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REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228
Volume 18 - Número 2 - 2º Semestre 2018
A DIVULGAÇÃO DA PESQUISA CIENTÍFICA EM ESCOLAS DE ENSINO
MÉDIO ATRAVÉS DO USO DE INSETOS AQUÁTICOS
Stenio Raniery de Sousa Nascimento1
; Carlos Augusto Silva de Azevêdo2
;
Maria Aparecida de Gois Almeida3
RESUMO
Para valorizar os insetos aquáticos é necessário que se torne conhecido o importante
serviço que estes prestam aos ecossistemas. Diante disso o principal objetivo deste
trabalho foi transmitir informações científicas utilizando uma linguagem popular
tornando-as disponíveis e acessíveis á população local e estudantes da rede de ensino
médio. Neste contexto preocupou-se em diminuir a grande lacuna existente entre a
comunidade e o ensino superior, desmitificando que a pesquisa científica se encontra
fora do alcance dos alunos e da população em geral. Para uma compreensão clara do
que seria exposto foi utilizando painéis explicativos e interativos além de jogos,
imagens, vídeos, palestras, exposições, oficinas e minicurso. Através da apresentação
deste trabalho foi possível demonstrar a grande necessidade de preservar o meio
ambiente com o uso de insetos aquáticos.
Palavras-chave: Extensão; imaturos aquáticos; Meio ambiente.
THE DISCLOSURE OF SCIENTIFIC RESEARCH IN HIGH SCHOOL
THROUGH THE USE OF AQUATIC INSECTS
ABSTRACT
To understand the value of aquatic insects it is necessary to make known the important
service they provide to ecosystems. Therefore, the main objective of this work is to
convey scientific information using a popular language, making it available and
accessible to local people and students of the high school. In this context, there is the
intent to reduce the large gap between the community and university, demystifying that
scientific research is out of the reach of students and the general population. For a clear
understanding this exposition, we use interactive panels as games, pictures, videos,
lectures, exhibitions, workshops and short course. Through the presentation of this work
we can demonstrated the great need to preserve the environment through the use of
aquatic insects.
Keywords: Extension; aquatic immature; Environment.
22
INTRODUÇÃO
Nos últimos anos vem se intensificando
estudos com pesquisas relacionadas a insetos
aquáticos e impactos ambientais. Entretanto
se observa que a comunidade em geral e as
escolas estão quase que totalmente alheias a
sua existência indicando a falta de
conhecimento sobre as ciências ambientais e a
preservação do meio ambiente. Dessa forma,
a extensão se torna uma ferramenta necessária
entre a instituição universitária e a sociedade,
estimulando a sua democratização
(PRIMACK et al., 2001; IAMAMOTO,
2000).
Para valorizar os insetos aquáticos é
necessário que se torne conhecido o
importante serviço que estes prestam aos
ecossistemas, sendo o ser humano, um dos
principais beneficiados, pois sem a existência
desses animais, certamente, a humanidade não
sobreviveria por muito tempo na face da Terra
(SAMWAY, 1994; WILSON, 1992).
Os insetos são fundamentais para o
equilíbrio de ambientes aquáticos, pois
participam das cadeias tróficas e ciclagem de
nutrientes, servindo de alimento para peixes e
outros organismos maiores. Eles capturam
partículas pequenas durante sua alimentação e
transferem esse recurso para outros níveis
tróficos, tornando disponível um alimento que
não poderia ser processado de outra maneira
(COVICH et al., 1999; VANNOTE et al.,
1980).
Muitas espécies de insetos aquáticos são
sensíveis a alterações ambientais permitindo
que o conhecimento sobre a distribuição e
abundância dessas espécies em seus hábitats
naturais possam ser utilizados para elaboração
de diagnósticos sobre as condições de
determinados ambientes, ou nível de impacto
que este pode ter sofrido (COUCEIRO, 2009;
ROSENBERG; RESH, 1993).
Os insetos aquáticos estão presentes nos
mais variados ambientes, sendo encontrados
nadando livremente na superfície d’água,
associados á vegetação aquática, presos a
substratos, embaixo de pedras, na areia, sob o
interior de troncos, folhiço submerso, raízes,
macrófitas ou no fundo lodoso em ambiente
lêntico e lótico (MERRITT et al., 2008).
Os ambientes aquáticos atualmente vêm
sofrendo profundas mudanças causadas por
ações antrópicas como: desmatamento, perda
da mata ciliar, despejo de matéria orgânica e
inorgânica. Essas alterações provocam
modificações biológicas, física e química da
água, o que pode ocasionar uma perda total da
biodiversidade aquática nesses ambientes
(COUCEIRO et al., 2007; HAMADA;
FERREIRA-KEPPLER, 2012).
