Governança e Modelos de Atuação Digital Curso: Gestão da Comunicação em Mídias Digitais @Diolia diolia2@gmail.com  governancadainternet.blogspot.com
1 – Governança da Internet: questões, atores e divergências. Atuação digital. Compreensão da evolução na Governança da Internet, ICANN, classificação das questões da Governança da Internet. Impactos na organização e mercado das empresas midiáticas. Abordagem dos mecanismos legais: legislação, normas sociais, abordagens e padrões, diretrizes e analogias.  Breve introdução aos conceitos, estruturas e modelos de atuação digital. 2º Semestre 2011 Conteúdo de  Governança e Modelos de Atuação Digital
2 – A questão da infra-estrutura e da padronização/normatização. Introdução aos conceitos gerais de infra-estrutura da Internet, Protocolo de Controle de Transporte/Protocolo de Internet (TCP/IP), o Sistema de Nomes de Domíniuo (DNS), Servidores_raiz, Provedores de Serviço de Internet (ISPs), Provedores de Banda Passante (IBPs). Conteúdo de Governança
3-  Modelo econômico Estudo dos conceitos relacionados ao contexto econômico da rede: Código aberto. Segurança na Internet.  Spam e Criptografia. 4- Convergência Internet-Telecomunicações- Multimídia. Neutralidade da Rede. B2B2C x B2B2B 5- A questão legal Auto-regulamentação, jurispridência, regulação internacional, arbitragem. Direitos de propriedade intelectual e  software  livre. Marcas registradas. Direitos autorais, patentes e  copyright. Creative Commons.  Direitos trabalhistas. Cibercrime, Assinaturas digitais. Privacidade e Proteção de Dados.  Conteúdo de  Governança
6 -  A questão econômica  Estudo das questões que envolvem o comercio eletronico: impostos, alfândega. Pagamentos eletrônicos: banco eletrônico e dinheiro eletrônico.  PayPal  e Brasil. Proteção do consumidor. 7 – Questões socioculturais das mídias digitais Abordagem das políticas de conteúdo: direitos humanos, bem público. A questão do desenvolvimento e o Brasil. A cisão digital, acesso universal. Multilinguismo e diversidade cultural. Educação.  Games .  Estrutura brasileira de GI  Guia de boas práticas Conteúdo de  Governança
1- Estruturas Insourcing, outsourcing e multisourcing   Partindo dos conceitos primários de Help Desk, Service Desk, Acordo de Nível de Serviço (SLA). Relacionamentos de modelos e estudos de caso. O impacto da tecnologia sobre custos em Business Process Outsourcing.  2- Concorrencias e formas de Licitações.  Estudo de casos. 3 -  Estrutura Orçamentária . Conteúdo de  Modelos de Atuação Digital
Seminário -  trabalho de grande porte em grupo para   apresentação e discussão em sala de aula Paper - um artigo cujo tema será definido  individualmente com a professora, de acordo com a área de interesse do aluno.  Critério complementar – participação, interesse e frequencia às aulas Média:  0,1,2,3,4, 5,6,7,8 ,9,10 Sistema de Avaliação
Globalização
Globalização Marshal McLuhan (1911 – 1980) – teórico da comunicação canadense –  “aldeia global” -  Possibilidades abertas pelos meios de comunicação e tecnologias informacionais que surgiam.
 
Mudanças climaticas: leis nacionais?
Governança da Internet Questões, atores e cisões @diolia
 
A Web – word  wide web- é um modo de acesso a informação através da internet usando o “hypertext transfer protocol” ( HTTP) e os navegadores.
A história... No final da década de 1960, Rede da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Departamento de Defesa (DARPANet). Em 1986, foi fundada a Força-Tarefa de Engenharia da Internet (IETF)  Não havia governo central, não havia planejamento central, não havia plano diretor. Em 1994, a Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NSF) terceiriza a administração do Sistema de Nomes de Domínio (DNS) para a Network Solutions Inc. (NSI). A decisão não foi bem recebida pela comunidade da Internet, e assim começou a  “Guerra do DNS”.
DNS - ICANN A “Guerra do DNS” pôs outros atores em cena: o setor empresarial, organizações internacionais e Estados-nação.  Ela terminou em 1998, com a criação da  Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (ICANN) .  Desde então, o debate sobre a Governança da Internet tem se caracterizado pelo envolvimento mais intensivo de governos nacionais, principalmente através da estrutura da ONU. Para mais informações  www.registro.br
Eststísticas sobre uso Internet A Internet e a estatística não têm tido um convívio fácil. Desde os primeiros dias da Internet, tem sido extremamente difícil obter dados sobre os números exatos de usuários e hospedeiros, volume de tráfego, finanças e assim por diante. Além disso, os números foram freqüentemente usados para superestimar o crescimento da Internet.  Alguns pesquisadores atribuem a explosão da bolha das “ponto-com” ao uso de números inflados sobre o crescimento potencial da Internet.
