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Empreendedorismo e
Gestão
PROFA. MA. SUSY NAIARA ALVES DA SILVA
Agenda
Conceitos e definições de empreendedorismo
A relação do empreendedorismo com o desenvolvimento econômico
Aspectos gerais da gestão de organizações
As metodologias empreendedoras
A relação entre empreendedorismo e gestão
Considerações Finais
Proposta de exercício prático
Contextualização
Houve um tempo em que a palavra “empreendedorismo”
não fazia parte oficial da língua portuguesa.
No entanto, há empreendedores por aí há séculos,
contribuindo com mudanças importantes na humanidade.
Empreendedorismo: conceitos e
definições
o O termo "Empreendedorismo" foi popularizado pelo economista Joseph Schumpeter em 1950
como sendo uma peça central à sua teoria da Destruição Criativa.
“O empreendedorismo está diretamente associado à inovação”. Joseph Schumpeter
o É o estudo das características e comportamento do empreendedor.
“Empreendedorismo é um comportamento e não um traço da personalidade” Peter Drucker
“O Empreendedorismo se intensificou no Brasil a partir de 1990, e se intensifica cada vez mais
devido a taxa de desemprego” José Carlos Assis Dornelas
‘’O empreendedorismo é como um instrumento de mudança sócio-cultural, com uma abordagem
ligada à justiça social e desenvolvimento sustentável’’. Fernando Dolabela
Empreendedorismo: a figura do
empreendedor
O ato de empreender está relacionado à identificação, análise e implementação de oportunidade de
negócios, tem como foco a inovação e a criação de valor.
Logo, o empreendedor é:
“ Alguém versátil, que possui as habilidades técnicas para saber produzir, e capitalista, que consegue
reunir recursos financeiros, organizar as operações internas e realizar as vendas da sua empresa”. Joseph
Schumpeter
“Qualquer indivíduo que tenha à frente uma decisão a tomar pode aprender a ser um empreendedor e se
comportar empreendedorialmente” Peter Drucker
“Um empreendedor é uma pessoa que imagina, desenvolve e realiza visões” Louis Jacques Filion
“Alguém que sonha e busca transformar o seu sonho em realidade ” Fernando Dolabela
O perfil do
empreendedor
O perfil do empreendedor
Ninguém nasce empreendedor.
É o contato social e estudos que favorecem o
desenvolvimento de talentos e características na
personalidade, que podem ser fortalecidos ao
longo da vida.
Todos os contatos e referências irão influenciar
diretamente no nível de empreendedorismo de
uma pessoa, já que um empreendedor é um ser
social.
As peculiaridades do perfil empreendedor
Acreditar que
tudo vai dar certo
e se esforçar para
isso
Assume riscos e
está aberto a
mudanças
Otimismo
Valoriza os
próprios talentos
Se arrisca mais
Autoconfiança
Não tem medo do
fracasso ou
rejeição
Entende a
possibilidade de
falhas
Coragem
Supera todos os
obstáculos
Segue até o fim
no alcance de
seus objetivos
Persistência
e Resiliência
O processo empreendedor segundo
Dornelas: tirando ideias do papel
Fatores Pessoais, ambientais e
sociológicos
Fonte: Dornelas, 2008.
Tipos de empreendedores
Empreendedor de
Negócios
• Identifica oportunidades
de mercado
• Planeja e constrói novas
organizações
Intraempreendedor
• Empreende dentro da
organização
• Não necessariamente é o
dono da organização ou
ocupa cargo de alta
gerência, mas age como
se fosse
Empreendedor Social
• Promove mudanças,
reúne recursos e constrói
organizações em
benefício da sociedade
Fonte: Bolton e Thompson, 2003.
O empreendedorismo e
o desenvolvimento
econômico
A PARTIR DA VISÃO DE SCHUMPETER
O empreendedorismo é essencial na promoção do crescimento
econômico.