Apesar de se verificar a importância dos
insetos nos diferentes ambientes, ainda são
negligenciados em diferentes áreas do
conhecimento, como nas escolas da rede
básica (TRINDADE et al., 2012).
É importante que se tenha espaços que
venham promover eventos que vise
oportunizar a divulgação científica para um
público escolar, onde os estudantes possam
conhece e discutir a relevância de uma
pesquisa e seus impactos na sociedade.
Considerando as características do mundo
moderno, a divulgação científica tem
adquirido essa importância (MOREIRA,
2006).
MATERIAL E MÉTODOS
O munícipio de Caxias está situado na
mesorregião do leste Maranhense localizada
entre as coordenadas 04°51’32’’S/
43°21’22”W, com uma área de 5.151 km2
(CONCEIÇÃO et al., 2010). Para execução
do projeto foram escolhidas oito escolas:
Centro de Ensino Inácio Passarinho; Centro
de Ensino Cônego Aderson Guimarães Júnior;
Fundação Educacional Coelho Neto; Centro
de Ensino Odolfo Medeiros; Centro de Ensino
Monsenhor Clóvis Vidigal; Centro
Educacional Goncalves Dias; Centro de
Ensino Thales Ribeiro Gonçalves
pertencentes a Zona Urbana e Unidade
Integrada Municipal Luís Falcão localizada na
Zona Rural.
O local escolhido para coleta de
material biológico para o desenvolvimento do
trabalho foi na Área de Proteção Ambiental
do Inhamum no município de Caxias/MA,
que esta localizada entre as coordenadas
04°53’30”S/43°24’53”W, a margem esquerda
da BR–316, aproximadamente, 4km do
perímetro urbano do município de Caxias/
MA (COSTA, 2009). Com área de 3.500h,
apresentando alto potencial hídrico, com
várias coleções de águas formando piscinas
naturais ao longo de toda a sua extensão
(FERNANDES et al., 2007).
No total foram realizadas doze coletas
em cinco igarapés da APA do Inhamum. Os
igarapés escolhidos foram Inhamum;
Soledade; Sumidouro do Padre I; Sumidouro
do Padre II e Areia Branca (Figura 1). Esses
locais possuem duas fisionomias, a mata ciliar
no entorno dos igarapés, com árvores de
grande porte e a vegetação do tipo cerrado,
após a mata ciliar, com árvores tortuosas de
pequeno porte, arbusto e gramíneas
(FERNANDES et al., 2007).
Figura 1: Locais de coleta. A. Igarapé Inhamum B.
Igarapé Soledade. C. Igarapé Sumidouro do Padre I. D.
Igarapé Sumidouro do Padre II. E. Igarapé Areia
Branca.
Foto: Nascimento (2013).
Por estarem próximos do perímetro
urbano, os igarapés estão sofrendo de forma
gradativa varias ações antrópicas como:
desmatamento, queimadas, assoreamento, o
que vem reduzindo e provocando impactos
dentro da fauna.
As larvas de insetos aquáticos foram
capturas em ambientes lóticos e lênticos em
diferentes tipos de substratos: folha, raiz,
pedra, tronco e macrófitas. Para coleta dos
indivíduos foi utilizada rede entomológica
aquática além de catação manual. Parte das
larvas de insetos aquáticos era preservada em
caixas de isopor, para serem criadas em
laboratório, e outras larvas eram sacrificadas
em álcool etílico 80%, para servirem de
amostras.
Nos locais de coleta foram feitas
filmagens dos procedimentos de coleta e dos
insetos em seu ambiente natural. Fotografias
foram retiradas para servirem como material
para confecção de materiais lúdicos.
No Laboratório de Entomologia
Aquática/LEAq do CESC/UEMA foram feita
a identificação de todos os espécimes
coletados. Com o auxilio de um
Estereomicroscópio fotos das principais
ordem foram feitas para servirem de material
(Figura 2). Em seguida os imaturos foram
separados em placas de petri contendo álcool
gel para serem utilizados na exposição.
Figura 2: A: Odonata; B: Trichoptera; C:
Ephemeroptera; D: Coleoptera; E: Megaloptera; F:
Plecoptera; G: Diptera; H: Hemiptera.
Foto: Nascimento (2013)
RESULTADOS E DISCUSSÕES
O tema das palestras ministradas era
“Educação Ambiental e Preservação dos
Ambientes Aquáticos e dos Insetos
Aquáticos”. Juntamente com a equipe do
Laboratório de Entomologia Aquática/LEAq,
teve-se a colaboração de profissionais da
Secretária do Meio Ambiente do Município
de Caxias/MA, onde os mesmos se dirigiam
as escolas e retratavam assuntos sobre
preservação e educação ambiental.