Governança da Internet? evitar ou pelo menos minimizar o risco de fragmentação da Internet
manter a compatibilidade e a interoperabilidade
salvaguardar direitos e definir as responsabilidades dos vários atores
Tecnologia X aspectos legais relacionados O processo de elaborar sobre questões legais e consequencias sociais de desenvolvimentos tecnológicos vem invariavelmente depois da inovação tecnológica ela mesma. Um dos aspectos fascinantes da Internet durante o seu desenvolvimento foi a sua governança peculiar.
Governança da Internet Especialistas em  telecomunicações  vêem a GI pelo prisma do desenvolvimento de  infraestruturas .
Especialistas em  computadores  concentram-se no desenvolvimento de  padrões e aplicações : XML, Java...
Especialistas em  comunicação  destacam a  facilitação  da comunicação.
Ativistas de direitos humanos  vêem a GI da perspectiva da  liberdade de expressão, privacidade e outros direitos humanos básicos .
Advogados  concentram-se em  jurisdição e resolução de disputas legais .
Políticos  voltam sua atenção para a mídia e para as questões que impressionam positivamente o eleitorado, como o  tecno-otimismo  (mais computadores = mais educação) e o  tratamento das ameaças  implicadas (segurança na Internet, proteção à infância).
Diplomatas  preocupam-se principalmente com o processo e a  proteção de interesses nacionais.
Governança,  gobierno, gouvernment , governo. =  muitas delegações na CMSI vincularam GI com setor publico, e centraram suas deliberações na necessidade de intervenção governamental.
Caixa de Ferramentas da Governança da Internet A experiência de outros regimes internacionais –  meio ambiente, transportes aéreos, controle de armas  => estabelecimento de um quadro comum.
“ Toda lingua profissional é uma língua de quintal” Jeffrey Mirel.
As questões da Internet tem pelo menos 5 dimensões:  infraestrutura, legal, econômica, desenvolvimental e sociocultural.
Muitos  atores , nos setores privados e públicos, desempenham papéis em cada uma dessas dimensões. Eles –  superusuários, provedores de serviço de Internet [ISPs], advogados de marcas e patentes, especialistas em desenvolvimento, ativistas da sociedade civil , etc – têm culturas profissionais muito específicas e bem desenvolvidas.
Parece que muitas combinações de atores e questões, senão a maioria, estão hoje trabalhando em relativo isolamento das demais.
COM BOA VONTADE DE TODAS AS PARTES  A G.I.  É GERENCIAVEL.
Caixa de Ferramentas da Governança da Internet Padrões e abordagens : reduzir a complexidade das negociações e ajudar a criar um sistema comum de referências.
Diretrizes : valores e interesses a serem promovidos. (Transparência e o caráter inclusivo foi adotada pelo CMSI.)
Analogias : “Embora analogias sejam frequentemente equivocadas, pelo menos são uma coisa equívoca que possuímos.” Samuel Butler
Abordagens e padrões: Abordagem estreita  versus  abordagem ampla Estreita : infraestrutura da internet (Sistemas de Nomes de Domínio, Números de IP, superservidores-raiz) e na posição da ICANN como o ator-chave deste campo. Ampla : as negociações de GI deveriam ir além das questões de infraestrutura e lidar com outras questões legais, econômicas, desenvolvimentistas e socioculturais. A abordagem ampla é apoiada pela CMSI, GTGI que tem a tarefa de “identificar as questões de política pública que são relevantes para a Governança da Internet.” Esta abordagem também é predominante nas discussões políticas e acadêmicas sobre GI.
Abordagens e padrões Aspectos técnicos  X  Aspectos políticos Soluções técnicas não são neutras pois fortalecem o poder de certos grupos e, em certa medida, produz um impacto na vida social, política e econômica. Em alguns casos,  o objetivo político inicial de uma solução técnica acaba se transformando . Ex: A arquitetura de rede foi desenhada com o objetivo político de criar uma rede robusta capaz de sobreviver a um ataque nuclear. Tornou-se base para o desenvolvimento da criatividade e da liberdade de expressão na Internet.  Direito autoral. Paquistão.
Abordagens e padrões: abordagem “tradicional-realista”  versus  “neocibernética” Vinho novo em odres velhos Vinho novo em odres novos
Abordagens e padrões: abordagem “tradicional-realista”  versus  “neocibernética” Tradicional-realista : leis existentes podem ser aplicadas à Internet apenas com ajustes menores. Na comunicação: Internet =telefone ou telégrafo No campo econômico:comércio comum = e-commerce Contra a moratória fiscal para as lojas virtuais. Nova-cibernética : O ciberespaço é diferente do espaço real, por isso requer uma forma diferente de governança. A cibernética argumenta que as leis existentes sobre jurisdição, cibercrime e contratos não podem ser aplicadas à Internet e novas leis devem ser criadas.
