Ameaças a Biodiversidade
          de
  Águas Continentais
Conserving Critical Sites for Biodiversity
                                   Provides Disproportionate Benefits to People
Frank W. Larsen1,2*, Will R. Turner1, Thomas M. Brooks; (2012) - PLoS ONE
AMBIENTES AQUÁTICOS CONTINENTAIS



•AQUÍFEROS




•LAGOS




•RIOS




•ZONAS DE TRANSIÇÃO
Luz, F.D. (2009)
Segundo    Klement   Tockner       (2009)   “fortes  e
          incontestáveis são as evidências científicas de que
          estamos prestes a vivenciar uma enorme crise de
          biodiversidade em água doce. No entanto, poucos
          sabem do catastrófico declínio dessa biodiversidade em
          água doce, tanto em escala local como global“.
Ameaças
PERDA DA BIODIVERSIDADE EM AMBIENTES
                               AQUÁTICOS
                               Interatividade entre os fatores



                                          Poluição da                 Exploração
                                                                       Exploração
      Modificação                          água 10%                   excessiva
                                                                       excessiva
      da vazão 3%                                                        15%
                                                                          15%




                           Degradação
                            Degradação                   Invasão de
                            do hábitat
                             do hábitat                   espécies
FLATHER et al. (1994),
DUDGEON, D. et al (2006)
                               42%
                                42%                         30%
BRITTON et al. (2011)
BIODIVERSIDADE:
    VARIEDADE DAS FORMAS DE VIDA EM DIFERENTES NÍVEIS – Genes,
    espécies, ecossistemas e biomas (Edward O. Wilson)



Estimativas atuais calculam
que o homem conhece algo
próximo de 10% da
biodiversidade do planeta
Até 2006 os peixes e alguns outros organismos aquáticos (invertebrados) de
águas continentais não eram incluídos na lista oficial de espécies ameaçadas
Os peixes e outros organismos de águas
continentais nem sequer são considerados
como FAUNA !!!!
“Organismos aquáticos SÃO APENAS
RECURSOS PESQUEIROS” – Considerações
Generalistas – Dogma em várias esferas
Governamentais!!
ATÉ QUE PONTO

PODEMOS PERDER

  ESPÉCIES ?
TIPOS DE AMEAÇAS


1. CULTURAL , ECONÔMICO, POLÍTICO E TÉCNICO;


2. FÍSICAS E QUIMICAS;


3. BIOLÓGICAS
CULTURAL , ECONÔMICO, POLÍTICO E
TÉCNICOda população com os nossos mananciais e a biodiversidade ?
   Conceito
 Frases populares – QUESTÕES CULTURAIS E DE EDUCAÇÃO
“ Joga no rio que a água leva”
“Jogo lixo no rio mesmo, pois não vem lixeiro aqui”
“ A gente mora na beira do rio, não tenho pra onde ir e a turma da Prefeitura deixa”




                                                                    Unifil, 2008
CULTURAL
Salvem os feios
Enquanto sobram ONGs e governos dispostos a proteger pandas, golfinhos e
tigres, animais com problemas de aparência rumam para a extinção em
vários pontos do planeta
Larissa Veloso Isto é Nov- 2012

A nossa evolução explica a preferência em proteger as FOFOSIDADES..
2012
CULTURAL : “Os rios tem que ter peixe grande e muito não interessa a espécie” !!




  A relação mais
    comum é a
       pesca




           1920




              2012
Diferente é a relação das comunidades indígenas !!
Questões políticas sobrepondo a técnica
Transposição das águas do rio São Francisco
URBANIZAÇÃO E OCUPAÇÃO
     DESORDENADA
QUESTÕES
POLÍTICAS E
ECONOMICAS
                  Eletrólatras
  A NOVA
  GERAÇÃO !?




 “A MENTIRA DA
 ENERIGA LIMPA”




                        Aneel (2008)
UHE MAUÁ – RIO TIBAGI
                                            Nem a questão da vazão
                                            ecológica está sendo seguida!!


                                                           Restricted-Range Fishes and the Conservation
                                                           of
                                                           Brazilian Freshwaters.