A contribuição dos empreendedores se destaca em quatro campos
distintos:
 Investimento em produtos e serviços que as pessoas precisam:
tradicionalmente, empreendedores criam novos negócios em resposta
a necessidades não satisfeitas;
 Geração de emprego e renda: ao contratarem funcionários, as novas
empresas criam oportunidades de trabalho, apoiando a melhoria da
qualidade e padrão geral de vida das pessoas;
 Promoção de eficiência tecnológica: capacidade de transformar ideias
em novos produtos e serviços é a principal fonte de prosperidade para
qualquer economia;
 Impacto social, econômico e ambiental da inovação, que é crucial para
enfrentar os desafios ambientais da atualidade: práticas de negócio
inovadoras criam eficiência e conservam recursos, tendo impacto
direto sobre a qualidade e custo de vida das pessoas.
Empreendedorismo e desenvolvimento
econômico
o Segundo Porter (1992) o empreendedorismo contribui positivamente para o desenvolvimento econômico,
pois introduz inovação tanto pela inovação de produtos ou de processos de produção, ou seja, leva a
competividade e ao aumento da eficiência econômica.
o O desenvolvimento econômico, sendo fundamentalmente um processo de incorporação e propagação de
novas técnicas, implica modificações de tipo estrutural, tanto no sistema de produção como no de
distribuição.
o Todavia para desenvolver o progresso econômico é necessário, segundo Schumpeter (1985), promover a
destruição criativa, isso quer dizer que o desenvolvimento econômico é caracterizado pela procura
incessante da inovação. São os novos empreendimentos que movimentam a economia contribuem na
geração de novos empregos garantindo em parte a promoção do desenvolvimento econômico.
o O desenvolvimento econômico vai do acúmulo de riqueza e/ou da disponibilidade de bens e serviços, e
deve ser pensado além da acumulação de riqueza ou do aumento do PIB, pois está diretamente relacionada
com a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos.
Empreendedorismo e desenvolvimento
econômico
Em contrapartida, é fundamental reconhecer que o empreendedorismo e inovação dependem do
acesso e participação.
o Empreender significa desenvolver uma ideia, transformando-a em um negócio.
o Para que os empreendedores possam dar vida às suas ideias, é indispensável a existência de um
ambiente de negócios apropriado.
o Sob condições adequadas, ao propor soluções inovadoras para os desafios cotidianos, os
empreendedores têm um poder incrível de servir à sociedade e garantir prosperidade econômica.
“A competição que mantém um homem de negócios acordado não é a dos concorrentes baixando o
preço, mas de pessoas empreendedoras tornando seu produto obsoleto”. Joseph Schumpeter
Aspectos gerais da
gestão de organizações
Aspectos gerais da gestão de
organizações
Organizações como objeto da administração
o Fazem parte de nossa vida e cotidiano: igrejas, universidades, clubes, ONGs, órgãos
públicos, entidades filantrópicas, sindicatos...
o Existem pelo fato de o ser humano ter a necessidade de estar ligado a outras pessoas, e
de atingir objetivos por meio de associações
“Para existir, as organizações precisam ter duas ou mais pessoas em interação; interesse e
disposição dos membros para cooperar; objetivos comuns”. Chester Barnard (apud Chiavenato, 2000).
Elementos que compõem as
organizações
Pessoas Estrutura Processos
Recursos Objetivos
Na prática...
Uma gestão organizacional eficiente combina a observação de métodos científicos, o
ambiente organizacional em si e o papel dos administradores.
Portanto: Administrar é garantir o funcionamento dos elementos de uma organização e a
melhor utilização dos recursos para possibilitar a obtenção de resultados ou o
cumprimento dos objetivos para os quais ela foi criada.
Práticas
administrativas
Conhecimento
científico
O papel do administrador
Planejamento Organização Direção Controle
É muito amplo, tanto quanto vasta a sua área de atuação (pode ser o dono e o gestor do próprio negócio, ocupar
cargos de chefia, estar a frente de um projeto temporário, ou, ainda, ser o líder de um grupo ou equipe que
deseja conquistar algo).
Há atividades administrativas que não precisam ser exclusivas do administrador, em razão de sua baixa
complexidade e por possuírem menor especificidade. Outras, por seu caráter específico, exigem um profissional
com formação também específica.
Para o desempenho de suas funções, são exigidas do gestor três habilidades específicas: conceituais, técnicas
e humanas, que variam conforme o nível hierárquico e a amplitude do seu cargo.
