4 4 z0 z0 y0 y0 z0 I = I
  • 22.
    h 2h/3 Momentode Inércia de Seções Simples Triângulo by y D by = = ⇒ = 1 1 1 dy 1 h dA h D b h O momento de inércia em relação ao eixo y1 é dado por : bh z1 1 4 Utilizando o teorema dos eixos paralelos temos: z = ∫ = ∫ y dy = b h I y dA 3 h 3 2 z1 D y1 dy1 bh 12 bh z1 z0 0 1 = + × = - × bh bh 2h bh    = -  = + × = + z2 z0 2 × =  2 h 3 bh 36 I I a A I 3 2 3 z 2   22 h/3 C b 0 1 1 A z0 z2 I I a A I I a2 A z z 2 36 2 3 4 I 3 2 3 z0 = × 
  • 23.
    Variação do Momentode Inércia ao girar Eixos y dA z y E a C F Momento de Inércia em relação ao eixo y e z y = ∫ I y dA I z dA A 2 A 2 z = ∫ Momento de Inércia em relação ao eixo y1 e z1 y1 A 1 ∫ y I z2 dA y = I y2 dA z = ∫ 1 B 23 a A z O z z1 A Relação entre os eixos coordenados OC OE EC OE AF 1 z = = + = + OA cosα AB senα 1 z = + z y BC BF AE 1 y = = - AB cosα OA senα 1 y = - y z y y cosa z sena 1 = - z z cosa ysena 1 = +
  • 24.
    Variação do Momentode Inércia ao girar Eixos Relação entre os eixos coordenados y y cosa z sena 1 z z cosa ysena = - 1 = + Momento de Inércia em relação ao eixo y1 y1 1 = ∫ = ∫ + I z 2 dA (z cosα ysen α)2 dA A A y1 = ∫ + ∫ + ∫ 2 2 2 2 I cos α z dA 2senαcosα yz dA sen α y dA A A A 24 Iy Iyz Iz y1 = y + 2 + I I cos α I z sen α 2I yz cosαsenα 2 Utilizando-se as seguintes relações trigonométricas, obtém-se: cos 2 = + 2 1 - cos2α α = = y z y z 1 cos2α y1 + I yz cos2α I sen2α I I 2 I I 2 - + + = ; 2cosαsenα sen2α 2 ; sen α 2
  • 25.
    Variação do Momentode Inércia ao girar Eixos Relação entre os eixos coordenados y y cosa z sena 1 = - Momento de Inércia em relação ao eixo z1 z1 1 = ∫ = ∫ - I y 2 dA (y cosα zsen α)2 dA A A I cos2α y2 dA 2senαcosα yz dA sen2α z2 dA = ∫ - ∫ + ∫ 25 2 2 2 2 cos α y sen α z A A A z1 Iz Iyz Iy z1 = z + 2 - I I cos α I y sen α 2I yz cosαsenα 2 Utilizando-se as seguintes relações trigonométricas, obtém-se: cos 2 = + 2 1 - cos2α α = = y z z y 1 cos2α z1 - I yz cos2α I sen2α I I 2 I I 2 - + + = ; 2cosαsenα sen2α 2 ; sen α 2
  • 26.
    Variação do Produtode Inércia ao girar Eixos Relação entre os eixos coordenados y y cosa z sena 1 z z cosa ysena = - 1 = + (y z )(z y )dA A Produto de Inércia I y z dA cosa sena cosa sena y1z1 A 1 1 = ∫ = ∫ - + I senαcosα z dA (cos α sen α) yz dA senαcosα y dA y1z1 = - ∫ + - ∫ + ∫ A 2 2 2 2 A A Iy Iyz Iz 26 I (I I )(cosαsen ) I (cos2α sen2α) y1z1 z y yz = - a + - Utilizando-se as seguintes relações trigonométricas, obtém-se: cos α 2 = + 2 = - = - z y 1 cos2α 1 cos2α y1z1 + I yz sen2α I cos2α I I 2 = ; 2cosαsenα sen2α 2 ; sen α 2
  • 27.
