SlideShare uma empresa Scribd logo
TRATAMENTO DE ÁGUAS
RESIDUÁRIAS
Aula 3 – Tratamentos
Desenvolvimento do tratamento de
esgotos


Na Europa

1920 – objetivo prevenir acumulo
de lodo nos rios / emprego de
decantadores / remoção de SS;
1950 – prevenir, reduzir a
proliferação (crescimento) das
bactérias nos rios e lagos /
emprego
do
tratamento
biológico (anaeróbio e aeróbio)
/ remoção de DBO;

1965
–
prevenção
da
eutrofização
dos
lagos
/
emprego
de
processos
de
precipitação / remoção de PO4-;
Desenvolvimento do tratamento de
esgotos
1975 – ocorrência de
mortandade de peixes por
excesso de NH4 / emprego
do processo de nitrificação
/ remoção da NH4;
1980 – presença de resíduos
tóxicos nos corpos d’água
/ emprego de processos
químicos / remoção de 1990 – eutrofização do mar /
metais pesados;
presença excessiva de NO3 /
promoção da desnitrificação;
A partir de 1990 – agregação de
valor aos subprodutos
Desenvolvimento do tratamento de
esgotos


No Brasil

istoe.com.br
Desenvolvimento do tratamento de
esgotos
- A primeira lagoa de estabilização foi construída
em São José dos Campos, SP, por volta de 1960;
- A partir do processo de crescimento das
grandes cidades brasileiras, mais especificamente
a partir do final de 1970, inicia-se a aplicação
de sistemas compactos – Lodos Ativados;
- A prática no Brasil é a aplicação de sistemas
localizados, tendo como unidade de tratamento o
Tanque Séptico seguido de infiltração no solo.
Requisitos de qualidade do efluente
Antes de se iniciar a concepção e o dimensionamento
do tratamento do esgoto é necessário e ter
caracterizados os seguintes aspectos:
• Objetivos do tratamento;
• Nível do tratamento;
• Estudos de impacto ambiental no corpo receptor.
Requisitos de qualidade do efluente
Para a escolha do tratamento e/ou o grau de eficiência
de remoção de determinado poluente no tratamento ou
em uma etapa pode ser dado pela formula:
E = __ Co – Ce_ x 100
Co

Onde:
E = eficiência de remoção (%)
Co = Concentração afluente do poluente (mg/l)
Ce = Concentração efluente do poluente (mg/l)
PROCESSOS DE TRATAMENTO
Para a definição do processo de tratamento dos
efluentes são testadas e utilizadas diversas
operações unitárias. Os processos podem ser
classificados em físicos, químicos e biológicos em
função da natureza dos poluentes a serem
removidos e ou das operações unitárias utilizadas
para o tratamento.
PROCESSOS DE TRATAMENTO
Tratamento de
efluentes

Biológico

Aeróbio
Anaeróbio
Lodo ativado
Enzimático

físico

Decantação
Adsorção
Filtração
Osmose reversa

Químico

Eletroquímico
Cloração
Coagulação
PROCESSOS FÍSICOS
São os processos que basicamente removem os sólidos
em suspensão sedimentáveis e flutuantes através de
processos físicos, tais como:
 Gradeamento;
 Peneiramento;
 Separação de óleos e gorduras;
 Sedimentação;
 Flotação;
Com o objetivo da remoção de
sólidos grosseiros capazes
de causar entupimentos e
aspecto desagradável nas
unidades do sistema de
tratamento são utilizadas
grades mecânicas ou de
limpeza
manual.
O
espaçamento entre as barras
varia normalmente entre 0,5
e 2 cm.

www2.corsan.com.br

Gradeamento

Gradeamento em caixas de areia
(efluentes industriais e sanitários)
Peneiramento
Com o objetivo da remoção de sólidos normalmente
com diâmetros superiores a 1 mm, capazes de
causar entupimentos ou com considerável carga
orgânica são utilizadas peneiras.
Peneiramento - Este consiste de uma grade automática de 3mm

As peneiras mais utilizadas
têm malhas com barras
triangulares com espaçamento
variando entre 0,5 a 2mm,
podendo a limpeza ser
mecanizada (jatos de água ou
escovas) ou ser estática.
Separação água/óleo
O processo de separação é um
processo físico que ocorre por
diferença de densidade, sendo
normalmente
as
frações
oleosas mais leves recolhidas
na superfície. No caso de óleos
ou borras oleosas mais densas
que a água, esses são
sedimentados e removidos por
limpeza de fundo do tanque.

Os separadores de Água e Óleo são
equipamentos compactos destinados
a separação física (Água/Óleo)
Posto de serviço
O processo de sedimentação é
uma das etapas de clarificação,
devendo ser aplicado conforme
as características de cada
efluente e do processo de
tratamento. No caso dos
processos que gerem lodos
orgânicos deve-se evitar a
permanência exagerada desses
no fundo dos decantadores para
reduzir a sua anaerobiose e a
conseqüente formação de gases
que causam a flutuação de
aglomerados de lodos.

enasa.com.br

Sedimentação

Os
decantadores
apresentam
diversas
formas construtivas e de
remoção de lodo, com ou
sem mecanização
Filtração
É o processo da passagem
de uma mistura sólido –
líquido através de um
meio poroso (filtro), que
retém os sólidos em
suspensão conforme a
capacidade do filtro e
permite a passagem da
fase líquida.
Principais processos de separação por
membranas: Microfiltração (MF), Ultrafiltração
(UF), Nanofiltração (NF) e Osmose Inversa (OI)
Flotação
A flotação é outro processo
físico muito utilizado para
a clarificação de efluentes
e
a
conseqüente
concentração de lodos,
tendo como vantagem a
necessidade reduzida de
área,
tendo
como
desvantagem um custo
operacional mais elevado
devido à mecanização.

A flotação no tratamento de efluentes e água
separa líquidos de sólidos com nuvens de
microbolhas de ar que arrastam as impurezas
em suspensão para a superfície.
PROCESSOS QUÍMICOS
São considerados como processos químicos esses que
utilizam produtos químicos, tais como: agentes de
coagulação, floculação, neutralização de pH,
oxidação, redução e desinfecção em diferentes
etapas dos sistemas de tratamento; através de
reações químicas promovem a remoção dos
poluentes ou condicionem a mistura de efluentes a
ser tratada aos processos subseqüentes.
A clarificação de efluentes
Os processos físico-químicos aplicados com o objetivo
de clarificar efluentes são baseados na
desestabilização dos colóides por coagulação
seguido da floculação e separação de fases por
sedimentação ou flotação.
Os
colóides
podem
ser
formados
por
microorganismos, gorduras, proteínas, e argilas,
estando o diâmetro das partículas coloidais na
faixa de 0,1 de 0,01μm.
Eletrocoagulação

Vista de calhas eletrolíticas

naturaltec.com.br

A Eletrocoagulação (EC) se
obtém com a passagem
de eletricidade pela água
desestabilizando
a
solução e coagulando os
contaminantes.
É
considerada
uma
tecnologia amigável, sem
grande
impacto
ambiental.
Precipitação química
Tem a finalidade de alterar, através da adição de
reagentes, o estado físico de substâncias que
existem em solução (ou dispersas), facilitando a sua
remoção por sedimentação.
É usada para:
 aumentar a eficiência da sedimentação primaria;
 na remoção de metais pesados;
 na remoção de fósforo.
PROCESSOS BIOLÓGICOS
Os processos biológicos de tratamento reproduzem
em escala de tempo e área os fenômenos de
autodepuração que ocorrem na natureza.
Os processos de tratamento biológicos têm como
princípio utilizar a matéria orgânica dissolvida ou
em suspensão como substrato para microorganismos
tais como bactérias, fungos e protozoários, que a
transformam em gases, água e novos
microorganismos.
Lagoas
Lodos ativados
Biofilmes
Reator
Disposição no solo
Níveis de Tratamento
Esgoto Bruto

 Tratamento Preliminar;

TRATAMENTO
PRELIMINAR

 Tratamento Primário;
TRATAMENTO

 Tratamento Secundário;

 Tratamento Terciário ou Avançado.

