Sistemas Digitais
Conceitos Introdutórios
1. Introdução
2. Sistemas Digitais e Analógicos
3. Características das Técnicas Digitais
4. Aplicações
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
1. Introdução
2
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
2. Sistemas Digitais e Analógicos
Grandezas Físicas Contínuas no Tempo
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
Quantidades Físicas
(temperatura, velocidade, umidade)
Meio mecânico
Indicadores
Variação numa faixa
contínua de valores.
2. Sistemas Digitais e Analógicos
Grandezas Analógicas
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
2. Sistemas Digitais e Analógicos
Grandezas Analógicas
5
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
2. Sistemas Digitais e Analógicos
Grandezas Físicas Discretas, Descontínuas
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
2. Sistemas Digitais e Analógicos
Grandezas Digitais
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
2. Sistemas Digitais e Analógicos
Questões
 Chave de 10 posições
 A corrente que flui de uma
tomada elétrica
 Temperatura do ambiente
 Grãos de areia da praia
 Velocímetro de automóvel
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
3. Características das Técnicas Digitais
Escala de Integração
Integração dos circuitos em chips
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
–Integração em pequena escala (Small Scale Integration – SSI);
• Entre 1 e 10 portas lógicas
–Integração em média escala (Medium Scale Integration – MSI);
• Entre 10 e 100 portas lógicas
–Integração em larga escala (Large Scale Integration – LSI);
• Entre 100 e 1000 portas lógicas
–Integração em escala muito larga (Very Large Scale Integration – VLSI).
• Acima de 1000 portas lógicas
3. Características das Técnicas Digitais
Escala de Integração
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
3. Características das Técnicas Digitais
Simplicidade
Painel de relés
Placa controladora digital
Simplificação dos circuitos lógicos, flexibilidade, manutenção
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
Capacidade de programação e processamento de funções complexas
3. Características das Técnicas Digitais
Programação e processamento
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
3. Características das Técnicas Digitais
Estabilidade
Maior imunidade a ruídos, variações de temperatura,
umidade, parâmetros dos componentes, etc.
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
3. Características das Técnicas Digitais
Vantagens dos Sistemas Digitais
 Fácil de projetar
 Fácil de armazenar informações
 Grande precisão e exatidão
 Programabilidade / flexibilidade
 Maior imunidade a ruídos
 Maior grau de integração
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
4. Aplicações
Fechando uma malha de controle
Sistemas Digitais – Conceitos Introdutórios
4. Aplicações
Controle de Temperatura
Sistemas Digitais
Sistemas de Numeração e Códigos
1. Conversões de Binário para Decimal
2. Conversões de Decimal para Binário
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
4. Código BCD
5. Código Gray
6. Bytes, Nibbles e Palavras
7. Códigos Alfanuméricos
8. Detecção de Erros pelo Método de Paridade
9. Aplicações
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
Sistemas de Numeração
Sistemas de Interesse
 Decimal: dez símbolos diferentes (0 a 9);
 Binário: dois símbolos diferentes (0 e 1);
 Hexadecimal: dezesseis símbolos diferentes (0 a 9 e A a
F).
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
Exemplo: 2345
5
40
300
2.000
5 x 100
4 x 101
3 x 102
2 x 103
5
4
3
2
Unidade
Dezena
Centena
Milhar
Sistemas de Numeração
Sistema Decimal
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
1. Conversão de Binário para Decimal
 Soma dos produtos de cada bit por seu valor relativo
Exemplo: 10112
8 + 0 + 2 + 1 = 11
1
2
0
8
1 x 20
1 x 21
0 x 22
1 x 23
1
1
0
1
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
1. Conversão de Binário para Decimal
 Soma dos produtos de cada bit por seu valor relativo
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
25  110012
2. Conversão de Decimal para Binário
Exemplo:
 Converta 25 em binário:
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
37  1001012
2. Conversão de Decimal para Binário
Exemplo:
 Converta 37 em binário:
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
2. Conversão de Decimal para Binário
Faixa de Contagem
 Lembre-se de que usando N bits podemos contar 2N diferentes números
em decimal (de 0 a 2N-1).
 Por exemplo:
 Para N =4, podemos contar de 00002 até 11112, ou seja, de 010 até
1510, totalizando 16 números diferentes.
 Nesse caso o maior valor decimal é 24-1=15, e existem 16 números
diferentes.
 Portanto, de um modo geral, podemos afirmar que
Podemos representar valores decimais variando de
0 até 2N-1, num total de 2N
.
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
2. Conversão de Decimal para Binário
Faixa de Contagem - Exemplo
Qual é a faixa total de valores que podemos
representar com 8 bits?
Quantos bits são necessários para representar
valores decimais na faixa de 0 a 12500?
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
Conversão de hexa para decimal
Exemplo: 10B2H
4.096 + 0 + 176 + 2 = 4.274
2
176
0
4.096
2 x 160
11 x 161
0 x 162
1 x 163
2
B
0
1
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
Conversão de decimal para hexa
 Lembre-se que:
 Fizemos a conversão de decimal em binário usando divisões
sucessivas por 2. Da mesma maneira, a conversão de decimal em hexa
pode ser feita usando divisões sucessivas
 Se uma calculadora for usada para calcular as divisões no processo
de conversão, o resultado incluirá uma fração decimal em vez de um
resto.
 O resto pode ser obtido multiplicando-se a fração por 16.