    Resumo das PrincipaisRelações y z y z y1 + I yz cos2α I sen2α (*) I I 2 I I 2 - + + = y z y z z1 - I yz cos2α I sen2α (**) I I 2 I I 2 - - + = - 27 y z y1z1 + I yz sen2α I cos2α (***) I I 2 = - O momento polar de inércia é dado por : y1 z1 J = I + I Somando-se (*) com (**), tem-se : 1 1 = + = + y z y z J I I I I
  • 28.
    y z yz z1 - I yz cos2α I sen2α (*) I I 2 I I 2 - - + = Momentos Principais de Inércia Eixos principais de inércia são aqueles para os quais os momentos de inércia Iy1 e Iz1 assumem valores máximos e mínimos Derivando-se a expressão acima em relação a a e igualando-se a zero 28   - = z1 y z - =   sen2α 2I cos2α 0 I I 2 2 dI dα yz        I yz  -   = I I 2 2 y z p tg a I Iyz Iyz 2a’ p (Iy- Iz)/2 2a” p
  • 29.
                  - yz I I  -    =  +     = I I y z 2 yz 2 y z 2 cos2α' I 2 I sen2 ' Para ' a a Momentos Principais de Inércia Supondo-se (Iy-Iz) e Iyz positivos I Iyz Iyz 2a” 2a’ 29      +    -   2 yz 2 I I y z I 2 I I I I ( ) y z y z cos2 I 2 (*) z1 a a - sen a I yz 2 2 - - + =  - I I I I  ( ) 2 yz 2 y z y z 1 +   y I 2 2 I '     - + a = p (Iy- Iz)/2 p
  • 30.
    Momentos Principais deInércia Supondo-se (Iy-Iz) e Iyz positivos            yz  - I  - I I  - -   +     = I I y z 2 yz 2 y z 2 I 2 sen2 " Para " a a I Iyz Iyz 2a ” p 2a’ 30        +    -   = 2 yz 2 I I y z I 2 cos2a " I I I I ( ) y z y z cos2 I 2 (*) z1 a a - sen a I yz 2 2 - - + = ( ) 2 yz 2  - I I I I y z y z  " I +   z1 I 2 2     + + a = p (Iy- Iz)/2
  • 31.
    Momentos Principais deInércia Notas Importantes •Para a’ e a” o produto de inércia Iy1z 1 é zero •O produto de inércia em relação a qualquer eixo de simetria é zero •Qualquer eixo de simetria representa um eixo principal de inércia •Os momentos principais de inércia e suas respectivas orientações podem ser determinadas de forma conveniente através de um processo gráfico conhecido por Círculo de Mohr 31
  • 32.
    Círculo de Mohrpara Momentos de Inércia y z y z z1 a - sen a I yz cos2 I 2 (**) I I 2 I I 2 - = - + - - y z y1z1 = - sen a + a I yz 2 I cos 2 (***) I I 2 Elevando-se ambas equações ao quadrado e somando-as : a r 32 2 yz 2  - = +    I I 2 y z y z 2  + I I y z  z I 2 I 2 I 1 1 1 +           - ou ( ) 2 I - a + I 2 y z = r 2 z1 1 1 Equação do Círculo ( )2 ( )2 2 x - a + y - b = r b x y a r Iy1 Iy1z1
  • 33.
    Exemplo 10 mm Determinação do centróide de áreas compostas - Procedimento •Estabelecer um sistema de eixos y, z •Decompor em áreas simples •Determinar centróide das áreas simples •Calcular centróide da seção composta 33 50 mm 100 mm 10 mm
  • 34.