PRIMÁRIO

TRATAMENTO
SECUNDÁRIO

TRATAMENTO
TERCIÁRIO

Esgoto Tratado
Tratamento preliminar
Esgoto Bruto

O tratamento preliminar tem como
objetivo principal a redução de
sólidos grosseiros em suspensão.
Não há praticamente a remoção de
DBO5 (5-25%), pois consiste na
preparação
do
efluente
(condicionamento)
para
o
tratamento posterior, evitando
obstruções
e
danos
em
equipamentos eletromecânicos da
planta de tratamento.

TRATAMENTO
PRELIMINAR

TRATAMENTO
PRIMÁRIO

TRATAMENTO
SECUNDÁRIO

TRATAMENTO
TERCIÁRIO

Esgoto Tratado
Tratamento preliminar
Esgoto Bruto

Remove apenas:
 Sólidos muito grosseiros;
 Material flutuante;
 Material sedimentável.


TRATAMENTO
PRELIMINAR

TRATAMENTO

Principais processos:
 Grades;
 Desarenadores (caixa de areia);
 Caixas de retenção de óleos e
graxas (gorduras);
 Peneiras.

PRIMÁRIO



TRATAMENTO
SECUNDÁRIO

TRATAMENTO
TERCIÁRIO

Esgoto Tratado
Tratamento primário
Esgoto Bruto

O

tratamento
primário
é
empregado para a remoção de
sólidos suspensos e material
flotante e também para o
condicionamento do efluente
para tratamento secundário ou
para descarga. Pode remover
de 40 a 70% dos sólidos em
suspensão e cerca de 35% da
DBO5 .

TRATAMENTO
PRELIMINAR

TRATAMENTO
PRIMÁRIO

TRATAMENTO
SECUNDÁRIO

TRATAMENTO
TERCIÁRIO

Esgoto Tratado
Tratamento Primário
Esgoto Bruto

Remove :
 Matéria orgânica em suspensão;
 Parcialmente a DBO


Principais processos:
 Decantação primária ou simples;
 Precipitação química com baixa
eficiência;
 Flotação;
 Filtração;
 Neutralização.


TRATAMENTO
PRELIMINAR

TRATAMENTO
PRIMÁRIO

TRATAMENTO
SECUNDÁRIO

TRATAMENTO
TERCIÁRIO

Esgoto Tratado
Tratamento secundário
Esgoto Bruto

O termo tratamento secundário engloba
todos os processos biológicos de
tratamento de efluentes, tanto os de
natureza aeróbia quanto de natureza
anaeróbia e visam essencialmente
converter
a
matéria
orgânica
biodegradável dos efluentes em gases
e
sólidos
inorgânicos
(sulfatos,
hidróxidos etc.) e material biológico
sedimentável,
que
podem
ser
separados
do
efluente
por
sedimentação. Na maioria das vezes
esses processos empregados em
conjuntos com processos físicos e
químicos utilizados no pré-tratamento e
tratamento primário dos efluentes.

TRATAMENTO
PRELIMINAR

TRATAMENTO
PRIMÁRIO

TRATAMENTO
SECUNDÁRIO

TRATAMENTO
TERCIÁRIO

Esgoto Tratado
Tratamento Secundário
Esgoto Bruto

 Remove :
 Matéria orgânica dissolvida
e em suspensão;
 DBO
 Principais processos:
 Processos Biológicos (lodos
ativados, lagoas, etc;)
 Precipitação química com
alta eficiência;
 Etc.

TRATAMENTO
PRELIMINAR

TRATAMENTO
PRIMÁRIO

TRATAMENTO
SECUNDÁRIO

TRATAMENTO
TERCIÁRIO

Esgoto Tratado
Tratamento terciário
Esgoto Bruto

O

tratamento terciário também
conhecido
como
tratamento
avançado, consiste em uma série de
processos destinados a melhorar a
qualidade de efluentes provenientes
dos tratamentos primário e/ou
secundário.
Geralmente,
o
tratamento terciário pode ser
empregado na redução de: sólidos
suspensão,
carga
orgânica
biodegradável
e
não
biodegradável, micropoluentes, cor,
sais minerais e nutrientes.

TRATAMENTO
PRELIMINAR

TRATAMENTO
PRIMÁRIO

TRATAMENTO
SECUNDÁRIO

TRATAMENTO
TERCIÁRIO

Esgoto Tratado
Tratamento Terciário
Esgoto Bruto



Remoção de compostos em alto grau
 Efluente tratado com alta qualidade

Principais processos:
 Adsorção em carvão ativo;
 Osmose reversa;
 Eletrodiálise;
 Troca iônica;
 Filtros de areia;
 Remoção de nutrientes;
 Oxidação química;
 Remoção de organismos patogênicos.

TRATAMENTO
PRELIMINAR



TRATAMENTO
PRIMÁRIO

TRATAMENTO
SECUNDÁRIO

TRATAMENTO
TERCIÁRIO

Esgoto Tratado
TRATAMENTO PRELIMINAR DE
ESGOTOS
O

tratamento preliminar de esgotos visa,
basicamente, a remoção de sólidos grosseiros. Não
há praticamente remoção de DBO, consiste em uma
preparação dos esgotos para o tratamento
posterior, evitando obstruções e danificações em
equipamentos eletro-mecânicos.
Gradeamento
Os dispositivos de remoção de
sólidos grosseiros (grades) são
constituídos de barras de ferro ou
aço
paralelas,
posicionadas
transversalmente no canal de
chegada dos esgotos na estação
de tratamento, perpendiculares ou
inclinadas,
dependendo
do
dispositivo de remoção do
material retido. As grades devem
permitir o escoamento dos esgotos
sem produzir grandes perdas de
carga.

tipo

espaçamento
(cm)

grade grosseira

4 - 10

grade média

2- 4

grade fina

1- 2
Fonte: Jordão e Pessoa (1995)
Gradeamento
As grades com dispositivo de remoção mecanizada
de material retido são implantadas com inclinações
que variam de 70 a 90o, enquanto que as de
remoção manual possuem inclinações variando
geralmente na faixa de 45 a 60o (ângulo formado
pela grade e o fundo do canal a jusante. A Norma
Brasileira NB – 12.209/90 da ANBT impõe que
para vazões de dimensionamento superiores a
250 L/s as grades deverão possuir dispositivo de
remoção mecanizada do material retido.
Gradeamento
Gradeamento
A quantidade de material retido nas grades chega a
atingir na prática cerca de 0,04 litros por m3 de
esgoto.
Quantidade de material retido nas grades.
Espaçamento (cm)

