INTRODUÇÃO À
SEMIOLOGIA
Prof. Enf. Vivianne Lima
CICAPS
DISCIPLINA: APOIO AOS DIAGNÓSTICOS
“ Objetivos da aula
Conceito de semiologia e
semiotécnica
Processo de
enfermagem
Métodos propedêuticos
Na prática
ROTEIRO
OBJETIVOS DA AULA
3
1 2 3
Compreender
as etapas que
compõem a
primeira fase
do Processo
de
Abranger
metodologia
para
realização da
entrevista de
enfermagem
de técnicas
básicas para
realização do
exame físico
Enfermagem
Entendimento
▸
▸
▸
A Semiologia é a investigação e o estudo dos sinais e sintomas apresentados
pelo paciente, centrados na realização do exame físico;
A Semiotécnica diz respeito ao estudo e ensino da técnica e dos procedimentos
necessários ao cuidar que sucedem ao exame físico.
O ensino da Semiologia e Semiotécnica demanda conhecimentos integrados
às disciplinas do ciclo básico, como Anatomia, Histologia, Fisiologia e Patologia
(POSSO, 2006).
4
CONCEITO DE SEMIOLOGIA E
SEMIOTÉCNICA?
▸ SINAIS: “Do latim signalis, que significa indício ou manifestação, é um termo
usado para referir-se às manifestações clínicas que são reconhecíveis por outra
pessoa, em geral, por um profissional da área da saúde, por meio da observação
direta do paciente.
SINTOMAS: "Sintoma é um termo originado do grego sympitien e significa
“acontecer”. Essa manifestação se difere dos sinais, pois é percebida pelo
paciente e relatada por ele.
4
SINAIS X SINTOMAS
▸
▸ Saúde
A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde como “um estado de
completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções
e enfermidades”.
Doença
Processo de alteração biológica, com sintomas característicos, muitas vezes
imperceptíveis, que pode afetar o corpo todo ou uma ou, ainda, várias de suas
partes, resultando na deterioração ou enfraquecimento do estado de saúde de
um ser (homem ou animal); enfermidade, moléstia, mal, falta de saúde.
4
Relação Saúde X Doença
▸
Um conjunto de sinais e sintomas cuja presença indica que uma determinada
doença está presente para além de qualquer dúvida. A ausência destes sinais e
sintomas não excluem a possibilidade da presença da doença, mas a presença
do sinal patognomônico confirma-a com certeza.
Ex:
1- coriza
2- cefaléia
3- dor na garganta
4- dificuldade ao respirar.
▸
4
Sinal Patognomônico
▸ PRODRÔMICO: Sinal e/ou sintoma que precede uma doença podendo ou não
ser exclusivos de uma condição patogênica.
Ex:. Febre e prostração nas infecções virais, delirios, alucinações,etc.
4
SINAIS PRODRÔMICOS
PROCESSO DE ENFERMAGEM
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é uma atividade
privativa do Enfermeiro. No Brasil foi desenvolvido no ano de 1970 pela
Enfermeira Wanda Horta. Esta pesquisa teve como objetivo Conhecer o
contexto histórico, processo de implantação e obstáculos da
Sistematização da Assistência de Enfermagem.
5
(SANTOS, 2014)
PROCESSO DE ENFERMAGEM
6
▸
▸
▸
▸
▸
1) Avaliação de Enfermagem;
2) Diagnóstico de Enfermagem;
3) Planejamento de Enfermagem;
4) Implementação de Enfermagem;
5) Evolução de Enfermagem;
(COFEN, 2009)
AVALIAÇÃO DE ENFERMAGEM
▸
▸
Consiste na coleta de
dados referentes ao estado de saúde
do paciente, ocorre a anamnese e
exame físico.
As informações coletadas precisam
ser claras e fidedignas, para que o
perfil de saúde/doença do paciente
seja estabelecido.
7
Anamnese
▸ Coleta de dados do prontuário de saúde, registros de outros de
profissionais da equipe multiprofissional, resultados
exames laboratoriais, exames de imagem e entrevista.
Anamnese ana= trazer de volta, recordar
mnese: memória
▸
8
O que perguntar?
