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Ser humano e a Saúde

1. Medindo Alturas

Material Necessário:
 Duas folhas de papel pardo de 1 m e 70 cm de comprimento.
 Canetas
 Fita métrica

Procedimento
1. Com a ajuda de seu professor, cole as folhas de papel pardo na parede, a partir do
chão. Numa delas escreva MENINAS, e na outra, MENINOS. O professor irá marcar a
altura de cada menina e menino nos respectivos papéis.
2. Em seguida, retire as folhas da parede e com uma fita métrica meça as alturas
marcadas. Anote as medidas obtidas por seu grupo no caderno.




Análise dos resultados (Sugestão)

a) Calcule a média de altura dos meninos da turma, somando os valores e dividindo o
   resultado pelo número de meninos.
b) Repita esse procedimento para encontrar a média de altura das meninas.
c) Faça um gráfico para representar a altura média dos meninos e das meninas de sua
   turma. Se necessário, peça a ajuda de seu professor.
d) Compare a altura média de meninos e de meninas, representadas no gráfico. Nessa
   faixa etária em média, qual grupo é mais alto?
e) O que você espera que aconteça com essa diferença daqui uns dois anos?

2. Representando nosso corpo

Material necessário
 Um papelão ou papel pardo do seu tamanho
 Folhas de papel sulfite
 Tesoura sem ponta
 Lápis e canetinhas coloridas
 Cola ou fita adesiva


                                                                                   32
Procedimento
1. Deite-se no chão sobre o papelão e peça ao colega para contornas o seu corpo com
   um lápis.




2. Utilizando as canetinhas coloridas, desenhem os olhos, a boca, o nariz e outras partes
   que vocês acharem necessárias.
3. Pesquisem em livros sobre o corpo humano, a forma, o tamanho e o nome de órgãos
   internos do nosso corpo, como coração, estômago, pulmões, cérebro, entre outros.




4. Desenhem alguns desses órgãos e coloquem o nome em cada um deles.Após recortá-
   los, colem os órgãos nos locais corretos do boneco.




   Mostrem aos colegas o boneco que vocês fizeram e comparem-no com os bonecos
   construídos pelos demais colegas.

3. O contorno das mãos e dos pés e as impressões digitais

Material Necessário:
 Folhas de papel
 Caneta Hidrocor
 Lente de aumento

Procedimento
1. Abra uma das mãos e coloque-a sobre uma folha de papel, contornando-a com uma
   caneta. Observe a seguir a indicação de como fazê-lo.




  Ao terminar, coloque o seu nome na folha e escreva mão esquerda e mão direita nos
  desenhos construídos.

                                                                                      33
2. Da mesma forma que você fez acima, contorne agora os pés com uma caneta,
   desenhando-os sobre uma folha de papel.




3. Compare os traçados das suas mãos e dos seus pés com os de alguns colegas,
   buscando semelhanças e diferenças entre eles. Anote o que você observou no
   caderno.
4. Utilizando a caneta hidrocor, pinte a ponta dos seus dedos como mostra a ilustração
   abaixo.




     Em seguida, carimbe a ponta de seus dedos em uma folha de papel, anotando se
     pertencem à mão esquerda ou à mão direita e indicando também o nome do dedo.




    Após carimbar os dedos das duas mãos observe os carimbos com a lente de aumento.

5. Compare as suas impressões digitais com as de alguns colegas, buscando
   semelhanças e diferenças entre elas. Observe com a ajuda da lente de aumento os
   padrões de cada impressão.
   Anote suas conclusões.

4. Coletando uma impressão digital

Material Necessário:

   Fita adesiva larga e transparente
   Colher das de café
   Folha de papel preto
   Pano macio e que não solte fiapos
   Copo de vidro liso e bem limpo
   Pincel largo, limpo e macio
   Tesoura sem ponta
   Talco


                                                                                    34
Procedimento:

1. Esfregue o copo bem limpo com o pano macio a fim de remover qualquer impressão
   digital que possa existir nele.
2. Pegue o copo de modo a encostar bem o polegar nele para deixar uma digital. É
   conveniente que você não tenha lavado as mãos com sabão ou detergente antes de
   experiência, pois a lavagem remove parte da gordura da pele, o que conduz a uma
   impressão digital muito fraca.
3. Agora você vai visualizar a impressão digital no copo. Despeje vagarosamente um
   pouco de talco sobre a lateral do copo e espalhe-o delicadamente com o pincel sobre o
   local em que deixou a impressão digital. O talco gruda nos locais em que a gordura da
   pele se fixou no vidro e torna a impressão digital visível (figura A). Assopre
   delicadamente ou chocoalhe o copo levemente, a fim de eliminar o excesso de talco.
4. Corte um pedaço de fita com cerca de 15 cm de comprimento. Estique esse pedaço de
   fita pelas pontas e cole-o no vidro sobre a impressão digital com talco.
5. Descole a fita do copo (o talco fica grudado nela) e cole-a sobre o papel preto (figura B)
6. Você acabou de coletar uma impressão digital deixada num vidro. Esse processo
   também funciona relativamente bem em outros objetos lisos (plástico, fórmica, metal).
   O processo que a polícia usa é, em essência, semelhante a esse, porém com materiais
   mais sofisticados, incluindo alguns que permitem investigar materiais não-lisos e
   porosos, como o papel.




5. Construindo parte do sistema respiratório

Material Necessário:

 Um copo plástico grande e transparente (ou garrafa pet cortada ao meio usa-se a parte
   superior com a tampa)
 Dois balões (um menor e um maior – o maior pode também ser substituído por uma luva
   cirúrgica
 Um tubo fino e rígido (semelhante a tubo de caneta – não pode ter furo do lado)
 Tesoura sem ponta
 Massa de modelar
 Fita adesiva
 barbante

                                                                                          35
Procedimento
1. Peça a um adulto que faça um furo no copo, de modo que o tubo encaixe perfeitamente
   e fique ajustado.




2. Coloque na boca do tubo um balão, fixando-o com o barbante.




3. Passe o tubo pelo furo feito no copo, de modo que o balão fique do lado de dentro do
   copo.
4. Coloque um pouco de massa de modelar no fundo do copo, em volta do tubo, para
   evitar a passagem de ar.
5. Corte o outro balão ao meio e encaixe-o na boca do copo, deixando-o esticado. Fixe-o
   firmemente com fita adesiva na boca do copo, conforme mostra a ilustração.




6. Segure o copo com uma das mãos e, com a outra, puxe o balão fixado no fundo do
   copo.




Análise dos resultados (Sugestão)
a) Analisando o modelo e comparando-o com o corpo humano, responda:
    O que representa o balão menor colocado no interior copo?
    E a borracha do balão maior?
    E o copo?
    Qual parte do corpo está sendo representada pela caneta?
b) Ao puxar o balão fixado no fundo do copo, o que aconteceu com o balão que estava
   dentro do copo?
c) Como você explica o que aconteceu com o balão dentro do copo?

                                                                                    36
d) Comparando o modelo com o processo respiratório que ocorre no organismo,
   responda:
    O que é simulado quando se puxa a borracha de balão maior para baixo?
    E quando a borracha retorna para posição inicial?



6. Variação do diâmetro torácico na inspiração e na expiração

Comentário:
Esta experiência deve ser feita por duplas de pessoas do mesmo sexo.

Material Necessário:
 Fita métrica

Procedimento
1. Um membro da dupla deve se posicionar a fita métrica ao redor do
   tórax do outro, um pouco acima da última costela.
2. O membro da equipe que tem a fita ao redor do tórax deve expirar
   (soltar ar) o máximo que puder e quem está com a fita deve
   rapidamente medir o diâmetro torácico, como mostra a figura A. A
   seguir , a medida deve ser repetida após a pessoa inspirar (deixar
   entrar ar) o máximo possível, como na figura B.
3. Ambos trocam de papéis e repetem o procedimento.


7. Coletando o ar expirado

Material Necessário:
 Garrafa plástica descartável de refrigerante de 2 litros
 Mangueira de plástico com cerca de 40 centímetros de comprimento
 Balde plástico de 5 litros
 Água

Procedimento

1. Coloque água até a metade do balde.
2. Encha completamente a garrafa com água.
3. Tape a boca da garrafa com a palma da mão e vire-a de cabeça para baixo, sem deixar
    a água cair.
4. Mantenha a garrafa tapada e mergulhe a boca da garrafa na água do balde. Retire sua
    mão da boca da garrafa; esta deve permanecer submersa. Note que a água permanece
    na garrafa.



                                                                                    37
5. Segure a garrafa com uma das mãos ( ou peça a alguém que a segure para você) e,
    com a outra mão, enfie uma ponta da mangueira dentro da garrafa.
6. Inspire fundo. Coloque a outra ponta da mangueira na boca e assopre delicadamente
    por ela o máximo de ar que conseguir. O ar expirado fica coletado na garrafa e,
    simultaneamente, o nível da água na garrafa desce. Você consegue encher com ar a
    garrafa de 2 litros?




8. Comparação entre a pulsação e a freqüência respiratória

Comentário:
Esta experiência deve ser feita por grupos de 3 pessoas.

Material Necessário:

 Relógio que marque segundos
 Lápis
 Caderno

Procedimento

1. Para medir a pulsação de uma pessoa posicionam-se os dedos indicador e médio
   conforme mostrado na figura C e conta-se, durante 1 minuto, quantas vezes a artéria
   que está abaixo desses dois dedos pulsa.
2. A figura D ilustra o procedimento geral desta experiência. Um dos integrantes marca 1
   minuto e, nesse intervalo de tempo mede a pulsação do companheiro. O outro
   integrante conta quantas vezes ele respira nesse mesmo intervalo de tempo de 1
   minuto, o que é chamado de freqüência respiratória.
   Atenção: deve-se contar o conjunto de uma inspiração e de uma
   expiração como uma única respiração.
3. Os resultados devem ser anotados. O número de pulsações e o de
   respirações coincidem?
4. A seguir, os integrantes do grupo trocam de lugar e repetem o
   procedimento. Todos devem ter a pulsação e a freqüência respiratória
   medidas e anotadas.
5. Todo o procedimento deve ser repetido. Mas, desta vez, antes de ter a
   pulsação e a freqüência respiratória medidas o aluno deverá ter
   realizado alguma atividade física moderada, como, por exemplo, fazer
   30 polichinelos.


                                                                                     38
9. Estudo de um coração ovino/bovino dissecado

Material Necessário:

   Coração de carneiro ou de boi
   Luvas cirúrgicas
   Recipiente plástico
   Tesoura e bisturi
   Pinças
   Caderno, lápis e borracha para desenho

Procedimento:

1. Calce as luvas e coloque o coração de carneiro ou de boi no recipiente plástico. Você
   irá manipular o coração com as pinças. Observe atentamente o coração. Perceba que a
   região com a ponta define os lados (direito e esquerdo) do coração: nessa região, mais
   firme e muscular, está localizado o ventrículo esquerdo; do outro lado está o ventrículo
   direito. Faça um desenho das estruturas que você observou na superfície externa do
   coração (as do lado esquerdo e as do lado direito). Identifique e nomeie as estruturas
   que você desenhou comparando-as com as das figuras A e B abaixo.




2. Durante a dissecação seu professor (a) utilizará, além do bisturi, as tesouras. Observe
   atentamente o interior do coração. Identifique algumas estruturas internas, como
   cavidades, válvulas e vasos sanguíneos. Faça outro desenho do coração, após o corte;
   nomeie as estruturas.
3. Observe a espessura da parede muscular e o tamanho dos dois ventrículos. Tente
   estabelecer alguma relação com a função que cada ventrículo executa.
4. Elabore no seu caderno uma sequência de desenhos que explique o funcionamento das
   válvulas cardíacas.

10.    Ouvindo as batidas do coração

Material Necessário:

 Dois funis
 Mangueira de plástico de 50 cm de comprimento, que encaixe no funil (há
   supermercados que vendem funis já acoplados a mangueiras, para uso em veículos).
 Fita adesiva (se necessário)

                                                                                        39
Procedimento

1. Introduza um funil em cada uma das pontas da mangueira, com mostra a ilustração. Use
    a fita adesiva (se necessário) para fixar os funis na magueira.




2. Auscultar significa ouvir ruídos internos do organismo, por exemplo, os batimentos
   cardíacos (do coração). Use o estetoscópio que você construiu para auscultar o seu
   próprio coração e o de outras pessoas. Para que os batimentos cardíacos possam ser
   escutados, é necessário fazer a experiência em local silencioso e a roupa da pessoa
   que tem o coração auscultado não deve ser muito grossa.




