São objectivos desta sessãoSão objectivos desta sessão:
•Entender as ligações do processo de auto-
avaliação à escola.
•Perspectivar a gestão da informação e o processo
de comunicação com a escola/ agrupamento.
•Perceber o papel e a necessidade de liderança por
parte do professor coordenador.
Tarefa propostaTarefa proposta:
•Perspectivar a integração do processo de auto-avaliação no contexto da escola/
agrupamento implica que o professor bibliotecário divulgue e discuta o valor do Modelo e
dê a conhecer o processo:
Construa um PowerPoint para apresentar no Pedagógico/ Escola/ agrupamento que
evidencie:
- A estrutura do Modelo e as metodologias de operacionalização
- O papel e mais valias da auto-avaliação da BE;
- O processo de implementação e o necessário envolvimento da escola/ agrupamento;
- A elaboração do Relatório
- A relação com o processo de planeamento;
- A integração dos resultados na auto-avaliação da escola.
APRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃO
AOAO
CONSELHO DE DOCENTESCONSELHO DE DOCENTES
E/OUE/OU
AOAO
CONSELHO PEDAGÓGICOCONSELHO PEDAGÓGICO
APRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃO
AOAO
CONSELHO DE DOCENTESCONSELHO DE DOCENTES
E/OUE/OU
AOAO
CONSELHO PEDAGÓGICOCONSELHO PEDAGÓGICO
ORIGEM DESTE MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO:ORIGEM DESTE MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO:
OBJECTIVOS DESTE MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO:OBJECTIVOS DESTE MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO:
• Demonstrar que a existência de um programa de acção daDemonstrar que a existência de um programa de acção da
Biblioteca Escolar pode melhorar os níveis de aprendizagemBiblioteca Escolar pode melhorar os níveis de aprendizagem
dos alunos.dos alunos.
““Está comprovado que quando os bibliotecários e osEstá comprovado que quando os bibliotecários e os
professores trabalham em conjunto, os alunos atingemprofessores trabalham em conjunto, os alunos atingem
níveis mais elevados de literacia, de leitura, deníveis mais elevados de literacia, de leitura, de
aprendizagem, de resolução de problemas e competências noaprendizagem, de resolução de problemas e competências no
domínio das tecnologias de informação e comunicação. “domínio das tecnologias de informação e comunicação. “
(IFLA/UNESCO,1999)(IFLA/UNESCO,1999)
Identificar pontos fortes ou menos desenvolvidosIdentificar pontos fortes ou menos desenvolvidos
INTERVENIENTES NESTE MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO:INTERVENIENTES NESTE MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO:
O Director da Escola/Agrupamento
Docentes
Alunos
Pais e Encarregados de Educação
Outros parceiros
O PAPEL E MAIS VALIAS DA AUTO-AVALIAÇÃO DA BEO PAPEL E MAIS VALIAS DA AUTO-AVALIAÇÃO DA BE
Aferir a eficácia dos serviços prestados
Obter evidências (informações consistentes) que validem o
trabalho da BE e sustentem o trabalho a desenvolver;
“Pretende-se avaliar a qualidade e eficácia da BE e não o desempenho individual do
professor bibliotecário ou de elementos da equipa da biblioteca , devendo a auto-
avaliação ser encarada como um processo pedagógico e regulador, inerente à gestão e
procura de uma melhoria contínua da BE – MAABE - RBE”;
Ter a possibilidade de adaptação à realidade onde é aplicada;
Ser exequível e integrada nas práticas de gestão
- “Medir” o impacto que as práticas da Biblioteca Escolar
têm nas aprendizagens dos alunos, nas suas atitudes,
valores e competências;
O PAPEL E MAIS VALIAS DA AUTO-AVALIAÇÃO DA BEO PAPEL E MAIS VALIAS DA AUTO-AVALIAÇÃO DA BE
Avaliar o trabalho colaborativo entre a Biblioteca Escolar e os
professores;
Identificar práticas que têm sucesso e pontos fracos a melhorar e,
posteriormente, elaborar Planos de Melhoria;
Planificar estrategicamente o trabalho, tendo em conta o
Projecto Educativo da Escola/Agrupamento;
Obter informação mais formalizada, que permita integrar a auto-
avaliação da Biblioteca Escolar na avaliação interna e externa da
Escola.