Identificação do paciente;
Queixa principal;
História da queixa;
Antecedentes pessoais e familiares;
História familiar e social;
Hábitos e vícios;
Comportamentos de saúde;
Interrogatório sobre os diversos aparelhos;
•
•
•
•
•
•
•
•
9
Exame físico: MÉTODOS PROPEDÊUTICOS
▸
▸
▸
▸
INSPEÇÃO: processo de observação, no qual os olhos e o nariz são
utilizados na obtenção de dados do paciente;
PALPAÇÃO: técnica que permite a obtenção de dados a partir do tato e
da pressão;
PERCUSSÃO: baseia-se nas vibrações e sons originados de pequenos
golpes realizados em determinada superfície do organismo;
AUSCULTA: procedimento que emprega o estetoscópio, a partir do qual
se obtém ruídos considerados normais ou patológicos.
15
(MENEGÓCIO; PIVELLO; QUEIROZ, 2021).
▸
INSPEÇÃO
▸
▸
Primeiro procedimento executado no exame físico.
Essa técnica avalia cores, formas, simetria e
cavidades corpóreas através de uma observação
detalhada da superfície do corpo do paciente.
Iluminação adequada;
Utilizar lanterna para inspeção de cavidades;
Respeitar a privacidade do paciente.
▸
▸
▸
16
PALPAÇÃO
▸ Permite a identificação de modificações de
textura, espessura, consistência,
sensibilidade, volume e dureza.
17
TIPOS DE PALPAÇÃO
▸ ▸ ▸
Palpação com mão
espalmada, usando-
se toda a palma de
uma ou de ambas
as mãos.
Palpação com uma das
mãos sobrepondo-
seàoutra.
Palpação com mão
espalmada, usando
apenas as polpas
digitais e a parte
ventral dos dedos
18
TIPOS DE PALPAÇÃO
▸ ▸ ▸
Palpação usando-se
o polegar e o
indicador, formando
uma pinça. Avalia o
turgor.
Palpação com
dorso
Avalia
temperatura.
dos
o
dedos.
a
Dígito-pressão, que é
realizada com a polpa do
polegar, comprimindo
uma área. Avalia dor e
detecta edema.
19
TIPOS DE PALPAÇÃO
▸ Puntipressão, utilizando um objeto
pontiagudo (não cortante). Avalia
a sensibilidade dolorosa
Fricção com algodão, utilizando
uma mecha de algodão, roçando-
se de leve na pele.. Avalia a
sensibilidade tátil.
▸
20
TIPOS DE PERCUSSÃO
▸ ▸ ▸
Percussão
golpeando-se
diretamente com as
dedos
direta,
pontas
da região-alvo
dos
Percussão dígito- digital,
golpeando-se com um dedo a
borda ungueal ou a superfície
dorsal da segunda falange do
dedo médio ou indicador da
outra mão
Punho-percussão, a mão
deve ser mantida fechada
golpeando-se a área com
a borda cubital. Verifica
sensação dolorosa nos
rins.
21
▸ ▸
Percussão com a borda da mão, os
dedos ficam estendidos e unidos
golpeando-se a região desejada com a
borda ulnar. Também verifica
sensação dolorosa nos rins
Percussão por piparote, com uma
das mãos o examinador golpeia o
abdome com piparotes, enquanto
a outra mão espalmada na região
contralateral capta ondas líquidas.
Pesquisa ascite (barriga d’água).
22
TIPOS DE PERCUSSÃO
AUSCULTA
23
Busca por ruídos considerados normais ou
patológicos, no exame de vários órgãos,
através da utilização de um estetoscópio.
PULMÕES
•
•
•
•
Ruídos adventícios:
Roncos;
Sibilos;
Estertores;
Atrito pleural.
Normal: murmúrios vesiculares
(passagem do ar);
24
Fonte: GALVÃO (2018)
CORAÇÃO
•
•
•
Normal:
Anormais:
Sopros; Atrito
pericárdico;
Estalido
bulhas cardíacas
25
Fonte: PORTO (2013).
ABDOME
▸
▸
Ruídos hidroaéreos e sopros.
É importante que se realize a ausculta do abdome
antes de realizar a percussão e palpação, pois
estas podem estimular o peristaltismo e encobrir
uma hipoatividade dos ruídos hidroaéreos. Os
e sons auscultados são de alta frequência
e intensidade
26
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
▸
▸
▸
Os dados coletados são analisados e interpretados criteriosamente;
O enfermeiro deve ter capacidade de análise, julgamento, síntese e
percepção, ao interpretar os dados;
Baseiam-se nos problemas reais (voltados para o presente) e nos
problemas potenciais (voltados para o futuro).
11
Principais erros no diagnóstico:
Anamnese incompleta ou preenchidos erroneamente;
Exame físico superficial ou realizado rapidamente;
Avaliação precipitada;
Conhecimento ou domínio insuficiente dos métodos dos
exames físicos disponíveis.