11. Quantas vezes por dia todo o nosso sangue circula pelo coração?

Você já pensou no número de batimentos que o seu coração faz por dia? É mais ou menos
que 10000? Qual o volume de sangue que seu coração bombeia diariamente? Quantas
vezes os 5 litros de sangue do nosso corpo passam pelo coração? Essas e outras
questões serão respondidas fazendo-se a atividade a seguir.

Material necessário

 Um relógio que marque segundos ou um cronômetro.

Procedimento

Para calcularmos quantas vezes nosso coração bate por dia, devemos, em primeiro lugar
determinar quantas vezes ele bate em um tempo pequeno, um minuto, por exemplo.
1. Coloque os dedos indicador e médio no pulso (na direção do dedão) ou no pescoço e
   localize uma grande artéria para você contar quantas pulsações ocorrem em um
   minuto. Cada pulsação corresponde a um batimento cardíaco.
2. Conte quantas vezes a sua pulsação acontece em trinta segundos. Para facilitar, o
   professor (ou outro aluno) deverá marcar o tempo. Ele deverá avisar o início e o fim da
   contagem.


                                                                                        40
Análise dos resultados (Sugestão)

1. Quantas pulsações você contou em trinta segundos?
2. Então quantas vezes o seu coração bate durante um minuto?
3. Se você estivesse fazendo exercício na aula de Educação Física, o número de
   batimentos cardíacos seria maior ou menor do que o medido na questão b?

Os números encontrados para cada pessoa podem variar segundo o sexo, a idade, a
atividade física, entre outros fatores, porém, o número médio de batimentos do coração em
adultos, em repouso, é de 72 vezes por minuto. Vamos tomar esse valor como padrão para
os nossos cálculos. Em geral, o coração dos adolescentes bate um pouco mais rápido do
que o dos adultos.

Procedimento

3. Já sabemos quantas vezes o coração bate por minuto, agora vamos calcular quantas
   vezes ele bate por dia. Para isso, multiplique o número de pulsações que acontecem
   em um minuto por 60 ( 1 hora=60 min) e em seguida por 24 (1 dia = 24 horas).

Análise dos resultados (Sugestão)

4. Quantas vezes bate por dia o coração de alguém que está em repouso? Considere o
   número médio de batimentos cardíacos de um adulto.

12. Observando a capacidade da bexiga

Observe a seguir algumas informações sobre a bexiga e a capacidade que ela possui de
armazenagem da urina.
A bexiga é um órgão oco, de parede musculosas, que tem a capacidade de se dilatar à
medida que se enche de urina.
Sua capacidade de armazenagem em uma pessoa adulta é de 700 a 800 mililitros (ml) de
urina.
Quando a quantidade de urina atinge cerca de 300 ml, inicia-se no organismo um desejo
consciente de urinar.


Material Necessário:

   Um balão
   Um funil
   Copo medidor
   Água




                                                                                       41
Procedimento

1. Coloque 300 ml de água dentro de um balão.
   Para isso utilize um copo medidor como mostra a ilustração ao lado.
   Esse volume de água representa a quantidade de urina armazenada na bexiga de um
   adulto, que estimula a vontade de urinar.
2. Coloque agora 800 ml de água no balão. Esse volume representa a capacidade
   máxima da bexiga de uma pessoa adulta.




13.   Tudo se transforma em nosso corpo

Material Necessário:
 Bolachas doces ou salgadas
 Folhas de papel toalha
 Lápis ou caneta.

Procedimento
1. Separe quatro folhas de papel toalha e escreva os números 01, 02, 03 e 04,
    respectivamente, um em cada folha para identificar as quatro etapas da experiência.
2. Identificadas as folhas, coloque cada uma em um espaço na mesa de trabalho. Feito
    isso, inicie a experiência.
    Etapa 1: Coloque uma bolacha na boca, mastigue-a duas vezes e devolva-a no papel
    toalha.
    Etapa 2: Coloque outra bolacha na boca, mastigue-a seis vezes, devolvendo-a no papel
    toalha.
    Etapa 3: Faça o mesmo com a terceira bolacha, mastigando-a doze vezes e
    devolvendo-a no papel toalha.
    Etapa 2: Coloque a quarta bolacha na boca, mastigue-a vinte vezes, devolvendo-a no
    papel toalha.

Análise dos resultados (Sugestão)

a) O que aconteceu com o alimento, nas quatro diferentes etapas do experimento? Que
   diferença você observou na textura e no aspecto da bolacha mastigada ao longo das
   quatro etapas do experimento?
b) Explique como isso acontece.
c) Você consegue identificar o que agiu sobre o alimento que o fez modificar-se ao longo
   desse processo?

                                                                                     42
14.   O que acontece quando os alimentos são mastigados?

Material Necessário:
 Um frasquinho de iodo com conta-gotas
 Dois copos com água, de preferência mineral ou fervida
 Duas bolachas
 Sua saliva

Procedimento
1. Esmague uma bolacha com as mãos, misturando-a em um copo com água.
2. Em outro copo com água deposite uma bolacha já mastigada pelo menos umas 10 a 20
   vezes.
3. O professor pingará uma gota de iodo em cada copo com água.
4. Observe o que aconteceu.

Comentário:
“O iodo é um indicador da presença de amido. Na presença do amido, o iodo deixa a água
azul escura ou negra.

15. Simulando o funcionamento do sistema digestório

Material Necessário:
 Tubos flexíveis de borracha
 Bexigas de diferentes tamanhos
 Canudinhos do tipo sanfonados
 Uma garrafa plástica do tipo pet, de 2 litros (ou a sua escolha)
 Cola
 Elásticos de borracha para prender os tubos

Procedimento
1. Com a ajuda de um adulto, recorte a boca da garrafa.
2. Agora, selecione os materiais que você vai usar para representar o
Sistema Digestório. A garrafa plástica que você recortou irá simular o seu
abdômem.
3. Localize a boca, fazendo um orifício.
4. Conecte um canudinho ou um tubo de borracha para representar o
esôfago.
5. Escolha uma bexiga vazia, para representar o estômago.
6. Encha duas bexigas de tamanhos menores com água, amarre seus
orifícios e ligue-as ao Sistema Digestório, para representar os órgãos
cheios, ou seja, o pâncreas e o fígado.
7. Utilize outros tubos de borracha ou canudinhos retráteis para
representar os intestinos (grosso e delgado) e o reto. E, finalmente, o
orifício final, o ânus.

                                                                                    43
Comentário:
Para fazer esse Sistema Digestório funcionar, você pode utilizar bolinhas de isopor para
representar o alimento, fazendo-as percorrer toda a trajetória dos órgãos desse sistema.
No entanto, não se esqueça de que o tamanho das bolinhas de isopor deve ser menor do
que o orifício dos canudinhos que você usou.

16. Analisando os rótulos dos alimentos

Nesta atividade, você vai analisar e conhecer a composição de diversos alimentos que
consome durante o dia. No Brasil, há uma lei que obriga as empresas do ramo alimentício
a colocar a composição nutricional na embalagem dos produtos.

Procedimento
1. Escolha cinco alimentos e recorte da embalagem o quadro que apresenta a composição
nutricional.
2. Cole no caderno os rótulos e identifique cada alimento.
3. Analise os rótulos e compare-os quanto a composição nutricional.

Questões (sugestão)
1. Faça uma lista dos componentes que aparecem nos rótulos.
2. Escreva qual componente aparecem em maior quantidade em cada alimento que você
    selecionou.
3. Aparecem os mesmo componentes nutricionais em todos os rótulos?O

Os alimentos que comemos são compostos por carboidratos, lipídios (gorduras), proteínas,
sais minerais, vitaminas e água. Essas substâncias químicas presentes nos alimentos que
ingerimos são conhecidas como nutrientes e casa uma delas exerce funções importantes
no nosso corpo. Os nutrientes, quando presentes nas células, proporcionam energia,
formam novos compostos corporais ou auxiliam no funcionamento dos processos químicos
vitais. Em qualquer ser vivo, a energia é importante para que as células realizem suas
atividades.

4. Retornando aos rótulos dos alimentos, qual deles apresenta maior quantidade de
   carboidrato? E qual apresenta a menor?

17. Obtenção de açúcares

Material Necessário:
 1 cacho de uvas. Observação: dependendo da localidade e da época do ano, poderá
  ser escolhido outro tipo de fruto.
 Açúcar refinado de cana-de-açúcar
 1 prato
 1 colher ou socador
 Água

                                                                                      44
    Recipientes de vidro
    Funil, papel de filtro
    Gase
    Fita adesiva

Procedimentos

1. Em um prato, amassar com a colher ou socador de cinco a dez uvas.
2. Filtrar o suco obtido e colocá-lo em um recipiente pequeno de vidro.
3. Pegar um pouco dessa solução e colocá-la em outro recipiente de vidro.
4. Tampar a boca do recipiente com a gase, fixando-a com o auxílio da fita adesiva.
5. Deixar o recipiente em repouso de um dia para o outro. Colocá-lo em ambiente
   iluminado e arejado.
6. Dissolver em outro recipiente uma colher de açúcar refinada em água.

Análise dos resultados (Sugestão)

a) Compare a substância obtida do suco de uva com o açúcar refinado ( que é
   industrializado) e responda:
   - Há semelhanças entre essas duas substâncias? Quais?
   - Quais seriam as diferenças entre elas?
b) Qual tipo de açúcar foi obtido após a evaporação da água do suco da uva?


18. Verificando a presença de amido nos alimentos

Você irá realizar um teste químico em alguns alimentos. Dessa forma reconhecerá qual
tem amido em sua composição. Para isso, utilizará uma solução de iodo como um
indicador da presença de amido. A solução de iodo possui marrom-ferrugem e, quando ela
interage com amido, sofre transformação química apresentando cor azul, roxa ou preta.

Material Necessário:

  Uma fatia de batata crua
  Grãos de arroz cru
  Uma fatia de maça crua
  Uma fatia de mandioca crua
  Solução diluída de iodo (utilize a tintura de iodo comprada em farmácia e misture 1 ml
  da tintura de iodo em 9 ml de água)
 Proveta pequena ou seringa descartável sem agulha (a seringa será utilizada para
  medir os componentes da solução)
 Um conta gotas
 Cinco pires de fundo branco.


                                                                                       45
Procedimento

1. Inicialmente observe a coloração da solução de iodo antes dos testes. Para isso,
   pingue uma gota da solução de iodo em um dos pires.
2. Coloque um alimento em cada um dos outros pires (um pedaço de batata, maçã,
   mandioca e alguns grãos de arroz.
3. Pingue uma ou duas gotas de solução diluída de iodo em cada alimento.

Análise dos resultados (Sugestão)

a) Compare a cor em cada alimento. Houve alguma mudança?
b) Qual a coloração de cada alimento após a colocação da solução de iodo?
c) Em quais alimentos podemos concluir que há amido?

Comentário

Esse tipo de teste pode ser realizado em muitos alimentos ou mesmo em outros materiais
como, por exemplo, papel sulfite. Caso você pingue uma gota de solução de iodo no papel
sulfite branco, notará que ele fica roxo. É isso mesmo: utiliza-se amido para se fazer papel
sulfite branco.

Lista de alimentos que podem ser testados:
     Batata cozida
     Fatia de pão de fôrma
     Fatia de pão francês
     Fatia de bolo
     Arroz cozido
     Fatia de queijo
     Macarrão cru
     Macarrão cozido
     Laranja cortada
     Limão cortada
     Folha de alface
     Bolacha de água e sal
     Bolacha doce
     Fatia de torrada
     Óleo de milho
     Chocolate
     Rodela de tomate
     Rodela de banana
     Entre outros




                                                                                         46
19. Por que a mastigação é importante?

Material Necessário:

   Dois comprimidos efervecentes
   Água
   Dois copos transparentes
   Folha de papel

Procedimento

1. Coloque quantidades iguais de água nos dois copos (pouco mais que meio copo).
2. Pegue um comprimido efervescente e, sobre meia folha de papel, triture-o em pedaços
   bem pequenos.
3. Coloque, no mesmo instante, o comprimido efervescente inteiro em um dos copos e o
   comprimido triturado no outro.
4. Observe em que copo o material efervescente se transforma mais rapidamente.
   Observação: O comprimido é considerado dissolvido quando nenhuma de suas partes
   estiver produzindo bolhas

Análise dos resultados (Sugestão)

a) Em que copo o comprimido se dissolveu mais rapidamente?
b) Como você explica o resultado da atividade?

