História do Brasil
Prof. Fezão
A Europa na época das Grandes Navegações
   O fim da Idade Média e o nascimento do Mundo Moderno

O ano de 476
    Cai o Império Romano do Ocidente
    Província da Hispânia, na Península Ibérica
          → Ocupada pelos visigodos (já cristianizados)

Em 711...
    Invasão muçulmana
    Árabes derrotam os visigodos

    Visigodos formam do reino cristão das Astúrias
          → Guerra de Reconquista

    Reinos de Castela, Leão, Navarra e Aragão
    Condado Portucalense
Guerra de Reconquista
                      D. Afonso VI, o vitorioso
                      Exército poderoso
                      Expansão do domínio cristão

                      Destaque de Henrique de Borgonha
                           → Recebe o Condado
                 Portucalense


A Dinastia de Borgonha
    Expansão territorial
    Povoamento e agricultura
    Centralização monárquica
    Comércio no litoral
Contexto Europeu: Renascimento Urbano e Comercial

Declínio da Idade Média
     Crise do sistema feudal
     Monetarização
     Expansão dos mercados
     Enfraquecimento da Nobreza
     Fortalecimento da Burguesia (aliança com os reis)
     Formação dos Estados Monárquicos Nacionais

Fim do domínio árabe sobre o Mar Mediterrâneo
     Comércio marítimo → Alternativa econômica na Europa
     Novos mercados e produtos → África e Oriente
     Expansão marítima
Revolução de Avis

Morte de D. Fernando (último rei da dinastia de Borgonha)
    Impasse na sucessão
    Nobreza queria anexar Portugal a Castela
    Burguesia e povo queriam Portugal independente

Insurreição popular
     D. João, mestre da Ordem Militar de Avis
           → “regedor e defensor do Reino”

     Vitória na batalha de Aljubarrota, em 1835
           → tropas comandadas por Nuno Álvares Pereira

     Portugal se torna um reino livre
          → Rei D. João I
As Grandes Navegações

Pioneirismo português
     Estado centralizado
     Burguesia forte
     Posicionamento geográfico
     Aliança com o papado → expansão da fé cristã
     Experiência em navegação (pesca)
     Desenvolvimento tecnológico (bússola, astrolábio, caravelas)

Objetivos
     Expandir mercados
     Diversificar a oferta de produtos (especiarias)
     Diminuir os preços
As Navegações Portuguesas

Marco inicial: conquista de Ceuta (1415)

1ª etapa (1415 – 1460):
     Costa Atlântica da África até o Golfo da Guiné
           → ouro, marfim, escravos

2ª etapa (1460 – 1500):
     Bartolomeu Dias vai ao Cabo da Boa Esperança
     Vasco da Gama chega à Índia
           → cravo, canela, pimenta
     Duarte Pacheco Pereira (expedição secreta)
     Pedro Álvares Cabral “descobre” o Brasil
Espanha

     Em 1492, tentam chegar às Índias por circunavegação
         → Cristóvão Colombo chega à America

     Em 1494, Portugal e Espanha assinam o Tratado de
Tordesilhas
Consequências da expansão

Monopólio marítimo português
Lucros exorbitantes

Riqueza aparente
     Portugal importava praticamente todos os bens de consumo
          → Agricultura pobre
          → Manufaturas reduzidas
     Lucros voltados para a Coroa
          → Luxo da corte
          → Doações à nobreza e ao clero

Em 1506, D. Manuel I expulsa os judeus (burguesia) de Portugal
    Empresa ultramarina fica nas mãos da nobreza

Aula 1 - História do Brasil - Prof. Fezão

  • 1.
  • 2.
    A Europa naépoca das Grandes Navegações O fim da Idade Média e o nascimento do Mundo Moderno O ano de 476 Cai o Império Romano do Ocidente Província da Hispânia, na Península Ibérica → Ocupada pelos visigodos (já cristianizados) Em 711... Invasão muçulmana Árabes derrotam os visigodos Visigodos formam do reino cristão das Astúrias → Guerra de Reconquista Reinos de Castela, Leão, Navarra e Aragão Condado Portucalense
  • 4.
    Guerra de Reconquista D. Afonso VI, o vitorioso Exército poderoso Expansão do domínio cristão Destaque de Henrique de Borgonha → Recebe o Condado Portucalense A Dinastia de Borgonha Expansão territorial Povoamento e agricultura Centralização monárquica Comércio no litoral
  • 5.
    Contexto Europeu: RenascimentoUrbano e Comercial Declínio da Idade Média Crise do sistema feudal Monetarização Expansão dos mercados Enfraquecimento da Nobreza Fortalecimento da Burguesia (aliança com os reis) Formação dos Estados Monárquicos Nacionais Fim do domínio árabe sobre o Mar Mediterrâneo Comércio marítimo → Alternativa econômica na Europa Novos mercados e produtos → África e Oriente Expansão marítima
  • 6.
    Revolução de Avis Mortede D. Fernando (último rei da dinastia de Borgonha) Impasse na sucessão Nobreza queria anexar Portugal a Castela Burguesia e povo queriam Portugal independente Insurreição popular D. João, mestre da Ordem Militar de Avis → “regedor e defensor do Reino” Vitória na batalha de Aljubarrota, em 1835 → tropas comandadas por Nuno Álvares Pereira Portugal se torna um reino livre → Rei D. João I
  • 7.
    As Grandes Navegações Pioneirismoportuguês Estado centralizado Burguesia forte Posicionamento geográfico Aliança com o papado → expansão da fé cristã Experiência em navegação (pesca) Desenvolvimento tecnológico (bússola, astrolábio, caravelas) Objetivos Expandir mercados Diversificar a oferta de produtos (especiarias) Diminuir os preços
  • 9.
    As Navegações Portuguesas Marcoinicial: conquista de Ceuta (1415) 1ª etapa (1415 – 1460): Costa Atlântica da África até o Golfo da Guiné → ouro, marfim, escravos 2ª etapa (1460 – 1500): Bartolomeu Dias vai ao Cabo da Boa Esperança Vasco da Gama chega à Índia → cravo, canela, pimenta Duarte Pacheco Pereira (expedição secreta) Pedro Álvares Cabral “descobre” o Brasil
  • 10.
    Espanha Em 1492, tentam chegar às Índias por circunavegação → Cristóvão Colombo chega à America Em 1494, Portugal e Espanha assinam o Tratado de Tordesilhas
  • 11.
    Consequências da expansão Monopóliomarítimo português Lucros exorbitantes Riqueza aparente Portugal importava praticamente todos os bens de consumo → Agricultura pobre → Manufaturas reduzidas Lucros voltados para a Coroa → Luxo da corte → Doações à nobreza e ao clero Em 1506, D. Manuel I expulsa os judeus (burguesia) de Portugal Empresa ultramarina fica nas mãos da nobreza