▸
▸
▸
▸
PLANEJAMENTO DE ENFERMAGEM
▸ Consiste em: estabelecimento de prioridades para os diagnósticos de
Enfermagem, fixação de resultados a fim de minimizar ou evitar problemas,
registro escrito dos diagnósticos de Enfermagem, dos resultados esperados
e das prescrições de Enfermagem de modo organizado;
É realizado um plano de ações para se alcançarem resultados em relação
a um diagnóstico de Enfermagem
▸
12
IMPLEMENTAÇÃO DE ENFERMAGEM
▸ Momento para os profissionais de enfermagem colocarem em prática as
ações listadas na fase do planejamento. Em outras palavras, é a
assistência que será realizada. Técnico de enfermagem possui papel de
importância.
Exemplo: administração de medicamentos, realização de higiene do
paciente, aferição de sinais vitais, entre outras medidas.
▸
13
I – Padrões de cuidados de Enfermagem: cuidados autônomos do Enfermeiro.
II – Padrões de cuidados interprofissionais: cuidados colaborativos com as demais
profissões de saúde.
III - Padrões de cuidados em Programas de Saúde: cuidados advindos de protocolos
assistenciais.
EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM
▸
▸
Consiste em acompanhar as respostas do paciente aos cuidados
prescritos (por meio de anotações no prontuário e nos locais próprios),
da observação direta da resposta do paciente à terapia proposta, bem
como do relato do mesmo.
O enfermeiro avalia o progresso do cliente, institui medidas corretivas
e, se necessário, revê o plano de cuidados.
14
EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM
▸
▸
14
Anotação de enfermagem
É um registro cronológico de informações sobre o paciente, feito por toda
a equipe de enfermagem. A anotação é pontual e deve ser feita sobre as
condições gerais do paciente.
Evolução de enfermagem
É um registro feito pelo enfermeiro sobre a assistência médica prestada
ao paciente, após a avaliação do seu estado geral. A evolução é
realizada a partir de dados processados, como anamnese e exame físico,
e deve ser contextualizada e refletir o processo saúde-doença do
paciente.
HORA DA ATIVIDADE
31

AULA 1 - APOfffffffffffffffffffffffffffffffffIO.pdf

  • 1.
    INTRODUÇÃO À SEMIOLOGIA Prof. Enf.Vivianne Lima CICAPS DISCIPLINA: APOIO AOS DIAGNÓSTICOS
  • 2.
    “ Objetivos daaula Conceito de semiologia e semiotécnica Processo de enfermagem Métodos propedêuticos Na prática ROTEIRO
  • 3.
    OBJETIVOS DA AULA 3 12 3 Compreender as etapas que compõem a primeira fase do Processo de Abranger metodologia para realização da entrevista de enfermagem de técnicas básicas para realização do exame físico Enfermagem Entendimento
  • 4.
    ▸ ▸ ▸ A Semiologia éa investigação e o estudo dos sinais e sintomas apresentados pelo paciente, centrados na realização do exame físico; A Semiotécnica diz respeito ao estudo e ensino da técnica e dos procedimentos necessários ao cuidar que sucedem ao exame físico. O ensino da Semiologia e Semiotécnica demanda conhecimentos integrados às disciplinas do ciclo básico, como Anatomia, Histologia, Fisiologia e Patologia (POSSO, 2006). 4 CONCEITO DE SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA?
  • 5.
    ▸ SINAIS: “Dolatim signalis, que significa indício ou manifestação, é um termo usado para referir-se às manifestações clínicas que são reconhecíveis por outra pessoa, em geral, por um profissional da área da saúde, por meio da observação direta do paciente. SINTOMAS: "Sintoma é um termo originado do grego sympitien e significa “acontecer”. Essa manifestação se difere dos sinais, pois é percebida pelo paciente e relatada por ele. 4 SINAIS X SINTOMAS ▸
  • 6.
    ▸ Saúde A OrganizaçãoMundial de Saúde (OMS) define saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades”. Doença Processo de alteração biológica, com sintomas característicos, muitas vezes imperceptíveis, que pode afetar o corpo todo ou uma ou, ainda, várias de suas partes, resultando na deterioração ou enfraquecimento do estado de saúde de um ser (homem ou animal); enfermidade, moléstia, mal, falta de saúde. 4 Relação Saúde X Doença ▸
  • 7.