20. Enzima digestiva

Material Necessário:

   Clara de ovo cozido
   2 tubos de ensaio com tampa (cortiça ou borracha)
   Tesoura sem ponta
   Água
   Suco de abacaxi

Procedimento

1. Coloque água até a metade de um dos tubos. Coloque suco
   até a metade do outro tubo.
2. Corte com a tesoura dois cubinhos da clara cozida. Cada
   cubinho deve ter lado com cerca de 3 ou 5 milímetros.
3. Jogue um cubinho dentro de cada líquido. Veja a figura ao
   lado. Tampe os tubos e observe-os diariamente, por 5 dias.


                                                                                    47
21. Como atua a bile?

Material necessário

   2 copos
   Detergente
   Óleo de cozinha
   2 colheres das de sopa
   Água morna

Procedimento

1. Coloque água até a metade de cada copo. Adicione uma colherada de óleo em cada
   um.
2. Adicione uma colherada de detergente em apenas um dos copos. Mexa bem o
   conteúdo de ambos os copos e observe.

22. Identificando substâncias ácidas e alcalinas

No interior do tubo digestório há produção há produção de substância ácidas e alcalinas
(também chamadas de bases) que são fundamentais para o funcionamento das enzimas.
Nesta atividade, você irá classificar os materiais como ácidos e básicos, a partir da sua
interação com bicarbonato de sódio e fenolftaleína.

Material necessário

   Vinagre branco
   Leite de magnésia diluído
   Água sanitária diluída
   Suco de limão
   Solução de fenolftaleína
   Bicarbonato de sódio em pó
   Catorze copos transparentes (de preferência copos de plástico para café)
   Uma colher das de café
   Etiquetas

Procedimento

1. Para testar como o vinagre branco, o leite de magnésia, a água sanitária e o suco de
   limão comportam-se ao interagir com o bicarbonato de sódio, coloque-os em quatro
   copos até mais ou menos 1 cm de altura. Identifique cada um deles com uma etiqueta.
2. Adicione meia colher das de café de bicarbonato de sódio em cada um dos copos e
   observe.


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3. Para testar como o vinagre branco, o leite de magnésia, a água sanitária e o suco de
   limão comportam-se ao interagir com a fenolftaleína, repita o procedimento 1 fazendo
   uma nova bateria de quatro copos.
4. Adicione uma colher das de café da solução de fenolftaleína em cada um dos copos e
   observe se há mudança de cor.

Análise dos resultados (Sugestão)
a) Quais materiais interagem com o bicarbonato de sódio produzindo efervescência?
b) Quais materiais interagem com a fenolftaleína produzindo coloração rosada ou
   avermelhada?
c) Substâncias ácidas interagem com o bicarbonato produzindo bolhas. De acordo com
   os resultados (procedimentos 1 e 2), que substâncias são ácidas?
d) As substâncias alcalinas interagem com a fenolftaleína produzindo mudança de
   coloração para rosa ou vermelha. De acordo com os resultados (procedimentos 3 e 4),
   que substâncias são alcalinas?


23.   Testando um dos sentidos

Material Necessário:
 Um pedaço de papelão grosso
 Grãos de feijão
 Uma venda para os olhos
 Cola

Procedimento
1. Peça para um adulto cortar o papelão, cuidadosamente, em quadrados
   de 20 cm de lado.
2. Em cada um dos quadrados, façam um desenho. (Os alunos podem,
   também, escrever letras ou algarismos nos quadrados).
3. No contorno dos desenhos, colem os grãos de feijão.
4. Cubram os olhos de um dos colegas com a venda.
5. Espalhem os quadrados sobre uma mesa. Peçam ao colega que está
   com os olhos vendados que identifique o que está desenhado em cada
   um dos quadrados. Diga-lhe para tocar levemente, com a ponta dos
   dedos, os grãos de feijão que formam o contorno das figuras. Repita a
   atividade com outros colegas.

Análise dos resultados (Sugestão)

a) Quais foram os desenhos que vocês fizeram?
b) Quais foram os desenhos que vocês não conseguiram identificar?
c) Neste caso, qual é o sentido que nos permite identificar as formas desenhadas sobre o
   papelão?

                                                                                      49
24. Identificando a sensibilidade da pele ao toque: o tato

Comentário:

A sensibilidade da nossa pele ao toque está relacionada com a quantidade e a
proximidade dos receptores (terminações nervosas sensoriais).
Que área da nossa pele é mais sensível ao toque: os dedos, os braços ou as costas? Para
responder a essa questão, você deverá trabalhar em grupo e organizar, no caderno, uma
tabela com duas colunas e quatro linhas. A primeira linha deve ser preenchida com o
modelo a seguir. Na primeira coluna escreva as regiões da pele que serão testadas: ponta
de um dedo da mão, braço e outra área da sua escolha: perna, costas, por exemplo.

      Região da Pele          Menor distância em que são percebidos dois toques
   Ponta do dedo
   Braço
   Perna ou outra...

O objetivo da atividade é verificar a partir de qual distância não é mais possível, ou é mais
difícil, reconhecer que a pele está sendo tocada em dois pontos. Dessa forma, a
sensibilidade tátil que uma pessoa tem em várias áreas do seu corpo será testada.
Para isso, o teste deve começar com dois toques simultâneos distantes o suficiente para
que o voluntário perceba ambos os toques.
Para evitar que a resposta seja induzida, alterne testes com toques únicos, isto é, com a
ponta de apenas um clipe. As respostas a esses testes não precisam ser consideradas.

Material necessário

 Dois clipes de metal de tamanho médio (nº 2, por exemplo);
 Uma régua.

Procedimento
1. Desdobre uma das pontas de cada clipe. Ela será usada para tocar a pele do seu
   colega.
2. Decidam qual o colega do grupo será voluntário para a atividade.
3. Peça ao colega que feche os olhos (se achar necessário, poderá usar uma venda).
4. Faça quantos testes forem necessários na ponta de um dos dedos da mão do colega
   voluntário, preferencialmente o indicador, o anular ou o médio.
   Atenção: O toque não precisa ser muito rápido nem muito forte.
5. Com uma régua, meça, aproximadamente, a distância em que o seu colega passou a
   ter dificuldade em identificar o toque dos dois clipes. Anote o resultado na tabela
   copiada no caderno.
6. Repita os procedimentos de C até E no braço do mesmo voluntário.
7. Repita os procedimentos de C até E na outra área escolhida do corpo do voluntário: a
   panturrilha ou as costas, por exemplo.

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Análise dos resultados (Sugestão)
a) Qual a distância em que o colega tem dificuldades para identificar os dois toques dos
   clipes na ponta do dedo?
b) Qual a distância em que o colega começa a ter dificuldade para identificar os dois
   toques dos clipes no braço?
c) Qual a distância dos clipes na outra região do corpo testada?
d) Os resultados obtidos nesta atividade permitem concluir qual das áreas testadas tem
   maior número de receptores ao toque? Qual é essa área?
e) Compare os resultados com os dos outros grupos. Os valores encontrados foram os
   mesmos?

25. O gosto do cheiro ou cheiro do gosto?

Comentário
O objetivo desta atividade é obter informações que ajudem a entender a relação entre
paladar e olfato.
Organize o seu grupo e distribua a função e a responsabilidade de cada colega na
atividade. Um será encarregado de preparar as gelatinas e providenciar as colheres. Outro
vai anotar os resultados na tabela. Um terceiro será voluntário para o teste do paladar.
Uma vez feita a distribuição das tarefas, o responsável pelas gelatinas deve pedir ajuda a
um adulto da sua casa e preparar com antecedência o material. Mantenha as gelatinas na
geladeira e transporte-as para a sala de aula em um saco plástico limpo (sem uso) dentro
de um pequeno isopor ou pote plástico com gelo.

Material necessário
 Três colheres das de chá (uma para cada sabor de gelatina);
 Dois guardanapos de papel
 Três sabores diferentes de gelatina (abacaxi, tangerina, limão, morango, framboesa,
  pêssego, laranja, uva ou outra), preferencialmente de cores diferentes, em copos
  plásticos para café. Não utilize gelatinas que sejam misturas de sabores – frutas
  tropicais, por exemplo.

Procedimento
1. Prepare uma tabela no caderno conforme a sugerida a seguir. Escreva os sabores das
   gelatinas que você usará nos testes.

    Sabor da gelatina utilizada              Resposta do voluntário quanto está...
           nos testes             ...tapando o nariz           Sem tapar o nariz
   Laranja
   Morango

2. Solicite ao voluntário que fique sentado e informe-o de que nos testes será utilizada
   apenas gelatina. Dê a ele um guardanapo, para que o utilize se necessário.
3. Peça ao colega que mantenha os olhos fechados ou coloque um lenço vendando os
   seus olhos.

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4. Com uma colher limpa, pegue uma porção de uma das gelatinas que está em um dos
   copos de plásticos.
5. Peça a um colega que tape o nariz do voluntário e ponha na boca dele a gelatina da
   colher. O nariz do colega que está testando o sabor dos alimentos deverá ficar tapado
   até que ele engula a porção de gelatina que lhe foi oferecida. Pergunte qual o sabor
   que ele está sentindo. Lave a colher e deixe-a junto ao copo de gelatina. Anote o
   resultado na segunda coluna da tabela que preparou. Não informe ao colega voluntário
   os sabores que serão testados.
6. Repita os procedimentos de 3 e 5, utilizando os outros dois copos de gelatina.
   Nesta situação, é comum as pessoas dizerem que não sentiram o gosto do alimento.
   Não dê informações sobre o acerto ou o erro dos sabores testados. Isso só deve ser
   feito no fim da atividade.
7. Após os testes com o nariz tapado, é hora de repeti-los. Agora, com o nariz destapado
   e vendo os alimentos que foram usados. Diga ao colega que ele vai fazer outros testes,
   porém usando também os sentidos da visão e da olfação.
8. Dê ao voluntário uma das gelatinas que foi usada na primeira etapa. Não repita os
   testes na mesma sequência da primeira etapa da atividade.
9. Após a degustação de cada uma das gelatinas, anote os resultados na terceira coluna
   da tabela que montou no caderno.

Análise dos resultados (Sugestão)
a) A degustação da gelatina com o nariz tapado permitiu ao voluntário identificar todos os
   sabores das gelatinas que comeu? Quais os sabores que ele teve maior dificuldade em
   identificar?
b) Ao utilizar a olfação e a visão, além da gustação, o colega conseguiu identificar os
   sabores das gelatinas?
c) Por que as pessoas resfriadas ou gripadas tem dificuldades em sentir o gosto dos
   alimentos?
d) Quais são os sentidos envolvidos na determinação dos sabor dos alimentos?

Comentário
Esta atividade pode ser realizada também com balinhas de formato idêntico, mas sabores
diferentes.

26. Funcionamento do aparelho auditivo humano

Material necessário
 Tigela redonda
 Elástico forte
 Panela metálica
 Pedaço de plástico
 Colher de pau
 Grãos de arroz cru


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Procedimento

1. Cubra a boca da tigela com o plástico e prenda-o nas laterais com o
   elástico. Veja a figura. Certifique-se de que o plástico esteja bem
   esticado.
2. Espalhe alguns grãos de arroz sobre o plástico.
3. Aproxime a panela do plástico, sem encostar nele ou na tigela. Bata
   com a colher de pau na panela e observe o que acontece com os
   grãos de arroz.

Comentário
A experiência nos ajuda a responder a seguinte pergunta: Como nosso ouvido capta as
ondas sonoras? Ao bater na panela, os grãos de arroz pulam. A batida na panela produz
vibrações no seu metal, que são transferidas par o ar e nele se propagam como ondas
sonoras. Parte dessas ondas atinge o plástico esticado e faz com que ele comece a vibrar.
Como conseqüência, vemos os grãos de arroz pularem.O plástico esticado e os grãos de
arroz funcionam como um detector para as ondas sonoras.