2,0

2,5

3,0

4,0

Quantidade (L/m3)

0,038

0,023

0,012

0,009
Jordão e Pessoa (1995)

O material retido pode sofrer processo de lavagem,
secagem e adição de substâncias químicas antes do
envio a aterros sanitários ou incineradores.
Gradeamento
Dispositivos de remoção e quantidade de material
retido
Lavagem
Ancinhos
(Rastelo)

Mecânicos
Manuais

Condicionamento
do material retido

Secagem
Adição de
substâncias
químicas
Dimensionamento das Grades
As grades são projetadas para que ocorra uma
velocidade de passagem entre 0,6 e 1,0 m/s,
tomando-se por referência a velocidade máxima
horária de esgotos sanitários. A obstrução máxima
admitida é de 50% da área da grade, devendo-se
adotar como perdas de cargas mínimas os valores
de 0,15 m para grades de limpeza manual e 0,10
m para grades de limpeza mecanizada.
Dimensionamento das Grades


Para o cálculo da perda de carga nas grades,
pode-se utilizar a fórmula de Metcalf & Eddy:

H = 1,43 . (v2 - vo2) /2g
v é a velocidade de passagem pela grade;
vo é a velocidade de aproximação.
Dimensionamento das Grades


A relação entre a área da secção transversal do canal
e a área útil da grade é dada por:

S = Au . (a + t) /a , onde:
S = área da secção transversal do canal, até o nível de água.
Au = área útil da grade.
a = espaçamento entre as barras.
t = espessura das barras.
A relação a / (a + t) é chamada de eficiência (E) da grade e
representa a fração de espaços vazios em relação à área total.
Dimensionamento das Grades
Fixando-se a velocidade de passagem, pode-se
determinar a área útil da grade através da
equação da continuidade
Au = Qmáx / v
Obtendo-se a área útil, pode-se calcular a área da
secção transversal do canal (S). Escolhendo-se a
espessura e o espaçamento entre barras
determina-se a eficiência
E e S = Au/E
Dimensionamento das Grades
Outros dispositivos de remoção de sólidos grosseiros
Grades de barras curvas
Peneiras estáticas
Peneiras de tambor rotativo

Peneira de
tambor rotativo
Desarenação (caixas de retenção de
areia)
A "areia" que infiltra no sistema de esgotos sanitários
e que danifica equipamentos eletromecânicos é
constituída de partículas com diâmetro de 0,2 a 0,4
mm e massa específica  = 2,54 ton/m3. Estas
partículas sedimentam-se individualmente nas
caixas com velocidade média de 2 cm/s.
Desarenação (caixas de retenção de
areia)
Dispositivos de remoção
Manuais ou mecânicos (Bandeja de aço removidas por
talha e carretilha ou bombeamento)
 Quantidade e destino do material retido
Quantidade: 30 a 40 L/1.000 m3 de esgoto
 Destino do material retido (“Areia”)
Aterro Sanitário. A areia poderá ser também lavada
em caixas mecanizadas

Desarenação (caixas de retenção de
areia)
Dimensionamento
O comprimento (L) da caixa de areia é determinado
considerando-se a velocidade dos esgotos de 0,30
m/s e a velocidade de sedimentação da areia de 2
cm/s.
Prática de Projeto

L  22,5.H a 25,0.H
Dimensionamento


Largura da caixa de areia
Q  Vh .B.H



Q
B
H .Vh

Taxa de escoamento superficial
Q
Q
q

As B.L

q=600 a 1.300 m3/m2/dia
Controle da velocidade por calha
Parshall
Para se manter a mesma velocidade na caixa de areia
tipo canal com velocidade constante controlada por
calha Parshall, para Qmín e Qmáx, tem-se:
Qmín
H 'mín.  Z

Qmáx. H máx.  Z

Fórmula da calha Parshall:
Q = K.HN, em que:
Q = vazão (m3/s)
H = altura de água (m)
Controle da velocidade por calha
Parshall
Valores de K e N - Fórmula da Calha Parshall:
Q = K.HN (Q em m3/s e H em m)
Largura
Nominal

N

K

Capacidade (L/s)

3"

1,547

0,176

Mín.
0,85

Máx..
53,8

6"

1,580

0,381

1,52

110,4

9"

1,530

0,535

2,55

251,9

1'

1,522

0,690

3,11

455,6

1 1/2'

1,538

1,054

4,25

696,2

2'

1,550

1,426

11,89

936,7
Vídeos
Peneiramento
http://www.youtube.com/watch?v=S1DpTBH13Yw
 Separação água/ óleo
http://www.youtube.com/watch?v=ElunO3UmXF4&featur
e=fvsr
 Flotadores
http://www.youtube.com/watch?v=wXK_XJK3lfw&featur
e=fvwp&NR=1
http://www.youtube.com/watch?v=K1GiLJnS0FE&feature
=related

Material Consultado










Tratamento de efluentes Industriais e Qualidade do corpo receptor
Capacitação em gestão estratégica de Recursos hídricos voltada
aos usuários Industriais Módulo iv. CIESP
Braile,Pedro Marcio. Manual de Tratamento de Águas Residuárias
Industriais. São Paulo. CETESB,1993
Giordano,Gandhi.TRATAMENTO E CONTROLE DE EFLUENTES
INDUSTRIAIS. Universidade Estadual do Rio de Janeiro
TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Técnicas de Tratamento
de Efluentes Industriais Prof. Me. Higino Gomes Júnior Faculdade
de Tecnologia de São Paulo – FATEC
Tratamento de efluentes industriais e domésticos Karla Gomes de
Alencar Pinto. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
do Rio de Janeiro Minicursos CRQ-IV - 2009
Material Consultado








Tratamento preliminar de esgotos gradeamento e caixa
de areia – USP – Faculdade de Engenharia Ambiental –
Anotações de Aulas

Tratamento De Esgoto Sanitário Roque Passos Piveli,
São Paulo, 2007 – USP
Projeto de estações de tratamento de esgoto sanitário
- NBR 12209
IFPA Curso: Técnico em Saneamento - TRATAMENTO DE
ESGOTO - Belém - Setembro/2008Professores:Profª.
M.Sc. Jaqueline Maria Soares.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Teli 5
Teli 5Teli 5
Teli 1
Teli 1Teli 1
Aula 2 exercício od tratamento de águas residuárias
Aula 2   exercício od tratamento de águas residuáriasAula 2   exercício od tratamento de águas residuárias
Aula 2 exercício od tratamento de águas residuárias
Giovanna Ortiz
 
Tratamento de efluentes
Tratamento de efluentes Tratamento de efluentes
Tratamento de efluentes
Dominique Alves
 
Aula 4 sedimentação
Aula 4   sedimentaçãoAula 4   sedimentação
Aula 4 sedimentação
Giovanna Ortiz
 
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Giovanna Ortiz
 
Aula 6 lagoas aeradas facultativas
Aula 6 lagoas aeradas facultativasAula 6 lagoas aeradas facultativas
Aula 6 lagoas aeradas facultativas
Giovanna Ortiz
 
CONAMA 357.2005
CONAMA 357.2005CONAMA 357.2005
CONAMA 357.2005
Francielson Almeida Alves
 
parametros qualidade agua
parametros qualidade aguaparametros qualidade agua
parametros qualidade agua
Raquel Gastao Daniel
 