Abordagens e padrões: Internet e o bem público A maior parte da infra-estrutura técnica através da qual o tráfego na Internet é canalizado pertence a companhias privadas e estatais, tipicamente operadoras de telecomunicação.
Companhia mercante transportando contêineres: as vias de navegação são abertas e reguladas pelo  Direito do Mar  + mares abertos são  res communis omnium . =  Rede de espinhas dorsais  (backbones)  que transporta dados  é propriedade de companhia de telecomunicação. Pergunta-se assim:
É possível exigir que empresas privadas administrem as suas propriedades privadas – espinhas dorsais  de Internet – no interesse público?
Pode a Internet, ou parte dela, ser considerada como um bem público global?
Pode o velho conceito romano de  res communis omnium  ser aplicado à Internet, como no caso de alguns aspectos do Direito do Mar?
O principal desafio neste dilema do público X privado será, por um lado, propiciar ao setor privado um ambiente comercial adequado, mas, por outro lado, garantir o desenvolvimento da Internet como recurso público, consistindo de conhecimentos e informações de propriedade comum.
Abordagens e padrões: a geografia e a Internet Uma das pressuposições iniciais sobre a Internet era de que ela sobrepujaria as fronteiras nacionais e provocaria a erosão do conceito de soberania. ( tecno-otimismo  típico dos anos 1990 –  John Perry Barlow e a “Declaração de Independência do Ciberespaço” )
Hoje temos programas de geolocalização mais sofisticados, é bastante simples identificar através de que provedor de Internet (ISP) que a rede mundial foi acessada. As leis nacionais mais recentes exigem dos ISPs a identificação dos usuários.
Com a possibilidade de localizar geograficamente os usuários e as transações da Internet, a complexa questão da jurisdição sobre a Internet pode ser mais facilmente resolvida através das leis já existentes.
Diretrizes 1-  Não reinvente a roda  – regulamentações criadas para a Internet - ICANN - as q exigem gdes ajustes – marcas e patentes - as q podem ser aplicadas à Internet – proteção da liberdade de expressão 2-  Se não estiver quebrado, não conserte ! 3-  Promoção de abordagem holística e priorização 4-  Transformar soluções técnicas tácitas em princípios políticos explícitos:  Esta opinião pode levar à conclusão equivocada de que soluções tecnológicas sejam suficientes para promover e proteger valores sociais.
Diretrizes 5-  O princípio da neutralidade tecnológica:  Diretrizes e políticas não dependam de dispositivos técnicos ou tecnológicos específicos. P. ex, regulamentos para a proteção da privacidade devem especificar O QUE deve ser protegido (dados pessoais, registros médicos), e não COMO deve ser protegido (acesso a banco de dados, criptografia e segurança), abrindo chances para desenvolvimentos futuros.  6 -  O risco de gerir a sociedade através de código de programadores:  Lawrence Lessig, que descreveu que, com a sua dependência crescente da Internet, a sociedade moderna podia acabar sendo ordenada por códigos de programação em vez de ser regulada por leis.
Analogias Internet – telefonia ( regulamentação do conteúdo) Internet – correios (entrega de documentos oficiais) Internet – televisão (controle estrito do conteúdo) Internet – bibliotecas (projetos de portais, banco de dados) Internet – video, fotografia( Lei de Direitos Autorais do Milênio)  Internet – rodovia (controle do fluxo do conteúdo)
Os cegos e o elefante
Um mapa para uma jornada pela GI
Infraestrutura Padronização/Normalização 1) Questões essenciais sem as quais a Internet e a Rede Mundial de Computadores não podem existir:  1.  Infraestrutura de telecomunicações pela qual passa TODO o tráfego da Internet. Uma das forças da Internet está nesta arquitetura de camadas.  A camada da infraestrutura de Internet permanece independente da infraestrutura de telecomunicações (a camada de baixo) e dos padrões de aplicação (a camada acima). 2.  Padrões e serviços técnicos – a infraestrutura que faz a Internet funcionar (TCP/IP, DNS, SSL...) 3.  Conteúdos e padrões de aplicação (HTML, XML...)