    Exemplo A1 10mm y y1 ∫ +∫ = y dA y dA y dA z1 ∫ ∫ +∫ =∫ A2 2 A1 1 A2 2 A1 1 dA dA dA y 37,14mm = × × + × × 100 10 50 40 10 5 y = × + × 100 10 40 10 10 mm 50 mm y1 ∫ +∫ = z dA z dA ∫ + ∫ z dA ∫ = × × + × × 100 10 5 40 10 30 z = × + × 34 A2 100 mm z z1 y2 z2 y2 z2 12,14mm 100 10 40 10 = ∫ A2 2 A1 1 A2 2 A1 1 dA dA dA z
  • 35.
    Exemplo (cont.) y1y0 10 mm z =12,14 mm Momento de Inércia em relação ao eixo y0 2 2 0 1 2 = + + + 1 y 2 2 y y 1 I I a A I a A Momento de Inércia em relação ao eixo z0 I = I + b2A + I + b2A Produto de Inércia em relação aos eixos y0 z0 35 y2 50 mm 100 mm 10 mm z1 a1 b1 z0 y =37,14 mm z2 a2 b2 2 2 1 z 2 2 z 1 b A b A 0 1 2 z 0 0 0 0 1 1 2 2 = + + + y z y z y z 1 1 1 2 2 2 I I a b A I a b A
  • 36.
    Momento de Inérciaem relação ao eixo z0 40 103 (50 37,14)2(100 10) 10 1003 z0 I = × + - × + × + - × 1415238,1mm4 z0 I = (37,14 5)2(40 10) 12 12 Exemplo (cont.) Momento de Inércia em relação ao eixo y0 10 mm y1 y0 36 10 403 (12,14 5)2(100 10) 100 103 y0 I = × + - × + × + - × 240238,1mm4 y0 I = (30 12,14)2(40 10) 12 12 Produto de Inércia em relação aos eixos y0 z0 y0z0 I = - - - × × + - - × × 321428,6mm4 y0z0 I = - (50 37,14)(12,14 5) 10 100 (37,14 5)(12,14 30) 40 10 50 mm 100 mm 10 mm z1 a1 b1 z0 z =12,14 mm y =37,14 mm y2 z2 b2 a2
  • 37.
    Exemplo (cont.) Círculode Mohr Centro do Círculo a= (Iy0+Iz0)/2=(2,40+14,2)/2x105=8,3x105 mm4 Ponto de Controle A - coordenadas (14.15x105,-3.21x105) Iyz(x105) 37 x10 ) r = (14.15-8.3)2 +(3.2)2 x105 =6.7x105 I(x105) r Imáx= a + r = (8.3+6.7)x105=15 x105mm4 A=(14.2,-3.2) a
  • 38.
    Exemplo (cont.) -Variação do Momento de Inércia com orientação dos eixos VARIAÇÃO DO MOMENTO DE INÉRCIA E PRODUTO DE INÉRCIA COM A ORIENTAÇÃO DOS EIXOS 2000000 1500000 1000000 MOMENTO DE INÉRCIA (mm4) I'y I'z I'yz 38 500000 0 -500000 -1000000 0 30 60 90 120 150 180 210 240 270 300 330 360 ÂNGULO (GRAUS)
  • 39.
    7,0E+05 6,0E+05 5,0E+05 4,0E+05 3,0E+05 2,0E+05 1,0E+05 0,0E+00 0,0E+0 -1,0E+05 -2,0E+05 -3,0E+05 -4,0E+05 -5,0E+05 -6,0E+05 -7,0E+05 0 1,0E+0 5 2,0E+0 5 3,0E+0 5 4,0E+0 5 5,0E+0 5 6,0E+0 5 7,0E+0 5 8,0E+0 5 9,0E+0 5 1,0E+0 6 1,1E+0 6 1,2E+0 6 1,3E+0 6 1,4E+0 6 1,5E+0 6 1,6E+0 6 1,7E+0 6 1,8E+0 6 1,9E+0 6 2,0E+0 6 2,1E+0 6 2000000 1500000 I'y I'yz 1000000 500000 0 -500000 0 30 60 90 120 150 180 210 240 270 300 330 360 -1000000 39 ÂNGULO (GRAUS)