Aula3 qualidadeagua 3q2017
Aula3 qualidadeagua 3q2017Aula3 qualidadeagua 3q2017
Aula3 qualidadeagua 3q2017
Mayara Arrais
 
Taa 6
Taa 6Taa 6
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 1 normas e legislação
Aula 1 normas e legislaçãoAula 1 normas e legislação
Aula 1 normas e legislação
Giovanna Ortiz
 
Sistemas anaeróbios
Sistemas anaeróbiosSistemas anaeróbios
Aula 8 dimensionamento de lodos ativados
Aula 8   dimensionamento de lodos ativadosAula 8   dimensionamento de lodos ativados
Aula 8 dimensionamento de lodos ativados
Giovanna Ortiz
 
Sedimentação
SedimentaçãoSedimentação
Sedimentação
Josemar Pereira da Silva
 
Aula 14 tratamentos biológicos - 27.10
Aula 14   tratamentos biológicos - 27.10Aula 14   tratamentos biológicos - 27.10
Aula 14 tratamentos biológicos - 27.10
Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água paraNbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
Jacqueline Schultz
 
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Tratamento da água
Tratamento da águaTratamento da água

Mais procurados (20)

Teli 5
Teli 5Teli 5
Teli 5
 
Teli 1
Teli 1Teli 1
Teli 1
 
Aula 2 exercício od tratamento de águas residuárias
Aula 2   exercício od tratamento de águas residuáriasAula 2   exercício od tratamento de águas residuárias
Aula 2 exercício od tratamento de águas residuárias
 
Tratamento de efluentes
Tratamento de efluentes Tratamento de efluentes
Tratamento de efluentes
 
Aula 4 sedimentação
Aula 4   sedimentaçãoAula 4   sedimentação
Aula 4 sedimentação
 
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
 
Aula 6 lagoas aeradas facultativas
Aula 6 lagoas aeradas facultativasAula 6 lagoas aeradas facultativas
Aula 6 lagoas aeradas facultativas
 
CONAMA 357.2005
CONAMA 357.2005CONAMA 357.2005
CONAMA 357.2005
 
parametros qualidade agua
parametros qualidade aguaparametros qualidade agua
parametros qualidade agua
 
Aula3 qualidadeagua 3q2017
Aula3 qualidadeagua 3q2017Aula3 qualidadeagua 3q2017
Aula3 qualidadeagua 3q2017
 
Taa 6
Taa 6Taa 6
Taa 6
 
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
 
Aula 1 normas e legislação
Aula 1 normas e legislaçãoAula 1 normas e legislação
Aula 1 normas e legislação
 
Sistemas anaeróbios
Sistemas anaeróbiosSistemas anaeróbios
Sistemas anaeróbios
 
Aula 8 dimensionamento de lodos ativados
Aula 8   dimensionamento de lodos ativadosAula 8   dimensionamento de lodos ativados
Aula 8 dimensionamento de lodos ativados
 
Sedimentação
SedimentaçãoSedimentação
Sedimentação
 
Aula 14 tratamentos biológicos - 27.10
Aula 14   tratamentos biológicos - 27.10Aula 14   tratamentos biológicos - 27.10
Aula 14 tratamentos biológicos - 27.10
 
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água paraNbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
 
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
 
Tratamento da água
Tratamento da águaTratamento da água
Tratamento da água
 

Destaque

5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimica5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimica
Fersay
 
ÁGUA DE REÚSO
ÁGUA DE REÚSOÁGUA DE REÚSO
ÁGUA DE REÚSO
Hamilton5
 
Reúso da água como alternativa sustentável
Reúso da água como alternativa sustentávelReúso da água como alternativa sustentável
Reúso da água como alternativa sustentável
Micheli Bianchini
 
Controle e tecnologia ambiental. Tecnologia de Tratamento de Água e Efluente....
Controle e tecnologia ambiental. Tecnologia de Tratamento de Água e Efluente....Controle e tecnologia ambiental. Tecnologia de Tratamento de Água e Efluente....
Controle e tecnologia ambiental. Tecnologia de Tratamento de Água e Efluente....
Roberto Emery-Trindade
 
A água e o tratamento da água
A água e o tratamento da águaA água e o tratamento da água
A água e o tratamento da água
ISJ
 
áGua produzida
áGua produzidaáGua produzida
áGua produzida
RodrigoMedeirospg
 
Estação de tratamento de água
Estação de tratamento de águaEstação de tratamento de água
Estação de tratamento de água
quimica389
 
Trabalho flotação
Trabalho flotaçãoTrabalho flotação
Trabalho flotação
Lucas Jordann Alvarenga Drumond
 

Destaque (8)

5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimica5 permuta ionica-tecnologia-quimica
5 permuta ionica-tecnologia-quimica
 
ÁGUA DE REÚSO
ÁGUA DE REÚSOÁGUA DE REÚSO
ÁGUA DE REÚSO
 
Reúso da água como alternativa sustentável
Reúso da água como alternativa sustentávelReúso da água como alternativa sustentável
Reúso da água como alternativa sustentável
 
Controle e tecnologia ambiental. Tecnologia de Tratamento de Água e Efluente....
Controle e tecnologia ambiental. Tecnologia de Tratamento de Água e Efluente....Controle e tecnologia ambiental. Tecnologia de Tratamento de Água e Efluente....
Controle e tecnologia ambiental. Tecnologia de Tratamento de Água e Efluente....
 
A água e o tratamento da água
A água e o tratamento da águaA água e o tratamento da água
A água e o tratamento da água
 
áGua produzida
áGua produzidaáGua produzida
áGua produzida
 
Estação de tratamento de água
Estação de tratamento de águaEstação de tratamento de água
Estação de tratamento de água
 
Trabalho flotação
Trabalho flotaçãoTrabalho flotação
Trabalho flotação
 

Semelhante a Aula 3 tratamentos e tratamento preliminar

Efluentes
EfluentesEfluentes
Efluentes
Priscila Lidia
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
Priscila Lidia
 
Como funciona estação de tratamento de água
Como funciona estação de tratamento de águaComo funciona estação de tratamento de água
Como funciona estação de tratamento de água
Animais Amados
 
Efluentes
EfluentesEfluentes
Efluentes
Juliana Abrahão
 
tratamento de efluentes
tratamento de efluentestratamento de efluentes
tratamento de efluentes
Jaqueline Santos
 
5 processos químicos unitários
5 processos químicos unitários5 processos químicos unitários
5 processos químicos unitários
Gilson Adao
 
T R A B A L H O
T R A B A L H OT R A B A L H O
T R A B A L H O
FeT
 
Resíduos sólidos
Resíduos sólidosResíduos sólidos
Resíduos sólidos
Ana Helena
 
Eta Rs
Eta RsEta Rs
Eta Rs
angelaesp
 
secas e etares
secas e etaressecas e etares
secas e etares
Andre Matos
 
AULA-4-exemplo da agua potavel .pdf
AULA-4-exemplo da agua potavel .pdfAULA-4-exemplo da agua potavel .pdf
AULA-4-exemplo da agua potavel .pdf
Bianca de Melo Silveira
 
