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Prof. MSc.Wesley Pereira
Rogerio
Arritmias e interpretação
de Eletrocardiograma
(ECG)
Sistema de condução do
coração
Fonte:
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&biw=1280&bih=913#imgrc=Q R5PhTM06sDWbM:
ou nodo
sinusal
Sistema de condução do
coração
Sistema de condução do
coração
Sistema de condução do
coração
Sistema de condução do
coração
Potencial de
ação
Potencial de ação: formação do
impulso elétrico
Potencial de ação: condução do
impulso elétrico
Potencial de
ação
Eletrocardiogra
ma Derivação: eixo entre dois eletrodos – um
positivo e outro negativo
O eixo da derivação aponta para o
eletrodo positivo
Eletrocardiógr
afo Registro do
eletrocardiograma
Derivações do Eletrocardiograma
(ECG) Avalia o comportamento elétrico do coração
 Cada derivação mostra sua própria visão do coração:
ângulo próprio
 Geralmente utiliza-se o ECG de 12 derivações
c
 Derivações do plano frontal: bipolares (D1, D2, D3)e
unipolares (aVF, aVL, aVR)
Derivações do Eletrocardiograma
(ECG) Derivações do plano frontal ou periféricas: bipolares (DI,
DII, DIII) e unipolares (aVF, aVL, aVR)
Derivações do Eletrocardiograma
(ECG)
 Sentido das
derivações
Derivações do Eletrocardiograma
(ECG) Derivações do plano horizontal ou precordiais: V1,V2, V3,
V4,V5 e V6(unipolares)
 Permitem uma análise tridimensional da atividade elétrica
cardíaca.
Derivações
precordiais
 Posicionamento dos eletrodos
V1: No 4º espaço intercostal, na
margem direita do esterno.
V2: No 4º espaço intercostal, na
margem esquerda do esterno.
V3: Entre os eletrodosV2 e V4.
V4: No 5º espaço intercostal esquerdo,
na linha hemiclavicular.
V5: No mesmo nível que o eletrodo V4,
na linha axilar anterior.
V6: No mesmo nível que os eletrodos
V4 e V5, na linha axilar média (baixa a
partir do ponto médio da axila).
Derivações do
coração
Sept
al
Derivações do
coração
Derivações do coração: parede
posterior
Derivações do coração:
ventrículo direito
Cuidados para a realização de
ECG Em mulheres não posicionar os eletrodos sobre a
glândula mamária
 Os eletrodos devem estar bem aderidos a pele
 Colocar corretamente os eletrodos
 Preparo da pele e retirada de pelos, se necessário
 Desligar notebooks ou outros aparelhos, se possível que
possam causar interferências no momento da realização
do exame
 Checar o adequado funcionamento do equipamento
Registro do
ECG
Temp
o
Amplitud
e
Componentes do
ECG
ONDA
P onda
(registr
o)
a
despolariza
ção
 Primeira
identificá
vel
 Represe
nta dos
átrios
ONDA
P
ONDA
P
ONDA
P
ONDA
P Duração de 0,08 a 0,11 seg
 É arredondada e monofásica e positiva em DII
 Amplitude máxima de 2,5 mm
 Melhores planos para observá-la: DII eV1
Segmento
PR
 Corresponde à condução elétrica através do nó
atriovantricular e do feixe de His e seus ramos
 Duração: 0,12 a 0,20 segundos
 Varia com a frequência cardíaca, com a idade e
o tônus autônomo
Complexo
QRS
 O segundo registro
identificável no ECG é o
complexo QRS
 A primeira deflexão
negativa é denominada
onda Q
 A primeira deflexão
positiva: onda R
 A primeira deflexão negativa
após uma positiva: onda S
Complexo
QRS
Excitação elétrica
dos ventrículos
(despolarização
ventricular)
Complexo
QRS
 Duração: 0,08 a 0,10
segundos em adultos
 Valores > 0,12 segundos
geralmente são indicativos
de alguma patologia
Segmento
ST Ocorre após o complexo QRS
 Representa o final da
despolarização e início da
repolarização ventricular
 Alterações maiores que 1mm
podem indicar algumas patologias.