Foram exposto para os alunos as
principais ações humanas contra a natureza
nos igarapés do município de Caxias/MA. A
equipe do Laboratório de Entomologia
Aquática/LEAq, demonstrava através do
conhecimento sobre os insetos aquáticos, a
importância de se preservar os ambientes
aquáticos e o meio ambiente.
Através das palestras foi possível
observar grande interesse dos alunos, devido
o tema sobre insetos aquáticos não ser muito
estudado, com isso foram feitas indagações
sobre o conhecimento e importância dos
insetos aquáticos. Em todas as escolas, a
maioria dos alunos afirmou não ter
conhecimento sobre a existência desses
organismos e pequena parte já ouviu falar ou
leu sobre o assunto.
Segundo Labinas et al., (2010), o
conhecimento sobre a entomológico dever ser
estimulado desde cedo nas séries iniciais.
Diante disso observa-se que há uma grande
necessidade de se mostrar o que são os insetos
aquáticos, sua importância para o ambiente
aquático e da necessidade de preservação do
seu ambiente.
A falta de informações é ainda um sério
entrave na busca do conhecimento e da
preservação do meio ambiente, entretanto vale
ressaltar que é de fundamental importância se
ter um espaço para a divulgação da ciência em
escolas publica como para a comunidade, pois
uma educação para ser considerada de
qualidade é essencial que todos possam
conhecer discutir e defender dados relevantes
a realização de pesquisas e os seus impactos
na sociedade, considerando que hoje se vive
em um mundo moderno e globalizado e neste
contexto a divulgação científica têm adquirido
papel relevante (MOREIRA, 2006).
Os insetos aquáticos são pouco
conhecidos pela comunidade, uma forma de
apresentar esses organismos foi através de
uma maquete que retratava um igarapé. Nessa
maquete continha insetos, galhos e folhas
todos confeccionados com espumas e tecidos,
além de painéis com imagens de um igarapé
para retratar o ambiente natural desses
organismos (Figura 3). Com a criação da
maquete foi possível observa o interesse das
pessoas sobre os insetos, isso foi devido a
informação ser repassada de uma forma
simples que as pessoas ainda não tinham
presenciado.
Figura 3: Demonstração de um igarapé utilizando uma
maquete.
Foto: Nascimento (2013).
Outro método utilizado foi através de
painéis didáticos, com informações sobre
cada ordem. Neles continham os significados
dos seus nomes, os ambientes que são
encontrados, tolerância para distúrbios
ambientais, além de imagem coloridas das
principais famílias dessas ordens. Com a
confecção dos painéis os estudantes e a
comunidade tinham a curiosidade de
perguntar e saber sobre os insetos aquáticos,
isso devido à riqueza de informações que era
transmitida, além de imagem que chamavam
bastante atenção. Esse método é bastante
eficaz para compreensão do que está sendo
proposto, devido a facilidade de explicação e
clareza.
As imagens fotográficas e os vídeos
realizados nos locais de coleta eram
transmitidas através de uma TV. Nos vídeos
eram repassado as atividades realizadas em
campo, os tipos de ambiente em que são
encontrados os insetos aquáticos além de
procedimentos de laboratório como triagem e
identificação de organismos.
Os insetos aquáticos capturados na
coleta eram acondicionados em aquários com
substratos do próprio ambiente com o intuito
de simular o seu ambiente natural. É
importante demonstrar estes organismos vivos
para poder desmistificar informações errôneas
sobre os insetos e compreender como se
comportam no seu ambiente e como são
importantes no ciclo biológico aquático
(Figura 4).
Figura 4: A-D: Exposição de larvas de insetos
aquáticos vivos em aquários. E-F. Visualização da
morfologia dos insetos com auxilio de uma lupa.
Foto: Almeida (2013).
As oficinas tinham intuito de despertar a
curiosidade dos alunos, através da ludicidade.
Para isso foram propostas várias atividades
como pinturas de insetos aquáticos em EVA;
imãs de geladeiras nos formatos de larvas e
adultos de insetos para os alunos colorirem;
foram confeccionados quebra-cabeças com os
para se conhecer formas e características de
cada ordem, além de miniaturas de insetos
feitas com massa de modelar (Figura 5). O
uso da ludicidade é importante para despertar
o conhecimento, pois através do brincar pode-
se aprender e conhecer os elementos que
compõem o meio ambiente aquático e da
responsabilidade de se preservar o meio
ambiente.