AULA-4-Agatha.pdf
AULA-4-Agatha.pdfAULA-4-Agatha.pdf
AULA-4-Agatha.pdf
Uillian4
 
Caracteristicasdos efluentesliquidossistemastratamento
Caracteristicasdos efluentesliquidossistemastratamentoCaracteristicasdos efluentesliquidossistemastratamento
Caracteristicasdos efluentesliquidossistemastratamento
Nilton Goulart
 
PoluiçãO Da áGua
PoluiçãO Da áGuaPoluiçãO Da áGua
PoluiçãO Da áGua
guestb3e939b
 
TRATAMENTO DE ESGOTO DOADO PELA CORSAN AO MUNICÍPIO DE MONTENEGRO EM 2007.
TRATAMENTO DE ESGOTO DOADO PELA CORSAN AO MUNICÍPIO DE MONTENEGRO EM 2007.TRATAMENTO DE ESGOTO DOADO PELA CORSAN AO MUNICÍPIO DE MONTENEGRO EM 2007.
TRATAMENTO DE ESGOTO DOADO PELA CORSAN AO MUNICÍPIO DE MONTENEGRO EM 2007.
João Boos Boos
 
Etar
EtarEtar
Etar
david26
 
Curso operação de ete
Curso operação de eteCurso operação de ete
Curso operação de ete
Ricardo Akerman
 
3 estação de tratamento de águas residuais
3  estação de tratamento de águas residuais3  estação de tratamento de águas residuais
3 estação de tratamento de águas residuais
Gilson Adao
 
Tar trabalho (1)
Tar trabalho (1)Tar trabalho (1)
Tar trabalho (1)
Eldimar Paes
 
Micro-organismos no tratamento de água
Micro-organismos no tratamento de águaMicro-organismos no tratamento de água
Micro-organismos no tratamento de água
Luisjoaquim
 

Semelhante a Aula 3 tratamentos e tratamento preliminar (20)

Efluentes
EfluentesEfluentes
Efluentes
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Como funciona estação de tratamento de água
Como funciona estação de tratamento de águaComo funciona estação de tratamento de água
Como funciona estação de tratamento de água
 
Efluentes
EfluentesEfluentes
Efluentes
 
tratamento de efluentes
tratamento de efluentestratamento de efluentes
tratamento de efluentes
 
5 processos químicos unitários
5 processos químicos unitários5 processos químicos unitários
5 processos químicos unitários
 
T R A B A L H O
T R A B A L H OT R A B A L H O
T R A B A L H O
 
Resíduos sólidos
Resíduos sólidosResíduos sólidos
Resíduos sólidos
 
Eta Rs
Eta RsEta Rs
Eta Rs
 
secas e etares
secas e etaressecas e etares
secas e etares
 
AULA-4-exemplo da agua potavel .pdf
AULA-4-exemplo da agua potavel .pdfAULA-4-exemplo da agua potavel .pdf
AULA-4-exemplo da agua potavel .pdf
 
AULA-4-Agatha.pdf
AULA-4-Agatha.pdfAULA-4-Agatha.pdf
AULA-4-Agatha.pdf
 
Caracteristicasdos efluentesliquidossistemastratamento
Caracteristicasdos efluentesliquidossistemastratamentoCaracteristicasdos efluentesliquidossistemastratamento
Caracteristicasdos efluentesliquidossistemastratamento
 
PoluiçãO Da áGua
PoluiçãO Da áGuaPoluiçãO Da áGua
PoluiçãO Da áGua
 
TRATAMENTO DE ESGOTO DOADO PELA CORSAN AO MUNICÍPIO DE MONTENEGRO EM 2007.
TRATAMENTO DE ESGOTO DOADO PELA CORSAN AO MUNICÍPIO DE MONTENEGRO EM 2007.TRATAMENTO DE ESGOTO DOADO PELA CORSAN AO MUNICÍPIO DE MONTENEGRO EM 2007.
TRATAMENTO DE ESGOTO DOADO PELA CORSAN AO MUNICÍPIO DE MONTENEGRO EM 2007.
 
Etar
EtarEtar
Etar
 
Curso operação de ete
Curso operação de eteCurso operação de ete
Curso operação de ete
 
3 estação de tratamento de águas residuais
3  estação de tratamento de águas residuais3  estação de tratamento de águas residuais
3 estação de tratamento de águas residuais
 
Tar trabalho (1)
Tar trabalho (1)Tar trabalho (1)
Tar trabalho (1)
 
Micro-organismos no tratamento de água
Micro-organismos no tratamento de águaMicro-organismos no tratamento de água
Micro-organismos no tratamento de água
 

Mais de Giovanna Ortiz

Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Giovanna Ortiz
 
Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2
Giovanna Ortiz
 
Dimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagemDimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagem
Giovanna Ortiz
 
Aula 9 aterro
Aula 9   aterroAula 9   aterro
Aula 9 aterro
Giovanna Ortiz
 
Aula 8 incineração
Aula 8 incineraçãoAula 8 incineração
Aula 8 incineração
Giovanna Ortiz
 
Aula 7 co-processamento
Aula 7   co-processamentoAula 7   co-processamento
Aula 7 co-processamento
Giovanna Ortiz
 
Aula 6 compostagem
Aula 6 compostagemAula 6 compostagem
Aula 6 compostagem
Giovanna Ortiz
 
Aula 5 reciclagem
Aula 5  reciclagemAula 5  reciclagem
Aula 5 reciclagem
Giovanna Ortiz
 
Aula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdfAula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdf
Giovanna Ortiz
 
Aula 4 parte 2
Aula 4 parte 2Aula 4 parte 2
Aula 4 parte 2
Giovanna Ortiz
 
Aula 3 gerenciamento
Aula 3 gerenciamentoAula 3 gerenciamento
Aula 3 gerenciamento
Giovanna Ortiz
 
Aula 2 panorama geral
Aula 2 panorama geralAula 2 panorama geral
Aula 2 panorama geral
Giovanna Ortiz
 
Atividade roteiro para implantação de coleta seletiva
Atividade   roteiro para implantação de coleta seletivaAtividade   roteiro para implantação de coleta seletiva
Atividade roteiro para implantação de coleta seletiva
Giovanna Ortiz
 
Apresentação geral do curso
Apresentação geral do cursoApresentação geral do curso
Apresentação geral do curso
Giovanna Ortiz
 
Exercícios de compensação de ausências
Exercícios de compensação de ausênciasExercícios de compensação de ausências
Exercícios de compensação de ausências
Giovanna Ortiz
 
Erosão
ErosãoErosão
Aula 1 solos
Aula 1 solosAula 1 solos
Aula 1 solos
Giovanna Ortiz
 
Solos 6b
Solos 6bSolos 6b
Solos 6b
Giovanna Ortiz
 
Solos 4
Solos 4Solos 4
Solos 3p
Solos 3pSolos 3p
Solos 3p
Giovanna Ortiz
 

Mais de Giovanna Ortiz (20)

Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
 
Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2
 
Dimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagemDimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagem
 
Aula 9 aterro
Aula 9   aterroAula 9   aterro
Aula 9 aterro
 
Aula 8 incineração
Aula 8 incineraçãoAula 8 incineração
Aula 8 incineração
 
Aula 7 co-processamento
Aula 7   co-processamentoAula 7   co-processamento
Aula 7 co-processamento
 
Aula 6 compostagem
Aula 6 compostagemAula 6 compostagem
Aula 6 compostagem
 
Aula 5 reciclagem
Aula 5  reciclagemAula 5  reciclagem
Aula 5 reciclagem
 
Aula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdfAula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdf
 