Infraestrutura Padronização/Normalização 2) Questões relativas à salvaguarda da operação segura e estável da infraestrutura (próxima aula) : Resolução de domínios
Segurança na Internet
Criptografia
Spam
Infraestrutura Padronização/Normalização Suportes da Internet: Rede elétrica
Fios telefônicos
Cabos de fibra ótica
Satélites
Microondas
Conexões sem fio
Infraestrutura Padronização/Normalização Como a camada de telecomunicações suporta o tráfego da Internet, qualquer regulamentação nova vinculada à area das telecomunicações terá impacto, inevitavelmente, na Internet.
Infraestrutura Padronização/Normalização 1998 – Acordo sobre Serviços Básicos de Telecomunicações (BTA) da OMC – Organização Mundial do Comércio, quando mais de cem países deram início a um processo de liberalização caracterizado pela privatização dos monopólios nacionais de telecomunicação, a introdução da competição e o estabelecimento de agências reguladoras nacionais.
Infraestrutura Padronização/Normalização: a liberalização dos mercados de telecomunicações Antes de1998 – quase monopólio da UIT – União Internacional de Telecomunicações.
Agora – AT&T, Cable and Wireless, France Telecom, Sprint e WorldCom – estendem globalmente sua cobertura de mercado – grande influência nos processos de GI .
Como liberalizar e tornar seus mercados de telecomunicações mais eficientes e, ao mesmo tempo, preservar a importante fonte de arrecadação proveniente exatamente dos monopólios existentes nas telecomunicações? Ajuda externa
Transição gradual
Vincular o processo de liberalização à proteção do interesse público (como o ocorrido no Brasil através das metas de universalização)
Infraestrutura Padronização/Normalização: definição de padrões de infraestrutura técnica Padrão WiFi – Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE)
A certificação de equipamento compatível com WiFi é feita pela WiFi Alliance A própria atribuição de definir ou implementar padrões dá a essas instituições uma considerável influência sobre o mercado.
 
Infraestrutura Padronização/Normalização A rede de distibuição ou última milha – separando loops locais
Países em desenvolvimento com grandes áreas territoriais
Comunicação sem fio
Disponibilidade crescente de opções tecnicas
Liberalização deste segmento do mercado das telecomunicações
ESTREITA - TÉCNICA AMPLA - POLÍTICA A ICANN é simplesmente um órgão de coordenação responsável pela administração técnica no campo dos números de IP e dos nomes de domínio. Segundo este ponto de vista, a ICANN apenas coordena, não governa, a Internet. Esta opinião é expressa por: ICANN, Internet Society, governo dos Estados Unidos, governo de outros Estados industriais. O trabalho da ICANN envolve mais do que apenas coordenação técnica. Embora a ICANN deva preservar a administração de tarefas técnicas centrais, como a gestão de servidores-raiz e a distribuição de números de IP, as diretrizes políticas deveriam ser definidas por um órgão internacional legítimo, representativo de todos os Estados. Isto poderia dar-se tanto no seio da ONU como no de outra estrutura internacional de estabelecimento mais recente. Esta opinião é expressa por muitos países em desenvolvimento Padrões e Serviços Técnicos – A infraestrutura da Internet Visões opostas do papel da ICANN na Governança da Internet – Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números
Qual é o posicionamento do Brasil em relação ao papel da ICANN?
Protocolo de Controle de Transporte / Protocolo de Internet  Principal padrão técnico a especificar como os dados são transportados pela Internet. TCP/IP Baseia-se em 3 princípios: Comutação por pacotes Networking  ponta-a-ponta – a rede entre as pontas finais é neutra Robustez – dinamização do  routing –  processo de entregar uma mensagem na rede através do caminho mais adequado Há números IP suficientes?
IPv4 X IPv6
O IP versão 6 como solução definitiva para o problema do esgotamento do espaço de endereçamento Internet. O espaço de endereçamento do IP versão 6 é de 2128 = 340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456 endereços, o que representa cerca de 79 trilhões de trilhões de vezes o espaço disponível no IPv4. Esse número equivale a cerca de 5,6 x 1028 endereços IP por ser humano, ou ainda, aproximadamente, 66.557.079.334.886.694.389 de endereços por cm2 na superfície da Terra.
Embora o espaço de endereçamento do IP versão 4 tenha 32 bits, o que representa 4.294.967.296 endereços, a política de alocação inicial não foi favorável a uma utilização racional dos mesmos .
IPv4 X IPv6
Sistema de Nomes de Domínio - DNS O servidor DNS traduz nomes para os endereços IP e endereços IP para nomes respectivos, e permitindo a localização de hosts em um domínio determinado. Esse serviço geralmente se encontra localizado no servidor DNS primário. O servidor DNS secundário é uma espécie de cópia de segurança do servidor DNS primário. Existem 13 servidores DNS raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para Aumentar a base instalada destes servidores, foram criadas réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003. http://www.youtube.com/watch?v=OkzcdPZMKC4
 

Aula 2 - Governança da Internet

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    Governança e Modelosde Atuação Digital Curso: Gestão da Comunicação em Mídias Digitais @Diolia diolia2@gmail.com governancadainternet.blogspot.com
  • 2.
