PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS
PARA CONSERVAÇÃO DE PEIXES
       CONTINENTAIS




         Novembro, 2012
INSTITUTO CHICO MENDES DE
CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

                     Missão:
                    Proteger o
                patrimônio natural
                  e promover o
                desenvolvimento
                 sócio-ambiental



                   Proteção de
                    espécies
                     627 spp
  Proteção do                         Proteção das
   Ambiente                            populações
    310 UC                              humanas
                                     46,5 mil famílias
Ferramentas para Conservação

• Avaliação do risco de extinção das
 espécies;
• Identificação de cenários de perda de
 biodiversidade;
• Definição e implementação de Planos de
 Ação Nacionais.
CGESP
                         Mapa Estratégico para aa
                         Mapa Estratégico para
 COABIO                      Conservação
                              Conservação              COPAN


   Lista Nacional de
    Lista Nacional de
Espécies Ameaçadas de
 Espécies Ameaçadas de                              Planos de Ação
                                                     Planos de Ação
        Extinção
         Extinção                                      Nacionais
                                                        Nacionais




                            COAPRO
ICMBio
                     ICMBio
          Coordenação Geral de Manejo para
          Coordenação Geral de Manejo para
                    Conservação
                    Conservação


                                                      CECAT




Comunidade Científica, ONGs, Sociedade Civil, Setor
Comunidade Científica, ONGs, Sociedade Civil, Setor
             Privado, Setor Público
              Privado, Setor Público
Plano de Ação - Conceito


• Políticas públicas, pactuadas com a
  sociedade, que identificam e orientam as
  ações prioritárias para combater as ameaças
  que põem em risco populações de espécies e
  os ambientes naturais e assim protegê-los.
Plano de Ação - Objetivo


• Troca de experiência entre os atores
  envolvidos, no sentido de agregar e buscar
  novas ações de conservação, reunindo e
  potencializando os esforços na conservação,
  e racionalizando a captação e gestão dos
  recursos para conservação das espécies ou
  ambientes focos dos planos de ação.
Premissas dos PAN
• Elaboração participativa

• Oficialidade do processo

• Mudança de patamar no estado de conservação das
espécies

• Controle social – Grupo Assessor          (acompanha
implementação e realiza monitoria)

• Transparência – divulgação dos resultados dos Planos –
livro e folder (digital e papel)

   Método simples e robusto que pode ser aplicado
   em todos os níveis taxonômicos ou geográficos
Etapas do PAN
Espécies Ameaçadas da Fauna Brasileira
         INs 03/2003 e 05/2004




TOTAL: 627 espécies   35% tem PAN
Planos de Ação - CEPTA
• Plano de Ação Nacional para Conservação das
Espécies Ameaçadas da Bacia do Rio Paraíba do Sul
– PAN Paraíba do Sul (2010)

• Plano de Ação Nacional para Conservação das
Espécies Ameaçadas da Fauna Aquática do
Ecossistema Mogi, Pardo e Grande – PAN Mogi-
Pardo-Grande (2011)

• Plano de Ação Nacional para Conservação dos
Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção – PAN
Rivulídeos (2012)
PAN Paraíba do Sul

• Bacia com uma área de drenagem de 55.300 km², com
  séria degradação ambiental;

• Histórico com informações de diminuição drástica ou
  desaparecimento de várias espécies de peixes;

• Existem 37 espécies de vertebrados oficialmente
  ameaçados de extinção na bacia do Rio Paraíba do Sul,
  sendo: nove mamíferos, 14 aves, um réptil, quatro
  anfíbios e nove espécies aquáticas (5 peixes, 1 quelônio
  e 3 crustáceos).
Objetivo
    “Recuperar e manter as espécies
    aquáticas ameaçadas de extinção
     da bacia do Rio Paraíba do Sul”
Portaria Nº 107, DE 11 DE OUTUBRO DE 2012

17 (dezessete) espécies aquáticas constantes da lista
nacional de espécies ameaçadas de extinção e 02
(duas) constantes da lista de espécies ameaçadas do
estado de São Paulo, sendo:

I - 10 (dez) espécies de peixes
II - 1 (uma) espécie de quelônio
III - 3 (três) espécies de crustáceos
IV - 3 (três) espécies de moluscos continentais
V - 2 (duas) espécies de peixes ameaçados pela lista
dos estados de São Paulo: Pseudotocinclus parahybae
(cascudinho-do-Paraiba) e Prochilodus vimboides
(grumatã).