Aula 4 parte 2
Aula 4 parte 2Aula 4 parte 2
Aula 4 parte 2
 
Aula 3 gerenciamento
Aula 3 gerenciamentoAula 3 gerenciamento
Aula 3 gerenciamento
 
Aula 2 panorama geral
Aula 2 panorama geralAula 2 panorama geral
Aula 2 panorama geral
 
Atividade roteiro para implantação de coleta seletiva
Atividade   roteiro para implantação de coleta seletivaAtividade   roteiro para implantação de coleta seletiva
Atividade roteiro para implantação de coleta seletiva
 
Apresentação geral do curso
Apresentação geral do cursoApresentação geral do curso
Apresentação geral do curso
 
Exercícios de compensação de ausências
Exercícios de compensação de ausênciasExercícios de compensação de ausências
Exercícios de compensação de ausências
 
Erosão
ErosãoErosão
Erosão
 
Aula 1 solos
Aula 1 solosAula 1 solos
Aula 1 solos
 
Solos 6b
Solos 6bSolos 6b
Solos 6b
 
Solos 4
Solos 4Solos 4
Solos 4
 
Solos 3p
Solos 3pSolos 3p
Solos 3p
 

Último

PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogiaAVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
KarollayneRodriguesV1
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Centro Jacques Delors
 
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
y6zh7bvphf
 
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptxO século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
geiseortiz1
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdfCD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
Manuais Formação
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
MARCELARUBIAGAVA
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
MarcoAurlioResende
 
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdfsaid edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
ThiagoRORISDASILVA1
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Maurício Bratz
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
LITERATURA INDÍGENA BRASILEIRA: elementos constitutivos.ppt
LITERATURA INDÍGENA BRASILEIRA: elementos constitutivos.pptLITERATURA INDÍGENA BRASILEIRA: elementos constitutivos.ppt
LITERATURA INDÍGENA BRASILEIRA: elementos constitutivos.ppt
EdimaresSilvestre
 
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento EuropeuEurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Centro Jacques Delors
 

Último (20)

PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
 
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogiaAVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
 
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
 
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptxO século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdfCD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
 
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdfsaid edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
LITERATURA INDÍGENA BRASILEIRA: elementos constitutivos.ppt
LITERATURA INDÍGENA BRASILEIRA: elementos constitutivos.pptLITERATURA INDÍGENA BRASILEIRA: elementos constitutivos.ppt
LITERATURA INDÍGENA BRASILEIRA: elementos constitutivos.ppt
 
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento EuropeuEurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
 