    1 – Governançada Internet: questões, atores e divergências. Atuação digital. Compreensão da evolução na Governança da Internet, ICANN, classificação das questões da Governança da Internet. Impactos na organização e mercado das empresas midiáticas. Abordagem dos mecanismos legais: legislação, normas sociais, abordagens e padrões, diretrizes e analogias. Breve introdução aos conceitos, estruturas e modelos de atuação digital. 2º Semestre 2011 Conteúdo de Governança e Modelos de Atuação Digital
  • 3.
    2 – Aquestão da infra-estrutura e da padronização/normatização. Introdução aos conceitos gerais de infra-estrutura da Internet, Protocolo de Controle de Transporte/Protocolo de Internet (TCP/IP), o Sistema de Nomes de Domíniuo (DNS), Servidores_raiz, Provedores de Serviço de Internet (ISPs), Provedores de Banda Passante (IBPs). Conteúdo de Governança
  • 4.
    3- Modeloeconômico Estudo dos conceitos relacionados ao contexto econômico da rede: Código aberto. Segurança na Internet. Spam e Criptografia. 4- Convergência Internet-Telecomunicações- Multimídia. Neutralidade da Rede. B2B2C x B2B2B 5- A questão legal Auto-regulamentação, jurispridência, regulação internacional, arbitragem. Direitos de propriedade intelectual e software livre. Marcas registradas. Direitos autorais, patentes e copyright. Creative Commons. Direitos trabalhistas. Cibercrime, Assinaturas digitais. Privacidade e Proteção de Dados. Conteúdo de Governança
  • 5.
    6 - A questão econômica Estudo das questões que envolvem o comercio eletronico: impostos, alfândega. Pagamentos eletrônicos: banco eletrônico e dinheiro eletrônico. PayPal e Brasil. Proteção do consumidor. 7 – Questões socioculturais das mídias digitais Abordagem das políticas de conteúdo: direitos humanos, bem público. A questão do desenvolvimento e o Brasil. A cisão digital, acesso universal. Multilinguismo e diversidade cultural. Educação. Games . Estrutura brasileira de GI Guia de boas práticas Conteúdo de Governança
  • 6.
    1- Estruturas Insourcing,outsourcing e multisourcing Partindo dos conceitos primários de Help Desk, Service Desk, Acordo de Nível de Serviço (SLA). Relacionamentos de modelos e estudos de caso. O impacto da tecnologia sobre custos em Business Process Outsourcing. 2- Concorrencias e formas de Licitações. Estudo de casos. 3 - Estrutura Orçamentária . Conteúdo de Modelos de Atuação Digital
  • 7.
    Seminário - trabalho de grande porte em grupo para apresentação e discussão em sala de aula Paper - um artigo cujo tema será definido individualmente com a professora, de acordo com a área de interesse do aluno. Critério complementar – participação, interesse e frequencia às aulas Média: 0,1,2,3,4, 5,6,7,8 ,9,10 Sistema de Avaliação
  • 8.
  • 9.
    Globalização Marshal McLuhan(1911 – 1980) – teórico da comunicação canadense – “aldeia global” - Possibilidades abertas pelos meios de comunicação e tecnologias informacionais que surgiam.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    Governança da InternetQuestões, atores e cisões @diolia
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  • 14.
    A Web –word  wide web- é um modo de acesso a informação através da internet usando o “hypertext transfer protocol” ( HTTP) e os navegadores.
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    A história... Nofinal da década de 1960, Rede da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Departamento de Defesa (DARPANet). Em 1986, foi fundada a Força-Tarefa de Engenharia da Internet (IETF) Não havia governo central, não havia planejamento central, não havia plano diretor. Em 1994, a Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NSF) terceiriza a administração do Sistema de Nomes de Domínio (DNS) para a Network Solutions Inc. (NSI). A decisão não foi bem recebida pela comunidade da Internet, e assim começou a “Guerra do DNS”.
  • 16.
    DNS - ICANNA “Guerra do DNS” pôs outros atores em cena: o setor empresarial, organizações internacionais e Estados-nação. Ela terminou em 1998, com a criação da Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (ICANN) . Desde então, o debate sobre a Governança da Internet tem se caracterizado pelo envolvimento mais intensivo de governos nacionais, principalmente através da estrutura da ONU. Para mais informações www.registro.br
  • 17.