12 objetivos específicos,12 metas e 57 ações
PAN Paraíba            Implementação do                       Objetivos específicos /
  do Sul             Plano de Ação Nacional                           Ações


    1. Geração de informações para subsidiar o planejamento hidrelétrico da bacia do
    rio Paraíba do Sul, visando a conservação da biota aquática, com ênfase nas espécies
    ameaçadas e endêmicas, em cinco anos.

      1    Atualizar anualmente o Inventário dos empreendimentos hidrelétricos.

          Planejamento Hidrelétrico de Bacias Hidrográficas da Empresa de Pesquisas
      2
          Energéticas - EPE, com relação à distribuição da biodiversidade aquática
           Mapa de áreas relevantes para a conservação da biota aquática da bacia do rio
      3
          Paraiba do Sul.
           Inventário da diversidade de peixes, quelônios e crustáceos nas áreas
      4
          relevantes.
          Promover fóruns de discussão - sistemas de transposição de peixes em
      5
          empreendimentos hidrelétricos.
           Indicar áreas para criação de Unidades de Conservação (RPPN, UC estadual,
      6
          municipal).
Áreas Prioritárias
  Estado                                      Minas Gerais
Municípios   Além Paraíba; Belmiro Braga; Bocaina de Minas; Caiana; Carangola; Estrela
             Dalva; Faria Lemos; Muriaé; Pirapetinga; Sta. Bárbara do Monte Verde e
             Tombos.


  Estado                                     Rio de Janeiro
Municípios   Aperibé; Barra Mansa; Cambuci; Campos dos Goytacazes; Carmo; Comendador
             Levy Gasparian; Itaocara; Itaperuna; Itatiaia; Laje do Muriaé; Natividade; Volta
             Grande; Paraíba do Sul; Porciúncula; Porto Real; Quatis; Resende; Rio das
             Flores; Santa Maria Madalena; Santo Antônio de Pádua; São Fidélis e Valença.


  Estado                                       São Paulo
Municípios   Natividade da Serra; Pindamonhangaba; Redenção da Serra e São Luís do
             Paraitinga.
Aprovação do Projeto CEIVAP
Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul
             • Resultado do edital: Agosto de 2011
PAN Mogi-Pardo-Grande
• Recorte da bacia do Paraná, com aproximadamente 37.400
km², nos estados de São Paulo e Minas Gerais

• Ameaças potenciais: represamento, remoção da vegetação
ciliar, poluição e destruição de habitats

• Áreas estratégicas prioritárias

Rio Mogi: nascentes, reservatórios, lagoas marginais (permanentes e temporárias,
a partir de Mogi-Guaçu/SP), calha do rio Jaguari (a partir de São João da Boa
Vista) e o segmento entre Cachoeira de Cima e Cachoeira de Emas e tributários;

Rio Pardo: nascentes, reservatórios, alto Pardo, tributários do baixo pardo (rio
Velho) e o rio Tamanduá;

Rio Grande: entre UHE Porto Colômbia e a UHE de Marimbondo, nascentes,
minas d’água e reservatórios.
Objetivo
 “Recuperar as espécies da fauna
  aquática, com ênfase nos peixes
    ameaçados de extinção, do
 ecossistema dos rios Mogi-Pardo-
       Grande em oito anos”

Portaria Nº 23, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2012

14 (quatorze) peixes ameaçados, sendo 06 (seis)
constantes da lista nacional de espécies
ameaçadas de extinção e os demais constantes
da lista de espécies ameaçadas do estado de
São Paulo.

Brycon nattereri (pirapitinga-do-paraná), Brycon
orbignyanus     (Piracanjuba,    Bracanjuva)   e
Piaractus mesopotamicus (Pacu, Pacu-caranha,
Caranha) – Criticamente em Perigo.


6 objetivos específicos e 42 ações
Projetos e Ações de Implementação
• Estudo do comportamento migratório dos peixes denominados de
“grandes migradores” ameaçados de extinção do sistema - rios Mogi
Guaçu, Pardo e parte do rio Grande.