A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular
A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas
e os docentes
A.2. Desenvolvimento da literacia da informação
B. Leitura e Literacias
C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à
Comunidade
C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de
enriquecimento curricular
C.2. Projectos e parcerias
D. Gestão da Biblioteca Escolar
D.1.Articulação da BE com a Escola/ Agrupamento. Acesso e
serviços prestados pela BE
D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços
D.3. Gestão da colecção
ESTRUTURA DO MODELOESTRUTURA DO MODELO
ESTRUTURA DO MODELOESTRUTURA DO MODELO
Seleccionar o Domínio;
Recolher as evidências;
Interpretar as evidências
recolhidas;
Identificar o perfil de desempenho;
Registar a auto-avaliação:
• Assinalar as acções
consideradas
necessárias para a melhoria.
METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃOMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO
 Os processos: •Ao longo doAo longo do
anoano
•De sistemáticaDe sistemática
formaforma
PEE, PAA, RI, PCT, relatos de actividades,
memorandos de reuniões e actividades,
estatísticas internas, questionários,
grelhas de observação, entrevistas,
materiais produzidos pela BE ou em
colaboração com os Departamentos,…
• As
fontes:
METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuaçãoMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuação
Analisar
Informação
em
conheciment
o
Verificar
Redefinir
Identificar
pontos fracos
e
fortes
Nível de Desempenho
Delinear
Planos
de
Melhoria
INTERPRETAR ASINTERPRETAR AS
EVIDÊNCIASEVIDÊNCIAS
SENTIDASSENTIDAS
METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuaçãoMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuação
A avaliação realizada vai articular-se, em cada
domínio/subdomínio, com os perfis de desempenho que
caracterizam o que se espera da BE, face à área analisada. Esse
desempenho envolve a BE, a Gestão e os professores titulares de
turma.
METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuaçãoMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuação
- Elaboração de um relatório final, que identifica os
pontos fortes, as principais fraquezas e as acções para a
melhoria;
-Reflexão, em Conselho de Docentes e/ou Pedagógico, sobre
os resultados da avaliação e o papel da BE;
- Definição de um plano de acção da BE de acordo com os
resultados e os objectivos do Projecto Educativo do
Agrupamento.
METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuaçãoMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuação
Do relatório final de avaliação da BE, a apresentar
à RBE e, igualmente, aos órgãos de gestão do
Agrupamento, deve ser feita uma síntese que deverá
integrar o Relatório Anual de Actividades do
Agrupamento e originar uma reflexão amplamente
participada, de modo a que possa ser considerada como
documento útil, quer na avaliação interna do
Agrupamento, quer na avaliação externa a realizar pela
Inspecção – Geral de Educação.
METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuaçãoMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuação
- Toda a comunidade educativa deve ser chamada a
participar e ser envolvida no processo – PB, Equipa da BE,
professores, alunos, pais, auxiliares ou outros agentes.
- O PB deve estabelecer uma relação directa com a Gestão e
um trabalho continuo com professores e alunos ,
adequando o trabalho da BE aos objectivos educativos do
Agrupamento e ao sucesso dos alunos.
-A Gestão deve envolver-se desde o primeiro momento, ser
líder coadjuvante no processo e aglutinar vontades e
acções.
- A planificação e gestão deve ser efectuada em função
desses resultados e em articulação com os objectivos do
Projecto Educativo do Agrupamento.
Deve ser aprofundado, entre a BE e os professores, um trabalho
colaborativo que:
- favoreça a utilização e a integração dos recursos nas
estratégias de ensino-aprendizagem.