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
Conversão de decimal para hexa
 Converta 42310 em hexa
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
Conversão de decimal para hexa
 Exemplo:
 Converta 21410 em hexa
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
7A2FH
11112
00102
10102
01112
7A2FH  01111010001011112
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
Conversão de hexa para binário
Cada algarismo hexa é convertido em seu equivalente
binário representado em 4 bits.
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
110111011012  6EDH
0110111011012
D
E
6
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
Conversão de binário em hexa
Divisão dos bits em grupo de quatro do LSB para o MSB,
e a conversão de cada grupo no equivalente algarismo
hexa
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
Contagem em hexadecimal
 Quando contamos em hexa, cada dígito pode ser incrementado (acrescido
de 1) de 0 a F.
 Quando o dígito de uma posição chega ao valor F, este volta a 0, e o dígito
da próxima posição é incrementado. Isto é ilustrado nas seguintes
sequências de contagem hexa
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
Contagem em hexadecimal
 Podemos representar valores decimais variando de 0
até 16N-1, num total de 16N
.
 Por exemplo
 Com três dígitos hexa podemos contar de 00016 a
FFF16, que corresponde à faixa de 010 a 409510 valores
diferentes.
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
Vantagens do sistema hexadecimal
 Forma “compacta” de representar sequência de bits;
 Sequências binárias nem sempre representam valores
numéricos: podem ser algum tipo de código;
 Conveniente, ao manipular extensas cadeias de bits
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
 Exemplo:
 Converta o decimal 378 em um número binário de
16 bits, convertendo primeiro em hexadecimal
37810  17AH
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
3. Sistema de Numeração Hexadecimal
 Exemplo:
 Converta o decimal 378 em um número binário de
16 bits, convertendo primeiro em hexadecimal
Esse valor pode facilmente convertido no binário
000101111010
37810  17AH
17AH
10102
01112
00012
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
Resumo sobre as conversões
Quando converter o binário ou hexa em decimal, use o
método da soma dos pesos de cada dígito;
Quando converter o decimal em binário ou hexa, use o
método de divisões sucessivas por 2 por 2(binário) ou
16(hexa), reunindo os restos da divisão;
 Quando converter o binário em hexa, agrupe os bits em
grupos de quatro e converta cada grupo no dígito hexa
equivalente.
 Quando converter o hexa em binário, converta cada
dígito em 4 bits equivalentes.
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
 São arranjos compostos pelos dígitos binários 0 e 1
para representação de dados;
 Não obrigatoriamente respeitam as propriedades
algébricas, como os sistemas numéricos;
 São normalmente empregados para simplificar o
hardware necessário nas interfaces homem-máquina;
 Também são utilizados com o objetivo de redução
da margem de erro na codificação de informações.
Códigos Binários
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
4. Código BCD (Binary Coded Decimal)
 É obtido pela conversão de cada algarismo decimal de
um número pelo seu equivalente valor binário ”puro” com
4 bits.
3 4 2 1
0011 0100 0010 0001
3421 
0011010000100001BCD
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
4. Código BCD (Binary Coded Decimal)
 O BCD utiliza apenas os números binários entre 00002 e
10012.
 O código BCD não utiliza os números
10102,10112,11002, 11012, 11102 e 11112.
 São utilizados apenas os 10 primeiros dos 16 possíveis
grupos de 4 bits.
 A aparição de qualquer um desses números “proibidos”
em uma máquina que use o código BCD, é geralmente
uma indicação de que ocorreu um erro.
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
4. Código BCD (Binary Coded Decimal)
 Exemplo:
 Converta 0110100000111001(BCD) para seu
equivalente decimal.
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
4. Código BCD (Binary Coded Decimal)
 Exemplo:
 Converta 011111000001(BCD) para seu equivalente
decimal.
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
4. Código BCD (Binary Coded Decimal)
Comparação entre BCD e binário
 BCD é um sistema decimal onde cada dígito é codificado
no seu equivalente binário;
 Binário puro é obtido a partir de um número decimal
completo;
BCD requer mais bits que o binário puro para representar
números decimais maiores que um digito.
BCD tem facilidade de conversão em decimal: importante
do ponto de vista do hardware.
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
 Este sistema de codificação surgiu quando os circuitos lógicos
digitais se realizavam com válvulas termoiônicas e dispositivos
eletromecânicos. Os contadores necessitavam de potências muito
elevadas e geravam ruído quando vários bits modificavam-se
simultaneamente
5. Código Gray
B2 B1 B0 G2 G1 G0
0 0 0 0 0 0
0 0 1 0 0 1
0 1 0 0 1 1
0 1 1 0 1 0
1 0 0 1 1 0
1 0 1 1 1 1
1 1 0 1 0 1
1 1 1 1 0 0
Equivalente entre
binário de 3 bits e
código Gray
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
 Pertence à classe de códigos denominados de “variação
mínima”, pois somente um bit muda entre valores subsequentes.
5. Código Gray
B2 B1 B0 G2 G1 G0
0 0 0 0 0 0
0 0 1 0 0 1
0 1 0 0 1 1
0 1 1 0 1 0
1 0 0 1 1 0
1 0 1 1 1 1
1 1 0 1 0 1
1 1 1 1 0 0
Equivalente entre
binário de 3 bits e
código Gray
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
 Não aplicado a operações aritméticas, É mais adequado a
sistemas de controle digital para eliminar o problema de “corrida”
na mudança de bits.