                                                           Nogueira et al (2010) Plos ONE




“Região de Maior Biodiversidade de
espécies da bacia do rio Tibagi” Shibatta
et al. (2002)
Preserve Brazil’s aquatic
biodiversity
Brazil’s aquatic biodiversity is
under threat from a proposed
law that aims to boost degraded
fishery resources. If approved,
the law — put forward by Nelson
Meurer of the Brazilian National
Congress — would allow the
cultivation of non-native fish
species in freshwater
aquaculture cages, overriding
the currently prohibited
introduction of non-native
species into Brazil.
The fish that would be
introduced are tilapia and carp
species, and other species that
are potentially invasive in Brazil
  Vitule et al. 2012 - Nature
AMEAÇAS


FISICO, QUÍMICAS E


   BIOLÓGICAS
Luz, F.D. 2009
EUTROFIZAÇÃO
POLUENTES

Rio Iguaçu
ASSOREAMENTO




DESMATAMENTO




                     GARIMPO
QUAL A SITUAÇÃO ATUAL E

FUTURA EM RELAÇÃO AOS

   BARRAMENTOS E A

  FRAGMENTAÇÃO DOS

    ECOSSITEMAS?
Agostinho et al. (2008)
UHE

 Aneel (2012)
~ 60.500
   MW




  UHE
   +
  PCH
   Aneel (2012)
Agostinho et al. (2009)
gem
                           Barra      Produção pesqueira
                                      Qualidade do pescado
                                      Recreação
                                      Sistema de pesca
       Biologia
                                      Relações sociais
   Comportamento
      Demografia
Estratégias reprodutivas
     Recrutamento
   Estrutura genética
Composição de espécies
     Diversidade
 Distribuição espacial
   Fluxo de energia                      Pelicice, 2012

    Níveis tróficos
Itaipu, rio Paraná...




      Hoeinghaus et al. (2009)
Programas de
     Manejo ?
    1. Estocagem (peixamento)
    2. Introdução de espécies

3. Aqüicultura e pesca

    4. Mecanismos de transposição
                                    Conservar...
                                    ou piorar?

                                         Pelicice, 2012
Desconhecimento do sistema de forma integrada
      ● Desconhecimento do problema
      ● Objetivos pouco claros ou ambíguos
      ● Abordagem inadequada
      ● Falta de avaliação de riscos
      ● Metodologia inadequada
      ● Ausência de monitoramento

      ● Ausência de avaliações
ESTOCAGEM E SOLTURAS DELIBERADAS




                             Agostinho et al. (2008)
● Competição intra-específica
                              ● Abundância de presas
                              ● Hábito alimentar de predadores selvagens
                              ● Privação alimentar
                              ● Exceder a capacidade suporte
  RISCOS ?
                              ● Competição inter-específica

  Molony et al. (2003)        ● Introdução de doenças e parasitas
  Agostinho et al. (2010)     ● Gargalo genético
                              ● Perda de diversidade genética e fitness
                              ● Extinções
                              ● Mudanças ecossistêmicas (regime)
                              ● Impactos no ambiente físico
                              ● Perda de recurso financeiro
MODIFICADO DE PELICICE 2012
INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES
AQUICULTURA – produção nos ecossistemas (Tanques rede e tanques
escavados) ?




                                                            TRANSLOCAÇÕES

                                                                  TRANSPOSIÇÕES

           AQUARIOFILIA




                                                    USO DE ISCAS VIVAS
Híbridos



                                            X
  Pseudoplatystoma corruscans




                                Ponto e vírgula
TIPOS DE IMPACTOS ECOLÓGICOS
   DA INVASÃO DE ESPÉCIES

 IMPACTOS GENÉTICOS

 IMPACTOS NO INDIVÍDUO

 IMPACTOS NA POPULAÇÃO

 IMPACTOS NA COMUNIDADE
Britto & Orsi, 2012
Índice de dominância
                                                                                                                                                                  Índice de dominância




                                            0
                                                10
                                                     20
                                                          30
                                                               40
                                                                    50
                                                                         60
                                                                              70
                                                                                   80
                                                                                        90
                                                                                             100
                                                                                                                                                                                                     100




                                                                                                                                                        10
                                                                                                                                                             20
                                                                                                                                                                  30
                                                                                                                                                                       40
                                                                                                                                                                            50
                                                                                                                                                                                 60
                                                                                                                                                                                      70
                                                                                                                                                                                           80
                                                                                                                                                                                                90




                                                                                                                                                    0
                         A. piracicabae
                                                                                                                                 A. piracicabae
                             A. paranae
                                                                                                                                    A. paranae
                         A. altiparanae
                                                                                                                                 A. altiparanae
                             B. iheringii
                                                                                                                                     B. iheringii
                             P. argentea
                                                                                                                                    P. argentea
                         H. malabaricus                                                                                         H. malabaricus
                             H. anisitsi                                                                                             H. anisitsi
                           O. stenodon                                                                                             O. stenodon
                          O. paranense                                                                                           O. paranense
                           S. notomelas                                                                                            S. notomelas




                                                                                                   Após
                                                                                                                                                                                                           Antes




espécies
                                                                                                                espécies
                              C. aeneus                                                                                               C. aeneus

                             I. schubarti                                                                                            I. schubarti

           Microlepidogaster sp.                                                                                           Microlepidogaster sp.