As metodologias
empreendedoras
Metodologias Empreendedoras
o Atualmente, o empreendedorismo é visto pelos governos como um importante instrumento para manutenção do
emprego, desenvolvimento de inovações e crescimento econômico, resultando em estudos que relacionam a
educação para o empreendedorismo com a intenção de empreender, entretanto, os resultados desses estudos
mostram-se inconclusivos, sobretudo em contextos culturais diferenciados.
o A educação para o empreendedorismo é mais pertinente do que nunca, observa-se o enorme crescimento dos
programas de educação para o empreendedorismo, cada vez mais presentes em instituições de ensino superior.
o Está correlacionada com as intenções empresariais por três razões fundamentais:
a) ajuda os alunos a aprender e identificar novas oportunidades de negócios, que leva ao aumento do número de
oportunidades que estão ligadas à tecnologia;
b) é sublinhado o papel da educação na socialização de indivíduos com carreiras empreendedoras que podem formar
atitudes em relação ao comportamento e às normas sociais;
c) por meio de cursos de empreendedorismo, se obtém conhecimento sobre como iniciar um novo empreendimento
de uma maneira melhor e mais rápida, que resulte em mais valor de oportunidades.
Fonte: Cândido, Viana e Carvalho, 2018.
Metodologias empreendedoras artigo 2
o No que se refere ao Brasil, existe a necessidade e a consequente oportunidade de potencializar “uma
educação empreendedora que permita que uma maior proporção do seu capital humano desenvolva
o seu potencial empreendedor”
o A educação empreendedora pode aumentar a qualidade da preparação e o número de jovens
inovadores, tanto para trabalharem em uma organização ou atividade autônoma, quanto para tocarem
seu próprio negócio. Em ambas as condições, o resultado é um impacto socioeconômico relevante.
o Há uma necessidade de se analisar melhor o que é a educação empreendedora, buscando
compreensões em relação a questionamentos como: Como os empreendedores aprendem? Como a
capacidade empreendedora se desenvolve? O empreendedorismo pode ser ensinado/aprendido em
instituições de ensino? O que ensinar? De que forma? Como potencializar e facilitar essas
aprendizagens?
Fonte: Schaefer e Minello, 2016.
Educação tradicional versus educação
empreendedora, segundo Dolabela (2008)
Educação Tradicional Educação Empreendedora Educação Tradicional Educação Empreendedora
Educação tradicional versus educação
empreendedora (Dolabela, 2008)
Educação Tradicional Educação Empreendedora Educação Tradicional Educação Empreendedora
A relação entre
empreendedorismo e
gestão
Empreendedorismo e gestão
o Para Ferraz e Dornelas (2006) o processo empreendedor é constituído de quatro etapas, das quais apenas a primeira está
relacionada com a intenção empreendedora. Os próximos passos implicam no uso de ferramentas gerenciais.
o As MPE’s constituem uma alternativa para uma pequena parcela da população que tem condições para abrir seu próprio
negócio, ajudando no crescimento e desenvolvimento do país, já que age como uma alternativa de emprego formal ou
informal para uma grande parcela da força de trabalho excedente no país, geralmente com pouca qualificação (SEBRAE,
2020).
o Apesar de sua importância no contexto empresarial moderno, as micro e pequenas empresas são vítimas de altos índices
de mortalidade, isto ocorre como conseqüência de fatores como a conjuntura econômica, políticas públicas que
desfavorecem o micro e pequeno empresário, falta de logística operacional e falhas gerenciais (SEBRAE, 2020).
o Diante de cenários como existe a errada cultura de que para ser um empreendedor de sucesso não é necessário possuir
muitas habilidades e conhecimentos, esquecendo que as complexidades das organizações atuais exigem treinamento e
desenvolvimento de habilidades específicas, o que faz com que estas empresas sejam levadas, muitas vezes, ao fracasso de
forma muito rápida.
o Em contraponto a essa visão, o estudo de Ferraz e Dornelas (2006, p. 15) concluiu que “vários dos empreendedores bem-
sucedidos de hoje não planejaram seu negócio no início e mesmo assim conseguiram vencer”.
