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Teologia Natural
prof. Gustavo Zimmermann
EFD Curso II – Ministérios: Apologética E-mail: contato@gust4vo.com
Apologética
OFENSIVA
vamos atrás dos questionadores...
Apologética Ofensiva
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Abordagens da Apologética
01. Teologia Natural
02. Evidências Cristãs
Revelação
GERAL e
ESPECIAL
tirar o véu...
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Revelação Geral e Especial
Etimologia da Palavra
Revelação
• Ato ou efeito de revelar(-se);
• Divulgação de um segredo, uma confidência;
• Remover o Véu.
Na teologia cristã, ela se refere ao ato de comunicação de Deus com o
homem ou ao conteúdo dessa comunicação.
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral e Especial
Geral Vs. Especial
Confissão de Fé Belga – Art. 2:
“Nós o conhecemos por dois meios.
• Primeiro: pela criação, manutenção e governo do mundo
inteiro, visto que o mundo, perante nossos olhos, é como
um livro formoso, em que todas as criaturas, grandes e
pequenas, servem de letras que nos fazem contemplar os
atributos invisíveis de Deus, isto é, o seu eterno poder e a
sua divindade como diz o apóstolo Paulo em Romanos
1:20. Todos estes atributos são suficientes para convencer
os homens e torná-los indesculpáveis.
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral e Especial
Geral Vs. Especial
Confissão de Fé Belga – Art. 2:
• Segundo: Deus se fez conhecer, ainda mais clara e
plenamente, por sua sagrada e divina Palavra, isto é, tanto
quanto nos é necessário nesta vida, para sua glória e para
a salvação dos que Lhe pertencem.”
Revelação
Geral
tirar o véu...
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Revelação Geral
Revelação Geral
(1509 - 1564)
João Calvino
Teólogo cristão francês.
“Há dentro da mente humana, e na verdade por instinto natural, uma
consciência de divindade [divinitatis sensum]. Isto consideramos estar além
de qualquer dúvida. Para evitar que qualquer um se refugiasse no pretexto
de ignorância, o próprio Deus infundiu em todos os homens uma certa
compreensão de sua majestade divina”. (Institutas, I.3.1)
“Além disso, o objetivo final da vida abençoada baseia-se no conhecimento
de Deus [cf. João 17:3]. Para que ninguém, portanto, fosse excluído do
acesso à felicidade, ele não só implantou na mente humana essa semente
de religião da qual temos falado, mas ainda revelou-se e diariamente
revela-se em toda a obra da criação do universo. Como consequência, os
homens não podem abrir os olhos sem serem forçados a vê-lo” (Institutas,
I.5.1)
1. Feito Imagem conforme a Semelhança;
2. O Tempo e a Consciência;
3. Deus Evidenciado na Criação.
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Revelação Geral
Revelação Geral: Bases
Gn. 1:26
“E disse Deus: Façamos o homem à
nossa imagem, conforme a nossa
semelhança; e domine sobre os peixes
do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre
o gado, e sobre toda a terra, e sobre
todo o réptil que se move sobre a terra.”
(1/3) Feito Imagem conforme a Semelhança
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral: Base - Gn. 1:26
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Revelação Geral: Base - At. 17:26-27; Rm. 2:11-16
At.. 17:26-27
“De um só fez ele todos os povos, para que
povoassem toda a terra, tendo determinado
os tempos anteriormente estabelecidos e os
lugares exatos em que deveriam habitar. Deus
fez isso para que os homens o buscassem e
talvez, tateando, pudessem encontrá-lo,
embora não esteja longe de cada um de nós.”
(2/3) O Tempo e a Consciência
Rm. 2:11-12
“Porque, para com Deus, não há acepção
de pessoas. Porque todos os que sem lei
pecaram, sem lei também perecerão; e
todos os que sob a lei pecaram, pela lei
serão julgados.”
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Revelação Geral: Base - At. 17:26-27; Rm. 2:11-16
(2/3) O Tempo e a Consciência
Rm. 2:13
“Porque os que ouvem a lei não são
justos diante de Deus, mas os que
praticam a lei hão de ser
justificados.”
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral: Base - At. 17:26-27; Rm. 2:11-16
(2/3) O Tempo e a Consciência
Rm. 2:14-15
“(Porque, quando os gentios, que não têm lei,
fazem naturalmente as coisas que são da
lei, não tendo eles lei, para si mesmos são
lei; Os quais mostram a obra da lei escrita em
seus corações, testificando juntamente a sua
consciência, e os seus pensamentos, quer
acusando-os, quer defendendo-os);”
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral: Base - At. 17:26-27; Rm. 2:11-16
(2/3) O Tempo e a Consciência
Rm. 2:16
“No dia em que Deus há de
julgar os segredos dos
homens, por Jesus Cristo,
segundo o meu evangelho.”