- contribua para a dinamização de actividades no âmbito da
promoção da leitura e de um programa na área da literacia
da informação.
- permita elaborar planos de intervenção (ou acções) feitos de
acordo com as necessidades individuais dos alunos.
- permita aprofundar as trocas profissionais, que podem
englobar estratégias e apreciações relativas à avaliação,
tanto no plano das práticas pedagógicas, como nos processos
de aprendizagem dos alunos.
AS VANTAGENS DA AUTO-AVALIAÇÃOAS VANTAGENS DA AUTO-AVALIAÇÃO
•Planear a avaliação
- Seleccionar o domínio.
- Verificar aspectos implicados.
•Recolher evidências
- Identificar as evidências mais relevantes para o domínio a avaliar.
- Organizar e produzir instrumentos.
•Analisar os dados
- Fazer apreciações e retirar ilações.
- Confrontar os dados com os factores críticos de sucesso e os perfis de desempenho.
•Elaborar o relatório final e comunicar resultados
- Preencher o modelo de relatório.
- Comunicar os resultados à escola/ agrupamento e a outros interlocutores
(Incluir resumo de resultados no relatório de auto-avaliação da escola).
•Preparar e implementar um plano de acção
- Identificar objectivos e metas a atingir.
- Planificar e implementar as acções para a melhoria.
- Monitorizar o processo de implementação das acções para a melhoria.
Síntese – aplicação do modelo de auto-avaliação da BE (MAABE-pág.69)
INSTRUMENTOS CONSULTADOSINSTRUMENTOS CONSULTADOS
• Texto da sessão nº 4 – “O modelo de auto-avaliação no
contexto da Escola/ Agrupamento.
• Texto da sessão nº 3 – “O modelo de auto-avaliação da
Biblioteca Escolar: problemáticas e conceitos
implicados”.
• Bibliotecas Escolares: Modelo de Auto-Avaliação, RBE,
2010.
•

Apresentacao maabe a_escola 4ªsessão

  • 2.
    São objectivos destasessãoSão objectivos desta sessão: •Entender as ligações do processo de auto- avaliação à escola. •Perspectivar a gestão da informação e o processo de comunicação com a escola/ agrupamento. •Perceber o papel e a necessidade de liderança por parte do professor coordenador.
  • 3.
    Tarefa propostaTarefa proposta: •Perspectivara integração do processo de auto-avaliação no contexto da escola/ agrupamento implica que o professor bibliotecário divulgue e discuta o valor do Modelo e dê a conhecer o processo: Construa um PowerPoint para apresentar no Pedagógico/ Escola/ agrupamento que evidencie: - A estrutura do Modelo e as metodologias de operacionalização - O papel e mais valias da auto-avaliação da BE; - O processo de implementação e o necessário envolvimento da escola/ agrupamento; - A elaboração do Relatório - A relação com o processo de planeamento; - A integração dos resultados na auto-avaliação da escola.
  • 4.
    APRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃO AOAO CONSELHO DE DOCENTESCONSELHODE DOCENTES E/OUE/OU AOAO CONSELHO PEDAGÓGICOCONSELHO PEDAGÓGICO APRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃO AOAO CONSELHO DE DOCENTESCONSELHO DE DOCENTES E/OUE/OU AOAO CONSELHO PEDAGÓGICOCONSELHO PEDAGÓGICO
  • 5.
    ORIGEM DESTE MODELODE AUTO-AVALIAÇÃO:ORIGEM DESTE MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO:
  • 6.