    Eststísticas sobre usoInternet A Internet e a estatística não têm tido um convívio fácil. Desde os primeiros dias da Internet, tem sido extremamente difícil obter dados sobre os números exatos de usuários e hospedeiros, volume de tráfego, finanças e assim por diante. Além disso, os números foram freqüentemente usados para superestimar o crescimento da Internet. Alguns pesquisadores atribuem a explosão da bolha das “ponto-com” ao uso de números inflados sobre o crescimento potencial da Internet.
  • 18.
    Governança da Internet?evitar ou pelo menos minimizar o risco de fragmentação da Internet
  • 19.
    manter a compatibilidadee a interoperabilidade
  • 20.
    salvaguardar direitos edefinir as responsabilidades dos vários atores
  • 21.
    Tecnologia X aspectoslegais relacionados O processo de elaborar sobre questões legais e consequencias sociais de desenvolvimentos tecnológicos vem invariavelmente depois da inovação tecnológica ela mesma. Um dos aspectos fascinantes da Internet durante o seu desenvolvimento foi a sua governança peculiar.
  • 22.
    Governança da InternetEspecialistas em telecomunicações vêem a GI pelo prisma do desenvolvimento de infraestruturas .
  • 23.
    Especialistas em computadores concentram-se no desenvolvimento de padrões e aplicações : XML, Java...
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    Especialistas em comunicação destacam a facilitação da comunicação.
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    Ativistas de direitoshumanos vêem a GI da perspectiva da liberdade de expressão, privacidade e outros direitos humanos básicos .
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    Advogados concentram-seem jurisdição e resolução de disputas legais .
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    Políticos voltamsua atenção para a mídia e para as questões que impressionam positivamente o eleitorado, como o tecno-otimismo (mais computadores = mais educação) e o tratamento das ameaças implicadas (segurança na Internet, proteção à infância).
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    Diplomatas preocupam-seprincipalmente com o processo e a proteção de interesses nacionais.
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    Governança, gobierno,gouvernment , governo. = muitas delegações na CMSI vincularam GI com setor publico, e centraram suas deliberações na necessidade de intervenção governamental.
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    Caixa de Ferramentasda Governança da Internet A experiência de outros regimes internacionais – meio ambiente, transportes aéreos, controle de armas => estabelecimento de um quadro comum.
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    “ Toda linguaprofissional é uma língua de quintal” Jeffrey Mirel.
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    As questões daInternet tem pelo menos 5 dimensões: infraestrutura, legal, econômica, desenvolvimental e sociocultural.
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    Muitos atores, nos setores privados e públicos, desempenham papéis em cada uma dessas dimensões. Eles – superusuários, provedores de serviço de Internet [ISPs], advogados de marcas e patentes, especialistas em desenvolvimento, ativistas da sociedade civil , etc – têm culturas profissionais muito específicas e bem desenvolvidas.
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    Parece que muitascombinações de atores e questões, senão a maioria, estão hoje trabalhando em relativo isolamento das demais.
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    COM BOA VONTADEDE TODAS AS PARTES A G.I. É GERENCIAVEL.
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    Caixa de Ferramentasda Governança da Internet Padrões e abordagens : reduzir a complexidade das negociações e ajudar a criar um sistema comum de referências.
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    Diretrizes : valorese interesses a serem promovidos. (Transparência e o caráter inclusivo foi adotada pelo CMSI.)
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    Analogias : “Emboraanalogias sejam frequentemente equivocadas, pelo menos são uma coisa equívoca que possuímos.” Samuel Butler
  • 39.
    Abordagens e padrões:Abordagem estreita versus abordagem ampla Estreita : infraestrutura da internet (Sistemas de Nomes de Domínio, Números de IP, superservidores-raiz) e na posição da ICANN como o ator-chave deste campo. Ampla : as negociações de GI deveriam ir além das questões de infraestrutura e lidar com outras questões legais, econômicas, desenvolvimentistas e socioculturais. A abordagem ampla é apoiada pela CMSI, GTGI que tem a tarefa de “identificar as questões de política pública que são relevantes para a Governança da Internet.” Esta abordagem também é predominante nas discussões políticas e acadêmicas sobre GI.
  • 40.
    Abordagens e padrõesAspectos técnicos X Aspectos políticos Soluções técnicas não são neutras pois fortalecem o poder de certos grupos e, em certa medida, produz um impacto na vida social, política e econômica. Em alguns casos, o objetivo político inicial de uma solução técnica acaba se transformando . Ex: A arquitetura de rede foi desenhada com o objetivo político de criar uma rede robusta capaz de sobreviver a um ataque nuclear. Tornou-se base para o desenvolvimento da criatividade e da liberdade de expressão na Internet. Direito autoral. Paquistão.
  • 41.
    Abordagens e padrões:abordagem “tradicional-realista” versus “neocibernética” Vinho novo em odres velhos Vinho novo em odres novos
  • 42.