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral: Base - At. 17:26-27; Rm. 2:11-16
(2/3) O Tempo e a Consciência
Sl. 19:1-3
“Os céus declaram a glória de Deus e
o firmamento anuncia a obra das suas
mãos. Um dia faz declaração a outro dia,
e uma noite mostra sabedoria a outra
noite. Não há linguagem nem fala
onde não se ouça a sua voz.”
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32
(3/3) Deus Evidenciado na Criação
Rm. 1:18-19
“Porque do céu se manifesta a ira de
Deus sobre toda a impiedade e injustiça
dos homens, que detêm a verdade em
injustiça. Porquanto o que de Deus se
pode conhecer neles se manifesta,
porque Deus lho manifestou.”
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32
(3/3) Deus Evidenciado na Criação
Rm. 1:20
“Porque as suas coisas invisíveis, desde a
criação do mundo, tanto o seu eterno
poder, como a sua divindade, se
entendem, e claramente se vêem pelas
coisas que estão criadas, para que eles
fiquem inescusáveis”
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32
(3/3) Deus Evidenciado na Criação
Rm. 1:21
“Porquanto, tendo conhecido a Deus,
não o glorificaram como Deus, nem
lhe deram graças, antes em seus
discursos se desvaneceram, e o seu
coração insensato se obscureceu.”
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32
(3/3) Deus Evidenciado na Criação
Rm. 1:22
“Dizendo-se sábios,
tornaram-se loucos.”
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32
(3/3) Deus Evidenciado na Criação
Rm. 1:23
“E mudaram a glória do Deus
incorruptível em semelhança da
imagem de homem corruptível,
e de aves, e de quadrúpedes, e
de répteis.”
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32
(3/3) Deus Evidenciado na Criação
Rm. 1:24
“Por isso também Deus os
entregou às concupiscências de
seus corações, à imundícia, para
desonrarem seus corpos entre si;”
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Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32
(3/3) Deus Evidenciado na Criação
Rm. 1:25
“Pois mudaram a verdade de
Deus em mentira, e honraram e
serviram mais a criatura do que o
Criador, que é bendito
eternamente. Amém.”
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Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32
(3/3) Deus Evidenciado na Criação
Revelação
Especial
tirar o véu...
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Revelação Geral e Especial
Revelação Especial
A revelação geral, imediata ou mediada, é dirigida a todos os homens. No
entanto, ela “não [é suficiente] para dar aquele conhecimento de Deus e da sua
vontade necessário para a salvação” (Confissão de Fé Westminster, I.1). A
revelação geral não revela Jesus Cristo ou Sua obra redentora dirigida aos
pecadores. Assim, torna-se necessário àquilo que é chamado de “revelação
especial”.
• Sonhos: Gn. 28:12; 37:5; 1 Re. 3:5; Dn. 2
• Visões: Gn. 15:1; Ez. 8:3-4; Dn. 7; 2 Co. 12:1-7
• Profetas e Teofanias: Gn. 3:8; 12:7-9; 18:1-33; 32:22-30; Ex. 3:1-4; 4:17; 24:9-
11; 34:5-7; Dt. 31:14-15; Jó 38-42
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Revelação Geral e Especial
Revelação Especial
Deus determinou que a verdade sobre Si mesmo fosse registrada na
forma escrita porque sabia da imperfeição e falta de confiabilidade
da tradição oral. Ele também sabia que os sonhos e visões dos homens
poderiam ser mal interpretados e as lembranças desses sonhos
distorcidas. Deus decidiu revelar através da Bíblia tudo que a
humanidade precisava saber sobre Ele, o que Ele quer e o que tem feito
por nós. Ele também tem prometido sustentá-la e preservá-la por
todos os tempos.
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Definição
“Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas
maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos
falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as
coisas, pelo qual também fez o universo. Ele, que é o
resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser.”
- Hebreus 1:1-3
Revelação Especial
Teologia
NATURAL
algumas bases...
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Definição
A divisão da teologia em "natural" e "revelada" teve suas raízes nos escritos do teólogo
católico Tomás de Aquino (1224 - 1274). Na tentativa de aplicar a lógica aristotélica à fé
cristã, Aquino enfatizou a capacidade do homem de compreender certas verdades
sobre Deus com base na natureza apenas. No entanto, Aquino sustentou que a razão
humana ainda era secundária à revelação de Deus, conforme ensinado pela igreja.
Aquino teve o cuidado de distinguir o que poderia ser aprendido através da
"razão natural" dos princípios doutrinários, chamando as verdades obtidas da
natureza de "preâmbulos aos artigos [de fé]" ou seja, a razão pode levar à fé, mas
não pode substituí-la.
Frade da Ordem dos Pregadores, italiano cujas obras
tiveram enorme influência na teologia e na filosofia
AQUINO,
Tomás de (1225 - 1274)
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Definição
Teologia Natural pode ser definida como o ramo da teologia
cristã que procura explorar a justificação da verdade do
cristianismo, indo além dos recursos da revelação especial
explorando as alegações de verdade cristãs sem apelar para
autoridade da Bíblia.