                               P. meeki                                                                                               P. meeki

                              R. quelen                                                                                               R. quelen

              Trichomycterus sp.                                                                                             Trichomycterus sp.
                                                                                                                                      G. sylvius
                              G. sylvius
                                                                                                                                  G. brasiliensis
                          G. brasiliensis
                                                                                                                                     O. niloticus
                            O. niloticus




                                                                ponto 3
                                                                ponto 2
                                                                ponto 1
                                                                                                                                                                            ponto 3
                                                                                                                                                                            ponto 2
                                                                                                                                                                            ponto 1




                                     reservatórios
                                     em pequenos
                                                                                                                                                                                                                   Homogeneização da comunidade!!




                                     Introdução da tilápia



    Orsi et al. (2010)
                                                                                                     (1989)
                                                                                                     COURTNEY
                                                                                                                                                                            África


                                                                                                                                             de 200 espécies
                                                                                                                                                                            Perca do Nilo


                                                                                                                                                                            lago Vitória –
                                                                                                                                                                            introduzida no
                                                                                                                                                                            (Lates niloticus)




                                                                                                                                             e extinção de cerca
                                                                                                                                             Predação excessiva
Transposição
    Restaurando a livre
    passagem?




                          Pelicice 2012
Ecological
traps?




             Pelicice & Agostinho (2008)
● Nem todas as espécies ascendem

ascendem em grande quantidade e causam depleção da popu

      ● Desorientação no STP é comum

      ● Algumas espécies conseguem atravessar o
      reservatório rio acima
      ● STP é ponto de elevada predação

      ● Ausência de migração descendente
      (ovos, larvas e adultos)

      ● Contexto e comportamento da fauna
      devem balizar decisões
O exemplo do reservatório de Capivara: (estimativa)
Os cinco fatores de ameaça ocorrendo




                                   Orsi & Britton (em preparação)
Não se pode ignorar!!!




                                                       O valor dos serviços dos
                                                       ecossistemas mundiais e
                                                       do capital natural
                                                       NATURE (1997)




                      U$ 33 tri/ano       Rios e
                                          lagos




PIB = U$ 18 tri/ano



                                      U$ 1,7 tri/ano             U$ 4,9 tri/ano
O QUE FAZER?
● Avaliações integradas das bacias


● Avaliações ambientais sérias e fiscalizadas quanto a capacidade
dos integrantes


● Preservação de bacias inteiras, como mantenedores de biodiversidade

● Total responsabilidade do empreendedor pela manutenção da diversidade
remanescente e qualidade ambiental/social


● Ações preventivas e mitigadoras a eventos específicos (ex.:
mortandade)


● Preservação de trechos lóticos remanescentes inclusive da vegetação
ciliar


 ● Preservação de tributários

 ● Restauração de ambientes


 ● Vazão ecológica

 ● Prevenção e Controle de espécies não-nativas
“... o grande processo em curso
desde a década de 1980, que há
de tomar milhões de anos para ser
corrigido, é a perda da diversidade
genética e de espécies pela
destruição de habitats naturais. Esta
é a loucura que nossos
descendentes provavelmente menos
nos perdoarão.”