IAM com
supradesnivelamen
to do segmento ST
IAM com
infradesnivelament
o do segmento ST
Onda
T  Representa a
repolarização
ventricular
 Usualmente menor que
6 mm
 Possui morfologia
arredondada e
assimétrica
Intervalo
QT Mede-se o intervalo QT do início do complexo QRS
à porção terminal da ondaT
 Corresponde à duração total da sístole elétrica
ventricular
 Aumenta com a diminuição da frequência cardíaca
 Para FC entre 45 a 115 bpm os limites de normalidade
são de 0,46 a 0,30 s
Intervalo
QT
Onda
U
 Aparece após a ondaT, principalmente nas derivações
V3 eV4
 Pequena deflexão arredondada e de baixa amplitude
Aula arritmias e interpretação de ECG
Avaliação do
ECG Perguntas:
1. O ritmo é regular ou irregular?
2. Qual a frequência cardíaca?
3. Tem onda P? Cada onda P precede um
QRS?
4. O complexo QRS é estreito (< 0,12s) ou
alargado?
5. Quanto é o intervalo P-R?
6. O segmento ST está na linha isoelétrica?
1. O ritmo é regular ou
irregular? Intervalo R – R
regular
1. O ritmo é regular ou
irregular? Intervalo R – R
regular
1. O ritmo é regular ou
irregular? Intervalo R – R
regular
1. O ritmo é regular ou
irregular? Intervalo R – R
irregular
1. O ritmo é regular ou
irregular? Intervalo R – R
irregular
1. O ritmo é regular ou
irregular? Intervalo R – R
irregular
2. Qual a frequência
cardíaca? Regra Start: ritmo
regular
2. Qual a frequência
cardíaca? Regra Start: ritmo
regular
2. Qual a frequência
cardíaca?
2. Qual a frequência
cardíaca?
2. Qual a frequência
cardíaca? Método preciso: dividir 1500 pelo número de
milímetros entre 2 QRS:
3. Tem onda P? Cada onda P
precede um QRS?
3. Tem onda P? Cada onda P
precede um QRS?
4. O complexo QRS é estreito ou
alargado?
 Estreito
(<0,12s)
4. O complexo QRS é estreito ou
alargado?
 Alargado
(>0,12s)
5. Quanto é o intervalo
PR?
5. Quanto é o intervalo
PR? Intervalo PR: 4 quadradinhos =
0,16 s
 Ideal < 0,20 s
6. O segmento ST é
isoelétrico?
6. O segmento ST é
isoelétrico?
ARRITMI
AS
Arritmia
s São distúrbios da formação ou da condução do impulso
elétrico dentro do coração
 Podem provoca:
 Alterações na frequência cardíaca
 Anormalidades no ritmo cardíaco
Arritmia
s Sinais e sintomas
 Muitas vezes são assintomáticas
 Desconforto torácico
 Agitação, ansiedade, medo, alteração do nível de consciência
 Tontura e síncope
 Palpitações
 Mudança na característica do pulso (amplitude, frequência e ritmo)
 Baixa perfusão tecidual
Arritmia
s Sinais e sintomas
 Dispneia, taquipneia
 Estertores pulmonares
 3ª e 4ªbulhas
 Estase jugular
 Pele pálida e fria
 Sudorese, náusea e emese
 Diminuição do débito urinário
Possíveis
causas Distúrbios hidroeletrolíticos
 Hipoe hipercalemia
 Hipomagnesemia
 Hipocalcemia
 Distúrbios ácido básico
 Alterações na formação e transmissão do estímulo
elétrico pelo coração
 Intoxicação por drogas
TAQUIARRITMI
AS
Taquicardia
sinusal
 FC > 100 bpm
 Ritmo regular
 Impulso originado no nó sinoatrial
 Esforço físico, ansiedade, febre, tireotoxicose,anemia,
hipovolemia, nicotina, cafeína,atropina
Fibrilação atrial
(FA) É a arritmia mais comum
 O átrio não é estimulado pelo nó sinusal, mas sim por
um foco ou focos ectópicos
 Contrações atriais desordenadas, irregulares e inefetivas
 Não se identifica onda P e sim ondas “f ”,
semelhantes à “tremulação”
 Podem ocorrer efeitos hemodinâmicos como: perda
de contração atrial efetiva, frequência ventricular
elevada ou diminuída e ritmo ventricular irregular
 Resposta ventricular é variável, geralmente em torno de
150 bpm e raramente chega a 200 bpm
Fibrilação atrial
(FA) Consequencias:
 Estase sanguínea formação de
trombos atriais tromboembolismo
pulmonar e sistêmico
Fibrilação atrial
(FA) Aguda < 48h
 Crônica > 48h
 Paroxística: surgem repentinamente, podem durar de
segundos a dias e podem tornar-se persistentes
 Persistente: sem resolução espontânea, deve ser
controlada com antiarrítmicos.