Figura 5: A-C: Pinturas de insetos em EVA. D-F:
Confecção de imãs de geladeira no formato de insetos.
G-H: Quebra-cabeça no formato de insetos aquáticos.
J-M: Insetos aquáticos feito de massa de modelar.
Foto: Nascimento; Almeida (2013).
No minicurso foram ministradas
palestras para se ter um conhecimento prévio
sobre os insetos aquáticos, em seguida eram
apresentados os materiais que seriam
utilizados e as técnicas. A proposta principal
do minicurso era a confecção de larvas e
adultos de insetos, para que fossem utilizados
em exposições futuras (Figura 6).
Figura 6. A-C: Palestras sobre insetos aquáticos e
técnicas de confecção. D-F: corte dos moldes e
colagem. G-I: Pintura e montagem. J-M: Resultado
final com larvas prontas.
Foto: Nascimento (2013).
Além das atividades realizadas nas
escolas, durante o projeto ocorreu várias
participações em eventos no município de
Caxias/MA, como feiras e eventos científicos.
Através da apresentação deste trabalho,
buscou-se incentiva não só os alunos como a
comunidade em geral da grande necessidade
de se preservar o meio ambiente, através do
conhecimento sobre os insetos aquáticos.
CONCLUSÕES
A pesquisa científica ao ser divulgado
nas escolas de ensino médio permitiu aos
alunos assimilar informações dentro da sua
realidade para melhorar o conhecimento sobre
as Ciências Ambientais. Assim, procurando
despertar uma consciência ecológica e um
cidadão mais, para que os mesmos possam
auxiliar na preservação do meio ambiente e na
busca de melhorias e recuperação de
ambientes impactados.
Há uma grande carência na divulgação
da pesquisa cientifica em escolas de ensino
médio principalmente no que se trata de
preservação do meio ambiente. Através das
palestras e exposições ministradas nas escolas
os alunos sentem a necessidade da
preservação do meio ambiente. Por ser um
assunto de extrema importância, pouco se tem
explanado nas escolas a não ser em datas
específicas e por isso existe uma lacuna com
relação a esse tipo de assunto. Estas
informações poderão despertar nos alunos e
na comunidade uma consciência ecológica e
cientifica mais acurada visando à conservação
da biodiversidade e integridade dos
ecossistemas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CONCEIÇÃO, G. M.; RUGGIERI, A. C.;
GUMARÃES, E. R. Melastomataceae da
Área de proteção Ambiental (APA) Municipal
do Inhamum, Caxias, Maranhão. Revista de
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Superior e Serviço Social. IN: Revista da
Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa
em Serviço Social (ABEPSS). Brasília: Valci,
2000.
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MOREIRA, M. C. A Inclusão Social e a
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PRIMACK, R. et al. Conservacion fuera de
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WILSON, E. O. The diversity of life. W. W.
Norton Company, Inc. New York, NY, 1992.
1. Graduação em Ciências Biológicas
Licenciatura, Centro de Estudos Superiores de
Caxias (CESC). Universidade Estadual do
Maranhão (UEMA).
2. Biólogo, Dr. Ciências Biológicas
(Entomologia). Departamento de Química e
Biologia, Centro de Estudos Superiores de
Caxias (CESC). Universidade Estadual do
Maranhão (UEMA).
3. Técnica em Controle Ambiental
(UEMA/NET). Graduação em Ciências
Biológicas Licenciatura, Centro de Estudos
Superiores de Caxias (CESC). Universidade
Estadual do Maranhão (UEMA).