5. Código Gray
B2 B1 B0 G2 G1 G0
0 0 0 0 0 0
0 0 1 0 0 1
0 1 0 0 1 1
0 1 1 0 1 0
1 0 0 1 1 0
1 0 1 1 1 1
1 1 0 1 0 1
1 1 1 1 0 0
Equivalente entre
binário de 3 bits e
código Gray
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
5. Código Gray B2 B1 B0 G2 G1 G0
0 0 0 0 0 0
0 0 1 0 0 1
0 1 0 0 1 1
0 1 1 0 1 0
1 0 0 1 1 0
1 0 1 1 1 1
1 1 0 1 0 1
1 1 1 1 0 0
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
5. Código Gray
 Encoder absoluto de rotação de código
Gray com 13 trilhas (13 bits)
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
0
1
1
0
0
1
1
1
1
0
0
0
0
0
1
1
0
1
1
1
1
0
1
1
0
1
0
1
1
0
1
0
0
0
0
0
5. Código Gray
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
6. Bytes
 A maioria dos microcomputadores manipula e armazena
dados binários e informações em grupos de 8 bits.
 Assim um nome especial é dado para uma cadeia (ou
sequência) de 8 bits: é o chamado byte.
 Um byte sempre corresponde a 8 bits, e pode representar
numerosos tipos de dados e informações
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
6. Bytes
 Exemplo:
 Quantos bytes há em uma sequência de 32 bits (cadeia
de caracteres de 32 bits)?
 32 / 8 = 4
Assim, uma cadeia de caracteres de 32 bits é constituída por
quatro bytes
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
6. Bytes
 Exemplo:
 Qual é o maior valor decimal que pode ser
representado em binários usando dois bytes?
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
6. Bytes
 Exemplo:
 Quantos bytes são necessários para representar o valor
decimal 846.569 em BCD?
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
6. Nibbles
 Números binários muitas vezes são divididos em grupos
de 4 bits, por exemplo: BCD e números hexadecimais;
 Byte  bite  Nibble
 Nibble = grupos de 4 bits.
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
6. Nibbles
 Exemplo:
 Quantos nibbles existem em 1 byte?
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
6. Nibbles
 Exemplo:
 Qual é o hexa do nibble menos significativo do
número 1001 0101?
O nibble menos significativo é 0101 = 5
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
6. Palavras (Words)
 Bits, bytes e nibbles representam números fixo de digitos
binários;
 O tamanho de uma palavra (word) depende do caminho
(pathway) de cada sistema.
 Por exemplo:
 Microondas  8 bits
 PC  8 bytes (64 bits)
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
7. Códigos Alfanuméricos
Código ASCII - American Standard Code for Information
Interchange
 Um código alfanumérico deve representar no mínimo 26
letras maiúsculas e minúsculas, 10 algarismos, sinais de
pontuação, caracteres especiais;
 ASCII é um código alfanumérico de 7 bits podendo então
representar 128 caracteres distintos (centrado na língua
inglesa);
 UNICODE é um código alfanumérico de 16 bits, podendo
representar 65.536 caracteres (contempla diversos
idiomas).
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
7. Códigos Alfanuméricos
Código ASCII
 Exemplo:
 Encontre o código
ASCII de 7 bits para o
caractere de barra
invertida ().
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
7. Códigos Alfanuméricos
Código ACSII
 O valor hexa fornecido é 5C.
 Traduzindo cada dígito hexa em binário de 4 bits, obtemos 0101 1100.
 Os 7 bits menores representam o código ASCII para , ou 1011100
 Exemplo:
 Encontre o código ASCII de 7 bits para o caractere de barra
invertida ().
 Solução
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
7. Códigos Alfanuméricos
Código ACSII
 Exemplo:
 A mensagem abaixo está codificada em ASCII. Qual é a mensagem?
1001000 1000101 1001100 1010000
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
8. Detecção de Erros – Método de Paridade
 Quando uma informação é transmitida de um dispositivo (transmissor)
para outro(receptor), há a possibilidade de ocorrência de erros.
 A principal causa de erro de transmissão é o ruído elétrico, que
consiste de flutuações aleatórias na tensão ou corrente.
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
8. Detecção de Erros – Método de Paridade
 Um bit de paridade consiste de um bit extra anexado ao conjunto de
bits do código.
 No método de paridade par, o valor do bit de paridade é determinado
para que o número total de 1s no conjunto de bits do código(incluindo o
bit de paridade) seja par.
 Exemplo:
 Trasmissão do código ASCII do caractere ‘C’, com paridade par:
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
8. Detecção de Erros – Método de Paridade
 O método de paridade ímpar, o valor do bit de paridade é determinado
para que o número total de 1s no conjunto de bits do código(incluindo o
bit de paridade) seja ímpar.
 Exemplo:
 Trasmissão do código ASCII do caractere ‘A’, com paridade ímpar:
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
8. Detecção de Erros – Método de Paridade
 Não há como o receptor identificar qual bit está errado;
 O método não funcionará se ocorrer erro e 2 bits: utilizado quando a
probabilidade de erro em 2 bits é baixa;
 Quando um erro for detectado, o receptor poderá enviar uma
mensagem ao transmissor, solicitando retransmissão do último conjunto
de dados. O procedimento do tipo de sistema
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
9. Aplicações
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
9. Aplicações
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
9. Aplicações
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
9. Aplicações
Sistemas Digitais– Sistemas de Numeração e Códigos
9. Aplicações
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
Descrevendo Circuitos Lógicos
 Apenas duas condições possíveis: verdadeiro ou falso.