O que é?
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Definição
Revelação Geral de Deus é a sua auto-revelação no mundo criado
que Ele fez. Eles são, por assim dizer, as impressões digitais do oleiro na
argila ou os traços reveladores do artista na pintura que Ele fez, logo, a
revelação geral é infalível.
A Teologia Natural é o resultado da reflexão humana sobre a ordem
criada e sobre a revelação geral de Deus. Os argumentos da teologia
natural são construções humanas. Estes não são divinamente
inspirados, portanto, eles são falíveis e poderia muito bem ser
infundada.
Revelação Geral Vs. Teologia Natural
ARGUMENTOS
da Teologia Natural
análises...
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Argumentos da Teologia Natural
Argumentos
1. Argumento Cosmológico
2. Argumento Teleológico
3. Argumento Moral
4. Argumento Ontológico
Argumento
Cosmológico
teologia natural...
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Argumentos da Teologia Natural
Esse argumento é tradicionalmente conhecido como:
• Argumento a Partir da Causalidade Universal;
• Argumento da Causa Primeira;
• Argumento Causal; ou
• Argumento da Existência.
Argumento Cosmológico
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Argumentos da Teologia Natural
Qualquer que seja o termo empregado há quatro variantes básicas do
argumento cosmológico, cada uma com distinções sutis, mas importantes:
• Causalidade: Argumentos da Causa;
• Essencialidade: Argumentos da Essência;
• Tornando-se: Argumentos do devir; e
• Contingência: Argumento da Contingência de Leibniz
para a Existência de Deus.
Argumento Cosmológico
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Argumentos da Teologia Natural
O argumento cosmológico tenta provar a existência de Deus
através da observação do mundo que nos rodeia (o cosmos).
Há duas formas básicas de tais argumentos, e a maneira mais
fácil de pensar neles pode ser a maneira "vertical" e
"horizontal". Esses nomes indicam a direção de onde vêm as
causas.
Argumento Cosmológico
ArgumentoCosmológicoVertical
Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural
Argumentos da Teologia Natural
Argumento Cosmológico: Vertical
Universo
DEUS
Baseia seu raciocínio no Universo existente agora.
Nesta forma, o Universo existe conforme uma causa
sustentadora.
Premissas:
• Toda parte do Universo é dependente.
• Se toda parte é dependente, então todo o Universo
também deve ser dependente.
• Logo, todo o Universo é dependente agora de algum
ser independente dele para sua existência atual.
LinhadoTempo
Argumento Cosmológico Horizontal
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Argumentos da Teologia Natural
Universo
DEUS
(Ponto de
Partida) Linha do Tempo
Segundo esta forma o Universo existe conforme uma causa originadora. O argumento básico é que todas
as coisas que têm um início têm que ter uma causa. O universo teve um começo, por isso, o universo teve
uma causa. Essa causa, estando fora de todo o universo, é Deus.
Premissas:
• Tudo que começa a existir tem uma causa.
• O Universo começou a existir.
• Portanto, o Universo teve uma causa.
Argumento Cosmológico: Horizontal (ou Kalam)
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Cosmológico: Horizontal (ou Kalam)
VÍDEO:
O Argumento Cosmológico:
https://youtu.be/Y_MNBiwqCC8
Argumento
Teleológico
teologia natural...
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Argumentos da Teologia Natural
Um Argumento Teleológico da existência de Deus, também chamado de
Argumento da Criação ou Prova Psicoteológica, é um argumento a
posteriori para a existência de Deus com base na criação aparente e
propósito na natureza, para além do âmbito de qualquer atividade
humana.
A palavra teleologia vem de telos, que significa "objetivo" ou
"propósito". A ideia é que leva um criador para que haja um "propósito" e,
por isso, onde vemos coisas que foram obviamente destinadas a um
propósito, podemos supor que essas coisas foram feitas por uma razão. Em
outras palavras, um projeto implica um designer.
Argumento Teleológico
Dada a comprovação da Sintonia Fina do Universo, a
mesma se deve ou:
• Por Necessidade Física
• Por Acaso
• Por Design
Qual dessas opções é a mais plausível para explicar o por
que o universo é finamente sintonizado para a vida?
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Teleológico
Sintonia Fina do Universo: Necessidade Física
De acordo com essa opção o universo deve permitir vida.
• Um universo que proíbe a vida é impossível?
• Longe disso, não é apenas possível, mas é muito mais
provável do que um universo que permite a vida.
• As constantes e quantidades não são determinadas pelas
leis da natureza.
• Não existe razão nem evidência que indique que uma
sintonia fina seja necessária.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Teleológico
Dada a comprovação da Sintonia Fina do Universo, a
mesma se deve ou:
• Por Necessidade Física
• Por Acaso
• Por Design
Qual dessas opções é a mais plausível para explicar o por
que o universo é finamente sintonizado para a vida?