Dados, segundo SEBRAE
o Em 2018, observou-se por meio do Relatório de Empreendedorismo no Brasil, que houve um
aumento no número de pessoas que empreendem por oportunidade.
o De acordo com o levantamento, 61,8% dos empreendedores abriram o próprio negócio porque
identificaram uma oportunidade. O dado é o maior desde 2014, quando atingiu a marca de
70,6%. Enquanto isso, a necessidade tem influenciado cada vez menos a decisão de
empreender. O índice caiu para 37,5% em 2018. A menor taxa desde 2014.
o A pesquisa também mostra que houve um crescimento no número de jovens
empreendedores. De 2017 para 2018, a participação de pessoas de 18 a 24 anos subiu de 18,9%
para 22,2%.
o A atividade empreendedora esta progredindo bastante no Brasil. Segundo o relatório do GEM
(Global Entrepreneurship Monitor) em 2016 alguns fatores contribuíram para este fato
ocorresse tais como; o crescente índice de desemprego, impostos mais baratos MEI (Micro
Empreendedor Individual) facilidade de financiamento dentre outros.
Empreendedores de sucesso
Considerações Finais
O empreendedorismo busca a auto-realização que quem utiliza este método de trabalho, estimular o desenvolvimento como um todo e o
desenvolvimento local, apoiando a pequena empresa, ampliando a base tecnológica, criar empregos, evitar armadilhas no mercado que está
iniciando.
Na administração estratégica, a eficiência é importante, mas a eficácia é vital.
Defender o ontem, isto é, não inovar, é mais arriscado do que fazer o amanhã.
Deve-se aprender a ver as mudanças sociais, tecnológicas, econômicas e demográficas como oportunidades e não como ameaças.
Os empreendedores mais bem-sucedidos que conheci sempre foram homens e mulheres humildes, que tinham consciência de que o sucesso de
hoje pode ser o fracasso de amanhã e vice-versa.
Inovação é trabalho. Ações sistemáticas, deliberadas e disciplinadas são o que realmente conduzem uma empresa ao progresso.
Nunca misture unidades administrativas a unidades empreendedoras.
A pesquisa de marketing é um instrumento que pode ser utilizado para descobrir o que os clientes compram, como compram e assim por diante.
A simplicidade tende ao desenvolvimento, e a complexidade à desintegração.
O jogo empreendedor sempre se concentra no mercado e é dirigido pelo mercado.
Aqueles que sobrevivem tendem a evoluir.
Peter Drucker
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Final
Trabalho em grupo (desenvolver um plano de
negócios ou estruturar um projeto)

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Aula Empreendedorismo e Gestão

  • 1. Empreendedorismo e Gestão PROFA. MA. SUSY NAIARA ALVES DA SILVA
  • 2. Agenda Conceitos e definições de empreendedorismo A relação do empreendedorismo com o desenvolvimento econômico Aspectos gerais da gestão de organizações As metodologias empreendedoras A relação entre empreendedorismo e gestão Considerações Finais Proposta de exercício prático
  • 3.
  • 4. Contextualização Houve um tempo em que a palavra “empreendedorismo” não fazia parte oficial da língua portuguesa. No entanto, há empreendedores por aí há séculos, contribuindo com mudanças importantes na humanidade.
  • 5. Empreendedorismo: conceitos e definições o O termo "Empreendedorismo" foi popularizado pelo economista Joseph Schumpeter em 1950 como sendo uma peça central à sua teoria da Destruição Criativa. “O empreendedorismo está diretamente associado à inovação”. Joseph Schumpeter o É o estudo das características e comportamento do empreendedor. “Empreendedorismo é um comportamento e não um traço da personalidade” Peter Drucker “O Empreendedorismo se intensificou no Brasil a partir de 1990, e se intensifica cada vez mais devido a taxa de desemprego” José Carlos Assis Dornelas ‘’O empreendedorismo é como um instrumento de mudança sócio-cultural, com uma abordagem ligada à justiça social e desenvolvimento sustentável’’. Fernando Dolabela
  • 6. Empreendedorismo: a figura do empreendedor O ato de empreender está relacionado à identificação, análise e implementação de oportunidade de negócios, tem como foco a inovação e a criação de valor. Logo, o empreendedor é: “ Alguém versátil, que possui as habilidades técnicas para saber produzir, e capitalista, que consegue reunir recursos financeiros, organizar as operações internas e realizar as vendas da sua empresa”. Joseph Schumpeter “Qualquer indivíduo que tenha à frente uma decisão a tomar pode aprender a ser um empreendedor e se comportar empreendedorialmente” Peter Drucker “Um empreendedor é uma pessoa que imagina, desenvolve e realiza visões” Louis Jacques Filion “Alguém que sonha e busca transformar o seu sonho em realidade ” Fernando Dolabela
  • 8. O perfil do empreendedor Ninguém nasce empreendedor. É o contato social e estudos que favorecem o desenvolvimento de talentos e características na personalidade, que podem ser fortalecidos ao longo da vida. Todos os contatos e referências irão influenciar diretamente no nível de empreendedorismo de uma pessoa, já que um empreendedor é um ser social.