27. Simulando o funcionamento do olho humano

Material necessário
 Papel de seda branco
 Papel cartão (de qualquer cor)
 Tesoura sem ponta
 Fita adesiva
 Lente de aumento
 Sala pouco iluminada, com uma janela aberta, que dê visão para uma paisagem bem-
  iluminada pelo Sol.
 Régua e lápis ou caneta

Procedimento
1. Recorte um pedaço retangular de papel cartão, com lados medindo
   25 centímetros e 20 centímetros. No centro dele, desenhe um outro
   retângulo com lados de 19 centímetros e 14 centímetros e recorte-o,
   de modo a obter uma moldura retangular de espessura 3
   centímetros, como mostra a figura A.
2. Recorte um pedaço retangular de papel de seda com lados de 21
   centímetros e 16 centímetros e cole-o com fita adesiva na moldura,
   como aparece na figura B
3. Na sala pouco iluminada, volte-se de frente para a janela. Segure a
   moldura e a lente de aumento como aparece na figura C. Movimente
   a lente devagar até conseguir projetar a imagem da janela no papel
   de seda. A imagem está direita ou invertida ( de cabeça para baixo)?


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28. Utilidade da visão binocular

Material necessário
 Ajuda de um colega
 Dois lápis

Procedimento

1. Você e seu colega seguram um lápis cada um e ficam a 1 metro de distância, um de
   frente para o outro.
2. Mantendo um olho fechado o tempo todo, você e seu colega devem tentar encostar a
   ponta dos dois lápis, como mostra a figura.
3. Repitam o procedimento, mas com ambos os olhos abertos. A que conclusão vocês
   chegam.

29. Músculos antagônicos

Comentário
Todo movimento voluntário do nosso corpo (moverá, as pernas, os braços, o dedos da
mão, por exemplo) está relacionado à associação entre músculos e ossos. Nesta atividade,
você vai montar um modelo para analisar a ação de diferentes ossos e músculos do braço.

Material necessário
 Papelão grosso
 Régua
 Cinco parafusos (3 cm de comprimento)
 Dois elásticos
 Tesoura sem ponta
 Lápis
 Cinco rolhas de cortiça

Procedimento
1. Recorte o papelão nas formas e nas dimensões indicadas na figura
   ao lado.
2. Prenda as duas peças com a rolha e o parafuso nos locais indicados
   pelo número 1.
3. Agora coloque os parafusos nos locais indicados pelo número 2. Não
   aperte todo o parafuso na rolha. Deixe um espaço de até 0,5 cm entre
   a cabeça do parafuso e o papelão para poder prender os elásticos.
4. Não se esqueça de escrever as letras A, B e C no papelão, conforme
   a figura. Coloque os elásticos unindo os parafusos do papelão A com
   os do papelão C.
   O modelo que você montou refere-se ao ombro, ao braço, ao
   antebraço e à mão.

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a) Com base na figura, quais ossos do corpo estão representados pelas partes A, B e C
   do modelo?

Nesse modelo, os elásticos representam dois músculos diferentes: o bíceps e o tríceps.
5. Coloque o modelo na posição que corresponderia ao braço esticado e meça o
   tamanho do elástico que representa o bíceps.
6. Mova a parte C do modelo em direção à parte A e meça novamente o tamanho do
   elástico que corresponde ao bíceps.




b) Nesse caso, o elástico que representa o músculo bíceps aumentou ou diminuiu de
   tamanho?

7. Repita os procedimentos E e F, agora medindo o elástico que representa o músculo
   tríceps.

c) O elástico que representa o músculo tríceps aumentou ou diminuiu de tamanho?

Na representação, o elástico que fica menor corresponde ao nosso músculo contraído e o
fica maior corresponde ao músculo relaxado.
8. Agora deixe o braço do modelo esticado.

d) O bíceps ficou contraído ou relaxado?
e) O tríceps ficou contraído ou relaxado?

30. O que acontece com os músculos?

Procedimento 1

1. Coloque-se entre os batentes de uma porta estendendo os braços de forma que o
   dorso de suas mãos encoste nos batentes. Observe a figura ao lado.




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2. Faça força com as mãos como se as estivesse empurrando contra os batentes da
   porta. Empurre o mais forte que puder!
3. Conte até 30, lentamente, enquanto exerce a força.
4. Ao fim da contagem, retire rapidamente as mãos do batente, deixando cair os braços
   ao longo do corpo.
5. Observe o que acontece com seus braços.

Procedimento 2

1. Coloque alguns clipes numa caneta ou lápis, conforme mostra a figura.




2. Segure na ponta da caneta/lápis e aproxime-se de uma mesa. Tente segurar a caneta
   com os clipes de modo que estes quase toquem a superfície da mesa.
3. Tente não se mexer e mantenha a caneta com os clipes em repouso.
4. Observe o que acontece.

Análise dos resultados (Sugestão)

a) No primeiro experimento, o que você sentiu logo que retirou as mãos dos batentes da
   porta?
b) No segundo experimento, o que acontece com o braço após algum tempo?
c) Discuta com seus colegas e busque explicações para os dois casos acima. Se
   necessário pequise em outros livros.

31.    Um pequeno Kit de ossos

Material Necessário:

   Radiografias
   Imagens do esqueleto humano
   Ossos de galinha (sobras de refeição)
   Uma caixa de sapatos
   Um envelope grande
   Saquinhos plásticos pequenos
   Etiquetas
   Fita adesiva



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Procedimento

1. Para que possamos guardar em saquinhos os ossos de galinha é
   necessário limpá-los e deixá-los secar vários dias ao Sol.
   Para isso utilizem uma bandeja.
   Não se esqueçam de recolhê-los todo final de tarde para que não
   peguem umidade durante a noite.

2. Após os ossos estarem bem secos, coloquem cada um deles em um
   saquinho de plástico transparente. Façam também uma etiqueta
   informando o nome do osso, o animal ao qual ele pertence, quando foi
   feita a coleta e quem o coletou.
   Fechem o saquinho com fita adesiva.

3. Depois de guardarem em saquinhos e etiquetarem todos os
   ossos, guardem-nos em uma caixa de sapatos.

4. Procurem identificar a que parte do corpo da galinha cada um dos
   ossos pertence. Desenhem os ossos no caderno e anotem as
   conclusões
   Esse trabalho pode ser realizado por toda a turma, e a caixa de sapatos pode ficar
   guardada em um armário na escola.

5. Observem atentamente as radiografias que vocês coletaram e identifiquem nelas a
   parte do corpo que foi radiografada.
   Façam uma etiqueta informando qual é a parte do corpo apresentada na imagem,
   quando a radiografia foi feita e coloquem também o nome de quem a trouxe. Isso os
   ajudará a encontrá-la com facilidade caso fique guardada no armário da escola.

6. Guardem todas as radiografias e outras imagens do esqueleto humano que vocês
   coletaram em um envelope grande.


32. Móbiles de esqueletos

A proposta desta atividade é a montagem de móbiles representando esqueletos.

Material necessário

   Cartolina branca
   Tesoura
   Lápis
   Cola
   Linha branca
   Palito de sorvete ou churrasco

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Procedimento
1. Você pode escolher um animal (peixe, anfíbio, réptil, ave ou mamífero) e fazer um
   desenho esquemático dos ossos de seu esqueleto.
2. Repita esse desenho em diversos tamanhos.
3. Corte as peças e amarre-as com a linha branca.
4. Pendure em um palito de churrasco ou de sorvete de tal modo que o conjunto fique
   equilibrado.
5. Enfeite sua sala de aula ou o seu quarto de dormir pendurando o móbile no teto.

Comentário
Essa atividade pode ser feita com vários temas: frutas, folhas, órgãos, tudo depende da
criatividade.

33. A célula, a unidade do ser vivo

Material necessário
 Microscópio
 Lâminas
 Lamínulas
 Lugol
 Água
 Talo de Salsão, cebola, ou caule de planta coleus
 Caderno, lapis

Procedimentos
Como preparar uma lâmina com um corte cebola para observação ao microscópio óptico
1. Adicione uma gota de corante (lugol) sobre a lâmina.
2. Com o auxílio de uma pinça, retire cuidadosamente um fragmento da epiderme de uma
   cebola.
3. Corte com uma tesoura de pontas arredondadas um pequeno fragmento para colocar
   na lâmina, sobre a gota de corante.
4. Coloque verticalmente a lamínula sobre a epiderme que for colocada na lâmina,
   evitando a formação de bolhas de ar, que prejudicam a visualização.
5. Coloque a lâmina sobre a platina do microscópio, regule o aumento e observe a
   preparação.

Como preparar uma lâmina com um corte de talo de salsão ou coleus para observação
ao microscópio óptico
1. Escolher o corte mais delgado do talo de salsão e do coleus. Colocá-lo sobre a lâmina.
2. Com o conta-gotas, pingar levemente uma gota de lugol sobre a lâmina.
3. Cobrir com a lamínula, com cuidado para não fazer bolhas de ar entre a lâmina e a
   lamínula, o que dificulta a observação do material.
4. Observar ao microscópio primeiramente sob o menor aumento. Diferenciar as células
   da borda do talo e as do centro.

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5. Desenhar o que foi observado.
6. Observar o mesmo material sob o maior aumento. Desenhar o que foi visto.
7. Colocar um pedaço da película do caule do coleus sobre a lâmina e pingar levemente
   uma gota de lugol. Cobri-lo com a lamínula, tendo o mesmo cuidado anterior.
8. Observar em menor e maior aumento. Desenhar o que foi visto.

Nota: Colocar uma gota de lugol sobre a lâmina sempre que julgar necessário ( a lâmina
não deve secar totalmente).

34. Modelo tridimensional de célula animal e de uma célula vegetal

Material necessário

   Figuras de células
   Retalhos de panos
   Macarrão cru
   Massa de modelar de diversas cores
   Pedaços de plásticos
   Pequenas embalagens vazias de diversos produtos
   Fios de linhas, de lã ou de náilon
   Papel
   Papelão
   Bolinhas de isopor
   Sementes diversas
   Varetas de madeira
   Barbante
   Fita adesiva


Atenção: estas são algumas sugestões de materiais que podem ser usados, mas você
poderá usar outros que se assemelham as partes que estão sendo representadas.
Não utilize matérias que possa se quebrar, vidros, por exemplo, e provocar algum
acidente. Procure sempre materiais que seriam descartados ou que possam ser utilizados
em pequena quantidade. Não desperdice material.

Procedimento

1. Selecione algumas figuras de células, que podem ser encontradas em livros didáticos
   de Ciências, na internet, em revistas, em enciclopédias ou em outra fonte gráfica.
2. Estude as diferenças observáveis que existem entre as células animais e as células
   vegetais. Assim, você poderá, em grupo, planejar que matérias serão usados para fazer
   o modelo tridimensional dos dois tipos de células.
3. Monte o modelo, procurando sempre que possível preservar o máximo as
   semelhanças do material representativo com a figura da célula.

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4. Após realizar o modelo, faça um desenho dele e coloque os nomes das estruturas que
   observou nas figuras pesquisadas.
5. Os nomes das estruturas podem ser colocados também no modelo e pode-se fazer um
   cartaz com as funções dessas estruturas.

35. Membrana plasmática

Material necessário

   Um ovo cru bem lavado, com água e sabão
   Um recipiente fundo (pode ser um copo)
   Açúcar
   Água potável
   Corante de qualquer cor usado em culinária, como anilina

Procedimento

1. Retire uma pequena “tampa” do ovo e despreze a clara e a gema.
   Retire com cuidado um pouco da casca do fundo do ovo, deixando a
   membrana interna preservada.
2. Coloque água no copo até mais ou menos dois terços. Misture um
   pouco de açúcar e corante em água e coloque essa mistura dentro do
   ovo até atingir aproximadamente a metade.
3. Coloque o ovo no copo, com a parte quebrada para cima e a membrana
   exposta para baixo, de maneira que fique boiando na água.
4. A água que está dentro do ovo é doce e colorida, e a água do copo é
   incolor e insípida. Será que a água doce e colorida vai sair do ovo? Será
   que a água do copo entrará no ovo.
5. Observe o experimento por algum tempo. Veja o que acontece e anote
   suas observações no caderno.


Comentário

O que se observa nesse experimento é semelhante ao que ocorre nas células: a água tem
passagem livre pela membrana plasmática, mas partículas maiores são retidas por ela.
Por isso, dizemos que a membrana plasmática é semipermeável, isto é, por ela passa o
solvente, que é a água, mas não passam partículas dissolvidas maiores.
A membrana sob a casca do ovo não é a membrana plasmática, mas também é
semipermeável. Existem outros materiais que também são semipermeáveis, como o papel
celofane, por exemplo.
O experimento com o ovo é muito interessante, pois permite visualizar bem o fenômeno
que se deseja.