Fibrilação atrial
(FA)
Fluter
atrial A via de propagação do
impulso envolve oAD
 O circuito de reentrada gira
em sentido anti- horário
 Registro de ondas “f ” em
“dente de serra”
 Frequencias ventriculares de
150 a 75 bpm
 Tratamento semelhante à FA
Objetivo do
tratamento
 Cardioversão elétrica sincronizada, se instabilidade
hemodinâmica
 Cardioversão química (mais utilizada)  Amiodarona
 Uso de anticoagulantes nos casos de FAC crônica ou
persistente
Taquicardia Ventricular
(TV) 3 ou mais batimentos ectópicos ventrivulares
 FC > 100 bpm
 Complexo QRS largo (>0,12s)
 Ondas P
 Com frequências altas não são vistas
 Quando presentes não tem relação com QRS
Taquicardia Ventricular
(TV) Monomórfi
ca
 Polimórfica: geralmente é instável e evolui para fibrilação
ventricular se não tratada
Taquicardia Ventricular
(TV) Taquicardia ventricular não sustentada: duração inferior a
30s
 Taquicardia ventricular sustentada > 30s e relacionada
a instabilidade hemodinâmica
Taquicardia Ventricular
(TV) Tratamento
 Ausência de pulso palpável: desfibrilação (paciente em
parada cardiorrespiratória – PCR)
 Presença de pulso palpável e instabilidade
hemodinâmica: cardioversão elétrica (sincronizada)
Fibrilação Ventricular
(FV) Ritmo de PCR
 Ondas fibrilatórias com morfologia irregular e,
habitualmente com baixa amplitude
 Constitui atividade elétrica desorganizada, com
incapacidade e manter a contração ventricular e o débito
cardíaco
Bradiarritmia
s
Bradicardia
sinusal FC < 60 bpm
 Causas:
 Variante normal: durante o sono, indivíduos que praticam
atividade física regularmente, usuários de drogas
 Uso de betabloqueadores, bloqueadores de canais de cálcio
 Hipercalemia
 Hipotermia
 Episódios de emese
 Disfunção do nó sinusal (necessidade de marcapasso)
Bloqueio atrioventricular (BAV) de 1º Grau
 O impulso elétrico forma-se no nó sinusal, mas ocorre
atraso na condução do impulso elétrico aos ventrículos
 Intervalo PR > 0,20 s
 Todas as ondas p são seguidas por QRS
 FC dentro dos limites normais
 Sem repercussões hemodinâmicas
BAV 2º
Grau Alguns impulsos elétricos do nó AS ou dos átrios não são
conduzidos aos ventrículos
 Mobitz Tipo I (Wenckebach)
 Morbitz II
BAV 2º Grau: Mobitz
Tipo I Aumento progressivo do intervalo PR a cada batimento,
até que a onda P não é seguida de complexo QRS (a
onda P é bloqueada). Após o bloqueio, o intervalo PR
retorna imediatamente ao valor basal e o ciclo se repete
 Sem repercussão hemodinâmica
BAV 2º Grau: Mobitz
Tipo II Bloqueio súbito da onda P
 Intervalos PP e RR
constantes
 Pode ter repercussão
hemodinâmica
BAV 3º Grau ou BAVT (bloqueio
atrioventricular total)
 Não há transmissão do impulso elétrico dos átrios para
os ventrículos
 Ondas p dissociadas dos complexos QRS
 Intervalos PR variáveis
 QRS estreito
 Os ventrículos são estimulados por marcapasso-juncional:
FC entre 40 e 60 bpm
 Os ventrículos são estimulados por marcapasso
idioventricular: FC> 0-40 bpm
BAV 3º Grau ou BAVT (bloqueio
atrioventricular total)
 Causas
 Miocardiopatias, intoxicação digitálica, após cirurgia
cardíaca, endocardite bacteriana, IAM
Tratament
o Marcapa
sso
Transtorácico ou
definitivo
Transcutân
eo
Transveno
so
Referência
s Sanches PCR, Moffa PJ. Eletrocardiograma: uma
abordagem didática. 1ª ed. São Paulo: Roca,2010.