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Artigo bioterra v18_n2_03

  • 1. REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 Volume 18 - Número 2 - 2º Semestre 2018 A DIVULGAÇÃO DA PESQUISA CIENTÍFICA EM ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DO USO DE INSETOS AQUÁTICOS Stenio Raniery de Sousa Nascimento1 ; Carlos Augusto Silva de Azevêdo2 ; Maria Aparecida de Gois Almeida3 RESUMO Para valorizar os insetos aquáticos é necessário que se torne conhecido o importante serviço que estes prestam aos ecossistemas. Diante disso o principal objetivo deste trabalho foi transmitir informações científicas utilizando uma linguagem popular tornando-as disponíveis e acessíveis á população local e estudantes da rede de ensino médio. Neste contexto preocupou-se em diminuir a grande lacuna existente entre a comunidade e o ensino superior, desmitificando que a pesquisa científica se encontra fora do alcance dos alunos e da população em geral. Para uma compreensão clara do que seria exposto foi utilizando painéis explicativos e interativos além de jogos, imagens, vídeos, palestras, exposições, oficinas e minicurso. Através da apresentação deste trabalho foi possível demonstrar a grande necessidade de preservar o meio ambiente com o uso de insetos aquáticos. Palavras-chave: Extensão; imaturos aquáticos; Meio ambiente. THE DISCLOSURE OF SCIENTIFIC RESEARCH IN HIGH SCHOOL THROUGH THE USE OF AQUATIC INSECTS ABSTRACT To understand the value of aquatic insects it is necessary to make known the important service they provide to ecosystems. Therefore, the main objective of this work is to convey scientific information using a popular language, making it available and accessible to local people and students of the high school. In this context, there is the intent to reduce the large gap between the community and university, demystifying that scientific research is out of the reach of students and the general population. For a clear understanding this exposition, we use interactive panels as games, pictures, videos, lectures, exhibitions, workshops and short course. Through the presentation of this work we can demonstrated the great need to preserve the environment through the use of aquatic insects. Keywords: Extension; aquatic immature; Environment. 22
  • 2. INTRODUÇÃO Nos últimos anos vem se intensificando estudos com pesquisas relacionadas a insetos aquáticos e impactos ambientais. Entretanto se observa que a comunidade em geral e as escolas estão quase que totalmente alheias a sua existência indicando a falta de conhecimento sobre as ciências ambientais e a preservação do meio ambiente. Dessa forma, a extensão se torna uma ferramenta necessária entre a instituição universitária e a sociedade, estimulando a sua democratização (PRIMACK et al., 2001; IAMAMOTO, 2000). Para valorizar os insetos aquáticos é necessário que se torne conhecido o importante serviço que estes prestam aos ecossistemas, sendo o ser humano, um dos principais beneficiados, pois sem a existência desses animais, certamente, a humanidade não sobreviveria por muito tempo na face da Terra (SAMWAY, 1994; WILSON, 1992). Os insetos são fundamentais para o equilíbrio de ambientes aquáticos, pois participam das cadeias tróficas e ciclagem de nutrientes, servindo de alimento para peixes e outros organismos maiores. Eles capturam partículas pequenas durante sua alimentação e transferem esse recurso para outros níveis tróficos, tornando disponível um alimento que não poderia ser processado de outra maneira (COVICH et al., 1999; VANNOTE et al., 1980). Muitas espécies de insetos aquáticos são sensíveis a alterações ambientais permitindo que o conhecimento sobre a distribuição e abundância dessas espécies em seus hábitats naturais possam ser utilizados para elaboração de diagnósticos sobre as condições de determinados ambientes, ou nível de impacto que este pode ter sofrido (COUCEIRO, 2009; ROSENBERG; RESH, 1993). Os insetos aquáticos estão presentes nos mais variados ambientes, sendo encontrados nadando livremente na superfície d’água, associados á vegetação aquática, presos a substratos, embaixo de pedras, na areia, sob o interior de troncos, folhiço submerso, raízes, macrófitas ou no fundo lodoso em ambiente lêntico e lótico (MERRITT et al., 2008). Os ambientes aquáticos atualmente vêm sofrendo profundas mudanças causadas por ações antrópicas como: desmatamento, perda da mata ciliar, despejo de matéria orgânica e inorgânica. Essas alterações provocam modificações biológicas, física e química da água, o que pode ocasionar uma