 Portas lógicas: circuitos fundamentais.
 Álgebra booleana:
 Utiliza símbolos e operadores para descrever decisões;
 Outras ferramentas:
 Tabelas-verdade (organização de dados)
 Símbolos esquemáticos (desenho);
 Diagramas de tempo (gráficas)e;
 Linguagens (descritivas universais).
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
1. Constantes e variáveis booleanas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
1. Constantes e variáveis booleanas
Entrada 1
Entrada 2
Entrada 3
Entrada 4
Entrada 5
Operação Complexa
Resultado
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
2. Tabela-Verdade
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR
Operação OU
B
A
x 

1
1
1
1 



x
1
1
1 


x
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR
Porta OU
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR
Porta OU
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR
Resumo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR
Exemplo
GLITCH ou SPIKE
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
4. Operação AND(‘E) e a Porta AND
Operação E
B
A
x 

ABC
C
B
A
x 



Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
4. Operação AND(‘E) e a Porta AND
Porta E
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
4. Operação AND(‘E) e a Porta AND
Porta E
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
4. Operação AND(‘E) e a Porta AND
Resumo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
4. Operação AND(‘E) e a Porta AND
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
4. Operação AND(‘E) e a Porta AND
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
5. Operação NÃO ou INVERSOR
Operação NÃO
A
x 
1
0 
0
1
A
A 
'
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
5. Operação NÃO ou INVERSOR
Circuito NOT(INVERSOR)
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
5. Operação NÃO ou INVERSOR
Circuito NOT(INVERSOR)
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
6. Descrição Algébrica de Circuitos Lógicos
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
6. Descrição Algébrica de Circuitos Lógicos
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
7. Avaliação de Saída de Circuitos Lógicos
)
( D
A
BC
A
x 

0
0
1
1
1
)
1
(
1
1
1
)
1
0
(
1
1
1
)
1
0
(
1
1
0
















A = 0
B = 1
C = 1
D = 1
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
7. Avaliação de Saída de Circuitos Lógicos
  E
C
B
A
D
x 


 )
(
A = 0
B = 0
C = 1
D = 1
 
 
 
 
1
1
1
1
1
1
1
0
1
1
1
)
0
(
1
1
1
)
0
0
(
1
















Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
7. Avaliação de Saída de Circuitos Lógicos
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
7. Avaliação de Saída de Circuitos Lógicos
Circuitos a partir de Expressões Lógicas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
7. Avaliação de Saída de Circuitos Lógicos
Circuitos a partir de Expressões Lógicas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
8. Portas NOR e Portas NAND
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
8. Portas NOR e Portas NAND
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
8. Portas NOR e Portas NAND
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
8. Portas NOR e Portas NAND
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
8. Portas NOR e Portas NAND
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
8. Portas NOR e Portas NAND
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
x y x’ x’y x+x’y x+y
0 0 1 0 0 0
0 0 1 0 0 0
0 1 1 1 1 1
0 1 1 1 1 1
1 0 0 0 1 1
1 0 0 0 1 1
1 1 0 0 1 1
1 1 0 0 1 1
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Teoremas de DeMorgan
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Teoremas de DeMorgan
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Teoremas de DeMorgan
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Teoremas de DeMorgan
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Teoremas de DeMorgan
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Teoremas de DeMorgan
 As variáveis podem ser expressões ao invés de variáveis simples
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Implicações dos teoremas de DeMorgan
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Implicações dos teoremas de DeMorgan
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
9. Teoremas Booleanos
Implicações dos teoremas de DeMorgan
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
10. Universalidade das Portas NAND e NOR
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
10. Universalidade das Portas NAND e NOR
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
10. Universalidade das Portas NAND e NOR
Exemplo
 Velocidade da esteira de transporte alta (A)
 Recipiente localizado no final de esteira (B)
 Tensão na esteira for muito alto (C)
 Comando manual desabilitado (D)
CD
AB
x 

Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
10. Universalidade das Portas NAND e NOR
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
10. Universalidade das Portas NAND e NOR
Exemplo
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
Sistemas Digitais – Descrição de Circuitos Lógicos
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ARITMÉTICA DIGITAL:
OPERAÇÕES E CIRCUITOS
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Multiplexadores / Demultiplexadores
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Projete um multiplexador de 2
entradas
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Projete um Mux 4x1 utilizando portas
AND e OR
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Projete um Mux 16x1 utilizando 2 CIs
74151
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Apresentação circuitos digitais resumida

  • 1.