                                                                                   60
36. Construindo uma arvore genealógica

Árvore genealógica é uma representação gráfica dos integrantes de uma família. Seu
tamanho depende do número de pessoas que faz parte da família e das gerações
incluídas.
Veja a árvore genealógica construída por Ana Francisca para representar a família dela,
com o nome e a data de nascimento de cada integrante.




Agora, com a ajuda de um adulto de sua família, construa a sua árvore genealógica.
Você vai precisar de algumas fotografias de seus avós, seus pais, seus irmãos e sua
também.
Em uma cartolina, faça um esquema como o desenhado por Ana Francisca.
Cole em cada quadro a fotografia dos integrantes de sua família e escreva o nome e a data
de nascimento de cada um deles.
Caso você não possua a fotografia de algumas pessoas da família, desenhe-as e escreva
o nome e a data de nascimento delas.

Questões (sugestão)
a) Qual é a idade de cada um de seus avós?
b) Qual é a idade de sua mãe? Qual é a diferença de idade entre você e sua mãe?
c) Qual é a idade de seu pai? Qual é a diferença de idade entre você e seu pai?




                                                                                      61

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Apostila ser humano e a saúde

  • 1. Ser humano e a Saúde 1. Medindo Alturas Material Necessário:  Duas folhas de papel pardo de 1 m e 70 cm de comprimento.  Canetas  Fita métrica Procedimento 1. Com a ajuda de seu professor, cole as folhas de papel pardo na parede, a partir do chão. Numa delas escreva MENINAS, e na outra, MENINOS. O professor irá marcar a altura de cada menina e menino nos respectivos papéis. 2. Em seguida, retire as folhas da parede e com uma fita métrica meça as alturas marcadas. Anote as medidas obtidas por seu grupo no caderno. Análise dos resultados (Sugestão) a) Calcule a média de altura dos meninos da turma, somando os valores e dividindo o resultado pelo número de meninos. b) Repita esse procedimento para encontrar a média de altura das meninas. c) Faça um gráfico para representar a altura média dos meninos e das meninas de sua turma. Se necessário, peça a ajuda de seu professor. d) Compare a altura média de meninos e de meninas, representadas no gráfico. Nessa faixa etária em média, qual grupo é mais alto? e) O que você espera que aconteça com essa diferença daqui uns dois anos? 2. Representando nosso corpo Material necessário  Um papelão ou papel pardo do seu tamanho  Folhas de papel sulfite  Tesoura sem ponta  Lápis e canetinhas coloridas  Cola ou fita adesiva 32
  • 2. Procedimento 1. Deite-se no chão sobre o papelão e peça ao colega para contornas o seu corpo com um lápis. 2. Utilizando as canetinhas coloridas, desenhem os olhos, a boca, o nariz e outras partes que vocês acharem necessárias. 3. Pesquisem em livros sobre o corpo humano, a forma, o tamanho e o nome de órgãos internos do nosso corpo, como coração, estômago, pulmões, cérebro, entre outros. 4. Desenhem alguns desses órgãos e coloquem o nome em cada um deles.Após recortá- los, colem os órgãos nos locais corretos do boneco. Mostrem aos colegas o boneco que vocês fizeram e comparem-no com os bonecos construídos pelos demais colegas. 3. O contorno das mãos e dos pés e as impressões digitais Material Necessário:  Folhas de papel  Caneta Hidrocor  Lente de aumento Procedimento 1. Abra uma das mãos e coloque-a sobre uma folha de papel, contornando-a com uma caneta. Observe a seguir a indicação de como fazê-lo. Ao terminar, coloque o seu nome na folha e escreva mão esquerda e mão direita nos desenhos construídos. 33
  • 3. 2. Da mesma forma que você fez acima, contorne agora os pés com uma caneta, desenhando-os sobre uma folha de papel. 3. Compare os traçados das suas mãos e dos seus pés com os de alguns colegas, buscando semelhanças e diferenças entre eles. Anote o que você observou no caderno. 4. Utilizando a caneta hidrocor, pinte a ponta dos seus dedos como mostra a ilustração abaixo. Em seguida, carimbe a ponta de seus dedos em uma folha de papel, anotando se pertencem à mão esquerda ou à mão direita e indicando também o nome do dedo. Após carimbar os dedos das duas mãos observe os carimbos com a lente de aumento. 5. Compare as suas impressões digitais com as de alguns colegas, buscando semelhanças e diferenças entre elas. Observe com a ajuda da lente de aumento os padrões de cada impressão. Anote suas conclusões. 4. Coletando uma impressão digital Material Necessário:  Fita adesiva larga e transparente  Colher das de café  Folha de papel preto  Pano macio e que não solte fiapos  Copo de vidro liso e bem limpo  Pincel largo, limpo e macio  Tesoura sem ponta  Talco 34
  • 4. Procedimento: 1. Esfregue o copo bem limpo com o pano macio a fim de remover qualquer impressão digital que possa existir nele. 2. Pegue o copo de modo a encostar bem o polegar nele para deixar uma digital. É conveniente que você não tenha lavado as mãos com sabão ou detergente antes de experiência, pois a lavagem remove parte da gordura da pele, o que conduz a uma impressão digital muito fraca. 3. Agora você vai visualizar a impressão digital no copo. Despeje vagarosamente um pouco de talco sobre a lateral do copo e espalhe-o delicadamente com o pincel sobre o local em que deixou a impressão digital. O talco gruda nos locais em que a gordura da pele se fixou no vidro e torna a impressão digital visível (figura A). Assopre delicadamente ou chocoalhe o copo levemente, a fim de eliminar o excesso de talco. 4. Corte um pedaço de fita com cerca de 15 cm de comprimento. Estique esse pedaço de fita pelas pontas e cole-o no vidro sobre a impressão digital com talco. 5. Descole a fita do copo (o talco fica grudado nela) e cole-a sobre o papel preto (figura B) 6. Você acabou de coletar uma impressão digital deixada num vidro. Esse processo também funciona relativamente bem em outros objetos lisos (plástico, fórmica, metal). O processo que a polícia usa é, em essência, semelhante a esse, porém com materiais mais sofisticados, incluindo alguns que permitem investigar materiais não-lisos e porosos, como o papel. 5. Construindo parte do sistema respiratório Material Necessário:  Um copo plástico grande e transparente (ou garrafa pet cortada ao meio usa-se a parte superior com a tampa)  Dois balões (um menor e um maior – o maior pode também ser substituído por uma luva cirúrgica  Um tubo fino e rígido (semelhante a tubo de caneta – não pode ter furo do lado)  Tesoura sem ponta  Massa de modelar  Fita adesiva  barbante 35
  • 5. Procedimento 1. Peça a um adulto que faça um furo no copo, de modo que o tubo encaixe perfeitamente e fique ajustado. 2. Coloque na boca do tubo um balão, fixando-o com o barbante. 3. Passe o tubo pelo furo feito no copo, de modo que o balão fique do lado de dentro do copo. 4. Coloque um pouco de massa de modelar no fundo do copo, em volta do tubo, para evitar a passagem de ar. 5. Corte o outro balão ao meio e encaixe-o na boca do copo, deixando-o esticado. Fixe-o firmemente com fita adesiva na boca do copo, conforme mostra a ilustração. 6. Segure o copo com uma das mãos e, com a outra, puxe o balão fixado no fundo do copo. Análise dos resultados (Sugestão) a) Analisando o modelo e comparando-o com o corpo humano, responda:  O que representa o balão menor colocado no interior copo?  E a borracha do balão maior?  E o copo?  Qual parte do corpo está sendo representada pela caneta? b) Ao puxar o balão fixado no fundo do copo, o que aconteceu com o balão que estava dentro do copo? c) Como você explica o que aconteceu com o balão dentro do copo? 36
  • 6. d) Comparando o modelo com o processo respiratório que ocorre no organismo, responda:  O que é simulado quando se puxa a borracha de balão maior para baixo?  E quando a borracha retorna para posição inicial? 6. Variação do diâmetro torácico na inspiração e na expiração Comentário: Esta experiência deve ser feita por duplas de pessoas do mesmo sexo. Material Necessário:  Fita métrica Procedimento 1. Um membro da dupla deve se posicionar a fita métrica ao redor do tórax do outro, um pouco acima da última costela. 2. O membro da equipe que tem a fita ao redor do tórax deve expirar (soltar ar) o máximo que puder e quem está com a fita deve rapidamente medir o diâmetro torácico, como mostra a figura A. A seguir , a medida deve ser repetida após a pessoa inspirar (deixar entrar ar) o máximo possível, como na figura B. 3. Ambos trocam de papéis e repetem o procedimento. 7. Coletando o ar expirado Material Necessário:  Garrafa plástica descartável de refrigerante de 2 litros  Mangueira de plástico com cerca de 40 centímetros de comprimento  Balde plástico de 5 litros  Água Procedimento 1. Coloque água até a metade do balde. 2. Encha completamente a garrafa com água. 3. Tape a boca da garrafa com a palma da mão e vire-a de cabeça para baixo, sem deixar a água cair. 4. Mantenha a garrafa tapada e mergulhe a boca da garrafa na água do balde. Retire sua mão da boca da garrafa; esta deve permanecer submersa. Note que a água permanece na garrafa. 37
  • 7. 5. Segure a garrafa com uma das mãos ( ou peça a alguém que a segure para você) e, com a outra mão, enfie uma ponta da mangueira dentro da garrafa. 6. Inspire fundo. Coloque a outra ponta da mangueira na boca e assopre delicadamente por ela o máximo de ar que conseguir. O ar expirado fica coletado na garrafa e, simultaneamente, o nível da água na garrafa desce. Você consegue encher com ar a garrafa de 2 litros? 8. Comparação entre a pulsação e a freqüência respiratória Comentário: Esta experiência deve ser feita por grupos de 3 pessoas. Material Necessário:  Relógio que marque segundos  Lápis  Caderno Procedimento 1. Para medir a pulsação de uma pessoa posicionam-se os dedos indicador e médio conforme mostrado na figura C e conta-se, durante 1 minuto, quantas vezes a artéria que está abaixo desses dois dedos pulsa. 2. A figura D ilustra o procedimento geral desta experiência. Um dos integrantes marca 1 minuto e, nesse intervalo de tempo mede a pulsação do companheiro. O outro integrante conta quantas vezes ele respira nesse mesmo intervalo de tempo de 1 minuto, o que é chamado de freqüência respiratória. Atenção: deve-se contar o conjunto de uma inspiração e de uma expiração como uma única respiração. 3. Os resultados devem ser anotados. O número de pulsações e o de respirações coincidem? 4. A seguir, os integrantes do grupo trocam de lugar e repetem o procedimento. Todos devem ter a pulsação e a freqüência respiratória medidas e anotadas. 5. Todo o procedimento deve ser repetido. Mas, desta vez, antes de ter a pulsação e a freqüência respiratória medidas o aluno deverá ter realizado alguma atividade física moderada, como, por exemplo, fazer 30 polichinelos. 38
  • 8. 9. Estudo de um coração ovino/bovino dissecado Material Necessário:  Coração de carneiro ou de boi  Luvas cirúrgicas  Recipiente plástico  Tesoura e bisturi  Pinças  Caderno, lápis e borracha para desenho Procedimento: 1. Calce as luvas e coloque o coração de carneiro ou de boi no recipiente plástico. Você irá manipular o coração com as pinças. Observe atentamente o coração. Perceba que a região com a ponta define os lados (direito e esquerdo) do coração: nessa região, mais firme e muscular, está localizado o ventrículo esquerdo; do outro lado está o ventrículo direito. Faça um desenho das estruturas que você observou na superfície externa do coração (as do lado esquerdo e as do lado direito). Identifique e nomeie as estruturas que você desenhou comparando-as com as das figuras A e B abaixo. 2. Durante a dissecação seu professor (a) utilizará, além do bisturi, as tesouras. Observe atentamente o interior do coração. Identifique algumas estruturas internas, como cavidades, válvulas e vasos sanguíneos. Faça outro desenho do coração, após o corte; nomeie as estruturas. 3. Observe a espessura da parede muscular e o tamanho dos dois ventrículos. Tente estabelecer alguma relação com a função que cada ventrículo executa. 4. Elabore no seu caderno uma sequência de desenhos que explique o funcionamento das válvulas cardíacas. 10. Ouvindo as batidas do coração Material Necessário:  Dois funis  Mangueira de plástico de 50 cm de comprimento, que encaixe no funil (há supermercados que vendem funis já acoplados a mangueiras, para uso em veículos).  Fita adesiva (se necessário) 39