perda total da biodiversidade aquática nesses ambientes (COUCEIRO et al., 2007; HAMADA; FERREIRA-KEPPLER, 2012). Apesar de se verificar a importância dos insetos nos diferentes ambientes, ainda são negligenciados em diferentes áreas do conhecimento, como nas escolas da rede básica (TRINDADE et al., 2012). É importante que se tenha espaços que venham promover eventos que vise oportunizar a divulgação científica para um público escolar, onde os estudantes possam conhece e discutir a relevância de uma pesquisa e seus impactos na sociedade. Considerando as características do mundo moderno, a divulgação científica tem adquirido essa importância (MOREIRA, 2006). MATERIAL E MÉTODOS O munícipio de Caxias está situado na mesorregião do leste Maranhense localizada entre as coordenadas 04°51’32’’S/ 43°21’22”W, com uma área de 5.151 km2 (CONCEIÇÃO et al., 2010). Para execução do projeto foram escolhidas oito escolas: Centro de Ensino Inácio Passarinho; Centro de Ensino Cônego Aderson Guimarães Júnior; Fundação Educacional Coelho Neto; Centro de Ensino Odolfo Medeiros; Centro de Ensino Monsenhor Clóvis Vidigal; Centro Educacional Goncalves Dias; Centro de Ensino Thales Ribeiro Gonçalves pertencentes a Zona Urbana e Unidade Integrada Municipal Luís Falcão localizada na Zona Rural. O local escolhido para coleta de material biológico para o desenvolvimento do trabalho foi na Área de Proteção Ambiental do Inhamum no município de Caxias/MA, que esta localizada entre as coordenadas 04°53’30”S/43°24’53”W, a margem esquerda da BR–316, aproximadamente, 4km do perímetro urbano do município de Caxias/ MA (COSTA, 2009). Com área de 3.500h, apresentando alto potencial hídrico, com várias coleções de águas formando piscinas
  • 3. naturais ao longo de toda a sua extensão (FERNANDES et al., 2007). No total foram realizadas doze coletas em cinco igarapés da APA do Inhamum. Os igarapés escolhidos foram Inhamum; Soledade; Sumidouro do Padre I; Sumidouro do Padre II e Areia Branca (Figura 1). Esses locais possuem duas fisionomias, a mata ciliar no entorno dos igarapés, com árvores de grande porte e a vegetação do tipo cerrado, após a mata ciliar, com árvores tortuosas de pequeno porte, arbusto e gramíneas (FERNANDES et al., 2007). Figura 1: Locais de coleta. A. Igarapé Inhamum B. Igarapé Soledade. C. Igarapé Sumidouro do Padre I. D. Igarapé Sumidouro do Padre II. E. Igarapé Areia Branca. Foto: Nascimento (2013). Por estarem próximos do perímetro urbano, os igarapés estão sofrendo de forma gradativa varias ações antrópicas como: desmatamento, queimadas, assoreamento, o que vem reduzindo e provocando impactos dentro da fauna. As larvas de insetos aquáticos foram capturas em ambientes lóticos e lênticos em diferentes tipos de substratos: folha, raiz, pedra, tronco e macrófitas. Para coleta dos indivíduos foi utilizada rede entomológica aquática além de catação manual. Parte das larvas de insetos aquáticos era preservada em caixas de isopor, para serem criadas em laboratório, e outras larvas eram sacrificadas em álcool etílico 80%, para servirem de amostras. Nos locais de coleta foram feitas filmagens dos procedimentos de coleta e dos insetos em seu ambiente natural. Fotografias foram retiradas para servirem como material para confecção de materiais lúdicos. No Laboratório de Entomologia Aquática/LEAq do CESC/UEMA foram feita a identificação de todos os espécimes coletados. Com o auxilio de um Estereomicroscópio fotos das principais ordem foram feitas para servirem de material (Figura 2). Em seguida os imaturos foram separados em placas de petri contendo álcool gel para serem utilizados na exposição. Figura 2: A: Odonata; B: Trichoptera; C: Ephemeroptera; D: Coleoptera; E: Megaloptera; F: Plecoptera; G: Diptera; H: Hemiptera. Foto: Nascimento (2013) RESULTADOS E DISCUSSÕES O tema das palestras ministradas era “Educação Ambiental e Preservação dos Ambientes Aquáticos e dos Insetos Aquáticos”. Juntamente com a equipe do Laboratório de Entomologia Aquática/LEAq, teve-se a colaboração de profissionais da Secretária do Meio Ambiente do Município de Caxias/MA, onde os mesmos se dirigiam as escolas e retratavam assuntos sobre preservação e educação ambiental. Foram exposto para os alunos as principais ações humanas contra a natureza nos igarapés do município de Caxias/MA. A equipe do Laboratório de Entomologia Aquática/LEAq, demonstrava através do conhecimento sobre os insetos aquáticos, a importância de se preservar os ambientes aquáticos e o meio ambiente. Através das palestras foi possível observar grande interesse dos alunos, devido o tema sobre insetos aquáticos não ser muito estudado, com isso foram feitas indagações sobre o conhecimento e importância dos insetos aquáticos. Em todas as escolas, a maioria dos alunos afirmou não ter conhecimento sobre a existência desses