    Sistemas Digitais Conceitos Introdutórios 1.Introdução 2. Sistemas Digitais e Analógicos 3. Características das Técnicas Digitais 4. Aplicações
  • 2.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 1. Introdução 2
  • 3.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 2. Sistemas Digitais e Analógicos Grandezas Físicas Contínuas no Tempo
  • 4.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios Quantidades Físicas (temperatura, velocidade, umidade) Meio mecânico Indicadores Variação numa faixa contínua de valores. 2. Sistemas Digitais e Analógicos Grandezas Analógicas
  • 5.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 2. Sistemas Digitais e Analógicos Grandezas Analógicas 5
  • 6.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 2. Sistemas Digitais e Analógicos Grandezas Físicas Discretas, Descontínuas
  • 7.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 2. Sistemas Digitais e Analógicos Grandezas Digitais
  • 8.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 2. Sistemas Digitais e Analógicos Questões  Chave de 10 posições  A corrente que flui de uma tomada elétrica  Temperatura do ambiente  Grãos de areia da praia  Velocímetro de automóvel
  • 9.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 3. Características das Técnicas Digitais Escala de Integração Integração dos circuitos em chips
  • 10.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios –Integração em pequena escala (Small Scale Integration – SSI); • Entre 1 e 10 portas lógicas –Integração em média escala (Medium Scale Integration – MSI); • Entre 10 e 100 portas lógicas –Integração em larga escala (Large Scale Integration – LSI); • Entre 100 e 1000 portas lógicas –Integração em escala muito larga (Very Large Scale Integration – VLSI). • Acima de 1000 portas lógicas 3. Características das Técnicas Digitais Escala de Integração
  • 11.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 3. Características das Técnicas Digitais Simplicidade Painel de relés Placa controladora digital Simplificação dos circuitos lógicos, flexibilidade, manutenção
  • 12.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios Capacidade de programação e processamento de funções complexas 3. Características das Técnicas Digitais Programação e processamento
  • 13.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 3. Características das Técnicas Digitais Estabilidade Maior imunidade a ruídos, variações de temperatura, umidade, parâmetros dos componentes, etc.
  • 14.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 3. Características das Técnicas Digitais Vantagens dos Sistemas Digitais  Fácil de projetar  Fácil de armazenar informações  Grande precisão e exatidão  Programabilidade / flexibilidade  Maior imunidade a ruídos  Maior grau de integração
  • 15.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 4. Aplicações Fechando uma malha de controle
  • 16.
    Sistemas Digitais –Conceitos Introdutórios 4. Aplicações Controle de Temperatura
  • 17.
    Sistemas Digitais Sistemas deNumeração e Códigos 1. Conversões de Binário para Decimal 2. Conversões de Decimal para Binário 3. Sistema de Numeração Hexadecimal 4. Código BCD 5. Código Gray 6. Bytes, Nibbles e Palavras 7. Códigos Alfanuméricos 8. Detecção de Erros pelo Método de Paridade 9. Aplicações
  • 18.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos Sistemas de Numeração Sistemas de Interesse  Decimal: dez símbolos diferentes (0 a 9);  Binário: dois símbolos diferentes (0 e 1);  Hexadecimal: dezesseis símbolos diferentes (0 a 9 e A a F).
  • 19.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos Exemplo: 2345 5 40 300 2.000 5 x 100 4 x 101 3 x 102 2 x 103 5 4 3 2 Unidade Dezena Centena Milhar Sistemas de Numeração Sistema Decimal
  • 20.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 1. Conversão de Binário para Decimal  Soma dos produtos de cada bit por seu valor relativo Exemplo: 10112 8 + 0 + 2 + 1 = 11 1 2 0 8 1 x 20 1 x 21 0 x 22 1 x 23 1 1 0 1
  • 21.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 1. Conversão de Binário para Decimal  Soma dos produtos de cada bit por seu valor relativo
  • 22.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 25  110012 2. Conversão de Decimal para Binário Exemplo:  Converta 25 em binário:
  • 23.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 37  1001012 2. Conversão de Decimal para Binário Exemplo:  Converta 37 em binário:
  • 24.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 2. Conversão de Decimal para Binário Faixa de Contagem  Lembre-se de que usando N bits podemos contar 2N diferentes números em decimal (de 0 a 2N-1).  Por exemplo:  Para N =4, podemos contar de 00002 até 11112, ou seja, de 010 até 1510, totalizando 16 números diferentes.  Nesse caso o maior valor decimal é 24-1=15, e existem 16 números diferentes.  Portanto, de um modo geral, podemos afirmar que Podemos representar valores decimais variando de 0 até 2N-1, num total de 2N .
  • 25.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 2. Conversão de Decimal para Binário Faixa de Contagem - Exemplo Qual é a faixa total de valores que podemos representar com 8 bits? Quantos bits são necessários para representar valores decimais na faixa de 0 a 12500?
  • 26.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 3. Sistema de Numeração Hexadecimal
  • 27.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 3. Sistema de Numeração Hexadecimal Conversão de hexa para decimal Exemplo: 10B2H 4.096 + 0 + 176 + 2 = 4.274 2 176 0 4.096 2 x 160 11 x 161 0 x 162 1 x 163 2 B 0 1
  • 28.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 3. Sistema de Numeração Hexadecimal Conversão de decimal para hexa  Lembre-se que:  Fizemos a conversão de decimal em binário usando divisões sucessivas por 2. Da mesma maneira, a conversão de decimal em hexa pode ser feita usando divisões sucessivas  Se uma calculadora for usada para calcular as divisões no processo de conversão, o resultado incluirá uma fração decimal em vez de um resto.  O resto pode ser obtido multiplicando-se a fração por 16.
  • 29.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 3. Sistema de Numeração Hexadecimal Conversão de decimal para hexa  Converta 42310 em hexa
  • 30.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 3. Sistema de Numeração Hexadecimal Conversão de decimal para hexa  Exemplo:  Converta 21410 em hexa
  • 31.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 7A2FH 11112 00102 10102 01112 7A2FH  01111010001011112 3. Sistema de Numeração Hexadecimal Conversão de hexa para binário Cada algarismo hexa é convertido em seu equivalente binário representado em 4 bits.