 Peggy J. Nurse to nurse: interpretação do
eletrocardiograma em enfermagem. Porto Alegre:
AMGH, 2011.
 Manual curso Med Eletro - eletrocardiografia

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Aula arritmias e interpretação de ECG

  • 1. Prof. MSc.Wesley Pereira Rogerio Arritmias e interpretação de Eletrocardiograma (ECG)
  • 2. Sistema de condução do coração Fonte: https://www.google.com/search?q=imagem+sistema+condutor+do+cora%C3%A7%C3%A3o&rlz=1C1VSNC_enBR830BR830&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwi5m9DNo6riAhXyHbkGHXH7B7EQ_AUIDigB &biw=1280&bih=913#imgrc=Q R5PhTM06sDWbM: ou nodo sinusal
  • 3. Sistema de condução do coração
  • 4. Sistema de condução do coração
  • 5. Sistema de condução do coração
  • 6. Sistema de condução do coração
  • 8. Potencial de ação: formação do impulso elétrico
  • 9. Potencial de ação: condução do impulso elétrico
  • 11. Eletrocardiogra ma Derivação: eixo entre dois eletrodos – um positivo e outro negativo O eixo da derivação aponta para o eletrodo positivo
  • 13. Derivações do Eletrocardiograma (ECG) Avalia o comportamento elétrico do coração  Cada derivação mostra sua própria visão do coração: ângulo próprio  Geralmente utiliza-se o ECG de 12 derivações
  • 14. c  Derivações do plano frontal: bipolares (D1, D2, D3)e unipolares (aVF, aVL, aVR)
  • 15. Derivações do Eletrocardiograma (ECG) Derivações do plano frontal ou periféricas: bipolares (DI, DII, DIII) e unipolares (aVF, aVL, aVR)
  • 17. Derivações do Eletrocardiograma (ECG) Derivações do plano horizontal ou precordiais: V1,V2, V3, V4,V5 e V6(unipolares)  Permitem uma análise tridimensional da atividade elétrica cardíaca.
  • 18. Derivações precordiais  Posicionamento dos eletrodos V1: No 4º espaço intercostal, na margem direita do esterno. V2: No 4º espaço intercostal, na margem esquerda do esterno. V3: Entre os eletrodosV2 e V4. V4: No 5º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular. V5: No mesmo nível que o eletrodo V4, na linha axilar anterior. V6: No mesmo nível que os eletrodos V4 e V5, na linha axilar média (baixa a partir do ponto médio da axila).
  • 21. Derivações do coração: parede posterior
  • 23. Cuidados para a realização de ECG Em mulheres não posicionar os eletrodos sobre a glândula mamária  Os eletrodos devem estar bem aderidos a pele  Colocar corretamente os eletrodos  Preparo da pele e retirada de pelos, se necessário  Desligar notebooks ou outros aparelhos, se possível que possam causar interferências no momento da realização do exame  Checar o adequado funcionamento do equipamento
  • 30. ONDA P Duração de 0,08 a 0,11 seg  É arredondada e monofásica e positiva em DII  Amplitude máxima de 2,5 mm  Melhores planos para observá-la: DII eV1
  • 31. Segmento PR  Corresponde à condução elétrica através do nó atriovantricular e do feixe de His e seus ramos  Duração: 0,12 a 0,20 segundos  Varia com a frequência cardíaca, com a idade e o tônus autônomo
  • 32. Complexo QRS  O segundo registro identificável no ECG é o complexo QRS  A primeira deflexão negativa é denominada onda Q  A primeira deflexão positiva: onda R  A primeira deflexão negativa após uma positiva: onda S
  • 34. Complexo QRS  Duração: 0,08 a 0,10 segundos em adultos  Valores > 0,12 segundos geralmente são indicativos de alguma patologia
  • 35. Segmento ST Ocorre após o complexo QRS  Representa o final da despolarização e início da repolarização ventricular  Alterações maiores que 1mm podem indicar algumas patologias. IAM com supradesnivelamen to do segmento ST IAM com infradesnivelament o do segmento ST
  • 36. Onda T  Representa a repolarização ventricular  Usualmente menor que 6 mm  Possui morfologia arredondada e assimétrica
  • 37. Intervalo QT Mede-se o intervalo QT do início do complexo QRS à porção terminal da ondaT  Corresponde à duração total da sístole elétrica ventricular  Aumenta com a diminuição da frequência cardíaca  Para FC entre 45 a 115 bpm os limites de normalidade são de 0,46 a 0,30 s Intervalo QT
  • 38. Onda U  Aparece após a ondaT, principalmente nas derivações V3 eV4  Pequena deflexão arredondada e de baixa amplitude
  • 40. Avaliação do ECG Perguntas: 1. O ritmo é regular ou irregular? 2. Qual a frequência cardíaca? 3. Tem onda P? Cada onda P precede um QRS? 4. O complexo QRS é estreito (< 0,12s) ou alargado? 5. Quanto é o intervalo P-R? 6. O segmento ST está na linha isoelétrica?