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Teleológico
Sintonia Fina do Universo: Acaso
Será que fomos muito, muito, muito sortudos?
Não, as probidades envolvidas são tão
ridiculamente remotas que colocam a Sintonia Fina
bem além do alcance do acaso.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Teleológico
Sintonia Fina do Universo: Acaso
Escolha um
número:
0 ou 1
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Teleológico
Dada a comprovação da Sintonia Fina do Universo, a
mesma se deve ou:
• Por Necessidade Física
• Por Acaso
• Por Design
Qual dessas opções é a mais plausível para explicar o por
que o universo é finamente sintonizado para a vida?
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Teleológico
Sintonia Fina do Universo: Design
O por que o universo é finamente sintonizado para
a vida pode ser muito bem ser porque ele foi
projetado para essa forma.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Teleológico
Sintonia Fina do Universo: Design
“Uma interpretação de senso comum dos fatos sugere que
um superintelecto mexeu com a física (...) e que não existem
forças cegas dignas de se comentar a respeito na natureza.
Os números que se calculam a partir dos fatos
parecem-me tão avassaladores a ponto de quase não
poder questionar esta conclusão.”
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Teleológico
Astrofísico e Cosmólogo - Excelentíssimo Professor de Astronomia e de
Filosofia Experimental na Universidade de Cambridge
HOYLE,
Fred (1915 - 2001)
Sintonia Fina do Universo: Design
“Existe para mim poderosa evidência de que há algo
acontecendo por trás de tudo (...) parece como se alguém
detalhadamente afinou os números da naturez para fazer o
universo. A impressão do design é esmagadora.”
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Argumento Teleológico
Físico - Recebeu o Prêmio Templeton, a Medalha Kelvin do UK Institute
of Physics, e o Prêmio Michael Faradav
DAVIES,
Paul
Sintonia Fina do Universo: Design
“Os céus declaram a glória de Deus e o
firmamento anuncia a obra das suas
mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e
uma noite revela conhecimento a outra
noite.”
– Salmos 19:1-2
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Argumento Teleológico
VÍDEO:
Sintonia Fina do Universo:
https://youtu.be/_04-EmBgktQ
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Argumento Teleológico
Argumento
Moral
teologia natural...
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Moral
PRIMEIRO:
Nós devemos distinguir valores morais de deveres morais.
VALORES » BOM ou MAU
(valer a pena)
≠
DEVERES » CERTO ou ERRADO
(obrigação moral)
Por exemplo:
• Seria bom para você se tornar um doutor, mas
você não está moralmente obrigado a se tornar
um doutor.
• Seria bom a você se tornar um bombeiro ou
uma dona de casa ou um diplomata, mas você
não pode ser todas estas coisas.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Moral
SEGUNDO:
Existe a diferença entre ser:
OBJETIVO
(independente da opinião das pessoas)
≠
SUBJETIVO
(dependente da opinião das pessoas)
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Moral
Desta forma, dizer que existem valores morais
objetivos significa dizer que alguma coisa é boa ou
má independentemente do que qualquer pessoa
pense sobre isto. De forma similar, dizer que temos
deveres morais objetivos significa dizer que certas
ações são corretas ou erradas a nós a despeito do
que as pessoas pensam sobre isto.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Moral
Com estas distinções em mente, aqui está um
argumento moral simples para a existência de Deus:
1. Se Deus não existe, valores e deveres morais
objetivos não existem.
2. Valores e deveres morais objetivos existem.
3. Logo, Deus existe.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Moral
VÍDEO:
Argumento Moral:
https://youtu.be/JpsIX7vBuOE
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Moral
Argumento
Ontológico
teologia natural...
MUNDOS POSSÍVEIS
• Um mundo possível é apenas um modo
que o mundo poderia ter sido;
• É uma completa descrição da realidade.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
MUNDOS POSSÍVEIS
Então, um mundo possível não é:
• Um Planeta
• Um Universo
• Um Objeto concreto
Um Mundo Possível é apenas uma descrição
de mundo.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
MUNDOS POSSÍVEIS
• O mundo atual é a descrição que de fato é
verdade.
• Outros mundos possíveis são descrições que
poderiam ser verdade, mas que de fato não são.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
MUNDOS POSSÍVEIS
Dizer que algo existe em algum mundo possível, é dizer
que existe alguma descrição de realidade que inclui esta
entidade.
Dizer que algo existe em todos os mundos possíveis, é dizer
que não importa qual descrição é verdadeira, esta entidade
estará incluída nesta descrição.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
MUNDOS POSSÍVEIS
Por exemplo:
• Unicórnios não existem de fato, mas em algum mundo
possível unicórnios existem.
• Por outro lado, muitos matemáticos acreditam que
números existem em todos os mundos possíveis, que
eles existem necessariamente.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
• Deus é por definição o maior Ser concebível.
• Se você puder conceber qualquer coisa maior
que Deus, então esse será Deus.