  • 32.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 110111011012  6EDH 0110111011012 D E 6 3. Sistema de Numeração Hexadecimal Conversão de binário em hexa Divisão dos bits em grupo de quatro do LSB para o MSB, e a conversão de cada grupo no equivalente algarismo hexa
  • 33.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 3. Sistema de Numeração Hexadecimal Contagem em hexadecimal  Quando contamos em hexa, cada dígito pode ser incrementado (acrescido de 1) de 0 a F.  Quando o dígito de uma posição chega ao valor F, este volta a 0, e o dígito da próxima posição é incrementado. Isto é ilustrado nas seguintes sequências de contagem hexa
  • 34.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 3. Sistema de Numeração Hexadecimal Contagem em hexadecimal  Podemos representar valores decimais variando de 0 até 16N-1, num total de 16N .  Por exemplo  Com três dígitos hexa podemos contar de 00016 a FFF16, que corresponde à faixa de 010 a 409510 valores diferentes.
  • 35.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 3. Sistema de Numeração Hexadecimal Vantagens do sistema hexadecimal  Forma “compacta” de representar sequência de bits;  Sequências binárias nem sempre representam valores numéricos: podem ser algum tipo de código;  Conveniente, ao manipular extensas cadeias de bits
  • 36.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 3. Sistema de Numeração Hexadecimal  Exemplo:  Converta o decimal 378 em um número binário de 16 bits, convertendo primeiro em hexadecimal 37810  17AH
  • 37.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 3. Sistema de Numeração Hexadecimal  Exemplo:  Converta o decimal 378 em um número binário de 16 bits, convertendo primeiro em hexadecimal Esse valor pode facilmente convertido no binário 000101111010 37810  17AH 17AH 10102 01112 00012
  • 38.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos Resumo sobre as conversões Quando converter o binário ou hexa em decimal, use o método da soma dos pesos de cada dígito; Quando converter o decimal em binário ou hexa, use o método de divisões sucessivas por 2 por 2(binário) ou 16(hexa), reunindo os restos da divisão;  Quando converter o binário em hexa, agrupe os bits em grupos de quatro e converta cada grupo no dígito hexa equivalente.  Quando converter o hexa em binário, converta cada dígito em 4 bits equivalentes.
  • 39.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos  São arranjos compostos pelos dígitos binários 0 e 1 para representação de dados;  Não obrigatoriamente respeitam as propriedades algébricas, como os sistemas numéricos;  São normalmente empregados para simplificar o hardware necessário nas interfaces homem-máquina;  Também são utilizados com o objetivo de redução da margem de erro na codificação de informações. Códigos Binários
  • 40.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 4. Código BCD (Binary Coded Decimal)  É obtido pela conversão de cada algarismo decimal de um número pelo seu equivalente valor binário ”puro” com 4 bits. 3 4 2 1 0011 0100 0010 0001 3421  0011010000100001BCD
  • 41.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 4. Código BCD (Binary Coded Decimal)  O BCD utiliza apenas os números binários entre 00002 e 10012.  O código BCD não utiliza os números 10102,10112,11002, 11012, 11102 e 11112.  São utilizados apenas os 10 primeiros dos 16 possíveis grupos de 4 bits.  A aparição de qualquer um desses números “proibidos” em uma máquina que use o código BCD, é geralmente uma indicação de que ocorreu um erro.
  • 42.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 4. Código BCD (Binary Coded Decimal)  Exemplo:  Converta 0110100000111001(BCD) para seu equivalente decimal.
  • 43.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 4. Código BCD (Binary Coded Decimal)  Exemplo:  Converta 011111000001(BCD) para seu equivalente decimal.
  • 44.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 4. Código BCD (Binary Coded Decimal) Comparação entre BCD e binário  BCD é um sistema decimal onde cada dígito é codificado no seu equivalente binário;  Binário puro é obtido a partir de um número decimal completo; BCD requer mais bits que o binário puro para representar números decimais maiores que um digito. BCD tem facilidade de conversão em decimal: importante do ponto de vista do hardware.
  • 45.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos  Este sistema de codificação surgiu quando os circuitos lógicos digitais se realizavam com válvulas termoiônicas e dispositivos eletromecânicos. Os contadores necessitavam de potências muito elevadas e geravam ruído quando vários bits modificavam-se simultaneamente 5. Código Gray B2 B1 B0 G2 G1 G0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 1 0 0 1 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 1 0 1 0 1 1 1 1 1 1 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0 Equivalente entre binário de 3 bits e código Gray
  • 46.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos  Pertence à classe de códigos denominados de “variação mínima”, pois somente um bit muda entre valores subsequentes. 5. Código Gray B2 B1 B0 G2 G1 G0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 1 0 0 1 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 1 0 1 0 1 1 1 1 1 1 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0 Equivalente entre binário de 3 bits e código Gray
  • 47.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos  Não aplicado a operações aritméticas, É mais adequado a sistemas de controle digital para eliminar o problema de “corrida” na mudança de bits. 5. Código Gray B2 B1 B0 G2 G1 G0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 1 0 0 1 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 1 0 1 0 1 1 1 1 1 1 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0 Equivalente entre binário de 3 bits e código Gray
  • 48.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 5. Código Gray B2 B1 B0 G2 G1 G0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 1 0 0 1 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 1 0 1 0 1 1 1 1 1 1 0 1 0 1 1 1 1 1 0 0
  • 49.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 5. Código Gray  Encoder absoluto de rotação de código Gray com 13 trilhas (13 bits)
  • 50.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 0 1 1 0 0 1 1 1 1 0 0 0 0 0 1 1 0 1 1 1 1 0 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 5. Código Gray
  • 51.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 6. Bytes  A maioria dos microcomputadores manipula e armazena dados binários e informações em grupos de 8 bits.  Assim um nome especial é dado para uma cadeia (ou sequência) de 8 bits: é o chamado byte.  Um byte sempre corresponde a 8 bits, e pode representar numerosos tipos de dados e informações
  • 52.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 6. Bytes  Exemplo:  Quantos bytes há em uma sequência de 32 bits (cadeia de caracteres de 32 bits)?  32 / 8 = 4 Assim, uma cadeia de caracteres de 32 bits é constituída por quatro bytes
  • 53.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 6. Bytes  Exemplo:  Qual é o maior valor decimal que pode ser representado em binários usando dois bytes?