                                   Edward Wilson

IV EPBio - Ameaças à Biodiversidade de Águas Continentais

  • 1.
    Ameaças a Biodiversidade de Águas Continentais
  • 2.
    Conserving Critical Sitesfor Biodiversity Provides Disproportionate Benefits to People Frank W. Larsen1,2*, Will R. Turner1, Thomas M. Brooks; (2012) - PLoS ONE
  • 3.
  • 5.
  • 6.
    Segundo Klement Tockner (2009) “fortes e incontestáveis são as evidências científicas de que estamos prestes a vivenciar uma enorme crise de biodiversidade em água doce. No entanto, poucos sabem do catastrófico declínio dessa biodiversidade em água doce, tanto em escala local como global“. Ameaças
  • 7.
    PERDA DA BIODIVERSIDADEEM AMBIENTES AQUÁTICOS Interatividade entre os fatores Poluição da Exploração Exploração Modificação água 10% excessiva excessiva da vazão 3% 15% 15% Degradação Degradação Invasão de do hábitat do hábitat espécies FLATHER et al. (1994), DUDGEON, D. et al (2006) 42% 42% 30% BRITTON et al. (2011)
  • 8.
    BIODIVERSIDADE: VARIEDADE DAS FORMAS DE VIDA EM DIFERENTES NÍVEIS – Genes, espécies, ecossistemas e biomas (Edward O. Wilson) Estimativas atuais calculam que o homem conhece algo próximo de 10% da biodiversidade do planeta
  • 10.
    Até 2006 ospeixes e alguns outros organismos aquáticos (invertebrados) de águas continentais não eram incluídos na lista oficial de espécies ameaçadas
  • 11.
    Os peixes eoutros organismos de águas continentais nem sequer são considerados como FAUNA !!!! “Organismos aquáticos SÃO APENAS RECURSOS PESQUEIROS” – Considerações Generalistas – Dogma em várias esferas Governamentais!!
  • 12.
    ATÉ QUE PONTO PODEMOSPERDER ESPÉCIES ?
  • 13.
    TIPOS DE AMEAÇAS 1.CULTURAL , ECONÔMICO, POLÍTICO E TÉCNICO; 2. FÍSICAS E QUIMICAS; 3. BIOLÓGICAS
  • 14.
    CULTURAL , ECONÔMICO,POLÍTICO E TÉCNICOda população com os nossos mananciais e a biodiversidade ? Conceito Frases populares – QUESTÕES CULTURAIS E DE EDUCAÇÃO “ Joga no rio que a água leva” “Jogo lixo no rio mesmo, pois não vem lixeiro aqui” “ A gente mora na beira do rio, não tenho pra onde ir e a turma da Prefeitura deixa” Unifil, 2008
  • 15.
    CULTURAL Salvem os feios Enquantosobram ONGs e governos dispostos a proteger pandas, golfinhos e tigres, animais com problemas de aparência rumam para a extinção em vários pontos do planeta Larissa Veloso Isto é Nov- 2012 A nossa evolução explica a preferência em proteger as FOFOSIDADES..
  • 16.
  • 17.
    CULTURAL : “Osrios tem que ter peixe grande e muito não interessa a espécie” !! A relação mais comum é a pesca 1920 2012
  • 18.
    Diferente é arelação das comunidades indígenas !!
  • 19.
    Questões políticas sobrepondoa técnica Transposição das águas do rio São Francisco
  • 20.
  • 21.
    QUESTÕES POLÍTICAS E ECONOMICAS Eletrólatras A NOVA GERAÇÃO !? “A MENTIRA DA ENERIGA LIMPA” Aneel (2008)
  • 23.
    UHE MAUÁ –RIO TIBAGI Nem a questão da vazão ecológica está sendo seguida!! Restricted-Range Fishes and the Conservation of Brazilian Freshwaters. Nogueira et al (2010) Plos ONE “Região de Maior Biodiversidade de espécies da bacia do rio Tibagi” Shibatta et al. (2002)
  • 24.
    Preserve Brazil’s aquatic biodiversity Brazil’saquatic biodiversity is under threat from a proposed law that aims to boost degraded fishery resources. If approved, the law — put forward by Nelson Meurer of the Brazilian National Congress — would allow the cultivation of non-native fish species in freshwater aquaculture cages, overriding the currently prohibited introduction of non-native species into Brazil. The fish that would be introduced are tilapia and carp species, and other species that are potentially invasive in Brazil Vitule et al. 2012 - Nature
  • 27.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 34.
    QUAL A SITUAÇÃOATUAL E FUTURA EM RELAÇÃO AOS BARRAMENTOS E A FRAGMENTAÇÃO DOS ECOSSITEMAS?
  • 35.
  • 36.
  • 37.
    ~ 60.500 MW UHE + PCH Aneel (2012)
  • 38.
  • 39.
    gem Barra Produção pesqueira Qualidade do pescado Recreação Sistema de pesca Biologia Relações sociais Comportamento Demografia Estratégias reprodutivas Recrutamento Estrutura genética Composição de espécies Diversidade Distribuição espacial Fluxo de energia Pelicice, 2012 Níveis tróficos