• Então, por definição, Deus é o maior Ser
concebível, um Ser maximamente grande.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
Mas como seria tal ser?
Ele deveria ser totalmente:
• Poderoso
• Onisciente
• Bom
• Ele deveria existir em todos os mundos logicamente
possíveis.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
Um ser que não possuísse alguma destas
propriedades não seria maximamente grande, pois
nós poderíamos conceber algo maior.
Mas isto implica que, se a existência de Deus é ao
menos possível, então segue-se que Deus deve
existir.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
Se um Ser maximamente grande existe em cada
mundo possível ele existe em todos eles, isto é
parte da definição de ser maximamente grande, de
ser todo todo-poderoso, onisciente e totalmente
bom em todo o mundo logicamente possível.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
Então, se a existência de Deus é ao
menos possível, Ele existe em cada
mundo logicamente possível, e,
portanto, no mundo atual.
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Argumento Ontológico
[1/7]
É possível que um ser
maximamente grande exista?
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Argumento Ontológico
[2/7]
Se é possível que um ser maximamente
grande exista, então um ser
maximamente grande existe em algum
mundo possível.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
[3/7]
Se um ser maximamente grande existe
em algum mundo possível, então ele
existe em todos os mundos possíveis.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
[4/7]
Se um ser maximamente grande existe
em todos os mundos possíveis, então
ele existe no mundo real.
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Argumentos da Teologia Natural
Argumento Ontológico
[5/7]
Logo, um ser maximamente grande
existe no mundo real.
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Argumento Ontológico
[6/7]
Logo, um ser maximamente grande
existe.
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Argumento Ontológico
[7/7]
Logo, Deus existe.
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VÍDEO:
Argumento Ontológico (legendado):
https://youtu.be/NdV8y6iBhxs
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  • 1. Aula 2: Teologia Natural prof. Gustavo Zimmermann EFD Curso II – Ministérios: Apologética E-mail: contato@gust4vo.com
  • 2.
  • 4. Apologética Ofensiva Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Abordagens da Apologética 01. Teologia Natural 02. Evidências Cristãs
  • 6. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral e Especial Etimologia da Palavra Revelação • Ato ou efeito de revelar(-se); • Divulgação de um segredo, uma confidência; • Remover o Véu. Na teologia cristã, ela se refere ao ato de comunicação de Deus com o homem ou ao conteúdo dessa comunicação.
  • 7. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral e Especial Geral Vs. Especial Confissão de Fé Belga – Art. 2: “Nós o conhecemos por dois meios. • Primeiro: pela criação, manutenção e governo do mundo inteiro, visto que o mundo, perante nossos olhos, é como um livro formoso, em que todas as criaturas, grandes e pequenas, servem de letras que nos fazem contemplar os atributos invisíveis de Deus, isto é, o seu eterno poder e a sua divindade como diz o apóstolo Paulo em Romanos 1:20. Todos estes atributos são suficientes para convencer os homens e torná-los indesculpáveis.
  • 8. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral e Especial Geral Vs. Especial Confissão de Fé Belga – Art. 2: • Segundo: Deus se fez conhecer, ainda mais clara e plenamente, por sua sagrada e divina Palavra, isto é, tanto quanto nos é necessário nesta vida, para sua glória e para a salvação dos que Lhe pertencem.”
  • 10. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral Revelação Geral (1509 - 1564) João Calvino Teólogo cristão francês. “Há dentro da mente humana, e na verdade por instinto natural, uma consciência de divindade [divinitatis sensum]. Isto consideramos estar além de qualquer dúvida. Para evitar que qualquer um se refugiasse no pretexto de ignorância, o próprio Deus infundiu em todos os homens uma certa compreensão de sua majestade divina”. (Institutas, I.3.1) “Além disso, o objetivo final da vida abençoada baseia-se no conhecimento de Deus [cf. João 17:3]. Para que ninguém, portanto, fosse excluído do acesso à felicidade, ele não só implantou na mente humana essa semente de religião da qual temos falado, mas ainda revelou-se e diariamente revela-se em toda a obra da criação do universo. Como consequência, os homens não podem abrir os olhos sem serem forçados a vê-lo” (Institutas, I.5.1)
  • 11. 1. Feito Imagem conforme a Semelhança; 2. O Tempo e a Consciência; 3. Deus Evidenciado na Criação. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral Revelação Geral: Bases
  • 12. Gn. 1:26 “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” (1/3) Feito Imagem conforme a Semelhança Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - Gn. 1:26