    Um conjunto desinais e sintomas cuja presença indica que uma determinada doença está presente para além de qualquer dúvida. A ausência destes sinais e sintomas não excluem a possibilidade da presença da doença, mas a presença do sinal patognomônico confirma-a com certeza. Ex: 1- coriza 2- cefaléia 3- dor na garganta 4- dificuldade ao respirar. ▸ 4 Sinal Patognomônico
  • 9.
    ▸ PRODRÔMICO: Sinale/ou sintoma que precede uma doença podendo ou não ser exclusivos de uma condição patogênica. Ex:. Febre e prostração nas infecções virais, delirios, alucinações,etc. 4 SINAIS PRODRÔMICOS
  • 10.
    PROCESSO DE ENFERMAGEM Sistematizaçãoda Assistência de Enfermagem (SAE) é uma atividade privativa do Enfermeiro. No Brasil foi desenvolvido no ano de 1970 pela Enfermeira Wanda Horta. Esta pesquisa teve como objetivo Conhecer o contexto histórico, processo de implantação e obstáculos da Sistematização da Assistência de Enfermagem. 5 (SANTOS, 2014)
  • 11.
    PROCESSO DE ENFERMAGEM 6 ▸ ▸ ▸ ▸ ▸ 1)Avaliação de Enfermagem; 2) Diagnóstico de Enfermagem; 3) Planejamento de Enfermagem; 4) Implementação de Enfermagem; 5) Evolução de Enfermagem; (COFEN, 2009)
  • 12.
    AVALIAÇÃO DE ENFERMAGEM ▸ ▸ Consistena coleta de dados referentes ao estado de saúde do paciente, ocorre a anamnese e exame físico. As informações coletadas precisam ser claras e fidedignas, para que o perfil de saúde/doença do paciente seja estabelecido. 7
  • 13.
    Anamnese ▸ Coleta dedados do prontuário de saúde, registros de outros de profissionais da equipe multiprofissional, resultados exames laboratoriais, exames de imagem e entrevista. Anamnese ana= trazer de volta, recordar mnese: memória ▸ 8
  • 14.
    O que perguntar? Identificaçãodo paciente; Queixa principal; História da queixa; Antecedentes pessoais e familiares; História familiar e social; Hábitos e vícios; Comportamentos de saúde; Interrogatório sobre os diversos aparelhos; • • • • • • • • 9
  • 15.
    Exame físico: MÉTODOSPROPEDÊUTICOS ▸ ▸ ▸ ▸ INSPEÇÃO: processo de observação, no qual os olhos e o nariz são utilizados na obtenção de dados do paciente; PALPAÇÃO: técnica que permite a obtenção de dados a partir do tato e da pressão; PERCUSSÃO: baseia-se nas vibrações e sons originados de pequenos golpes realizados em determinada superfície do organismo; AUSCULTA: procedimento que emprega o estetoscópio, a partir do qual se obtém ruídos considerados normais ou patológicos. 15 (MENEGÓCIO; PIVELLO; QUEIROZ, 2021). ▸
  • 16.
    INSPEÇÃO ▸ ▸ Primeiro procedimento executadono exame físico. Essa técnica avalia cores, formas, simetria e cavidades corpóreas através de uma observação detalhada da superfície do corpo do paciente. Iluminação adequada; Utilizar lanterna para inspeção de cavidades; Respeitar a privacidade do paciente. ▸ ▸ ▸ 16
  • 17.
    PALPAÇÃO ▸ Permite aidentificação de modificações de textura, espessura, consistência, sensibilidade, volume e dureza. 17
  • 18.
    TIPOS DE PALPAÇÃO ▸▸ ▸ Palpação com mão espalmada, usando- se toda a palma de uma ou de ambas as mãos. Palpação com uma das mãos sobrepondo- seàoutra. Palpação com mão espalmada, usando apenas as polpas digitais e a parte ventral dos dedos 18
  • 19.
    TIPOS DE PALPAÇÃO ▸▸ ▸ Palpação usando-se o polegar e o indicador, formando uma pinça. Avalia o turgor. Palpação com dorso Avalia temperatura. dos o dedos. a Dígito-pressão, que é realizada com a polpa do polegar, comprimindo uma área. Avalia dor e detecta edema. 19
  • 20.
    TIPOS DE PALPAÇÃO ▸Puntipressão, utilizando um objeto pontiagudo (não cortante). Avalia a sensibilidade dolorosa Fricção com algodão, utilizando uma mecha de algodão, roçando- se de leve na pele.. Avalia a sensibilidade tátil. ▸ 20
  • 21.