  • 54.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 6. Bytes  Exemplo:  Quantos bytes são necessários para representar o valor decimal 846.569 em BCD?
  • 55.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 6. Nibbles  Números binários muitas vezes são divididos em grupos de 4 bits, por exemplo: BCD e números hexadecimais;  Byte  bite  Nibble  Nibble = grupos de 4 bits.
  • 56.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 6. Nibbles  Exemplo:  Quantos nibbles existem em 1 byte?
  • 57.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 6. Nibbles  Exemplo:  Qual é o hexa do nibble menos significativo do número 1001 0101? O nibble menos significativo é 0101 = 5
  • 58.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 6. Palavras (Words)  Bits, bytes e nibbles representam números fixo de digitos binários;  O tamanho de uma palavra (word) depende do caminho (pathway) de cada sistema.  Por exemplo:  Microondas  8 bits  PC  8 bytes (64 bits)
  • 59.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 7. Códigos Alfanuméricos Código ASCII - American Standard Code for Information Interchange  Um código alfanumérico deve representar no mínimo 26 letras maiúsculas e minúsculas, 10 algarismos, sinais de pontuação, caracteres especiais;  ASCII é um código alfanumérico de 7 bits podendo então representar 128 caracteres distintos (centrado na língua inglesa);  UNICODE é um código alfanumérico de 16 bits, podendo representar 65.536 caracteres (contempla diversos idiomas).
  • 60.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 7. Códigos Alfanuméricos Código ASCII  Exemplo:  Encontre o código ASCII de 7 bits para o caractere de barra invertida ().
  • 61.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 7. Códigos Alfanuméricos Código ACSII  O valor hexa fornecido é 5C.  Traduzindo cada dígito hexa em binário de 4 bits, obtemos 0101 1100.  Os 7 bits menores representam o código ASCII para , ou 1011100  Exemplo:  Encontre o código ASCII de 7 bits para o caractere de barra invertida ().  Solução
  • 62.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 7. Códigos Alfanuméricos Código ACSII  Exemplo:  A mensagem abaixo está codificada em ASCII. Qual é a mensagem? 1001000 1000101 1001100 1010000
  • 63.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 8. Detecção de Erros – Método de Paridade  Quando uma informação é transmitida de um dispositivo (transmissor) para outro(receptor), há a possibilidade de ocorrência de erros.  A principal causa de erro de transmissão é o ruído elétrico, que consiste de flutuações aleatórias na tensão ou corrente.
  • 64.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 8. Detecção de Erros – Método de Paridade  Um bit de paridade consiste de um bit extra anexado ao conjunto de bits do código.  No método de paridade par, o valor do bit de paridade é determinado para que o número total de 1s no conjunto de bits do código(incluindo o bit de paridade) seja par.  Exemplo:  Trasmissão do código ASCII do caractere ‘C’, com paridade par:
  • 65.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 8. Detecção de Erros – Método de Paridade  O método de paridade ímpar, o valor do bit de paridade é determinado para que o número total de 1s no conjunto de bits do código(incluindo o bit de paridade) seja ímpar.  Exemplo:  Trasmissão do código ASCII do caractere ‘A’, com paridade ímpar:
  • 66.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 8. Detecção de Erros – Método de Paridade  Não há como o receptor identificar qual bit está errado;  O método não funcionará se ocorrer erro e 2 bits: utilizado quando a probabilidade de erro em 2 bits é baixa;  Quando um erro for detectado, o receptor poderá enviar uma mensagem ao transmissor, solicitando retransmissão do último conjunto de dados. O procedimento do tipo de sistema
  • 67.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 9. Aplicações
  • 68.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 9. Aplicações
  • 69.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 9. Aplicações
  • 70.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 9. Aplicações
  • 71.
    Sistemas Digitais– Sistemasde Numeração e Códigos 9. Aplicações
  • 72.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos Descrevendo Circuitos Lógicos  Apenas duas condições possíveis: verdadeiro ou falso.  Portas lógicas: circuitos fundamentais.  Álgebra booleana:  Utiliza símbolos e operadores para descrever decisões;  Outras ferramentas:  Tabelas-verdade (organização de dados)  Símbolos esquemáticos (desenho);  Diagramas de tempo (gráficas)e;  Linguagens (descritivas universais).
