O documento discute a epidemiologia das doenças crônicas não transmissíveis, definindo-as como doenças multifatoriais de longa duração. Apresenta a magnitude do problema no Brasil, onde causam cerca de 70% das mortes, e os principais fatores de risco, como estilo de vida e fatores socioeconômicos. Também descreve as políticas públicas de saúde para enfrentar este desafio, como o Plano Nacional de Enfrentamento das DCNT.