  • 9. As peculiaridades do perfil empreendedor Acreditar que tudo vai dar certo e se esforçar para isso Assume riscos e está aberto a mudanças Otimismo Valoriza os próprios talentos Se arrisca mais Autoconfiança Não tem medo do fracasso ou rejeição Entende a possibilidade de falhas Coragem Supera todos os obstáculos Segue até o fim no alcance de seus objetivos Persistência e Resiliência
  • 10. O processo empreendedor segundo Dornelas: tirando ideias do papel
  • 11. Fatores Pessoais, ambientais e sociológicos Fonte: Dornelas, 2008.
  • 12. Tipos de empreendedores Empreendedor de Negócios • Identifica oportunidades de mercado • Planeja e constrói novas organizações Intraempreendedor • Empreende dentro da organização • Não necessariamente é o dono da organização ou ocupa cargo de alta gerência, mas age como se fosse Empreendedor Social • Promove mudanças, reúne recursos e constrói organizações em benefício da sociedade Fonte: Bolton e Thompson, 2003.
  • 13. O empreendedorismo e o desenvolvimento econômico A PARTIR DA VISÃO DE SCHUMPETER
  • 14. O empreendedorismo é essencial na promoção do crescimento econômico. A contribuição dos empreendedores se destaca em quatro campos distintos:  Investimento em produtos e serviços que as pessoas precisam: tradicionalmente, empreendedores criam novos negócios em resposta a necessidades não satisfeitas;  Geração de emprego e renda: ao contratarem funcionários, as novas empresas criam oportunidades de trabalho, apoiando a melhoria da qualidade e padrão geral de vida das pessoas;  Promoção de eficiência tecnológica: capacidade de transformar ideias em novos produtos e serviços é a principal fonte de prosperidade para qualquer economia;  Impacto social, econômico e ambiental da inovação, que é crucial para enfrentar os desafios ambientais da atualidade: práticas de negócio inovadoras criam eficiência e conservam recursos, tendo impacto direto sobre a qualidade e custo de vida das pessoas.
  • 15. Empreendedorismo e desenvolvimento econômico o Segundo Porter (1992) o empreendedorismo contribui positivamente para o desenvolvimento econômico, pois introduz inovação tanto pela inovação de produtos ou de processos de produção, ou seja, leva a competividade e ao aumento da eficiência econômica. o O desenvolvimento econômico, sendo fundamentalmente um processo de incorporação e propagação de novas técnicas, implica modificações de tipo estrutural, tanto no sistema de produção como no de distribuição. o Todavia para desenvolver o progresso econômico é necessário, segundo Schumpeter (1985), promover a destruição criativa, isso quer dizer que o desenvolvimento econômico é caracterizado pela procura incessante da inovação. São os novos empreendimentos que movimentam a economia contribuem na geração de novos empregos garantindo em parte a promoção do desenvolvimento econômico. o O desenvolvimento econômico vai do acúmulo de riqueza e/ou da disponibilidade de bens e serviços, e deve ser pensado além da acumulação de riqueza ou do aumento do PIB, pois está diretamente relacionada com a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos.