  • 13. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - At. 17:26-27; Rm. 2:11-16 At.. 17:26-27 “De um só fez ele todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar. Deus fez isso para que os homens o buscassem e talvez, tateando, pudessem encontrá-lo, embora não esteja longe de cada um de nós.” (2/3) O Tempo e a Consciência
  • 14. Rm. 2:11-12 “Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas. Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados.” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - At. 17:26-27; Rm. 2:11-16 (2/3) O Tempo e a Consciência
  • 15. Rm. 2:13 “Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados.” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - At. 17:26-27; Rm. 2:11-16 (2/3) O Tempo e a Consciência
  • 16. Rm. 2:14-15 “(Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei; Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os);” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - At. 17:26-27; Rm. 2:11-16 (2/3) O Tempo e a Consciência
  • 17. Rm. 2:16 “No dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por Jesus Cristo, segundo o meu evangelho.” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - At. 17:26-27; Rm. 2:11-16 (2/3) O Tempo e a Consciência
  • 18. Sl. 19:1-3 “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Não há linguagem nem fala onde não se ouça a sua voz.” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32 (3/3) Deus Evidenciado na Criação
  • 19. Rm. 1:18-19 “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32 (3/3) Deus Evidenciado na Criação
  • 20. Rm. 1:20 “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32 (3/3) Deus Evidenciado na Criação
  • 21. Rm. 1:21 “Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32 (3/3) Deus Evidenciado na Criação
  • 22. Rm. 1:22 “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32 (3/3) Deus Evidenciado na Criação
  • 23. Rm. 1:23 “E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32 (3/3) Deus Evidenciado na Criação
  • 24. Rm. 1:24 “Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32 (3/3) Deus Evidenciado na Criação
  • 25. Rm. 1:25 “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral: Base - Sl. 19:1-3; Rm. 1:18-32 (3/3) Deus Evidenciado na Criação
  • 27. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral e Especial Revelação Especial A revelação geral, imediata ou mediada, é dirigida a todos os homens. No entanto, ela “não [é suficiente] para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação” (Confissão de Fé Westminster, I.1). A revelação geral não revela Jesus Cristo ou Sua obra redentora dirigida aos pecadores. Assim, torna-se necessário àquilo que é chamado de “revelação especial”. • Sonhos: Gn. 28:12; 37:5; 1 Re. 3:5; Dn. 2 • Visões: Gn. 15:1; Ez. 8:3-4; Dn. 7; 2 Co. 12:1-7 • Profetas e Teofanias: Gn. 3:8; 12:7-9; 18:1-33; 32:22-30; Ex. 3:1-4; 4:17; 24:9- 11; 34:5-7; Dt. 31:14-15; Jó 38-42
  • 28. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Revelação Geral e Especial Revelação Especial Deus determinou que a verdade sobre Si mesmo fosse registrada na forma escrita porque sabia da imperfeição e falta de confiabilidade da tradição oral. Ele também sabia que os sonhos e visões dos homens poderiam ser mal interpretados e as lembranças desses sonhos distorcidas. Deus decidiu revelar através da Bíblia tudo que a humanidade precisava saber sobre Ele, o que Ele quer e o que tem feito por nós. Ele também tem prometido sustentá-la e preservá-la por todos os tempos.
  • 29. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Definição “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser.” - Hebreus 1:1-3 Revelação Especial
  • 31. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Definição A divisão da teologia em "natural" e "revelada" teve suas raízes nos escritos do teólogo católico Tomás de Aquino (1224 - 1274). Na tentativa de aplicar a lógica aristotélica à fé cristã, Aquino enfatizou a capacidade do homem de compreender certas verdades sobre Deus com base na natureza apenas. No entanto, Aquino sustentou que a razão humana ainda era secundária à revelação de Deus, conforme ensinado pela igreja. Aquino teve o cuidado de distinguir o que poderia ser aprendido através da "razão natural" dos princípios doutrinários, chamando as verdades obtidas da natureza de "preâmbulos aos artigos [de fé]" ou seja, a razão pode levar à fé, mas não pode substituí-la. Frade da Ordem dos Pregadores, italiano cujas obras tiveram enorme influência na teologia e na filosofia AQUINO, Tomás de (1225 - 1274)
  • 32. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Definição Teologia Natural pode ser definida como o ramo da teologia cristã que procura explorar a justificação da verdade do cristianismo, indo além dos recursos da revelação especial explorando as alegações de verdade cristãs sem apelar para autoridade da Bíblia. O que é?