    TIPOS DE PERCUSSÃO ▸▸ ▸ Percussão golpeando-se diretamente com as dedos direta, pontas da região-alvo dos Percussão dígito- digital, golpeando-se com um dedo a borda ungueal ou a superfície dorsal da segunda falange do dedo médio ou indicador da outra mão Punho-percussão, a mão deve ser mantida fechada golpeando-se a área com a borda cubital. Verifica sensação dolorosa nos rins. 21
  • 22.
    ▸ ▸ Percussão coma borda da mão, os dedos ficam estendidos e unidos golpeando-se a região desejada com a borda ulnar. Também verifica sensação dolorosa nos rins Percussão por piparote, com uma das mãos o examinador golpeia o abdome com piparotes, enquanto a outra mão espalmada na região contralateral capta ondas líquidas. Pesquisa ascite (barriga d’água). 22 TIPOS DE PERCUSSÃO
  • 23.
    AUSCULTA 23 Busca por ruídosconsiderados normais ou patológicos, no exame de vários órgãos, através da utilização de um estetoscópio.
  • 24.
    PULMÕES • • • • Ruídos adventícios: Roncos; Sibilos; Estertores; Atrito pleural. Normal:murmúrios vesiculares (passagem do ar); 24 Fonte: GALVÃO (2018)
  • 25.
  • 26.
    ABDOME ▸ ▸ Ruídos hidroaéreos esopros. É importante que se realize a ausculta do abdome antes de realizar a percussão e palpação, pois estas podem estimular o peristaltismo e encobrir uma hipoatividade dos ruídos hidroaéreos. Os e sons auscultados são de alta frequência e intensidade 26
  • 27.
    DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM ▸ ▸ ▸ Osdados coletados são analisados e interpretados criteriosamente; O enfermeiro deve ter capacidade de análise, julgamento, síntese e percepção, ao interpretar os dados; Baseiam-se nos problemas reais (voltados para o presente) e nos problemas potenciais (voltados para o futuro). 11
  • 28.
    Principais erros nodiagnóstico: Anamnese incompleta ou preenchidos erroneamente; Exame físico superficial ou realizado rapidamente; Avaliação precipitada; Conhecimento ou domínio insuficiente dos métodos dos exames físicos disponíveis. ▸ ▸ ▸ ▸
  • 29.
    PLANEJAMENTO DE ENFERMAGEM ▸Consiste em: estabelecimento de prioridades para os diagnósticos de Enfermagem, fixação de resultados a fim de minimizar ou evitar problemas, registro escrito dos diagnósticos de Enfermagem, dos resultados esperados e das prescrições de Enfermagem de modo organizado; É realizado um plano de ações para se alcançarem resultados em relação a um diagnóstico de Enfermagem ▸ 12
  • 30.
    IMPLEMENTAÇÃO DE ENFERMAGEM ▸Momento para os profissionais de enfermagem colocarem em prática as ações listadas na fase do planejamento. Em outras palavras, é a assistência que será realizada. Técnico de enfermagem possui papel de importância. Exemplo: administração de medicamentos, realização de higiene do paciente, aferição de sinais vitais, entre outras medidas. ▸ 13 I – Padrões de cuidados de Enfermagem: cuidados autônomos do Enfermeiro. II – Padrões de cuidados interprofissionais: cuidados colaborativos com as demais profissões de saúde. III - Padrões de cuidados em Programas de Saúde: cuidados advindos de protocolos assistenciais.
  • 31.
    EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM ▸ ▸ Consisteem acompanhar as respostas do paciente aos cuidados prescritos (por meio de anotações no prontuário e nos locais próprios), da observação direta da resposta do paciente à terapia proposta, bem como do relato do mesmo. O enfermeiro avalia o progresso do cliente, institui medidas corretivas e, se necessário, revê o plano de cuidados. 14
  • 32.
    EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM ▸ ▸ 14 Anotaçãode enfermagem É um registro cronológico de informações sobre o paciente, feito por toda a equipe de enfermagem. A anotação é pontual e deve ser feita sobre as condições gerais do paciente. Evolução de enfermagem É um registro feito pelo enfermeiro sobre a assistência médica prestada ao paciente, após a avaliação do seu estado geral. A evolução é realizada a partir de dados processados, como anamnese e exame físico, e deve ser contextualizada e refletir o processo saúde-doença do paciente.
  • 33.