• Estudo da estrutura populacional de peixes migradores dos rios Mogi
Guaçu Pardo, e parte do rio Grande com o uso de marcadores
genéticos moleculares.

• Formação de um banco genético “ex situ” e estudo da fisiologia
reprodutiva de espécies de peixes ameaçadas de extinção.

• Projeto VANT Pardo/Grande: Diagnóstico e monitoramento ambiental
dos principais corpos d’água da UGRHI 12 – submetido ao
FEHIDRO/SP por Fabiano Tonissi, Esp. Amb. da Floresta Estadual de
Bebedouro/SP (IF).
PAN Rivulídeos

• Peixes de pequeno porte;

• Ambientes muito rasos, isolados de rios e lagos;

• Grande variedade de características físicas e químicas
  da água;
• Diversificados padrões de colorido;

• Desenvolvimento anual e não anual.
Fotos: Wilson J.E.M. Costa
52 espécies de rivulídeos ameaçadas
     (IN 05/2004 – Livro Vermelho)


     105 espécies ameaçadas
      (Avaliação ICMBio de 2011)


    Divisão em ciclos de 5 anos
      Primeiro ciclo: 66 espécies
      30 listadas na IN 05/2004
      20 avaliadas em 2011
      16 não avaliadas
Mata Atlântica (SP)

Ameaça: perda de habitat
• Desmatamento na baixada do rio Ribeira / SP
• Traçado norte do rodoanel Mario Covas
• Alteração e não cumprimento do código florestal

Ameaça: falta de conhecimento
• Plano diretor das prefeituras com área com APP (ex. Jundiaí e a
  Serra do Japi)
• Falta de informação sobre os rivulídeos e sua localização por parte
  dos órgãos licenciadores e/ou fiscalizadores
• Falta de pesquisa / conhecimento
• Pouca divulgação do conhecimento
Objetivo
“Estabelecer mecanismos de proteção aos
  rivulídeos deste PAN e anular a perda de
 habitat das espécies focais em cinco anos”

       4 objetivos específicos e 53 ações
Macro-regiões do PAN Rivulídeos

   Mata Atlântica
   Caatinga
   Campos Sulinos
   Ecótono Cerrado-Amazônia
   Cerrado Central
www.icmbio.gov.br
                 izabel.garcia@icmbio.gov.br


Agradecimentos: Sandoval dos Santos Jr.
                Carla Polaz
                Valtair Silva