  • 4. organismos e pequena parte já ouviu falar ou leu sobre o assunto. Segundo Labinas et al., (2010), o conhecimento sobre a entomológico dever ser estimulado desde cedo nas séries iniciais. Diante disso observa-se que há uma grande necessidade de se mostrar o que são os insetos aquáticos, sua importância para o ambiente aquático e da necessidade de preservação do seu ambiente. A falta de informações é ainda um sério entrave na busca do conhecimento e da preservação do meio ambiente, entretanto vale ressaltar que é de fundamental importância se ter um espaço para a divulgação da ciência em escolas publica como para a comunidade, pois uma educação para ser considerada de qualidade é essencial que todos possam conhecer discutir e defender dados relevantes a realização de pesquisas e os seus impactos na sociedade, considerando que hoje se vive em um mundo moderno e globalizado e neste contexto a divulgação científica têm adquirido papel relevante (MOREIRA, 2006). Os insetos aquáticos são pouco conhecidos pela comunidade, uma forma de apresentar esses organismos foi através de uma maquete que retratava um igarapé. Nessa maquete continha insetos, galhos e folhas todos confeccionados com espumas e tecidos, além de painéis com imagens de um igarapé para retratar o ambiente natural desses organismos (Figura 3). Com a criação da maquete foi possível observa o interesse das pessoas sobre os insetos, isso foi devido a informação ser repassada de uma forma simples que as pessoas ainda não tinham presenciado. Figura 3: Demonstração de um igarapé utilizando uma maquete. Foto: Nascimento (2013). Outro método utilizado foi através de painéis didáticos, com informações sobre cada ordem. Neles continham os significados dos seus nomes, os ambientes que são encontrados, tolerância para distúrbios ambientais, além de imagem coloridas das principais famílias dessas ordens. Com a confecção dos painéis os estudantes e a comunidade tinham a curiosidade de perguntar e saber sobre os insetos aquáticos, isso devido à riqueza de informações que era transmitida, além de imagem que chamavam bastante atenção. Esse método é bastante eficaz para compreensão do que está sendo proposto, devido a facilidade de explicação e clareza. As imagens fotográficas e os vídeos realizados nos locais de coleta eram transmitidas através de uma TV. Nos vídeos eram repassado as atividades realizadas em campo, os tipos de ambiente em que são encontrados os insetos aquáticos além de procedimentos de laboratório como triagem e identificação de organismos. Os insetos aquáticos capturados na coleta eram acondicionados em aquários com substratos do próprio ambiente com o intuito de simular o seu ambiente natural. É importante demonstrar estes organismos vivos para poder desmistificar informações errôneas sobre os insetos e compreender como se comportam no seu ambiente e como são importantes no ciclo biológico aquático (Figura 4).
  • 5. Figura 4: A-D: Exposição de larvas de insetos aquáticos vivos em aquários. E-F. Visualização da morfologia dos insetos com auxilio de uma lupa. Foto: Almeida (2013). As oficinas tinham intuito de despertar a curiosidade dos alunos, através da ludicidade. Para isso foram propostas várias atividades como pinturas de insetos aquáticos em EVA; imãs de geladeiras nos formatos de larvas e adultos de insetos para os alunos colorirem; foram confeccionados quebra-cabeças com os para se conhecer formas e características de cada ordem, além de miniaturas de insetos feitas com massa de modelar (Figura 5). O uso da ludicidade é importante para despertar o conhecimento, pois através do brincar pode- se aprender e conhecer os elementos que compõem o meio ambiente aquático e da responsabilidade de se preservar o meio ambiente. Figura 5: A-C: Pinturas de insetos em EVA. D-F: Confecção de imãs de geladeira no formato de insetos. G-H: Quebra-cabeça no formato de insetos aquáticos. J-M: Insetos aquáticos feito de massa de modelar. Foto: Nascimento; Almeida (2013). No minicurso foram ministradas palestras para se ter um conhecimento prévio sobre os insetos aquáticos, em seguida eram apresentados os materiais que seriam utilizados e as técnicas. A proposta principal do minicurso era a confecção de larvas e adultos de insetos, para que fossem utilizados em exposições futuras (Figura 6).