  • 33. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Definição Revelação Geral de Deus é a sua auto-revelação no mundo criado que Ele fez. Eles são, por assim dizer, as impressões digitais do oleiro na argila ou os traços reveladores do artista na pintura que Ele fez, logo, a revelação geral é infalível. A Teologia Natural é o resultado da reflexão humana sobre a ordem criada e sobre a revelação geral de Deus. Os argumentos da teologia natural são construções humanas. Estes não são divinamente inspirados, portanto, eles são falíveis e poderia muito bem ser infundada. Revelação Geral Vs. Teologia Natural
  • 35. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumentos 1. Argumento Cosmológico 2. Argumento Teleológico 3. Argumento Moral 4. Argumento Ontológico
  • 37. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Esse argumento é tradicionalmente conhecido como: • Argumento a Partir da Causalidade Universal; • Argumento da Causa Primeira; • Argumento Causal; ou • Argumento da Existência. Argumento Cosmológico
  • 38. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Qualquer que seja o termo empregado há quatro variantes básicas do argumento cosmológico, cada uma com distinções sutis, mas importantes: • Causalidade: Argumentos da Causa; • Essencialidade: Argumentos da Essência; • Tornando-se: Argumentos do devir; e • Contingência: Argumento da Contingência de Leibniz para a Existência de Deus. Argumento Cosmológico
  • 39. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural O argumento cosmológico tenta provar a existência de Deus através da observação do mundo que nos rodeia (o cosmos). Há duas formas básicas de tais argumentos, e a maneira mais fácil de pensar neles pode ser a maneira "vertical" e "horizontal". Esses nomes indicam a direção de onde vêm as causas. Argumento Cosmológico
  • 40. ArgumentoCosmológicoVertical Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Cosmológico: Vertical Universo DEUS Baseia seu raciocínio no Universo existente agora. Nesta forma, o Universo existe conforme uma causa sustentadora. Premissas: • Toda parte do Universo é dependente. • Se toda parte é dependente, então todo o Universo também deve ser dependente. • Logo, todo o Universo é dependente agora de algum ser independente dele para sua existência atual. LinhadoTempo
  • 41. Argumento Cosmológico Horizontal Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Universo DEUS (Ponto de Partida) Linha do Tempo Segundo esta forma o Universo existe conforme uma causa originadora. O argumento básico é que todas as coisas que têm um início têm que ter uma causa. O universo teve um começo, por isso, o universo teve uma causa. Essa causa, estando fora de todo o universo, é Deus. Premissas: • Tudo que começa a existir tem uma causa. • O Universo começou a existir. • Portanto, o Universo teve uma causa. Argumento Cosmológico: Horizontal (ou Kalam)
  • 42. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Cosmológico: Horizontal (ou Kalam) VÍDEO: O Argumento Cosmológico: https://youtu.be/Y_MNBiwqCC8
  • 44. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Um Argumento Teleológico da existência de Deus, também chamado de Argumento da Criação ou Prova Psicoteológica, é um argumento a posteriori para a existência de Deus com base na criação aparente e propósito na natureza, para além do âmbito de qualquer atividade humana. A palavra teleologia vem de telos, que significa "objetivo" ou "propósito". A ideia é que leva um criador para que haja um "propósito" e, por isso, onde vemos coisas que foram obviamente destinadas a um propósito, podemos supor que essas coisas foram feitas por uma razão. Em outras palavras, um projeto implica um designer. Argumento Teleológico
  • 45. Dada a comprovação da Sintonia Fina do Universo, a mesma se deve ou: • Por Necessidade Física • Por Acaso • Por Design Qual dessas opções é a mais plausível para explicar o por que o universo é finamente sintonizado para a vida? Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Teleológico
  • 46. Sintonia Fina do Universo: Necessidade Física De acordo com essa opção o universo deve permitir vida. • Um universo que proíbe a vida é impossível? • Longe disso, não é apenas possível, mas é muito mais provável do que um universo que permite a vida. • As constantes e quantidades não são determinadas pelas leis da natureza. • Não existe razão nem evidência que indique que uma sintonia fina seja necessária. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Teleológico
  • 47. Dada a comprovação da Sintonia Fina do Universo, a mesma se deve ou: • Por Necessidade Física • Por Acaso • Por Design Qual dessas opções é a mais plausível para explicar o por que o universo é finamente sintonizado para a vida? Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Teleológico
  • 48. Sintonia Fina do Universo: Acaso Será que fomos muito, muito, muito sortudos? Não, as probidades envolvidas são tão ridiculamente remotas que colocam a Sintonia Fina bem além do alcance do acaso. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Teleológico
  • 49. Sintonia Fina do Universo: Acaso Escolha um número: 0 ou 1 Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Teleológico
  • 50. Dada a comprovação da Sintonia Fina do Universo, a mesma se deve ou: • Por Necessidade Física • Por Acaso • Por Design Qual dessas opções é a mais plausível para explicar o por que o universo é finamente sintonizado para a vida? Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Teleológico
  • 51. Sintonia Fina do Universo: Design O por que o universo é finamente sintonizado para a vida pode ser muito bem ser porque ele foi projetado para essa forma. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Teleológico
  • 52. Sintonia Fina do Universo: Design “Uma interpretação de senso comum dos fatos sugere que um superintelecto mexeu com a física (...) e que não existem forças cegas dignas de se comentar a respeito na natureza. Os números que se calculam a partir dos fatos parecem-me tão avassaladores a ponto de quase não poder questionar esta conclusão.” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Teleológico Astrofísico e Cosmólogo - Excelentíssimo Professor de Astronomia e de Filosofia Experimental na Universidade de Cambridge HOYLE, Fred (1915 - 2001)