Aula 3 tratamentos e tratamento preliminar

  • 2. Desenvolvimento do tratamento de esgotos  Na Europa 1920 – objetivo prevenir acumulo de lodo nos rios / emprego de decantadores / remoção de SS; 1950 – prevenir, reduzir a proliferação (crescimento) das bactérias nos rios e lagos / emprego do tratamento biológico (anaeróbio e aeróbio) / remoção de DBO; 1965 – prevenção da eutrofização dos lagos / emprego de processos de precipitação / remoção de PO4-;
  • 3. Desenvolvimento do tratamento de esgotos 1975 – ocorrência de mortandade de peixes por excesso de NH4 / emprego do processo de nitrificação / remoção da NH4; 1980 – presença de resíduos tóxicos nos corpos d’água / emprego de processos químicos / remoção de 1990 – eutrofização do mar / metais pesados; presença excessiva de NO3 / promoção da desnitrificação; A partir de 1990 – agregação de valor aos subprodutos
  • 4. Desenvolvimento do tratamento de esgotos  No Brasil istoe.com.br
  • 5. Desenvolvimento do tratamento de esgotos - A primeira lagoa de estabilização foi construída em São José dos Campos, SP, por volta de 1960; - A partir do processo de crescimento das grandes cidades brasileiras, mais especificamente a partir do final de 1970, inicia-se a aplicação de sistemas compactos – Lodos Ativados; - A prática no Brasil é a aplicação de sistemas localizados, tendo como unidade de tratamento o Tanque Séptico seguido de infiltração no solo.
  • 6. Requisitos de qualidade do efluente Antes de se iniciar a concepção e o dimensionamento do tratamento do esgoto é necessário e ter caracterizados os seguintes aspectos: • Objetivos do tratamento; • Nível do tratamento; • Estudos de impacto ambiental no corpo receptor.
  • 7. Requisitos de qualidade do efluente Para a escolha do tratamento e/ou o grau de eficiência de remoção de determinado poluente no tratamento ou em uma etapa pode ser dado pela formula: E = __ Co – Ce_ x 100 Co Onde: E = eficiência de remoção (%) Co = Concentração afluente do poluente (mg/l) Ce = Concentração efluente do poluente (mg/l)
  • 8. PROCESSOS DE TRATAMENTO Para a definição do processo de tratamento dos efluentes são testadas e utilizadas diversas operações unitárias. Os processos podem ser classificados em físicos, químicos e biológicos em função da natureza dos poluentes a serem removidos e ou das operações unitárias utilizadas para o tratamento.
  • 9. PROCESSOS DE TRATAMENTO Tratamento de efluentes Biológico Aeróbio Anaeróbio Lodo ativado Enzimático físico Decantação Adsorção Filtração Osmose reversa Químico Eletroquímico Cloração Coagulação
  • 10. PROCESSOS FÍSICOS São os processos que basicamente removem os sólidos em suspensão sedimentáveis e flutuantes através de processos físicos, tais como:  Gradeamento;  Peneiramento;  Separação de óleos e gorduras;  Sedimentação;  Flotação;
  • 11. Com o objetivo da remoção de sólidos grosseiros capazes de causar entupimentos e aspecto desagradável nas unidades do sistema de tratamento são utilizadas grades mecânicas ou de limpeza manual. O espaçamento entre as barras varia normalmente entre 0,5 e 2 cm. www2.corsan.com.br Gradeamento Gradeamento em caixas de areia (efluentes industriais e sanitários)
  • 12. Peneiramento Com o objetivo da remoção de sólidos normalmente com diâmetros superiores a 1 mm, capazes de causar entupimentos ou com considerável carga orgânica são utilizadas peneiras. Peneiramento - Este consiste de uma grade automática de 3mm As peneiras mais utilizadas têm malhas com barras triangulares com espaçamento variando entre 0,5 a 2mm, podendo a limpeza ser mecanizada (jatos de água ou escovas) ou ser estática.
  • 13. Separação água/óleo O processo de separação é um processo físico que ocorre por diferença de densidade, sendo normalmente as frações oleosas mais leves recolhidas na superfície. No caso de óleos ou borras oleosas mais densas que a água, esses são sedimentados e removidos por limpeza de fundo do tanque. Os separadores de Água e Óleo são equipamentos compactos destinados a separação física (Água/Óleo) Posto de serviço
  • 14. O processo de sedimentação é uma das etapas de clarificação, devendo ser aplicado conforme as características de cada efluente e do processo de tratamento. No caso dos processos que gerem lodos orgânicos deve-se evitar a permanência exagerada desses no fundo dos decantadores para reduzir a sua anaerobiose e a conseqüente formação de gases que causam a flutuação de aglomerados de lodos. enasa.com.br Sedimentação Os decantadores apresentam diversas formas construtivas e de remoção de lodo, com ou sem mecanização
  • 15. Filtração É o processo da passagem de uma mistura sólido – líquido através de um meio poroso (filtro), que retém os sólidos em suspensão conforme a capacidade do filtro e permite a passagem da fase líquida. Principais processos de separação por membranas: Microfiltração (MF), Ultrafiltração (UF), Nanofiltração (NF) e Osmose Inversa (OI)
  • 16. Flotação A flotação é outro processo físico muito utilizado para a clarificação de efluentes e a conseqüente concentração de lodos, tendo como vantagem a necessidade reduzida de área, tendo como desvantagem um custo operacional mais elevado devido à mecanização. A flotação no tratamento de efluentes e água separa líquidos de sólidos com nuvens de microbolhas de ar que arrastam as impurezas em suspensão para a superfície.
  • 17. PROCESSOS QUÍMICOS São considerados como processos químicos esses que utilizam produtos químicos, tais como: agentes de coagulação, floculação, neutralização de pH, oxidação, redução e desinfecção em diferentes etapas dos sistemas de tratamento; através de reações químicas promovem a remoção dos poluentes ou condicionem a mistura de efluentes a ser tratada aos processos subseqüentes.
  • 18. A clarificação de efluentes Os processos físico-químicos aplicados com o objetivo de clarificar efluentes são baseados na desestabilização dos colóides por coagulação seguido da floculação e separação de fases por sedimentação ou flotação. Os colóides podem ser formados por microorganismos, gorduras, proteínas, e argilas, estando o diâmetro das partículas coloidais na faixa de 0,1 de 0,01μm.
  • 19. Eletrocoagulação Vista de calhas eletrolíticas naturaltec.com.br A Eletrocoagulação (EC) se obtém com a passagem de eletricidade pela água desestabilizando a solução e coagulando os contaminantes. É considerada uma tecnologia amigável, sem grande impacto ambiental.
  • 20. Precipitação química Tem a finalidade de alterar, através da adição de reagentes, o estado físico de substâncias que existem em solução (ou dispersas), facilitando a sua remoção por sedimentação. É usada para:  aumentar a eficiência da sedimentação primaria;  na remoção de metais pesados;  na remoção de fósforo.
  • 21. PROCESSOS BIOLÓGICOS Os processos biológicos de tratamento reproduzem em escala de tempo e área os fenômenos de autodepuração que ocorrem na natureza. Os processos de tratamento biológicos têm como princípio utilizar a matéria orgânica dissolvida ou em suspensão como substrato para microorganismos tais como bactérias, fungos e protozoários, que a transformam em gases, água e novos microorganismos.
  • 27. Níveis de Tratamento Esgoto Bruto  Tratamento Preliminar; TRATAMENTO PRELIMINAR  Tratamento Primário; TRATAMENTO  Tratamento Secundário;  Tratamento Terciário ou Avançado. PRIMÁRIO TRATAMENTO SECUNDÁRIO TRATAMENTO TERCIÁRIO Esgoto Tratado
  • 28. Tratamento preliminar Esgoto Bruto O tratamento preliminar tem como objetivo principal a redução de sólidos grosseiros em suspensão. Não há praticamente a remoção de DBO5 (5-25%), pois consiste na preparação do efluente (condicionamento) para o tratamento posterior, evitando obstruções e danos em equipamentos eletromecânicos da planta de tratamento. TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO PRIMÁRIO TRATAMENTO SECUNDÁRIO TRATAMENTO TERCIÁRIO Esgoto Tratado
  • 29. Tratamento preliminar Esgoto Bruto Remove apenas:  Sólidos muito grosseiros;  Material flutuante;  Material sedimentável.  TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO Principais processos:  Grades;  Desarenadores (caixa de areia);  Caixas de retenção de óleos e graxas (gorduras);  Peneiras. PRIMÁRIO  TRATAMENTO SECUNDÁRIO TRATAMENTO TERCIÁRIO Esgoto Tratado
  • 30. Tratamento primário Esgoto Bruto O tratamento primário é empregado para a remoção de sólidos suspensos e material flotante e também para o condicionamento do efluente para tratamento secundário ou para descarga. Pode remover de 40 a 70% dos sólidos em suspensão e cerca de 35% da DBO5 . TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO PRIMÁRIO TRATAMENTO SECUNDÁRIO TRATAMENTO TERCIÁRIO Esgoto Tratado
  • 31. Tratamento Primário Esgoto Bruto Remove :  Matéria orgânica em suspensão;  Parcialmente a DBO  Principais processos:  Decantação primária ou simples;  Precipitação química com baixa eficiência;  Flotação;  Filtração;  Neutralização.  TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO PRIMÁRIO TRATAMENTO SECUNDÁRIO TRATAMENTO TERCIÁRIO Esgoto Tratado