  • 6. Figura 6. A-C: Palestras sobre insetos aquáticos e técnicas de confecção. D-F: corte dos moldes e colagem. G-I: Pintura e montagem. J-M: Resultado final com larvas prontas. Foto: Nascimento (2013). Além das atividades realizadas nas escolas, durante o projeto ocorreu várias participações em eventos no município de Caxias/MA, como feiras e eventos científicos. Através da apresentação deste trabalho, buscou-se incentiva não só os alunos como a comunidade em geral da grande necessidade de se preservar o meio ambiente, através do conhecimento sobre os insetos aquáticos. CONCLUSÕES A pesquisa científica ao ser divulgado nas escolas de ensino médio permitiu aos alunos assimilar informações dentro da sua realidade para melhorar o conhecimento sobre as Ciências Ambientais. Assim, procurando despertar uma consciência ecológica e um cidadão mais, para que os mesmos possam auxiliar na preservação do meio ambiente e na busca de melhorias e recuperação de ambientes impactados. Há uma grande carência na divulgação da pesquisa cientifica em escolas de ensino médio principalmente no que se trata de preservação do meio ambiente. Através das palestras e exposições ministradas nas escolas os alunos sentem a necessidade da preservação do meio ambiente. Por ser um assunto de extrema importância, pouco se tem explanado nas escolas a não ser em datas específicas e por isso existe uma lacuna com relação a esse tipo de assunto. Estas informações poderão despertar nos alunos e na comunidade uma consciência ecológica e cientifica mais acurada visando à conservação da biodiversidade e integridade dos ecossistemas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CONCEIÇÃO, G. M.; RUGGIERI, A. C.; GUMARÃES, E. R. Melastomataceae da Área de proteção Ambiental (APA) Municipal do Inhamum, Caxias, Maranhão. Revista de Biologia e Farmácia, Paraíba, v. 4, n. 2, p. 83- 84, 2010. COSTA, A. S. S. Pequenos Mamíferos das Ordens Didelphimorphia e Rodentina de Ocorrência na Área de Proteção Ambiental do Inhamum. Caxias/Maranhão, Brasil. Monografia. Centro de Estudos Superiores de Caxias/Universidade Estadual do Maranhão, p.40, 2009. COUCEIRO, S. R. M. et al. Domesttic Sewage and Oil Spills in Streams: Effects on Edaphic Invertebrates in Flooded Forest, Manaus, Amazonas, Brazil. Water Air Soil Pollut, v. 259, p. 180-249, 2007. COUCEIRO, S. R. M. et al. Sedimentos antropogênicos em igarapés da base de operações geólogo Pedro Moura, Couri, AM: efeito sobre Macroinvertebrados e degradação de folhas. 2009. 122f. Dissertação (Doutorado em ecologia), UNB, Brasília, 2009. COVICH, A. P.; PALMER, M. A.; CROWOL, T. A. The role of benthic invertebrate species in fresh water ecosystems: zoobenthic species influence energy flows and nutrient cycling. Bioscience, n. 49, p. 119-140, 1999. FERNANDES, R.S. et al. Diversidade Florística de Pteridófitas da Área de Proteção Ambiental do Inhamum, Caxias, Maranhão, Brasil. Revista Brasileira de Biociências, Porto Alegre, 5(2): p. 411-413, 2007. HAMADA, N.; FERREIRA-KEPPLE, R. L. Guia Ilustrado de Insetos Aquáticos e
  • 7. Semiaquáticos da Reserva Florestal Ducke, Manaus, Amazonas, Brasil. Manaus: Editora da Universidade Federal do Amazonas, 198p. 2012. LABINAS, A. M.; CALIL, A. M. G. C.; AOYAMA, E. M. Experiências concretas como recurso para o ensino sobre insetos. Ver. Ciências Humanas – Universidade de Taubaté, UNITAU, BRASIL. v. 3, n. 1. 2010. IAMAMOTO, M. V. Reforma do Ensino Superior e Serviço Social. IN: Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS). Brasília: Valci, 2000. MERRITT, R. W.; CUMMINS, K. W.; BERG, M. B. An introduction to the aquatic insects of Nort America. 4th Kendall/Hunt Publishing Company, Dubuque, lowa, 1158p. 2008. MOREIRA, M. C. A Inclusão Social e a Popularização da Ciência e Tecnologia no Brasil. Inclusão Social. Brasília, 16p, 2006. PRIMACK, R. et al. Conservacion fuera de lãs areas protegidas. in: Fundamentos de Conservación Biológica: Perspectivas Latino Americanas. Fondo de Cultura Económica. México, D. F, 797p. 2001. ROSENBERG, D. M.; RESH, V. H. Freshwater Biomonitoring and Benthic Macroinvertebrates, London: Chapman & Hall, 488p. 1993. SAMWAYS, M. J. Insect Conservation Biology. Published by Chapman e Hall, Boundary Row. London, 358p, 1994. TRINDADE, et al. Um estudo das representações sociais de estudantes sobre insetos. Revista Ensaio, Belo Horizonte, v. 4, n. 3, p. 35-50, 2012. VANNOTE, R. L. et al. Canadian Journal of Fisher and Aquatiq Sciences. The River Continuum Concept, n. 37, p. 130-137, 1980. WILSON, E. O. The diversity of life. W. W. Norton Company, Inc. New York, NY, 1992. 1. Graduação em Ciências Biológicas Licenciatura, Centro de Estudos Superiores de Caxias (CESC). Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). 2. Biólogo, Dr. Ciências Biológicas (Entomologia). Departamento de Química e Biologia, Centro de Estudos Superiores de Caxias (CESC). Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). 3. Técnica em Controle Ambiental (UEMA/NET). Graduação em Ciências Biológicas Licenciatura, Centro de Estudos Superiores de Caxias (CESC). Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). 28