  • 9. Procedimento 1. Introduza um funil em cada uma das pontas da mangueira, com mostra a ilustração. Use a fita adesiva (se necessário) para fixar os funis na magueira. 2. Auscultar significa ouvir ruídos internos do organismo, por exemplo, os batimentos cardíacos (do coração). Use o estetoscópio que você construiu para auscultar o seu próprio coração e o de outras pessoas. Para que os batimentos cardíacos possam ser escutados, é necessário fazer a experiência em local silencioso e a roupa da pessoa que tem o coração auscultado não deve ser muito grossa. 11. Quantas vezes por dia todo o nosso sangue circula pelo coração? Você já pensou no número de batimentos que o seu coração faz por dia? É mais ou menos que 10000? Qual o volume de sangue que seu coração bombeia diariamente? Quantas vezes os 5 litros de sangue do nosso corpo passam pelo coração? Essas e outras questões serão respondidas fazendo-se a atividade a seguir. Material necessário  Um relógio que marque segundos ou um cronômetro. Procedimento Para calcularmos quantas vezes nosso coração bate por dia, devemos, em primeiro lugar determinar quantas vezes ele bate em um tempo pequeno, um minuto, por exemplo. 1. Coloque os dedos indicador e médio no pulso (na direção do dedão) ou no pescoço e localize uma grande artéria para você contar quantas pulsações ocorrem em um minuto. Cada pulsação corresponde a um batimento cardíaco. 2. Conte quantas vezes a sua pulsação acontece em trinta segundos. Para facilitar, o professor (ou outro aluno) deverá marcar o tempo. Ele deverá avisar o início e o fim da contagem. 40
  • 10. Análise dos resultados (Sugestão) 1. Quantas pulsações você contou em trinta segundos? 2. Então quantas vezes o seu coração bate durante um minuto? 3. Se você estivesse fazendo exercício na aula de Educação Física, o número de batimentos cardíacos seria maior ou menor do que o medido na questão b? Os números encontrados para cada pessoa podem variar segundo o sexo, a idade, a atividade física, entre outros fatores, porém, o número médio de batimentos do coração em adultos, em repouso, é de 72 vezes por minuto. Vamos tomar esse valor como padrão para os nossos cálculos. Em geral, o coração dos adolescentes bate um pouco mais rápido do que o dos adultos. Procedimento 3. Já sabemos quantas vezes o coração bate por minuto, agora vamos calcular quantas vezes ele bate por dia. Para isso, multiplique o número de pulsações que acontecem em um minuto por 60 ( 1 hora=60 min) e em seguida por 24 (1 dia = 24 horas). Análise dos resultados (Sugestão) 4. Quantas vezes bate por dia o coração de alguém que está em repouso? Considere o número médio de batimentos cardíacos de um adulto. 12. Observando a capacidade da bexiga Observe a seguir algumas informações sobre a bexiga e a capacidade que ela possui de armazenagem da urina. A bexiga é um órgão oco, de parede musculosas, que tem a capacidade de se dilatar à medida que se enche de urina. Sua capacidade de armazenagem em uma pessoa adulta é de 700 a 800 mililitros (ml) de urina. Quando a quantidade de urina atinge cerca de 300 ml, inicia-se no organismo um desejo consciente de urinar. Material Necessário:  Um balão  Um funil  Copo medidor  Água 41
  • 11. Procedimento 1. Coloque 300 ml de água dentro de um balão. Para isso utilize um copo medidor como mostra a ilustração ao lado. Esse volume de água representa a quantidade de urina armazenada na bexiga de um adulto, que estimula a vontade de urinar. 2. Coloque agora 800 ml de água no balão. Esse volume representa a capacidade máxima da bexiga de uma pessoa adulta. 13. Tudo se transforma em nosso corpo Material Necessário:  Bolachas doces ou salgadas  Folhas de papel toalha  Lápis ou caneta. Procedimento 1. Separe quatro folhas de papel toalha e escreva os números 01, 02, 03 e 04, respectivamente, um em cada folha para identificar as quatro etapas da experiência. 2. Identificadas as folhas, coloque cada uma em um espaço na mesa de trabalho. Feito isso, inicie a experiência. Etapa 1: Coloque uma bolacha na boca, mastigue-a duas vezes e devolva-a no papel toalha. Etapa 2: Coloque outra bolacha na boca, mastigue-a seis vezes, devolvendo-a no papel toalha. Etapa 3: Faça o mesmo com a terceira bolacha, mastigando-a doze vezes e devolvendo-a no papel toalha. Etapa 2: Coloque a quarta bolacha na boca, mastigue-a vinte vezes, devolvendo-a no papel toalha. Análise dos resultados (Sugestão) a) O que aconteceu com o alimento, nas quatro diferentes etapas do experimento? Que diferença você observou na textura e no aspecto da bolacha mastigada ao longo das quatro etapas do experimento? b) Explique como isso acontece. c) Você consegue identificar o que agiu sobre o alimento que o fez modificar-se ao longo desse processo? 42
  • 12. 14. O que acontece quando os alimentos são mastigados? Material Necessário:  Um frasquinho de iodo com conta-gotas  Dois copos com água, de preferência mineral ou fervida  Duas bolachas  Sua saliva Procedimento 1. Esmague uma bolacha com as mãos, misturando-a em um copo com água. 2. Em outro copo com água deposite uma bolacha já mastigada pelo menos umas 10 a 20 vezes. 3. O professor pingará uma gota de iodo em cada copo com água. 4. Observe o que aconteceu. Comentário: “O iodo é um indicador da presença de amido. Na presença do amido, o iodo deixa a água azul escura ou negra. 15. Simulando o funcionamento do sistema digestório Material Necessário:  Tubos flexíveis de borracha  Bexigas de diferentes tamanhos  Canudinhos do tipo sanfonados  Uma garrafa plástica do tipo pet, de 2 litros (ou a sua escolha)  Cola  Elásticos de borracha para prender os tubos Procedimento 1. Com a ajuda de um adulto, recorte a boca da garrafa. 2. Agora, selecione os materiais que você vai usar para representar o Sistema Digestório. A garrafa plástica que você recortou irá simular o seu abdômem. 3. Localize a boca, fazendo um orifício. 4. Conecte um canudinho ou um tubo de borracha para representar o esôfago. 5. Escolha uma bexiga vazia, para representar o estômago. 6. Encha duas bexigas de tamanhos menores com água, amarre seus orifícios e ligue-as ao Sistema Digestório, para representar os órgãos cheios, ou seja, o pâncreas e o fígado. 7. Utilize outros tubos de borracha ou canudinhos retráteis para representar os intestinos (grosso e delgado) e o reto. E, finalmente, o orifício final, o ânus. 43
  • 13. Comentário: Para fazer esse Sistema Digestório funcionar, você pode utilizar bolinhas de isopor para representar o alimento, fazendo-as percorrer toda a trajetória dos órgãos desse sistema. No entanto, não se esqueça de que o tamanho das bolinhas de isopor deve ser menor do que o orifício dos canudinhos que você usou. 16. Analisando os rótulos dos alimentos Nesta atividade, você vai analisar e conhecer a composição de diversos alimentos que consome durante o dia. No Brasil, há uma lei que obriga as empresas do ramo alimentício a colocar a composição nutricional na embalagem dos produtos. Procedimento 1. Escolha cinco alimentos e recorte da embalagem o quadro que apresenta a composição nutricional. 2. Cole no caderno os rótulos e identifique cada alimento. 3. Analise os rótulos e compare-os quanto a composição nutricional. Questões (sugestão) 1. Faça uma lista dos componentes que aparecem nos rótulos. 2. Escreva qual componente aparecem em maior quantidade em cada alimento que você selecionou. 3. Aparecem os mesmo componentes nutricionais em todos os rótulos?O Os alimentos que comemos são compostos por carboidratos, lipídios (gorduras), proteínas, sais minerais, vitaminas e água. Essas substâncias químicas presentes nos alimentos que ingerimos são conhecidas como nutrientes e casa uma delas exerce funções importantes no nosso corpo. Os nutrientes, quando presentes nas células, proporcionam energia, formam novos compostos corporais ou auxiliam no funcionamento dos processos químicos vitais. Em qualquer ser vivo, a energia é importante para que as células realizem suas atividades. 4. Retornando aos rótulos dos alimentos, qual deles apresenta maior quantidade de carboidrato? E qual apresenta a menor? 17. Obtenção de açúcares Material Necessário:  1 cacho de uvas. Observação: dependendo da localidade e da época do ano, poderá ser escolhido outro tipo de fruto.  Açúcar refinado de cana-de-açúcar  1 prato  1 colher ou socador  Água 44
  • 14. Recipientes de vidro  Funil, papel de filtro  Gase  Fita adesiva Procedimentos 1. Em um prato, amassar com a colher ou socador de cinco a dez uvas. 2. Filtrar o suco obtido e colocá-lo em um recipiente pequeno de vidro. 3. Pegar um pouco dessa solução e colocá-la em outro recipiente de vidro. 4. Tampar a boca do recipiente com a gase, fixando-a com o auxílio da fita adesiva. 5. Deixar o recipiente em repouso de um dia para o outro. Colocá-lo em ambiente iluminado e arejado. 6. Dissolver em outro recipiente uma colher de açúcar refinada em água. Análise dos resultados (Sugestão) a) Compare a substância obtida do suco de uva com o açúcar refinado ( que é industrializado) e responda: - Há semelhanças entre essas duas substâncias? Quais? - Quais seriam as diferenças entre elas? b) Qual tipo de açúcar foi obtido após a evaporação da água do suco da uva? 18. Verificando a presença de amido nos alimentos Você irá realizar um teste químico em alguns alimentos. Dessa forma reconhecerá qual tem amido em sua composição. Para isso, utilizará uma solução de iodo como um indicador da presença de amido. A solução de iodo possui marrom-ferrugem e, quando ela interage com amido, sofre transformação química apresentando cor azul, roxa ou preta. Material Necessário:  Uma fatia de batata crua  Grãos de arroz cru  Uma fatia de maça crua  Uma fatia de mandioca crua  Solução diluída de iodo (utilize a tintura de iodo comprada em farmácia e misture 1 ml da tintura de iodo em 9 ml de água)  Proveta pequena ou seringa descartável sem agulha (a seringa será utilizada para medir os componentes da solução)  Um conta gotas  Cinco pires de fundo branco. 45
  • 15. Procedimento 1. Inicialmente observe a coloração da solução de iodo antes dos testes. Para isso, pingue uma gota da solução de iodo em um dos pires. 2. Coloque um alimento em cada um dos outros pires (um pedaço de batata, maçã, mandioca e alguns grãos de arroz. 3. Pingue uma ou duas gotas de solução diluída de iodo em cada alimento. Análise dos resultados (Sugestão) a) Compare a cor em cada alimento. Houve alguma mudança? b) Qual a coloração de cada alimento após a colocação da solução de iodo? c) Em quais alimentos podemos concluir que há amido? Comentário Esse tipo de teste pode ser realizado em muitos alimentos ou mesmo em outros materiais como, por exemplo, papel sulfite. Caso você pingue uma gota de solução de iodo no papel sulfite branco, notará que ele fica roxo. É isso mesmo: utiliza-se amido para se fazer papel sulfite branco. Lista de alimentos que podem ser testados:  Batata cozida  Fatia de pão de fôrma  Fatia de pão francês  Fatia de bolo  Arroz cozido  Fatia de queijo  Macarrão cru  Macarrão cozido  Laranja cortada  Limão cortada  Folha de alface  Bolacha de água e sal  Bolacha doce  Fatia de torrada  Óleo de milho  Chocolate  Rodela de tomate  Rodela de banana  Entre outros 46