    OBJECTIVOS DESTE MODELODE AUTO-AVALIAÇÃO:OBJECTIVOS DESTE MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO: • Demonstrar que a existência de um programa de acção daDemonstrar que a existência de um programa de acção da Biblioteca Escolar pode melhorar os níveis de aprendizagemBiblioteca Escolar pode melhorar os níveis de aprendizagem dos alunos.dos alunos. ““Está comprovado que quando os bibliotecários e osEstá comprovado que quando os bibliotecários e os professores trabalham em conjunto, os alunos atingemprofessores trabalham em conjunto, os alunos atingem níveis mais elevados de literacia, de leitura, deníveis mais elevados de literacia, de leitura, de aprendizagem, de resolução de problemas e competências noaprendizagem, de resolução de problemas e competências no domínio das tecnologias de informação e comunicação. “domínio das tecnologias de informação e comunicação. “ (IFLA/UNESCO,1999)(IFLA/UNESCO,1999) Identificar pontos fortes ou menos desenvolvidosIdentificar pontos fortes ou menos desenvolvidos
  • 7.
    INTERVENIENTES NESTE MODELODE AUTO-AVALIAÇÃO:INTERVENIENTES NESTE MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO: O Director da Escola/Agrupamento Docentes Alunos Pais e Encarregados de Educação Outros parceiros
  • 9.
    O PAPEL EMAIS VALIAS DA AUTO-AVALIAÇÃO DA BEO PAPEL E MAIS VALIAS DA AUTO-AVALIAÇÃO DA BE Aferir a eficácia dos serviços prestados Obter evidências (informações consistentes) que validem o trabalho da BE e sustentem o trabalho a desenvolver; “Pretende-se avaliar a qualidade e eficácia da BE e não o desempenho individual do professor bibliotecário ou de elementos da equipa da biblioteca , devendo a auto- avaliação ser encarada como um processo pedagógico e regulador, inerente à gestão e procura de uma melhoria contínua da BE – MAABE - RBE”; Ter a possibilidade de adaptação à realidade onde é aplicada; Ser exequível e integrada nas práticas de gestão - “Medir” o impacto que as práticas da Biblioteca Escolar têm nas aprendizagens dos alunos, nas suas atitudes, valores e competências;
  • 10.
    O PAPEL EMAIS VALIAS DA AUTO-AVALIAÇÃO DA BEO PAPEL E MAIS VALIAS DA AUTO-AVALIAÇÃO DA BE Avaliar o trabalho colaborativo entre a Biblioteca Escolar e os professores; Identificar práticas que têm sucesso e pontos fracos a melhorar e, posteriormente, elaborar Planos de Melhoria; Planificar estrategicamente o trabalho, tendo em conta o Projecto Educativo da Escola/Agrupamento; Obter informação mais formalizada, que permita integrar a auto- avaliação da Biblioteca Escolar na avaliação interna e externa da Escola.
  • 11.
    A. Apoio aoDesenvolvimento Curricular A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes A.2. Desenvolvimento da literacia da informação B. Leitura e Literacias C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular C.2. Projectos e parcerias D. Gestão da Biblioteca Escolar D.1.Articulação da BE com a Escola/ Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços D.3. Gestão da colecção ESTRUTURA DO MODELOESTRUTURA DO MODELO
  • 12.
  • 13.
    Seleccionar o Domínio; Recolheras evidências; Interpretar as evidências recolhidas; Identificar o perfil de desempenho; Registar a auto-avaliação: • Assinalar as acções consideradas necessárias para a melhoria. METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃOMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO
  • 14.
     Os processos:•Ao longo doAo longo do anoano •De sistemáticaDe sistemática formaforma PEE, PAA, RI, PCT, relatos de actividades, memorandos de reuniões e actividades, estatísticas internas, questionários, grelhas de observação, entrevistas, materiais produzidos pela BE ou em colaboração com os Departamentos,… • As fontes: METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuaçãoMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuação
  • 15.
    Analisar Informação em conheciment o Verificar Redefinir Identificar pontos fracos e fortes Nível deDesempenho Delinear Planos de Melhoria INTERPRETAR ASINTERPRETAR AS EVIDÊNCIASEVIDÊNCIAS SENTIDASSENTIDAS METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuaçãoMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuação
  • 16.