Planos de Ação Nacionais para Conservação de Peixes Continentais

  • 1.
    PLANOS DE AÇÃONACIONAIS PARA CONSERVAÇÃO DE PEIXES CONTINENTAIS Novembro, 2012
  • 2.
    INSTITUTO CHICO MENDESDE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE Missão: Proteger o patrimônio natural e promover o desenvolvimento sócio-ambiental Proteção de espécies 627 spp Proteção do Proteção das Ambiente populações 310 UC humanas 46,5 mil famílias
  • 3.
    Ferramentas para Conservação •Avaliação do risco de extinção das espécies; • Identificação de cenários de perda de biodiversidade; • Definição e implementação de Planos de Ação Nacionais.
  • 4.
    CGESP Mapa Estratégico para aa Mapa Estratégico para COABIO Conservação Conservação COPAN Lista Nacional de Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Espécies Ameaçadas de Planos de Ação Planos de Ação Extinção Extinção Nacionais Nacionais COAPRO
  • 5.
    ICMBio ICMBio Coordenação Geral de Manejo para Coordenação Geral de Manejo para Conservação Conservação CECAT Comunidade Científica, ONGs, Sociedade Civil, Setor Comunidade Científica, ONGs, Sociedade Civil, Setor Privado, Setor Público Privado, Setor Público
  • 6.
    Plano de Ação- Conceito • Políticas públicas, pactuadas com a sociedade, que identificam e orientam as ações prioritárias para combater as ameaças que põem em risco populações de espécies e os ambientes naturais e assim protegê-los.
  • 7.
    Plano de Ação- Objetivo • Troca de experiência entre os atores envolvidos, no sentido de agregar e buscar novas ações de conservação, reunindo e potencializando os esforços na conservação, e racionalizando a captação e gestão dos recursos para conservação das espécies ou ambientes focos dos planos de ação.
  • 8.
    Premissas dos PAN •Elaboração participativa • Oficialidade do processo • Mudança de patamar no estado de conservação das espécies • Controle social – Grupo Assessor (acompanha implementação e realiza monitoria) • Transparência – divulgação dos resultados dos Planos – livro e folder (digital e papel) Método simples e robusto que pode ser aplicado em todos os níveis taxonômicos ou geográficos
  • 9.
  • 11.
    Espécies Ameaçadas daFauna Brasileira INs 03/2003 e 05/2004 TOTAL: 627 espécies 35% tem PAN
  • 13.
    Planos de Ação- CEPTA • Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas da Bacia do Rio Paraíba do Sul – PAN Paraíba do Sul (2010) • Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas da Fauna Aquática do Ecossistema Mogi, Pardo e Grande – PAN Mogi- Pardo-Grande (2011) • Plano de Ação Nacional para Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção – PAN Rivulídeos (2012)
  • 14.
    PAN Paraíba doSul • Bacia com uma área de drenagem de 55.300 km², com séria degradação ambiental; • Histórico com informações de diminuição drástica ou desaparecimento de várias espécies de peixes; • Existem 37 espécies de vertebrados oficialmente ameaçados de extinção na bacia do Rio Paraíba do Sul, sendo: nove mamíferos, 14 aves, um réptil, quatro anfíbios e nove espécies aquáticas (5 peixes, 1 quelônio e 3 crustáceos).
  • 15.
    Objetivo “Recuperar e manter as espécies aquáticas ameaçadas de extinção da bacia do Rio Paraíba do Sul” Portaria Nº 107, DE 11 DE OUTUBRO DE 2012 17 (dezessete) espécies aquáticas constantes da lista nacional de espécies ameaçadas de extinção e 02 (duas) constantes da lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo, sendo: I - 10 (dez) espécies de peixes II - 1 (uma) espécie de quelônio III - 3 (três) espécies de crustáceos IV - 3 (três) espécies de moluscos continentais V - 2 (duas) espécies de peixes ameaçados pela lista dos estados de São Paulo: Pseudotocinclus parahybae (cascudinho-do-Paraiba) e Prochilodus vimboides (grumatã). 12 objetivos específicos,12 metas e 57 ações
  • 16.
    PAN Paraíba Implementação do Objetivos específicos / do Sul Plano de Ação Nacional Ações 1. Geração de informações para subsidiar o planejamento hidrelétrico da bacia do rio Paraíba do Sul, visando a conservação da biota aquática, com ênfase nas espécies ameaçadas e endêmicas, em cinco anos. 1 Atualizar anualmente o Inventário dos empreendimentos hidrelétricos. Planejamento Hidrelétrico de Bacias Hidrográficas da Empresa de Pesquisas 2 Energéticas - EPE, com relação à distribuição da biodiversidade aquática Mapa de áreas relevantes para a conservação da biota aquática da bacia do rio 3 Paraiba do Sul. Inventário da diversidade de peixes, quelônios e crustáceos nas áreas 4 relevantes. Promover fóruns de discussão - sistemas de transposição de peixes em 5 empreendimentos hidrelétricos. Indicar áreas para criação de Unidades de Conservação (RPPN, UC estadual, 6 municipal).