  • 16. 19. Por que a mastigação é importante? Material Necessário:  Dois comprimidos efervecentes  Água  Dois copos transparentes  Folha de papel Procedimento 1. Coloque quantidades iguais de água nos dois copos (pouco mais que meio copo). 2. Pegue um comprimido efervescente e, sobre meia folha de papel, triture-o em pedaços bem pequenos. 3. Coloque, no mesmo instante, o comprimido efervescente inteiro em um dos copos e o comprimido triturado no outro. 4. Observe em que copo o material efervescente se transforma mais rapidamente. Observação: O comprimido é considerado dissolvido quando nenhuma de suas partes estiver produzindo bolhas Análise dos resultados (Sugestão) a) Em que copo o comprimido se dissolveu mais rapidamente? b) Como você explica o resultado da atividade? 20. Enzima digestiva Material Necessário:  Clara de ovo cozido  2 tubos de ensaio com tampa (cortiça ou borracha)  Tesoura sem ponta  Água  Suco de abacaxi Procedimento 1. Coloque água até a metade de um dos tubos. Coloque suco até a metade do outro tubo. 2. Corte com a tesoura dois cubinhos da clara cozida. Cada cubinho deve ter lado com cerca de 3 ou 5 milímetros. 3. Jogue um cubinho dentro de cada líquido. Veja a figura ao lado. Tampe os tubos e observe-os diariamente, por 5 dias. 47
  • 17. 21. Como atua a bile? Material necessário  2 copos  Detergente  Óleo de cozinha  2 colheres das de sopa  Água morna Procedimento 1. Coloque água até a metade de cada copo. Adicione uma colherada de óleo em cada um. 2. Adicione uma colherada de detergente em apenas um dos copos. Mexa bem o conteúdo de ambos os copos e observe. 22. Identificando substâncias ácidas e alcalinas No interior do tubo digestório há produção há produção de substância ácidas e alcalinas (também chamadas de bases) que são fundamentais para o funcionamento das enzimas. Nesta atividade, você irá classificar os materiais como ácidos e básicos, a partir da sua interação com bicarbonato de sódio e fenolftaleína. Material necessário  Vinagre branco  Leite de magnésia diluído  Água sanitária diluída  Suco de limão  Solução de fenolftaleína  Bicarbonato de sódio em pó  Catorze copos transparentes (de preferência copos de plástico para café)  Uma colher das de café  Etiquetas Procedimento 1. Para testar como o vinagre branco, o leite de magnésia, a água sanitária e o suco de limão comportam-se ao interagir com o bicarbonato de sódio, coloque-os em quatro copos até mais ou menos 1 cm de altura. Identifique cada um deles com uma etiqueta. 2. Adicione meia colher das de café de bicarbonato de sódio em cada um dos copos e observe. 48
  • 18. 3. Para testar como o vinagre branco, o leite de magnésia, a água sanitária e o suco de limão comportam-se ao interagir com a fenolftaleína, repita o procedimento 1 fazendo uma nova bateria de quatro copos. 4. Adicione uma colher das de café da solução de fenolftaleína em cada um dos copos e observe se há mudança de cor. Análise dos resultados (Sugestão) a) Quais materiais interagem com o bicarbonato de sódio produzindo efervescência? b) Quais materiais interagem com a fenolftaleína produzindo coloração rosada ou avermelhada? c) Substâncias ácidas interagem com o bicarbonato produzindo bolhas. De acordo com os resultados (procedimentos 1 e 2), que substâncias são ácidas? d) As substâncias alcalinas interagem com a fenolftaleína produzindo mudança de coloração para rosa ou vermelha. De acordo com os resultados (procedimentos 3 e 4), que substâncias são alcalinas? 23. Testando um dos sentidos Material Necessário:  Um pedaço de papelão grosso  Grãos de feijão  Uma venda para os olhos  Cola Procedimento 1. Peça para um adulto cortar o papelão, cuidadosamente, em quadrados de 20 cm de lado. 2. Em cada um dos quadrados, façam um desenho. (Os alunos podem, também, escrever letras ou algarismos nos quadrados). 3. No contorno dos desenhos, colem os grãos de feijão. 4. Cubram os olhos de um dos colegas com a venda. 5. Espalhem os quadrados sobre uma mesa. Peçam ao colega que está com os olhos vendados que identifique o que está desenhado em cada um dos quadrados. Diga-lhe para tocar levemente, com a ponta dos dedos, os grãos de feijão que formam o contorno das figuras. Repita a atividade com outros colegas. Análise dos resultados (Sugestão) a) Quais foram os desenhos que vocês fizeram? b) Quais foram os desenhos que vocês não conseguiram identificar? c) Neste caso, qual é o sentido que nos permite identificar as formas desenhadas sobre o papelão? 49
  • 19. 24. Identificando a sensibilidade da pele ao toque: o tato Comentário: A sensibilidade da nossa pele ao toque está relacionada com a quantidade e a proximidade dos receptores (terminações nervosas sensoriais). Que área da nossa pele é mais sensível ao toque: os dedos, os braços ou as costas? Para responder a essa questão, você deverá trabalhar em grupo e organizar, no caderno, uma tabela com duas colunas e quatro linhas. A primeira linha deve ser preenchida com o modelo a seguir. Na primeira coluna escreva as regiões da pele que serão testadas: ponta de um dedo da mão, braço e outra área da sua escolha: perna, costas, por exemplo. Região da Pele Menor distância em que são percebidos dois toques Ponta do dedo Braço Perna ou outra... O objetivo da atividade é verificar a partir de qual distância não é mais possível, ou é mais difícil, reconhecer que a pele está sendo tocada em dois pontos. Dessa forma, a sensibilidade tátil que uma pessoa tem em várias áreas do seu corpo será testada. Para isso, o teste deve começar com dois toques simultâneos distantes o suficiente para que o voluntário perceba ambos os toques. Para evitar que a resposta seja induzida, alterne testes com toques únicos, isto é, com a ponta de apenas um clipe. As respostas a esses testes não precisam ser consideradas. Material necessário  Dois clipes de metal de tamanho médio (nº 2, por exemplo);  Uma régua. Procedimento 1. Desdobre uma das pontas de cada clipe. Ela será usada para tocar a pele do seu colega. 2. Decidam qual o colega do grupo será voluntário para a atividade. 3. Peça ao colega que feche os olhos (se achar necessário, poderá usar uma venda). 4. Faça quantos testes forem necessários na ponta de um dos dedos da mão do colega voluntário, preferencialmente o indicador, o anular ou o médio. Atenção: O toque não precisa ser muito rápido nem muito forte. 5. Com uma régua, meça, aproximadamente, a distância em que o seu colega passou a ter dificuldade em identificar o toque dos dois clipes. Anote o resultado na tabela copiada no caderno. 6. Repita os procedimentos de C até E no braço do mesmo voluntário. 7. Repita os procedimentos de C até E na outra área escolhida do corpo do voluntário: a panturrilha ou as costas, por exemplo. 50
  • 20. Análise dos resultados (Sugestão) a) Qual a distância em que o colega tem dificuldades para identificar os dois toques dos clipes na ponta do dedo? b) Qual a distância em que o colega começa a ter dificuldade para identificar os dois toques dos clipes no braço? c) Qual a distância dos clipes na outra região do corpo testada? d) Os resultados obtidos nesta atividade permitem concluir qual das áreas testadas tem maior número de receptores ao toque? Qual é essa área? e) Compare os resultados com os dos outros grupos. Os valores encontrados foram os mesmos? 25. O gosto do cheiro ou cheiro do gosto? Comentário O objetivo desta atividade é obter informações que ajudem a entender a relação entre paladar e olfato. Organize o seu grupo e distribua a função e a responsabilidade de cada colega na atividade. Um será encarregado de preparar as gelatinas e providenciar as colheres. Outro vai anotar os resultados na tabela. Um terceiro será voluntário para o teste do paladar. Uma vez feita a distribuição das tarefas, o responsável pelas gelatinas deve pedir ajuda a um adulto da sua casa e preparar com antecedência o material. Mantenha as gelatinas na geladeira e transporte-as para a sala de aula em um saco plástico limpo (sem uso) dentro de um pequeno isopor ou pote plástico com gelo. Material necessário  Três colheres das de chá (uma para cada sabor de gelatina);  Dois guardanapos de papel  Três sabores diferentes de gelatina (abacaxi, tangerina, limão, morango, framboesa, pêssego, laranja, uva ou outra), preferencialmente de cores diferentes, em copos plásticos para café. Não utilize gelatinas que sejam misturas de sabores – frutas tropicais, por exemplo. Procedimento 1. Prepare uma tabela no caderno conforme a sugerida a seguir. Escreva os sabores das gelatinas que você usará nos testes. Sabor da gelatina utilizada Resposta do voluntário quanto está... nos testes ...tapando o nariz Sem tapar o nariz Laranja Morango 2. Solicite ao voluntário que fique sentado e informe-o de que nos testes será utilizada apenas gelatina. Dê a ele um guardanapo, para que o utilize se necessário. 3. Peça ao colega que mantenha os olhos fechados ou coloque um lenço vendando os seus olhos. 51
  • 21. 4. Com uma colher limpa, pegue uma porção de uma das gelatinas que está em um dos copos de plásticos. 5. Peça a um colega que tape o nariz do voluntário e ponha na boca dele a gelatina da colher. O nariz do colega que está testando o sabor dos alimentos deverá ficar tapado até que ele engula a porção de gelatina que lhe foi oferecida. Pergunte qual o sabor que ele está sentindo. Lave a colher e deixe-a junto ao copo de gelatina. Anote o resultado na segunda coluna da tabela que preparou. Não informe ao colega voluntário os sabores que serão testados. 6. Repita os procedimentos de 3 e 5, utilizando os outros dois copos de gelatina. Nesta situação, é comum as pessoas dizerem que não sentiram o gosto do alimento. Não dê informações sobre o acerto ou o erro dos sabores testados. Isso só deve ser feito no fim da atividade. 7. Após os testes com o nariz tapado, é hora de repeti-los. Agora, com o nariz destapado e vendo os alimentos que foram usados. Diga ao colega que ele vai fazer outros testes, porém usando também os sentidos da visão e da olfação. 8. Dê ao voluntário uma das gelatinas que foi usada na primeira etapa. Não repita os testes na mesma sequência da primeira etapa da atividade. 9. Após a degustação de cada uma das gelatinas, anote os resultados na terceira coluna da tabela que montou no caderno. Análise dos resultados (Sugestão) a) A degustação da gelatina com o nariz tapado permitiu ao voluntário identificar todos os sabores das gelatinas que comeu? Quais os sabores que ele teve maior dificuldade em identificar? b) Ao utilizar a olfação e a visão, além da gustação, o colega conseguiu identificar os sabores das gelatinas? c) Por que as pessoas resfriadas ou gripadas tem dificuldades em sentir o gosto dos alimentos? d) Quais são os sentidos envolvidos na determinação dos sabor dos alimentos? Comentário Esta atividade pode ser realizada também com balinhas de formato idêntico, mas sabores diferentes. 26. Funcionamento do aparelho auditivo humano Material necessário  Tigela redonda  Elástico forte  Panela metálica  Pedaço de plástico  Colher de pau  Grãos de arroz cru 52
  • 22. Procedimento 1. Cubra a boca da tigela com o plástico e prenda-o nas laterais com o elástico. Veja a figura. Certifique-se de que o plástico esteja bem esticado. 2. Espalhe alguns grãos de arroz sobre o plástico. 3. Aproxime a panela do plástico, sem encostar nele ou na tigela. Bata com a colher de pau na panela e observe o que acontece com os grãos de arroz. Comentário A experiência nos ajuda a responder a seguinte pergunta: Como nosso ouvido capta as ondas sonoras? Ao bater na panela, os grãos de arroz pulam. A batida na panela produz vibrações no seu metal, que são transferidas par o ar e nele se propagam como ondas sonoras. Parte dessas ondas atinge o plástico esticado e faz com que ele comece a vibrar. Como conseqüência, vemos os grãos de arroz pularem.O plástico esticado e os grãos de arroz funcionam como um detector para as ondas sonoras. 27. Simulando o funcionamento do olho humano Material necessário  Papel de seda branco  Papel cartão (de qualquer cor)  Tesoura sem ponta  Fita adesiva  Lente de aumento  Sala pouco iluminada, com uma janela aberta, que dê visão para uma paisagem bem- iluminada pelo Sol.  Régua e lápis ou caneta Procedimento 1. Recorte um pedaço retangular de papel cartão, com lados medindo 25 centímetros e 20 centímetros. No centro dele, desenhe um outro retângulo com lados de 19 centímetros e 14 centímetros e recorte-o, de modo a obter uma moldura retangular de espessura 3 centímetros, como mostra a figura A. 2. Recorte um pedaço retangular de papel de seda com lados de 21 centímetros e 16 centímetros e cole-o com fita adesiva na moldura, como aparece na figura B 3. Na sala pouco iluminada, volte-se de frente para a janela. Segure a moldura e a lente de aumento como aparece na figura C. Movimente a lente devagar até conseguir projetar a imagem da janela no papel de seda. A imagem está direita ou invertida ( de cabeça para baixo)? 53