  • 41. 1. O ritmo é regular ou irregular? Intervalo R – R regular
  • 42. 1. O ritmo é regular ou irregular? Intervalo R – R regular
  • 43. 1. O ritmo é regular ou irregular? Intervalo R – R regular
  • 44. 1. O ritmo é regular ou irregular? Intervalo R – R irregular
  • 45. 1. O ritmo é regular ou irregular? Intervalo R – R irregular
  • 46. 1. O ritmo é regular ou irregular? Intervalo R – R irregular
  • 47. 2. Qual a frequência cardíaca? Regra Start: ritmo regular
  • 48. 2. Qual a frequência cardíaca? Regra Start: ritmo regular
  • 49. 2. Qual a frequência cardíaca?
  • 50. 2. Qual a frequência cardíaca?
  • 51. 2. Qual a frequência cardíaca? Método preciso: dividir 1500 pelo número de milímetros entre 2 QRS:
  • 52. 3. Tem onda P? Cada onda P precede um QRS?
  • 53. 3. Tem onda P? Cada onda P precede um QRS?
  • 54. 4. O complexo QRS é estreito ou alargado?  Estreito (<0,12s)
  • 55. 4. O complexo QRS é estreito ou alargado?  Alargado (>0,12s)
  • 56. 5. Quanto é o intervalo PR?
  • 57. 5. Quanto é o intervalo PR? Intervalo PR: 4 quadradinhos = 0,16 s  Ideal < 0,20 s
  • 58. 6. O segmento ST é isoelétrico?
  • 59. 6. O segmento ST é isoelétrico?
  • 61. Arritmia s São distúrbios da formação ou da condução do impulso elétrico dentro do coração  Podem provoca:  Alterações na frequência cardíaca  Anormalidades no ritmo cardíaco
  • 62. Arritmia s Sinais e sintomas  Muitas vezes são assintomáticas  Desconforto torácico  Agitação, ansiedade, medo, alteração do nível de consciência  Tontura e síncope  Palpitações  Mudança na característica do pulso (amplitude, frequência e ritmo)  Baixa perfusão tecidual
  • 63. Arritmia s Sinais e sintomas  Dispneia, taquipneia  Estertores pulmonares  3ª e 4ªbulhas  Estase jugular  Pele pálida e fria  Sudorese, náusea e emese  Diminuição do débito urinário
  • 64. Possíveis causas Distúrbios hidroeletrolíticos  Hipoe hipercalemia  Hipomagnesemia  Hipocalcemia  Distúrbios ácido básico  Alterações na formação e transmissão do estímulo elétrico pelo coração  Intoxicação por drogas
  • 66. Taquicardia sinusal  FC > 100 bpm  Ritmo regular  Impulso originado no nó sinoatrial  Esforço físico, ansiedade, febre, tireotoxicose,anemia, hipovolemia, nicotina, cafeína,atropina
  • 67. Fibrilação atrial (FA) É a arritmia mais comum  O átrio não é estimulado pelo nó sinusal, mas sim por um foco ou focos ectópicos  Contrações atriais desordenadas, irregulares e inefetivas  Não se identifica onda P e sim ondas “f ”, semelhantes à “tremulação”  Podem ocorrer efeitos hemodinâmicos como: perda de contração atrial efetiva, frequência ventricular elevada ou diminuída e ritmo ventricular irregular  Resposta ventricular é variável, geralmente em torno de 150 bpm e raramente chega a 200 bpm
  • 68. Fibrilação atrial (FA) Consequencias:  Estase sanguínea formação de trombos atriais tromboembolismo pulmonar e sistêmico
  • 69. Fibrilação atrial (FA) Aguda < 48h  Crônica > 48h  Paroxística: surgem repentinamente, podem durar de segundos a dias e podem tornar-se persistentes  Persistente: sem resolução espontânea, deve ser controlada com antiarrítmicos.