  • 73.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 1. Constantes e variáveis booleanas
  • 74.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 1. Constantes e variáveis booleanas Entrada 1 Entrada 2 Entrada 3 Entrada 4 Entrada 5 Operação Complexa Resultado
  • 75.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 2. Tabela-Verdade
  • 76.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR Operação OU B A x   1 1 1 1     x 1 1 1    x
  • 77.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR Porta OU
  • 78.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR Porta OU
  • 79.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR Resumo
  • 80.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR Exemplo
  • 81.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR Exemplo
  • 82.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 3. Operação OR(‘OU’) e a Porta OR Exemplo GLITCH ou SPIKE
  • 83.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 4. Operação AND(‘E) e a Porta AND Operação E B A x   ABC C B A x    
  • 84.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 4. Operação AND(‘E) e a Porta AND Porta E
  • 85.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 4. Operação AND(‘E) e a Porta AND Porta E
  • 86.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 4. Operação AND(‘E) e a Porta AND Resumo
  • 87.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 4. Operação AND(‘E) e a Porta AND Exemplo
  • 88.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 4. Operação AND(‘E) e a Porta AND Exemplo
  • 89.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 5. Operação NÃO ou INVERSOR Operação NÃO A x  1 0  0 1 A A  '
  • 90.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 5. Operação NÃO ou INVERSOR Circuito NOT(INVERSOR)
  • 91.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 5. Operação NÃO ou INVERSOR Circuito NOT(INVERSOR)
  • 92.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 6. Descrição Algébrica de Circuitos Lógicos Exemplo
  • 93.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 6. Descrição Algébrica de Circuitos Lógicos Exemplo
  • 94.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 7. Avaliação de Saída de Circuitos Lógicos ) ( D A BC A x   0 0 1 1 1 ) 1 ( 1 1 1 ) 1 0 ( 1 1 1 ) 1 0 ( 1 1 0                 A = 0 B = 1 C = 1 D = 1
  • 95.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 7. Avaliação de Saída de Circuitos Lógicos   E C B A D x     ) ( A = 0 B = 0 C = 1 D = 1         1 1 1 1 1 1 1 0 1 1 1 ) 0 ( 1 1 1 ) 0 0 ( 1                
  • 96.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 7. Avaliação de Saída de Circuitos Lógicos
  • 97.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 7. Avaliação de Saída de Circuitos Lógicos Circuitos a partir de Expressões Lógicas
  • 98.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 7. Avaliação de Saída de Circuitos Lógicos Circuitos a partir de Expressões Lógicas
  • 99.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 8. Portas NOR e Portas NAND
  • 100.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 8. Portas NOR e Portas NAND Exemplo
  • 101.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 8. Portas NOR e Portas NAND Exemplo
  • 102.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 8. Portas NOR e Portas NAND
  • 103.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 8. Portas NOR e Portas NAND Exemplo
  • 104.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 8. Portas NOR e Portas NAND Exemplo
  • 105.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos
  • 106.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos
  • 107.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos
  • 108.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos x y x’ x’y x+x’y x+y 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 1 1 1 1 0 1 1 1 1 1 1 0 0 0 1 1 1 0 0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 1 1 0 0 1 1
  • 109.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Exemplo
  • 110.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Exemplo
  • 111.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Exemplo
  • 112.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Teoremas de DeMorgan
  • 113.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Teoremas de DeMorgan
  • 114.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Teoremas de DeMorgan
  • 115.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Teoremas de DeMorgan
  • 116.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Teoremas de DeMorgan
  • 117.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Teoremas de DeMorgan  As variáveis podem ser expressões ao invés de variáveis simples
  • 118.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Implicações dos teoremas de DeMorgan
  • 119.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Implicações dos teoremas de DeMorgan
  • 120.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 9. Teoremas Booleanos Implicações dos teoremas de DeMorgan
  • 121.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 10. Universalidade das Portas NAND e NOR
  • 122.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 10. Universalidade das Portas NAND e NOR
  • 123.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 10. Universalidade das Portas NAND e NOR Exemplo  Velocidade da esteira de transporte alta (A)  Recipiente localizado no final de esteira (B)  Tensão na esteira for muito alto (C)  Comando manual desabilitado (D) CD AB x  
  • 124.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 10. Universalidade das Portas NAND e NOR Exemplo
  • 125.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 10. Universalidade das Portas NAND e NOR Exemplo
  • 126.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
  • 127.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
  • 128.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
  • 129.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
  • 130.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
  • 131.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
  • 132.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
  • 133.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
  • 134.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos 11. Simbologia Alternativa para Portas Lógicas
  • 135.
    Sistemas Digitais –Descrição de Circuitos Lógicos
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    slide 1 ©2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. slide 1 ARITMÉTICA DIGITAL: OPERAÇÕES E CIRCUITOS
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    slide 2 ©2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.
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    slide 3 ©2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.
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    slide 4 ©2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.
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    slide 6 ©2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.
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    slide 7 ©2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.
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    slide 8 ©2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.
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    slide 9 ©2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.
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    slide 11 ©2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.
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    slide 13 ©2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.
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    slide 19 ©2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.
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    slide 1 Multiplexadores /Demultiplexadores slide 1
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    slide 3 Projete ummultiplexador de 2 entradas
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    slide 5 Projete umMux 4x1 utilizando portas AND e OR
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    slide 9 Projete umMux 16x1 utilizando 2 CIs 74151
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