  • 16. Empreendedorismo e desenvolvimento econômico Em contrapartida, é fundamental reconhecer que o empreendedorismo e inovação dependem do acesso e participação. o Empreender significa desenvolver uma ideia, transformando-a em um negócio. o Para que os empreendedores possam dar vida às suas ideias, é indispensável a existência de um ambiente de negócios apropriado. o Sob condições adequadas, ao propor soluções inovadoras para os desafios cotidianos, os empreendedores têm um poder incrível de servir à sociedade e garantir prosperidade econômica. “A competição que mantém um homem de negócios acordado não é a dos concorrentes baixando o preço, mas de pessoas empreendedoras tornando seu produto obsoleto”. Joseph Schumpeter
  • 17. Aspectos gerais da gestão de organizações
  • 18. Aspectos gerais da gestão de organizações Organizações como objeto da administração o Fazem parte de nossa vida e cotidiano: igrejas, universidades, clubes, ONGs, órgãos públicos, entidades filantrópicas, sindicatos... o Existem pelo fato de o ser humano ter a necessidade de estar ligado a outras pessoas, e de atingir objetivos por meio de associações “Para existir, as organizações precisam ter duas ou mais pessoas em interação; interesse e disposição dos membros para cooperar; objetivos comuns”. Chester Barnard (apud Chiavenato, 2000).
  • 19. Elementos que compõem as organizações Pessoas Estrutura Processos Recursos Objetivos
  • 20. Na prática... Uma gestão organizacional eficiente combina a observação de métodos científicos, o ambiente organizacional em si e o papel dos administradores. Portanto: Administrar é garantir o funcionamento dos elementos de uma organização e a melhor utilização dos recursos para possibilitar a obtenção de resultados ou o cumprimento dos objetivos para os quais ela foi criada. Práticas administrativas Conhecimento científico
  • 21. O papel do administrador Planejamento Organização Direção Controle É muito amplo, tanto quanto vasta a sua área de atuação (pode ser o dono e o gestor do próprio negócio, ocupar cargos de chefia, estar a frente de um projeto temporário, ou, ainda, ser o líder de um grupo ou equipe que deseja conquistar algo). Há atividades administrativas que não precisam ser exclusivas do administrador, em razão de sua baixa complexidade e por possuírem menor especificidade. Outras, por seu caráter específico, exigem um profissional com formação também específica. Para o desempenho de suas funções, são exigidas do gestor três habilidades específicas: conceituais, técnicas e humanas, que variam conforme o nível hierárquico e a amplitude do seu cargo.
  • 23. Metodologias Empreendedoras o Atualmente, o empreendedorismo é visto pelos governos como um importante instrumento para manutenção do emprego, desenvolvimento de inovações e crescimento econômico, resultando em estudos que relacionam a educação para o empreendedorismo com a intenção de empreender, entretanto, os resultados desses estudos mostram-se inconclusivos, sobretudo em contextos culturais diferenciados. o A educação para o empreendedorismo é mais pertinente do que nunca, observa-se o enorme crescimento dos programas de educação para o empreendedorismo, cada vez mais presentes em instituições de ensino superior. o Está correlacionada com as intenções empresariais por três razões fundamentais: a) ajuda os alunos a aprender e identificar novas oportunidades de negócios, que leva ao aumento do número de oportunidades que estão ligadas à tecnologia; b) é sublinhado o papel da educação na socialização de indivíduos com carreiras empreendedoras que podem formar atitudes em relação ao comportamento e às normas sociais; c) por meio de cursos de empreendedorismo, se obtém conhecimento sobre como iniciar um novo empreendimento de uma maneira melhor e mais rápida, que resulte em mais valor de oportunidades. Fonte: Cândido, Viana e Carvalho, 2018.
  • 24. Metodologias empreendedoras artigo 2 o No que se refere ao Brasil, existe a necessidade e a consequente oportunidade de potencializar “uma educação empreendedora que permita que uma maior proporção do seu capital humano desenvolva o seu potencial empreendedor” o A educação empreendedora pode aumentar a qualidade da preparação e o número de jovens inovadores, tanto para trabalharem em uma organização ou atividade autônoma, quanto para tocarem seu próprio negócio. Em ambas as condições, o resultado é um impacto socioeconômico relevante. o Há uma necessidade de se analisar melhor o que é a educação empreendedora, buscando compreensões em relação a questionamentos como: Como os empreendedores aprendem? Como a capacidade empreendedora se desenvolve? O empreendedorismo pode ser ensinado/aprendido em instituições de ensino? O que ensinar? De que forma? Como potencializar e facilitar essas aprendizagens? Fonte: Schaefer e Minello, 2016.