  • 71. Fluter atrial A via de propagação do impulso envolve oAD  O circuito de reentrada gira em sentido anti- horário  Registro de ondas “f ” em “dente de serra”  Frequencias ventriculares de 150 a 75 bpm  Tratamento semelhante à FA
  • 72. Objetivo do tratamento  Cardioversão elétrica sincronizada, se instabilidade hemodinâmica  Cardioversão química (mais utilizada)  Amiodarona  Uso de anticoagulantes nos casos de FAC crônica ou persistente
  • 73. Taquicardia Ventricular (TV) 3 ou mais batimentos ectópicos ventrivulares  FC > 100 bpm  Complexo QRS largo (>0,12s)  Ondas P  Com frequências altas não são vistas  Quando presentes não tem relação com QRS
  • 74. Taquicardia Ventricular (TV) Monomórfi ca  Polimórfica: geralmente é instável e evolui para fibrilação ventricular se não tratada
  • 75. Taquicardia Ventricular (TV) Taquicardia ventricular não sustentada: duração inferior a 30s  Taquicardia ventricular sustentada > 30s e relacionada a instabilidade hemodinâmica
  • 76. Taquicardia Ventricular (TV) Tratamento  Ausência de pulso palpável: desfibrilação (paciente em parada cardiorrespiratória – PCR)  Presença de pulso palpável e instabilidade hemodinâmica: cardioversão elétrica (sincronizada)
  • 77. Fibrilação Ventricular (FV) Ritmo de PCR  Ondas fibrilatórias com morfologia irregular e, habitualmente com baixa amplitude  Constitui atividade elétrica desorganizada, com incapacidade e manter a contração ventricular e o débito cardíaco
  • 79. Bradicardia sinusal FC < 60 bpm  Causas:  Variante normal: durante o sono, indivíduos que praticam atividade física regularmente, usuários de drogas  Uso de betabloqueadores, bloqueadores de canais de cálcio  Hipercalemia  Hipotermia  Episódios de emese  Disfunção do nó sinusal (necessidade de marcapasso)
  • 80. Bloqueio atrioventricular (BAV) de 1º Grau  O impulso elétrico forma-se no nó sinusal, mas ocorre atraso na condução do impulso elétrico aos ventrículos  Intervalo PR > 0,20 s  Todas as ondas p são seguidas por QRS  FC dentro dos limites normais  Sem repercussões hemodinâmicas
  • 81. BAV 2º Grau Alguns impulsos elétricos do nó AS ou dos átrios não são conduzidos aos ventrículos  Mobitz Tipo I (Wenckebach)  Morbitz II
  • 82. BAV 2º Grau: Mobitz Tipo I Aumento progressivo do intervalo PR a cada batimento, até que a onda P não é seguida de complexo QRS (a onda P é bloqueada). Após o bloqueio, o intervalo PR retorna imediatamente ao valor basal e o ciclo se repete  Sem repercussão hemodinâmica
  • 83. BAV 2º Grau: Mobitz Tipo II Bloqueio súbito da onda P  Intervalos PP e RR constantes  Pode ter repercussão hemodinâmica
  • 84. BAV 3º Grau ou BAVT (bloqueio atrioventricular total)  Não há transmissão do impulso elétrico dos átrios para os ventrículos  Ondas p dissociadas dos complexos QRS  Intervalos PR variáveis  QRS estreito  Os ventrículos são estimulados por marcapasso-juncional: FC entre 40 e 60 bpm  Os ventrículos são estimulados por marcapasso idioventricular: FC> 0-40 bpm
  • 85. BAV 3º Grau ou BAVT (bloqueio atrioventricular total)  Causas  Miocardiopatias, intoxicação digitálica, após cirurgia cardíaca, endocardite bacteriana, IAM
  • 87. Referência s Sanches PCR, Moffa PJ. Eletrocardiograma: uma abordagem didática. 1ª ed. São Paulo: Roca,2010.  Peggy J. Nurse to nurse: interpretação do eletrocardiograma em enfermagem. Porto Alegre: AMGH, 2011.  Manual curso Med Eletro - eletrocardiografia