  • 17.
    Áreas Prioritárias Estado Minas Gerais Municípios Além Paraíba; Belmiro Braga; Bocaina de Minas; Caiana; Carangola; Estrela Dalva; Faria Lemos; Muriaé; Pirapetinga; Sta. Bárbara do Monte Verde e Tombos. Estado Rio de Janeiro Municípios Aperibé; Barra Mansa; Cambuci; Campos dos Goytacazes; Carmo; Comendador Levy Gasparian; Itaocara; Itaperuna; Itatiaia; Laje do Muriaé; Natividade; Volta Grande; Paraíba do Sul; Porciúncula; Porto Real; Quatis; Resende; Rio das Flores; Santa Maria Madalena; Santo Antônio de Pádua; São Fidélis e Valença. Estado São Paulo Municípios Natividade da Serra; Pindamonhangaba; Redenção da Serra e São Luís do Paraitinga.
  • 18.
    Aprovação do ProjetoCEIVAP Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul • Resultado do edital: Agosto de 2011
  • 21.
    PAN Mogi-Pardo-Grande • Recorteda bacia do Paraná, com aproximadamente 37.400 km², nos estados de São Paulo e Minas Gerais • Ameaças potenciais: represamento, remoção da vegetação ciliar, poluição e destruição de habitats • Áreas estratégicas prioritárias Rio Mogi: nascentes, reservatórios, lagoas marginais (permanentes e temporárias, a partir de Mogi-Guaçu/SP), calha do rio Jaguari (a partir de São João da Boa Vista) e o segmento entre Cachoeira de Cima e Cachoeira de Emas e tributários; Rio Pardo: nascentes, reservatórios, alto Pardo, tributários do baixo pardo (rio Velho) e o rio Tamanduá; Rio Grande: entre UHE Porto Colômbia e a UHE de Marimbondo, nascentes, minas d’água e reservatórios.
  • 22.
    Objetivo “Recuperar asespécies da fauna aquática, com ênfase nos peixes ameaçados de extinção, do ecossistema dos rios Mogi-Pardo- Grande em oito anos” Portaria Nº 23, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2012 14 (quatorze) peixes ameaçados, sendo 06 (seis) constantes da lista nacional de espécies ameaçadas de extinção e os demais constantes da lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo. Brycon nattereri (pirapitinga-do-paraná), Brycon orbignyanus (Piracanjuba, Bracanjuva) e Piaractus mesopotamicus (Pacu, Pacu-caranha, Caranha) – Criticamente em Perigo. 6 objetivos específicos e 42 ações
  • 23.
    Projetos e Açõesde Implementação • Estudo do comportamento migratório dos peixes denominados de “grandes migradores” ameaçados de extinção do sistema - rios Mogi Guaçu, Pardo e parte do rio Grande. • Estudo da estrutura populacional de peixes migradores dos rios Mogi Guaçu Pardo, e parte do rio Grande com o uso de marcadores genéticos moleculares. • Formação de um banco genético “ex situ” e estudo da fisiologia reprodutiva de espécies de peixes ameaçadas de extinção. • Projeto VANT Pardo/Grande: Diagnóstico e monitoramento ambiental dos principais corpos d’água da UGRHI 12 – submetido ao FEHIDRO/SP por Fabiano Tonissi, Esp. Amb. da Floresta Estadual de Bebedouro/SP (IF).
  • 24.
    PAN Rivulídeos • Peixesde pequeno porte; • Ambientes muito rasos, isolados de rios e lagos; • Grande variedade de características físicas e químicas da água; • Diversificados padrões de colorido; • Desenvolvimento anual e não anual.
  • 25.
  • 26.
    52 espécies derivulídeos ameaçadas (IN 05/2004 – Livro Vermelho) 105 espécies ameaçadas (Avaliação ICMBio de 2011) Divisão em ciclos de 5 anos Primeiro ciclo: 66 espécies 30 listadas na IN 05/2004 20 avaliadas em 2011 16 não avaliadas
  • 27.
    Mata Atlântica (SP) Ameaça:perda de habitat • Desmatamento na baixada do rio Ribeira / SP • Traçado norte do rodoanel Mario Covas • Alteração e não cumprimento do código florestal Ameaça: falta de conhecimento • Plano diretor das prefeituras com área com APP (ex. Jundiaí e a Serra do Japi) • Falta de informação sobre os rivulídeos e sua localização por parte dos órgãos licenciadores e/ou fiscalizadores • Falta de pesquisa / conhecimento • Pouca divulgação do conhecimento
  • 28.
    Objetivo “Estabelecer mecanismos deproteção aos rivulídeos deste PAN e anular a perda de habitat das espécies focais em cinco anos” 4 objetivos específicos e 53 ações
  • 29.
    Macro-regiões do PANRivulídeos  Mata Atlântica  Caatinga  Campos Sulinos  Ecótono Cerrado-Amazônia  Cerrado Central
  • 31.
    www.icmbio.gov.br izabel.garcia@icmbio.gov.br Agradecimentos: Sandoval dos Santos Jr. Carla Polaz Valtair Silva