  • 23. 28. Utilidade da visão binocular Material necessário  Ajuda de um colega  Dois lápis Procedimento 1. Você e seu colega seguram um lápis cada um e ficam a 1 metro de distância, um de frente para o outro. 2. Mantendo um olho fechado o tempo todo, você e seu colega devem tentar encostar a ponta dos dois lápis, como mostra a figura. 3. Repitam o procedimento, mas com ambos os olhos abertos. A que conclusão vocês chegam. 29. Músculos antagônicos Comentário Todo movimento voluntário do nosso corpo (moverá, as pernas, os braços, o dedos da mão, por exemplo) está relacionado à associação entre músculos e ossos. Nesta atividade, você vai montar um modelo para analisar a ação de diferentes ossos e músculos do braço. Material necessário  Papelão grosso  Régua  Cinco parafusos (3 cm de comprimento)  Dois elásticos  Tesoura sem ponta  Lápis  Cinco rolhas de cortiça Procedimento 1. Recorte o papelão nas formas e nas dimensões indicadas na figura ao lado. 2. Prenda as duas peças com a rolha e o parafuso nos locais indicados pelo número 1. 3. Agora coloque os parafusos nos locais indicados pelo número 2. Não aperte todo o parafuso na rolha. Deixe um espaço de até 0,5 cm entre a cabeça do parafuso e o papelão para poder prender os elásticos. 4. Não se esqueça de escrever as letras A, B e C no papelão, conforme a figura. Coloque os elásticos unindo os parafusos do papelão A com os do papelão C. O modelo que você montou refere-se ao ombro, ao braço, ao antebraço e à mão. 54
  • 24. a) Com base na figura, quais ossos do corpo estão representados pelas partes A, B e C do modelo? Nesse modelo, os elásticos representam dois músculos diferentes: o bíceps e o tríceps. 5. Coloque o modelo na posição que corresponderia ao braço esticado e meça o tamanho do elástico que representa o bíceps. 6. Mova a parte C do modelo em direção à parte A e meça novamente o tamanho do elástico que corresponde ao bíceps. b) Nesse caso, o elástico que representa o músculo bíceps aumentou ou diminuiu de tamanho? 7. Repita os procedimentos E e F, agora medindo o elástico que representa o músculo tríceps. c) O elástico que representa o músculo tríceps aumentou ou diminuiu de tamanho? Na representação, o elástico que fica menor corresponde ao nosso músculo contraído e o fica maior corresponde ao músculo relaxado. 8. Agora deixe o braço do modelo esticado. d) O bíceps ficou contraído ou relaxado? e) O tríceps ficou contraído ou relaxado? 30. O que acontece com os músculos? Procedimento 1 1. Coloque-se entre os batentes de uma porta estendendo os braços de forma que o dorso de suas mãos encoste nos batentes. Observe a figura ao lado. 55
  • 25. 2. Faça força com as mãos como se as estivesse empurrando contra os batentes da porta. Empurre o mais forte que puder! 3. Conte até 30, lentamente, enquanto exerce a força. 4. Ao fim da contagem, retire rapidamente as mãos do batente, deixando cair os braços ao longo do corpo. 5. Observe o que acontece com seus braços. Procedimento 2 1. Coloque alguns clipes numa caneta ou lápis, conforme mostra a figura. 2. Segure na ponta da caneta/lápis e aproxime-se de uma mesa. Tente segurar a caneta com os clipes de modo que estes quase toquem a superfície da mesa. 3. Tente não se mexer e mantenha a caneta com os clipes em repouso. 4. Observe o que acontece. Análise dos resultados (Sugestão) a) No primeiro experimento, o que você sentiu logo que retirou as mãos dos batentes da porta? b) No segundo experimento, o que acontece com o braço após algum tempo? c) Discuta com seus colegas e busque explicações para os dois casos acima. Se necessário pequise em outros livros. 31. Um pequeno Kit de ossos Material Necessário:  Radiografias  Imagens do esqueleto humano  Ossos de galinha (sobras de refeição)  Uma caixa de sapatos  Um envelope grande  Saquinhos plásticos pequenos  Etiquetas  Fita adesiva 56
  • 26. Procedimento 1. Para que possamos guardar em saquinhos os ossos de galinha é necessário limpá-los e deixá-los secar vários dias ao Sol. Para isso utilizem uma bandeja. Não se esqueçam de recolhê-los todo final de tarde para que não peguem umidade durante a noite. 2. Após os ossos estarem bem secos, coloquem cada um deles em um saquinho de plástico transparente. Façam também uma etiqueta informando o nome do osso, o animal ao qual ele pertence, quando foi feita a coleta e quem o coletou. Fechem o saquinho com fita adesiva. 3. Depois de guardarem em saquinhos e etiquetarem todos os ossos, guardem-nos em uma caixa de sapatos. 4. Procurem identificar a que parte do corpo da galinha cada um dos ossos pertence. Desenhem os ossos no caderno e anotem as conclusões Esse trabalho pode ser realizado por toda a turma, e a caixa de sapatos pode ficar guardada em um armário na escola. 5. Observem atentamente as radiografias que vocês coletaram e identifiquem nelas a parte do corpo que foi radiografada. Façam uma etiqueta informando qual é a parte do corpo apresentada na imagem, quando a radiografia foi feita e coloquem também o nome de quem a trouxe. Isso os ajudará a encontrá-la com facilidade caso fique guardada no armário da escola. 6. Guardem todas as radiografias e outras imagens do esqueleto humano que vocês coletaram em um envelope grande. 32. Móbiles de esqueletos A proposta desta atividade é a montagem de móbiles representando esqueletos. Material necessário  Cartolina branca  Tesoura  Lápis  Cola  Linha branca  Palito de sorvete ou churrasco 57
  • 27. Procedimento 1. Você pode escolher um animal (peixe, anfíbio, réptil, ave ou mamífero) e fazer um desenho esquemático dos ossos de seu esqueleto. 2. Repita esse desenho em diversos tamanhos. 3. Corte as peças e amarre-as com a linha branca. 4. Pendure em um palito de churrasco ou de sorvete de tal modo que o conjunto fique equilibrado. 5. Enfeite sua sala de aula ou o seu quarto de dormir pendurando o móbile no teto. Comentário Essa atividade pode ser feita com vários temas: frutas, folhas, órgãos, tudo depende da criatividade. 33. A célula, a unidade do ser vivo Material necessário  Microscópio  Lâminas  Lamínulas  Lugol  Água  Talo de Salsão, cebola, ou caule de planta coleus  Caderno, lapis Procedimentos Como preparar uma lâmina com um corte cebola para observação ao microscópio óptico 1. Adicione uma gota de corante (lugol) sobre a lâmina. 2. Com o auxílio de uma pinça, retire cuidadosamente um fragmento da epiderme de uma cebola. 3. Corte com uma tesoura de pontas arredondadas um pequeno fragmento para colocar na lâmina, sobre a gota de corante. 4. Coloque verticalmente a lamínula sobre a epiderme que for colocada na lâmina, evitando a formação de bolhas de ar, que prejudicam a visualização. 5. Coloque a lâmina sobre a platina do microscópio, regule o aumento e observe a preparação. Como preparar uma lâmina com um corte de talo de salsão ou coleus para observação ao microscópio óptico 1. Escolher o corte mais delgado do talo de salsão e do coleus. Colocá-lo sobre a lâmina. 2. Com o conta-gotas, pingar levemente uma gota de lugol sobre a lâmina. 3. Cobrir com a lamínula, com cuidado para não fazer bolhas de ar entre a lâmina e a lamínula, o que dificulta a observação do material. 4. Observar ao microscópio primeiramente sob o menor aumento. Diferenciar as células da borda do talo e as do centro. 58
  • 28. 5. Desenhar o que foi observado. 6. Observar o mesmo material sob o maior aumento. Desenhar o que foi visto. 7. Colocar um pedaço da película do caule do coleus sobre a lâmina e pingar levemente uma gota de lugol. Cobri-lo com a lamínula, tendo o mesmo cuidado anterior. 8. Observar em menor e maior aumento. Desenhar o que foi visto. Nota: Colocar uma gota de lugol sobre a lâmina sempre que julgar necessário ( a lâmina não deve secar totalmente). 34. Modelo tridimensional de célula animal e de uma célula vegetal Material necessário  Figuras de células  Retalhos de panos  Macarrão cru  Massa de modelar de diversas cores  Pedaços de plásticos  Pequenas embalagens vazias de diversos produtos  Fios de linhas, de lã ou de náilon  Papel  Papelão  Bolinhas de isopor  Sementes diversas  Varetas de madeira  Barbante  Fita adesiva Atenção: estas são algumas sugestões de materiais que podem ser usados, mas você poderá usar outros que se assemelham as partes que estão sendo representadas. Não utilize matérias que possa se quebrar, vidros, por exemplo, e provocar algum acidente. Procure sempre materiais que seriam descartados ou que possam ser utilizados em pequena quantidade. Não desperdice material. Procedimento 1. Selecione algumas figuras de células, que podem ser encontradas em livros didáticos de Ciências, na internet, em revistas, em enciclopédias ou em outra fonte gráfica. 2. Estude as diferenças observáveis que existem entre as células animais e as células vegetais. Assim, você poderá, em grupo, planejar que matérias serão usados para fazer o modelo tridimensional dos dois tipos de células. 3. Monte o modelo, procurando sempre que possível preservar o máximo as semelhanças do material representativo com a figura da célula. 59
  • 29. 4. Após realizar o modelo, faça um desenho dele e coloque os nomes das estruturas que observou nas figuras pesquisadas. 5. Os nomes das estruturas podem ser colocados também no modelo e pode-se fazer um cartaz com as funções dessas estruturas. 35. Membrana plasmática Material necessário  Um ovo cru bem lavado, com água e sabão  Um recipiente fundo (pode ser um copo)  Açúcar  Água potável  Corante de qualquer cor usado em culinária, como anilina Procedimento 1. Retire uma pequena “tampa” do ovo e despreze a clara e a gema. Retire com cuidado um pouco da casca do fundo do ovo, deixando a membrana interna preservada. 2. Coloque água no copo até mais ou menos dois terços. Misture um pouco de açúcar e corante em água e coloque essa mistura dentro do ovo até atingir aproximadamente a metade. 3. Coloque o ovo no copo, com a parte quebrada para cima e a membrana exposta para baixo, de maneira que fique boiando na água. 4. A água que está dentro do ovo é doce e colorida, e a água do copo é incolor e insípida. Será que a água doce e colorida vai sair do ovo? Será que a água do copo entrará no ovo. 5. Observe o experimento por algum tempo. Veja o que acontece e anote suas observações no caderno. Comentário O que se observa nesse experimento é semelhante ao que ocorre nas células: a água tem passagem livre pela membrana plasmática, mas partículas maiores são retidas por ela. Por isso, dizemos que a membrana plasmática é semipermeável, isto é, por ela passa o solvente, que é a água, mas não passam partículas dissolvidas maiores. A membrana sob a casca do ovo não é a membrana plasmática, mas também é semipermeável. Existem outros materiais que também são semipermeáveis, como o papel celofane, por exemplo. O experimento com o ovo é muito interessante, pois permite visualizar bem o fenômeno que se deseja. 60
  • 30. 36. Construindo uma arvore genealógica Árvore genealógica é uma representação gráfica dos integrantes de uma família. Seu tamanho depende do número de pessoas que faz parte da família e das gerações incluídas. Veja a árvore genealógica construída por Ana Francisca para representar a família dela, com o nome e a data de nascimento de cada integrante. Agora, com a ajuda de um adulto de sua família, construa a sua árvore genealógica. Você vai precisar de algumas fotografias de seus avós, seus pais, seus irmãos e sua também. Em uma cartolina, faça um esquema como o desenhado por Ana Francisca. Cole em cada quadro a fotografia dos integrantes de sua família e escreva o nome e a data de nascimento de cada um deles. Caso você não possua a fotografia de algumas pessoas da família, desenhe-as e escreva o nome e a data de nascimento delas. Questões (sugestão) a) Qual é a idade de cada um de seus avós? b) Qual é a idade de sua mãe? Qual é a diferença de idade entre você e sua mãe? c) Qual é a idade de seu pai? Qual é a diferença de idade entre você e seu pai? 61