  • 40.
    Itaipu, rio Paraná... Hoeinghaus et al. (2009)
  • 41.
    Programas de Manejo ? 1. Estocagem (peixamento) 2. Introdução de espécies 3. Aqüicultura e pesca 4. Mecanismos de transposição Conservar... ou piorar? Pelicice, 2012
  • 42.
    Desconhecimento do sistemade forma integrada ● Desconhecimento do problema ● Objetivos pouco claros ou ambíguos ● Abordagem inadequada ● Falta de avaliação de riscos ● Metodologia inadequada ● Ausência de monitoramento ● Ausência de avaliações
  • 43.
    ESTOCAGEM E SOLTURASDELIBERADAS Agostinho et al. (2008)
  • 44.
    ● Competição intra-específica ● Abundância de presas ● Hábito alimentar de predadores selvagens ● Privação alimentar ● Exceder a capacidade suporte RISCOS ? ● Competição inter-específica Molony et al. (2003) ● Introdução de doenças e parasitas Agostinho et al. (2010) ● Gargalo genético ● Perda de diversidade genética e fitness ● Extinções ● Mudanças ecossistêmicas (regime) ● Impactos no ambiente físico ● Perda de recurso financeiro MODIFICADO DE PELICICE 2012
  • 45.
    INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES AQUICULTURA– produção nos ecossistemas (Tanques rede e tanques escavados) ? TRANSLOCAÇÕES TRANSPOSIÇÕES AQUARIOFILIA USO DE ISCAS VIVAS
  • 46.
    Híbridos X Pseudoplatystoma corruscans Ponto e vírgula
  • 47.
    TIPOS DE IMPACTOSECOLÓGICOS DA INVASÃO DE ESPÉCIES IMPACTOS GENÉTICOS IMPACTOS NO INDIVÍDUO IMPACTOS NA POPULAÇÃO IMPACTOS NA COMUNIDADE
  • 48.
  • 49.
    Índice de dominância Índice de dominância 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 100 10 20 30 40 50 60 70 80 90 0 A. piracicabae A. piracicabae A. paranae A. paranae A. altiparanae A. altiparanae B. iheringii B. iheringii P. argentea P. argentea H. malabaricus H. malabaricus H. anisitsi H. anisitsi O. stenodon O. stenodon O. paranense O. paranense S. notomelas S. notomelas Após Antes espécies espécies C. aeneus C. aeneus I. schubarti I. schubarti Microlepidogaster sp. Microlepidogaster sp. P. meeki P. meeki R. quelen R. quelen Trichomycterus sp. Trichomycterus sp. G. sylvius G. sylvius G. brasiliensis G. brasiliensis O. niloticus O. niloticus ponto 3 ponto 2 ponto 1 ponto 3 ponto 2 ponto 1 reservatórios em pequenos Homogeneização da comunidade!! Introdução da tilápia Orsi et al. (2010) (1989) COURTNEY África de 200 espécies Perca do Nilo lago Vitória – introduzida no (Lates niloticus) e extinção de cerca Predação excessiva
  • 50.
    Transposição Restaurando a livre passagem? Pelicice 2012
  • 52.
    Ecological traps? Pelicice & Agostinho (2008)
  • 54.
    ● Nem todasas espécies ascendem ascendem em grande quantidade e causam depleção da popu ● Desorientação no STP é comum ● Algumas espécies conseguem atravessar o reservatório rio acima ● STP é ponto de elevada predação ● Ausência de migração descendente (ovos, larvas e adultos) ● Contexto e comportamento da fauna devem balizar decisões
  • 55.
    O exemplo doreservatório de Capivara: (estimativa) Os cinco fatores de ameaça ocorrendo Orsi & Britton (em preparação)
  • 56.
    Não se podeignorar!!! O valor dos serviços dos ecossistemas mundiais e do capital natural NATURE (1997) U$ 33 tri/ano Rios e lagos PIB = U$ 18 tri/ano U$ 1,7 tri/ano U$ 4,9 tri/ano
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    ● Avaliações integradasdas bacias ● Avaliações ambientais sérias e fiscalizadas quanto a capacidade dos integrantes ● Preservação de bacias inteiras, como mantenedores de biodiversidade ● Total responsabilidade do empreendedor pela manutenção da diversidade remanescente e qualidade ambiental/social ● Ações preventivas e mitigadoras a eventos específicos (ex.: mortandade) ● Preservação de trechos lóticos remanescentes inclusive da vegetação ciliar ● Preservação de tributários ● Restauração de ambientes ● Vazão ecológica ● Prevenção e Controle de espécies não-nativas
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    “... o grandeprocesso em curso desde a década de 1980, que há de tomar milhões de anos para ser corrigido, é a perda da diversidade genética e de espécies pela destruição de habitats naturais. Esta é a loucura que nossos descendentes provavelmente menos nos perdoarão.” Edward Wilson