    Abordagens e padrões:abordagem “tradicional-realista” versus “neocibernética” Tradicional-realista : leis existentes podem ser aplicadas à Internet apenas com ajustes menores. Na comunicação: Internet =telefone ou telégrafo No campo econômico:comércio comum = e-commerce Contra a moratória fiscal para as lojas virtuais. Nova-cibernética : O ciberespaço é diferente do espaço real, por isso requer uma forma diferente de governança. A cibernética argumenta que as leis existentes sobre jurisdição, cibercrime e contratos não podem ser aplicadas à Internet e novas leis devem ser criadas.
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    Abordagens e padrões:Internet e o bem público A maior parte da infra-estrutura técnica através da qual o tráfego na Internet é canalizado pertence a companhias privadas e estatais, tipicamente operadoras de telecomunicação.
  • 44.
    Companhia mercante transportandocontêineres: as vias de navegação são abertas e reguladas pelo Direito do Mar + mares abertos são res communis omnium . = Rede de espinhas dorsais (backbones) que transporta dados é propriedade de companhia de telecomunicação. Pergunta-se assim:
  • 45.
    É possível exigirque empresas privadas administrem as suas propriedades privadas – espinhas dorsais de Internet – no interesse público?
  • 46.
    Pode a Internet,ou parte dela, ser considerada como um bem público global?
  • 47.
    Pode o velhoconceito romano de res communis omnium ser aplicado à Internet, como no caso de alguns aspectos do Direito do Mar?
  • 48.
    O principal desafioneste dilema do público X privado será, por um lado, propiciar ao setor privado um ambiente comercial adequado, mas, por outro lado, garantir o desenvolvimento da Internet como recurso público, consistindo de conhecimentos e informações de propriedade comum.
  • 49.
    Abordagens e padrões:a geografia e a Internet Uma das pressuposições iniciais sobre a Internet era de que ela sobrepujaria as fronteiras nacionais e provocaria a erosão do conceito de soberania. ( tecno-otimismo típico dos anos 1990 – John Perry Barlow e a “Declaração de Independência do Ciberespaço” )
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    Hoje temos programasde geolocalização mais sofisticados, é bastante simples identificar através de que provedor de Internet (ISP) que a rede mundial foi acessada. As leis nacionais mais recentes exigem dos ISPs a identificação dos usuários.
  • 51.
    Com a possibilidadede localizar geograficamente os usuários e as transações da Internet, a complexa questão da jurisdição sobre a Internet pode ser mais facilmente resolvida através das leis já existentes.
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    Diretrizes 1- Não reinvente a roda – regulamentações criadas para a Internet - ICANN - as q exigem gdes ajustes – marcas e patentes - as q podem ser aplicadas à Internet – proteção da liberdade de expressão 2- Se não estiver quebrado, não conserte ! 3- Promoção de abordagem holística e priorização 4- Transformar soluções técnicas tácitas em princípios políticos explícitos: Esta opinião pode levar à conclusão equivocada de que soluções tecnológicas sejam suficientes para promover e proteger valores sociais.
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    Diretrizes 5- O princípio da neutralidade tecnológica: Diretrizes e políticas não dependam de dispositivos técnicos ou tecnológicos específicos. P. ex, regulamentos para a proteção da privacidade devem especificar O QUE deve ser protegido (dados pessoais, registros médicos), e não COMO deve ser protegido (acesso a banco de dados, criptografia e segurança), abrindo chances para desenvolvimentos futuros. 6 - O risco de gerir a sociedade através de código de programadores: Lawrence Lessig, que descreveu que, com a sua dependência crescente da Internet, a sociedade moderna podia acabar sendo ordenada por códigos de programação em vez de ser regulada por leis.
  • 54.
    Analogias Internet –telefonia ( regulamentação do conteúdo) Internet – correios (entrega de documentos oficiais) Internet – televisão (controle estrito do conteúdo) Internet – bibliotecas (projetos de portais, banco de dados) Internet – video, fotografia( Lei de Direitos Autorais do Milênio) Internet – rodovia (controle do fluxo do conteúdo)
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    Os cegos eo elefante
  • 56.
    Um mapa parauma jornada pela GI
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    Infraestrutura Padronização/Normalização 1)Questões essenciais sem as quais a Internet e a Rede Mundial de Computadores não podem existir: 1. Infraestrutura de telecomunicações pela qual passa TODO o tráfego da Internet. Uma das forças da Internet está nesta arquitetura de camadas. A camada da infraestrutura de Internet permanece independente da infraestrutura de telecomunicações (a camada de baixo) e dos padrões de aplicação (a camada acima). 2. Padrões e serviços técnicos – a infraestrutura que faz a Internet funcionar (TCP/IP, DNS, SSL...) 3. Conteúdos e padrões de aplicação (HTML, XML...)