  • 25. Educação tradicional versus educação empreendedora, segundo Dolabela (2008) Educação Tradicional Educação Empreendedora Educação Tradicional Educação Empreendedora
  • 26. Educação tradicional versus educação empreendedora (Dolabela, 2008) Educação Tradicional Educação Empreendedora Educação Tradicional Educação Empreendedora
  • 28. Empreendedorismo e gestão o Para Ferraz e Dornelas (2006) o processo empreendedor é constituído de quatro etapas, das quais apenas a primeira está relacionada com a intenção empreendedora. Os próximos passos implicam no uso de ferramentas gerenciais. o As MPE’s constituem uma alternativa para uma pequena parcela da população que tem condições para abrir seu próprio negócio, ajudando no crescimento e desenvolvimento do país, já que age como uma alternativa de emprego formal ou informal para uma grande parcela da força de trabalho excedente no país, geralmente com pouca qualificação (SEBRAE, 2020). o Apesar de sua importância no contexto empresarial moderno, as micro e pequenas empresas são vítimas de altos índices de mortalidade, isto ocorre como conseqüência de fatores como a conjuntura econômica, políticas públicas que desfavorecem o micro e pequeno empresário, falta de logística operacional e falhas gerenciais (SEBRAE, 2020). o Diante de cenários como existe a errada cultura de que para ser um empreendedor de sucesso não é necessário possuir muitas habilidades e conhecimentos, esquecendo que as complexidades das organizações atuais exigem treinamento e desenvolvimento de habilidades específicas, o que faz com que estas empresas sejam levadas, muitas vezes, ao fracasso de forma muito rápida. o Em contraponto a essa visão, o estudo de Ferraz e Dornelas (2006, p. 15) concluiu que “vários dos empreendedores bem- sucedidos de hoje não planejaram seu negócio no início e mesmo assim conseguiram vencer”.
  • 29. Dados, segundo SEBRAE o Em 2018, observou-se por meio do Relatório de Empreendedorismo no Brasil, que houve um aumento no número de pessoas que empreendem por oportunidade. o De acordo com o levantamento, 61,8% dos empreendedores abriram o próprio negócio porque identificaram uma oportunidade. O dado é o maior desde 2014, quando atingiu a marca de 70,6%. Enquanto isso, a necessidade tem influenciado cada vez menos a decisão de empreender. O índice caiu para 37,5% em 2018. A menor taxa desde 2014. o A pesquisa também mostra que houve um crescimento no número de jovens empreendedores. De 2017 para 2018, a participação de pessoas de 18 a 24 anos subiu de 18,9% para 22,2%. o A atividade empreendedora esta progredindo bastante no Brasil. Segundo o relatório do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) em 2016 alguns fatores contribuíram para este fato ocorresse tais como; o crescente índice de desemprego, impostos mais baratos MEI (Micro Empreendedor Individual) facilidade de financiamento dentre outros.
  • 31. Considerações Finais O empreendedorismo busca a auto-realização que quem utiliza este método de trabalho, estimular o desenvolvimento como um todo e o desenvolvimento local, apoiando a pequena empresa, ampliando a base tecnológica, criar empregos, evitar armadilhas no mercado que está iniciando. Na administração estratégica, a eficiência é importante, mas a eficácia é vital. Defender o ontem, isto é, não inovar, é mais arriscado do que fazer o amanhã. Deve-se aprender a ver as mudanças sociais, tecnológicas, econômicas e demográficas como oportunidades e não como ameaças. Os empreendedores mais bem-sucedidos que conheci sempre foram homens e mulheres humildes, que tinham consciência de que o sucesso de hoje pode ser o fracasso de amanhã e vice-versa. Inovação é trabalho. Ações sistemáticas, deliberadas e disciplinadas são o que realmente conduzem uma empresa ao progresso. Nunca misture unidades administrativas a unidades empreendedoras. A pesquisa de marketing é um instrumento que pode ser utilizado para descobrir o que os clientes compram, como compram e assim por diante. A simplicidade tende ao desenvolvimento, e a complexidade à desintegração. O jogo empreendedor sempre se concentra no mercado e é dirigido pelo mercado. Aqueles que sobrevivem tendem a evoluir. Peter Drucker
  • 32. Proposta de exercício prático – Avaliação Final Trabalho em grupo (desenvolver um plano de negócios ou estruturar um projeto)