  • 53. Sintonia Fina do Universo: Design “Existe para mim poderosa evidência de que há algo acontecendo por trás de tudo (...) parece como se alguém detalhadamente afinou os números da naturez para fazer o universo. A impressão do design é esmagadora.” Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Teleológico Físico - Recebeu o Prêmio Templeton, a Medalha Kelvin do UK Institute of Physics, e o Prêmio Michael Faradav DAVIES, Paul
  • 54. Sintonia Fina do Universo: Design “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite.” – Salmos 19:1-2 Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Teleológico
  • 55. VÍDEO: Sintonia Fina do Universo: https://youtu.be/_04-EmBgktQ Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Teleológico
  • 57. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Moral PRIMEIRO: Nós devemos distinguir valores morais de deveres morais. VALORES » BOM ou MAU (valer a pena) ≠ DEVERES » CERTO ou ERRADO (obrigação moral)
  • 58. Por exemplo: • Seria bom para você se tornar um doutor, mas você não está moralmente obrigado a se tornar um doutor. • Seria bom a você se tornar um bombeiro ou uma dona de casa ou um diplomata, mas você não pode ser todas estas coisas. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Moral
  • 59. SEGUNDO: Existe a diferença entre ser: OBJETIVO (independente da opinião das pessoas) ≠ SUBJETIVO (dependente da opinião das pessoas) Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Moral
  • 60. Desta forma, dizer que existem valores morais objetivos significa dizer que alguma coisa é boa ou má independentemente do que qualquer pessoa pense sobre isto. De forma similar, dizer que temos deveres morais objetivos significa dizer que certas ações são corretas ou erradas a nós a despeito do que as pessoas pensam sobre isto. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Moral
  • 61. Com estas distinções em mente, aqui está um argumento moral simples para a existência de Deus: 1. Se Deus não existe, valores e deveres morais objetivos não existem. 2. Valores e deveres morais objetivos existem. 3. Logo, Deus existe. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Moral
  • 62. VÍDEO: Argumento Moral: https://youtu.be/JpsIX7vBuOE Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Moral
  • 64. MUNDOS POSSÍVEIS • Um mundo possível é apenas um modo que o mundo poderia ter sido; • É uma completa descrição da realidade. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 65. MUNDOS POSSÍVEIS Então, um mundo possível não é: • Um Planeta • Um Universo • Um Objeto concreto Um Mundo Possível é apenas uma descrição de mundo. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 66. MUNDOS POSSÍVEIS • O mundo atual é a descrição que de fato é verdade. • Outros mundos possíveis são descrições que poderiam ser verdade, mas que de fato não são. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 67. MUNDOS POSSÍVEIS Dizer que algo existe em algum mundo possível, é dizer que existe alguma descrição de realidade que inclui esta entidade. Dizer que algo existe em todos os mundos possíveis, é dizer que não importa qual descrição é verdadeira, esta entidade estará incluída nesta descrição. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 68. MUNDOS POSSÍVEIS Por exemplo: • Unicórnios não existem de fato, mas em algum mundo possível unicórnios existem. • Por outro lado, muitos matemáticos acreditam que números existem em todos os mundos possíveis, que eles existem necessariamente. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 69. • Deus é por definição o maior Ser concebível. • Se você puder conceber qualquer coisa maior que Deus, então esse será Deus. • Então, por definição, Deus é o maior Ser concebível, um Ser maximamente grande. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 70. Mas como seria tal ser? Ele deveria ser totalmente: • Poderoso • Onisciente • Bom • Ele deveria existir em todos os mundos logicamente possíveis. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 71. Um ser que não possuísse alguma destas propriedades não seria maximamente grande, pois nós poderíamos conceber algo maior. Mas isto implica que, se a existência de Deus é ao menos possível, então segue-se que Deus deve existir. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 72. Se um Ser maximamente grande existe em cada mundo possível ele existe em todos eles, isto é parte da definição de ser maximamente grande, de ser todo todo-poderoso, onisciente e totalmente bom em todo o mundo logicamente possível. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 73. Então, se a existência de Deus é ao menos possível, Ele existe em cada mundo logicamente possível, e, portanto, no mundo atual. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 74. [1/7] É possível que um ser maximamente grande exista? Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 75. [2/7] Se é possível que um ser maximamente grande exista, então um ser maximamente grande existe em algum mundo possível. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 76. [3/7] Se um ser maximamente grande existe em algum mundo possível, então ele existe em todos os mundos possíveis. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 77. [4/7] Se um ser maximamente grande existe em todos os mundos possíveis, então ele existe no mundo real. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 78. [5/7] Logo, um ser maximamente grande existe no mundo real. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 79. [6/7] Logo, um ser maximamente grande existe. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 80. [7/7] Logo, Deus existe. Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 81. VÍDEO: Argumento Ontológico (legendado): https://youtu.be/NdV8y6iBhxs Curso Apologética: Aula 2 - Teologia Natural Argumentos da Teologia Natural Argumento Ontológico
  • 82. <fim />prof. Gustavo Zimmermann http://gust4vo.com / contato@gust4vo.com