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    Infraestrutura Padronização/Normalização 2)Questões relativas à salvaguarda da operação segura e estável da infraestrutura (próxima aula) : Resolução de domínios
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    Infraestrutura Padronização/Normalização Comoa camada de telecomunicações suporta o tráfego da Internet, qualquer regulamentação nova vinculada à area das telecomunicações terá impacto, inevitavelmente, na Internet.
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    Infraestrutura Padronização/Normalização 1998– Acordo sobre Serviços Básicos de Telecomunicações (BTA) da OMC – Organização Mundial do Comércio, quando mais de cem países deram início a um processo de liberalização caracterizado pela privatização dos monopólios nacionais de telecomunicação, a introdução da competição e o estabelecimento de agências reguladoras nacionais.
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    Infraestrutura Padronização/Normalização: aliberalização dos mercados de telecomunicações Antes de1998 – quase monopólio da UIT – União Internacional de Telecomunicações.
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    Agora – AT&T,Cable and Wireless, France Telecom, Sprint e WorldCom – estendem globalmente sua cobertura de mercado – grande influência nos processos de GI .
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    Como liberalizar etornar seus mercados de telecomunicações mais eficientes e, ao mesmo tempo, preservar a importante fonte de arrecadação proveniente exatamente dos monopólios existentes nas telecomunicações? Ajuda externa
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    Vincular o processode liberalização à proteção do interesse público (como o ocorrido no Brasil através das metas de universalização)
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    Infraestrutura Padronização/Normalização: definiçãode padrões de infraestrutura técnica Padrão WiFi – Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE)
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    A certificação deequipamento compatível com WiFi é feita pela WiFi Alliance A própria atribuição de definir ou implementar padrões dá a essas instituições uma considerável influência sobre o mercado.
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    Infraestrutura Padronização/Normalização Arede de distibuição ou última milha – separando loops locais
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    Países em desenvolvimentocom grandes áreas territoriais
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    Liberalização deste segmentodo mercado das telecomunicações
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    ESTREITA - TÉCNICAAMPLA - POLÍTICA A ICANN é simplesmente um órgão de coordenação responsável pela administração técnica no campo dos números de IP e dos nomes de domínio. Segundo este ponto de vista, a ICANN apenas coordena, não governa, a Internet. Esta opinião é expressa por: ICANN, Internet Society, governo dos Estados Unidos, governo de outros Estados industriais. O trabalho da ICANN envolve mais do que apenas coordenação técnica. Embora a ICANN deva preservar a administração de tarefas técnicas centrais, como a gestão de servidores-raiz e a distribuição de números de IP, as diretrizes políticas deveriam ser definidas por um órgão internacional legítimo, representativo de todos os Estados. Isto poderia dar-se tanto no seio da ONU como no de outra estrutura internacional de estabelecimento mais recente. Esta opinião é expressa por muitos países em desenvolvimento Padrões e Serviços Técnicos – A infraestrutura da Internet Visões opostas do papel da ICANN na Governança da Internet – Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números
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    Qual é oposicionamento do Brasil em relação ao papel da ICANN?
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    Protocolo de Controlede Transporte / Protocolo de Internet Principal padrão técnico a especificar como os dados são transportados pela Internet. TCP/IP Baseia-se em 3 princípios: Comutação por pacotes Networking ponta-a-ponta – a rede entre as pontas finais é neutra Robustez – dinamização do routing – processo de entregar uma mensagem na rede através do caminho mais adequado Há números IP suficientes?
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    O IP versão6 como solução definitiva para o problema do esgotamento do espaço de endereçamento Internet. O espaço de endereçamento do IP versão 6 é de 2128 = 340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456 endereços, o que representa cerca de 79 trilhões de trilhões de vezes o espaço disponível no IPv4. Esse número equivale a cerca de 5,6 x 1028 endereços IP por ser humano, ou ainda, aproximadamente, 66.557.079.334.886.694.389 de endereços por cm2 na superfície da Terra.
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    Embora o espaçode endereçamento do IP versão 4 tenha 32 bits, o que representa 4.294.967.296 endereços, a política de alocação inicial não foi favorável a uma utilização racional dos mesmos .
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    Sistema de Nomesde Domínio - DNS O servidor DNS traduz nomes para os endereços IP e endereços IP para nomes respectivos, e permitindo a localização de hosts em um domínio determinado. Esse serviço geralmente se encontra localizado no servidor DNS primário. O servidor DNS secundário é uma espécie de cópia de segurança do servidor DNS primário. Existem 13 servidores DNS raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para Aumentar a base instalada destes servidores, foram criadas réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003. http://www.youtube.com/watch?v=OkzcdPZMKC4
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