  • 32. Tratamento secundário Esgoto Bruto O termo tratamento secundário engloba todos os processos biológicos de tratamento de efluentes, tanto os de natureza aeróbia quanto de natureza anaeróbia e visam essencialmente converter a matéria orgânica biodegradável dos efluentes em gases e sólidos inorgânicos (sulfatos, hidróxidos etc.) e material biológico sedimentável, que podem ser separados do efluente por sedimentação. Na maioria das vezes esses processos empregados em conjuntos com processos físicos e químicos utilizados no pré-tratamento e tratamento primário dos efluentes. TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO PRIMÁRIO TRATAMENTO SECUNDÁRIO TRATAMENTO TERCIÁRIO Esgoto Tratado
  • 33. Tratamento Secundário Esgoto Bruto  Remove :  Matéria orgânica dissolvida e em suspensão;  DBO  Principais processos:  Processos Biológicos (lodos ativados, lagoas, etc;)  Precipitação química com alta eficiência;  Etc. TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO PRIMÁRIO TRATAMENTO SECUNDÁRIO TRATAMENTO TERCIÁRIO Esgoto Tratado
  • 34. Tratamento terciário Esgoto Bruto O tratamento terciário também conhecido como tratamento avançado, consiste em uma série de processos destinados a melhorar a qualidade de efluentes provenientes dos tratamentos primário e/ou secundário. Geralmente, o tratamento terciário pode ser empregado na redução de: sólidos suspensão, carga orgânica biodegradável e não biodegradável, micropoluentes, cor, sais minerais e nutrientes. TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO PRIMÁRIO TRATAMENTO SECUNDÁRIO TRATAMENTO TERCIÁRIO Esgoto Tratado
  • 35. Tratamento Terciário Esgoto Bruto   Remoção de compostos em alto grau  Efluente tratado com alta qualidade Principais processos:  Adsorção em carvão ativo;  Osmose reversa;  Eletrodiálise;  Troca iônica;  Filtros de areia;  Remoção de nutrientes;  Oxidação química;  Remoção de organismos patogênicos. TRATAMENTO PRELIMINAR  TRATAMENTO PRIMÁRIO TRATAMENTO SECUNDÁRIO TRATAMENTO TERCIÁRIO Esgoto Tratado
  • 36. TRATAMENTO PRELIMINAR DE ESGOTOS O tratamento preliminar de esgotos visa, basicamente, a remoção de sólidos grosseiros. Não há praticamente remoção de DBO, consiste em uma preparação dos esgotos para o tratamento posterior, evitando obstruções e danificações em equipamentos eletro-mecânicos.
  • 37. Gradeamento Os dispositivos de remoção de sólidos grosseiros (grades) são constituídos de barras de ferro ou aço paralelas, posicionadas transversalmente no canal de chegada dos esgotos na estação de tratamento, perpendiculares ou inclinadas, dependendo do dispositivo de remoção do material retido. As grades devem permitir o escoamento dos esgotos sem produzir grandes perdas de carga. tipo espaçamento (cm) grade grosseira 4 - 10 grade média 2- 4 grade fina 1- 2 Fonte: Jordão e Pessoa (1995)
  • 38. Gradeamento As grades com dispositivo de remoção mecanizada de material retido são implantadas com inclinações que variam de 70 a 90o, enquanto que as de remoção manual possuem inclinações variando geralmente na faixa de 45 a 60o (ângulo formado pela grade e o fundo do canal a jusante. A Norma Brasileira NB – 12.209/90 da ANBT impõe que para vazões de dimensionamento superiores a 250 L/s as grades deverão possuir dispositivo de remoção mecanizada do material retido.
  • 40. Gradeamento A quantidade de material retido nas grades chega a atingir na prática cerca de 0,04 litros por m3 de esgoto. Quantidade de material retido nas grades. Espaçamento (cm) 2,0 2,5 3,0 4,0 Quantidade (L/m3) 0,038 0,023 0,012 0,009 Jordão e Pessoa (1995) O material retido pode sofrer processo de lavagem, secagem e adição de substâncias químicas antes do envio a aterros sanitários ou incineradores.
  • 41. Gradeamento Dispositivos de remoção e quantidade de material retido Lavagem Ancinhos (Rastelo) Mecânicos Manuais Condicionamento do material retido Secagem Adição de substâncias químicas
  • 42. Dimensionamento das Grades As grades são projetadas para que ocorra uma velocidade de passagem entre 0,6 e 1,0 m/s, tomando-se por referência a velocidade máxima horária de esgotos sanitários. A obstrução máxima admitida é de 50% da área da grade, devendo-se adotar como perdas de cargas mínimas os valores de 0,15 m para grades de limpeza manual e 0,10 m para grades de limpeza mecanizada.
  • 43. Dimensionamento das Grades  Para o cálculo da perda de carga nas grades, pode-se utilizar a fórmula de Metcalf & Eddy: H = 1,43 . (v2 - vo2) /2g v é a velocidade de passagem pela grade; vo é a velocidade de aproximação.
  • 44. Dimensionamento das Grades  A relação entre a área da secção transversal do canal e a área útil da grade é dada por: S = Au . (a + t) /a , onde: S = área da secção transversal do canal, até o nível de água. Au = área útil da grade. a = espaçamento entre as barras. t = espessura das barras. A relação a / (a + t) é chamada de eficiência (E) da grade e representa a fração de espaços vazios em relação à área total.
  • 45. Dimensionamento das Grades Fixando-se a velocidade de passagem, pode-se determinar a área útil da grade através da equação da continuidade Au = Qmáx / v Obtendo-se a área útil, pode-se calcular a área da secção transversal do canal (S). Escolhendo-se a espessura e o espaçamento entre barras determina-se a eficiência E e S = Au/E
  • 46. Dimensionamento das Grades Outros dispositivos de remoção de sólidos grosseiros Grades de barras curvas Peneiras estáticas Peneiras de tambor rotativo Peneira de tambor rotativo
  • 47. Desarenação (caixas de retenção de areia) A "areia" que infiltra no sistema de esgotos sanitários e que danifica equipamentos eletromecânicos é constituída de partículas com diâmetro de 0,2 a 0,4 mm e massa específica  = 2,54 ton/m3. Estas partículas sedimentam-se individualmente nas caixas com velocidade média de 2 cm/s.
  • 48. Desarenação (caixas de retenção de areia) Dispositivos de remoção Manuais ou mecânicos (Bandeja de aço removidas por talha e carretilha ou bombeamento)  Quantidade e destino do material retido Quantidade: 30 a 40 L/1.000 m3 de esgoto  Destino do material retido (“Areia”) Aterro Sanitário. A areia poderá ser também lavada em caixas mecanizadas 
  • 49. Desarenação (caixas de retenção de areia)
  • 50. Dimensionamento O comprimento (L) da caixa de areia é determinado considerando-se a velocidade dos esgotos de 0,30 m/s e a velocidade de sedimentação da areia de 2 cm/s. Prática de Projeto L  22,5.H a 25,0.H
  • 51. Dimensionamento  Largura da caixa de areia Q  Vh .B.H  Q B H .Vh Taxa de escoamento superficial Q Q q  As B.L q=600 a 1.300 m3/m2/dia
  • 52. Controle da velocidade por calha Parshall Para se manter a mesma velocidade na caixa de areia tipo canal com velocidade constante controlada por calha Parshall, para Qmín e Qmáx, tem-se: Qmín H 'mín.  Z  Qmáx. H máx.  Z Fórmula da calha Parshall: Q = K.HN, em que: Q = vazão (m3/s) H = altura de água (m)
  • 53. Controle da velocidade por calha Parshall Valores de K e N - Fórmula da Calha Parshall: Q = K.HN (Q em m3/s e H em m) Largura Nominal N K Capacidade (L/s) 3" 1,547 0,176 Mín. 0,85 Máx.. 53,8 6" 1,580 0,381 1,52 110,4 9" 1,530 0,535 2,55 251,9 1' 1,522 0,690 3,11 455,6 1 1/2' 1,538 1,054 4,25 696,2 2' 1,550 1,426 11,89 936,7
  • 54. Vídeos Peneiramento http://www.youtube.com/watch?v=S1DpTBH13Yw  Separação água/ óleo http://www.youtube.com/watch?v=ElunO3UmXF4&featur e=fvsr  Flotadores http://www.youtube.com/watch?v=wXK_XJK3lfw&featur e=fvwp&NR=1 http://www.youtube.com/watch?v=K1GiLJnS0FE&feature =related 
  • 55. Material Consultado      Tratamento de efluentes Industriais e Qualidade do corpo receptor Capacitação em gestão estratégica de Recursos hídricos voltada aos usuários Industriais Módulo iv. CIESP Braile,Pedro Marcio. Manual de Tratamento de Águas Residuárias Industriais. São Paulo. CETESB,1993 Giordano,Gandhi.TRATAMENTO E CONTROLE DE EFLUENTES INDUSTRIAIS. Universidade Estadual do Rio de Janeiro TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Técnicas de Tratamento de Efluentes Industriais Prof. Me. Higino Gomes Júnior Faculdade de Tecnologia de São Paulo – FATEC Tratamento de efluentes industriais e domésticos Karla Gomes de Alencar Pinto. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro Minicursos CRQ-IV - 2009
  • 56. Material Consultado     Tratamento preliminar de esgotos gradeamento e caixa de areia – USP – Faculdade de Engenharia Ambiental – Anotações de Aulas Tratamento De Esgoto Sanitário Roque Passos Piveli, São Paulo, 2007 – USP Projeto de estações de tratamento de esgoto sanitário - NBR 12209 IFPA Curso: Técnico em Saneamento - TRATAMENTO DE ESGOTO - Belém - Setembro/2008Professores:Profª. M.Sc. Jaqueline Maria Soares.