    A avaliação realizadavai articular-se, em cada domínio/subdomínio, com os perfis de desempenho que caracterizam o que se espera da BE, face à área analisada. Esse desempenho envolve a BE, a Gestão e os professores titulares de turma. METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuaçãoMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuação
  • 17.
    - Elaboração deum relatório final, que identifica os pontos fortes, as principais fraquezas e as acções para a melhoria; -Reflexão, em Conselho de Docentes e/ou Pedagógico, sobre os resultados da avaliação e o papel da BE; - Definição de um plano de acção da BE de acordo com os resultados e os objectivos do Projecto Educativo do Agrupamento. METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuaçãoMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuação
  • 18.
    Do relatório finalde avaliação da BE, a apresentar à RBE e, igualmente, aos órgãos de gestão do Agrupamento, deve ser feita uma síntese que deverá integrar o Relatório Anual de Actividades do Agrupamento e originar uma reflexão amplamente participada, de modo a que possa ser considerada como documento útil, quer na avaliação interna do Agrupamento, quer na avaliação externa a realizar pela Inspecção – Geral de Educação. METODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuaçãoMETODOLOGIA DE OPERACIONALIZAÇÃO - continuação
  • 21.
    - Toda acomunidade educativa deve ser chamada a participar e ser envolvida no processo – PB, Equipa da BE, professores, alunos, pais, auxiliares ou outros agentes. - O PB deve estabelecer uma relação directa com a Gestão e um trabalho continuo com professores e alunos , adequando o trabalho da BE aos objectivos educativos do Agrupamento e ao sucesso dos alunos. -A Gestão deve envolver-se desde o primeiro momento, ser líder coadjuvante no processo e aglutinar vontades e acções. - A planificação e gestão deve ser efectuada em função desses resultados e em articulação com os objectivos do Projecto Educativo do Agrupamento.
  • 22.
    Deve ser aprofundado,entre a BE e os professores, um trabalho colaborativo que: - favoreça a utilização e a integração dos recursos nas estratégias de ensino-aprendizagem. - contribua para a dinamização de actividades no âmbito da promoção da leitura e de um programa na área da literacia da informação. - permita elaborar planos de intervenção (ou acções) feitos de acordo com as necessidades individuais dos alunos. - permita aprofundar as trocas profissionais, que podem englobar estratégias e apreciações relativas à avaliação, tanto no plano das práticas pedagógicas, como nos processos de aprendizagem dos alunos.
  • 23.
    AS VANTAGENS DAAUTO-AVALIAÇÃOAS VANTAGENS DA AUTO-AVALIAÇÃO
  • 24.
    •Planear a avaliação -Seleccionar o domínio. - Verificar aspectos implicados. •Recolher evidências - Identificar as evidências mais relevantes para o domínio a avaliar. - Organizar e produzir instrumentos. •Analisar os dados - Fazer apreciações e retirar ilações. - Confrontar os dados com os factores críticos de sucesso e os perfis de desempenho. •Elaborar o relatório final e comunicar resultados - Preencher o modelo de relatório. - Comunicar os resultados à escola/ agrupamento e a outros interlocutores (Incluir resumo de resultados no relatório de auto-avaliação da escola). •Preparar e implementar um plano de acção - Identificar objectivos e metas a atingir. - Planificar e implementar as acções para a melhoria. - Monitorizar o processo de implementação das acções para a melhoria. Síntese – aplicação do modelo de auto-avaliação da BE (MAABE-pág.69)
  • 25.
    INSTRUMENTOS CONSULTADOSINSTRUMENTOS CONSULTADOS •Texto da sessão nº 4 – “O modelo de auto-avaliação no contexto da Escola/ Agrupamento. • Texto da sessão nº 3 – “O modelo de auto-avaliação da Biblioteca Escolar: problemáticas e conceitos implicados”. • Bibliotecas Escolares: Modelo de Auto-Avaliação, RBE, 2010. •